Leticia Reginato Martins

Médica Veterinária, graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (2012). Possui especialização Residência Médico-veterinária em Clínica Médica de Animais de Companhia no Hospital de Clínicas Veterinária da Universidade Federal de Pelotas. Mestre e Doutora em Medicina Veterinária pela UFSM na área de Cirurgia e Clínica Veterinária com ênfase em Anestesiologia veterinária. Atuou de 2018-2021 como Médica Veterinária bolsista responsável pela Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Veterinário Universitário - UFSM. Em 2019 e 2020 foi preceptora do Programa de Residência em Área Profissional da Saúde da UFSM nas áreas de Clínica Médica de Pequenos Animais e Anestesiologia. Atualmente é sócia proprietáaria do Centro Veterinário Hope LTDA e atua como docente da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) de disciplinas relacionadas a clínica médica e anestesiologia de pequenos animais e de cursos de pós-graduação como Faculdade Anclivepa. Resgatista licenciada pelo RECOVER - ALS/BLS.

Informações coletadas do Lattes em 01/12/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Medicina Veterinária

2018 - 2022

Universidade Federal de Santa Maria
Título: PRÉ-CONDICIONAMENTO COM OXIGENOTERAPIA HIPERBÁRICA EM GATAS SUBMETIDAS A OVARIOHISTERECTOMIA ELETIVA VIDEOASSISTIDA: TEMPERATURA CORPÓREA, ANALGESIA E BIOMARCADORES OXIDATIVOS
Maurício Veloso Brun. Coorientador: André Vasconcelos Soares. Palavras-chave: Hiperbárica; Biomarcadores; Medicina felina; Videocirurgia; Temperatura; Analgesia. Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Medicina Felina.

Mestrado em Medicina Veterinária

2015 - 2017

Universidade Federal de Santa Maria
Título: EFICÁCIA ANALGÉSICA DO BLOQUEIO INFILTRATIVO COM LIDOCAÍNA OU BUPIVACAÍNA EM OVARIOHISTERECTOMIA CONVENCIONAL OU LAPAROSCÓPICA EM CADELAS, Ano de Obtenção: 2017
André Vasconcelos Soares.

Especialização - Residência médica em andamento

2013 - Atual

Universidade Federal de Pelotas
Residência médica em: Clínica Médica de Pequenos AnimaisNúmero do registro: 12442. Bolsista do(a): Ministério da Educação e Cultura, MEC, Brasil.

Graduação em Medicina Veterinária

2007 - 2012

Universidade Federal de Santa Maria

Formação complementar

2025 - 2025

Recover CPR: Advanced Life Support. (Carga horária: 3h). , American College of Veterinary Emergency and Critical Care, AVECC, Estados Unidos.

2025 - 2025

Recover CPR: Basic Life Support. (Carga horária: 3h). , American College of Veterinary Emergency and Critical Care, AVECC, Estados Unidos.

2018 - 2018

Curso de Estatística Básica no Software SAS Studio. (Carga horária: 24h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.

2016 - 2016

Curso teorico-prático em Eletrocardiografia Veterinária. (Carga horária: 24h). , Vetmidia - Kaleizu Rosa, VETMIDIA, Brasil.

2015 - 2015

Atualização em eletrocardiografia Veterinária - Online. (Carga horária: 12h). , Ensino e Qualificação Superior, EQUALIS, Brasil.

2014 - 2014

Treinamento em Citopatologia de Pequenos Animais. (Carga horária: 200h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2013 - 2013

Atualização em Medicina de Urgência e Intensiva. (Carga horária: 10h). , Ensino e Qualificação Superior, EQUALIS, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: ANESTESIOLOGIA VETERINÁRIA.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Videocirurgia Veterinária.

Organização de eventos

CAYE, P. ; MARTINS, L. R. ; BRUN, MAURÍCIO VELOSO ; FISCHBORN, N. T. ; ANTUNES, B. N. . Curso teórico-prático de videocirurgia básica na modalidade "On Demand". 2021. (Outro).

MARTINS, L. R. ; MULLER, D. C. M. ; CAYE, P. ; FISCHBORN, N. T. ; ANTUNES, BERNARDO N. . ReconVet. 2020. (Outro).

MARTINS, L.R. ; FISCHBORN, N. T. ; MULLER, D. C. M. ; CAYE, P. ; ANTUNES, BERNARDO N. . Cirurgia da Cabeça às Patas: Capítulo Procedimentos Colorretais e Prostáticos. 2020. (Outro).

MARTINS, L. R. ; CAYE, P. ; FISCHBORN, N. T. ; BRUN, M. V. ; MULLER, D. C. M. ; ANTUNES, B. N. ; VARGAS, D. . VideoLive Vet. 2020. (Outro).

SOARES, A. V. ; MARTINS, L. R. ; TEIXEIRA, L. G. . III Ciclo de Palestras em Considerações Anestésicas na Medicina Veterinária. 2016. (Outro).

CLEFF, M. B. ; MARTINS, L. R. ; PEREIRA, L. F. ; NAKASU, C. C. T. ; DURANTE, L. H. . Ação Contra o Câncer de Mama Canino. 2014. (Outro).

MARTINS, L. R. . Campanha de Vacinacao Anti-rabica canina e felina. 2011. (Outro).

Participação em eventos

XII Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária. 2016. (Congresso).

III Ciclo de palestras em considerações anestésicas na Medicina Veterinária. 2015. (Simpósio).

XII Encontro de Anestesiologia Veterinária. 2015. (Encontro).

CONBRAVET 2014 - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária. INTOXICAÇÃO POR CEBOLA (Allium cepa) EM CÃO: RELATO DE CASO. 2014. (Congresso).

CONBRAVET 2014 - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária. 2014. (Congresso).

CONBRAVET 2014 - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária. ESTUDO E INTERPRETAÇÃO DA URINÁLISE EM PACIENTES CANINOS ATENDIDOS NO HCV-UFPel. 2014. (Congresso).

CONBRAVET 2014 - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária. Defeito do Septo Intraventricular em Felino Doméstico ? Relato de Caso. 2014. (Congresso).

SULFEL - Simpósio Sul-Americano de Medicina Felina. 2013. (Simpósio).

27ª Jornada Academica Integrada.Intoxicação pelo herbicida glifosato em cão. 2012. (Outra).

I Simpósio Internacional de Emergências em Pequenos Animais. 2012. (Simpósio).

I Simpósio Internacional de Emergências em Pequenos Animais.Intoxicação pelo herbicida glifosato em cão. 2012. (Simpósio).

I Simpósio Internacional de Emergências em Pequenos Animais.Anafilaxia à doxorrubicina após três aplicações. 2012. (Simpósio).

I Simposio Nacional de Anestesiologia e Clinica Medica de Pequenos Animais. 2012. (Simpósio).

26ª Jornada Acadêmica Integrada - UFSM.Linfoma Hepatoesplênico como Causa de Efusão Abdominal em Cão da Raça Dogue de Bordeaux. 2011. (Outra).

26ª Jornada Acadêmica Integrada - UFSM.L. 2011. (Outra).

Simposio dos 50 anos do curso de Medicina Veterinaria da UFSM. 2011. (Simpósio).

XVI Semana Academica da Medicina Veterinaria. 2011. (Outra).

25ª Jornada Acadêmica Integrada - UFSM.Expressão de cininogênio e receptor de bradicinina tipo 2 e atividade de calicreína em folículos bovinos durante o processo ovulatório.. 2010. (Outra).

Qiaday ? ciclo de palestras Qiagen. 2010. (Encontro).

Seminario de Avaliacao do Projeto Pedagogico do Curso de Medicina Veterinaria da Universidade Federal de Santa Marian. 2010. (Seminário).

18º ENCORTE. 2009. (Encontro).

3º Simeveq. 2009. (Simpósio).

Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária. 2009. (Congresso).

XIV Semana Academica da Medicina Veterinaria. 2009. (Outra).

17º ENCORTE. 2008. (Encontro).

CineVet. 2008. (Outra).

1º Workshop interdisciplinar de Iniciação Científica em Medicina Veterinária.A opinião da Medicina Veterinária sobre alimentos transgênicos. 2007. (Outra).

Participação em bancas

Aluno: Cristiany Luiza Filter Johan

MARTINS, L. R.; PINTO FILHO, S. T. L.; SALVAGNI, E.. AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO DOS PROPRIETÁRIOS DE CÃES E/OU GATOS SOBRE LEISHMANIOSE E GEORREFERENCIAMENTO DOS CASOS POSITIVOS ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO UNIVERSITÁRIO DA UFSM. 2021. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Multiprofissional ou em Área Profissional da Saúde) - Universidade Federal de Santa Maria.

Aluno: Victor Reis Galindo

PINTO FILHO, S. T. L.; LUCIO, B. M.;MARTINS, L.R.. Quilotórax secundário à ruptura de ducto torácico em cão. 2020.

Aluno: Licia Flávia Herculano

SOARES, ANDRÉ VASCONCELOS; CORADINI, G. P.; PORTELLA, L. C. V.;MARTINS, L.R.. Avaliação de parâmetros transoperatórios comparando o uso de morfina via epidural com uso de infusão de fentanil associado a lidocaína e cetamina em cães submetidos à neurocirurgias: estudo retrospectivo. 2018. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Multiprofissional ou em Área Profissional da Saúde) - Universidade Federal de Santa Maria.

Aluno: Jéssica Schopf Pasini

SOARES, A. V.; CORADINI, G. P.; PORTELLA, L. C. V.;MARTINS, L.R.. Avaliação de pressões arterial média femoral e auricular no transoperatório de cães submetidos a neurocirurgias: estudo retrospectivo. 2018. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Multiprofissional ou em Área Profissional da Saúde) - Universidade Federal de Santa Maria.

Aluno: ANDRIELE DA COSTA POERSCHKE

MARTINS, L. R.; SOARES, A. V.; PORTELLA, L. C. V.. Defesa de Trabalho de Conclusão de Residência - Anestesiologia Veterinária. 2017. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Multiprofissional ou em Área Profissional da Saúde) - Universidade Federal de Santa Maria.

Aluno: Marcos Rafael Kroeker Duck

MARTINS, L. R.; SOARES, A. V.; PORTELLA, L. C. V.. Defesa de Trabalho de Conclusão de Residência. 2017. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Multiprofissional ou em Área Profissional da Saúde) - Universidade Federal de Santa Maria.

Aluno: Raquel Bin Duarte

FIALHO, S. S.; PINTO FILHO, S. T. L.;MARTINS, L. R.; BINSFIELD, A. C.. Defesa Formal de Estágio Curricular Supervisionado em Medicina Veterinária. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.

Aluno: Bárbara Taylor Soares Brun

AMARAL, A. S.; SOARES, A. V.;MARTINS, L. R.. Defesa Formal d Estágio Curricular Supervisionado em Medicina Veterinária. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.

Aluno: Pâmela Nunes Krüger

SOARES, A. V.; AMARAL, A. S.; PINTO FILHO, S. T. L.;MARTINS, L.R.. Defesa de estágio supervisionado em medicina veterinaria. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.

Aluno: Marina Rose Mortari

MARTINS, L. R.; SOARES, A. V.; LUCIO, B. M.. Defesa Formal de Estágio Curricular Supervisionado em Medicina Veterinária. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.

