Camila Antunes da Silva

Zootecnista pelo Instituto Federal Farroupilha (2015). Possui experiência na área de Produção Animal com ênfase em produção de bovinos de corte confinados. Atualmente é Gerente Geral e Responsável Técnico na Vacariana Nutrição Animal, e cursa Mestrado no Instituto Federal Catarinense no Programa de Pós-Graduação Stricto sensu em Produção e Sanidade Animal (PPGPSA).

Informações coletadas do Lattes em 26/01/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado profissional em andamento em Produção e Sanidade Animal

2019 - Atual

Instituto Federal Catarinense, IF-Catarinense
Título: , Ano de Obtenção:
Orientador: Carlos Eduardo Nogueira Martins
Coorientador: Pedro Veiga Paulino. Palavras-chave: RUMINANTE; GANHO MÉDIO DIÁRIO; DIETA TOTAL; CONFINAMENTO.Grande área: Ciências AgráriasGrande Área: Ciências Agrárias / Área: Zootecnia / Subárea: Nutrição e Alimentação Animal. Grande Área: Ciências Agrárias / Área: Zootecnia / Subárea: Nutrição e Alimentação Animal / Especialidade: Avaliação de Alimentos para Animais. Setores de atividade: Atividades veterinárias.

Graduação em Zootecnia

2010 - 2015

Instituto Federal Farroupilha, IF-Farroupilha
Título: Pré parto em Vacas Leiteiras
Orientador: Diego Zeni

Formação complementar

2019 - 2019

Curso intensivo em Gerenciamento de Fábrica de Rações. (Carga horária: 32h). , AGROPEC Consultoria, AG, Brasil.

2014 - 2014

Manejo e Conservação de Campo Nativo. (Carga horária: 40h). , Instituto Federal Farroupilha Campus Alegrete, IFFCA, Brasil.

2014 - 2014

Inseminação Artificial de Bovinos. (Carga horária: 40h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.

2014 - 2014

Inseminação Artificial em Bovinos de Corte. (Carga horária: 40h). , Instituto Federal Farroupilha Campus Alegrete, IFFCA, Brasil.

2012 - 2012

Workshop em Topografia e Geodésia. (Carga horária: 8h). , Instituto Federal Farroupilha Campus Alerete, IFF- CA, Brasil.

2012 - 2012

Manejo de Bovinos leiteiros e de corte para produt. (Carga horária: 80h). , Instituto Federal Farroupilha Campus Alegrete, IFFCA, Brasil.

2010 - 2010

Avaliação do escore corporal de ovinos. (Carga horária: 4h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.

2010 - 2010

Melhoramento Genético de Bovinos de Leite. (Carga horária: 16h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR, Brasil.

2010 - 2010

Atendimento às normas MAPA. (Carga horária: 4h). , Prefeitura Municipal de Alegrete, PMA, Brasil.

2010 - 2010

1º Simpósio Gaucho de Ovinocultura. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Zootecnia / Subárea: Nutrição Animal.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Zootecnia / Subárea: Produção Animal.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Zootecnia / Subárea: Bovinocultura de Corte.

Participação em eventos

Encontro de Confinamento da Scot Consultoria. 2020. (Encontro).

Encontro de Recriadores da Scot Consultoria. 2020. (Encontro).

Confinamento: Dias de cocho x Dias de lucro. 2019. (Outra).

Encontro de Confinamento da Scot Consultoria. 2019. (Encontro).

Encontro de Confinamento da Scot Consultoria - Dia de Campo. 2019. (Encontro).

Encontro de Recriadores da Scot Consultoria. 2019. (Encontro).

8 Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite. 2018. (Simpósio).

II INTEGRAZOO. 2014. (Seminário).

II Ciclo de Palestras da Zootecnia. 2013. (Seminário).

I INTEGRAZOO. 2013. (Seminário).

IX CICLO DE PALESTRAS E DIA DE CAMPO EM PECUÁRIA DE CORTE. 2013. (Encontro).

4ª Jornada Apícola. 2012. (Encontro).

Interações entre reprodução e metabolismo de ruminantes. 2012. (Oficina).

I Semana Acadêmica de Zootecnia. 2012. (Oficina).

Administração rural. 2011. (Oficina).

