Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa

Professora Associado I da Universidade Federal de Sergipe (UFS), departamento de Fisioterapia, campus de Lagarto. Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade Tiradentes (2006), mestrado em Morfofisiologia das Estruturas Faciais pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (2010) e doutorado em Morfofisiologia das Estrutauras Faciais pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (2014).

Informações coletadas do Lattes em 12/08/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Morfofisiologia das Estrutauras Faciais

2010 - 2014

Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
Título: EFEITO DO TRATAMENTO DA DEFORMIDADE DENTOFACIAL NA ATIVIDADE ELETROMIOGRÁFICA E POSTURA CERVICAL
Luciana Vitaliano Voi Trawitzki.

Mestrado em Morfofisiologia das Estruturas Faciais

2008 - 2010

Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
Título: Atividade Eletromiográfica do Esternocleidomastoideo e Postura de cabeça na Deformidade Dentofacial, Ano de Obtenção: 2010
Luciana Vitaliano Voi Trawitzki.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: deformidade dentofacial; postura cervical; atividade eletromiográfica; fotogrametria.

Especialização em Fisioterapia

2012 - 2013

Universidade Gama Filho
Título: Efeito do tratamento da deformidade dentofacial na atividade eletromiográfica dos músculos mastigatórios e esternocleidomastoideo

Especialização em Fisioterapia Músculo-esquelética

2006 - 2006

Universidade de Ribeirão Preto
Título: A Influência do desalinhamento patelar na Síndrome da Dor Anterior do joelho
Orientador: Carlos Giglio

Graduação em Fisioterapia

2002 - 2006

Universidade Tiradentes
Título: A influência da avaliação do perfil rotacional dos membros inferiores em portadores da síndrome da dor anterior do joelho
Orientador: Carlos Eduardo Andrade

Formação complementar

2010 - 2010

Mioterapia das Disfunções Temporomandibulares(DTM). (Carga horária: 3h). , Faculdade de Odontologia de Piracicaba/UNICAMP, FOP/UNICAMP, Brasil.

2009 - 2009

Extensão universitária em Oclusão, DTM e dor orofacial. (Carga horária: 248h). , Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto/ USP, FORP/USP, Brasil.

2009 - 2009

Avaliação e tratamento fisioterapêutico da DTM. (Carga horária: 7h). , Faculdade de Maedicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, FMRP/USP, Brasil.

2009 - 2009

Biomecânica e Fisiopatologia da ATM. (Carga horária: 60h). , Centro de estudios de las disfunciones musculoesqueléticas, CEDIME, Chile.

2008 - 2008

Extensão universitária em Oclusão, DTM e dor orofacial. (Carga horária: 248h). , Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto/ USP, FORP/USP, Brasil.

2008 - 2008

Oclusão e dor orofacial: Ciência de lenda. (Carga horária: 4h). , Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto/ USP, FORP/USP, Brasil.

2007 - 2007

Fundamentos Morfofuncionais aplicados à Oclusão. (Carga horária: 4h). , Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto/ USP, FORP/USP, Brasil.

2007 - 2007

Acupuntura e Florais de Bach. (Carga horária: 4h). , Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto/USP, FORP/USP, Brasil.

2006 - 2006

DTM, Oclusão e Dores orofaciais. (Carga horária: 32h). , Centro Ciientífico e Cultural Brasileiro de Fisioterapia, CBF, Brasil.

2005 - 2005

Avaliação e tratamento na Síndrome da dor Anterior. (Carga horária: 30h). , Universidade Tiradentes, UNIT, Brasil.

2005 - 2005

Reabilitação nas lesões Ligamentares do joelho. (Carga horária: 26h). , Universidade Tiradentes, UNIT, Brasil.

2005 - 2005

Curso de Mobilização Articular e Neural. (Carga horária: 80h). , Quali Fisioterapia, QF, Brasil.

2004 - 2004

Curso Teórico-Prático de Watsu e Terapia Manual da. (Carga horária: 30h). , Movimentum fisioterapia, MF, Brasil.

2003 - 2003

Abordagem na Reabilitação das LEAAs. (Carga horária: 10h). , Movimentum fisioterapia, MF, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Disfunção Temporomandibular (DTM).

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Disfunção Temporomandibular (DTM)/Especialidade: ortopedia, reumatologia, traumatologia.

