Germano Nogueira Prado

Possui graduação em Filosofia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ (2007), Mestrado em Filosofia (2010) pelo Programa de Pós-Graduação em Lógica e Metafísica (PPGLM/UFRJ) e Doutorado em Filosofia (2016) pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFRJ (PPGF/UFRJ), com estágio de doutorado sanduíche na Università degli Studi di Bari "Aldo Moro" (Itália) (2013). Sua tese de doutorado recebeu Menção Honrosa no Prêmio Capes de Teses de 2017. No Com base na tese, publicou o livro "Entre política e ontologia: o bom na República de Platão" (Editora UFRJ, 2021). No campo do Ensino de Filosofia, é co-autor dos livros "Moderna em Formação - Filosofia" (2021) e "Filosofia: Confluências e Perspectivas" (2024). Tem experiência nas áreas de Filosofia e de Educação, com ênfase na relação entre Política e Ontologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Marx e Heidegger; Heidegger e a modernidade; Platão; pensamento (político) contemporâneo e retomada dos clássicos (em especial Platão); educação, ontologia e política. É professor do Ensino Básico e do Ensino Superior e foi, do início de 2020 a abril de 2023, Chefe do Departamento de Filosofia do Colégio Pedro II.

Informações coletadas do Lattes em 21/04/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Filosofia

2011 - 2016

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: O limite entre política e ontologia: um ensaio em torno do bom na República, de Platão
Orientador: Prof. Dr. Gilvan Luiz Fogel
com , Ano de obtenção: 2016. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Platão, Bem, Lógos, Transcendência; Platão, Bem, Télos, Caráter; Platão, Paradigma, Bem, Divindade, Utopia; Política e ontologia.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Política. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: História da Filosofia.

Mestrado em Filosofia

2007 - 2010

Programa de Pós-Graduação em Lógica e Metafísica da UFRJ
Título: O Escândalo do Escândalo da Filosofia - Transcendência e 'Refutação do Idealismo' em Heidegger, Ano de Obtenção: 2010
Prof. Dr. Pedro Costa Rego.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Idealismo-Realismo, Mundo, Dasein, Fenomenologia; Heidegger, Transcendência, Mundo; Refutação do Idealismo, Heidegger, Kant; Heidegger, Modenidade, Mundo Externo; Heidegger, Modernidade, Acesso ao Ente.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Metafísica. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: História da Filosofia.

Graduação em Filosofia

2002 - 2007

Instituto de Filosofia e ciências sociais da UFRJ
Título: Marx e o problema do mundo
Orientador: Prof. Dr. Gilvan Luiz Fogel e Prof. Dr. Cláudio Oliveira
Bolsista do(a): Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ, FAPERJ, Brasil.

Formação complementar

2014 - 2014

A Retórica de Aristóteles:Contribuições p/o Ensino. (Carga horária: 10h). , Colégio Pedro II, CP II, Brasil.

2012 - 2012

Historiografia na Grécia Clássica: Heródoto. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

2011 - 2011

Teoria dos Princípios em Platão. Timeu e a Antiga. (Carga horária: 18h). , Programa de Pós-Graduação em Lógica e Metafísica da UFRJ, PPGLM/UFRJ, Brasil.

2011 - 2011

17th Annual Seminar Course. , European Cultural Center of Delphi, ECCD, Grécia.

2010 - 2010

Programa de Pós-Graduação em Lógica e Metafísica. (Carga horária: 45h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

2008 - 2008

"(...):as"contribuições à filosofia" de Heidegger". (Carga horária: 7h). , Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia, ANPOF, Brasil.

2005 - 2005

Deutschlandkundlichen Winterkurs. (Carga horária: 140h). , Univesität Leipzig, UL, Alemanha.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Lê Bem.

Bandeira representando o idioma Italiano

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Francês

Lê Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Alemão

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Grego

Lê Razoavelmente.

Organização de eventos

PRADO, G. N. ; BARBOSA, M. C. C. ; GUERRERO, M. K. . II Seminário dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Lógica e Metafísica. 2008. (Outro).

PRADO, G. N. ; BARBOSA, M. C. C. ; GUERRERO, M. K. . I Seminário dos Alunos do Programa de Pós-graduação em Lógica e Metafísica. 2007. (Outro).

Participação em eventos

2ª Olimpíada Estadual de Filosofia. 2014. (Olimpíada).

V Semana de Filosofia e Seu Ensino - Filosofia no Brasil: possibilidades e limites.Notas de uma pedagogia da singularidade. 2014. (Seminário).

X Seminário de Graduação em Filosofia da UFRJ.Faces da crise da representação: democracia e singularidade nas jornadas de junho. 2014. (Seminário).

XVI ENCONTRO DE PROFESSORES DE FILOSOFIA.Educação, política, singularidade. 2014. (Encontro).

XVI Encontro Nacional da ANPOF.O um e o todo: a ideia de bem na República, de Platão. 2014. (Encontro).

VI Colóquio Platônico: Polteía, VI.O princípio e o limite da filosofia: da impossibilidade de dizer o Bem, em Platão. 2011. (Outra).