I Semana acadêmica de Zootecnia. 2011. (Seminário).

Nutrição e alimentação de suínos, aditivos e promotores de crescimento estudados na UFSM. 2011. (Oficina).

13 Seminário Acadêmico Curso de Medicina Veterinária. 2010. (Seminário).

Nivelamento das orientações para os tecnicos do SIM visando adequação aos SISBI/SUASA, e, Atendimento as normas do MAPA. 2010. (Encontro).

Orientou

TATIANA ROSA DE QUADROS

Estágio em Nutrição de Bovinos de Corte; 2020; Orientação de outra natureza; (Agronomia) - Instituto Federal Catarinense; Orientador: Camila Antunes da Silva;

Grasiele Castilhos

Estágio em Confinamento e Nutrição de Bovinos de Corte; 2020; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Universidade de Caxias do Sul; Orientador: Camila Antunes da Silva;

Luan da Cruz Bastos

Estágio em Nutrição de Bovinos de Corte; 2020; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Centro Universitário FACVEST; Orientador: Camila Antunes da Silva;

monique Fonseca

Estágio em Confinamento de Bovinos de Corte; 2019; Orientação de outra natureza; (Técnico em Agropecuária) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul C; Orientador: Camila Antunes da Silva;

Osman Fritz

Estágio em Confinamento e Nutrição de Bovinos de Corte; 2019; Orientação de outra natureza; (Medicina Veterinária) - Instituto Federal Catarinense; Orientador: Camila Antunes da Silva;

Marina Koch

Estágio em Confinamento de Bovinos de Corte; 2016; Orientação de outra natureza; (Zootecnia) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul; Orientador: Camila Antunes da Silva;

Produções bibliográficas

  • SCHORR, C. P. W. ; Silva, A. M. ; SILVA, C. A. ; ZENI, D. ; PELLEGRINI, C. B. ; PELLEGRINI, M. Z. . DESEMPENHO PRODUTIVO DE BEZERROS DE CORTE CASTRADOS COM OU SEM USO DE ANTIINFLAMATÓRIO AOS DEZ MESES DE IDADE. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOTECNIA- ZOOTEC, 2014, Vitória- ES. ANAIS ZOOTEC, 2014.

  • SCHORR, C. P. W. ; SILVA, C. A. ; Silva, A. M. ; PELLEGRINI, C. B. ; CONFORTIN, A. C. C. ; ARAUJO, C. L. ; LEAES, R. P. ; VILAVERDE, D. E. G. . PRODUÇÃO DE FORRAGEM DE UMA MISTURA DE AVEIA PRETA E AZEVÉM SOB DIFERENTES FONTES DE FERTILIZAÇÃO ORGÂNICA E QUÍMICA. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOTECNIA- ZOOTEC, 2014, Vitória- ES. ANAIS ZOOTEC 2014, 2014.

  • SCHORR, C. P. W. ; Silva, A. M. ; SILVA, C. A. ; ZENI, D. ; CONFORTIN, A. C. C. ; PELLEGRINI, C. B. ; VILAVERDE, D. E. G. ; LEAES, R. P. ; ARAUJO, C. L. ; ROSA, F. S. . PRODUÇÃO DE FORRAGEM E RELAÇÃO FOLHA:COLMO DE UMA MISTURA DE AVEIA E AZEVÉM SOB FERTILIZAÇÃO QUÍMICA E ORGÂNICA. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOTECNIA- ZOOTEC, 2014, Vitória- ES. ANAIS ZOOTEC, 2014.

  • SILVA, C. A. ; Silva, A. M. ; SCHORR, C. P. W. ; PELLEGRINI, C. B. ; PELLEGRINI, M. Z. . DESEMPENHO PRODUTIVO DE BEZERROS DE CORTE CASTRADOS COM OU SEM USO DE ANTIINFLAMATÓRIO AOS DEZ MESES DE IDADE. In: MOSTRA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGICA, 2013, São Vicente do Sul- RS. Anais da 4. Mostra Científica e Tecnológica [recurso digital] / Organização Rafaelle Ribeiro Gonçalves ... [et. al.]. - São Vicente do Sul: Instituto Federal Farroupilha Câmpus São Vicente do Sul, 2013., 2013.

