Gabriela dos Santos Amorim
Doutoranda em Biologia Vegetal (PPGBV-UFPE), com doutorado sanduíche no Royal Botanic Gardens - Kew (London, United Kingdom) pelo Programa Beatriz Nascimento de Mulheres na Ciência - Chamada Atlântica (CNPq). Bióloga (UFMA), Mestra em Biologia Vegetal (UFPE) e Especialista em Docência com ênfase na Educação Básica (IFMG) e Especialista em Tecnologias e EAD (Faculdade São Luís). Foi professora substituta na Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), no curso Tecnológico em Gestão Ambiental, lecionando as disciplinas de Agroecologia, Planejamento e Gestão Ambiental, Organização Empresarial e Ambiente. Atua em projetos sobre a flora do Maranhão, com experiência em estudos florísticos, estruturais (fitossociológicos) e taxonômicos (ênfase em Myrtaceae). Foi aluna de Iniciação Científica entre 2015 e 2019 onde desenvolveu estudos de florística, fitossociologia e taxonomia (Myrtaceae). Atuou como voluntária no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID BIO UFMA). Foi bolsista no Edital Estágio Internacional - FAPEMA (2019) no New York Botanical Garden - NYBG (New York/ United States). Atua como pesquisadora/colaboradora no Laboratório de Estudos Botânicos (LEB/UFMA). Fez parte da equipe técnica do Herbário do Maranhão (MAR/UFMA). Tem experiência na elaboração de mapas temáticos para estudos ambientais e em educação ambiental. Tem interesse em projetos de divulgação científica e sustentabilidade. Membro associado do International Association for Plant Taxonomy (IAPT), American Society of Plant Taxonomists (ASPT) e da Sociedade Botânica do Brasil (SBB). Atualmente desenvolve pesquisas com o gênero Eugenia L. (Myrtaceae) com ênfase nas espécies amazônicas. E-mail: amorimgab23@gmail.com/ amorim_gabriela@outlook.com.br
Informações coletadas do Lattes em 15/04/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em andamento em Biologia Vegetal
2024 - Atual
Universidade Federal de Pernambuco
Título: Filogenia e taxonomia do gênero Eugenia L. (Myrtaceae, Myrteae) na Amazônia, com ênfase na seção Umbellatae
Orientador: em Royal Botanic Gardens, Kew ( Eve Lucas)
com William Wayt Thomas. Coorientador: Augusto de Oliveira Giaretta. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Mestrado em Biologia Vegetal
2019 - 2021
Universidade Federal de Pernambuco
Título: Myrtaceae Juss. em uma área de transição do Nordeste brasileiro: riqueza, aspectos taxonômicos e distribuição geográfica potencial
Orientador: William Wayt Thomas
, Ano de Obtenção: 2021.Coorientador: Maria Regina de Vasconcellos Barbosa. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Myrtaceae; Nordeste brasileiro; Ecótono; Amazônia.
Especialização em Docência com ênfase na Educação Básica.
2022 - 2023
Instituto Federal Minas Gerais
Título: O ensino de botânica nos anos finais do Ensino Fundamental: uma proposta metodológica por rotação de estações
Orientador: Lilian Amaral
Especialização em Tecnologias e Educação à Distância
2021 - 2022
Faculdade de Educaçao Sao Luis
Título: sem monografia
Graduação em Ciências Biológicas
2013 - 2018
Universidade Federal do Maranhão
Título: Myrtaceae Juss. nas restingas da Ilha do Maranhão, Brasil
Orientador: Eduardo Bezerra de Almeida Jr.
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Formação complementar
2022 - 2022
Auxiliar Pedagógico. (Carga horária: 200h). , Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, IFRS, Brasil.
2021 - 2021
Libras. (Carga horária: 60h). , Universidade Estadual do Maranhão, UEMA, Brasil.
2021 - 2021
Construindo um Instrumento de Gestão Municipal de Educação Ambiental. (Carga horária: 60h). , Universidade Estadual do Maranhão, UEMA, Brasil.
2021 - 2021
Planejamento, Avaliação e Fundamentos da EaD. (Carga horária: 51h). , Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, UFRB, Brasil.
2021 - 2021
Multimeios em Educação (CAPES). (Carga horária: 60h). , Universidade Estadual do Maranhão, UEMA, Brasil.
2021 - 2021
Psicologia da Educação (CAPES). (Carga horária: 60h). , Universidade Estadual do Maranhão, UEMA, Brasil.
2021 - 2021
Educação e Tecnologia. (Carga horária: 180h). , Ministério da Educação, MEC, Brasil.
2020 - 2020
Filogenia Molecular. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal do Espírito Santo, UFES, Brasil.
2020 - 2020
Abordagens Pedagógicas Modernas na Educação a Distância. (Carga horária: 20h). , Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, IFRS, Brasil.
2020 - 2020
Didática no Ensino Superior. (Carga horária: 65h). , Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, UFRB, Brasil.
2020 - 2020
Aluna especial da disciplina de Comunicação Científica. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.
2020 - 2020
Aluna especial da disciplina MODELAGEM DE NICHO ECOLÓGICO: TEORIA E PRÁTICA. (Carga horária: 60h). , Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, INPA, Brasil.
2019 - 2019
Construção de Mapas Científicos com ênfases em aspectos ambientais. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.
2016 - 2016
Sistemática e taxonomia de Myrtaceae. (Carga horária: 8h). , Sociedade Botânica do Brasil - DF, SBB, Brasil.
2016 - 2016
Divulgação Cientifica. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.
2014 - 2014
Bioeletrogênese - Teoria e Prática. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.
2013 - 2013
I Curso de atualização em doenças infecciosa e parasitárias. (Carga horária: 30h). , Liga Acadêmica de Doenças Infecciosas e Parasitárias, LADIP, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Taxonomia Vegetal/Especialidade: Taxonomia de Fanerógamos.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Florística.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Biologia Geral / Subárea: Educação Ambiental.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Biologia Geral / Subárea: Sustentabilidade.
Organização de eventos
AMORIM, G. S. ; DIAS, K. N. L. ; VALLE, M. G. ; SARDINHA, T. L. M. ; MACEDO, E. R. ; SANTOS, S. C. C. ; AZEVEDO, G. G. ; LIMA, M. I. S. . XVI Ciclo de Estudos Biológicos. 2016. (Congresso).
Participação em eventos
1º Encontro Atlânticas: construindo vínculos e projetando o futuro acadêmico. 2024. (Encontro).
73º Congresso Nacional de Botânica. 2023. (Congresso).
73º Congresso Nacional de Botânica. Eugenia sect. Umbellatae O. Berg (Myrtaceae: Myrteae), com ênfase nas espécies amazônicas: desafios e perspectivas. 2023. (Congresso).
71º Congresso Nacional de Botânica e XIII Encontro de Botânicos do Centro-Oeste. 2021. (Congresso).
I Simpósio de Biodiversidade, Conservação e Uso Sustentável de Plantas, Algas e Fungos Amazônicos. 2021. (Simpósio).
I Simpósio Digital de Sistemática e Evolução de Plantas,. 2020. (Simpósio).
4° Encontro da Biologia Vegetal - 4 EBV. 2019. (Encontro).
I Simpósio de Biodiversidade e Conservação. 2019. (Simpósio).
XIII Mostra AcadêmicoCientífica e Cultural em Ciências Biológicas/ III Simpósio do Curso de Ciências Biológicas da UEMA. 2018. (Congresso).
XXIX SEMIC/UFMA. 2017. (Seminário).
67º Congresso Nacional de Botânica. 2016. (Congresso).
8ª Jornada Capixaba de Botânica. 2016. (Congresso).
Ciclo de Seminários - Pensadores da Educação - PIBID/UFMA subprojeto Biologia. 2016. (Seminário).
XVI Ciclo de Estudos Biológicos. 2016. (Congresso).