XVIII Congresso Nacional de Estudos Clássicos. A esquiva de Sócrates, ou de como o princípio (não) pode ser dito pela filosofia. 2011. (Congresso).

VI Encontro Procad - Ética e Metafísica na Filosofia Moderna.A analítica existencial e a tentativa de refutação da interpretação moderna. 2009. (Oficina).

IV Encontro PROCAD ? Ética e Metafísica na Filosofia Moderna.Heidegger e o problema do mundo externo. 2008. (Encontro).

VI Congresso de Filosofia Contemporânea da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Apatridade e estranhamento: Marx e Heidegger. 2008. (Congresso).

XIII Encontro de Pós-Graduação em Filosofia.A questão do acesso ao ente e os estatuto da analítica existencial. 2008. (Encontro).

III Encontro PROCAD ? Ética e Metafísica na Filosofia Moderna. 2007. (Encontro).

Participação em bancas

Aluno: Lucas Leitão Silveira

REGO, P. C.; ALMEIDA, G. A.; PINHEIRO, U.; PEREIRA, R. H. S.; CODATO, L. N.;PRADO, G. N.. Sínteses das Intuições: idealismo e empirismo na constituição da experiência kantiana. 2019. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Lógica e Metafísica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.

CARMO, A. C. R.; DANTAS, L. T. F.;PRADO, G. N.; SAMPAIO, J.L.; SOUZA, A. A.. Concurso Público de Provas e Títulos para Docentes. 2023. Colégio Pedro II.

MALAFAIA, P. A.M.; SAMPAIO, J.L.; SILVA, Z. S.; CARMO, Ana Carolin Rigoni;PRADO, G. N.. Concurso Público de Provas e Títulos para Docentes. 2015. Colégio Pedro II.

MALAFAIA, P. A.M.;PRADO, G. N.; BALOD, F. C.. Processo Seletivo para Cadastramento de Professores. 2012. Colégio Pedro II.

CARMO, Ana Carolin Rigoni; SAMPAIO, J. L.;PRADO, G. N.. Processo Seletivo para Cadastramento de Professores. 2012. Colégio Pedro II.

PRADO, G. N.; CARMO, A. C. R.; SAMPAIO, J. L.. Processo Seletivo para Cadastramento de Professores. 2011. Colégio Pedro II.

CARMO, A. C. R.; CARBALLO, M. L. S.;PRADO, G. N.. Processo Seletivo para Cadastramento de Professores. 2010. Colégio Pedro II.

Orientou

Lenice Ribeiro dos Santos

Introdução de Práticas Pedagógicas com o Corpo na Busca pela Educação Psicomotora numa Escola Particular da Zona Norte do Rio de Janeiro; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação em Educação Psicomotora) - Colégio Pedro II; Orientador: Germano Nogueira Prado;

Mayara Laiane Vieira Pedro Borba

A importância da Psicomotricidade na Escola: um estudo de caso na Educação Infantil e no 1º Segmento do Ensino Fundamental; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação em Educação Psicomotora) - Colégio Pedro II; Orientador: Germano Nogueira Prado;

Régis Alexsandro Taveira Teixeira

As Percepções Sensitivas e a Memória com Relação às Práticas Psicomotoras no Terceiro Ano do Ensino Fundamental em uma Escola Pública do Rio de Janeiro; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação em Educação Psicomotora) - Colégio Pedro II; Orientador: Germano Nogueira Prado;

Renata Chagas Teixeira da Silva de Azeredo

A psicomotricidade na formação docente: reflexões sobre currículo e o professor como agente multiplicador; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação em Educação Psicomotora) - Colégio Pedro II; Orientador: Germano Nogueira Prado;

Érika Biscaia de Godoy

Contribuições da Educação Física Escolar e da Psicomotricidade para o processo de alfabetização; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação em Educação Psicomotora) - Colégio Pedro II; Orientador: Germano Nogueira Prado;

Juliana Pereira Alves

A práxis docente num contexto de precarização da Educação Infantil: o olhar psicomotor como fio condutor de possíveis práticas pedagógicas; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação em Educação Psicomotora) - Colégio Pedro II; Orientador: Germano Nogueira Prado;

Nadir Grandino da Costa

Reflexões sobre a Psicomotricidade e os Anos Iniciais do Fundamental I; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação em Educação Psicomotora) - Colégio Pedro II; Orientador: Germano Nogueira Prado;

Renata Costa Ferreira

A presença da educação psicomotora no Ensino Fundamental em uma escola de turno único do Rio de Janeiro; 2018; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-graduação em educação psicomotora) - Colégio Pedro II; Orientador: Germano Nogueira Prado;

NATÁLIA REGINA BRITO DA SILVA

O processo de formação docente e o ensino de artes no Colégio Pedro II: Um estudo de caso sobre a influência da educação psicomotora; 2018; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação em Educação Psicomotora) - Colégio Pedro II; Orientador: Germano Nogueira Prado;

