Igor Lopes de Brito
Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) (2010).
Pós-graduação em Exercício Físico e Reabilitação pela Universidade Norte do Paraná (2011).
Possui residencia em Fisioterapia Pulmonar do Hospital Universitário pela UEL (2014).
Mestrado em Ciências da Reabilitação pelo Programa Mestrado e Doutorado em Ciências da Reabilitação Programa associado UEL - UNOPAR (2016).
Doutorando do Programa Mestrado e Doutorado em Ciências da Reabilitação Programa associado UEL - UNOPAR. (atual)
Pesquisador colaborador do Laboratório de Pesquisa em Fisioterapia Pulmonar da Universidade Estadual de Londrina, atuando principalmente nas linhas de pesquisa em DPOC, Atividades de vida diária, treinamento físico e Reabilitação Pulmonar.
Com experiência na área de Fisioterapia, em especial Fisioterapia Respiratória, em Unidade de Terapia Intensiva e Reabilitação Pulmonar.
Informações coletadas do Lattes em 08/09/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Ciências da Reabilitação
2017 - 2022
Universidade Estadual de Londrina
Título: NOVOS ASPECTOS DA ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA E CAPACIDADE DE EXERCÍCIO NA DPOC: gasto energético andando por minuto e relação com a aderência a um programa de treinamento físico.
Orientador: Prof. Dr Fabio Pitta
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Mestrado em Ciencia da Reabilitação UEL-UNOPAR
2014 - 2016
Universidade Norte do Parana
Título: REPRODUTIBILIDADE DA PLATAFORMA DE FORÇA NA POPULAÇÃO COM DPOC, Ano de Obtenção: 2016
Vanessa Suziane Probst.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Especialização em Residencia em Fisioterapia Pulmonar
2012 - 2014
Universidade Estadual de Londrina
Título: Trabalho e Gasto Energético Obtido no TC6min e no ISWT em pacientes com DPOC.
Orientador: Prof. Dr. Vanessa Suziane Probst
Especialização em Exercicio Fisico e Reabilitação
2010 - 2011
Universidade Norte do Parana
Título: ANÁLISE COMPARATIVA DA VELOCIDADE MÉDIA A CADA MINUTO DO TESTE DE CAMINHADA DE 6 MINUTOS EM PACIENTES COM DPOC
Orientador: Prof. Dr. Fabio Pitta
Graduação em Fisioterapia
2006 - 2010
Universidade Estadual de Londrina
Título: FOSFATASE ALCALINA COMO PREDITOR DE ALTERAÇÕES NO METABOLISMO ÓSSEO EM INDIVÍDUOS COM LESÃO DA MEDULA ESPINHAL: ESTUDO DE CASOS E CONTROLES
Orientador: Prof. Dr. Edson Lopes Lavado
Formação complementar
2011 - 2011
Extensão universitária em Método Therapy Taping. (Carga horária: 20h). , Therapy Taping Association, THERAPY TAPING A, Brasil.
2010 - 2010
Extensão universitária em Conceito de Manipulação Articular de Maitland.. (Carga horária: 90h). , Advanced Manual Therapy Institute, ADVANCED MANUAL, Brasil.
2009 - 2009
Fisioterapia nas Desordens Crâniomandibulares.. (Carga horária: 12h). , Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2009 - 2009
Home Care ? Ventilação Mecânica Domiciliar.. (Carga horária: 4h). , Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2008 - 2008
Correção Postural Sobre Bola Suíça (Método Brugger. (Carga horária: 12h). , JOPEF, JOPEF, Brasil.
2008 - 2008
Hidroterapia Avançada no Esporte. (Carga horária: 4h). , SOCIEDADE NACIONAL DE FISIOTERAPIA ESPORTIVA, SONAFE, Brasil.
2008 - 2008
Pronto Atendimento no Esporte. (Carga horária: 20h). , Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
2008 - 2008
Fisioterapia Aquática na Reabilitação Neurológica. (Carga horária: 12h). , JOPEF, JOPEF, Brasil.
2007 - 2007
Vivencia em técnicas posturais. (Carga horária: 20h). , Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Fisiotera Cardiorrespiratória.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Fisioterapia em Terapia Intensiva..
Organização de eventos
BRITO, I. L. . Congresso dos 40 anos de Fisioterapia da UEL: história, evolução e desafios, 20 anos da Residência em Fisioterapia da UEL, 10 anos do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências da Reabilitação UEL-UNOPAR. 2019. (Congresso).
BRITO, I. L. . IX Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Intensiva (SULBRAFIR). 2017. (Congresso).
BRITO, I. L. . LFIP 20 anos: ajudando a construir a história da Fisioterapia Respiratória.. 2015. (Congresso).
BRITO, I. L. . IX Fórum Nacional de Pesquisa e Pós=Graduação Stricto Sensu em Fisioterapia. 2014. (Congresso).
BRITO, I. L. . Ciclo de Palestra de Biomecânica. 2013. (Outro).
BRITO, I. L. . Curso de Ventilação Mecânica. 2013. (Outro).
BRITO, I. L. . Congresso 15 anos de Residência em Fisioterapia da UEL. 2013. (Congresso).
BRITO, I. L. . Congresso de Fisioterapia: Ensino, Pesquisa e Extensão. 2009. (Congresso).
BRITO, I. L. . Jogos INTERFISIO. 2009. (Outro).
BRITO, I. L. . Jogos INTERFISIO. 2008. (Outro).
Participação em eventos
European Respiratory Society (ERS) International Congress.. 2017. (Congresso).
IX Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e em Terapia Intensiva.. 2017. (Congresso).
IX SULBRAFIR - Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular em em Terapia Intensiva.. Avaliador de Trabalhos Científicos. 2017. (Congresso).
XVIII Simpósio Internacional de fisioterapia cardiorrespiratória e fisioterapia em terapia intensiva. 2016. (Simpósio).
LFIP 20 anos: Ajudando a construir a história da fisioterapia respiratória. 2015. (Congresso).
VIII Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva. 2015. (Congresso).
Congresso de Fisioterapia/UEL 35 anos: da Graduação à Pós-graduação. 2014. (Congresso).
IX Fórum Nacional de Pesquisa e Pós-graduação Strictu Sensu em Fisioterapia. 2014. (Congresso).
Palestra: "Broader scope, extended focus:the evolution of the respiratory physiotherapy in the las 60 years". 2014. (Outra).
VII Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia Em tTerapia Intensiva. 2013. (Congresso).
XVI Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva. 2012. (Congresso).
VI Sulbrafir (VI Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva). 2011. (Congresso).
Congresso de Fisioterapia: Ensino, Pesquisa e extensão. 2009. (Congresso).
V Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e VII Jornada Catarinense de Fisiotrerapia Cardiorrespiratoria.. 2009. (Congresso).
XVIII Congresso Brasileiro de Fisioterapia. 2009. (Congresso).
Congresso dos 10 anos da residência de Fisioterapia ? 1º Encontro de ex-residentes de Fisioterapia da UEL. 2008. (Congresso).
I Jornada Paranaense de Fisioterapia Esportiva. 2008. (Congresso).
Palestra entitulada: ?Successful rehabilitation in patients with COPD: a matter of adjusting the sails!?. 2008. (Seminário).
Ciclo de Palestra promovido pelo grupo de pesquisa Fisioterapia e Qualidade de Vida no Esporte.. 2007. (Seminário).