Aluno: Morgana Rodrigues Beise

AMARAL, A. S.;MARTINS, L. R.; DUTRA, L. H.. Defesa Formal de Estágio Curricular Supervisionado em Medicina Veterinária. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.

Aluno: Gabriela Porciuncula Costa

PASCOAL, L. L.;MARTINS, L. R.; CORADINI, G. P.. Defesa Formal de Estágio Curricular Supervisionado em Medicina Veterinária. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria.

Produções bibliográficas

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  • CAYE, PÂMELA ; DA SILVA REINSTEIN, RAINER ; NASCIMENTO ANTUNES, BERNARDO ; BASSO CARTANA, CAMILA ; CARLOS GASPAROTTO, JEAN ; REGINATO MARTINS, LETICIA ; PIVOTO HERBICHI, ALANA ; VELOSO BRUN, MAURÍCIO . Anal Atresia in Canines - Microsurgery for Treatment. ACTA SCIENTIAE VETERINARIAE (ONLINE) , v. 52, p. 1, 2024.

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  • MARTINS, L. R. ; MEINERZ, A. R. ; DIAS, B. S. ; RIBEIRO, C. L. G. ; MARTINUZZI, P. A. . ESTUDO E INTERPRETAÇÃO DA URINÁLISE EM PACIENTES CANINOS ATENDIDOS NO HCV-UFPel. In: Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária, 2014, Gramado. Anais 2014, 2014.

  • MARTINS, L. R. ; NAKASU, C. C. T. ; MARTINUZZI, P. A. ; DURANTE, L. H. ; TADEU, J. M. . INTOXICAÇÃO POR CEBOLA (Allium cepa) EM CÃO: RELATO DE CASO. In: Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária, 2014, Gramado. Anais 2014, 2014.

  • MARTINS, L. R. ; LOPES, D. J. ; NAKASU, C. C. T. ; PEREIRA, L. F. ; CAVALCANTI, G. A. O. . Defeito do Septo Intraventricular em Felino Doméstico ? Relato de Caso. In: Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária, 2014, Gramado. Anais 2014, 2014.

  • RIPPLINGER, A. ; MARTINS, L. R. ; PEREIRA, L. F. ; GUIM, T. N. ; MOLLER, G. C. . Exostose cartilaginosa múltipla em cão - relato de caso. In: Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária, 2014, Gramado. Anais 2014, 2014.

  • BAUMER, S. ; WASCHBURGER, D. J. ; TEIXEIRA, L. G. ; MARTINS, L. R. ; SOARES, A. V. . Analgesia em Mastectomia Unilateral Total - Revisão de Literatura. MEDVEP. REVISTA CIENTÍFICA DE MEDICINA VETERINÁRIA. PEQUENOS ANIMAIS E ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO , 2017.

  • MARTINS, L. R. . TIVA? inalatória? Quando usar.... 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MARTINS, L. R. ; SOARES, A. V. . Anestesia pra vídeo sem receita de bolo: 'Net redonda' com os palestrantes. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MARTINS, L. R. . Cuidados com o paciente queimado. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MARTINS, L. R. . Anestesia e analgesia para cirurgias colorretais: anestesia para esses pacientes debilitados. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MARTINS, L. R. ; SCHIMITES, P. I. . Minicurso de Reanimação Cardiopulmonar. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MARTINS, L. R. . Cuidados intensivos do paciente crítico. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MARTINS, L. R. . Anestesia de equinos a campo e em bloco cirúrgico. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MARTINS, L. R. . Anestesia e Analgesia em felinos: Considerações anestesiológicas, identificação da dor e como trata-la. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

Projetos de pesquisa

  • 2021 - Atual

    Grapiprant, dipirona e carprofeno no pós-operatório de gatas submetidas à ovariohisterectomia eletiva: avaliação analgésica, inflamatória e de estresse oxidativo, Descrição: Os anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), dentre eles a dipirona e o carprofeno, são alguns dos fármacos utilizados com maior frequência no pós-operatório de pequenos animais. Esses fármacos são associados a efeitos adversos, como o sangramento de mucosa gástrica e a lesão renal aguda. Estes efeitos são induzidos pela inibição das enzimas cicloxigenases (COX), moléculas alvo dos AINEs. De maneira geral, são metabolizados pelo fígado, onde são biotransformados a partir dos processos de oxidação e glicuronidação para, posteriormente, serem eliminados de forma inativa na urina. Os gatos, uma vez que carecem de algumas enzimas chave no processo de biotransformação dessas substâncias, metabolizam-nas mais lentamente que as demais espécies, havendo situações clínicas em que são contraindicados. O grapiprant é um fármaco recente que, diferente dos demais AINEs, atuando no bloqueio do receptor específico de prostaglandina E2 (PGE2), principal mediador dos processos inflamatório e álgico. Por não inibir a síntese de PGE2, aparenta ser mais seguro. O objetivo deste estudo é comparar o efeito da administração de grapiprant a cada 12 ou 24 horas, dipirona e carprofeno ou da associação de grapiprant e dipirona sobre a dor pós-operatória, marcadores inflamatórios e de estresse oxidativo, além de perfil hematológico e bioquímico, em gatas submetidas à ovariohisterectomia eletiva (OVH). Serão utilizadas 40 gatas jovens adultas, de variadas raças e pesando entre 2 e 5 kg, saudáveis de acordo com exame clínico e laboratorial. Os animais passarão por 3 dias de adaptação previamente à realização do experimento. Serão divididos em cinco grupos de 12 animais cada: grupo grapiprant 1 (GGRA1) ? 2 mg/kg de grapiprant, via oral (VO) em dose única; grupo grapiprant 2 (GGRA2) ? 2 mg/kg de grapiprant a cada 12 horas VO; grupo dipirona (GDIP) ? dipirona 25 mg/kg VO q8h; grupo carprofeno (GCAR) ? carprofeno 4 mg/kg VO em dose única, e grupo grapiprant e dipirona (GGRA-DIP) ? 2 mg/kg de grapiprant e uma dose inicial de dipirona de 25 mg/kg, VO, seguida por dipirona 25 mg/kg q8h. A dose inicial dos fármacos será administrada VO 2 horas antes da cirurgia em todos os grupos. Após 8 e 2 horas de jejum sólido e líquido, respectivamente, no 4º dia as gatas serão submetidas à OVH após serem pré-medicadas com acepromazina (0,05 mg/kg) aplicadas via intramuscular (IM). Anestesia geral será induzida com propofol a efeito e mantida com isoflurano a efeito e infusão contínua de remifentanil (0,2 µg/kg/min) para analgesia transoperatória. Sangue venoso será coletado de forma sequencial em BASAL (imediatamente antes da administração dos tratamentos), 12 e 24h após a extubação para avaliação da atividade das enzimas butirilcolinesterase (BChE), mieloperoxidase (MPO), interleucinas 6 (IL-6) e 10 (IL-10), superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT), bem como os níveis de peroxidação lipídica (MDA) e níveis de proteína amiloide séria (SAA), além de concentração de corpúsculos de Heinz, hematologia e bioquímica sérica. Também será mensurado os níveis de glicose em BASAL, 1 e 24h após a extubação. No 3º dia de adaptação e 3, 4, 6, 8, 12 e 24 horas após a extubação, será avaliada a dor pós-operatória por 2 colaboradores cegos ao tratamento pelas escalas Visual Analógica, Escala multidimensional da UNESP-Botucatu para avaliação de dor aguda pós-operatória em gatos (EUNESP) e Escala Composta de Glasgow adaptada para felinos (EGLASGOW). Resgate analgésico será realizado com morfina (0,1 mg/kg, IM) em animais que ultrapassem 5 ou 8 pontos na EGLASGOW ou EUNESP, respectivamente, sendo reavaliados 30 minutos após a medicação de resgate. Após as 24 horas do período experimental, os animais receberão alta clínica com informações sobre os cuidados pós-operatórios e medicações analgésicas prescritas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Integrante / Luciana Gonçalves Teixeira - Integrante / PAULA IVANIR SCHIMITES - Integrante / SOARES, ANDRÉ V - Coordenador / Émerson Antônio Contesini - Integrante.

  • 2020 - Atual

    EFEITOS SISTÊMICOS DA OXIGENOTERAPIA HIPERBÁRICA EM GATAS SUBMETIDAS A OVARIOHISTERECTOMIA ELETIVA VIDEOASSISTIDA, Descrição: A oxigenioterapia hiperbárica vem despontando como modalidade terapêutica no manejo de diversas afecções agudas e crônicas, tanto na medicina humana quanto veterinária. Sua aplicação leva à hiperoxigenação tecidual, imunomodulação e redução do estresse oxidativo em humanos. A ovariohisterectomia (OVH) eletiva consiste em um dos procedimentos cirúrgicos mais realizado na rotina da clínica de pequenos animais, e tem papel tanto no controle da concepção quanto na prevenção de diversas afecções. Existem diferentes técnicas para a execução da OVH minimamente invasiva, destacando-se entre elas a abordagem videoassistida. Não há na literatura registros das alterações fisiológicas em felinos submetidos à oxigenioterapia hiperbárica. Com esse estudo, objetiva-se avaliar as consequências do uso de oxigenioterapia em câmara hiperbárica em felinos submetidos à ovariohisterectomia videoassistida com dois portais no pré-operatório, além da sua influência sobre a expressão de proteínas de fase aguda, estresse oxidativo, estímulo álgico e gasometria sanguínea, lactatemia e contagem de células sanguíneas bem como sua influência diante a temperatura central e variação da temperatura central e periférica (∆Tc-p). Para isso, 45 gatas serão separadas em quatro grupos para avaliação destes efeitos, sendo eles: Grupo Sham (GS), Grupo Hiperbárica (GH) e Grupo Hiperbárica Controle (GHC). Será avaliada a dor pós operatória através das escalas Feline Grimace Scale (FGS) e Escala multidimensional da UNESP-Botucatu (EUNESP), expressão de Amiloide A, hemogasometria venosa, temperatura central, retal, abdominal e ∆Tc-p, além da resposta de estresse oxidativo sistêmico. Acredita-se que os animais pré-tratados com a oxigenoterapia hiperbárica apresentem os melhores resultados quanto a redução da resposta inflamatória, estímulo álgico, estresse oxidativo, gasometria sanguínea, porém piores resultados em relação à perda de temperatura corporal em gatas submetidas à OVH videoassistida com dois portais. Objetivos 1. GERAL Com esse estudo, objetiva-se avaliar as consequências do uso da oxigenoterapia hiperbárica pré-operatória sobre a expressão de proteínas de fase aguda, estresse oxidativo, estímulo álgico, índice de perfusão, gasometria e lactatemia sanguínea em gatas submetidas à ovariohisterectomia videoassitida com dois portais bem como sua influência diante a temperatura central e variação da temperatura central e periférica (∆Tc-p). 2. ESPECÍFICOS a) Determinar se um tratamento com oxigenoterapia hiperbárica pré-cirúrgica é capaz de reduzir a resposta inflamatória tecidual e o estímulo álgico causados pela cirurgia; b) Identificar se há alterações em marcadores de perfusão periférica (como lactatemia e ∆Tc-p) nos animais que passarem por tratamento com oxigenoterapia hiperbárica pré cirúrgica; c) Determinar se o tratamento com oxigenoterapia hiperbárica pré-cirúrgica altera os biomarcadores de estresse oxidativo (TBARS, BChE, MPO, AChE, SOD e CAT) e proteínas de fase aguda (SAA) durante OVH videoassistida com dois portais; d) Determinar se o pré-tratamento em oxigenioterapia hiperbárica promove alteração de gasometria sanguínea nas gatas avaliadas; e) Determinar se ao animais que receberem o tratamento com oxigenoterapia hiperbárica causa mais alteração na temperatura central, retal e periférica dos felinos, bem como se esta alteração é clinicamente importante; f) Determinar se os animais pré-tratados com oxigenoterapia hiperbárica apresentam algum grau de melhora na analgesia quando comparados com o grupo não tratado.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Integrante / BRUN, MAURÍCIO VELOSO - Coordenador / Nadine Trinks Fischborn - Integrante / Isadora Debeluck Plentz - Integrante / Thiago Rodrigues da Cunha - Integrante / Vinícius da Silva Cadinanos - Integrante.