Sebastião Pinheiro Martins

Ainda somos hegelianos?; 2016; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação Lato Sensu em Ensino de Filosofia c/Ênfase na Prática Docente) - Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca; Orientador: Germano Nogueira Prado;

Lisiane Porto de Vasconcellos

Sócrates: uma nova paideía; 2016; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação Lato Sensu em Ensino de Filosofia c/Ênfase na Prática Docente) - Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca; Orientador: Germano Nogueira Prado;

Rodrigo Borges de Azevedo

Marco Aurélio, o último grande filósofo estoico; 2016; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação Lato Sensu em Ensino de Filosofia c/Ênfase na Prática Docente) - Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca; Orientador: Germano Nogueira Prado;

Produções bibliográficas

  • PRADO, GERMANO NOGUEIRA . Enunciados de identidade envolvendo nomes próprios. INVESTIGAÇÃO FILOSÓFICA , v. 10, p. 101-113, 2019.

  • PRADO, GERMANO NOGUEIRA . O Cotidiano e a Caverna: a Vida Comum entre Heidegger e Platão. EKSTASIS REVISTA DE HERMENÊUTICA E FENOMENOLOGIA , v. 6, p. 34-50, 2017.

  • PRADO, GERMANO NOGUEIRA . Notas de uma pedagogia da singularidade. Educação e Filosofia (Online) , v. 30, p. 425-446, 2016.

  • PRADO, G. N. . Faces da crise da representação: as jornadas de junho e os rastros de uma democracia por vir. Lugar Comum (UFRJ) , v. 1, p. 170-179, 2015.

  • PRADO, G. N. . Método e Ontologia: Considerações sobre Fenomenologia e Transcendência em Heidegger. Ensaios Filosóficos , v. 11, p. 133-144, 2015.

  • PRADO, G. N. . O Comum e o Próprio: do Elemento de um Marx após Heidegger. Intuitio (Porto Alegre) , v. 4, p. 133-147, 2011.

  • PRADO, G. N. . O escândalo do escândalo da filosofia: Heidegger como refutador do idealismo. Cadernos PET-Filosofia (UFPR) , v. 10, p. 137-167, 2008.

  • PRADO, G. N. ; SOARES, M. H. S. ; FERREIRA, L. P. ; CARMO, A. C. O. ; SOUZA, A. A. ; TOLENTINO, J. ; SAMPAIO, J. L. ; MELO, R. F. ; CORTEZ, R. ; JESUS, R. M. ; FERREIRA, S. M. L. ; PEREIRA, T. . Filosofia: confluências e perspectivas. 1ª. ed. São Paulo: Editora do Brasil, 2024. v. 1. 450p .

  • PRADO, G. N. . Entre política e ontologia: o bom na República de Platão. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2021. 408p .

  • MELO, R. F. ; TOLENTINO, J. ; CORTEZ, R. ; PRADO, G. N. . Moderna em Formação - Filosofia. 1. ed. São Paulo: Moderna, 2021. v. 1. 200p .

  • CARMO, A. C. O. (Org.) ; MELO, R. F. (Org.) ; MONTEIRO JUNIOR, C. (Org.) ; PRADO, G. N. (Org.) ; SAMPAIO, J.L. (Org.) ; TOLENTINO, J. (Org.) ; VIEGAS, R. (Org.) . Críticas à colonialidade: corpos, poderes e saberes.. 1. ed. Rio de Janeiro: Garupa, 2019. 244p .

  • PRADO, G. N. . A ideia de bom e a revolução da alma. In: Alice Bitencourt Haddad; Carolina Araújo. (Org.). A República de Platão: Companion em homenagem a Maria das Graças de Moraes Augusto. 1ªed.Rio de Janeiro: NAU Editora, 2022, v. , p. 311-355.

  • PRADO, G. N. . Mídia corporativa: a catraca da democracia. Dossiê UniNômade sobre as Manifestações, 19 fev. 2014.

  • PRADO, G. N. . Entre as jornadas de junho e as lutas de outubro: esboço para uma narrativa em aberto. Le Monde Diplomatique Brasil, 15 jan. 2014.

  • PRADO, G. N. . Democracia, diálogo, violência: notas de uma política da singularidade. Le Monde Diplomatique Brasil, 01 out. 2013.

  • PRADO, G. N. . A ideia de futuro e o futuro da ideia (de comunismo). lavrapalavra, 2020.

  • PRADO, G. N. . Entre a ideia de comunismo e o comunismo da ideia: a hipótese comunista em Badiou. In: Marx e o Marxismo 2015: Insurreições, passado e presente, 2015, Niterói. Anais do Colóquio Internacional Marx e o Marxismo 2015: Insurreições, passado e presente, 2015.

  • PRADO, G. N. . A singularidade em Marx. In: XX Encontro ANPOF, 2024, Recife - Pernambuco. Caderno de resumos do XX Encontro ANPOF ? Vol. 2 - Eixos Temáticos. Toledo - PR: Instituto Quero Saber, 2024. v. 2. p. 711-712.