Participação em eventos

XXV Fórum Nacional de Ensino em Fisioterapia e II Congresso Brasileiro de Fisioterapia. AVALIAÇÃO SOMATIVA: FERRAMENTA PARA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DO EMPREGO DAS METODOLOGIAS ATIVAS NO ENSINO DA ANATOMIA HUMANA e AVALIAÇÃO FORMATIVA: ANÁLISE DO EMPREGO DAS METODOLOGIAS ATIVAS NO ENSINO DA ANATOMIA HUMANA. 2015. (Congresso).

3° Congresso Brasileiro de Eletromiografia e Cinesiologia e 3° Jornada Nacional de Procedimentos Mioterápicos ada. 2014. (Congresso).

XXIV FÓRUM NACIONAL DE ENSINO EM FISIOTERAPIA.ENSINO INOVADOR DA ANATOMIA HUMANA COMO FORMA DE INTEGRAÇÃO ENTRE A ESCOLA E A UNIVERSIDADE. 2014. (Outra).

2° Congresso Brasileiro de Eletromiografia e Cinesiologia, 2a. Jornada Nacional de procedimentos mioterápicos. Atividade eletromiográfica dos músculos temporal anterior, masseter e esternocleidomastoideo em indivíduos com deformidade dentofacial. 2012. (Congresso).

34° JORNADA ODONTOLÓGICA DE RIBEIRÃO PRETO E XIV CONGRESSO UNIVERSITÁRIO ODONTOLÓGICO DE RIBEIRÃO PRETO. INFLUÊNCIA DA DEFORMIDADE DENTOFACIAL NA DIFICULDADE MASTIGATÓRIA REFERIDA e INSPEÇÃO POSTURAL DE CABEÇA EM INDIVÍDUOS COM DEFORMIDADE DENTOFACIAL. 2012. (Congresso).

3° Simpósio do DAPE e 1° Simpósio do CAOPE.Conduta fisioterapêutica na disfunção temporomandibular em paciente classe II; relato de caso. 2011. (Simpósio).

XIX Congresso Brasileiro de Fisioterapia. Sinais e sintomas de DTM na deformidade dentofacial, amplitude de movimento cervical na deformidade dentofacial, influência da deformidade dentofacial na dor muscular.. 2011. (Congresso).

XX International Conference on Oral and Maxillofacial Surgery. RELATION BETWEEN THE SEVERITY OF SIGNS AND SYMPTOMS OF TEMPOROMANDIBULAR DYSFUNCTION AND HEAD POSTURE, RELATION BETWEEN THE ELECTROMYOGRAPHIC ACTIVITY OF THE STRENOCLEIDOMASTOID MUSCLE AND HEAD POSTURE. 2011. (Congresso).

1° Congresso Brasileiro de Eletromiografia e Cinesiologia e 1° Jornada Nacional de Procedimentos Mioterápicos. Atividade Eletromiográfica do músculo esternocleidomastoideo. 2010. (Congresso).

III Simpósio da Liga de Anatomia Humana da UNAERP-LAHURP. 2010. (Simpósio).

II Simpósio da Liga de Anatomia Humana da UNAERP-LAHURP. 2009. (Simpósio).

I Jornada Acadêmica da Liga de Anatomia HUmana da UNAERP-LAHURP. 2009. (Outra).

I Simpósio de Cefaléia e Disfunção Temporomandibular. 2009. (Simpósio).

XII Congresso Universitário Odontológico. Inclinação de Cabeça durante a mastigação habitual na deformidade dentofacial. 2009. (Congresso).

XII Congresso Universitário Odontológico. 2009. (Congresso).

I Jornada de Anatomia e Medicina Esportiva da UNAERP. 2008. (Outra).

XI Congresso Universitário Odontológico. Tratamento fisioterapêutico na hipomobilidade mandibular em paciente desdentado. 2008. (Congresso).

XI Congresso Universitário Odontológico. 2008. (Congresso).

XI Encontro A.A.A.R.L. de Medicina Esportiva.A infulência do perfil rotacional dos membros inferiores em portadores da Síndrome da Dor Anterior do Joelho. 2008. (Encontro).

XI Encontro A.A.A.R.L. de Medicina Esportiva. 2008. (Encontro).

X Congresso Universitário Odontológico. 2007. (Congresso).

X Congresso Universitário Odotonlógico. Atualização do tratamento fisioterapêutico nas DTM: Uma revisão de literatura. 2007. (Congresso).

I jornada Acadêmica de Fisioterapia. 2005. (Outra).

I Jornada Científica da COOPERFISIO. 2004. (Outra).