  • Silva, A. M. ; ZENI, D. ; SILVA, C. A. ; VIEIRA, A. C. ; KOZLOSKI, G. V. . EFEITO DA SUPLEMENTAÇÃO DE DIFERENTES NÍVEIS DE GLICERINA BRUTA SOBRE O CONSUMO DE MS EM OVINOS ALIMENTADOS COM AVEIA OU FENO DE TIFTON.. In: MOSTRA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLOGICA, 2013, São Vicente do Sul- RS. Anais da 4. Mostra Científica e Tecnológica [recurso digital] / Organização Rafaelle Ribeiro Gonçalves ... [et. al.]. - São Vicente do Sul: Instituto Federal Farroupilha Câmpus São Vicente do Sul, 2013., 2013.

  • SILVA, C. A. ; Sauceda, D. R. ; ROZADO, M. F. ; BARROS, G. G . TEMPERATURA NO INTERIOR DE COLMÉIAS LANGSTROTH DENTRO E FORA DE ABRIGO. In: IV Jornada de Produção Científica da Educação Profissional e Tecnológica da Região Sul, 2011, Blumenau. Jornada de Produção Científica da Educação Profissional e Tecnológica da Região Sul, 2011. p. 371-371.

  • SILVA, C. A. . Manejo geral em confinamento de bovinos de corte. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • SILVA, C. A. . Nutrição e Manejo na Produção de Gado Confinado. 2019. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • Sauceda, D. R. ; GARCIA, R. P. A. ; CAMARGO, E. V. ; ZENI, D. ; ROZADO, M. F. ; SANCHES, R. ; VILAVERDE, D. E. G. ; SILVA, C. A. . Tipos e níveis de palatabilizantes adicionados ao farelo de arroz na alimentação de abelhas. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • SILVA, C. A. ; GARCIA, R. P. A. ; CAMARGO, E. V. ; Sauceda, D. R. ; ROZADO, M. F. ; LOPES, F. ; BARROS, G. G ; VIEIRA, A. C. . Temperatura no interior de colméis Langstroth dentro e fora de abrigo. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • GARCIA, R. P. A. ; SILVA, C. A. ; Sauceda, D. R. ; ROZADO, M. F. . TEMPERATURA NO INTERIOR DE COLMÉIAS LANGSTROTH DENTRO E FORA DE ABRIGO. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • GARCIA, R. P. A. ; SILVA, C. A. ; ROZADO, M. F. ; Sauceda, D. R. . TEMPERATURA NO INTERIOR DE COLMÉIAS LANGSTROTH DENTRO E FORA DE ABRIGO. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • DIAS, A. M. ; VILAVERDE, D. E. G. ; SILVA, C. A. . Comparação entre colméias do modelo Langstroth e Scheck no IFFarroupilha campus Alegrete. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • Sauceda, D. R. ; DIAS, A. M. ; VILAVERDE, D. E. G. ; SILVA, C. A. ; BARROS, G. G ; BILHALVA, N. S ; ROZADO, M. F. ; GARCIA, R. P. A. . A influência do uso de abrigo em colméias do modelo Langstroth na produção apícola.. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • GARCIA, R. P. A. ; VILAVERDE, D. E. G. ; DIAS, A. M ; SILVA, C. A. . Comparação entre colméias do modelo Langstroth e Schenk no IFFarroupilha. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • DIAS, A. M. ; VILAVERDE, D. E. G. ; SILVA, C. A. . Comparação entre colméias do modelo Langstroth e Scheck no IFFarroupilha campus Alegrete. 2010.

Projetos de pesquisa

  • 2012 - 2013

    Estudo da digestibilidade e do fluxo esplâncnico em ovinos alimentados com aveia ou feno de tifton e suplementados com glicerol., Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Camila Antunes da Silva - Integrante / Anderson Moura da Silva - Integrante / Diego Zeni - Coordenador., Financiador(es): Instituto Federal Farroupilha Campus Alegrete - Bolsa.

  • 2012 - 2013

    PRODUÇÃO E QUALIDADE DE FORRAGEM DA PASTAGEM NATIVA E DE UMA MISTURA DE AVEIA E AZEVÉM SOB DOIS MÉTODOS DE FERTILIZAÇÃO QUÍMICA E ORGÂNICA, Descrição: Verificar o impacto da adição das cinzas da casca de arroz e dos compostos orgânicos aplicados numa pastagem nativa e/ ou cultivada de inverno com aveia preta e azevém sobre produtividade e lucratividade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado profissional: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Camila Antunes da Silva - Coordenador., Financiador(es): Instituto Federal Farroupilha Campus Alegrete - Bolsa.