  • PRADO, G. N. . Duas ou três hipóteses sobre ontologia e singularidade. In: XX Encontro ANPOF, 2024, Recife - Pernambuco. Caderno de resumos do XX Encontro ANPOF ? Vol. 1 - Grupos de Trabalho. Toledo - PR: Instituto Quero Saber, 2024. v. 1. p. 2155-2156.

  • PRADO, G. N. . O estranhamento entre Marx e Heidegger. In: I Jornada de Estudos Marxistas da UFRJ, 2014, Rio de Janeiro. Caderno de Resumos da I Jornada de Estudos Marxistas da UFRJ, 2014. p. 47-48.

  • PRADO, G. N. . A esquiva de Sócrates, ou de como o princípio (não) pode ser dito pela filosofia. In: XVIII Congresso de Estudos Clássicos, 2011, Rio de Janeiro. XVIII Congresso de Estudos Clássicos - Programação, 2011. v. 1.

  • PRADO, G. N. . Apatridade e estranhamento: Heidegger e Marx. In: VI Congresso Nacional de Filosofia Contemporânea., 2008, Curitiba - PR. Anais do VI Congresso Nacional de Filosofia Contemporânea., 2008.

  • PRADO, G. N. . A questão do acesso ao ente e o estatuto da analítica existencial. In: XIII Encontro de Pós-Graduação em Filosofia, 2008, Canela, Rio Grande do Sul.. Livro de Atas do XIII Encontro de Pós-Graduação em Filosofia, 2008.

  • PRADO, G. N. ; OURO, Lethicia ; MENEZES NETO, N. A. . Apresentação do livro ?Entre política e ontologia: o bom na República de Platão? em debate com Lethicia Ouro Oliveira e debate do livro ?A poética da mimesis e a composição dos diálogos platônicos?, de Nelson de Aguiar Menezes Neto. 2022. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • PRADO, G. N. . O princípio, o fim e o meio: as ocupações como reinvenção pedagógica e política. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . Ontologia e política em sala de aula: algumas experiências didáticas. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . Sejamos docemente desumanos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • PRADO, G. N. . Entre a ideia de comunismo e o comunismo da ideia: a hipótese comunista em Badiou. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . Ensaio de uma pedagogia da singularidade. 2015. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. ; NOGUERA, R. ; GUIMARAES, M. S. . Didática da Filosofia (Mesa Redonda). 2015. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • PRADO, G. N. . Por uma pedagogia da singularidade. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • PRADO, G. N. . Educação, política, singularidade. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • PRADO, G. N. . Autogestão e(m) educação: uma experiência didática. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • PRADO, G. N. . O um e o todo: a ideia de bem na República, de Platão. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . Faces da crise da representação: democracia e singularidade nas jornadas de junho. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • PRADO, G. N. . O estranhamento entre Marx e Heidegger. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . L'idea del bene in Platone. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • PRADO, G. N. . Do paradigma divino. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • PRADO, G. N. . A ideia de bem entre Platão e Heidegger. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . A produção de um caráter divino e a ideia de bem, em Platão. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . A esquiva de Sócrates, ou de como o princípio (não) pode ser dito pela filosofia. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . Método e ontologia: considerações sobre os conceitos de fenomenologia e transcendência em Heidegger. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . O princípio e o limite da filosofia: da impossibilidade de dizer o Bem, em Platão. 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • PRADO, G. N. . O cotidiano e a caverna: a vida comum entre Platão e Heidegger. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . A analítica existencial e a tentativa de refutação da interpretação moderna. 2009. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . Heidegger e o problema do mundo externo. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . Apatridade e estranhamento: Heidegger e Marx. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . O interlocutor de Heidegger e a questão do acesso às coisas na analítica do Dasein. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . A questão do acesso ao ente e o estatuto da analítica existencial. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . Sobre Sentido e Significância: a questão do acesso às ?coisas mesmas? em Ser e Tempo. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . Heidegger e o Moderno: Idealismo e Refutação do Idealismo na Analítica do Dasein. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . Heidegger e o escândalo da filosofia. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . Heidegger e o problema do mundo. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . O problema do mundo. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . O princípio da perdição e a perdição do princípio: a origem no mito da queda. 2005. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . "Paris vale uma missa!". 2004. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • PRADO, G. N. . Orelha do livro 'Lá&Cá: Entre [as] Linhas do Futebol'. Rio de Janeiro, 2022. (Prefácio, Pósfacio/Apresentação)>.

  • PRADO, G. N. . O sexual é político, 2016. (Tradução/Artigo).

  • PRADO, G. N. . Meu pai, seu porco e eu. Rio de Janeiro: Rocco, 2006. (Tradução/Livro).

Outras produções

PRADO, G. N. . Parecer ad hoc para a Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos. 2021.

PRADO, G. N. . Parecer ad hoc para a Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea. 2019.

PRADO, G. N. . Parecer ad hoc para a Ekstásis: Revista de Hermenêutica e Fenomenologia. 2019.

PRADO, G. N. . Parecer ad hoc para Instrumento - Revista de Estudo e Pesquisa em Educação. 2018.