Participação em bancas

DEDA COSTA. M. R. C.; SOUZA, R. M.; ARAUJO, R. C.. Membro interno do concurso para professor Assistente do Departamento de Fisioterapia, edital 028/2014, matéria de ensino: II, III e V ciclo de fisioterapia, disciplinas: Estudo da Função e Disfunção do Movimento Humano I e II, Saúde e Funcionalidade, Saúde do Adulto e Funcionalidade (Tutorial, práticas de subunidade), Habilidades e Atitudes em fisioterapia I e II e Prática Supervisionada em Fisiot. 2015. Universidade Federal de Sergipe.

ANDRADE, F. L.;DEDA, M. R. C.; SILVA, N. R.. Membro interno do Concurso para professor Assistente do Núcleo de Terapia Ocupacional edital 025/2014, matéria de ensino: III e IV ciclos de terapia ocupacional, disciplina: Reabilitação Física do Adulto. 2014. Universidade Federal de Sergipe.

BARBOSA, G. R.;DEDA, M. R. C.; SANTOS, M. L. M.. Concurso para Professor Assistente, para a Matéria de ensino: III Ciclo de Fisioterapia. 2013. Universidade Federal de Sergipe.

DEDA, M. R. C.. 19° Simpósio Internacional de Iniciação Científica da Universidade de São Paulo, SIICUSP, Ciências Biológicas e de Saúde. 2011. Universidade de São Paulo.

DEDA, M. R. C.. 18º Simpósio Internacional de Iniciação Científica da Universidade de São Paulo. 2010. Universidade de São Paulo.

Orientou

THAYNARA LIMA ALVES

O EFEITO DA EDUCAÇÃO EM NEUROCIÊNCIA DA DOR PARA MANEJO DA DOR CERVICAL CRÔNICA INESPECÍFICA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA,; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa;

SAMANTA BARRETO SOARES SANTOS

FIBROEDEMA GELÓIDE E QUALIDADE DE VIDA EM ESTUDANTES DO CURSO DE FISIOTERAPIA; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa;

TAYNÁ SANTOS CRUZ

FIBROEDEMA GELÓIDE E QUALIDADE DE VIDA EM ESTUDANTES DO CURSO DE FISIOTERAPIA,; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa;

BEATRIZ BRITO FERREIRA

Análise da sintomatologia e qualidade de vida de trabalhadores da área de corte e costura; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa;

Maria Yoná Silva Cabral

AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO PULMONAR, SINAIS E SINTOMAS DE DTM E DE DISFUNÇÃO CRANIOCERVICAL EM INDIVÍDUOS COM DOENÇAS RESPIRATÓRIAS CRÔNICAS; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa;

Paulo Yure Nascimento Silva

AVALIAÇÃO DA CONFIABILIDADE DE TRÊS SOFTWARES PARA ANÁLISE FOTOGRAMÉTRICA DO ÂNGULO DE CABEÇA; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa;

ISABELA DE SOUZA

?Fatores de risco comportamentais e sua relação com a postura dos escolares?; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa;

Géssica Sena de Sousa

AVALIAÇÃO POSTURAL EM ESCOLARES NO MUNICÍPIO DE LAGARTO- SE; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa;

AMANDA SILVEIRA SANTOS

AVALIAÇÃO POSTURAL EM ESCOLARES NO MUNICÍPIO DE LAGARTO- SE; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Fisioterapia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa;

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  • CARVALHO, S. T. R. F. ; DEDA, M. R. C. ; SILVEIRA, A. C. ; BATAGLION, C. ; HOTTA, T. H. . Análises quantitativas da mobilidade da coluna cervical em pacientes com e sem disfunção temporomandibular. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • CARVALHO, S. T. R. F. ; DEDA, M. R. C. ; SILVEIRA, A. C. ; BATAGLION, C. ; HOTTA, T. H. . Prevalência dos sinais e sintomas de pacientes com Disfunção Temporomandibular. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • FAKHOURI, S.F. ; DEDA, M. R. C. ; GONÇALVES, M. C. ; FONSECA, M. C. R. ; FIGUEIREDO, J. F. C. ; RODRIGUES, M. L. V. ; PICCINATO, C. E. . Opinions of graduate students about the roles of the health sciences teacher. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • DEDA, M. R. C. ; COSTA, L. H. S. M. ; CARVALHO, R. M. F. ; LIMA, P. T. R. ; ANDRADE, C. E. ; OLIVEIRA, P. M. P. . A Influência do perfil rotacional dos membros inferiores em portadores da Síndrome Anterior do Joelho. 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • DEDA, M. R. C. ; VIANA, M. O. ; SILVEIRA, A. C. . Tratamento fisioterapêutico na hipomobilidade mandibular em paciente desdentado. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • VIANA, M. O. ; DEDA, M. R. C. . Atualização do Tratamento Fisioterapêutico nas DTMs : Uma revisão de literatura. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • DEDA, M. R. C. . 4° Simpósio do DAPE e 2° Simpósio do CAOPE, Postura de cabeça e DTM. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