I Semana de Conscientização das Doenças Reumáticas.. 2007. (Encontro).
IV Blitz Educativa ? Prevenção de Acidentes de Trânsito em Londrina. 2007. (Encontro).
Palestra: ?Abordagem da Fisioterapia na Cirurgia pediátrica?, ?Abordagem da fisioterapia na cirurgia cardíaca em adultos?. 2007. (Seminário).
Palestra: ?Abordagem Fisioterápica na Reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior?. 2007. (Seminário).
Palestra: ?Atualidades em alongamento muscular?. 2007. (Seminário).
VII Congresso Londrinense de Fisioterapia.. 2007. (Congresso).
X Jornada de Reeducação Postural Global. 2007. (Encontro).
Participação em bancas
BRITO, I. L.; HERNANDES, N. A.; PITTA, FABIO. Comparação entre os fatores que diferenciam a força muscular inspiratória de pacientes com DPOC.. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.
HERNANDES, N. A.; FURLANETTO, K. C.;BRITO, I. L.. Prolongar o tempo de um protocolo de treinamento físico devido àexacerbação aguda da DPOC interfere em seus resultados?. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Estadual de Londrina.
Produções bibliográficas
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BRITO, IGOR L ; SCHNEIDER, LORENA ; HIRATA, RAQUEL P ; FONSECA, JULIANA ; PAES, THAIS ; MACHADO, FELIPE VC ; RODRIGUES, ANTENOR ; HERNANDES, NIDIA A ; PITTA, FABIO . Energy expenditure per minute in different activities and body positions and its association with the classification as physically active or inactive in daily life in individuals with COPD. CHRONIC RESPIRATORY DISEASE (ONLINE) , v. 18, p. 147997312110533, 2021.
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RODRIGUES, ANTENOR ; DE OLIVEIRA, JOICE MARA ; FURLANETTO, KARINA COUTO ; MACHADO, FELIPE VILAÇA CAVALLARI ; BELO, LETÍCIA FERNANDES ; SCHNEIDER, LORENA PALTANIN ; MORITA, ANDREA AKEMI ; ANDRELO, ANA CAROLINA ; FONSECA, JÉSSICA ; BRITO, IGOR LOPES ; PAES, THAÍS ; FELCAR, JOSIANE MARQUES ; PROBST, VANESSA SUZIANE ; HERNANDES, NIDIA APARECIDA ; PITTA, FABIO . Are the Effects of High-Intensity Exercise Training Different in Patients with COPD Versus COPD+Asthma Overlap?. LUNG , v. 198, p. 135-141, 2020.
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NASCIMENTO, L. F. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. . Variáveis do teste de endurance com carga constante em cicloergômetro: A relação tempo/carga. In: Congresso de 15 anos da Residencia em Fisioterapia da UEL., 2013, Londrina. Anais Congresso de 15 anos da Residencia em Fisioterapia da UEL., 2013.
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OLIVEIRA, L. A. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. ; PROBST, V. S. . Responsividade de Três testes de Capacidade de Exercicio à Reabilitação Pulmonar em Pacientes com DPOC. In: XVI Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2012, Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2012.
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COIMBRA, J. H. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. . Responsividade de Três testes de Capacidade de Exercicio à Reabilitação Pulmonar em Pacientes com DPOC. In: Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Hospitalar., 2012, Maringá. Anais Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Hospitalar., 2012.
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MENESES, F. P. A. ; BRITO, I. L. ; LAVADO, E. L. . FOSFATASE ALCALINA COMO PREDITOR DE ALTERAÇÕES NO METABOLISMO ÓSSEO EM INDIVÍDUOS COM LESÃO DA MEDULA ESPINHAL: ESTUDO DE CASOS E CONTROLES. In: Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Hospitalar., 2012, Maringá. Anais Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Hospitalar., 2012.
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OLIVEIRA, L. A. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. . Trabalho Máximo durante i Incremental Shuttle Walking Test em idosos fisicamente independentes e individuos com DPOC. In: 5º Congresso Nacional de Extensão Universitaria/ 14º Encontro de Atividades Científicas da UNOPAR., 2011, Londrina. Anais do Congresso 5º Congresso Nacional de Extensão Universitaria/ 14º Encontro de Atividades Científicas da UNOPAR., 2011.
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MARTINS, A. Z. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Diferença entre o TC6min e o teste de Endurance com carga constante em pacientes com DPOC. In: VII Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2011, Londrina. Assobrafir Ciência 2011, 2011.
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MANTOVANI, P. R. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. . Relação da frequencia cardíaca com velocidade média a cada minuto no teste da caminhada em 6 minutos. In: VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2011, Londrina. Assobrafir Ciência 2011, 2011.
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QUESSADA, A. R. F. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Capacidade de exercício e atividade física diária em pacientes ansiosos e depressivos com DPOC. In: VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2011, Londrina. Assobrafir Ciência 2011, 2011.
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TERRA, M. B. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Variação do índice BODE após treinamento e estado clínico pré-tratamento em pacientes com DPOC. In: VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2011, Londrina. Assobrafir Ciência 2011, 2011.
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OLIVEIRA, L. A. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. ; PROBST, V. S. . Trabalho Máximo durante o Incremental Shuttle Walking Test em idosos fisicamente independentes e individuos com DPOC. In: VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2011, Londrina. Assobrafir Ciência 2011, 2011.
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BRITO, I. L. ; HERNANDES, N. A. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Variáveis do teste de endurance com carga constante em cicloergômetro: A relação tempo/carga. In: VI Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2011, Londrina. Assobrafir Ciência 2011, 2011.
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MARTINS, A. Z. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Análise comparativa da velocidade média a cada minuto do teste de caminhada de 6 minutos em pacientes com DPOC.. In: XV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2010, Porto Alegre. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2010.
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QUESSADA, A. R. F. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Variáveis que se correlacionam com o desempenho no shuttle walk test em pacientes portadores de DPOC.. In: XV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2010, Porto Alegre. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2010.
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LABURU, V. M. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Resposta ao treinamento físico em portadores de DPOC caracterizados de acordo com a gravidade clínica no índice BODE.. In: XV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2010, Porto Alegre. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2010.
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PAES, T. R. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Comparação do nível de atividade física na vida diária e capacidade de exercício em pacientes portadores de DPOC com ou sem dessaturação de oxigênio durante o teste de endurance em bicicleta.. In: XV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2010, Porto Alegre. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2010.
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SUZUMURA, D. N. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. . Aplicabilidade de equações para estimar carga máxima em brasileiros com DPOC.. In: XVIII Congresso Brasileiro de Fisioterpia, 2009, Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2009.
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SUZUMURA, D. N. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Eficiência ventilatória após treinamento de alta e baixa intensidade na DPOC.. In: V Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2009, Florianópolis. Revista Inspirar, 2009.
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HIGA, C. H. N. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Análise de diferentes equações de estimativa de carga máxima em pacientes portadores de DPOC.. In: V Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2009, Florianópolis. Revista Inspirar, 2009.
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BRITO, I. L. ; CAVALHERI, V. ; PROBST, V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Variáveis que influenciam a velocidade média do TC6 em Pacientes com DPOC.. In: V Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, 2009, Florianópolis. Revista Inspirar, 2009.
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HIGA, C. H. N. ; PITTA, F. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. . Mudanças na capacidade de exercício são refletidos subjetivamente por pacientes com DPOC?. In: XIV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória, 2008, Recife. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2008.