XVI Ciclo de Estudos Biológicos.A importancia dos programas institucionais na tríade ensino-pesquisa-extensão. 2016. (Encontro).
XXVIII SEMIC/ UFMA. 2016. (Seminário).
Ciclo de Seminários - Pesquisas em Ensino de Ciências e Biologia - PIBID/UFMA subprojeto Biologia. 2015. (Seminário).
Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Maranhão - SNCT 2015. 2015. (Outra).
XII Congresso de Ecologia do Brasil. 2015. (Congresso).
XXVII SEMIC/UFMA. 2015. (Seminário).
Dia Mundial do DNA. 2014. (Outra).
I Simpósio de Neurociências do Maranhão. 2014. (Simpósio).
Senama Naciona de Ciência e Tecnologia. Exposição - Projeto "A botânica em cinco sentidos!". 2014. (Exposição).
I Curso de atualização em doenças infecciosas e parasitárias. 2013. (Seminário).
Participação em bancas
ALMEIDA JR, E. B.; SOUSA, C. E. B.;AMORIM, G. S.. O USO DE APLICATIVOS EDUCACIONAIS NO ENSINO DE CIÊNCIAS: uma análise de diferentes práticas educativas. 2022. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Curso de Especialização em Ensino de Ciências ? Anos finais do Ensino Funda) - Universidade Federal do Maranhão.
ALMEIDA JR, E. B.; SOUSA, C. E. B.;AMORIM, G. S.. PADRÕES MATEMÁTICOS DA NATUREZA NO ENSINO DE BIOLOGIA. 2022. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Curso de Especialização em Ensino de Ciências ? Anos finais do Ensino Funda) - Universidade Federal do Maranhão.
ALMEIDA JR, E. B.; SOUSA, C. E. B.;AMORIM, G. S.. PERCEPÇÃO ACERCA DO AUMENTO DO ADOECIMENTO PSÍQUICO DE ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS DESENCADEADO PELA PANDEMIA DA COVID 19. 2022. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Curso de Especialização em Ensino de Ciências ? Anos finais do Ensino Funda) - Universidade Federal do Maranhão.
ALMEIDA JR, E. B.;AMORIM, G. S.; SERRA, F. C. V.. A UTILIZAÇÃO DE MAQUETE COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO DE CIÊNCIAS: UMA PROPOSTA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL. 2022. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE CIÊNCIAS CIÊNCIA É 10) - Universidade Federal do Maranhão.
ALMEIDA JR, E. B.;AMORIM, G. S.; PIRES, C. S.. USO DE VÍDEOS COMO FERRAMENTAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL. 2022. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE CIÊNCIAS CIÊNCIA É 10) - Universidade Federal do Maranhão.
MARINHO, L. C.; PIMENTA, K. M.;AMORIM, G. S.. CLUSIACEAE LINDL. DA ILHA DE SÃO LUÍS, MARANHÃO. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
ALMEIDA JR, E. B.; ABREU, M. C.;AMORIM, G. S.. Sinopse taxonômica das espécies lenhosas do campus Dom Delgado, Universidade Federal Do Maranhão ? UFMA. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
MENDES, J. J.; PACHECO, S. C. S. A.;AMORIM, G. S.. O ensino da geografia na escola padre Francisco Bonaiti: Desafios e possibilidades,. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Universidade Estadual do Maranhão.
MENDES, J. J.; FRANCA, T. A.;AMORIM, G. S.. Interação comercial no município de São Pedro dos Crentes - MA,. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Universidade Estadual do Maranhão.
MENDES, J. J.; FRANCA, T. A.;AMORIM, G. S.. O turismo no município de Nova Colinas: Cenários e Perspectivas. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Universidade Estadual do Maranhão.
MENDES, J. J.; FRANCA, T. A.;AMORIM, G. S.. Reforma Agrária: Assistência Técnica e Acesso ao Crédito no Assentamento Serra 2 Samambaia,. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Universidade Estadual do Maranhão.
SIEGLOCH, A. M.; SOUSA, D. P.;AMORIM, G. S.. Compostagem doméstica de resíduos orgânicos: alternativa sustentável para a destinação final dos resíduos. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Tecnologia em Gestão Ambiental) - Universidade Estadual do Maranhão.
MENDES, J. J.; SILVA, B. R. V.;AMORIM, G. S.. Impactos socioambientais causado pela falta de esgotamento sanitário à saúde dos moradores do bairro Baixão da Caema, Colinas ? MA.. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Tecnologia em Gestão Ambiental) - Universidade Estadual do Maranhão.
MENDES, J. J.; SILVA, B. R. V.;AMORIM, G. S.. A Importância da educação ambiental no Âmbito Escolar: Um olhar para o Desenvolvimento Sustentável e Conservação Ambiental. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Tecnologia em Gestão Ambiental) - Universidade Estadual do Maranhão.
MENDES, J. J.; SILVA, B. R. V.;AMORIM, G. S.. Os impactos socioambientais do descarte inadequado dos Resíduos de Serviços de Saúde dos hospitais públicos de Colinas-MA. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Tecnologia em Gestão Ambiental) - Universidade Estadual do Maranhão.
MENDES, J. J.; SERRA, F. C. V.;AMORIM, G. S.. Impactos socioambientais decorrentes da disposição inadequada de resíduos sólidos no município de Colinas - MA. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental) - Universidade Estadual do Maranhão.
Orientou
Impactos socioambientais ocasionados pelo desmatamento das matas ciliares: um estudo de caso sobre o rio Itapecuru no município de Colinas-MA; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Tecnólogo em Gestão Ambiental) - Universidade Estadual do Maranhão; Orientador: Gabriela dos Santos Amorim;
Educação Ambiental: concepções de educação ambiental por docentes e discentes do curso de letras do Centro de Estudos Superiores de Colinas, UEMA; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Gestão Ambiental) - Universidade Estadual do Maranhão; Orientador: Gabriela dos Santos Amorim;
Problemática de resíduos sólidos no bairro DER, Colinas-MA: impactos socioambientais; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Tecnólogo em Gestão Ambiental) - Universidade Estadual do Maranhão; Orientador: Gabriela dos Santos Amorim;
Produções bibliográficas
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AMORIM, G. S. ; SOUSA, F. C. ; CONCEICAO, G. M. ; LACERDA, D. M. A. ; ALMEIDA JR, E. B. . Myrtaceae Juss. no Parque Estadual do Mirador, Maranhão, Brasil. In: 72º Congresso Nacional de Botânica, 2022. Anais do 72º Congresso Nacional de Botânica, 2022. p. 570.
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DINIZ, M. R. ; Gabriela S. Amorim ; SOUSA, F. C. ; SOUZA, H. L. ; RABELO, T. O. ; CANDIDO, D. S. ; ALMEIDA JR, E. B. . A coleção botânica dos Gottsberger no Maranhão e a importância dos acervos históricos para a flora do Estado. In: 72º Congresso Nacional de Botânica, 2022. Anais do 72º Congresso Nacional de Botânica, 2022. p. 252.
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SOUSA, F. C. ; DINIZ, M. R. ; AMORIM, G. S. ; ALMEIDA JR, E. B. . Herbário MAR: 9 anos produzindo e divulgando ciência no Maranhã. In: 72º Congresso Nacional de Botânica, 2022. Anais do 72º Congresso Nacional de Botânica, 2022. p. 255.
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AMORIM, G. S. ; BARBOSA, M. R. V. ; ALMEIDA JR, E. B. ; THOMAS, W. W. . SINOPSE DA FAMÍLIA MYRTACEAE NA AMAZÔNIA MARANHENSE. In: 71º Congresso Nacional de Botânica e XIII Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, 2021, Goiânia. Anais do LXXI Congresso Nacional de Botânica. v. 71.