  • DEDA, M. R. C. ; CARVALHO, S. T. R. F. . Postura de cabeça e DTM. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

  • DEDA, M. R. C. . ? Atuação do fisioterapeuta nas disfunções temporomandibulares - DTM?. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

  • DEDA, M. R. C. ; CARVALHO, S. T. R. F. . Mapa da dor articular: articulação sinovial temporomandibular. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

  • DEDA, M. R. C. . Avaliação e Tratamento Fisioterapêutico nas Disfunções Temporomandibulares. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2021 - 2021

    FIBROEDEMA GELÓIDE E QUALIDADE DE VIDA EM ESTUDANTES DO CURSO DE FISIOTERAPIA, Descrição: O fibroedema gelóide (FEG), popularmente conhecido como ?celulite?, é uma afecção do tecido dérmico e subcutâneo que provoca alterações lipodistróficas, podendo levar a esclerose, resultando no aspecto pouco estético. Sua prevalência é estimada em torno de 80-90%, das mulheres a partir da adolescência, o que leva ao desconforto não só físico, mas também o desconforto emocional, constituindo queixa frequente dessas pacientes. Esse processo vem acompanhado com acúmulo de edema e posteriores nódulos fibróticos, o que favorece a formação de depressões da pele levando a sua retração, além da sensação dolorosa, principalmente nos locais mais acometidos, na região das nádegas, coxas e abdômen. O aparecimento da celulite é caracterizado pela aparência ondulada e irregular da pele, em decorrência da protrusão da gordura na interface dermo-hipodérmica (MOREIRA; et al, 2017). O FEG se trata de uma afecção multifatorial. Alguns dos principais fatores que contribuem para o aparecimento dessa doença encontram-se, os hormônios femininos, destacando-se o estrógeno que atua no sistema adiposo e vascular e influencia a retenção do líquido do corpo, a predisposição genética, associados a outros fatores como, hábitos alimentares, condicionamento físico, etnia e emocionais (TIEMI, 2014). Existem critérios para classificar o FEG, os quais variam de acordo com as alterações histopatológicas. Pode ser classificado em quatro graus de severidade, sendo eles: grau I- a celulite só é visível através da compressão do tecido entre os dedos ou da contração muscular voluntária, grau II- as depressões são visíveis mesmo sem a compressão dos tecidos; grau III- o acometimento tecidual pode ser observado qual o indivíduo estiver em qualquer posição; e o grau IV- tem as mesmas características do grau III, com nódulos mais palpáveis, visíveis e dolorosos, além de aderências nos níveis profundos além de aparecimento de um ondulado óbvio na superfície da pele (SILVA; et al, 2017). O fibroedema gelóide, além de ser desagradável aos olhos do ponto de vista estético, ocasionando problemas de ordem psicossocial, originados pela cobrança dos padrões estéticos dos dias atuais, pode, ainda, acarretar problemas álgicos nas zonas acometidas e diminuição das atividades funcionais. Portanto, se de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o indivíduo só é saudável quando possui um equilíbrio biopsicossocial, então o fibroedema gelóide já pode ser considerado um problema de saúde (FROES; et al; 2005). Por isso, para um indivíduo ter uma boa qualidade vida é preciso que ele tenha uma percepção sobre a condição de sua vida dentro do seu próprio contexto de cultura e sistema de valores, considerando seus objetivos de vida, as expectativas e as preocupações, o que envolve o bem estar espiritual, físico, mental, psicológico e emocional, além de relacionamentos sociais (SILVA; et al, 2018) A Organização Mundial de Saúde (OMS) defende visão abrangente segundo a qual saúde não é meramente a ausência de doença ou enfermidade, mas a capacidade de o indivíduo ter vida produtiva e agradável. Avaliar qualidade de vida não é tarefa simples ou fácil, mas é importante. Por isso, vários instrumentos de medida estão sendo desenvolvidos e validados para aplicação em diversas doenças ou grupos de doentes (HEXSEL; et al, 2011). Tem-se visto poucos estudos o qual avalia a qualidade de vida das mulheres que possuam um grau de celulite, principalmente por não ter variedade de instrumentos para a avaliação. Há estudo realizado que afirma que o fibroedema gelóide afeta pouco a qualidade de vida das mulheres, não levando a prejuízos significativos, mas ainda há muitas controvérsias, porque o FEG é causado por vários fatores, incluindo físicos e emocionais, afetando assim a vida psicossial das mulheres afetadas, o que pode levar a um desequilíbrio tanto físico, quanto emocional, pois há muitas mulher. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Coordenador.