PRADO, G. N. . Heidegger, Ser e Tempo: uma Introdução. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

PRADO, G. N. ; TOLENTINO, J. . Curso de Filosofia On-Line. 2011. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Material Didático).

Projetos de pesquisa

  • 2022 - Atual

    A singularidade entre política e ontologia, Descrição: O projeto procura pensar a noção de singularidade a partir dos campos da política e da ontologia. Definimos singularidade, provisoriamente, grosso modo e numa primeira aproximação, como aquilo que é peculiar, ímpar ou, antes, "primo", dividindo-se apenas por si mesmo e por um. A hipótese da qual partimos é que aquilo que é singular se apresenta como o limite e o fundamento da linguagem em geral e, nessa proporção, como limite e fundamento dos campos referidos. Isso ao menos se e na medida em que a linguagem e estes campos funcionam a partir de termos gerais ou universais. Assim, as instituições políticas se estruturam em conceitos gerais como democracia e cidadania, por ex.. Por outro lado, as diversas instituições políticas se fundam em e encontram seu limite quando diante de eventos decisivos a Revolução Francesa, junho de 2013, v.g. ou de pessoas que marcam época como Mao Zedong ou Zumbi, e.g.. De maneira análoga, a ontologia, na medida em que visa dar conta das estruturas mais gerais da realidade, encontraria seu fundamento ali onde experimenta seu limite. Por ex.: no horizonte da ontologia aristotélica, que marca boa parte do discurso sobre o ser na filosofia ocidental, é possível mobilizar conceitos para pensar e conhecer, digamos, a essência de Diotima enquanto ser humano. Mas, se é verdade que o conhecimento é (do) universal, ele não daria conta ou teria problemas para dar conta da existência singular de Diotima encontrando, pois, nessa proporção, seu limite. Ora, na medida em que a realidade que a ontologia procura pensar é constituída justamente de entes singulares e estes são, assim, o fundamento do qual parte e ao qual se dirige o discurso ontológico, então, ao menos nessa medida, a ontologia (aristotélica, mas não apenas, como teremos ocasião de ver na pesquisa) encontra seu limite. Para pensar esse quadro, avançamos uma segunda hipótese: a de que há conceitos que procuram pensar justamente certas configurações da singularidade. Pretendemos analisar cinco desses conceitos: perspectiva, sujeito, evento, ideia, substância. Nesse sentido, a ideia é que o projeto se configure como uma tentativa de experimentar se e em que medida esses conceitos pensam a singularidade e/ou contribuem para pensar o limite e fundamento que ela seria.Num primeiro momento do projeto (2022), analisamos sumariamente cinco desses conceitos: perspectiva (no pensamento ameríndio "transcriado" por Eduardo Viveiros de Castro), sujeito (em Judith Butler), substância (no pensamento medieval, em especial em Duns Scotus), ideia (em Alain Badiou) e evento (em Slavoj Zizek). No segundo ano (2023), procuraremos pensar transversalmente a noção de singularidade presente em todas essas configurações a partir dos pensamentos de Alain Badiou (trechos de "O Ser e o Evento" e "Lógica dos Mundos"), Hilan Bensusan ("Indexicalism") e Luca Basso ("Socialità e Isolamento: La singolaritá em Marx").. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) . , Integrantes: Germano Nogueira Prado - Coordenador / Ravel Paulo Teixeira Monteiro - Integrante / Guilherme Vinicius Paiva Nunan - Integrante / Antonio Logelo do Nascimento - Integrante / Gabriel de Oliveira Silva Crespo - Integrante / Jeremias da Conceição da Santos - Integrante / Luiz Eduardo Velasco Penna - Integrante / Raulf Henrique Gomes Jatobá - Integrante / Isabella Christine Pamphile Campos - Integrante / Manuela Mesquita Rodrigues - Integrante / Rafael Novaes de Magalhães - Integrante / Lucas da Silva Cordeiro - Integrante.

