Mayara Frade Iunes

Possui graduação em Engenharia de Alimentos pela Universidade Federal do Ceará (2017) com período sanduíche na The Ohio State University (Columbus, Ohio, US - 2015). É pós-graduada em MBA em Gestão de Projetos e pós-graduanda em MBA em Gestão da Qualidade.

Informações coletadas do Lattes em 01/12/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Engenharia de Alimentos

2011 - 2017

Universidade Federal do Ceará
Orientador: em Ohio State University ( CNPq)
com

Ensino Médio (2º grau)

2006 - 2009

Colégio Antares

Formação complementar

2019 -

MBA em MBA em Gestão da Qualidade. (Carga Horária: 440h). , Anhanguera, UNIDERP, Brasil.

2017 - 2018

MBA em MBA em Gestão de Projetos. (Carga Horária: 440h). , Anhanguera, UNIDERP, Brasil.

2011 - 2018

Inglês. (Carga horária: 624h). , Wizard Brasil, WIZARD, Brasil.

2015 - 2015

Spanish. (Carga horária: 300h). , Ohio State University, OSU, Estados Unidos.

2014 - 2015

English. (Carga horária: 360h). , Ohio State University, OSU, Estados Unidos.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Ciência e Tecnologia de Alimentos / Subárea: Engenharia de Alimentos.

Participação em eventos

XV Encontro de Iniciação Científica da Embrapa Agroindústria Tropical.Efeito das diferentes condições de processamento na estabilidade da cor do extrato concentrado de carotenoides obtido das fibras do pedúnculo do caju. 2017. (Encontro).

XIV Encontro de Iniciação Científica da Embrapa Agroindústria Tropical.Caracterização da farinha de maracujá-alho e avaliação do potencial tóxico por bioensaio com Artemia salina. 2016. (Encontro).

Feira das Profissões. IV Feira das Profissões. 2012. (Feira).

Produções bibliográficas

  • BRASIL, D. L. ; IUNES, M. F. ; SAMPAN, G. S. F. ; LEMOS, L. S. ; OLIVEIRA, W. Q. ; TORRES, L. B. V. . AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DOS MÉTODOS DE BRANQUEMENTO, RECOBRIMENTO COM BIOFILME DE FÉCULA DE MANDIOCA E TRATAMENTO COM ÁCIDO CÍTRICO NA CONSERVAÇÃO DE ABACAXIS MINIMAMENTE PROCESSADO. In: Congresso Brasileiro de Química, 2015, Rio Grande do Norte. AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DOS MÉTODOS DE BRANQUEMENTO, RECOBRIMENTO COM BIOFILME DE FÉCULA DE MANDIOCA E TRATAMENTO COM ÁCIDO CÍTRICO NA CONSERVAÇÃO DE ABACAXIS MINIMAMENTE PROCESSADO, 2015.

  • BRASIL, D. L. ; IUNES, M. F. ; SAMPAN, G. S. F. ; LEMOS, L. S. ; OLIVEIRA, W. Q. ; Lima, C.A.R. ; CRISTOLOFI, N. L. ; TORRES, L. B. V. . AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DOS MÉTODOS DE BRANQUEMENTO, RECOBRIMENTO COM BIOFILME DE FÉCULA DE MANDIOCA E TRATAMENTO COM ÁCIDO CÍTRICO NA CONSERVAÇÃO DE ABACAXIS MINIMAMENTE PROCESSADO. In: 54º Congresso Brasileiro de Química, 2014, Rio Grande do Norte. 54º Congresso Brasileiro de Química, 2014.

  • IUNES, M. F. ; COSME, A. P. ; SOUSA, M. R. ; KHAN, A. S. . Gestão Municipal no Espaço Rural do Ceará. In: 51º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural - SOBER, 2013, Belém - PA. 51º Congresso da SOBER.

  • COSME, A. P. ; IUNES, M. F. ; SOUSA, R. P. ; LIMA, P. V. ; MOTA, E. A. ; ABREU, M. C. . A Gestão da Habitação nos Territórios da Cidadania do Estado do Ceará. In: 65º Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - SBPC, 2013, Recife - PE. 65º Reunião Anual da SBPC, 2013.