  • 2021 - 2021

    ATUAÇÃO INTERDISCIPLINAR NA DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR: CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS DE FISIOTERAPIA, FONOAUDIOLOGIA E ODONTOLOGIA NO MUNICÍPIO DE LAGARTO, Descrição: A Disfunção Temporomandibular (DTM) pode ser definida como um conjunto de manifestações clínicas de má função mandibular, associadas ou não à dor, que são geradas por agentes agressores à integridade morfológica ou funcional do Sistema Temporomandibular (MUNHOZ; MARQUES; de SIQUEIRA, 2005). A DTM apresenta etiologia complexa e multifatorial, associada a fatores predisponentes, iniciadores e perpetuantes, como alterações oclusais, hábitos parafuncionais, estresse, ansiedade, ou anormalidades no disco intra-articular. Tais fatores podem estar relacionados à ocorrência de inflamações articulares, danos e dores musculares, ou espasmos (BUESCHER, 2007). Entre os sintomas mais comuns pela percepção dos pacientes, temos a cefaleia, dor muscular, ruídos na ATM, otalgia, fadiga, zumbido e plenitude articular. Ademais, em relação as principais incapacidades, o movimento de abrir e fechar a boca, bocejar, mastigar e falar são os mais relatados (VIANA, 2015). Além disso, manifestações como otalgia, tonturas, além de desarranjo no disco articular com redução, que é caracterizado pela presença de estalidos durante a abertura e fechamento da boca, e desarranjos sem redução, que refletem uma limitação na abertura bucal, também podem ser manifestações de pacientes com DTM (LEEUW, 2010; RODA; et al, 2008). Em razão da etiologia multifatorial, as DTM exigem uma abordagem terapêutica interdisciplinar, mediante uma equipe formada por vários especialistas (cirurgião-dentista, fisioterapeuta, psicólogo e fonoaudiólogo) ou pelo menos uma estreita colaboração entre eles, uma vez que o tratamento bem-sucedido das DTMs deve envolver uma abordagem transdisciplinar e individualizada para cada paciente (PEREIRA; et al, 2004; GRANDJA; LIMA, 2003). Esse tratamento deve sempre visar o restabelecimento das funções debilitadas, o alívio da dor, a redução da sobrecarga da musculatura, a promoção do equilíbrio neuromuscular e oclusal, e a redução do estresse e da ansiedade (KUROIWA; et al, 2011; GANZAROLI; JUNIOR, 2017). Apesar disso, segundo Tomacheski et al (2014), geralmente médicos e cirurgiões dentistas não estão capacitados para diagnosticar a DTM. Não investigam a causa e tratam somente o sintoma, concorrendo assim para a não resolução definitiva do problema. No tratamento odontológico, é feita inicialmente uma avaliação e, de acordo com o quadro clínico, poderá ser realizado o aconselhamento do paciente, a prescrição de medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios, relaxantes musculares ou reposição vitamínica. Além disso, poderão ser confeccionadas placas oclusais para o tratamento da DTM (ALENCAR & BECKER, 2009; OLIVEIRA, 2002). Spillere e Rosas (2010) afirmam que a fisioterapia dispõe de vários recursos no tratamento da disfunção da ATM, dentre elas a massoterapia, a cinesioterapia, termoterapia e eletroterapia, proporcionando, além do alívio da sintomatologia, o restabelecimento da função normal do aparelho mastigatório e da postura. O tratamento fisioterapêutico, baseia-se então, de uma forma geral, em exercícios, massagens, alongamentos, terapia de liberação posicional (TLP), estimulação elétrica nervosa transcutânea (Tens), ultrassom e laser. Diante disso, a fisioterapia contribui para amenizar os sintomas da DTM, pois estimula a propriocepção, produção do líquido sinovial na articulação, melhora a elasticidade das fibras musculares aderidas e a dor (PRIEBE; ANTUNE; CORRÊA, 2015). A terapia fonoaudiológica busca adequar os músculos e a movimentação da mandíbula durante a fala, mastigação, deglutição e postura habitual da boca e mandíbula, atuando no equilíbrio dos grupos musculares que auxiliam nas funções orais. A terapia objetiva, da mesma forma, a redução da dor e mudanças dos hábitos deletérios, como apertar os dentes, roer unhas, morder objetos, pressionar a língua contra os dentes, entre outros. (STEFANI, 2013). Sendo assim, devido à origem ser. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Coordenador / Scheila Farias de Paiva - Integrante / CLARA MÉRCIA BARBOSA SILVA - Integrante.