  • 2017 - 2019

    (Ainda) Existem Verdades ou Valores Universais?, Descrição: Projeto de Iniciação Científica Júnior desenvolvido no Colégio Pedro II: Um dos temas mais recorrentes em sala de aula é a questão do relativismo -- mesmo que a questão nem sempre apareça com esse nome. A ideia de que "cada um tem sua opinião" conjugada com a de que "não importa a discussão eu vou conservá-la" é talvez a manifestação mais evidente desse relativismo. Paradoxalmente, a ideia de que não há nada de absoluto e universal e tudo é relativo e particular acaba por se tornar a única "verdade" universal e absoluta. O problema com manifestações como esta é o quanto elas, por vetarem previamente a escuta, o diálogo e a eventual mudança de concepção deles resultante, impedem a construção de um espaço comum de pensamento. Bem entendido, por "construção de um espaço comum de pensamento" não se entende a uniformização do pensar e a sua redução a uma única posição, mas justamente a produção das condições materiais e subjetivas para a escuta e o diálogo aberto, igualitário, democrático, livre, com respeito às singularidades, no qual diversas posições podem publicamente interagir e se confrontar -- e onde inclusive o próprio relativismo pode se apresentar, porém não mais como pressuposto indiscutido e indiscutível, e sim como argumentativamente defendida e defensável. Nesse sentido, a investigação a ser empreendida no projeto de iniciação científica tem como estratégia analisar os argumentos que defendam a ideia de que há universalidade, e o faz nos seguintes âmbitos fundamentais da filosofia:1) ética e política; 2) conhecimento (em especial a análise da ciência e a ontologia); 3) arte/ estética. A hipótese que sustenta a escolha de tal estratégia é a de que, confrontado com o seu oposto, o relativismo dominante seja "levado a defender" por argumentos sua posição -- contribuindo, pela participação mesma no debate, na construção do referido "espaço comum de pensamento". Assim, serão tratadas questões como: os direitos humanos valem para todos ou acha que há valores que, mesmo ferindo tais direitos, devem ser respeitados porque são de uma cultura diversa da nossa? A ciência explica tudo ou é só mais uma maneira de ver o mundo? Há obras que todo mundo deveria reconhecer como arte (bela) ou você acha que arte é uma questão de gosto individual? Todas questões que têm como pano de fundo uma questão comum: há (ainda) "valores" ou "verdades" universais? Dada a amplitude dos temas, o projeto terá uma duração mais ampla que apenas seis meses; assim, a iniciação científica desse ano trataria sobretudo de uma contextualização geral da questão da universalidade e uma análise de textos que tratam desta questão no âmbito ético-político. Trata-se, pois, de um projeto que se justifica, em primeiro lugar, pelas questões fundamentais (para a filosofia e para a vida) que pretende discutir com xs estudantes e com a comunidade escolar. Justifica-se, além disso, por ser um laboratório de práticas pedagógicas, estratégias metodológicas, materiais didáticos e conteúdos programáticos específicos em torno desses temas e da construção de um espaço comum desse pensamento -- elementos estes que, uma vez testados na situação-piloto da iniciação científica, podem e devem contribuir para o trabalho com o público mais amplo, em sala de aula, como é preciso.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Germano Nogueira Prado - Coordenador / Ana Guimarães - Integrante / Camila Bezerra da Silva - Integrante / Renata Martins Prado Matos Augusto - Integrante / Guido Mascarenhas Tornaghi - Integrante / Mariah de Oliveira Santana do Nascimento - Integrante / Fernando Rangel Lennertz - Integrante.

  • 2015 - 2016

    Política e Filosofia: Identidade e Alteridades, Descrição: Trata-se de um projeto de iniciação científica júnior para estudantes do Ensino Médio que visa pensar as múltiplas relações entre política e filosofia a partir de uma democratização do espaço mesmo de deliberação sobre o tema comum da investigação a ser feita pelo grupo, bem como, sob o guarda-chuva do tema comum, dos subtemas que ficariam a cargo de cada membro do grupo. Nesse sentido, a pesquisa tem como ponto de partida um debate sobre as noções de democracia (com ênfase nos procedimentos de deliberação democrática e na ideia de igualdade como princípio), autonomia e responsabilidade coletiva, tendo como referência sobretudo o pensamento de Jacques Ranciére, seguida pela aplicação disciplinada dos referidos procedimentos e do referido princípio ao próprio trabalho de pesquisa coletiva do grupo e a verificação dos efeitos dessa aplicação. A partir desse procedimento formal, decidiu-se então pela noção mesma de democracia como tema comum e, como subtemas específicos, questões e âmbitos em que essa noção se faz presente, a saber: a divisão dos sistemas republicanos em três poderes (subtema a cargo de Matheus Santos); os princípios fundamentais presentes nos artigos 1 a 4 da Constituição de 1988 (Ana Beatriz Assumpção); a questão da violência (Eduardo Urzúa); a relação com outras culturas (Daniel Villar); gênero e sexualidade (Beatriz Pinnola).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Germano Nogueira Prado - Coordenador / Bianca Pinnola Dias da Cruz - Integrante / Ana Beatriz Assumpção Borges - Integrante / Daniel de Moura Villar - Integrante / Eduardo Urzúa da Rocha - Integrante / Matheus Santos de Carvalho - Integrante / Rafael Mofreita Saldanha - Integrante.

  • 2013 - Atual

    Universalidade e singularidade no pensamento (político) contemporâneo, Descrição: Trata-se de investigar a forma e a consistência da retomada da ideia de um projeto emancipatório universal no pensamento político (mas não apenas político) contemporâneo, bem como os pressupostos e implicações ontológicas desse projeto, tendo como referência principalmente os pensamentos de Giorgio Agamben, Alain Badiou, Jacques Rancière e Slavoj Zizek. A hipótese geral que guia a investigação é a de que é na ideia de "singularidade" como condição própria ao sujeito (político) é que se pode encontrar universalidade possível em tempos pós-fim da história e "pós"-pós-modernidade, isto é, em tempos que têm atrás de si a reivindicação de que não é possível que aconteça outro mundo que não este, o da hegemonia do capital-parlamentarismo, e o de que nenhum projeto que se quer emancipatório, mesmo que aceite os limites desse mundo, pode reivindicar universalidade, tendo que se limitar à resistência e a conquistas pontuais, ligadas a pautas com recortes específicos, e que no máximo se relacionam umas com as outras sob a forma da intereseccionalidade (o que vale para as lutas identitárias pelo respeito e reconhecimento das diferenças, mas também de certa maneira para as lutas pela justiça social e contra as desigualdades socioeconômicas). Nesse sentido, a ideia é verificar se e em que medida a ideia de singularidade como traço fundamental do ser do sujeito (ou da relação do entre sujeito e ser) pode cumprir a dupla tarefa de prover o fundamento de uma luta emancipatória universal, comum, e contar em si as várias identidades e diferenças que compõe em sua luta -- em uma palavra: caberia à singularidade ao mesmo contar com e ser indiferente às identidades e diferenças.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Germano Nogueira Prado - Coordenador.