  • 2011 - 2012

    Farelo de arroz como opção de alimento energético para abelhas no inverno, Descrição: A florada é a principal base alimentar das abelhas, onde elas coletam o pólen e o néctar, o último é transformado em mel, fonte energética na alimentação das abelhas. As abelhas nutrizes alimentam-se do pólen para produzir geléia real e alimentar as larvas e a rainha, deficiências protéicas reduzem a postura da rainha e consequentemente o tamanho do enxame. Uma boa produção de mel depende da disponibilidade de alimento. A florada apícola é o principal fator produtivo, variando com a região. Na maior parte dos apiários fixos a concentração das floradas acontece na primavera com escassez no inverno. A falta de alimento pode ocasionar morte de um enxame, abandono ou baixa produtividade. Uma opção de manter o enxame forte durante o inverno é o uso de alimentação artificial. Como fonte energética em substituição ao mel, será utilizado o farelo de arroz, que um sub-produto do arroz disponível na região com baixo custo. Pesquisas relatam baixo consumo do farelo de arroz e indicam o uso da essência de baunilha como palatabilizante para abelhas. O farelo de arroz será comparado com a alimentação tradicional de subsistência utilizada pelos apicultores em geral, que é a mistura de açúcar e água. Após o uso da alimentação energética 60 dias antes da florada será oferecida alimentação protéica-energética em todas as colméias. O uso de alimentos artificiais próximos as floradas pode modificar as características do mel. O objetivo desse trabalho é avaliar o uso do farelo de arroz como alimento energético para abelhas. Também serão analisados o consumo do alimento e o custo-beneficio dos alimentos. Acredita-se que o farelo de arroz quando adicionado essência de baunilha podem ser opções alimento as abelhas, porém a aceitabilidade e distúrbios digestivos podem interferir na resposta animal.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (11) . , Integrantes: Camila Antunes da Silva - Coordenador.

  • 2010 - 2011

    A influência do uso de abrigo em colméias do modelo Langstroth na produção apícola, Descrição: As abelhas são fundamentais no processo de polinização e ainda geram diversos produtos, entre eles: a própolis, a cera, o pólen e o mel. O Brasil tem potencial apícola pela diversidade de suas floradas durante todo ano, aliada a genética, resultado do cruzamento entre abelhas européias e áfricas que originou um hibrido, denominadas abelhas africanizadas, com elevado potencial produtivo. O sucesso da criação também depende da escolha do local do apiário, devendo considerar a pastagem apícola, a disponibilidade de água, as barreiras contra os ventos, o número de colméias e distância entre apiários. Algumas literaturas apontam como importante o sombreamento, citando exemplos de apiários em baixo de eucaliptos. Porém a sombra no inverno pode ser prejudicial por evitar a insolação que favorecia o aquecimento e redução da umidade. Sabe-se que a temperatura ideal dentro da colméia é de 34 a 35 °C, onde o controle térmico no verão ocorre através da ventilação pela da batida de asas das operárias e uso de água e no inverno pelo agrupamento. Dessa forma ao invés das abelhas estarem trabalhando na produção estará utilizando energia para climatização da colméia. Porém inexistem dados de pesquisa relacionados ao uso de abrigos na apicultura e sua influência no conforto térmico, no comportamento e consequentemente o efeito sobre a produção apícola. Outro aspecto interessante seria o aspecto da proteção aumentar a vida útil das caixas, compensando o custo de construção do abrigo. A colméia Langstroth é no Brasil o modelo preferido dos apicultores e o manejo apícola não prejudica o exame. O objetivo da pesquisa é avaliar o efeito do uso ou não de abrigo na produção de mel durante um ano apícola. Acredita-se que o abrigo poderá favorecer na climatização dentro da colméia refletindo positivamente na produtividade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (7) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Camila Antunes da Silva - Coordenador.