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CAMPOS, J. R. P. ; GONCALVES, A. L. ; CRUZ, V. M. S. ; AMORIM, G. S. ; ALMEIDA JR, E. B. . FITOSSOCIOLOGIA DE UMA ÁREA DE CERRADO STRICTO SENSU NO MUNICÍPIO DE URBANO SANTOS, MARANHÃO. In: 71 Congresso Nacional de Botânica, 2021, Goiânia. Anais do LXXI Congresso Nacional de Botânica, 2021. v. 71.
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BARBOSA, R. S. ; AMORIM, GABRIELA ; ALMEIDA JR., E. B. . Pesquisas botânicas no maranhão: o uso do Instagram como instrumento de divulgação científica. In: 37ª Reunião Nordestina de Botânica, 2021, Campo Maior - PI. 37ª Reunião Nordestina de Botânica, 2021. v. 1. p. x-x.
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PIRES, C. S. ; AMORIM, G. S. ; SILVA, A. N. F. ; ALMEIDA JR, E. B. . CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA DE FRUTOS E SEMENTES E SÍNDROME DE DISPERSÃO DE MYRCIA CUPREA (O.BERG) KIAERSK (MYRTACEAE). In: 70º Congresso Nacional de Botânica, 2019, Maceió. Anais do 70º Congresso Nacional de Botânica 36º Reunião Nordestina de Botânica, 2019. v. 1.
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ALMEIDA JR, E. B. ; PIRES, C. S. ; SILVA, A. N. F. ; NASCIMENTO, A. D. ; LACERDA, D. M. A. ; CORREIA, B. E. F. ; PAIVA, B. H. I. ; BELFORT, L. ; GUTERRES, A. V. F. ; SANTOS, C. R. ; AMORIM, G. S. ; SANTANA, I. B. P. A. ; DINIZ, M. R. ; MOREIRA, J. F. ; SERRA, F. C. V. ; ANJOS, J. S. ; SOUZA, H. L. ; AROUCHE, M. M. B. ; COSTA, L. B. ; DIAS, K. N. L. ; et.al . A matemática das plantas: A interdisciplinaridade na construção do conhecimento. In: 70º Congresso Nacional de Botânica, 2019, Maceió. Anais do 70º Congresso Nacional de Botânica. Maceió: Editora da UFAL, 2019. v. 1.
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AMORIM, Gabriela dos Santos ; ALMEIDA JR, E. B. ; THOMAS, W. W. ; BARBOSA, M. R. V. . Riqueza e distribuição do gênero Myrcia DC. (Myrtaceae) no Maranhão.. In: I Simpósio de Biodiversidade e Conservação, 2019, São Luís. Anais do I Simpósio de Biodiversidade e Conservação, 2019. v. 1. p. x-x.
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AMORIM, Gabriela dos Santos ; ALMEIDA JR, E. B. . Distribuição geográfica e riqueza da família Myrtaceae nas restingas da Ilha do Maranhão.. In: XXX SEMIC - Seminário de Iniciação Científica da UFMA, 2018, São Luís. Anais do XXX SEMIC - Seminário de Iniciação Científica da UFMA, 2018. v. 1. p. x-x.
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SANTANA, I. B. P. A. ; AMORIM, G. S. ; FIGUEIREDO, N. . ESPÉCIES INVASORAS E DEGRADAÇÃO AMBIENTAL: UMA COMBINAÇÃO QUE PODE LEVAR A EXTINÇÃO?. In: 67 Congresso Nacional de Botânica, 2016, Vitória - ES. Anais do 67 Congresso Nacional de Botânica, 2016.
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AMORIM, G. S. ; SANTANA, I. B. P. A. ; ALMEIDA JR, E. B. . EXISTE SIMILARIDADE ENTRE A FLORA DAS DUNAS DA ILHA DO MARANHÃO?. In: 67 Congresso Nacional de Botânica, 2016, Vitória - ES. Anais do 67 Congresso Nacional de Botânica, 2016.
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SILVA, A. N. F. ; CARVALHO, L. M. ; AMORIM, I. F. F. ; AMORIM, GABRIELA ; GUTERRES, A. V. F. ; MOREIRA, J. F. ; ALMEIDA JR., E. B. . Herbário MAR: informatização do acervo botânico. In: 66º Congresso Nacional de Botânica, 2015, Santos. Anais do 66º Congresso Nacional de Botânica, 2015. v. 1. p. x-x.
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BARBOSA, R. S. ; AMORIM, G. S. ; SANTOS, R. S. ; RABELO, T. O. ; NASCIMENTO, A. L. B. ; ALMEIDA JR, E. B. . Potencial de uso tecnológico das espécies de restinga do Maranhão,. 2023. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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SANTOS, R. S. ; AMORIM, G. S. ; PIRES, C. S. ; BARBOSA, R. S. ; ALMEIDA JR, E. B. . PANCs nas restingas da ilha do Maranhão: usos potenciais das espécies de Myrtaceae,. 2023. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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AMORIM, G. S. ; BARBOSA, M. R. V. ; ALMEIDA JR, E. B. ; THOMAS, W. W. . SINOPSE DA FAMÍLIA MYRTACEAE NA AMAZÔNIA MARANHENSE. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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CAMPOS, J. R. P. ; GONCALVES, A. L. ; CRUZ, V. M. S. ; AMORIM, G. S. ; ALMEIDA JR, E. B. . FITOSSOCIOLOGIA DE UMA ÁREA DE CERRADO STRICTO SENSU NO MUNICÍPIO DE URBANO SANTOS, MARANHÃO. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AMORIM, G. S. ; ALMEIDA JR, E. B. . LEVANTAMENTO FLORÍSTICO DA FAMÍLIA MYRTACEAE NOS FRAGMENTOS FLORESTAIS DA ILHA DO MARANHÃO, BRASIL. 2021. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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QUARESMA, A. A. ; AMORIM, G. S. ; CORREIA, B. E. F. ; ALMEIDA JR, E. B. . LEVANTAMENTO DA FAMÍLIA RUBIACEAE JUSS. NA ILHA DO MARANHÃO. 2021. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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AMORIM, G. S. ; ALMEIDA JR, E. B. ; THOMAS, W. W. ; BARBOSA, M. R. V. . RIQUEZA E DISTRIBUIÇÃO DO GÊNERO Myrcia DC. (MYRTACEAE) NO MARANHÃO. 2019. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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AMORIM, G. S. ; ALMEIDA JR, E. B. . Diversidade e Distribuição de Myrcia DC. (Myrtaceae) na Ilha do Maranhão, Brasil. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SANTOS, C. R. ; AMORIM, Gabriela dos Santos ; GUTERRES, A. V. F. ; MARQUES, B. A. ; ALMEIDA JR, E. B. . Levantamento florístico preliminar em um fragmento florestal urbano de uso sustentável, São Luís, Maranhão. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AMORIM, G. S. . DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA E RIQUEZA DA FAMÍLIA MYRTACEAE NAS RESTINGAS DA ILHA DO MARANHÃO. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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AMORIM, G. S. . ESPÉCIES INVASORAS E DEGRADAÇÃO AMBIENTAL: UMA COMBINAÇÃO QUE PODE LEVAR A EXTINÇÃO?. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AMORIM, G. S. . EXISTE SIMILARIDADE ENTRE A FLORA DAS DUNAS DA ILHA DO MARANHÃO?. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AMORIM, G. S. . DISTRIBUIÇÃO FITOGEOGRÁFICA DAS ESPÉCIES DA FLORA DAS DUNAS DO ARAÇAGI, PAÇO DO LUMIAR, MARANHÃO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SANTOS, S. C. C. ; CARVALHO, A. K. C. ; AMORIM, G. S. ; VALLE, M. G. . O USO DE ATIVIDADE INVESTIGATIVA PARA ABORDAR GENÉTICA MÉDICA NO ENSINO MÉDIO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AMORIM, G. S. ; ALMEIDA JR, E. B. . RIQUEZA FLORÍSTICA DAS DUNAS DA PRAIA DO ARAÇAGI, PAÇO DO LUMIAR, MA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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AMORIM, G. S. . VEGETAÇÃO HERBÁCEA DE UMA ÁREA DE DUNAS DO LITORAL DE SÃO JOSÉ DE RIBAMAR/ PAÇO DO LUMIAR. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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AMORIM, G. S. . VEGETAÇÃO DE DUNAS ANTROPIZADAS NO LITORAL MARANHENSE. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AMORIM, G. S. . COLEÇÕES BOTÂNICAS: DOCUMENTAÇÃO DO ACERVO DO HERBÁRIO MAR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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AMORIM, G. S. . RIQUEZA FLORÍSTICA DAS DUNAS DA PRAIA DO ARAÇAGY, PAÇO DO LUMIAR, MA.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
Outras produções
BARBOSA, R. S. ; AMORIM, GABRIELA ; ALMEIDA JR, E. B. . Mais de 700 plantas nativas do litoral do Maranhão são catalogadas em pesquisa universitária.. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
RABELO, T. O. ; SOUZA, H. L. ; AMORIM, GABRIELA ; SANTOS, C. R. ; OLIVEIRA, S. D. B. ; SANTOS JUNIOR, S. M. S. ; ALEIXO-JESUS, A. C. A. ; ALMEIDA JR, E. B. . Prefeitura de Raposa e UFMA dão continuidade ao projeto 'Nem só de lixo vive o manguezal.. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
G.S. AMORIM ; SARDINHA, T. L. M. ; FEITOSA, L. M. . A importância dos programas institucionais na tríade ensino-pesquisa-extensão. 2016. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
ALMEIDA JR, E. B. ; SANTOS, C. R. ; RABELO, T. O. ; PAIVA, B. H. I. ; SILVA, E. C. G. ; SOUZA, H. L. ; ANJOS, J. S. ; COSTA, L. B. ; PIRES, C. S. ; MACHADO, M. A. ; SILVA, A. N. F. ; AROUCHE, M. M. B. ; SOUSA, F. C. ; CARVALHO, L. M. ; CORREIA, B. E. F. ; AMORIM, GABRIELA ; GUTERRES, A. V. F. ; NASCIMENTO, A. D. ; DINIZ, M. R. ; CAMPOS, J. R. P. ; et.al . Instagram LEB UFMA. 2020; Tema: Divulgação Científica. (Rede social).