  • 2021 - Atual

    SINAIS E SINTOMAS DE DISFUNÇÕES TEMPOROMANDIBULARES NA PANDEMIA DE COVID-19, Descrição: O novo coronavírus foi identificado em Wuhan, China, em dezembro de 2019 e rapidamente se disseminou entre diversos outros países, gerando uma pandemia declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Tal surto ocasionou pânico na população, incertezas e estresses, além dos sentimentos de solidão e preocupações advindas do isolamento social, necessário para conter a disseminação do novo vírus (BAO et al., 2020). Outros surtos de doenças infecciosas, como o atual pela Covid-19, já demonstraram desenvolver ou intensificar transtornos mentais e sofrimento psicológico. Isso ocorre devido ao medo do desconhecido, a incerteza referente ao futuro, isolamento e o impacto econômico que podem gerar níveis de estresse na população em geral especialmente nos países com grande disseminação e número de casos (RAJKUMAR, 2020). Diversos grupos estão sendo estudados buscando encontrar populações de maior risco ao sofrimento mental. Indivíduos com doenças crônicas ou transtornos psicológicos compõem as classes mais diretamente envolvidas ao risco. Também foram levantadas maiores taxas de ansiedade e depressão em pessoas do sexo feminino, em estudantes, em indivíduos com percepção ruim da saúde e naqueles infectados ou com sintomas sugestivos de Covid-19 (ODRIOZOLA-GONZALEZ et al., 2020; RAJKUMAR, 2020). Os jovens universitários são um grupo em destaque por necessitarem ainda de um processo de adaptação ao ambiente educacional sem aulas presenciais, tornando-os mais vulneráveis, com sintomas de ansiedade e depressão de moderados a graves (CAO et al., 2020; OZAMIZ-ETXEBARRIA et al, 2020; ODRIOZOLA-GONZALES et al., 2020). Neste cenário encontram-se também os docentes de instituições públicas e privadas que passaram a lidar com as demandas de uma nova prática de ensino, à distância, sem uma capacitação adequada para o manuseio das tecnologias digitais envolvidas nessa nova realidade (SILVA et al., 2020). Dessa forma, sofrem com a pressão das instituições, a auto cobrança para fornecer ensino de qualidade e com a associação entre trabalho e atividades domésticas. Estudos levantaram adoecimento mental com transtornos depressivos, afetivos e de adaptação, ansiedade generalizada, estresses e síndrome do esgotamento profissional (ARAÚJO et al., 2020; WANG; WANG, 2020). O profissional de saúde tem alto risco ao adoecimento psicológico devido ao aumento na carga horária de trabalho, fadiga, preocupação excessiva, risco alto de infecção, falta de equipamentos de segurança e solidão com afastamento da família (RAJKUMAR, 2020). O controle da dor crônica também foi interrompido pela pandemia, devido à necessidade do isolamento social, com cancelamento de procedimentos ambulatoriais e cirurgias eletivas. Os efeitos da pandemia na carga de dor dependerão de diversos fatores característicos das populações, e sua gravidade interferirá diretamente na capacidade funcional dos indivíduos se associando a altas taxas de depressão e pensamento suicida (ECCLESTON et al., 2020). As Disfunções Temporomandibulares (DTM) são de origem multifatorial, possuindo uma relação estabelecida com aspectos psicológicos como estresse, ansiedade e depressão (CANALES et al., 2018; FILLINGIM et al., 2018; KINDLER et al., 2012; MANFREDINI et al., 2009). Há uma alta prevalência desses distúrbios psicológicos, principalmente em pacientes com DTM de origem muscular, que tendem a aumentar em situac&#. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Coordenador / MACIEL, LEONARDO YUNG DOS SANTOS - Integrante / Scheila Farias de Paiva - Integrante.