  • 2019 - Atual

    DIFERENTES LOCAIS DE APLICAÇÃO DE AZUL DE METILENO NA MARCAÇÃO DO LINFONODO ILÍACO MEDIAL EM CÃES, Descrição: O sistema linfático serve de importante rota de transporte para células tumorais, sendo os linfonodos sentinelas, os quais drenam as regiões afetadas, uma espécie de ?incubadora? para as células metastáticas. A biópsia de tais linfonodos para avaliação histopatológica ou citológica, serve como fator prognóstico e auxiliar, na decisão da adoção de terapias adjuvantes, em oncologia. Por sua vez, o linfonodo ilíaco medial (Medial Iliac lymph Node- MILN), por drenar vários tecidos do trem posterior em cães, serve como um importante linfonodo sentinela. Dos métodos de mapeamento linfático em cães, destacam-se a injeção de corante azul de metileno na camada intradérmica, subcutânea, intranodal ou peritumoral. No entanto, existem ainda locais de drenagem a serem estudados e comparados, quanto a sua eficiência de drenagem. No presente estudo participarão 30 cadelas separadas aleatoriamente em três grupos de 10 animais cada. Os grupos serão compostos de animais provenientes da rotina do HVU da UFSM, os quais tenham sido encaminhados para ovariohisterectomia (OVH) ou ovariectomia (OVE) eletivas. Todas as pacientes participarão simultaneamente de projeto registrado e aprovado pela CEUA da UFSM sob o número 2827081018. O procedimento de esterilização será realizado através da técnica videoassistida com três portais, logo após o estudo de marcação do MILN, pela aplicação do corante azul de metileno 1%. O primeiro grupo os animais receberão a aplicação do corante intradérmico na região posterior dorsal esquerda do torso (GTO), o segundo grupo será formado de animais que receberão a aplicação do corante no parênquima do linfonodo poplíteo esquerdo (GLP) e, o terceiro grupo, será formado de animais que receberão a aplicação do corante intradérmico ao redor da mama inguinal esquerda (GM5). A avaliação da qualidade da marcação do MILN em todos os animais será realizada por meio de inspeção laparoscópica. Conjuntamente, será avaliado o tempo mínimo necessário para a marcação do MILN dentre os seguintes intervalos: I1- 0 até 1 min.; I2- >1 até 3min.; I3 - >3 até 5 min.; I4 >5 até 10 min.; I5- > 10min até 15 min.; I6- acima de 15 min. ou não marcado. Na sequência, será feita a linfadenectomia e a secção ao meio do MILN, afim de permitir uma avaliação cromatográfica do parênquima linfático corado, através de uma imagem digital fotografada a uma distância fixa. A avaliação de drenagem do MILN, ainda é pouco estudada e não existem comparações similares às da presente proposta. Dessa forma se busca definir o intervalo de tempo e a qualidade da impregnação do MILN pelo corante em cada grupo estudado. Objetivos GERAL Avaliar, em cadelas hígidas, qual dos locais de aplicação testados é o mais adequado para marcação do MILN com azul de metileno 1%. ESPECÍFICOS Avaliar a eficiência de impregnação do MILN pelo azul de metileno aplicado intradérmico ao redor da mama inguinal, intradérmico na região posterior dorsal do torso e intranodal no linfonodo poplíteo. Correlacionar os resultados das avaliações trans operatórias com as avaliações pós operatórias de imagem, quanto ao tempo e qualidade da marcação linfática. Justificativa Não existem definições quanto ao tempo e a qualidade de marcação do MILN, quando aplicado corante nas diferentes regiões de drenagem linfática propostas, não havendo assim uma comparação da eficiência de drenagem entre as mesmas. Ao mesmo tempo, há uma escassez de estudos utilizando o acesso laparoscópico para a avaliação da qualidade da marcação linfática com azul de metileno em cães. Além disso as técnicas laparoscópicas de linfadenectomia do MILN não estão muito bem estabelecidas nessa espécie. Sendo assim, o conhecimento que o presente projeto propõem, será contributivo na definição da conduta a ser tomada diante de quadros clínicos oncológicos, envolvendo as diferentes regiões de drenagem associada ao linfocentro iliosacral. A pesqu. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Integrante / MARCELLA TEIXEIRA LINHARES - Integrante / Mauricio Veloso Brun - Coordenador / Bernardo Nascimento Antunes - Integrante / Vanessa Milech - Integrante / Nadine Trinks Fischborn - Integrante.

  • 2019 - Atual

    PARÂMETROS CARDIORRESPIRATÓRIOS E ANTINOCICEPTIVOS DA INFUSÃO CONTÍNUA DE FENTANIL, DEXMEDETOMIDINA OU MAROPITANT EM CADELAS SUBMETIDAS A OVARIOHISTERECTOMIA, Descrição: O uso transoperatório de analgésicos por meio de infusão contínua intravenosa pode ser utilizado para evitar a percepção de estímulos nocivos, resultando na diminuição das respostas autonômicas e em melhor estabilidade hemodinâmica do paciente, além de prevenir o processo nociceptivo da dor e consequentemente promover melhor conforto no pós-operatório. O objetivo do presente estudo é comparar os parâmetros cardiorrespiratórios e antinociceptivos da infusão contínua de fentanil, dexmedetomidina ou maropitant em cadelas submetidas a procedimento cirúrgico de ovariohisterectomia. Neste estudo serão avaliadas 30 cadelas hígidas, alocadas aleatoriamente em três grupos (n=10), sendo eles: grupo fentanil ou controle (GF), grupo dexmedetomidina (GD) e grupo maropitant (GM). Após medicação pré-anestésica na dose de 0,05 mg/kg de acepromazina intramuscular (IM), os animais receberão propofol 4,0-6,0 mg/kg pela via intravenosa (IV) como indução anestésica, prosseguindo-se à manutenção da anestesia com isoflurano vaporizado em oxigênio a 100%. Quando obtido um plano anestésico adequado e estabilidade dos parâmetros cardiorrespiratórios após a indução anestésica, cada animal pertencente ao grupo GF ou controle receberá a taxa de infusão contínua intravenosa de fentanil (3,0 mcg/kg/h), precedida da dose bolus de 2 mcg/kg IV. O grupo GD receberá a taxa de infusão contínua intravenosa de dexmedetomidina (1,0 mcg/kg/h), precedida da dose bolus de 1,0 mcg/kg IV. Da mesma forma, o grupo GM, receberá a taxa de infusão contínua intravenosa de maropitant (150,0 mcg/kg/h), precedida da dose bolus de 1,0 mg/kg, IV. Durante o transoperatório em todos os grupos, os parâmetros cardiorrespiratórios serão avaliados através da FC, f, PAS, PAM, PAD, T°C, SpO2, ETCO2, IP e pulso periférico. Esses parâmetros serão registrados em 9 tempos: T0 ou basal (após estabilização dos parâmetros cardiorrespiratórios e antes da administração inicial da dose bolus do fármaco correspondente a cada grupo), T1 (administração da dose bolus dos fármacos a serem estudados), T2 (início da infusão continua), T3, T4, T5, T6, T7, T8 (respectivamente nos tempos cinco, 10, 15, 20, 25 e 30 minutos a partir do início da infusão continua do fármaco correspondente a cada grupo), da mesma forma, os parâmetros cardiorrespiratórios serão avaliados mediante análises hemogasométricas através de amostras de sangue obtidas no (T0) e no final do procedimento (T8). A avaliação dos efeitos antinociceptivos será feita mediante o monitoramento dos parâmetros cardiorrespiratórios (FC, f, PAS, PAD e PAM) durante o período transoperatório, em quatro tempos: T1= incisão da pele, T2= pinçamento do pedículo ovárico direito, T3= pinçamento do pedículo ovárico esquerdo e T4= pinçamento da cérvix; já para avaliação no pós-operatório será realizado aplicando a escala de avaliação de dor simplificada de Glasglow para cães, em duas, três, quatro, oito e 24 horas após a intervenção cirúrgica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Integrante / Andé Vasconcelos Soares - Coordenador / Bernardo Nascimento Antunes - Integrante / DANIEL DOURADO GUERRA SEGUNDO - Integrante / jessica tomio - Integrante / Vanessa Milech - Integrante / Omar gutierrez velasquez - Integrante.

  • 2018 - Atual

    TRAMADOL NO PÓS-OPERATÓRIO DE OVARIOHISTERECTOMIA DE GATAS: EFEITOS ANALGÉSICO, RENAL, HEPÁTICO E ESTRESSE OXIDATIVO, Descrição: Diversas classes de fármacos são utilizadas para controle da dor em felinos domésticos, entre eles destacam-se os opioides. Considerando a finalidade analgésica, e por ter uma apresentação comercial que permite aos tutores a administração por via oral, o tramadol é comumente prescrito, porém com doses, frequência de administração e duração de tratamento muito variáveis. Com este estudo, objetiva-se avaliar as consequências da administração de tramadol, em dois diferentes regimes de doses aplicados duas a três vezes ao dia, sobre os principais órgãos responsáveis pela sua metabolização e excreção, fígado e rins, respectivamente. Além disso, visa-se demonstrar o efeito analgésico da administração de tramadol, via subcutânea, no pós-operatório de gatas submetidas à ovariohisterectomia, e os possíveis efeitos adversos dessa medicação nessa espécie. Serão utilizadas 40 gatas (de variadas raças, com idades ente 8 meses a 5 anos, peso corporal entre 1,5 a 5 kg), divididas em 5 grupos ( sendo 8 animais por grupo): GC (solução salina), GT2b (tramadol 2 mg/kg, bid), GT2t (tramadol 2 mg/kg, tid), GT4b (tramadol 4 mg/kg, bid) e GT4t (tramadol 4 mg/kg, tid), de forma aleatória. A dor pós-operatória será avaliada por 2 avaliadores cegos aos tratamentos, através das escalas EVA, EUNESP e CMPS-F nos momentos: 0 (basal), 3, 6, 12, 24, 36 horas após a extubação. Nos momentos 0, 1, 24, e 48 horas após o procedimento, também será coletado amostras de sangue para avaliação de cortisol sérico e glicose. Ainda, no período pós-operatório, serão coletadas amostras de sangue, 1 hora após extubação, e a cada 24 horas durante 4 dias para a realização de hemograma, plaquetas e pesquisa de corpúsculos de Heinz. No terceiro dia após a cirurgia, também será coletado sangue para avaliação da atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD) e catalase (CAT), peroxidação lipídica e mieloperoxidase. Estes testes também serão realizados com sangue coletado no 10º dia após a cirurgia, quando os animais retornarem para a retirada dos pontos, a fim de identificar um possível efeito tardio da administração de cloridrato de tramadol no estresse oxidativo eritrocitário. Albumina, proteínas plasmáticas totais, FA, ureia, ALT, AST, creatinina, GGT e frutosamina serão coletados somente no quarto dia de pós-operatório. A nossa hipótese é de que a dose de 4mg/kg, duas vezes ao dia, estaria associada a mínimos efeitos adversos, porém forneceria efeito analgésico mais eficaz. Objetivos OBJETIVOS GERAIS Com este estudo, objetiva-se avaliar as consequências da administração de tramadol, em dois diferentes regimes de doses aplicados duas a três vezes ao dia, sobre os principais órgãos responsáveis pela sua metabolização e excreção, fígado e rins, respectivamente. Além disso, visa-se demonstrar o efeito analgésico da administração de tramadol, via subcutânea, no pós-operatório de gatas submetidas à ovariohisterectomia, e os possíveis efeitos adversos dessa medicação nessa espécie. OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Identificar os possíveis efeitos adversos dessa droga nas funções renal e hepática nessa espécie; b) Verificar o estresse oxidativo decorrente da administração de tramadol; c) Identificar se há diferença de efeitos analgésicos e adversos em relação a doses e intervalos de administração rotineiramente utilizados na clínica e cirurgia de felinos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Integrante / Paula Ivanir Schmites - Integrante / André Vasconcelos Soares - Coordenador / Luciana Gonçalves Teixeira - Integrante.