  • HOLANDA, D. K. R. ; WURLITZER, N. J. ; DIONISIO, A. P. ; BARROS, A. R. C. ; MOREIRA, A. C. O. M. ; MOREIRA, R. A. ; IUNES, M. F. ; COSTA, A. M. . EVALUATION AND ANXIOLYTIC, SEDATIVE AND ANTICONVULSANT ACTIVITY OF GARLIC PASSION FRUIT (Passiflora tenuifila Killip). In: 1st International Congress on Bioactive Compounds, 2018, Campinas. st International Congress on Bioactive Compounds, 2018.

  • WURLITZER, N. J. ; DIONISIO, A. P. ; HOLANDA, D. K. R. ; IUNES, M. F. . CARACTERIZAÇÃO DE MARACUJÁ-ALHO (Passiflora tenuifila Killip) E AVALIAÇÃO DO POTENCIAL TÓXICO COM USO DE BIOENSAIO COM Artemia salina. In: XXV Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos, 2016, Gramado. Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos, 2016.

  • HOLANDA, D. K. R. ; WURLITZER, N. J. ; DIONISIO, A. P. ; IUNES, M. F. ; BARROS, A. R. C. ; COSTA, A. M. . Caracterização de maracujá-alho e avaliação do potencial tóxico com uso de bioensaio com Artemia salina. In: XIV ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA AGROINDÚSTRIA TROPICAL, 2016, Fortaleza. XIV ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA AGROINDÚSTRIA TROPICAL, 2016.

  • ROSA-RIVERA, F. M. ; IUNES, M. F. ; PASCALL, M. ; LEE, J. . Evaluation of Isothermal Calorimetry for Food Microbial Testing. In: Annual Biomedical Research Conference for Minority Students, 2015, Washington. ABRCMS, 2015.

  • MORAIS, B. A. ; IUNES, M. F. ; PASSOS, M. C. ; LEMOS, L. S. ; MIGUEL, S. M. C. . ELABORAÇÃO E ANÁLISE SENSORIAL DE MASSA DE PIZZA COM FARINHA DE AMÊNDOAS DA CASTANHA DE CAJU. In: XX Congresso Brasileiro de Engenharia Química, 2014, Florianópolis. XX Congresso Brasileiro de Engenharia Química, 2014.