  • 2021 - Atual

    AVALIAÇÃO DA FUNCIONALIDADE EM PESSOAS COM ZUMBIDO: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO E INTERDISCIPLINAR NO ESTADO DE SERGIPE, Descrição: Estima-se que 17% da população mundial apresentam algum tipo de zumbido e, no Brasil, presente em aproximadamente 28 milhões de pessoas tornando-se um problema de saúde pública. Dentre os impactos psicossociais em pessoas com zumbido pode-se destacar, dificuldade de relacionamento com os familiares, estresse no ambiente de trabalho, impotência sexual, ansiedade e depressão. A avaliação do impacto do zumbido na qualidade de vida desses indivíduos constitui um dos pilares na investigação para determinar a melhor forma de tratamento necessitando por isso de uma melhor compreensão a respeito dos processos cognitivos e psicossociais relacionados a este sintoma (Urnau et al., 2011). É frequente a associação entre o zumbido com a depressão, ansiedade e outras alterações psíquicas. A literatura aponta que uma das possíveis causas para o desenvolvimento da depressão e ansiedade pode estar relacionada com o zumbido, esteja ele associado ou não à perda de audição (Rosa, 2012). Tais efeitos podem comprometer de tal maneira a qualidade de vida das pessoas que, em casos extremos, levam ao suicídio. Em 1996, a American Tinnitus Association (ATA) realizou um estudo com 13.000 pacientes e estimou que o zumbido encontra-se relacionado com a depressão em 71% dos casos, produz algum grau de exclusão social em 69% dos casos, queda no rendimento profissional em 57% dos casos e redução na qualidade de vida em 86% dos casos (Figueiredo; Azevedo, 2013). A avaliação do impacto do zumbido na qualidade de vida é fundamental para efetividade do tratamento com o paciente. O Tinnitus Handicap Inventory (THI), instrumento para a caracterização e quantificação do zumbido traduzido para diversos idiomas devido à sua praticidade e diversas possibilidades de aplicação. O instrumento é de grande valia por auxiliar na avaliação e determinação do grau de severidade do zumbido, bem como por caracterizar e quantificar o impacto do deste na qualidade de vida do paciente por meio de perguntas que avaliam três dimensões: reações funcionais, emocionais e catastróficas ao zumbido (Dias, Cordeiro & Corrente, 2006). A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) é uma Classificação elaborada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que pertence à família de classificações internacionais projetadas para avaliar e documentar uma ampla gama de informações relacionadas ao estado de saúde em território nacional e internacional. É composta por duas partes. Parte 1: Funções do corpo (b) e estrutura (s); e Atividades e participação (d). Parte 2: abrange fatores contextuais e inclui os componentes: fatores ambientais (e) e fatores pessoais, possibilitando assim, uma linguagem comum e padronizada entre profissionais de saúde em todo o mundo. A CIF representa um grande avanço na classificação das incapacidades, permitindo uma variedade de usos na área da saúde tendo implicações inclusive no uso da previdência e na formulação de políticas públicas. Além de agregar uma possibilidade de mudança no paradigma da saúde, modifica o a atenção antes restrita à causalidade das doenças para consideração do seu impacto na qualidade de vida das pessoas (Farias N, Buchalla CM., 2005). Apesar da grande relevância e ser considerado uma questão de saúde pública no âmbito internacional, ainda não existe clareza e consenso sobre quais aspectos do zumbido são mais relevantes nas pesquisas quanto aos domínios e instrumentos mais adequados para sua investigação, no que se refere à ampla variedade de fatores de risco e comorbidades, sendo este um grande desafio para os profissionais da saúde. O zumbido é um dos sintomas mais angustiantes que, além de sua conhecida relação direta com sistema auditivo e somatossensorial, frequentemente encontra-se associado a uma série de complicações fisiológicas e psicológicas como depressão, ansiedade e insônia. Assim, abordar o zumbido a partir d. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Coordenador / Scheila Farias de Paiva - Integrante.

  • 2021 - Atual

    INFLUÊNCIA DO ISOLAMENTO SOCIAL NOS ASPECTOS FÍSICOS E EMOCIONAIS DURANTE O PERÍODO DE PANDEMIA DA COVID19, Descrição: Objetivo Geral O presente estudo tem como objetivo avaliar, de forma quantitativa e qualitativa, o grau de impacto da ansiedade causada pelo isolamento social durante a pandemia do COVID-19 na vida dos indivíduos de Sergipe. Objetivos Específicos - Avaliar a qualidade de vida durante o isolamento social obrigatório; - Identificar o grau da dor; - Averiguar o nível de funcionalidade; - Calcular o grau de atividade física; - Verificar os níveis da ansiedade e depressão.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Integrante / Jessica Paloma Rosa Silva - Integrante / Leonardo Yung dos Santos Maciel - Coordenador / SILVIO SANTOS LACROSE SANDES - Integrante / WALDERI MONTEIRO DA SILVA JUNIOR - Integrante / JADER PEREIRA DE FARIAS NETO - Integrante / JOANA MONTEIRO FRAGA DE FARIAS - Integrante.