  • 2018 - Atual

    COMPARAÇÃO DE TRÊS MÉTODOS DE BLOQUEIO LOCAL COM LIDOCAÍNA EM GATAS SUBMETIDAS A OVARIECTOMIA LAPAROSCÓPICA, Descrição: A contracepção cirúrgica por meio de ovário-histerectomia (OVH) ou ovariectomia (OVE) possui extrema importância no ambiente profissional e acadêmico, por ser um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados na rotina veterinária. O reconhecimento da dor através da sua avaliação sistemática é crucial para o acompanhamento da eficácia do tratamento analgésico, redução de morbidade e mortalidade pós-operatória, aumento da qualidade de vida e satisfação dos pacientes. A anestesia local, como parte de um protocolo multimodal é uma forma simples de impedir ou reduzir impulsos nociceptivos durante e após a cirurgia e diminuição da quantidade de anestésicos gerais e opioides a serem utilizado, mesmos que possuem efeitos adversos substanciais, assim como dano renal e hepático. O presente estudo visa comparar o uso de três métodos de bloqueio local com lidocaína em felinas submetidas à ovariectomia laparoscópica eletiva, como parte de um protocolo multimodal, além de estabelecer as limitações de cada método utilizado. Para tal serão selecionadas 40 gatas hígidas, pesando entre 2 e 5 kg e com idade entre 1 e 5 anos, provenientes da rotina hospitalar do Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal de Santa Maria. Os animais serão tranquilizados com dexmedetomidina (10 µg/kg, IM) e tramadol (2 mg/kg, IM), a indução anestésica procedida com propofol (3 mg/kg, IV) e a manutenção da anestesia geral com isoflurano vaporizado em oxigênio 100%. Após estabilização anestésica, os animais receberão atipamezole IM. Os animais serão intubados após dessensibilização da glote com a aspersão de 0,2 ml de lidocaína 2% sem vasoconstritor. A quimioprofilaxia antimicrobiana será realizada com cefalotina (30 mg/kg, IV) e a fluidoterapia será promovida com Ringer com Lactato (3 ml/kg/h). Após isso, serão divididas aleatoriamente em 4 grupos: Grupo controle: (n=10) receberão cloridrato de fentanila (2 µg/kg, IV) em bolus a cada 20 minutos de transoperatório. Grupo 2: (n=10) bloqueio infiltrativo incisional com lidocaína (2mg/kg), na entrada dos portais, 5 minutos antes das incisões de pele. Grupo 3: (n=10) lidocaína (2mg/kg) pulverizada no peritônio e grupo 4: (n=10) bloqueio do pedículo ovariano com lidocaína (2mg/kg), 5 minutos antes da cauterização de cada CAVO e ligamento. O resgate analgésico transoperatório será feito com a aplicação de cloridrato de fentanila (2µg/kg) IV. A cirurgia e a anestesia serão realizadas sempre pelos mesmos profissionais, proficientes. A analgesia pós-operatória será realizada com dipirona sódica na dose de 25 mg/kg (IV) a cada 12 horas por 5 dias. Após o procedimento cirúrgico, todos os animais terão a dor pós-operatória avaliada por 3 avaliadores cegos aos tratamentos, através das escalas EVA, EUNESP e CMPS-F nos momentos: 0 (dia da cirurgia), 3, 6 e 12 horas após a extubação. Nos momentos 0, 1 e 12 horas após o procedimento, também serão coletadas amostras de sangue para avaliação de cortisol sérico e glicose. Animais que atingirem 5 cm de escore na escala EVA, acima de 8 (8 de 30) pontos na escala EUNESP ou escore igual ou maior a 5 (5/20) na CMPS-F, por pelo menos dois avaliadores, receberão resgate analgésico com metadona, 0,1 mg/kg via IM seguida de reavaliação da dor com todas as escalas após 30 minutos até a normalização dos parâmetros segundo estas escalas. Objetivo geral: O objetivo deste trabalho será comparar o uso de três métodos de bloqueio local com lidocaína, como parte de um protocolo multimodal em gatas submetidas a ovariectomia laparoscópica eletiva, assim como as limitações de cada método na espécie em questão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Coordenador / MARCELLA TEIXEIRA LINHARES - Integrante / Mauricio Veloso Brun - Integrante / Bernardo Nascimento Antunes - Integrante / DANIEL CURVELLO DE MENDONÇA MÜLLER - Integrante / Fabricio Guedes Godoy - Integrante / Stephanie Lanzarini Abati - Integrante / álvaro josé chaves silva - Integrante / EDUARDO RECH IHRIG - Integrante / GUILHERME RECH CASSANEGO - Integrante / LUIS EDUARDO VENTER DA COSTA - Integrante / PAULA IVANIR SCHIMITES - Integrante / PRISCILA INES FERREIRA - Integrante.

  • 2018 - Atual

    INFLUÊNCIA DO GÊNERO DOS AVALIADORES NA PERCEPÇÃO DA DOR PÓS-OPERATÓRIA EM PEQUENOS ANIMAIS, Descrição: A dor pode ser facilmente negligenciada em animais e a eficácia do seu tratamento depende de uma identificação e avaliação confiável e válida. Apesar de existirem estudos correlacionando escores de dor com o gênero do avaliador baseados no preenchimento de questionários, não há estudos que confirmem estas diferenças através da comparação de um grupo de estudo com um grupo placebo, nem que comprovem que a dor está sendo corretamente identificada pelos avaliadores. Este estudo tem por objetivo verificar a variabilidade entre avaliadores do gênero masculino e feminino e de diferentes níveis de experiência profissional, a fim de definir qual o grupo que teria maior sensibilidade e acurácia em detectar a dor em caninas e felinas submetidas à esterilização eletiva. Para isso, serão utilizados 16 avaliadores cegos ao tratamento, divididos aleatoriamente em 4 grupos, sendo estes GMI (grupo masculino inexperiente), GME (grupo masculino experiente), GFI (grupo feminino inexperiente) e GFE (grupo feminino experiente). Serão avaliadas 80 pacientes (40 felinas e 40 caninas), distribuídas aleatoriamente em 4 grupos, GPF (grupo placebo felino), GCF (grupo cirúrgico felino), GPC (grupo placebo canino) e GCC (grupo cirúrgico canino). Os grupos GCF e GCC serão submetidas à esterilização eletiva. As avaliações de dor serão realizadas através das escalas EVA, UMPS, GCMPS e CAPS para cães e EVA, GCMPS, CAPS e EUNESP para gatas, nos tempo 30 minutos, 2 e 4 horas de pós-operatório. A hipótese deste estudo é de que exista diferença significante na avaliação de dor entre avaliadores de diferente gênero e experiência profissional em relação a caninas e felinas submetidas à esterilização eletiva. Objetivos OBJETIVO GERAL Verificar se há correlação entre a avaliação realizada por avaliadores de diferente gênero (masculino e feminino), bem como avaliadores médicos veterinários pós-graduandos (experientes) em comparação com alunos de graduação (inexperientes), utilizando diferentes escalas de avaliação de dor em caninas e felinas submetidas à esterilização eletiva no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Santa Maria. OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Avaliar se a dor é corretamente identificada pelos avaliadores; b) Avaliar se há correlação entre gênero do avaliador e maior sensibilidade na identificação de dor em caninos; c) Avaliar se há correlação entre gênero do avaliador e maior sensibilidade na identificação de dor em felinos; d) Avaliar se há correlação entre experiência do avaliador e maior sensibilidade na identificação de dor em caninos; e) Avaliar se há correlação entre experiência do avaliador e maior sensibilidade na identificação de dor em felinos; f) Avaliar qual escala de dor é mais precisa e melhor utilizada por determinado gênero em cada espécie; g) Avaliar qual escala sofre menos variância entre os avaliadores de cada grupo.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Integrante / Angel Ripplinger - Integrante / André Vasconcelos Soares - Coordenador / Pery Soares Baccin - Integrante / Hellen Fialho Hartmann - Integrante / álvaro josé chaves silva - Integrante / jessica tomio - Integrante / Omar gutierrez velasquez - Integrante.