AMORIM, G. S. . Uso de plataformas digitais aliadas à escrita científica. 2023. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
AMORIM, G. S. . Mapa da Microrregião do Bico do Papagaio, Tocantins, Brasil.. 2022. (Cartas, mapas ou similares/Mapa).
AMORIM, G. S. . Mapa da Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense, Brasil. 2020. (Cartas, mapas ou similares/Mapa).
AMORIM, G. S. ; LIMA, G. P. ; GUTERRES, A. V. F. ; COSTA, L. B. ; DIAS, K. N. L. ; ALMEIDA JR, E. B. . Coleta, identificação e herborização de plantas. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
AMORIM, G. S. ; PIRES, C. S. ; GUEDES, L. F. F. ; NUNES JUNIOR, R. P. ; SANTOS, S. C. C. . Oficina de Redação Científica - Normas da ANBT. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
AMORIM, G. S. ; PIRES, C. S. ; GUEDES, L. F. F. ; NUNES JUNIOR, R. P. ; SANTOS, S. C. C. . Elaboração de projeto de pesquisa no ensino. 2016. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
AMORIM, G. S. . Teoria Social Cognitiva. 2016. (Palestra ministrada).
AMORIM, G. S. ; COIMBRA, J. C. ; GUEDES, L. F. F. . ESCOLA SEM PARTIDO: PODE HAVER PLURALIDADE DE IDEIAS SEM LIBERDADE DE EXPRESSÃO?. 2016. (Palestra ministrada).
AMORIM, G. S. . BURRHUS FREDERIC SKINNER.. 2016. (Palestra ministrada).
AMORIM, G. S. . A importância dos programas institucionais na tríade ensino-pesquisa-extensão. 2016. (Palestra ministrada).
Projetos de pesquisa
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2024 - Atual
Filogenia e Taxonomia do gênero Eugenia L. (Myrtaceae, Myrteae) na Amazônia, com ênfase na seção Umbellatae, Descrição: A região Neotropical é a mais rica do planeta.A principal fonte dessa diversidade é a Floresta Amazônica. Eugenia, o gênero neotropical mais rico da família Myrtaceae, apresenta expressiva representatividade florística e ecológica na Floresta Amazônica e tem nove seções, das quais a seção Umbellatae é a mais diversa. A delimitação morfológica e as relações internas nessa seção ainda não estão bem compreendidas. No estudo filogenético mais recente foram reconhecidos sete clados informais que apresentaram baixo suporte estatístico, para os quais não foram identificadas sinapomorfias para distingui-los. Para aumentar a resolução da filogenia é necessário aumentar a quantidade de dados, sequenciando mais espécies e indivíduos e escolher cuidadosamente o método de reconstrução. No sequenciamento de Sanger as árvores filogenéticas têm resultado em reconstruções da história genealógica do genoma plastidial, em vez de um consenso entre este e o genoma nuclear. Portanto, o presente projeto visa melhorar a compreensão das relações internas e biogeografia de Eugenia na Amazônia, com foco na seção Umbellatae utilizando uma abordagem filogenômica. Com a ampliação a amostragem, principalmente de espécies amazônicas, subamostradas em filogenias anteriores, será possível aumentar o suporte estatístico em nós filogenéticos e diminuir os dados conflitantes, subsidiando uma nova hipótese filogenética e biogeográfica. O estudo é baseado no sequenciamento do genoma nuclear, utilizando sequências selecionadas de DNA e sondas Angiosperm-353. As árvores resultantes serão inferidas com abordagens de máxima verossimilhança e coalescentes multiespécies, e para as análises biogeográficas serão utilizados diferentes modelos de movimento de espécie.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Gabriela dos Santos Amorim - Coordenador / WILLIAN WAYT THOMAS - Integrante / MARIA REGINA V. BARBOSA - Integrante / Eve Lucas - Integrante / Augusto Giaretta - Integrante.
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2023 - Atual
Taxonomia, importância econômica e conservação da flora do litoral ocidental maranhense, Descrição: O conhecimento da flora das áreas são importantes por gerarem um panorama dos grupos taxonômicos representados. Com esses dados é possível caracterizar e comparar uma área, bem como contribuir para documentar a diversidade. Levantamentos florísticos são necessários para caracterizar os ecossistemas, considerando desde a baixada maranhense, cujas espécies de macrófitas serem utilizadas como bioindicadoras da qualidade d?água, na despoluição de ambientes aquáticos, despertando o interesse econômico; até os ambientes costeiros do litoral ocidental do Estado, que são áreas sob influência marinha, apresentando altas concentrações salinas e escassez hídrica, além dos fortes ventos e alta incidência solar; fatores que podem alterar o desenvolvimento morfológico das plantas. Segundo o BFG (The Brazil Flora Group), dentre os estados do Nordeste, o Maranhão foi o que menos apresentou registros novas de espécies. Isso se deve, provavelmente, ao baixo número de estudos florísticos e taxonômicos no Estado. Estudos taxonômicos voltados para as plantas da baixada e do litoral ocidental ainda é um problema devido à dificuldade de acesso à boa parte das áreas. Como consequência, tem-se uma lacuna de conhecimento acerca da variação morfológica das espécies das famílias que ocorrem nestes ambientes. Diante disso, o projeto pretende realizar estudos taxonômicos das principais famílias botânicas que ocorrem ao longo do litoral ocidental e baixada maranhense para caracterização e delimitação dos táxon. Propiciando a garantia da identificação, associados a dados de distribuição geográfica, riqueza e importância econômica, visando fornecer subsídios para ações de manejo e conservação de áreas que possam ter espécies endêmicas de potencial econômico e ecológico fundamentais para o desenvolvimento de estudos de base para as ações governamentais na gestão do meio ambiente do Maranhão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Gustavo Pereira Lima - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Luciano Mamede Freitas Junior - Integrante / Camila dos Santos Pires - Integrante / Maira Rodrigues Diniz - Integrante / Maria Carolina Abreu - Integrante / Marlla Maria Barbosa Arouche - Integrante / Alessandro Oliveira Silva - Integrante / Thauana Oliveira Rabelo - Integrante / Felipe Correa Sousa - Integrante / Dayane Sousa Candido - Integrante / JAMERSON RODRIGO DOS PRAZERES CAMPOS - Integrante / Antonio Fernando Costa da Silva - Integrante / Catherine Rios Santos - Integrante / Rhuanda Saraiva Barbosa - Integrante / Rafaella Silva Santos - Integrante / Samuel Diniz Barroso de Oliveira - Integrante / Ana Carolina Almeida Aleixo-Jesus - Integrante / Karla Bianca Penha da Silva - Integrante / Zulma Guadalupe Alves Pinheiro - Integrante / Sandro Marcio Silva dos Santos Junior - Integrante / Fabrício Drummond Vieira da Silva - Integrante.