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ORTEGA, L. M. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Fatores que influenciam na capacidade submáxima de exercício em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica.. In: XIV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória, 2008, Recife. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2008.
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BISCA, G. K. W. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Testes de Exercício em pacientes com DPOC: Qual teste é mais responsivo ao treinamento Físico?. In: XIV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória, 2008, Recife. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2008.
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BISCA, G. K. W. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Relação entre inatividade física e melhora do condicionamento físico após treinamento na DPOC. In: XIV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória, 2008, Recife. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2008.
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CAVALHERI, V. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Relação entre variáveis máximas de esforço e gravidade da doença em pacientes com DPOC. In: XIV Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória, 2008, Recife. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2008.
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RODRIGUES, ANTENOR ; SCHNEIDER, LORENA P ; MACHADO, FELIPE V C ; BRITO, IGOR L ; PITTA, FABIO . Increasing Physical Activity in Daily Life in COPD: Each Piece Counts to Solve the Puzzle. AMERICAN JOURNAL OF RESPIRATORY AND CRITICAL CARE MEDICINE , 2017.
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FONSECA, J. F. N. ; MORITA, A. A. ; BISCA, G. K. W. ; BRITO, I. L. ; CASTRO, L. A. ; FELCAR, J. M. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. ; PROBST, V. S. . Trinta minutos de repouso entre dois testes de caminhada de 6 minutos são suficientes para recuperação cardiovascular e sintomatológica em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica?. Fisioterapia e Pesquisa , 2015.
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MAIA, L. ; BRITO, I. L. ; FONSECA, J. ; SPOSITON, T. ; NASCIMENTO, G. ; ROSALEM, M. ; PITTA, F. ; FURLANETTO, K. . Correlação da percepção subjetiva de esforço através do borg e as respostas fisiológicas, em diferentes níveis de escolaridade.. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; SCHNEIDER, L. P. ; HIRATA, R. ; FONSECA, J. ; PAES, T. ; MACHADO, F. V. C. ; RODRIGUES, A. ; PITTA, F. . Média de METs em diferentes posturas/atividades se associa com ser classificado como ativo ou inativo na vida diária: resultados preliminares.. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. . Papel da Fisioterapia nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI's). 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRITO, I. L. . VNI na Reabilitação Pulmonar. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRITO, I. L. . Fisioterapia Respiratória Ambulatorial.. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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BRITO, I. L. ; RODRIGUES, A. L. L. ; SCHNEIDER, L. P. ; FURLANETTO, K. C. ; PITTA, FABIO ; PROBST, VANESSA SUZIANE . Maximal exercise capacity as discriminatory factor to identify subjects with COPD as physical active-inactive: preliminary results.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; MACHADO, F. V. C. ; SCHNEIDER, L. P. ; RODRIGUES, A. L. L. ; PAES, T. R. ; MORITA, A. A. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, FABIO . Tempo sentado por dia, atividade física e suas correlações com testes de membros superiores em indivíduos com DPOC.. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; RODRIGUES, A. L. L. ; SCHNEIDER, L. P. ; FURLANETTO, K. C. ; PITTA, FABIO ; PROBST, VANESSA SUZIANE . (IN)Atividade física e DPOC: Capacidade de exercício, fator inerente discriminante?. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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CARVALHO, D. R. ; CASTRO, L. A. ; BRITO, I. L. ; FELCAR, J. M. ; PITTA, FABIO ; PROBST, VANESSA SUZIANE . Effect of high-intensity physical training on balance of patients with COPD submitted to exercise in water and on land.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; CASTRO, L. A. ; CARVALHO, D. R. ; SILVA, R. A. ; PROBST, V. S. . Reliability of the force platform in patients with COPD: Preliminary results.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. . Perfil de pacientes com DPOC que completam ou não um programa de treinamento físico aquático.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; CASTRO, L. A. ; CARVALHO, D. R. ; SILVA, R. A. ; PROBST, V. S. . Confiabilidade da plataforma de força em pacientes com DPOC: resultados preliminares.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; PROBST, VANESSA SUZIANE . Efeito aprendizado e fadiga na avaliação do equilibrio em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; FONSECA, J. F. N. ; PROBST, VANESSA SUZIANE . 30 minutos de repouso entre dois testes de caminhada de 6 minutos são suficientes para recuperação cardiovascular e sintomatológica em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica?. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. . Análise do equilibrio postural em pacientes com DPOC classificados de acordo com diferentes índices de gravidade da doença.. 2014. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FONSECA, J. F. N. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. . Comparação da resposta cronatrópica em indivíduos com DPOC no teste de caminhada de seis minutos.. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; PITTA, F. ; PROBST, V. S. . Gasto energético e trabalho realizado no TC6min e no ISWT em pacientes com DPOC. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ANDRIONI, R. A. F. ; BRITO, I. L. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. . Gasto energético de pacientes com DPOC e sua relação com a capacidade de exercício.. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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CELESTINO, J. Z. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. . Índice tempo e carga do teste de endurance com carga constante em cicloergômetro.. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MORITA, A. A. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. . Resposta cronotrópica no teste de caminhada de seis minutos em indivíduos com DPOC.. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PELISSON, L. ; BRITO, I. L. ; HERNANDES, N. A. ; PITTA, F. ; PROBST, V. S. . Trabalho desenvolvidos no 3º e no 6º minutos no teste de caminhada de 6 minutos em pacientes com DPOC.. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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NOBREGA, G. A. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. ; PROBST, V. S. . Trabalho e Gasto Energético Obtido no TC6min e no ISWT em pacientes com DPOC.. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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NASCIMENTO, L. F. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. . Variáveis do teste de endurance com carga constante em cicloergômetro: A relação tempo/carga. 2013. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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TERRA, M. B. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Efeito aprendizado no Shuttle Walk Test após três meses de realização da Primeira Avaliação. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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OLIVEIRA, L. A. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. ; PROBST, V. S. . Responsividade de Três testes de Capacidade de Exercicio a Reabilitação Pulmonar em Pacientes com DPOC. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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TERRA, M. B. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Efeito aprendizado no Shuttle Walk Test após três meses de realização da Primeira Avaliação. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MENESES, F. P. A. ; BRITO, I. L. ; LAVADO, E. L. . Fosfatase alcalina como preditor de alterações no metabolismo ósseo em indivíduos com lesão da medula espinhal: estudo de casos e controles. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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COIMBRA, J. H. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. . Responsividade de Três testes de Capacidade de Exercicio à Reabilitação Pulmonar em Pacientes com DPOC. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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OLIVEIRA, L. A. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. ; PROBST, V. S. . Responsividade de Três testes de Capacidade de Exercicio à Reabilitação Pulmonar em Pacientes com DPOC. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PAES, T. R. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Nível de atividade Física Diária de Pacientes com Dpoc que dessaturam ou não durante o exercício. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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QUESSADA, A. R. F. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Capacidade de exercício e atividade física diária em pacientes ansiosos e depressivos com DPOC. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MARTINS, A. Z. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Diferença entre o tc6min e o teste de endurance com carga constante em pacientes com DPOC. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; HERNANDES, N. A. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Variáveis do teste de endurance com carga constante em cicloergômetro: A relação tempo/carga. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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TERRA, M. B. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Variação do índice BODE após treinamento e estado clínico pré-tratamento em pacientes com DPOC. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MANTOVANI, P. R. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Relação da frequencia cardíaca com velocidade média a cada minuto no teste da caminhada em 6 minutos. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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OLIVEIRA, L. A. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. ; PROBST, V. S. . Trabalho máximo durante o incremental Shuttle Walking Test em idosos e individuos com DPOC.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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OLIVEIRA, L. A. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. . Trabalho máximo durante o Incremental Shuttle Walking Test em idosos e individuos com DPOC.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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OLIVEIRA, L. A. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. . Trabalho Máximo durante o Incremental Shuttle Walking Test em idosos fisicamente independentes e individuos com DPOC. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MARTINS, A. Z. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Diferença entre o TC6min e o teste de Endurance com carga constante em pacientes com DPOC. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; HERNANDES, N. A. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Variáveis do teste de endurance com carga constante em cicloergômetro: A relação tempo/carga. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; PAES, T. R. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Comparação do nível de atividade física na vida diária e capacidade de exercício em pacientes portadores de DPOC com ou sem dessaturação de oxigênio durante o teste de endurance em bicicleta.. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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QUESSADA, A. R. F. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Variáveis que se correlacionam com o desempenho no shuttle walk test em pacientes portadores de DPOC.. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MARTINS, A. Z. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Análise comparativa da velocidade média a cada minuto do teste de caminhada de 6 minutos em pacientes com DPOC.. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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LABURU, V. M. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Resposta ao treinamento físico em portadores de DPOC caracterizados de acordo com a gravidade clínica no índice BODE.. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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LABURU, V. M. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Qual é o teste de exercício mais responsivo para detectar melhora em portadores de DPOC caracterizados de acordo com a gravidade clínica no índice BODE?. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PAES, T. R. ; BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Comparação do nível de atividade física na vida diária e capacidade de exercício em pacientes portadores de DPOC com ou sem dessaturação de oxigênio durante o teste de endurance em bicicleta.. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Variáveis que influenciam a velocidade média do TC6 em Pacientes com DPOC.. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SUZUMURA, D. N. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Eficiência ventilatória após treinamento de alta e baixa intensidade na DPOC.. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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HIGA, C. H. N. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Análise de diferentes equações de estimativa de carga máxima em pacientes portadores de DPOC.. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SUZUMURA, D. N. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PITTA, F. . Eficiência ventilatória após treinamento de alta e baixa intensidade na DPOC.. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SUZUMURA, D. N. ; BRITO, I. L. ; PITTA, F. . Aplicabilidade de Equação para estimar carga máxima em brasileiros com DPOC.. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BRITO, I. L. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Variáveis que influenciam a velocidade média do TC6 em Pacientes com DPOC.. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BISCA, G. K. W. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Relação entre inatividade física e melhora do condicionamento físico após o treinamento na doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BISCA, G. K. W. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Testes de Exercício em pacientes com DPOC: Qual teste é mais responsivo ao treinamento Físico?. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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HIGA, C. H. N. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Mudanças na capacidade de exercício são refletidos subjetivamente por pacientes com DPOC?. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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MORAKAMI, F. K. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Quais testes de exercício refletem melhor o nível de atividade física na vida diária na DPOC?. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ORTEGA, L. M. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Análise de diferentes valores de normalidade para o teste de caminha de seis minutos.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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CAVALHERI, V. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Relação entre variáveis máximas de esforço e gravidade da doença em pacientes com DPOC. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ORTEGA, L. M. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Fatores que influenciam na capacidade submáxima de exercício em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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BISCA, G. K. W. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Relação entre inatividade física e melhora do condicionamento físico após treinamento na DPOC. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ORTEGA, L. M. ; BRITO, I. L. ; BRUNETTO, A. F. ; PROBST, V. S. ; PITTA, F. . Relação entre inatividade física e melhora do condicionamento físico após treinamento na DPOC. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Outras produções
SANTOS, J. G. ; OLIVEIRA, K. C. S. ; BRITO, I. L. ; HIGA, C. B. O. . Fisioterapia intensiva aplicada às doenças respiratórias. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Medicina e saúde).
CAMPOS, L. D. ; BRITO, I. L. ; HIGA, C. B. O. . Imaginologia e exames laboratoriais aplicados ao paciente crítico. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Medicina e saúde).
BRITO, I. L. . Interpretação de Exames de Imagens Pulmonar. 2019. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
BRITO, I. L. . Interpretação de Exames de Imagens Pulmonar. 2019. .
BRITO, I. L. ; SCHNEIDER, L. P. . Interpretação de Exames de Imagens Pulmonar. 2019. (Curso).
BRITO, I. L. ; SCHNEIDER, L. P. . Interpretação de Exames de Imagem Pulmonar. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
Projetos de pesquisa
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2016 - Atual
A adição do treinamento aeróbico de membros superiores ao treinamento aeróbico de membros inferiores e exercícios globais de força muscular se traduz em melhor desempenho nas atividades da vida diária e no nível de atividade física da vida diária em DPOC?, Descrição: Introdução: Diversos fatores contribuem para a limitação física em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), como o descondicionamento, a disfunção muscular e a inatividade física. Esses fatores são alvos terapêuticos que podem responder ao treinamento físico. Por isso, a literatura científica indica claramente que o exercício físico é benéfico para pacientes com DPOC. Apesar da recente recomendação de inclusão do treinamento aeróbico direcionado para os músculos dos membros superiores (MMSS) em programas de reabilitação pulmonar, o grande foco da maioria desses programas ainda é em exercícios aeróbicos de membros inferiores (MMII). Entretanto, é importante lembrar que pacientes com DPOC podem ter o seu desempenho físico afetado durante simples atividades da vida diária (AVDs) que envolvem os MMSS, como atividades domésticas ou de cuidado pessoal. Além disso, os resultados sobre os efeitos de treinamentos que incluem exercícios aeróbicos apenas para MMII no aumento do nível de atividade física na vida diária (AFVD) demonstrados na literatura são contraditórios. Portanto, uma dúvida permanece: o treinamento aeróbico de MMII e exercícios globais de força são os componentes-chave para a redução da inatividade física na vida diária, ou é necessária a inclusão do treinamento aeróbico de MMSS para otimizar essa redução? Objetivo: Verificar se pacientes com DPOC se tornam mais ativos fisicamente na vida diária e aumentam o desempenho nas AVDs após diferentes protocolos de treinamento físico de alta intensidade, a saber: um incluindo exercícios aeróbicos de MMII e exercícios globais de força muscular, e outro similar porém adicionando-se o treinamento aeróbico de MMSS. Métodos: Serão incluídos 64 pacientes com DPOC, que serão aleatorizados em dois grupos: treinamento de alta intensidade com exercícios aeróbicos de MMII e exercícios globais de força muscular; e o mesmo protocolo de alta intensidade com a adição do treinamento aeróbico de MMSS realizado em cicloergômetro. Ambos os treinamentos serão realizados três vezes/semana, durante seis meses. Todos os indivíduos serão avaliados antes, após três e seis meses de treinamento físico. Os pacientes realizarão as seguintes avaliações: função pulmonar (espirometria), força muscular respiratória (pressões respiratórias máximas), composição corporal (bioimpedância elétrica), nível de AFVD (acelerômetros), performance em atividades da vida diária (Londrina ADL Protocol), capacidade de exercício avaliada de forma máxima (teste incremental máximo de MMSS e teste cardiopulmonar de esforço), sub-máxima (teste de endurance em cicloergômetro com carga constante) e funcional (teste de caminhada de 6 minutos, four-meter gait speed test, sit to stand test e 6-min pegboard and ring test), força muscular periférica (dinamometria e teste de 1 repetição máxima), qualidade de vida, estado funcional, sensação de dispneia, ansiedade e depressão (questionários específicos para cada um desses aspectos). Resultados esperados: Os resultados do projeto adicionarão informações relevantes à literatura científica dessa área de conhecimento ao investigar a hipótese de que a adição do treinamento aeróbico de MMSS a um treinamento de alta intensidade e longa duração (6 meses) contribui para reverter o estilo de vida sedentário de pacientes com DPOC, ou seja, aumentar o seu nível de AFVD. Além disso, também será analisada a hipótese de que esse incremento da AFVD pode ocorrer já após 3 meses de intervenção por potencializar o paciente mais rapidamente para um melhor desempenho na vida diária.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Igor Lopes de Brito - Integrante / PITTA, FABIO - Coordenador / Nídia A. Hernandes - Integrante.