  • 2018 - Atual

    Prevalência de cães portadores de Helicobacter ssp. na região central do Estado do Rio Grande do Sul, Descrição: As Helicobacter ssp. tratam-se de bactérias gram-negativas, microaerófilas e espiraladas, que se destacam pela sua capacidade de sobrevivência no ambiente hostil do lúmen gástrico. As espécies mais comumente encontradas em cães domésticos, são as H. felis, H. bizzozeronii e H. salomonis. Em humanos, já é concretizada a relação da infecção da H. pilory com a patogenia dos carcinomas gástricos, gastrites e úlceras pépticas. Contudo, em animais domésticos isto ainda não é muito bem compreendido, bem como a sua forma de transmissão. Além do mais, suspeita-se que aqueles microrganismos encontrados na espécie canina detenham de um forte potencial patogênico à espécie humana, desta forma, destacando-se a sua relação zoonótica e salientando a importância de trabalhar epidemiológicamente com este microrganismo. Diante do exposto, o presente projeto tem o objetivo de traçar um quadro epidemiológico destas bactérias e determinar a espécie mais prevalente em cães pertencentes à região central do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da avaliação das secreções bucais e mucosa gástrica e correlacionar a intensidade inflamatória da mucosa gástrica relacionada à presença do microrganismo. Para a realização deste estudo, serão empregados cães com e sem histórico de sinais clínicos gastrointestinais agudos e crônicos, que serão submetidos à endoscopia digestiva alta e coletas de amostras de fragmentos da mucosa gástrica e secreções salivares. Uma vez coletadas, estas amostras serão armazenadas em soluções para a análise de histopatologia e detecção de reação em cadeia de polimerase multiplex (PCR multiplex), com o propósito de analisar histologicamente o grau inflamatório e observar a presença do microorganimo e identificar filogeneticamente a H. pylori, H. felis, H. heilmannii, H. bizzozeronii e H. salomonis. Objetivos O objetivo geral deste trabalho é estabelecer um panorama epidemiológico da incidência de bactérias da espécie Helicobacter ssp. na população de cães domésticos com ou sem doenças gástricas clínicas atendidos em Hospital Veterinário na região central do Estado do Rio Grande do Sul. Justificativa A H. felis, H. bizzozeronii e H. salomonis com a ausência da H. pylori já foram detectadas em 48,5% (n= 48/101) de amostras obtidas de mucosa gástricas de humanos apresentando históricos de gastrites crônicas. Assim como em outros diversos estudos, H. heilmannii s. l. também já foram presenciadas em pacientes humanos apresentando quadros de úlceras pépticas e carcinomas gástricos.Segundo alguns estudos realizados em populações humanas e de carnívoros domésticos, à falta de higiene, o confinamento com alta densidade populacional e a promiscuidade, podem ser os principais fatores predisponentes na transmissão destas bactérias dos animais ao homem e vice-versa. Em três estudos já se foi possível avaliar a presença das H. heilmannii s. l. no conteúdo salivar de cães, mas a limitação de resultados almejam ao reforço desta informação, visto que ainda se encontra em construção a confirmação da via oral como rota de transmissão deste agente (JANKOWSKI et al., 2015). Dados adicionais, podem contribuir de forma altamente significativa no estudo da patogenia deste gênero bacteriano na espécie canina. Desta forma, devido à grande dimensão do território brasileiro, às precariedades sanitárias que o país enfrenta e à grande população de animais domésticos, é altamente justificável a elaboração de um perfil epidemiológico deste agente. Busca-se traçar planos futuros de controle e profilaxia de disseminação deste agente frente ao potencial zoonótico que este pode oferecer.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Coordenador / Mauricio Veloso Brun - Integrante / Gabriela Psamosca Coradini - Integrante / Bernardo Nascimento Antunes - Integrante / Michelli Westphal Ataíde - Integrante / DANIEL DOURADO GUERRA SEGUNDO - Integrante / LUÍS FERNANDO PEDROTTI - Integrante / Saulo tadeus lemos pinto filho - Integrante / jessica tomio - Integrante.