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2021 - Atual
Estrutura filogenética, diversidade funcional e biogeografia histórica da flora do litoral ocidental e oriental do Maranhão, Descrição: Apesar da flora das restingas terem poucas linhagens ou espécies endêmicas, alguns autores a interpretavam como uma versão empobrecida em relação a flora dos biomas adjacentes. Estudos de filogenias de diferentes grupos de plantas tem demonstrado que poucas linhagens se adaptaram para se estabelecer na restinga, indicando ser difícil para uma linhagem de planta desenvolver os mecanismos necessários para se estabelecer em um ambiente marcado por tanta limitações ambientais, principalmente fatores edáficos e climáticos. Com uma perspectiva biogeográfica, esta abordagem pode ser aplicada para compreender a escala espacial dos processos de formação das comunidades. Desse modo, tanto a beta diversidade filogenética e os conjuntos de traços funcionais ajudam a caracterizar as diferentes comunidades ecológicas entre a vegetação de restinga e outras formações, ou até mesmo entre a vegetação restinga. Diante desse contexto, a costa do Maranhão, a segunda maior em extensão do Brasil, compreendendo cerca de 640 km de litoral, representada por duas porções, o litoral Amazônico e o litoral Nordestino Setentrional apresenta particularidades em relação a flora que precisam ser avaliadas. Nesse estudo, pretendemos esclarecer os processos estruturadores das comunidades da vegetação de dunas e restingas, formada por espécies dispersas pelos ecossistemas adjacentes, mesmo entre comunidades geograficamente próximas. Contribuindo com análises para verificar se existem padrões de diversidade e distribuição de espécies a partir de diferentes fatores ambientais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (5) . , Integrantes: Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Gustavo Pereira Lima - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Luann Brendo da Silva Costa - Integrante / Marlla Maria Barbosa Arouche - Integrante / Alessandro Oliveira Silva - Integrante / JAMERSON RODRIGO DOS PRAZERES CAMPOS - Integrante / Catherine Rios Santos - Integrante.
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2020 - Atual
Flora da Baixada Maranhense: distribuição, riqueza e potencial de uso das espécies vegetais (Edital Universal FAPEMA - R$ 48.710,00), Descrição: A área da Baixada Maranhense é considerada pela Convenção de Ramsar, como uma área úmida internacionalmente importante que fornece áreas de descanso com abundantes recursos para espécies migratórias, compreendendo cerca de 20 mil km dentro da Amazônia Legal Maranhense. Devido às suas características hidrológicas e ao seu relevante interesse ambiental, biológico e científico, foi transformada em Área de Proteção Ambiental - APA, onde ?predominam terras planas, baixas e inundáveis, possuindo o maior conjunto de bacias lacustres do Nordeste?. Tal fisionomia se assemelha muito a do Pantanal Matogrossense que é caracterizado como um grande campo plano, cuja dinâmica é regulada pelo regime hidrológico que caracteriza períodos de cheia e seca. Nesse contexto, a baixada maranhense também é conhecida como ?Pantanal Maranhense?. O conhecimento taxonômico aliado às iniciativas que visem o uso sustentável de áreas úmidas pode ser a chave para a conservação, restauração e/ou manutenção da vegetação aquática da Amazônia maranhense. Estudos florísticos, associados à Etnobiologia procuram conhecer e divulgar as estratégias usadas pelos humanos e suas relações com os recursos biológicos. Esses estudos valorizam o conhecimento tradicional devido ao seu modo de vida mais interativo com a vegetação. Diante desse contexto, fazem-se necessários estudos direcionados para o conhecimento dessas espécies do Pantanal Maranhense, alinhando estudos no âmbito da taxonomia, florística, etnobotânica, distribuição, análise de imagens e Educação Ambiental... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Mestrado acadêmico: (5) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Gustavo Pereira Lima - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Aryana Vasque Frota Guterres - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Luciano Mamede Freitas Junior - Integrante / Luciana Belfort - Integrante / Aline Duarte Nascimento - Integrante / Brenda Hellen Izídio de Paiva - Integrante / Camila dos Santos Pires - Integrante / Maira Rodrigues Diniz - Integrante / Hynder Lima de Souza - Integrante / Jéssica Sousa dos Anjos - Integrante / Luann Brendo da Silva Costa - Integrante / Marlla Maria Barbosa Arouche - Integrante / Alessandro Oliveira Silva - Integrante / Eulália Cristine Guimarães Silva - Integrante / Thauana Oliveira Rabelo - Integrante / Luis Gustavo Cantanhede Alves - Integrante / Felipe Correa Sousa - Integrante / Dayane Sousa Candido - Integrante / JAMERSON RODRIGO DOS PRAZERES CAMPOS - Integrante / Antonio Fernando Costa da Silva - Integrante / Catherine Rios Santos - Integrante / Rhuanda Saraiva Barbosa - Integrante / Rafaella Silva Santos - Integrante / Samuel Diniz Barroso de Oliveira - Integrante / Ana Carolina Almeida Aleixo-Jesus - Integrante / Sandro Marcio Silva dos Santos Junior - Integrante / Hauanen Araújo Rocha - Integrante.
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2018 - 2019
Status de conservação das espécies vegetais do Maranhão e os impactos para a biodiversidade no Estado, Descrição: tualmente, o conhecimento da flora nativa de cada Estado mostra-se importante para compreender a biodiversidade e subsidiar programas de conservação e/ou manejo. Estudos realizados demostram que um grande número de espécies nativas está ameaçado de desaparecer. Contudo, ainda são exíguos os trabalhos direcionados para espécies ameaçadas em níveis locais, regionais e globais. No Maranhão, particularmente, por ser uma região ecotonal e possuir diferenças florísticas e estruturais da vegetação, observa-se uma heterogeneidade da vegetação; com manchas de caatinga na porção leste, vegetação amazônica na região oeste, campos inundáveis na região central, vegetação de cerrado distribuindo-se da região sul a região nordeste do Estado e no litoral com dunas, restinga e manguezal. Assim, este estudo justifica-se pela importância no aporte de conhecimentos sobre a riqueza e diversidade vegetal do Estado, a partir de dados florísticos, taxonômicos, estruturais e registros de Herbários para elaborar uma ?lista vermelha? estadual, essencial para avaliar o status de conservação da flora estadual/local. O que permitirá a ampliação e consolidação das ações até então desenvolvidas, gerando mais conhecimentos para dar suporte a pesquisas botânicas em outros níveis, uma vez que as listas de espécies ameaçadas de extinção são importantes instrumentos de gestão ambiental e de conservação da biodiversidade, devendo ser consultadas para nortear decisões governamentais, especialmente nas áreas de proteção ambiental dos ecossistemas maranhenses.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (8) / Mestrado acadêmico: (5) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Gustavo Pereira Lima - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Monielle Alencar Machado - Integrante / Kauê Nicolas Lindoso Dias - Integrante / Aryana Vasque Frota Guterres - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Luciano Mamede Freitas Junior - Integrante / Luciana Belfort - Integrante / Aline Duarte Nascimento - Integrante / Brenda Hellen Izídio de Paiva - Integrante / Camila dos Santos Pires - Integrante / Maira Rodrigues Diniz - Integrante / Hynder Lima de Souza - Integrante / Jéssica Sousa dos Anjos - Integrante / Carmen Sílvia Zickel - Integrante / Catherine Rios Santos - Integrante / Maria Carolina Abreu - Integrante / Juliana Silva dos Santos - Integrante / Luann Brendo da Silva Costa - Integrante / Marlla Maria Barbosa Arouche - Integrante.