Projetos de desenvolvimento

  • 2011 - 2012

    Comparação entre colméias do modelo Langstroth e Schenck no IFFarroupilha campus Alegrete, Descrição: Na natureza as abelhas procuram um local com disponibilidade de florada e protegido das condições climáticas para desenvolvimento da sua colônia, podendo ser frestas em árvores, o solo, telhados entre outros locais. O homem buscou simular um local ideal para criar abelhas pela observação do comportamento social, disposição de favos de cria e mel, tamanho da abelha entre outras características, desenvolveu diferentes modelos de colméias também chamadas de caixas. A mais utilizada e recomendada é o modelo Langstroth ou Americana, seu inventor descobriu o espaço abelha (Wiese, 2005), dessa maneira respeita as dimensões da abelha o que facilita o transito na colméia, evitando a deposição de própolis ou construção de favos e o manejo não prejudica o exame. Este modelo pela disposição dos caixilhos em relação ao alvado é considerada fria, pois permitir maior circulação de ar no interior do ninho (Wiese, 2005). Um outro modelo é o Shenck, considerada uma colméia quente devido aos quadros serem paralelos ao alvado reduzindo a circulação de ar no interior (Wiese, 2005). O comportamento de postura da rainha é do centro para as laterais, no modelo Schenck durante o inverno a crias ficam mais protegidas do frio. Serão comparadas 5 colméias do modelo Americana e Schenck em realçao a produção de mel, persistência, resistência a pragas e tamanho do enxame. Segundo relatos de profissionais que atuaram na apicultura no campus Alegrete, eles observaram empiricamente que as colméias Schenck apesar da menor produtividade anual, não morria e nem abandonava a caixa no final do inverno, já no modelo americana o inverno eliminava vários enxames. Referencias apontam que o maior uso do modelo Langstroth estaria relacionado a popularidade e não a funcionalidade. O trabalho busca avaliar cientificamente ambos os modelos buscando o mais indicado para o campus e região. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Camila Antunes da Silva - Integrante / Dionata Ereni Garcia Vilaverde - Integrante / Douglas Rodrigues Sauceda - Integrante / Allan de Melo Dias - Integrante / Gabriela Gediel Barros - Integrante / Marnon Flores Rozado - Integrante / Renata porto alegrete Garcia - Coordenador., Número de produções C, T & A: 5

  • 2011 - 2012

    Comparação entre colméias do modelo Langstroth e Schenck no IFFarroupilha campus Alegrete, Descrição: Na natureza as abelhas procuram um local com disponibilidade de florada e protegido das condições climáticas para desenvolvimento da sua colônia, podendo ser frestas em árvores, o solo, telhados entre outros locais. O homem buscou simular um local ideal para criar abelhas pela observação do comportamento social, disposição de favos de cria e mel, tamanho da abelha entre outras características, desenvolveu diferentes modelos de colméias também chamadas de caixas. A mais utilizada e recomendada é o modelo Langstroth ou Americana, seu inventor descobriu o espaço abelha (Wiese, 2005), dessa maneira respeita as dimensões da abelha o que facilita o transito na colméia, evitando a deposição de própolis ou construção de favos e o manejo não prejudica o exame. Este modelo pela disposição dos caixilhos em relação ao alvado é considerada fria, pois permitir maior circulação de ar no interior do ninho (Wiese, 2005). Um outro modelo é o Shenck, considerada uma colméia quente devido aos quadros serem paralelos ao alvado reduzindo a circulação de ar no interior (Wiese, 2005). O comportamento de postura da rainha é do centro para as laterais, no modelo Schenck durante o inverno a crias ficam mais protegidas do frio. Serão comparadas 5 colméias do modelo Americana e Schenck em realçao a produção de mel, persistência, resistência a pragas e tamanho do enxame. Segundo relatos de profissionais que atuaram na apicultura no campus Alegrete, eles observaram empiricamente que as colméias Schenck apesar da menor produtividade anual, não morria e nem abandonava a caixa no final do inverno, já no modelo americana o inverno eliminava vários enxames. Referencias apontam que o maior uso do modelo Langstroth estaria relacionado a popularidade e não a funcionalidade. O trabalho busca avaliar cientificamente ambos os modelos buscando o mais indicado para o campus e região. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Camila Antunes da Silva - Integrante / Dionata Ereni Garcia Vilaverde - Integrante / Douglas Rodrigues Sauceda - Integrante / Allan de Melo Dias - Integrante / Gabriela Gediel Barros - Integrante / Marnon Flores Rozado - Integrante / Renata porto alegrete Garcia - Coordenador., Número de produções C, T & A: 5