  • 2018 - Atual

    REFLUXO GASTROESOFÁGICO EM CADELAS SUBMETIDAS À OVARIOHISTERECTOMIA OU OVARIECTOMIA POR CELIOTOMIA OU VIDEOCIRURGIA SOB DIFERENTES PRESSÕES DE PNEUMOPERITÔNIO, Descrição: s técnicas minimamente invasivas têm se destacado como alternativa às técnicas de esterilização convencionais por suas vantagens, tais como o mínimo dano tecidual e a menor dor pós-operatória. No entanto, apresentam potencial para complicações, relacionadas principalmente ao estabelecimento do pneumoperitônio, incluindo o refluxo gastroesofágico (RGE) transoperatório. O RGE decorre do fluxo de conteúdo gastroduodenal para o esôfago e/ou órgãos adjacentes e pode conduzir a graves consequências, como a estenose esofágica e pneumonia por aspiração. Estudos relatam uma incidência de refluxo significativamente maior em cães submetidos a cirurgia abdominal convencional, principalmente a ovariohisterectomia (OVH), e atribuem este fato ao aumento de pressão intra-abdominal, alteração que também ocorre ao se instalar o pneumoperitônio. A incidência de RGE em cães submetidos a procedimentos laparoscópicos é ainda desconhecida, bem como o efeito do pneumoperitônio sobre a sua ocorrência. Busca-se, com a execução deste projeto, esclarecer a influência do pneumoperitônio e avaliar o impacto de diferentes pressões do mesmo sobre a ocorrência de refluxo gastroesofágico em cadelas submetidas a OVH videoassistida ou à ovariectomia (OVE) laparoscópica com dois portais. Para tanto, serão realizadas cirurgias de OVH e OVE via laparotomia (n=14), via laparoscopia videoassistida com dois portais (para OVHs; n=21) e via laparoscópica com dois portais (para OVEs, n=21); sendo as videocirurgias, sob diferentes pressões de pneumoperitônio (8, 10 e 12 mmHg). Durante os procedimentos as pacientes ficarão com o endoscópio flexível na região topográfica do 9o espaço intercostal, posicionado para visualização direta do cárdia, para que a presença de refluxo seja observada nos momentos em que ocorrer. Os procedimentos serão comparados quanto a ausência ou presença e severidade dos episódios de refluxo gastroesofágico, de acordo com tabela pré-estabelecida. Também será feito uso do monitor de pHmetria esofágica, para verificação da interferência das técnicas e pressões sobre o pH do trato digestório. Espera-se que nos procedimentos onde há mais pressão intra-abdominal e naqueles em que houver mais manipulação (OVHs em relação às OVEs) haja mais refluxo. Os resultados permitirão estabelecer qual das técnicas produz menos refluxo, qual das pressões de pneumoperitônio é a mais adequada para evitar o refluxo, além de prover informações quanto as repercussões dessa ocorrência nos pacientes. Objetivos Objetivo Geral Determinar a influência de diferentes pressões de pneumoperitônio sobre a ocorrência de refluxo gastroesofágico transoperatório em cadelas submetidas à OVE laparoscópica e OVH videoassitida com dois portais, comparando essas técnicas videocirúrgicas com as convencionais. Objetivos específicos ? Determinar a incidência de refluxo gastroesofágico no transoperatório de cadelas submetidas à OVE laparoscópica e a OVH videoassistida com dois portais; ? Determinar a correlação de diferentes pressões de pneumoperitônio com o risco de indução de refluxo esofágico nas técnicas videocirúrgicas; ? Comparar as técnicas videocirúrgicas estudadas com as convencionais em relação a ocorrência de refluxo; ? Determinar se OVE laparoscópica produz menor ocorrência de pneumoperitônio que a OVH videoassistida; ? Avaliar os achados nas biopsias e suas repercussões nos cães que apresentarem refluxo gastroesofágico; ? Avaliar o pH esofágico em todos os cães e correlacionar os valores com a ocorrência de refluxo e a sintomatologia pós-operatória.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Coordenador / MARCELLA TEIXEIRA LINHARES - Integrante / Mauricio Veloso Brun - Integrante / Gabriela Psamosca Coradini - Integrante / Roberta do Nascimento Libardoni - Integrante / Bernardo Nascimento Antunes - Integrante / Michelli Westphal Ataíde - Integrante / Hellen Fialho Hartmann - Integrante / PRISCILA INES FERREIRA - Integrante / Vanessa Milech - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Avaliação dos efeitos hematológicos, bioquímicos e analgésicos do uso de dois diferentes regimes de dose de dipirona sódica em gatas, Descrição: A preocupação e dos médicos veterinários pelo controle da dor em pequenos animais é crescente, acarretando no aumento no número de pesquisas em relação a dor nos animais de companhia. A dipirona é uma medicação analgésica não-opioide, independente dos AINES e com mecanismos de ação não inteiramente elucidados, largamente utilizada na clínica de pequenos animais visando diminuir o uso de opioides no pós-operatório. Apesar de sua ampla utilização tanto em cães quanto em felinos, estudos acerca dos efeitos analgésicos e da toxicidade da dipirona em gatos são escassos e, portanto, sua eficácia e segurança são questionadas nessa espécie, na qual se acredita que o uso do dipirona possa gerar lesões oxidativas nos eritrócitos. O objetivo deste trabalho será demonstrar o efeito analgésico da administração de dipirona via intravenosa no pós-operatório de gatas submetidas à ovariohisterectomia, além de elucidar os possíveis efeitos adversos com a utilização de 2 doses e 3 diferentes intervalos de administração já empiricamente utilizados na clínica e cirurgia de felinos. Serão utilizadas 56 gatas de variadas raças, com idade entre 1 e 5 anos e pesando entre 2 e 5 kg provenientes da rotina hospitalar com o consentimento de seus respectivos proprietários e cuja avaliação clínica e hematológica não apresente alterações. Os animais passarão por 3 dias de adaptação previamente à realização do experimento. Serão divididas em 7 grupos de 8 animais cada que receberão diferentes doses e intervalos de administração de dipirona, diluída em NaCl 0,9% para 1 ml de volume final, durante 5 dias, a saber: Grupo controle (GC) ? receberá 1 ml de NaCl 0,9% via intravenosa (IV) a cada 8 horas; G2 ? receberá 12,5 mg/kg de dipirona IV a cada 24 horas; G3 ? 12,5 mg/kg de dipirona IV a cada 12 horas; G4 ? 12,5 mg/kg de dipirona IV a cada 8 horas; G5 ? 25 mg/kg de dipirona IV a cada 24 horas; G6 ? 25 mg/kg de dipirona IV a cada 12 horas; G7 ? 25 mg/kg de dipirona IV a cada 8 horas. Após 8 e 2 horas de jejum sólido e líquido, respectivamente, no 4º dia as gatas serão submetidas à ovariohisterectomia eletiva. Após a cirurgia, todos os animais receberão tramadol (2 mg/kg) via subcutânea a cada 8 horas durante 5 dias, associado ou não a dipirona, conforme sorteio prévio. Imediatamente antes da aplicação de dipirona ou NaCl 0,9%, uma amostra de sangue venoso será coletada de cada animal para a realização dos testes avaliação da atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD) e catalase (CAT), peroxidação lipídica, mieloperoxidase, cujos resultados serão considerados os basais para a avaliação do estresse oxidativo. No 3º dia de adaptação e 3, 6, 12, 24, 36, 48, 72 e 96 horas após a extubação, será avaliada a dor pós-operatória por 2 colaborados cegos ao tratamento pelas escalas Visual Analógica, Escala multidimensional da UNESP-Botucatu para avaliação de dor aguda pós-operatória em gatos (EUNESP) e Escala Composta de Glasgow adaptada para felinos (CMPS-F). Durante os 5 dias pós-operatório, também será coletado de sangue a cada 24 horas para hemograma e pesquisa de corpúsculos de Heinz. No 3º, 6º e 10º dia após a cirurgia também será coletado sangue para avaliação da atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD) e catalase (CAT), peroxidação lipídica e mieloperoxidase. Albumina, proteínas plasmáticas totais, FA, ureia, ALT, AST, creatinina, GGT e frutosamina serão coletados somente no quinto dia de pós-operatório. Todos esses testes têm como fim avaliar os efeitos da administração da dipirona na função hepática, renal e injúria oxidativa aos eritrócitos. A qualquer tempo em que os exames laboratoriais ou a avaliação clínica mostre alterações compatíveis com reações adversas da medicação de interesse, o animal será reavaliado, removido do estudo e receberá todo o tratamento necessário. Espera-se conseguir demonstrar a segurança da administração da dipirona em gatas. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Coordenador / Paula Ivanir Schmites - Integrante / André Vasconcelos Soares - Integrante / Luciana Gonçalves Teixeira - Integrante / DANIEL CURVELLO DE MENDONÇA MÜLLER - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Padronização do índice de perfusão periférica no período transanestésico em gatas submetidas à ovariohisterectomia mediante utilização de oxímetro de pulso, Descrição: Perfusion Index ou índice de perfusão periférica (PI) é um parâmetro vital utilizado em medicina humana e, embora tenhamos oxímetros de pulso capazes de realizar mensuração do PI na rotina da medicina veterinária, não encontram-se trabalhos publicados referenciando esses valores em animais. Este trabalho terá como objetivo verificar a utilização do índice de perfusão mensurado pelo oxímetro de pulso a fim de se obter e padronizar valores normais (máximo e mínimo) desse índice para gatas anestesiadas e relacionar os valores encontrados com outros parâmetros sanguíneos de perfusão central e periférica, além de possíveis alterações no cortisol sérico, correlacionando a frequência cardíaca e pressão arterial com o lactato sério. Para isso, serão utilizadas 20 gatas, entre 1 e 6 anos de idade, que serão submetidas à cirurgia de ovariohisterectomia. Os animais passarão por avaliação clínica criteriosa, além de análise laboratorial com hemograma e perfil bioquímico sérico. Os animais participantes, permanecerão em jejum sólido e hídrico prévio ao procedimento, de 12 e 2 horas, respectivamente. As gatas serão pré-medicadas com meperidina (4 mg/kg) via intramuscular(IM). Após cateterização venosa, a indução anestésica será realizada com propofol por essa via (4 mg/kg) com posterior manutenção anestésica com isoflurano administrado ao efeito. A analgesia transoperatória será promovida pela infusão intravenosa(IV) contínua de fentanil (10µg/kg/h) precedida de bolus de 2 µg/kg(IV). Após a intubação orotraqueal e estabilização do plano cirúrgico-anestésico, serão avaliados e registrados, a cada 5 minutos, a frequência cardíaca (FC), frequência respiratória (f), pressão arterial média (PAM) por método invasivo, temperatura esofágica, diferença entre a temperatura central e periférica, tempo de preenchimento capilar (TPC), saturação parcial de O2, ETCO2, onda pletismográfica e índice de perfusão periférica, por meio do oxímetro de pulso. A cada 15 minutos, serão aferidos por hemogasometria, o pH, PaO2 e PaCO2 e a concentração de cortisol sérico. Enquanto isso, aos mesmos tempos, o lactato sérico será mensurado por lactímetro. Será considerado momento 0 (M0), os valores basais para os parâmetros avaliados no período pré-anestésico, momento 1 (M1), os valores obtidos 1 minuto após a colocação dos sensores e IO, momento médio (MM) para os valores obtidos no tempo em que o cirurgião terminar de realizar a ligadura da cérvix uterina e momento F (MF), os valores obtidos no momento da extubação. No pós-operatório, as gatas receberão terapia analgésica e antinflamatória com a associação de tramadol (2 mg/kg) por via subcutânea, meloxicam (0,1 mg/kg) e dipirona (12,5 mg/kg) por via intravenosa e serão observadas até total recuperação da anestesia, quando receberão alta clínica com a prescrição de medicações e orientação para cuidados pós-operatórios. Com esse trabalho, espera-se conseguir estabelecer os valores do índice de perfusão periférica em gatas anestesiadas utilizando o aparelho de oximetria de pulso. A padronização desses valores dependerá da avaliação e correlação entre os valores de índice de perfusão obtidos e os valores mensurados com os demais parâmetros. Objetivos GERAL Estabelecer os valores normal e mínimo do índice de perfusão periférica em gatas anestesiadas utilizando aparelho de oximetria de pulso. Estabelecer se há correlação e qual é a correlação dos parâmetros cardiovasculares e hemodinâmicos com a perfusão periférica. ESPECÍFICOS a) Padronizar o uso do oxímetro de pulso para mensuração do índice de perfusão em felinos domésticos e anestesiados; b) Avaliar a eficácia e a importância da mensuração do índice de perfusão periférica. c) Comparar os valores indicados pelo índice de perfusão dado pelo oxímetro de pulso com a onda pletismográfica, pressão arterial média, frequências cardíaca e respiratória, diferença entre temperatura. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Coordenador / Paula Ivanir Schmites - Integrante / André Vasconcelos Soares - Integrante / Luciana Gonçalves Teixeira - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Padronização do índice de perfusão periférica em cadelas anestesiados e submetidas à ovariohisterectomia utilizando o aparelho de oxímetro de pulso, Descrição: O índice de perfusão periférica (PI) está padronizado em indivíduos adultos da espécie humana. Embora oxímetros de pulso acompanhados pela mensuração de PI estejam cada vez mais disponíveis na medicina veterinária, não há trabalhos publicados sobre esses valores em cães, como também em outras espécies animais. Este trabalho terá como objetivo verificar a utilização do índice de perfusão mensurado pelo oxímetro de pulso a fim de se obter e definir valores normais (máximo e mínimo) desse parâmetro para cadelas anestesiadas e relacionar os valores encontrados com outros parâmetros de perfusão central e periférica, além de possíveis alterações no cortisol sérico. Ainda, se avaliará e comparará a correlação da frequência cardíaca e pressão arterial com o lactato sério. Serão utilizadas 20 cadelas, entre 5 e 15 anos de idade, que serão submetidas à cirurgia de ovariohisterectomia. Os animais passarão por avaliação clínica criteriosa, incluindo hemograma e bioquímica sérica além de jejum sólido e hídrico de 12 e 2 horas, respectivamente, previamente ao procedimento. Todas as cadelas serão pré-medicadas com metadona (0,5 mg/kg) via intramuscular. A indução anestésica será realizada com propofol (4 mg/kg) com posterior manutenção anestésica com isoflurano administrado a efeito. A analgesia transoperatória será promovida pela infusão intravenosa contínua de fentanil (10µg/kg/h). Após a intubação orotraqueal, serão avaliados e registrados, a cada 5 minutos, a frequência cardíaca (FC), frequência respiratória (f), pressão arterial média (PAM) por método invasivo, temperatura esofágica, diferença entre a temperatura central e periférica, tempo de preenchimento capilar (TPC), saturação parcial de O2, capnometria, onda pletismográfica e índice de perfusão periférica, por meio do oxímetro de pulso. A cada 15 minutos, serão também aferidos lactato, pH, PaO2 e PaCO2 por hemogasometria e a concentração de cortisol sérico. Será considerado momento 0 (M0), os valores basais para os parâmetros avaliados no período pré-anestésico, momento 1 (M1), os valores obtidos 1 minuto após a colocação dos sensores e IO, momento médio (MM) para os valores obtidos no tempo em que o cirurgião terminar de realizar a remoção da cadeia mamária e momento F (MF), os valores obtidos no momento da extubação. No pós-operatório, as cadelas receberão analgesia com a combinação de tramadol (4 mg/kg), meloxicam (0,2 mg/kg) e dipirona (25 mg/kg) via intravenosa e serão observadas até total recuperação da anestesia, quando receberão alta clínica com a prescrição de medicações analgésicas e os devidos cuidados. Com esse trabalho, espera-se conseguir estabelecer os valores do índice de perfusão periférica em cadelas anestesiadas utilizando o aparelho de oximetria de pulso. A padronização desses valores dependerá da avaliação e correlação entre os valores de índice de perfusão obtidos e os valores mensurados com os demais parâmetros.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Coordenador / MARCELLA TEIXEIRA LINHARES - Integrante / Gabriela Psamosca Coradini - Integrante / Paula Ivanir Schmites - Integrante / André Vasconcelos Soares - Integrante / Luciana Gonçalves Teixeira - Integrante / barbara taylor soares brum - Integrante / Luiza tonietto mangini - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Ovariectomia videolaparoscópica em cadelas jovens submetidas à anestesia intravenosa total (TIVA) ou anestesia inalatória., Descrição: A castração eletiva ou a gonadectomia é atualmente uma das principais cirurgias realizadas na rotina médica cirúrgica de cães e gatos. Entre as possíveis técnicas executadas, cita-se a ovariectomia (OVE) como escolha apropriada para animais jovens, esta pode ser realizada por celiotomia (acesso convencional) ou por videolaparoscopia (acesso minimamente invasivo). O controle populacional de pequenos animais e a pesquisa por protocolos anestésicos confiáveis, para uso em procedimentos específicos, é uma preocupação constante entre órgãos e instituições, as quais prezam pelo bem estar, conforto animal e saúde publica. Na medicina veterinária, as técnicas de TIVA são menos utilizadas que na medicina. Porém, devido às possíveis vantagens já descritas, o uso da anestesia intravenosa total merece consideração especial, tonando necessária a realização de novos estudos para demonstrar (ou não) a viabilidade ou não do seu uso. Por tanto, o objetivo deste trabalho é comparar diferentes protocolos de TIVA, e confrontar com a anestesia inalatória na realização segura e efetiva de ovariectomia em cadelas por cirurgia videolaparoscópica. Serão utilizadas 40 cadelas de médio porte, com idade entre 6 e 24 meses, alocadas aleatoriamente em cinco grupos de 8 animais cada, de acordo com o protocolo anestésico instituído. Todos os caninos serão submetidos ao protocolo pré-anestésico com midazolam (0,3mg/kg i.m.), meperidina (4mg/kg i.m.) e indução anestésica com propofol (4mg/kg, i.v.). No G1 será seguida manutenção em TIVA (0,6mg/kg/min de propofol). No G2, será realizada bolus de remifentanil (1 g/kg) seguida da manutenção em TIVA (0,2 g/kg/min. de remifentanil e 0,4mg/kg/min. de propofol). No G3, será realizada bolus de cetamina (2mg/kg) seguida da manutenção em TIVA (100 g/kg/min. de cetamina e 0,4mg/kg/min. de propofol). Já no G4 será realizado bolus de cetamina S+ (1mg/kg) seguida da manutenção em TIVA (50 g/kg/min. de cetamina S+ e 0,4mg/kg/min de propofol). E no G5 os animais serão mantidos em anestesia inalatória com isofluorano vaporizado em 100% O2, após protocolo idêntico de indução e pré-anestesia. A avaliação da resposta fisiológica será avaliada, em 10 diferentes momentos do pré e transoperatório (M0 a M11) e incluem parâmetros como: frequência cardíaca (FC); frequência respiratória ( ); ritmo cardíaco; pressão arterial sistólica (PAS), média (PAM) e diastólica (PAD); Pressão Venosa Central (PVC); débito cardíaco; índice sistólico; temperatura retal; concentração expirada de CO2 (EtCO2) e a saturação parcial de oxigênio (SpO2). A gasometria será mensurada em seis momentos (envolvendo o pré e o transoperatório). Já as avaliações do estresse (via mensuração de cortisol e glicemia) e resposta inflamatória (a partir da determinação da atividade da enzima acetilcolinesterase, da eletroforese de proteínas e da análise dos indicadores de estresse oxidativo), serão obtidas em oito momentos. Por sua vez, os estímulos nociceptivos serão mensurados no período pós-operatório, durante as primeiras 12 horas, em sete momentos através da Escala Visual Analógicos (EVA), escala de Melbourne e pela escala de Glasgow, as avaliações serão executadas com três avaliadores treinados e "cegos" aos protocolos anestésicos utilizados. E ainda serão avaliados: qualidade e tempo de recuperação anestésica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Coordenador / MARCELLA TEIXEIRA LINHARES - Integrante / Andé Vasconcelos Soares - Integrante / Mauricio Veloso Brun - Integrante / Gabriela Psamosca Coradini - Integrante / Felipe Baldisarela Gavioli - Integrante / Marco Augusto Machado da Silva - Integrante / Vanessa Zanchi Sarturi - Integrante / Roberta do Nascimento Libardoni - Integrante / Bernardo Nascimento Antunes - Integrante / Etiene Etges - Integrante / Carolina Cauduro da Rosa - Integrante / Michelli Westphal Ataíde - Integrante.