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2014 - Atual
QUAL TESTE FUNCIONAL DE EXERCÍCIO REFLETE MELHOR AS MUDANÇAS NA ATIVIDADE FÍSICA DE VIDA DIÁRIA APÓS PROGRAMA DE TREINAMENTO FÍSICO EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA?, Descrição: INTRODUÇÃO: SABE-SE QUE PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) SÃO CARACTERIZADOS POR INTOLERÂNCIA AO EXERCÍCIO E ESSE FATOR PODE SER LIMITANTE NA REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES FÍSICAS DE VIDA DIÁRIA (AFVD). ALGUNS TESTES UTILIZADOS NA AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO E QUE REFLETEM A FUNCIONALIDADE DE PACIENTES COM DPOC TÊM SIDO PRECONIZADOS, COMO POR EXEMPLO, O 4-METER-GAIT-SPEED (4MGS) E O SIT-TO-STAND TEST (STST). PORÉM, AINDA NÃO SE SABE SE HÁ RELAÇÃO ENTRE AS MUDANÇAS OBSERVADAS NESTES TESTES E AS MUDANÇAS NA AFVD APÓS UM PROGRAMA DE TREINAMENTO FÍSICO DE ALTA INTENSIDADE. OBJETIVOS: IDENTIFICAR QUAL TESTE FUNCIONAL DE EXERCÍCIO É CAPAZ DE REFLETIR MELHOR A AFVD APÓS PROGRAMA DE TREINAMENTO FÍSICO DE ALTA INTENSIDADE EM PACIENTES COM DPOC E AVALIAR A RESPONSIVIDADE DOS DIFERENTES TESTES FUNCIONAIS. AVALIAR TRÊS DIFERENTES PROTOCOLOS DO SIT-TO-STAND TEST EM PACIENTES COM DPOC E CORRELACIONÁ-LOS COM A CAPACIDADE FUNCIONAL E MÁXIMA DE EXERCÍCIO, FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA E AFVD DESSES INDIVÍDUOS. MATERIAL E MÉTODOS: PARTICIPARÃO DO ESTUDO 22 PACIENTES COM DPOC, QUE SERÃO SUBMETIDOS ÀS SEGUINTES AVALIAÇÕES: FUNÇÃO PULMONAR, CAPACIDADE FUNCIONAL E MÁXIMA DE EXERCÍCIO, FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA E AFVD. APÓS A AVALIAÇÃO INICIAL, OS INDIVÍDUOS PARTICIPARÃO DE UM PROGRAMA DE TREINAMENTO FÍSICO DE ENDURANCE E FORÇA REALIZADO 3 VEZES POR SEMANA, DURANTE 12 SEMANAS (PROTOCOLO DE ALTA INTENSIDADE). AO FINAL DO PROGRAMA DE TREINAMENTO, OS PARTICIPANTES SERÃO REAVALIADOS SEGUINDO OS MESMOS TESTES REALIZADOS NA AVALIAÇÃO INICIAL. ANÁLISE ESTATÍSTICA: A NORMALIDADE NA DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS SERÁ AVALIADA PELO TESTE DE SHAPIRO-WILK E OS DADOS SERÃO DESCRITOS COMO MÉDIA±DESVIO OU MEDIANA [INTERVALO INTERQUARTÍLICO 25%-75%]. PARA ANALISAR AS DIFERENÇAS PRÉ E PÓS TREINAMENTO FÍSICO SERÁ UTILIZADO O TESTE T PAREADO OU O TESTE DE WILCOXON E AS CORRELAÇÕES ENTRE AS VARIÁVEIS DE INTERESSE SERÃO ANALISADAS POR MEIO DO COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO DE PEARSON OU SPEARMAN. O TESTE ONE-WAY ANOVA OU O TESTE DE KRUSKALL-WALLIS, AMBOS COM O PÓS-TESTE DE TUKEY, SERÁ UTILIZADO PARA AS COMPARAÇÕES DOS DIFERENTES PROTOCOLOS. PARA TODAS AS ANÁLISES, A SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA SERÁ DETERMINADA COMO P<0.05. CONTRIBUIÇÕES ESPERADAS: ESPERA-SE QUE OS RESULTADOS DO PRESENTE ESTUDO MOSTREM QUE APÓS 3 MESES DE TREINAMENTO FÍSICO OS PACIENTES COM DPOC MELHOREM SUA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO AVALIADA POR MEIO DE TESTES FUNCIONAIS SIMPLES. ALÉM DISSO, O PRESENTE PROJETO DEFINIRÁ SE É POSSÍVEL IDENTIFICAR MUDANÇAS NO COMPORTAMENTO SEDENTÁRIO DE PACIENTES COM DPOC POR MEIO DAS MUDANÇAS OBSERVADAS NESSES TESTES E SEM A UTILIZAÇÃO DE MONITORES DE ATIVIDADE FÍSICA. ESPERA-SE TAMBÉM IDENTIFICAR QUAL PROTOCOLO DO STST REFLETE MELHOR A CAPACIDADE DE EXERCÍCIO, FORÇA MUSCULAR E AFVD EM PACIENTES COM DPOC E DESSA FORMA, SUGERIR A PADRONIZAÇÃO DE REALIZAÇÃO DE TAL PROTOCOLO PARA AQUELES QUE DESEJEM COMPLEMENTAR A AVALIAÇÃO GLOBAL DE SEUS PACIENTES UTILIZANDO-SE DESTE TESTE FUNCIONAL.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Igor Lopes de Brito - Integrante / NIDIA APARECIDA HERNANDES - Integrante / VANESSA SUZIANE PROBST - Integrante / Thaís Rebeca Paes - Integrante / Fabio Pitta - Coordenador / Gianna Kelren Waldrich Bisca - Integrante / Fernanda Kazmierski Morakami - Integrante / Gabriela de Andrade Nobrega - Integrante / Jéssica Fernanda do Nascimento Fonseca - Integrante / Andrea Akemi Morita - Integrante / Laiza Francine Nascimento - Integrante / ALINE GONÇALVES NELLESSEN - Integrante / ANTENOR LUIZ LIMA RODRIGUES - Integrante / LEILA DONÁRIA DE OLIVEIRA - Integrante / THAÍS JORDÃO PEREZ SANT'ANA - Integrante.