  • 2011 - 2012

    Comparação entre colméias do modelo Langstroth e Schenck no IFFarroupilha campus Alegrete, Descrição: Na natureza as abelhas procuram um local com disponibilidade de florada e protegido das condições climáticas para desenvolvimento da sua colônia, podendo ser frestas em árvores, o solo, telhados entre outros locais. O homem buscou simular um local ideal para criar abelhas pela observação do comportamento social, disposição de favos de cria e mel, tamanho da abelha entre outras características, desenvolveu diferentes modelos de colméias também chamadas de caixas. A mais utilizada e recomendada é o modelo Langstroth ou Americana, seu inventor descobriu o espaço abelha (Wiese, 2005), dessa maneira respeita as dimensões da abelha o que facilita o transito na colméia, evitando a deposição de própolis ou construção de favos e o manejo não prejudica o exame. Este modelo pela disposição dos caixilhos em relação ao alvado é considerada fria, pois permitir maior circulação de ar no interior do ninho (Wiese, 2005). Um outro modelo é o Shenck, considerada uma colméia quente devido aos quadros serem paralelos ao alvado reduzindo a circulação de ar no interior (Wiese, 2005). O comportamento de postura da rainha é do centro para as laterais, no modelo Schenck durante o inverno a crias ficam mais protegidas do frio. Serão comparadas 5 colméias do modelo Americana e Schenck em realçao a produção de mel, persistência, resistência a pragas e tamanho do enxame. Segundo relatos de profissionais que atuaram na apicultura no campus Alegrete, eles observaram empiricamente que as colméias Schenck apesar da menor produtividade anual, não morria e nem abandonava a caixa no final do inverno, já no modelo americana o inverno eliminava vários enxames. Referencias apontam que o maior uso do modelo Langstroth estaria relacionado a popularidade e não a funcionalidade. O trabalho busca avaliar cientificamente ambos os modelos buscando o mais indicado para o campus e região. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Camila Antunes da Silva - Integrante / Dionata Ereni Garcia Vilaverde - Integrante / Douglas Rodrigues Sauceda - Integrante / Allan de Melo Dias - Integrante / Gabriela Gediel Barros - Integrante / Marnon Flores Rozado - Integrante / Renata porto alegrete Garcia - Coordenador., Número de produções C, T & A: 5

  • 2011 - 2012

    Comparação entre colméias do modelo Langstroth e Schenck no IFFarroupilha campus Alegrete, Descrição: Na natureza as abelhas procuram um local com disponibilidade de florada e protegido das condições climáticas para desenvolvimento da sua colônia, podendo ser frestas em árvores, o solo, telhados entre outros locais. O homem buscou simular um local ideal para criar abelhas pela observação do comportamento social, disposição de favos de cria e mel, tamanho da abelha entre outras características, desenvolveu diferentes modelos de colméias também chamadas de caixas. A mais utilizada e recomendada é o modelo Langstroth ou Americana, seu inventor descobriu o espaço abelha (Wiese, 2005), dessa maneira respeita as dimensões da abelha o que facilita o transito na colméia, evitando a deposição de própolis ou construção de favos e o manejo não prejudica o exame. Este modelo pela disposição dos caixilhos em relação ao alvado é considerada fria, pois permitir maior circulação de ar no interior do ninho (Wiese, 2005). Um outro modelo é o Shenck, considerada uma colméia quente devido aos quadros serem paralelos ao alvado reduzindo a circulação de ar no interior (Wiese, 2005). O comportamento de postura da rainha é do centro para as laterais, no modelo Schenck durante o inverno a crias ficam mais protegidas do frio. Serão comparadas 5 colméias do modelo Americana e Schenck em realçao a produção de mel, persistência, resistência a pragas e tamanho do enxame. Segundo relatos de profissionais que atuaram na apicultura no campus Alegrete, eles observaram empiricamente que as colméias Schenck apesar da menor produtividade anual, não morria e nem abandonava a caixa no final do inverno, já no modelo americana o inverno eliminava vários enxames. Referencias apontam que o maior uso do modelo Langstroth estaria relacionado a popularidade e não a funcionalidade. O trabalho busca avaliar cientificamente ambos os modelos buscando o mais indicado para o campus e região. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Camila Antunes da Silva - Integrante / Dionata Ereni Garcia Vilaverde - Integrante / Douglas Rodrigues Sauceda - Integrante / Allan de Melo Dias - Integrante / Gabriela Gediel Barros - Integrante / Marnon Flores Rozado - Integrante / Renata porto alegrete Garcia - Coordenador., Número de produções C, T & A: 5