Projetos de pesquisa

  • 2015 - 2018

    Estabilidade e toxicidade do extrato de carotenoides obtido a partir da fibra de pedúnculo de caju para uso como corante alimentar, Descrição: A demanda por corantes em indústrias de alimentos é muito alta. Os corantes sintéticos apresentam baixo custo, são relativamente fáceis de serem sintetizados, apresentam uma diversidade de cores e tonalidades, e, principalmente, apresentam maior estabilidade frente às condições de processamento e armazenamento, quando comparados aos corantes naturais, que os tornam atrativos e muito utilizados industrialmente. Porém além de vários destes compostos apresentarem toxicidade inerente, muitos são precursores de intermediários tóxicos e/ou mutagênicos, gerados durante a metabolização no organismo, contrariando as expectativas crescentes do consumidor por produtos saudáveis e naturais. Este fato tem impulsionado a indústria de alimentos a buscar alternativas ao uso dos corantes artificiais, e tem estimulado estudos relacionados a corantes originados de fontes naturais, principalmente àqueles extraídos de matrizes de baixo custo, como por exemplo, de co-produtos agroindustriais. Esses corantes naturais, além de possuírem relativo baixo custo, podem agregar valor nutricional ao produto final, principalmente àqueles pertencentes a classe de carotenóides, que podem apresentar um grande espectro de funções, como antioxidante ou pro-vitamínicas. Recentemente, estudos realizados pela Embrapa em parceria com o CIRAD/França (Centre de Coopération Internationale en Recherche Agronomique pour le Développement) entre 2008 - 2012, resultaram em um processo composto por diversas rotas tecnológicas, visando o uso de fibras residuais da industrialização do caju, como fonte de carotenoides de intensa coloração amarela. As rotas tecnológicas estabelecidas compreendem a prensagem contínua das fibras, assistida por enzimas, seguida de concentração por microfiltração e diafiltração. O processo de obtenção/concentração deste "extrato de carotenoides obtido a partir das fibras de pedúnculos de caju" - denominado neste projeto como "extrato concentrado de carotenoides" -, e a engenharia de processo podem ser encontradas em duas patentes depositadas pela Embrapa em parceria com CIRAD, além de tese de doutorado e artigos científicos publicados. Vislumbra-se que o extrato obtido pode apresentar um amplo espectro de uso industrial, podendo ser principalmente utilizado na indústria de alimentos como corante alimentar. Porém, para a disponibilização deste produto no mercado, faz-se necessário avançar no conhecimento referente a elucidação da estabilidade química, física (estabilidade da suspensão) e físico-química do extrato concentrado após retirada de amido e pasteurização. Além disso, a estabilidade frente a diferentes condições de processamento (incidência de luz, pH, tempo e temperatura - processo térmico), bem como uma avaliação toxicológica deste extrato, através de testes in vitro e in vivo devem ser realizados e estudados, fornecendo informações para sua aplicação segura como corante alimentar. Os resultados gerados no presente Projeto de Pesquisa serão extremamente importantes para o avanço ao conhecimento na comprovação da segurança do uso deste extrato como corante alimentar, sendo uma alternativa para a indústria de alimentos na busca por produtos e ingredientes naturais e de relativo baixo custo, principalmente podendo vir a ser um susbtituto da tartrazina, uma corante amarelo sintético ainda aprovado pela legislação brasileira, porém relacionado a inúmeros efeitos adversos à saúde humana. Desta forma, poder-se-a repassar a tecnologia gerada para os setor agroindustrial do caju e de alimentos e bebidas em geral na forma de um corante amarelo natural e com as propriedades conhecidas e requeridas pelo setor de industrialização de alimentos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mayara Frade Iunes - Integrante / ANA PAULA DIONISIO - Coordenador / ANA LÚCIA TASCA GOIS RUIZ - Integrante / FERNANDO ANTONIO PINTO DE ABREU - Integrante.

  • 2015 - 2018

    Caracterização e estudo de efeitos do processamento de Passiflora tenuifila Killip e Avaliação da Toxicidade in vitro e in vivo, e efeito in vivo no sistema nervoso central e modelo animal de parkinsonismo, Descrição: A Passiflora tenuifila Killip é uma espécie de maracujá não comercial e ainda silvestre no Brasil, sendo popularmente conhecida pelo nome maracujá alho devido ao aroma característico de seus frutos. Esta espécie apresenta grande importância nutricional e vem sendo estudada por apresentar uma possível propriedade na prevenção de tremores em idosos, mas ainda sem estudos científicos que comprovem a funcionalidade. Este projeto tem por objetivo ampliar a base de conhecimento sobre o maracujá silvestre Passiflora tenuifila Killip, por meio da caracterização de seus componentes fenólicos, avaliar do efeito do processamento (produção de massa base e desidratação) nestes componentes e também aplicar métodos para avaliar a toxicidade que possa estar relacionada ao seu consumo, e possíveis efeitos funcionais sobre o sistema nervoso central, através de testes in vivo. A produção e processamento de maracujá serão efetuados em campo experimental e laboratórios da Embrapa Agroindústria Tropical e na Embrapa Cerrados, e os testes de avaliação da toxicidade e funcionalidade in vivo, através de parceria com Laboratórios de Farmácia-Bioquímica e Biotério, da UNIFOR ? Universidade de Fortaleza. Com a comprovação de efeitos funcionais, esperam-se impactos relacionados à prevenção dos sintomas de tremor em idosos, e para a área produtiva, disponibilizar estudo científico relacionado à composição, processamento e funcionalidade do produto.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mayara Frade Iunes - Integrante / DAYSE KARINE RODRIGUES HOLANDA - Integrante / Isabella Montenegro Brasil - Integrante / Nédio Jair Wurlitzer - Coordenador / ANA CRISTINA DE OLIVEIRA MONTEIRO MOREIRA - Integrante / ANA MARIA COSTA - Integrante / ANA PAULA DIONISIO - Integrante / Adriana Rolim Campos Barros - Integrante / CLAUDIA OLIVEIRA PINTO - Integrante / EDY SOUSA DE BRITO - Integrante / JANICE RIBEIRO LIMA - Integrante / PAULO RICELI VASCONCELOS RIBEIRO - Integrante / RENATO DE AZEVEDO MOREIRA - Integrante / RITA DE CASSIA ALVES PEREIRA - Integrante / TEREZINHA FEITOSA MACHADO - Integrante.