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2014 - Atual
REPRODUTIBILIDADE DO TESTE DE EXERÍCIO CARDIOPULMONAR REALIZADO EM ESTEIRA EM PACIENTES COM DPOC, Descrição: INTRODUÇÃO: A DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) APRESENTA NÃO SÓ REPERCUSSÕES PULMONARES, MAS TAMBÉM SISTÊMICAS, COMO A REDUÇÃO NA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO. ATUALMENTE EXISTEM VÁRIOS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO, PORÉM ALGUNS AINDA NÃO FORAM ESTUDADOS EM PROFUNDIDADE EM PACIENTES COM DPOC. O TESTE DE EXERCÍCIO CARDIOPULMONAR (TCPE) É UM MÉTODO DE AVALIAÇÃO MUITO UTILIZADO ATUALMENTE, QUE CONSISTE NA REALIZAÇÃO DE UMA ATIVIDADE FÍSICA ATÉ A EXAUSTÃO, OU SEJA, TOLERÂNCIA MÁXIMA. O TESTE É MAIS COMUMENTE REALIZADO EM BICICLETA, E A SUA REPRODUTIBILIDADE QUANDO REALIZADO EM ESTEIRA ERGOMÉTRICA AINDA NÃO FOI COMPROVADA. OBJETIVO: AVALIAR A REPRODUTIBILIDADE DO TESTE DE ESFORÇO CARDIOPULMONAR NA ESTEIRA EM PACIENTES COM DPOC. MATERIAIS E MÉTODOS: SERÃO INCLUSOS PACIENTES COM DPOC DIAGNOSTICADOS DE ACORDO COM CRITÉRIOS INTERNACIONAIS, ESTÁVEIS, SEM RESTRIÇÕES À PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA. A AVALIAÇÃO DOS INDIVÍDUOS CONSISTIRÁ EM PROVA DE FUNÇÃO PULMONAR (ESPIROMETRIA) E DOIS TCPE COM INTERVALO DE 48H ENTRE SI PARA AVALIAR A REPRODUTIBILIDADE DO TESTE. ANÁLISE ESTATÍSTICA: A DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS SERÁ ANALISADA PELO TESTE DE SHAPIRO-WILK. O TESTE T PAREADO (OU O TESTE DE WILCOXON), O COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO INTRACLASSE (CCI) E A ANÁLISE GRÁFICA DE BLAND AND ALTMAN SERÃO UTILIZADOS PARA ANALISAR REPRODUTIBILIDADE DOS DOIS TCPE EM ESTEIRA. A SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA SERÁ DETERMINADA COMO P<0.05. CONTRIBUIÇÕES ESPERADAS: ESTE ESTUDO ESPERA CONTRIBUIR COM A PRÁTICA CLÍNICA AVALIANDO A REPRODUTIBILIDADE DO TCPE EM ESTEIRA E, EM CASO DE REPRODUTIBILIDADE COMPROVADA, ASSEGURANDO AOS AVALIADORES QUE NÃO POSSUEM UM CICLO ERGÔMETRO À DISPOSIÇÃO QUE A UTILIZAÇÃO DA ESTEIRA ERGOMÉTRICA PODE SER UM MÉTODO ALTERNATIVO CONFIÁVEL. ISSO IRÁ COLABORAR COM O MELHOR CONHECIMENTO DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE PACIENTES COM DPOC.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Igor Lopes de Brito - Integrante / NIDIA APARECIDA HERNANDES - Integrante / Thaís Rebeca Paes - Integrante / Fabio Pitta - Coordenador / Gianna Kelren Waldrich Bisca - Integrante / Fernanda Kazmierski Morakami - Integrante / Andrea Akemi Morita - Integrante / ALINE GONÇALVES NELLESSEN - Integrante / ANTENOR LUIZ LIMA RODRIGUES - Integrante / KARINA COUTO FURLANETTO - Integrante / LEILA DONÁRIA DE OLIVEIRA - Integrante / THAÍS JORDÃO PEREZ SANT'ANA - Integrante / VICTORIA CRISTINA ESCOBAR - Integrante.
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2013 - Atual
ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA E FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA EM TABAGISTAS, Descrição: INTRODUÇÃO: SABE-SE QUE UMA PARTE CONSIDERÁVEL DOS INDIVÍDUOS TABAGISTAS SEM OBSTRUÇÃO AO FLUXO AÉREO APRESENTA REDUÇÃO DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA (AFVD), E DA MESMA FORMA ACONTECE COM RELAÇÃO À REDUÇÃO DA FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA (FMP). PORÉM, AINDA NÃO ESTÁ CLARO SE EXISTE RELAÇÃO ENTRE A REDUÇÃO DA AFVD E DA FMP NESSA POPULAÇÃO, OU SE ESSAS SÃO CONSEQUÊNCIAS INDEPENDENTES DO TABAGISMO. OBJETIVOS: ESTUDAR A RELAÇÃO ENTRE O NÍVEL DE AFVD E A FMP EM INDIVÍDUOS TABAGISTAS E COMPARAR COM INDIVÍDUOS NÃO TABAGISTAS. MATERIAIS E MÉTODOS: SERÃO INCLUÍDOS TABAGISTAS E NÃO TABAGISTAS (GRUPO-CONTROLE) SEM ALTERAÇÕES PATOLÓGICAS SEVERAS, QUE INICIALMENTE REALIZARÃO UMA ENTREVISTA PARA OBTENÇÃO DOS DADOS PESSOAIS E RESPONDERÃO A UM INQUÉRITO SOBRE HÁBITOS DE SAÚDE, QUESTIONÁRIOS ESPECÍFICOS PARA SINTOMAS DE ANSIEDADE E DEPRESSÃO E QUESTIONÁRIO ESPECÍFICO PARA AVALIAR GRAU DE DEPENDÊNCIA DE NICOTINA. POSTERIORMENTE SERÁ AVALIADA A FUNÇÃO PULMONAR POR MEIO DA ESPIROMETRIA, ENQUANTO A FORÇA MUSCULAR PERIFÉRICA SERÁ QUANTIFICADA POR MEIO DO DINAMÔMETRO TRAÇÃO COMPRESSÃO (EMG SYSTEM), AVALIANDO O PICO DE FORÇA DOS MÚSCULOS EXTENSORES DE JOELHO. O NÍVEL DE AFVD SERÁ AVALIADO POR MEIO DE MONITORIZAÇÃO OBJETIVA COM USO DE PEDÔMETROS. ANÁLISE ESTATÍSTICA: PARA A ANÁLISE DA NORMALIDADE NA DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS SERÁ UTILIZADO O TESTE DE SHAPIRO-WILK. PARA A COMPARAÇÃO ENTRE OS GRUPOS SERÁ UTILIZADO O TESTE T NÃO PAREADO OU O TESTE DE MANN-WITHNEY, DEPENDENDO DA DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS. CORRELAÇÕES SERÃO AVALIADAS POR MEIO DOS COEFICIENTES DE PEARSON OU PEARMAN, TAMBÉM A DEPENDER DA NORMALIDADE NA DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS. ANÁLISE DE REGRESSÃO SIMPLES SERÁ REALIZADA PARA ESTUDO DA RELAÇÃO INDEPENDENTE ENTRE TABAGISMO, INATIVIDADE E FRAQUEZA MUSCULAR. CONTRIBUIÇÕES ESPERADAS: OS RESULTADOS TÊM O POTENCIAL DE CONTRIBUIR PARA A COMPREENSÃO DO MECANISMO DA INATIVIDADE FÍSICA EM TABAGISTAS, E CONSEQUENTEMENTE ADICIONAR INFORMAÇÕES IMPORTANTES AO COMBATE AOS EFEITOS DELETÉRIOS DO TABAGISMO NA POPULAÇÃO.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Igor Lopes de Brito - Integrante / Fábio de Oliveira Pitta - Coordenador / NIDIA APARECIDA HERNANDES - Integrante / Thaís Rebeca Paes - Integrante / Gianna Kelren Waldrich Bisca - Integrante / Fernanda Kazmierski Morakami - Integrante / Andrea Akemi Morita - Integrante / ALINE GONÇALVES NELLESSEN - Integrante / ANTENOR LUIZ LIMA RODRIGUES - Integrante / KARINA COUTO FURLANETTO - Integrante / LAIS CAROLINI SANTIN - Integrante / LEILA DONÁRIA DE OLIVEIRA - Integrante / THAÍS JORDÃO PEREZ SANT'ANA - Integrante / VICTORIA CRISTINA ESCOBAR - Integrante / VICTORIA DE ALMEIDA PANTAROTTO - Integrante.