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2018 - Atual
A flora Amazônica como novas possibilidades para o manejo agrícola: estudo taxonômico das PANC?s garantindo a autenticidade das espécies vegetais - Edital Estágio Internacional - FAPEMA, Descrição: A Amazônia brasileira inclui todos os estados da região Norte e parte dos estados do Maranhão e Mato Grosso. Além de sua extensão e diversidade de ambientes, a Amazônia se destaca pela impressionante biodiversidade, especialmente no que tange a riqueza vegetal. De todos os Estados abarcados pelo bioma Amazônico, o Maranhão apresenta os maiores registros de degradação, possuindo atualmente apenas 25% de sua cobertura original de vegetação amazônica. Para garantir o manejo e conservação das espécies, faz-se necessário o conheça das espécies ocorrentes em determinado local por meio de estudos no âmbito da taxonomia. A identificação correta das espécies pode subsidiar o conhecimento acerca de espécies de importância econômica, especialmente plantas com potencial alimentício. Algumas medidas podem ser usadas para tanto garantir o desenvolvimento econômico quanto a conservação, podendo destacar a agricultura familiar. Essa atividade envolve a produção vegetal em pequenas áreas e almeja a sobrevivência da família e da unidade produtiva. Nesse contexto, o conhecimento taxonômico aliado a iniciativas que visem a agricultura sustentável podem ser a chave para a conservação, restauração e/ou manutenção da vegetação da Amazônia maranhense. Como alternativa para a agricultura sustentável, as Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC?s) podem ser usadas oportunizando a diversidade alimentar tal como a preservação dessa cultura e dos recursos naturais. As famílias Asteraceae, Fabaceae, Myrtaceae e Arecaceae são apontadas com grande destaque no uso alimentício, além de serem usadas como renda adicional devido a venda de produtos extraídos dessas plantas. Dessa forma, o presente projeto visa expandir o conhecimento sobre as PANC?s da Amazônia e que ocorrem no Maranhão; ampliando as possibilidades de uso dessas plantas na agricultura familiar, contribuindo para a continuação dos estudos sobre a flora maranhense, além de fortalecer a cooperação científica entre o Herbário do Maranhão (MAR) e o New York Botanical Garden (NYBG) nos estudos taxonômicos, garantindo assim a melhor qualificação de recursos humanos para o Estado. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Kauê Nicolas Lindoso Dias - Integrante / Aryana Vasque Frota Guterres - Integrante / Douglas C. Daly - Integrante.
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2017 - 2018
Caracterização da Fenologia de uma área de mangue do litoral maranhense como ferramenta para inserção de saberes ligados à conservação, Descrição: Apesar dos manguezais serem considerados Áreas de Proteção Permanente pela Lei Federal 4771/65, ainda são bastante intensas as atividades antrópicas nesses ecossistemas. Assim, os estudos sobre a ecologia dessas áreas representam uma ferramenta importante para o entendimento da relação das espécies de mangue com ambiente local, bem como auxiliam nas ações para à conservação deste ecossistema (SOARES, 1999). Assim, considerando o atual e acelerado processo de destruição e fragmentação de áreas litorâneas, que incluem os mangues, e sua extensão territorial no Estado, o presente projeto é fundamental para caracterização dos eventos fenológicos vegetativos e reprodutivos da flora dessas áreas, servindo como base para a implantação de ações que levem ao reconhecimento e sensibilização da população local quanto à importância da conservação dos mangues. A comunidade Vila São Pedro, tem sofrido sérios e graves problemas ambientais. Sem condições de saneamento básico, a população deposita lixo nas áreas adjacentes, que incluem o manguezal, onde também ocorrem desmatamentos e queimadas. Assim, considerando a importância dessas áreas para o fornecimento direto e indireto de recursos para uso humano e para o meio ambiente, fica evidente que os conhecimentos científicos acerca do comportamento fenológico geram informações com vistas à conservação, manejo e otimizam o uso responsável pela população. (Edital FAPEMA - GERAÇÃO CIÊNCIA).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Coordenador / Aline Duarte Nascimento - Integrante / Brenda Hellen Izídio de Paiva - Integrante / Marina Gonçalves Soares - Integrante / Stella Chrystine Camara Dos Santos - Integrante / Camila dos Santos Pires - Integrante / Camila Pereira Feitosa da Silva - Integrante / Deyvison Ricardo Canela da Silva - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2017 - Atual
Conhecimento popular e concepção científica: como contribuir com a manutenção da tradição das quebradeiras de coco babaçu no Maranhão?, Descrição: No Brasil, a construção e a transformação do conhecimento etnobotânico ocorre em um cenário de diversidade cultural e biológico. Sendo a diversidade biológica considerada um patrimônio de inigualável valor potencial, uma vez que inclui plantas que apresentem valor econômico e cultural, sendo fontes de geração de renda para muitas comunidades (OLIVEIRA et al., 2009). Com isso, as pesquisas etnobotânicas no Maranhão tornam-se uma forma de contribuição à população que usam ou dependem diretamente dos recursos vegetais. Buscando incentivar ações que propiciem o manejo correto da vegetação, planos de recuperação e de conservação das áreas, permitindo o desenvolvimento de trabalhos de educação ambiental e social. O presente estudo, na linha da pesquisa acadêmica, requer a aplicação de conceitos e conhecimentos científicos alinhados às perspectivas de avanço tecnológico iminente, associando ao conhecimento tradicional da população que depende dos recursos vegetais. Nesse contexto, enquadram-se a atividade das quebradeiras de coco, diante das mudanças no cenário social devido aos avanços tecnológicos, assegurando a valorização, a cultura e o conhecimento de um povo, a fim de lutar pela valorização e manutenção do conhecimento popular, sem deixar que uma cultura rica e de grande importância venha um dia ser esquecida. Neste sentido, esse projeto justifica-se na medida em que, estrategicamente, contribui na disseminação de informações como fonte de referência para preencher uma lacuna específica de conhecimentos acerca da atividade de coleta e difusão de conhecimento sobre a quebra de coco babaçu para produção de produtos secundários que caracterizam a cultura maranhense, tendo em vista que nos babaçuais tem-se uma das palmeiras mais importantes e abundantes para o estado do Maranhão. Destacando-se como fonte de renda para as comunidades que vivem da quebra do coco como meio de subsistência, bem como o uso dessa atividade cultural, aliado à disponibilidade de matéria prima em toda região da baixada maranhense, com vistas a conservação e manejo adequado das áreas de babaçuais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Gustavo Pereira Lima - Integrante / Luana Mendes Carvalho - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Monielle Alencar Machado - Integrante / Jailson Ferreira Moreira - Integrante / Ana Cássia Medeiros Araújo - Integrante / Kauê Nicolas Lindoso Dias - Integrante / Ingrid do Bom Parto Araújo Santana - Integrante / Aryana Vasque Frota Guterres - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Luciano Mamede Freitas Junior - Integrante / Aline Duarte Nascimento - Integrante / Brenda Hellen Izídio de Paiva - Integrante / Luann Brendo Costa - Integrante / Marina Gonçalves Soares - Integrante / Stella Chrystine Camara Dos Santos - Integrante / Camila dos Santos Pires - Integrante / Maira Rodrigues Diniz - Integrante / Alana das Chagas Ferreira Aguiar - Integrante / Hynder Lima de Souza - Integrante / Jéssica Sousa dos Anjos - Integrante / Glécio Machado Siqueira - Integrante / Jadeylson Ferreira Moreira - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2017 - Atual