  • 2011 - 2012

    Comparação entre colméias do modelo Langstroth e Schenck no IFFarroupilha campus Alegrete, Descrição: Na natureza as abelhas procuram um local com disponibilidade de florada e protegido das condições climáticas para desenvolvimento da sua colônia, podendo ser frestas em árvores, o solo, telhados entre outros locais. O homem buscou simular um local ideal para criar abelhas pela observação do comportamento social, disposição de favos de cria e mel, tamanho da abelha entre outras características, desenvolveu diferentes modelos de colméias também chamadas de caixas. A mais utilizada e recomendada é o modelo Langstroth ou Americana, seu inventor descobriu o espaço abelha (Wiese, 2005), dessa maneira respeita as dimensões da abelha o que facilita o transito na colméia, evitando a deposição de própolis ou construção de favos e o manejo não prejudica o exame. Este modelo pela disposição dos caixilhos em relação ao alvado é considerada fria, pois permitir maior circulação de ar no interior do ninho (Wiese, 2005). Um outro modelo é o Shenck, considerada uma colméia quente devido aos quadros serem paralelos ao alvado reduzindo a circulação de ar no interior (Wiese, 2005). O comportamento de postura da rainha é do centro para as laterais, no modelo Schenck durante o inverno a crias ficam mais protegidas do frio. Serão comparadas 5 colméias do modelo Americana e Schenck em realçao a produção de mel, persistência, resistência a pragas e tamanho do enxame. Segundo relatos de profissionais que atuaram na apicultura no campus Alegrete, eles observaram empiricamente que as colméias Schenck apesar da menor produtividade anual, não morria e nem abandonava a caixa no final do inverno, já no modelo americana o inverno eliminava vários enxames. Referencias apontam que o maior uso do modelo Langstroth estaria relacionado a popularidade e não a funcionalidade. O trabalho busca avaliar cientificamente ambos os modelos buscando o mais indicado para o campus e região. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Camila Antunes da Silva - Integrante / Dionata Ereni Garcia Vilaverde - Integrante / Douglas Rodrigues Sauceda - Integrante / Allan de Melo Dias - Integrante / Gabriela Gediel Barros - Integrante / Marnon Flores Rozado - Integrante / Renata porto alegrete Garcia - Coordenador., Número de produções C, T & A: 5

  • 2011 - 2012

    Comparação entre colméias do modelo Langstroth e Schenck no IFFarroupilha campus Alegrete, Descrição: Na natureza as abelhas procuram um local com disponibilidade de florada e protegido das condições climáticas para desenvolvimento da sua colônia, podendo ser frestas em árvores, o solo, telhados entre outros locais. O homem buscou simular um local ideal para criar abelhas pela observação do comportamento social, disposição de favos de cria e mel, tamanho da abelha entre outras características, desenvolveu diferentes modelos de colméias também chamadas de caixas. A mais utilizada e recomendada é o modelo Langstroth ou Americana, seu inventor descobriu o espaço abelha (Wiese, 2005), dessa maneira respeita as dimensões da abelha o que facilita o transito na colméia, evitando a deposição de própolis ou construção de favos e o manejo não prejudica o exame. Este modelo pela disposição dos caixilhos em relação ao alvado é considerada fria, pois permitir maior circulação de ar no interior do ninho (Wiese, 2005). Um outro modelo é o Shenck, considerada uma colméia quente devido aos quadros serem paralelos ao alvado reduzindo a circulação de ar no interior (Wiese, 2005). O comportamento de postura da rainha é do centro para as laterais, no modelo Schenck durante o inverno a crias ficam mais protegidas do frio. Serão comparadas 5 colméias do modelo Americana e Schenck em realçao a produção de mel, persistência, resistência a pragas e tamanho do enxame. Segundo relatos de profissionais que atuaram na apicultura no campus Alegrete, eles observaram empiricamente que as colméias Schenck apesar da menor produtividade anual, não morria e nem abandonava a caixa no final do inverno, já no modelo americana o inverno eliminava vários enxames. Referencias apontam que o maior uso do modelo Langstroth estaria relacionado a popularidade e não a funcionalidade. O trabalho busca avaliar cientificamente ambos os modelos buscando o mais indicado para o campus e região. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Camila Antunes da Silva - Integrante / Dionata Ereni Garcia Vilaverde - Integrante / Douglas Rodrigues Sauceda - Integrante / Allan de Melo Dias - Integrante / Gabriela Gediel Barros - Integrante / Marnon Flores Rozado - Integrante / Renata porto alegrete Garcia - Coordenador., Número de produções C, T & A: 5