  • 2016 - Atual

    COMPARAÇÃO DA OVÁRIO-HISTERECTOMIA POR LESS EMPREGANDO UM SISTEMA MULTIPORTAL MODIFICADO, PELA TÉCNICA VÍDEOASSISTIDA COM DOIS PORTAIS E POR CELIOTOMIA COM GANCHO DE SNOOK EM GATAS, Descrição: A videocirurgia é uma realidade relativamente recente na medicina veterinária, sobretudo na rotina dos animais de companhia. Conhecida por promover menor trauma tecidual, resultando em melhores resultados cosméticos, além de promover menor dor e melhor convalescência, várias técnicas vêm sendo desenvolvidas. A categoria denominada LESS, do inglês, Laparo- endoscopic Single-site Surgery, permite realização de procedimentos cirúrgicos complexos por um único acesso abdominal, eliminando a necessidade da instituição de múltiplas punções para estabelecimento dos portais de acesso abdominal. Apesar dos resultados promissores do emprego dessa técnica, o custo de implementação e os resultados in vivo ainda são inconsistentes para emprego na rotina cirúrgica de pequenos animais. Nesse contexto, os objetivos do presente estudo são desenvolver uma plataforma de baixo custo, confeccionado a partir de um material reciclável à base de politereftalato de etileno (PET) e látex sintético para realização de ovário-histerectomia (OVH) por LESS em gatas, e comparar o tempo cirúrgico, dificuldades, complicações e dor pós-operatória dessa técnica com as abordagens videoassistida com dois portais e convencional por celiotomia com gancho de Snook. Na primeira etapa do estudo, será avaliada a factibilidade da técnica de OVH por LESS empregando-se o sistema multiportal de PET, empregando-se 10 gatas. Após o estudo da factibilidade, serão empregadas 36 gatas, alocadas em três grupos de 12 animais cada, nos seguintes grupos: LESS com multiportal modificado (LESS-OVH); videoassistida com dois portais (TPLA-OVH), e; celiotomia com gancho de Snook (OPEN-OVE). Nessa segunda etapa, os parâmetros tempo cirúrgico, dificuldades e complicações intra e pós-operatória serão comparados entre os grupos. A dor será comparada entre os grupos e entre os momentos basal (M0) e pós-operatórios, decorridas uma, duas, quatro, oito, 12, 18, 24 e 36 horas (M1-36) após a extubação, empregando-se a escala multidimensional da UNESP-Botucatu (MCPS) e a escala analógica visual interativa e dinâmica (DIVAS).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Coordenador / Bianca Bertoletti - Integrante / MARCELLA TEIXEIRA LINHARES - Integrante / Mauricio Veloso Brun - Integrante / Gabriela Psamosca Coradini - Integrante / Felipe Baldisarela Gavioli - Integrante / Marco Augusto Machado da Silva - Integrante / Vanessa Zanchi Sarturi - Integrante / Roberta do Nascimento Libardoni - Integrante.

  • 2016 - Atual

    ALTERAÇÕES METABÓLICAS EM EQUINOS SUPLEMENTADOS OU NÃO COM OXIGENIO A 100% NA RECUPERAÇAO ANESTÉSICA IMEDIATA, Descrição: A monitoração atenciosa do paciente submetido a procedimentos anestésicos permite o controle das funções fisiológicas e a identificação de alterações orgânicas do mesmo. A oxigenação é um parâmetro importante a ser avaliado, considerando que os equinos quando anestesiados sofrem de hipoventilação de graus variados. Contudo, há poucos estudos que demonstram alterações metabólicas em decorrência da oxigenação dos mesmos. Desta forma, este trabalho busca avaliar as alterações metabólicas relacionadas a oxigenação e se a suplementação de oxigênio interfere nestes, através da avaliação de exames laboratoriais (hemograma, bioquímico e hemogasometria), glicemia, níveis de lactato e oximetria. Desta forma objetiva-se comparar a oxigenação em equinos com suplementados ou não com oxigênio a 100% na recuperação anestésica imediata. Serão utilizados 20 equinos sem raça definida.O protocolo anestésico será padronizado para todos os animais. Como medicação pré anestésica será administrado maleato de acepromazina (0,04 mg/kg) e xilazina (0,4 mg/kg) pela via intravenosa. Após 10 minutos, os animais serão induzidos à anestesia com a associação endovenosa de cetamina (3 mg/kg) e diazepam (0,06 mg/kg) e mantidos em anestesia geral inalatória com isofluorano a 1,5 CAM em sistema com reinalação parcial de gases e oxigênio a 100%. Após o procedimento cirúrgico, os animais serão encaminhados a sala de recuperação anestésica e neste momento serão alocados aleatoriamente em dois grupos, sendo o grupo controle (GC, n=10) os animais que não receberão suplementação de oxigênio e o grupo válvula (GV, n=10) os que receberão suplementação de oxigênio com o auxilio da válvula de Hudson.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Coordenador / Paula Ivanir Schmites - Integrante / André Vasconcelos Soares - Integrante / ALEX ALEXANDRE CAMPOS DE SOUZA - Integrante / JESSIKA SCHOPF PASINI - Integrante / LICIA FLAVIA SILVA HERCULANO - Integrante.

  • 2015 - Atual

    PADRONIZAÇÃO DO USO DO ANALGESÍMETRO DIGITAL EM CADELAS SUBMETIDAS A OVARIOHISTERECTOMIA ELETIVA, Descrição: Este estudo será composto por três grupos de animais (N=18), sendo que dois grupos serão submetidos a cirurgia de ovariohisterectomia (OVH) eletiva por celiotomia (GC,n=6 ) e videoassistida com dois portais (GV, n=6). O terceiro grupo será o controle (GCo, n=6), que não será submetido a nenhum procedimento cirúrgico, apenas a avaliação de analgesia para fins de comparação. Este projeto objetiva a padronização da utilização do aparelho analgesímetro digital para avaliação da dor em cadelas. As cadelas submetidas às cirurgias (GC e GV), serão pré medicadas com acepromazina (0,05 mg/kg). A indução anestésica será realizada com propofol (5mg/kg IV), com posterior manutenção em anestesia geral inalatória, com isoflurano. Receberão analgesia transanestésica com fentanil (20 mcg/kg/hr), precedida de dose bolus do mesmo fármaco (2 mcg/kg). No período pos operatório receberão dipirona sódica (25 mg/kg), imediatamente após término do procedimento cirúrgico continuado a cada seis horas por três dias. Avaliar-se-á o comportamento, grau de analgesia, sedação e concentração sérica de cortisol, hemogasometria e parâmetros cardiovasculares.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Coordenador / André Vasconcelos Soares - Integrante.

  • 2014 - Atual

    EFICÁCIA ANALGÉSICA DO BLOQUEIO INFILTRATIVO COM LIDOCAÍNA OU BUPIVACAÍNA EM OVARIOHISTERECTOMIA CONVENCIONAL OU LAPAROSCÓPICA EM CADELAS, Descrição: A ovariosalpingohisterectomia (OSH) é o procedimento cirúrgico realizado com maior frequência na rotina cirúrgica de pequenos animais. Esta, pode ser efetuada através o método convencional, por meio de uma laparotomia, a qual consiste num acesso bastante invasivo, ou então por técnicas videocirúrgicas, as quais são minimamente invasivas, com menor trauma tecidual. Em ambas as técnicas, pode ser realizado um bloqueio com anestésico local onde será realizada a incisão cirúrgica ou no local de inserção dos portais, de modo a minimizar o processo álgico. O presente projeto tem por objetivo elucidar se o bloqueio local oferece menor estímulo doloroso no pós-operatório das cirurgias de OSH videoassistidas e também comparar com os resultados encontrados no bloqueio local das cirurgias de OSH realizadas por laparotomia. Serão selecionadas 42 cadelas hígidas, alocadas aleaoriamente em três grupos e serão submetidos à diferentes protocolos de anestesia local no período pré-cirúrgico. No grupo GI não será realizado bloqueio com anestésico local no sítio das feridas cirúrgicas, no grupo GII será realizado o bloqueio com lidocaína e no grupo GIII será realizado o bloqueio com bupivacaína. Cada um dos grupos será subdividido em dois, o subgrupo C, submetidos a OSH por celiotomia, e o subgrupo V, nos quais será realizada a videolaparoscopia com o uso de dois portais. A avaliação hemodinâmica será realizada pela mensuração da frequência cardíaca, ritmo cardíaco, pressão venosa central, pressões arteriais sistólica, média e diastólica durante o período transoperatório. A análise da dor pós-operatória será realizada através da escala visual analógica, da escala de Melbourne, dos filamentos de Von Frey e da dosagem de glicose e cortisol séricos. O intuito deste estudo é demonstrar e comparar a eficácia analgésica do bloqueio local tanto na cirurgia de OSH convencional como na videoassistida, determinando qual a técnica promove menores alterações dolorosas ao paciente.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Coordenador / Andé Vasconcelos Soares - Integrante / Carla de Oliveira - Integrante / Jean Gasparotto dos Santos - Integrante / Mauricio Veloso Brun - Integrante / João Pedro Ferranti Scussel - Integrante.

  • 2011 - Atual

    USO DE CATETER TOTALMENTE IMPLANTÁVEL EM PACIENTES ONCOLÓGICOS SUBMETIDOS À QUIMIOTERAPIA PROLONGADA, Descrição: A área de oncologia de pequenos animais está em expansão e é cada vez maior a busca por opções de tratamento, dentre as quais a quimioterapia é uma das opções mais utilizadas. Os protocolos quimioterápicos utilizam aplicações repetidas de produtos citotóxicos, quase sempre sempre por via intravenosa, que provocam graus variados de vasculite e fibrose vascular, dificultando o acesso venoso repetido. Em seres humanos submetidos à quimioterapia, o uso de cateteres total ou parcilmente implantáveis é comum, mas o mesmo não ocorre em pequenos animais, porque a técnica não é muito difundida e também devido ao alto custo dos cateteres. Este trabalho visa estabelecer o período máximo de implantação sem efeitos colaterais ou complicações como colonização bacteriana do cateter, migração, extravasamento ou fraturas. A patência do cateter será avaliada semanalmente e a localização será verificada mensalmente por ultrassonografia e/ou radiografia contrastada. Sinais compatíveis com colonização bacteriana serão confirmados ou descartados por hemocultura. Complicações como migração, fratura ou extravasamento serão indicativos para a remoção do cateter.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Integrante / Anne Santos do Amaral - Coordenador / Bianca Bertoletti - Integrante / Renata de Gaspari - Integrante / Clarice Bachinski Pozzer - Integrante / Fabiola Dalmolin - Integrante / Jorge Luiz Costa Castro - Integrante / Luciana Hermes Dutra - Integrante / Camila Feltrin Giglio - Integrante / Bruna Marquardt Lucio - Integrante / Alceu Gaspar Raizer - Integrante.