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2012 - Atual
SEGUIMENTO A LONGO PRAZO DE UM PROGRAMA DE TREINAMENTO FÍSICO DE LONGA DURAÇÃO SOBRE ASPECTOS PULMONARES E SISTÊMICOS DE PACIENTES PORTADORES DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC), Descrição: Diversos fatores contribuem para a limitação física em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (dpoc), como o descondicionamento, a disfunção muscular e a inatividade física. Esses fatores são alvos terapêuticos que se beneficiam do exercício físico. A literatura científica indica claramente que o exercício físico é benéfico para pacientes com dpoc, e a questão chave. No momento não é se o paciente deve ou não realizar exercício físico, mas sim qual a contribuição específica de cada modalidade de exercício para essa população. Sobre este tópico, as características do programa de treinamento a ser ofertado aos pacientes tem sido motivo de grande debate entre os pesquisadores desta área, embora recentemente o treinamento de alta. Intensidade tem sido reconhecido como superior ao treinamento de baixa intensidade. A literatura científica indica também que, para mudar a rotina de inatividade física de pacientes com dpoc, programas de longa duração são indicados. Porém, uma dúvida permanece: se existem pacientes que respondem ao programa de exercícios físicos aumentando seu nível de atividade física diária, eles seriam capazes de manter um estilo de vida mais ativo a longo prazo após o término do programa de reabilitação? Com base nessa dúvida, o objetivo deste projeto é comparar os efeitos a longo prazo de dois protocolos de treinamento físico em um programa de longa duração (6 meses, 1 ano e 2 anos) em pacientes portadores de dpoc: um protocolo de alta intensidade (baseado em treinamento de endurance e força) e um protocolo de baixa intensidade (baseado em exercícios respiratórios e de readequação do complexo tóraco-pulmonar). Espera-se que os resultados do projeto contribuam para a literatura científica da área ao definir se o treinamento de baixa intensidade pode contribuir tanto quanto o de alta intensidade para alterar o estilo de vida sedentário dos pacientes a longo prazo após um programa de exercício de longa duração.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Igor Lopes de Brito - Integrante / Fábio de Oliveira Pitta - Integrante / NIDIA APARECIDA HERNANDES - Coordenador / VANESSA SUZIANE PROBST - Integrante.
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2009 - 2012
EFEITOS DE UM PROGRAMA DE EXERCÍCIO FÍSICO DE LONGA DURAÇÃO SOBRE ASPECTOS PULMONARES E SISTÊMICOS EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA (DPOC), Descrição: DIVERSOS FATORES CONTRIBUEM PARA A LIMITAÇÃO FÍSICA EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC), COMO O DESCONDICIONAMENTO, A DISFUNÇÃO MUSCULAR E A INATIVIDADE FÍSICA. ESSES FATORES SÃO ALVOS TERAPÊUTICOS QUE SE BENEFICIAM DO EXERCÍCIO FÍSICO. A LITERATURA CIENTÍFICA INDICA CLARAMENTE QUE O EXERCÍCIO FÍSICO É BENÉFICO PARA PACIENTES COM DPOC, E A QUESTÃO CHAVE NO MOMENTO NÃO É SE O PACIENTE DEVE OU NÃO REALIZAR EXERCÍCIO FÍSICO, MAS SIM QUAL A CONTRIBUIÇÃO ESPECÍFICA DE CADA MODALIDADE DE EXERCÍCIO PARA ESSA POPULAÇÃO. SOBRE ESTE TÓPICO, AS CARACTERÍSTICAS DO PROGRAMA DE TREINAMENTO A SER OFERTADO AOS PACIENTES TEM SIDO MOTIVO DE GRANDE DEBATE ENTRE OS PESQUISADORES DESTA ÁREA, EMBORA RECENTEMENTE O TREINAMENTO DE ALTA INTENSIDADE TEM SIDO RECONHECIDO COMO SUPERIOR AO TREINAMENTO DE BAIXA INTENSIDADE. A LITERATURA CIENTIFICA INDICA TAMBÉM QUE, PARA MUDAR A ROTINA DE INATIVIDADE FÍSICA DE PACIENTES COM DPOC, PROGRAMAS DE LONGA DURAÇÃO SÃO INDICADOS. PORÉM, UMA DÚVIDA PERMANECE: SE A LONGA DURAÇÃO DO PROGRAMA É O COMPONENTE-CHAVE PARA A REDUÇÃO NA INATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA, NÃO ESTÁ CLARO SE A ALTA INTENSIDADE DE TREINAMENTO É NECESSÁRIA NESSE PROTOCOLO DE LONGA DURAÇÃO. SE A DURAÇÃO FOR O ÚNICO FATOR A INFLUENCIAR OS RESULTADOS OBTIDOS COM O PROGRAMA, ENTÃO A INTENSIDADE DE TREINAMENTO PODE SER REDUZIDA, AUMENTANDO ASSIM A ADESÃO DOS PACIENTES AO PROTOCOLO. COM BASE NESSA DÚVIDA, O OBJETIVO DESTE PROJETO É COMPARAR OS EFEITOS DE DOIS PROTOCOLOS DE TREINAMENTO FÍSICO EM UM PROGRAMA DE REABILITAÇÃO DE LONGA DURAÇÃO (6 MESES) EM PACIENTES COM DPOC: UM PROTOCOLO DE ALTA INTENSIDADE (BASEADO EM TREINAMENTO DE ENDURANCE E FORÇA) E UM PROTOCOLO DE BAIXA INTENSIDADE (BASEADO EM EXERCÍCIOS RESPIRATÓRIOS E DE READEQUAÇÃO DO COMPLEXO TÓRACO-PULMONAR). ESPERA-SE QUE OS RESULTADOS DO PROJETO CONTRIBUAM PARA A LITERATURA CIENTÍFICA DA ÁREA AO DEFINIR SE O TREINAMENTO DE BAIXA INTENSIDADE PODE CONTRIBUIR TANTO QUANTO O DE ALTA INTENSIDADE PARA ALTERAR O ESTILO DE VIDA SEDENTÁRIO DOS PACIENTES APÓS UM PROGRAMA DE EXERCÍCIO DE LONGA DURAÇÃO.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Igor Lopes de Brito - Integrante / NIDIA APARECIDA HERNANDES - Integrante / VANESSA SUZIANE PROBST - Integrante / Fabio Pitta - Coordenador / Alana Roberta Forti Quessada - Integrante / Agatha Zacharias Martins - Integrante / Gianna Kelren Waldrich Bisca - Integrante / Vinicius Cavalheri - Integrante / Marcelle Brandão Terra - Integrante / Lucas Araújo de Oliveira - Integrante / Jéssica Fernanda do Nascimento Fonseca - Integrante / Jéssica Zordão Celestino - Integrante / Letícia Pelisson - Integrante.