  • 2011 - 2016

    O limite entre política e ontologia ? um ensaio em torno do bom na República de Platão, Descrição: Projeto de doutorado. Resumo: Trata-se de elaborar duas hipóteses em torno do bom ele mesmo na República de Platão. A primeira diz respeito ao lugar deste na economia da obra e do pensamento aí em jogo: as considerações em torno do bom, em especial aquelas em torno da ideia mesma de bom, não podem ser tomadas como ontologia à parte do contexto político em que ele aparece, nem tampouco como fundamentação ontológica da política; na ideia de bom estaria em questão o fundamento comum entre ontologia e política ou, antes, o poder comum entre ser e agir. A segunda hipótese diz respeito ao caráter mesmo do bom: como raiz comum da política e da ontologia, a ideia do bom deixar-se-ia pensar através das noções de ?limite? e ?próprio?, as quais desembocariam em uma terceira, a de ?singularidade?. E isso em (ao menos) dois sentidos: i) o da singularidade da ideia de bom entre as ideias, explicitada, por sua vez, ii) na singularidade da ligação (comum) de tudo e cada (coisa, mortal, deus) com o limite em que cada ?cada? encontra (a plenitude de) seu próprio. Nem aquém nem além do lógos, dizendo-se em muitos sentidos, o bom ele mesmo é o limite do ser, do pensar, do dizer, do agir, do fazer, do produzir ? e, nisso, o horizonte mesmo da vida e do mundo. Confiar-se explicitamente ao saber desse horizonte é engajar a própria alma (a própria vida) e, na medida do possível, a vida comum, política, bem como o mundo, a totalidade dos seres, em uma forma de vida ? a filosofia. Como vida (ou alma) que se vive desde o fundamento e o sentido do que há, a filosofia não é apenas uma forma de vida entre outras, mas a forma da vida enquanto tal e, por isso, a vida em que por fim se dá a felicidade, o ser bem sucedido, o agir bem (eû práttein) ? enfim, a completude possível enquanto aquiescência ao limite próprio e à singularidade de cada.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Germano Nogueira Prado - Coordenador / Gilvan Fogel - Integrante.

  • 2007 - 2010

    O escândalo do escândalo da filosofia ? transcendência e ?refutação do idealismo? em Heidegger, Descrição: Projeto de mestrado. Resumo: O interesse do projeto é investigar a questão da transcendência na medida em que ela pode ser compreendida como a questão do acesso do sujeito às ?coisas? (ao ente como tal, ao ?mundo?). A questão será encaminhada no âmbito da ontologia fundamental entendida como analítica da existência do existir (Dasein), analítica que é desenvolvida por Heidegger com vistas à colocação da questão do sentido do ser. A nossa hipótese é a de que a interpretação de Heidegger a respeito daquele problema se constitui em diálogo com uma posição que, pelos termos em que coloca a questão do acesso ao ?mundo?, denominamos de ?interpretação moderna?. Em linhas gerais, tal posição consiste em uma interpretação mais ou menos consciente do ser do sujeito e do ?mundo? que, estabelecendo uma cisão entre estas duas instâncias, liga a questão do acesso ao ente ao chamado ?problema do mundo externo?. Este problema consiste basicamente em pôr em dúvida que tenhamos acesso a um ente que seja outro que não nós mesmos e que este outro (o ?mundo?) subsista. Sobre a base daquela interpretação e como resposta a este problema surgiriam as posições extremas tradicionalmente compreendidas pelas designações de ?idealismo? e ?realismo?. Em correspondência a isso, propomos o seguinte exercício: seguir a discussão de Heidegger a respeito do problema do mundo externo para ver em que medida é possível falar que ele, ao encaminhar o problema do acesso às ?coisas mesmas?, pretende ?refutar o idealismo? ? e, em verdade, também o realismo. Tal refutação consiste em demonstrar que o ?problema do mundo externo? é um problema sem sentido, na medida em que está fundado em uma interpretação ontológica ?inadequada? do ser do sujeito, do ?mundo?, bem como da relação entre estes entes. Essa demonstração, por sua vez, se realiza em uma descrição fenomenológica que dá a ver a transcendência, compreendida enquanto relação com o outro (o ente, o mundo, o ser) que está ?além? do ente que eu mesmo sou, como constitutiva do ente que cada um de nós é. Em particular, importará aqui o fato de que esta descrição demonstra que a relação de acessibilidade ao ente que nós mesmos não somos (as coisas, o ?mundo?) e ao ser deste é constitutiva do nosso próprio ser, na medida em que este é fundamentalmente um ser em relação ao ente (transcendência ôntica) a partir da compreensão de ser (transcendência ontológica). Com isso, não faz sentido duvidar da realidade efetiva do ?mundo? e do acesso a este, visto que este duvidar mesmo é já um ser junto ao ?mundo?, de modo a ter acesso a ele. É a partir da distinção entre transcendência ôntica e ontológica, na medida em que tal distinção se funda na diferença entre ente e ser (diferença ontológica), que se definirá o estatuto da ontologia fundamental em face dos títulos ? em sua oposição, modernos por excelência ? realismo e idealismo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Germano Nogueira Prado - Coordenador / Pedro Costa Rego - Integrante.