  • 2010 - Atual

    Frequência das neoplasias de pequenos animais na casuística do Hospital Veterinário Universitário da UFSM, Descrição: A incidência dos casos neoplásicos está aumentando na rotina clínica de pequenos animais. A adoção de medidas terapêuticas efetivas implica no maior conhecimento do problema que se pretende atacar. Entretanto, as informações disponíveis sobre as enfermidades neoplásicas ainda são limitadas. Dados sobre a prevalência dos diferentes tipos de câncer disponíveis na literatura representam, em sua maior parte, a casuística de outros países - informações sobre sua ocorrência no Brasil são escassos. Este projeto pretende determinar a freqüência das neoplasias em pequenos animais atendidos no Hospital Veterinário Universitário da UFSM, com base no exame clínico e diagnóstico citopatológico, confrontado com os resultados histopatológicos, quando disponíveis. Pretende-se também verificar a taxa de proliferação dos cinco tipos neoplásicos mais freqüentes por imunocitoquímica, como uma forma de estabelecer prognóstico.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Integrante / Anne Santos do Amaral - Coordenador / Clarice Bachinski Pozzer - Integrante / Vivian Rachevski Schorn - Integrante / Luciana Hermes Dutra - Integrante / Ana Paula da Silva - Integrante / Flávia howes - Integrante / Paula Cristina Basso - Integrante / Milena Kirinus - Integrante / Viviane Rezende da Silva - Integrante / Cristiano Silva da Rosa - Integrante.

  • 2010 - Atual

    CARACTERIZAÇÃO E FUNÇÃO DA ANGIOTENSINA-(1-7) NO PROCESSO DE OVULAÇÃO EM BOVINOS., Descrição: A ovulação é controlada por uma complexa e dinâmica interação de fatores, incluindo mecanismos endócrinos e vasoativos, mensageiros celulares, proteases, quinases e enzimas ativadoras. O sistema renina-angiotensina (RAS) é definido como um sistema hormonal circulante envolvido no controle da pressão osmótica.. Existem evidências de que, além da angiotensina II (AngII), outros fatores como AngIII [Ang-(2-8)], AngIV [Ang-(3-8)] e Ang-(1-7) também possam mediar as ações do RAS em diferentes sistemas. Recentemente, demonstramos a participação da AngII na ovulação, maturação do oócito e desenvolvimento folicular de bovinos. Nesse contexto, a Ang-(1-7) é considerada um componente bioativo que pode ser formado tanto pela clivagem da AngII como por uma rota independente da enzima conversora de angiotensina (ECA), utilizando a AngI como substrato. Em ratas, foi observado que os níveis ovarianos de Ang-(1-7) estão mais elevados no proestro e estro quando comparado aos níveis no metaestro e diestro,e induz um aumento nas concentrações de estradiol e progesterona, sendo este mesmo efeito bloqueado quando foi utilizado um inibidor específico de Ang-(1-7). No entanto, não há estudos investigando a participação da Ang-(1-7) no processo de ovulação em bovinos. O projeto terá como proposta caracterizar a presença da Ang-(1-7) nos diferentes tipos celulares e no fluido folicular de folículos pré-ovulatórios em bovinos. Animais utilizados neste experimento serão ovariectomizados, sendo após recuperado o líquido folicular e as células da teca e granulosa para avaliação do perfil de expressão gênica do receptor para Ang-(1-7) (MAS) e das principais enzimas que dão origem a este peptídeo. O papel da Ang-(1-7) na regulação de genes que desencadeam a cascata de ovulação será avaliado utilizando um modelo experimental de cultivo de células foliculares in vitro já utilizado em nosso laboratório. Além disto, estudos serão realizados in vivo para avaliar o efeito da administração intrafolicular de um bloqueador do receptor de Ang-(1-7) sobre o processo de ovulação. Este projeto tem por objetivo compreender e avaliar o mecanismo de regulação e a função da Ang-(1-7) durante o processo de ovulação utilizando o bovino como modelo experimental.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Integrante / Matheus Pedrotti de Cesaro - Integrante / JOAO CESAR DIAS OLIVEIRA - Integrante / Joabel Tonelotto dos Santos - Integrante / Bernardo Garziera Gasperin - Integrante / Paulo Bayard Dias Gonçalves - Coordenador.

  • 2009 - 2012

    CARACTERIZAÇÃO DA BRADICININA E SUA INTERAÇÃO COM OS RECEPTORES DE ANGIOTENSINA II NO PROCESSO OVULATÓRIO DE BOVINOS., Descrição: O sistema renina-angiotensina e definido como um sistema hormonal circulante que esta envolvido no controle da pressao osmotica, equilibrio de sais e manutencao da homeostase dos fluidos. Recentemente, tem-se demonstrado a participacao da angiotensina II no desenvolvimento folicular, na ovulacao e na maturacao oocitaria em bovinos. O sistema cinina-calicreina, do mesmo modo que o sistema renina-angiotensina, participa em varios aspectos da fisiologia e patofisiologia, sendo a bradicinina o seu principal peptideo ativo. A bradicinina atua via dois tipos de receptores (B1 e B2) e sua importancia e relacionada com o desenvolvimento folicular e ovulacao. O sistema renina-angiotensina e o sistema cinina-calicreina interagem em muitos niveis durante suas vias de atuacao. Devido a grande importancia dessa interacao, este estudo tem por finalidade avaliar o perfil de bradicinina, bem como a expressao de seus receptores (B1 e B2) no processo ovulatorio de bovinos. Alem disso, pretende-se determinar a relacao existente entre a cascata desencadeada pela angiotensina II e a regulacao da expressao de bradicinina e seus receptores. Para isso, sete vacas ciclicas serao submetidas a um protocolo de superovulacao e todos os foliculos maiores ou iguais a 12mm de diametro serao selecionados para uma injecao intra-folicular de 10?ÊM de saralasina (bloqueador dos receptores de Ang II) ou solucao salina 0,9% (controle). Os foliculos presentes num mesmo ovario serao tratados com saralasina e os do ovario contralateral com salina. O ovario (esquerdo ou direito) que recebera cada tratamento sera alternado nas diferentes vacas. Imediatamente apos as injecoes intrafoliculares os animais receberao 100?Êg de GnRH (IM). Posteriormente, as vacas serao ovarioectomizadas 0, 3, 6 ou 9 horas apos a aplicacao do GnRH para a coleta de oocitos, liquido folicular, celulas da teca e granulosa. A concentracao de bradicinina em foliculos bovinos assim como sua variacao durante o processo ovulatorio sera mensurada a partir do liquido folicular, em ensaios que serao realizados com kit ELISA. A expressao dos receptores de bradicinina nas celulas da teca e granulosa durante o processo ovulatorio sera avaliada pela tecnica de RT-PCR em tempo real. Este projeto tem por objetivo compreender e avaliar o mecanismo de ovulacao em mamiferos pela caracterizacao da interacao entre angiotensina II e bradicinina, neste contexto, utilizando o bovino como modelo experimental.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Leticia Reginato Martins - Integrante / Luis Fabiano Felice Possebon - Integrante / Vítor Braga Rissi - Integrante / João Francisco Coelho de Oliveira - Coordenador / Carlise Regina Reichert Nilles - Integrante / Gabriel Ribas Pereira - Integrante / Gustavo Freitas Ilha - Integrante / Leandro José Kunkel - Integrante / Paulo Bayard Dias Gonçalves - Integrante.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal de Santa Maria, Programa de Pós Graduação em Medicina Veterinária. , Campus Universitário, 96160000, 97105900 - Capão do Leão, RS - Brasil, Telefone: (55) 32208752

Experiência profissional

2013 - 2015

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Residente, Enquadramento Funcional: Residente, Carga horária: 60, Regime: Dedicação exclusiva.

2008 - 2009

Clínica Veterinária Cães e Gatos Camobi

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 5

2019 - 2021

Hospital Veterinário Universitário - UFSM

Vínculo: Preceptor, Enquadramento Funcional: Preceptora de Residência, Carga horária: 5

Outras informações:
Preceptora do Programa de Residência em Área Profissional da Saúde na área de Clínica Médica de Pequenos Animais e Anestesiologia Veterinária

2018 - 2021

Hospital Veterinário Universitário - UFSM

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Médico Veterinário Bolsista, Carga horária: 20

Outras informações:
Médico Veterinário bolsista da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal de Santa Maria

2019 - 2020

Hospital Veterinário Universitário - UFSM

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Médico Veterinário Bolsista, Carga horária: 30

Outras informações:
Médico Veterinário bolsista da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal de Santa Maria

2012 - 2012

Hospital Veterinário Universitário - UFSM

Vínculo: Estagiario Curricular, Enquadramento Funcional: Estagio Final de Graduacao, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Estágio curricular supervisionado em Medicina Veterinária realizado no Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal de Santa Maria, no período de 05 de março a 25 de maio de 2012, totalizando 450 horas, na área de Cirurgia de Pequenos Animais, sob orientação e supervisão da Prof. Drª. Anne Santos do Amaral

2011 - 2012

Hospital Veterinário Universitário - UFSM

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20

Outras informações:
Estágio extracurricular no HVU - UFSM na área de Clínica Médica de pequenos animais. As atividades foram realizadas sob supervisão da Prof. Drª. Anne Santos do Amaral, de março de 2011 até fevereiro de 2012 totalizando 624 horas.

2010 - 2011

Hospital Veterinário Universitário - UFSM

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20

Outras informações:
Bolsista de Iniciação Científica concedida pelo CNPq, processo 136939/2010-4, no Laboratório de Biotecnología e Reprodução Animal (BioRep) sob orientação do Prof. Dr. Paulo Bayard Dias Gonçalves.

2008 - 2008

Hospital Veterinário Universitário - UFSM

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 15

Outras informações:
Estágio extracurricular no Laboratório de Análises Clínicas Veterinárias (LACVet) de 18/03/2008 a 20/10/2009 sob orietação da Profª Drª Sônia Terezinha dos Anjos Lopes, totalizando 200 horas.

2007 - 2007

Hospital Veterinário Universitário - UFSM

Vínculo: Estagiario, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 8

Outras informações:
Estágio extracurricular no setor de Clínica de Pequenos Animais (ambulatório, cirurgia e recepção), durante o segundo semestre de 2007 totalizando 60 horas.

2017 - 2017

VetCenter

Vínculo: Médico Veterinário, Enquadramento Funcional: Profissional Liberal

2016 - 2016

VetCenter

Vínculo: Médico Veterinário, Enquadramento Funcional: Profissional Liberal, Carga horária: 24

2021 - Atual

Universidade de Santa Cruz do Sul

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora, Carga horária: 20

2021 - 2023

Hospital Veterinário da Universidade de Santa Cruz do Sul

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Médico Veterinário, Carga horária: 20

2025 - Atual

Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais - RS

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 8

Outras informações:
Professor de módulo de 16 horas. Repetição anual.

2025 - Atual

Instituto de desenvolvimento dos interesses sociais, culturais e ambientais

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 8

Outras informações:
Módulo anual de curso de pós graduação.

2023 - Atual

Centro Veterinário Hope LTDA

Vínculo: Sócia Proprietária, Enquadramento Funcional: Sócia Proprietária/ Médica Veterinária, Carga horária: 40