  • 2013 - 2015

    DESENVOLVIMENTO E CARACTERIZAÇÃO DE SOPA DE VEGETAIS E CARNE A BASE DE MARACUJÁ SILVESTRE (Passiflora tenuifila Killip) SUBMETIDA AO PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO, Descrição: O maracujá Passiflora tenuifila é uma espécie silvestre não comercial, popularmente conhecido como maracujá-alho. Sua utilização como ingrediente em sopas contribui para a diversificação de produtos e melhoria nas propriedades nutricionais e funcionais. Este trabalho teve por objetivo desenvolver e caracterizar uma formulação de sopa de vegetais e carne, usando como base funcional a espécie de maracujá silvestre (Passiflora tenuifila Killip) e como espessante a farinha da casca de maracujá amarelo (Passiflora edulis flavicarpa). O planejamento da formulação foi realizado efetuando-se cálculos de formulação sobre os componentes de composição centesimal dos ingredientes e sua influência sobre a composição final da sopa. O processo de esterilização da sopa foi conduzido numa autoclave vertical, com base no valor de F0 mínimo de 8 minutos. Na sopa preparada, foram realizadas análises físico-químicas, composição centesimal, valor calórico, características funcionais, tais como análises de compostos bioativos (polifenóis totais e atividade antioxidante total) e fibra alimentar. Também foi realizado o teste de esterilidade comercial e avaliação sensorial da sopa. Na avaliação sensorial, verificou-se o efeito do tempo de armazenamento no sabor amargo da sopa (1, 19 e 37 dias após o processo de esterilização) e sua aceitação. A sopa mostrou resultados relevantes em relação a sua composição química, e entre os compostos funcionais apresentou um teor de fibra alimentar total de 3,88 g 100 g-1. O valor calórico da sopa foi 22,81 kcal 100 g-1. Para o teor de polifenóis totais foi encontrado 103,43 mg ácido gálico 100 g-1 e atividade antioxidante de 4,09 M Trolox g-1 (método ABTS) e 9,98 M Sulfato ferroso g-1 (método FRAP). Na avaliação sensorial, verificou-se que o tempo de armazenamento em temperatura ambiente não afetou o sabor amargo da sopa e a pontuação média atribuída pelos provadores na aceitação sensorial foi 3,02, o que corresponde ao termo não gostei nem desgostei na escala de 5 pontos utilizada. O tratamento térmico aplicado foi eficiente e a sopa encontra-se dentro dos padrões exigidos pela legislação vigente, sendo considerada um produto comercialmente estéril. Com base nesses resultados, pode-se concluir que é possível preparar uma formulação de sopa de vegetais e carne com adição de espécies de maracujá (P. tenuifila e P. edulis), com uma boa qualidade nutricional e fonte de antioxidantes naturais. A sopa pode ser considerada um alimento funcional, com elevado teor de fibra dietética.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mayara Frade Iunes - Integrante / DAYSE KARINE RODRIGUES HOLANDA - Integrante / Isabella Montenegro Brasil - Integrante / Nédio Jair Wurlitzer - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2016 - 2017

Embrapa Agroindustria Tropical

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagária, Carga horária: 20

2014 - 2014

Embrapa Agroindustria Tropical

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 16

2012 - 2013

Universidade Federal do Ceará

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisa, Carga horária: 20

Outras informações:
Pesquisa relacionada ao desenvolvimento e produção de um novo produto no mercado.

2015 - 2015

Ohio State University

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 30

2017 - Atual

Anhaguera-Uniderp

Vínculo: Estudante, Enquadramento Funcional: Estudante de Pós-Graduação