  • 2005 - 2006

    Marx e o problema do mundo, Descrição: Projeto de monografia de graduação e de iniciação científica. Resumo: O projeto parte de uma interpretação de um parágrafo da Carta sobre o ?Humanismo? com vistas a apontar um caminho para uma aproximação a Marx a partir do pensamento de Heidegger, tendo como elemento fundamental a noção de "mundo". Tal interpretação terá por guia a hipótese de que a dimensão dessa aproximação é delimitada pela relação entre ser e história como relação entre a vida comum (o âmbito do impróprio, em Heidegger, e do estranhamento, em Marx) e o próprio (o âmbito da ?saída? do impróprio, naquele, e da relevação (Aufhebung) do estranhamento, neste). Aquela dimensão mesma será indicada pelos conceitos de mundo, em Heidegger, e produção, em Marx.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Germano Nogueira Prado - Integrante / Claudio Oliveira - Coordenador / Gilvan Fogel - Integrante.

Prêmios

2017

Menção Honrosa no Prêmio CAPES de Teses, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES).

2012

Dissertação escolhida para representar o Programa de Pós-Graduação em Lógica e Metafísica da UFRJ (PPGLM/UFRJ) no Prêmio ANPOF, PPGLM/UFRJ.

2008

Primeiro lugar no Concurso Público de Provas e Títulos para Professor de Filosofia do Colégio Pedro II, Colégio Pedro II.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Colégio Pedro II. , Rua Humaitá, 80, Humaitá, 22261001 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 25362802, URL da Homepage:

Experiência profissional

2008 - Atual

Colégio Pedro II

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor do Ensino Básico, Téc. e Tecnol., Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2007 - 2007

Colégio Pedro II

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Licenciando em Filosofia, Carga horária: 248

Atividades

  • 03/2020

    Ensino, Licenciatura em Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estudos Decoloniais I, Filosofias Antigas, Filosofias Contemporâneas, Filosofias Medievais, Metafísicas, Seminário de Política e Ontologia, Teorias do Conhecimento

  • 01/2013

    Pesquisa e desenvolvimento, Colégio Pedro II.,Linhas de pesquisa

  • 01/2009

    Ensino,,Disciplinas ministradas, Filosofia

  • 01/2020 - 04/2023

    Direção e administração, Colégio Pedro II.,Cargo ou função, Coordenador-Geral do Departamento de Filosofia.

  • 04/2016 - 10/2020

    Ensino, Pós-graduação em educação psicomotora, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Bases Filosóficas e Antropológicas da Psicomotricidade

  • 04/2007 - 11/2007

    Estágios , Unidade Escolar Centro.,Estágio realizado, Estágio Curricular Supervisionado na Disciplina Filosofia. Professora-regente: Zulena dos Santos Silva.

2015 - 2016

Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca

Vínculo: Professor convidado, Enquadramento Funcional: Professor convidado

Atividades

  • 04/2015 - 05/2016

    Ensino, Pós-Graduação Lato Sensu em Ensino de Filosofia c/Ênfase na Prática Docente, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Tópicos de Filosofia Antiga

2013 - Atual

Círculo de Estudos da Ideia e da Ideologia

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2004 - 2008

Fundação Centro de Ciências e Ensino à Distância do Estado do RJ

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Tutor, Carga horária: 8

Atividades

  • 02/2004 - 12/2008

    Ensino,,Disciplinas ministradas, Língua Portuguesa

2008 - 2008

Sistema Elite de Ensino

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor

Atividades

  • 02/2008 - 12/2008

    Ensino,,Disciplinas ministradas, Filosofia

2011 - 2016

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Estagiário, Enquadramento Funcional: Pesquisador

2006 - 2006

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 8

2005 - 2005

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 8

Atividades

  • 01/2011

    Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Filosofia e Ciências Sociais.,Linhas de pesquisa

  • 01/2004 - 01/2010

    Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Filosofia e Ciências Sociais.,Linhas de pesquisa

  • 03/2006 - 12/2006

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História da Filosofia Antiga I

  • 03/2005 - 12/2005

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História da Filosofia Moderna I