Diversidade vegetal do litoral setentrional maranhense: checklist, caracterização taxonômica, importância econômica e conservação, Descrição: Os ambientes costeiros apresentam altas concentrações salinas e escassez hídrica, além dos fortes ventos e alta incidência solar; esses fatores podem alterar o desenvolvimento morfológico das plantas, e, consequentemente, interferir na variação morfológica das espécies. Dessa forma, é imprescindível documentar essas variações em estudos taxonômicos, como forma de contribuir para a circunscrição desses táxons. Dentre os estados do Nordeste, o Maranhão foi o que menos apresentou registros novos de espécies vegetais entre 2010, de acordo com o Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, e 2015, ano da publicação do artigo do BFG. Isso se deve a falta de estudos taxonômicos no Estado que ainda eram incipientes durante esse período. Em 2016, a publicação de notas científicas, estudos fitossociológicos e florísticos para o Maranhão, após mais de 20 anos desde o primeiro estudo para o Estado, acrescentaram novas ocorrências de espécies de Fabaceae, Myrtaceae, Poaceae e Rubiaceae, registrando um maior volume de espécies para as famílias propostas nesse projeto. Esses achados podem indicar uma potencial diversidade para esses táxons ainda muito pouco explorada no Maranhão e no Litoral Setentrional Nordestino. Frente a isso, as famílias Asteraceae, Fabaceae, Malvaceae, Melastomataceae, Myrtaceae, Poaceae e Rubiaceae são sete das dez famílias de maior riqueza para o Brasil, além de também estar entre as dez mais representativas para o Cerrado, bioma que alcança o litoral setentrional maranhense. Adicionalmente, essas famílias apresentam ampla ocorrência ao longo do litoral brasileiro, atuando como componentes preponderantes para vegetação de restingas e dunas (BFG, 2015). A falta de estudos taxonômicos voltados para essas famílias no litoral brasileiro ainda é um problema, uma vez que revisões taxonômicas realizadas em alguns Estados do Brasil tendem a não abranger indivíduos ocorrentes em áreas litorâneas. Como consequência, tem-se uma lacuna de conhecimento acerca da variação morfológica das espécies que ocorrem nestes ambientes.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Gustavo Pereira Lima - Integrante / Luana Mendes Carvalho - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Monielle Alencar Machado - Integrante / Kauê Nicolas Lindoso Dias - Integrante / Aryana Vasque Frota Guterres - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Luciano Mamede Freitas Junior - Integrante / Luciana Belfort - Integrante / Luann Brendo Costa - Integrante / Marina Gonçalves Soares - Integrante / Ana Cristina Ramos Souza - Integrante / Ilisandra Zanandrea - Integrante / Maira Rodrigues Diniz - Integrante / Alana das Chagas Ferreira Aguiar - Integrante / Hynder Lima de Souza - Integrante / Jéssica Sousa dos Anjos - Integrante / Juliano dos Santos - Integrante.
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2017 - Atual
Herbário do Maranhão (MAR): testemunho científico da diversidade florística do Meio Norte do Brasil, Descrição: De acordo Martins-da-Silva et al. (2014) o reduzido número de registrados de exemplares botânicos no acervo dos Herbários do Brasil deve-se principalmente à falta de uma política de incentivo ao crescimento e manutenção dos Herbários já existentes e à valorização das coleções biológicas. Desse modo, há uma necessidade premente de intensificar os levantamentos florísticos, ampliando os registros botânicos, para que se conheçam os recursos disponíveis e possam ser planejados projetos de desenvolvimento regional calcados em bases científicas. Dessa forma o presente projeto é fundamental para que os estudos sobre o conhecimento da flora do Estado e sua catalogação prossigam, ampliando e consolidando o importante acervo do Herbário do Maranhão (MAR), da Universidade Federal do Maranhão. Diante disso, conhecer a flora dos Parques, Reservas e Áreas de Proteção Ambiental (APAs) contribuem para conservar a riqueza vegetal desses ecossistemas tão ameaçados, já que os registros das plantas ficarão catalogados num dos importantes acervos botânicos do Estado. Nesse contexto, o Herbário MAR tem desempenhado um papel importante nos estudos e na divulgação da flora maranhense, bem como no intercâmbio de informações com outros Herbários. Tudo isso por meio da informatização dos registros do acervo e disponibilização online dos dados na plataforma do SpeciesLink, podendo ser consultado por toda comunidade científica. Assim, o projeto permitirá a manutenção, ampliação e consolidação das ações até então desenvolvidas, gerando mais conhecimentos que são essenciais para dar suporte a pesquisas botânicas em outros níveis, podendo nortear decisões governamentais nas áreas de proteção ambiental e manejo dos ecossistemas maranhenses. Além de assegurar a biodiversidade da flora do Maranhão nos Parques, Reservas e APAs.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Mestrado acadêmico: (7) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Gustavo Pereira Lima - Integrante / Luana Mendes Carvalho - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Monielle Alencar Machado - Integrante / Jailson Ferreira Moreira - Integrante / Ana Cássia Medeiros Araújo - Integrante / Kauê Nicolas Lindoso Dias - Integrante / Ingrid do Bom Parto Araújo Santana - Integrante / Aryana Vasque Frota Guterres - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Brenda Hellen Izídio de Paiva - Integrante / Luann Brendo Costa - Integrante / Marina Gonçalves Soares - Integrante / Camila dos Santos Pires - Integrante / Ana Cristina Ramos Souza - Integrante / Maira Rodrigues Diniz - Integrante / Alana das Chagas Ferreira Aguiar - Integrante / Hynder Lima de Souza - Integrante / Jéssica Sousa dos Anjos - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2016 - Atual
Desenvolvimento da plataforma etnobotânica (IBOTÂNICA): o uso popular das plantas medicinais ao alcance de todos, Descrição: O presente estudo, na linha da pesquisa acadêmica, requer a aplicação de conceitos e conhecimentos científicos alinhados às perspectivas de avanço tecnológico iminente. Com caráter multidisciplinar, evidenciado pela pesquisa da tecnologia da informação com a área da Botânica e Etnobotânica, este estudo integra capital intelectual representado por pesquisadores nas áreas das Ciências tecnológicas e biológicas. Neste cenário, justifica-se na medida em que, estrategicamente, contribui na disseminação de informações como fonte de referência para preencher uma lacuna específica de conhecimentos acerca da identificação das espécies vegetais conhecidas/utilizadas no estado do Maranhão, visando selecionar as indicações mais adequadas e seguras quanto as formas de uso popular, considerando a validação do nome cientifico dessas plantas. A realização de algumas metas do presente projeto contará com o apoio do Departamento de Biologia, por intermédio do Herbário do Maranhão (MAR) (Almeida Jr. 2015) que se configura com um importante acervo relacionado ao registro físico de plantas do estado do Maranhão e vem contribuindo nessa perspectiva não só como instrumento no processo de pesquisa na área botânica, mas quanto a indicação das formas de uso dessas plantas. Agregando informações para reprodução e reconhecimento dos padrões de crescimento destas plantas, incrementando, assim, as políticas de Educação Ambiental, com ações comunitárias no intuito de manter, conservar ou utilizar os dados de forma adequada para evitar a diminuição ou perda do material vegetal... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Flávia Cristina Vieira Serra - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Gustavo Pereira Lima - Integrante / Luana Mendes Carvalho - Integrante / Kauê Nicolas Lindoso Dias - Integrante / Ingrid do Bom Parto Araújo Santana - Integrante / Aryana Vasque Frota Guterres - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Diego Marinho Pereira - Integrante / Luciano Mamede Freitas Junior - Integrante / Alexandre C. Muniz de Oliveira - Integrante / Luciana Belfort - Integrante / Aline Duarte Nascimento - Integrante / Brenda Hellen Izídio de Paiva - Integrante / Luann Brendo Costa - Integrante / Marina Gonçalves Soares - Integrante.