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2006 - 2009
TICOS: TÉCNICAS DE INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL APLICADAS À ÁREA DA SAÚDE, Descrição: O termo inteligência computacional tem sido usado para descrever sistemas que implementam certos aspectos de comportamento inteligente através de métodos numéricos. Exemplos de técnicas de inteligência computacional incluem redes neurais artificiais, programação evolucionária, sistemas fuzzy entre outros, que são áreas de estudo oriundas da inteligência artificial. O uso destas técnicas, de forma isolada ou combinada tem sido buscada como alternativa para entendimento de sistemas complexos, onde o conjunto de variáveis e a relação entre estas pode não ser totalmente conhecida, dificultando a modelagem de tais sistemas. Na área biomédica, diversos fenômenos fisiológicos necessitam ser melhor compreendidos em diferentes circunstâncias. A temática que motivou este projeto é a compreensão de alguns aspectos da fisiologia cardiorrespiratória, obtidos através de medidas fisiológicas, sejam elas uma série temporal, que pode ser analisada sob a ótica de processamento digital de sinais, bem como medidas momentâneas que auxiliam na classificação do estado de gravidade de uma patologia. Neste sentido, alguns estudos já foram desenvolvidos previamente, incluindo a modelagem e análise de diferentes modelos de redes neurais para identificação da doença pulmonar crônica obstrutiva. Os objetivos desta proposta residem no estudo, proposição e análise de algoritmos para problemas de interpretação de medidas cardiorrespiratórias usando técnicas de inteligência computacional.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Igor Lopes de Brito - Integrante / Antonio Fernando Brunetto - Integrante / Fábio de Oliveira Pitta - Integrante / Maria Angelica Camargo Brunetto - Coordenador.
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2006 - 2009
PERFIL DE ATIVIDADE FÍSICA NA VIDA DIÁRIA EM PACIENTES PORTADORES DE DPOC: ESTUDO CONTROLADO EM UMA AMOSTRA DA CIDADE DE LONDRINA/PR, BRASIL, Descrição: A dpoc é caracterizada por obstrução não totalmente reversível das vias aéreas e geralmente ligada ao tabagismo crônico. Além da limitação ao fluxo aéreo e consequente dispnéia, a dpoc também tem sido recentemente descrita como uma doença com consequências sistêmicas. Entre elas, a progressiva perda de condicionamento físico e de força muscular, o que muitas vezes ocorre independentemente da gravidade do quadro pulmonar. Tem sido sugerido que a interação entre dispnéia, descondicionamento e fraqueza muscular agem como uma espécie de círculo vicioso ou espiral negativo, resultando em um nível de atividade física na vida diária dramaticamente reduzido nessa população. A metodologia de avaliação do nível de atividade física na vida diária. Evoluiu grandemente nos últimos anos. Equipamentos como os acelerômetros (ou monitores de atividade física) foram desenvolvidos e se tornaram disponíveis e acessíveis para pesquisa científica. Tal evolução tecnológica permitiu que, ultimamente, diversos estudos confirmassem objetivamente a hipótese de que a atividade física na vida diária nos pacientes com dpoc é acentuadamente reduzida, incluindo uma série de estudos do autor desse projeto. No entanto, Todos esses estudos são baseados na europa e nos estados unidos. Como já sugerido na literatura, o clima e diferenças socio-culturais podem influenciar no perfil de atividade física de diferentes populações. No entanto, não existe até o momento na literatura científica qualquer estudo quantificando a atividade física na população brasileira de dpoc através de instrumentos objetivos e precisos como os monitores de atividade física, e comparando esse nível de atividade física com um grupo controle pareado por idade e sexo. Além disso, não se sabe se um teste funcional simples como o teste da caminhada de seis minutos (tc6) pode refletir adequadamante o nível de atividade física na vida diária de pacientes brasileiros com dpoc assim como tem sido Demonstrado em outras populações. Através desse projeto de pesquisa será possível quantificar o nível de atividade física de uma população de pacientes brasileiros portadores de dpoc e comparar esse grupo a um grupo controle. Isso gerará diferentes contribuições clínicas: 1) será possível determinar qual o grau de inatividade de pacientes com dpoc em relação a idosos saudáveis, e as potenciais conseqüências dessa inatividade; 2) será possível saber se há Diferença entre o nível de atividade física na vida diária dos pacientes brasileiros e europeus, e determinar a influência do clima e de diferenças sócio-culturais na atividade física na vida diária; 3) será possível determinar se um teste funcional simples como o tc6 pode ser considerado como um reflexo do nível de atividade física na vida diária de pacientes com dpoc, evitando a necessidade de monitoração objetiva com equipamentos caros e complexos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Igor Lopes de Brito - Integrante / Antonio Fernando Brunetto - Integrante / Fábio de Oliveira Pitta - Coordenador.
Prêmios
2016
3º Lugar na Categoria Tema LIvre Oral - XVIII Simpósio Internacional de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, Assobrafir.
2013
1º Lugar (categoria Oral) - XII Congresso Londrinense de Fisioterapia, CAFIT.
2013
3º Lugar (categoria - Poster) XII Congresso Londrinense de Fisioterapia, CAFIT.
2013
2º lugar (categoria Oral) - VII SULBRAFIR - Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva., Assobrafir.
2012
1º lugar (categoria poster / graduação) no XVI Simpósio Internacional de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva, Assobrafir.
2012
1º Lugar (categoria poster) Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Hospitalar., AMF.
2011
1º lugar (Categoria Profissional) no VI SULBRAFIR - Congresso Sulbrasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva., Assobrafir.
2008
1ª lugar (categoria oral). XIV Simpósio Internacional de Fisioterapia respiratória e fisioterapia em terapia intensiva., Assobrafir.
2008
3ª lugar (categoria graduação oral). XIV Simpósio Internacional de Fisioterapia respiratória e fisioterapia em terapia intensiva., Assobrafir.
Histórico profissional
Experiência profissional
2011 - 2012
Bem MultiprofissionalVínculo: Profissional Liberal, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta, Carga horária: 20
2014 - 2014
Fit Care FisioterapiaVínculo: Profissional Liberal, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta, Carga horária: 20
2011 - 2012
Fit Care FisioterapiaVínculo: Profissional Liberal, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta, Carga horária: 20
2010 - 2010
BioFisio - serviço de fisioterapia e reabilitação s/c LTDAVínculo: Profissional Liberal, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta, Carga horária: 20
2017 - Atual
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Doutarando em ciências da reabilitação, Carga horária: 40
2010 - Atual
Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 20
Atividades
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02/2010
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Ciências da Saúde.,Linhas de pesquisa
2015 - Atual
Hospital Universitário da Universidade Estadual de LondrinaVínculo: Profissional Liberal, Enquadramento Funcional: Fisioterapeuta, Carga horária: 30
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