  • 2011 - 2012

    Comparação entre colméias do modelo Langstroth e Schenck no IFFarroupilha campus Alegrete, Descrição: Na natureza as abelhas procuram um local com disponibilidade de florada e protegido das condições climáticas para desenvolvimento da sua colônia, podendo ser frestas em árvores, o solo, telhados entre outros locais. O homem buscou simular um local ideal para criar abelhas pela observação do comportamento social, disposição de favos de cria e mel, tamanho da abelha entre outras características, desenvolveu diferentes modelos de colméias também chamadas de caixas. A mais utilizada e recomendada é o modelo Langstroth ou Americana, seu inventor descobriu o espaço abelha (Wiese, 2005), dessa maneira respeita as dimensões da abelha o que facilita o transito na colméia, evitando a deposição de própolis ou construção de favos e o manejo não prejudica o exame. Este modelo pela disposição dos caixilhos em relação ao alvado é considerada fria, pois permitir maior circulação de ar no interior do ninho (Wiese, 2005). Um outro modelo é o Shenck, considerada uma colméia quente devido aos quadros serem paralelos ao alvado reduzindo a circulação de ar no interior (Wiese, 2005). O comportamento de postura da rainha é do centro para as laterais, no modelo Schenck durante o inverno a crias ficam mais protegidas do frio. Serão comparadas 5 colméias do modelo Americana e Schenck em realçao a produção de mel, persistência, resistência a pragas e tamanho do enxame. Segundo relatos de profissionais que atuaram na apicultura no campus Alegrete, eles observaram empiricamente que as colméias Schenck apesar da menor produtividade anual, não morria e nem abandonava a caixa no final do inverno, já no modelo americana o inverno eliminava vários enxames. Referencias apontam que o maior uso do modelo Langstroth estaria relacionado a popularidade e não a funcionalidade. O trabalho busca avaliar cientificamente ambos os modelos buscando o mais indicado para o campus e região. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Camila Antunes da Silva - Integrante / Dionata Ereni Garcia Vilaverde - Integrante / Douglas Rodrigues Sauceda - Integrante / Allan de Melo Dias - Integrante / Gabriela Gediel Barros - Integrante / Marnon Flores Rozado - Integrante / Renata porto alegrete Garcia - Coordenador., Número de produções C, T & A: 5

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Vacariana Nutrição Animal. , Av. Militar, 2256, Altos da Glória, 97555000 - Vacaria, RS - Brasil, Telefone: (54) 32312840

Experiência profissional

2018 - Atual

Vacariana Nutrição Animal

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Gerente Geral e RT, Carga horária: 40

2016 - 2017

Granja Vitória

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: zootecnista, Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.

2016 - 2016

Inspetoria de Defesa Agropecuária - Rio Grande do Sul

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 15

Outras informações:
Carga horária total: 160H

2014 - 2014

Universidad de la Republica Uruguay

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2010 - 2011

Instituto Federal Farroupilha, IF-Farroupilha

Vínculo: Aluno BOLSISTA, Enquadramento Funcional: ALUNO, Carga horária: 15, Regime: Dedicação exclusiva.

2012 - 2013

Instituto Federal Farroupilha

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 15, Regime: Dedicação exclusiva.

2011 - 2012

Instituto Federal Farroupilha campus Alegrete

Vínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: Voluntariado, Carga horária: 15