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2014 - 2017
Ilha do Maranhão: estrutura, diversidade e distribuição da vegetação de restinga, Descrição: Considerando a necessidade de conservação dos ecossistemas litorâneos, frente a acelerada destruição, fragmentação e elevada diversidade e riqueza de espécies, que vem sendo suprimida antes mesmo de serem conhecidas, as restingas da Ilha do Maranhão demandam de estratégias de reconhecimento de sua riqueza e diversidade florística. A única referência para as áreas de restinga do Estado se deve a um levantamento florístico realizado nas praias de Ponta D?Areia e Araçagi em 1993. No entanto, esse estudo não contempla a riqueza da vegetação litorânea maranhense, tendo em vista que o Maranhão possui o segundo maior litoral do país, com aproximadamente 640km de extensão. Estudos atuais trataram as restingas da região Sudeste como formações recentes que foram colonizadas por espécies da vegetação vizinha, o que, segundo alguns autores, tornaria a restinga como uma ?extensão? da Floresta Atlântica. Baseado nessas observações é possível que a vegetação costeira do Maranhão receba influência de algum(ns) dos três biomas principais do Estado: Floresta Amazônica, Cerrado e Caatinga. Diante do exposto, pretendemos apresentar importante dados quanto a composição estrutural das restingas da Ilha do Maranhão. Analisar se as restingas da Ilha apresentam composição estrutural semelhante; qual a influência dos fatores edáficos na composição e distribuição e qual dos ecossistemas adjacentes podem influenciar na composição florística das restingas da Ilha.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (7) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Jr - Coordenador / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Alan Rodrigo R. de Castro - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Gustavo Pereira Lima - Integrante / Luana Mendes Carvalho - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Monielle Alencar Machado - Integrante / Jailson Ferreira Moreira - Integrante / Ana Cássia Medeiros Araújo - Integrante / Kauê Nicolas Lindoso Dias - Integrante / Aryana Vasque Frota Guterres - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Nivaldo de Figueiredo - Integrante / Carmen Sílvia Zickel - Integrante / Patrícia Barbosa Lima - Integrante / Tássia de Sousa Pinheiro - Integrante / Rômulo Sampaio Pinheiro - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
Prêmios
2024
Emily Holmes Memorial Scholarships, Royal Botanical Gardens.
2024
Seleção de pesquisadores para visita a herbários, HERBÁRIO VIRTUAL DA FLORA E DOS FUNGOS (INCT).
2017
XXIX SEMIC- 2º lugar Apresentação Banner - Iniciação Científica (PIBIC/UFMA): DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA E RIQUEZA DA FAMÍLIA MYRTACEAE NAS RESTINGAS DA ILHA DO MARANHÃO, Universidade Federal do Maranhão.
Histórico profissional
Experiência profissional
2014 - Atual
Laboratório de Estudos BotânicosVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora associada
Outras informações:
Pesquisadora associada ao Laboratório de Estudos Botânicos (LEB/UFMA), desenvolvendo estudos com taxonomia de angiospermas, ênfase na família Myrtaceae. Também desenolveu estudos de floristica em áreas de restinga e fitossociologia em fragmentos florestais.
2015 - 2016
Programa Institucional de Bolsas de Iniciação á DocênciaVínculo: Voluntária, Enquadramento Funcional: Voluntária, Carga horária: 20
Outras informações:
Voluntária do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), sub projeto Biologia desempenhando atividade de ensino e pesquisa, cujo as funções incluem apresentação de seminários e minicursos, elaboração de projetos de pesquisa e atividades nas escolas ligadas ao programa.
2021 - 2021
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Docente, Enquadramento Funcional: Docente
Outras informações:
Professora da disciplina de Tópicos especiais em botânica: taxonomia de fanerógamas (DBIO0271), no
Curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Maranhão no período de 11 de junho a 24 de setembro de 2021 correspondendo a 60h.
2018 - 2018
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Monitoria da disciplina, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 6
Outras informações:
Monitora da disciplina Prática de Ensino em Botânica (30 h) sob orientação do Profº Drº Eduardo Bezerra de Almeida Jr.
2016 - 2018
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista PIBIC, Carga horária: 20
Outras informações:
Aluna de iniciação cientifica desenvolvendo o atividades do PIBIC intitulado Distribuição geográfica e riqueza da família Myrtaceae nas restingas da Ilha do Maranhão sob orientação do Profº Drº Eduardo Bezerra de Almeida Jr. Bolsista CNPq
2016 - 2016
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Monitoria da disciplina, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 12
Outras informações:
Monitora da disciplina de Morfologia e Anatomia de Plantas Vasculares (120 h) sob orientação do Profº Drº Eduardo Bezerra de Almeida Jr.
2015 - 2016
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista PIBIC, Carga horária: 20
Outras informações:
Aluna de iniciação cientifica desenvolvendo o atividades do PIBIC intitulado Riqueza Florística das dunas da praia do Araçagi, Paço do Lumiar, MA sob orientação do Profº Drº Eduardo Bezerra de Almeida Jr. Bolsista CNPq e Fapema
2014 - 2014
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Monitora da disciplina, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 12
Outras informações:
Monitora da disciplina Morfologia e Sistemática de Criptógamas (90 h) sob orientação do Profº Drº Alessandro Wagner Coelho Ferreira.
2014 - 2014
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Monitora da disciplina, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 6
Outras informações:
Monitora da disciplina Morfologia e Anatomia de Plantas Vasculares (120 h) sob orientação do Profº Drº Eduardo Bezerra de Almeida Jr.
2019 - 2019
New York Botanical GardenVínculo: Pesquisadora visitante, Enquadramento Funcional: Pesquisadora visitante, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Bolsista no Edital Estágio Internacional - FAPEMA.
Pequisadora visitante do NYBG, por périodo de 2 meses, onde desenvolveu parte da sua dissertação de mestrado analisando a coleção do William and Lynda Steere Herbarium, referente a família Myrtaceae, em especial as amostras coleadas no Maranhão. E ainda desenvolveu uma pesquisa sobre a flora do Maranhão.
2021 - 2022
Universidade Estadual do MaranhãoVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 20
Outras informações:
Professora do curso Tecnológico em Gestão Ambiental, lecionando as disciplinas de Agroecologia, Planejamento e Gestão Ambiental, Organização Empresarial e Ambiente
2021 - 2022
Universidade Estadual do MaranhãoVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Membro de Núcleo Docente Estruturante
Outras informações:
Membro do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso Tecnológico em Gestão Ambiental da Universidade Estadual do Maranhão- Campus Colinas, de acordo com a portaria n.15 de 19 de Agosto de 2021.
2022 - 2023
Herbário do MaranhãoVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisadora associada, Carga horária: 20
Outras informações:
Apoio técnico ao Herbário do Maranhão (MAR/UFMA). Atua na catalogação da flora do Maranhão e Identificação de espécies vegetais. Zela pela integridade e colabora com manutenção das coleções pertencentes ao acervo do Herbário MAR. Elabora minicursos e palestras sobre a coleta, identificação e manutenção de material botânico.
2024 - Atual
International Association For Plant TaxonomyVínculo: Membro associado, Enquadramento Funcional: Membro associado
2025 - Atual
Sociedade Botânica do Brasil - DFVínculo: Membro associado, Enquadramento Funcional: Membro associado
2025 - Atual
American Society of Plant TaxonomistsVínculo: Membro associado, Enquadramento Funcional: Membro associado
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