  • 2020 - 2021

    EFEITO DE DIFERENTES INTERVENÇÕES NA FORÇA E FLEXIBILIDADE MUSCULAR EM INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS: UM ENSAIO CLÍNICO ALEATÓRIO, Descrição: Objetivos Geral: Comparar o efeito de diferentes intervenções na força e flexibilidade de quadríceps e isquiotibiais em indivíduos saudáveis.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Coordenador / Leonardo Yung dos Santos Maciel - Integrante / WALDERI MONTEIRO DA SILVA JUNIOR - Integrante / JADER PEREIRA DE FARIAS NETO - Integrante.

  • 2020 - 2021

    O IMPACTO DAS TERAPIAS COMPLEMENTARES NA SAÚDE DOS CUIDADORES DE CRIANÇAS ATENDIDAS PELA EQUOTERAPIA DE LAGARTO: UM ENSAIO CLÍNICO CONTROLADO ALEATORIZADO, Descrição: 2. OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL ? Analisar a influência da aplicação das terapias complementares na melhora da qualidade de vida dos cuidadores de crianças autistas. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ? Descrever o perfil sintomatológico dos pais/cuidadores de crianças autistas atendidas pela equoterapia de Lagarto/SE; ? Avaliar as dores musculoesqueléticas antes e após a aplicação das terapias complementares nessa população; ? Avaliar a ansiedade antes e após a aplicação das terapias complementares nessa população; ? Avaliar a depressão antes e após a aplicação das terapias complementares nessa população; ? Avaliar o estresse antes e após a aplicação das terapias complementares nessa população; ? Acompanhar o processo utilizado (follow- up) para quantificar a duração do efeito da técnica utilizada na população estudada.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Coordenador / Leonardo Yung dos Santos Maciel - Integrante / WALDERI MONTEIRO DA SILVA JUNIOR - Integrante / JADER PEREIRA DE FARIAS NETO - Integrante.

  • 2019 - 2020

    efeito imediato da ventosaterapia e alongamento na flexibilidade dos músculos isquiotibiais, Descrição: A ventosaterapia é um método de tratamento que utiliza a pressão negativa que estimula a dilatação dos vasos sanguíneos e remove as toxinas da fáscia profunda, melhorando o suprimento de oxigênio e perfusão tecidual (DIONISIO et al., 2017; THAM et al., 2006). Com base na literatura, a ventosaterapia vem sendo recomendada para o tratamento de distúrbios musculoesqueléticos. Além disso, essa terapia tem sido muito utilizada para o tratamento de inúmeras com condições de dor. Dentre elas, podemos destacar a dor de cabeça, dor lombar, dor no pescoço e síndrome do túnel do carpo ( AHMADI et al., 2008 ; FARHADI et al., 2009 ; MICHAELSEN et al., 2009 ; LAUCHE et al., 2011). Sendo assim, esse método de tratamento é considerado um tipo de medicina alternativa para o alívio da dor e para o tratamento de doenças (THAM et al., 2006), não existindo evidência científica de sua eficácia no tratamento da restrição de flexibilidade muscular. A flexibilidade é a capacidade que a articulação tem de se mover por meio da amplitude de movimento total, irrestrita e livre de dores. Para a melhora da flexibilidade existem diversos tratamentos, como a hidroterapia, diatermia e crioterapia associadas ao alongamento passivo. (ANDRADE FILHO et al., 2006). A flexibilidade muscular pode ser alcançada pode ser alcançada por uma variedade de técnicas de alongamento, como alongamento passivo ou estático, balístico e facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP), os mais utilizados em estudos incluem o alongamento passivo e FNP. Esses alongamentos favorecem a diminuição da resistência do tecido conectivo e aumenta a amplitude movimento (VIEIRA et al., 2005). O músculo isquiotibial é amplamente descrito em diversos estudos sobre flexibilidade muscular (YLINEN; KAUTIAINEN; HAKKINEN, 2010), sendo mais expostos ao encurtamento devido ao longo período de tempo em que os indivíduos permanecem na postura sentada, como estudantes universitários. A diminuição da amplitude de movimento e flexibilidade desse músculo interfere na biomecânica da cintura escapular e pélvica, resultando em dor lombar, alterações posturais, distúrbios musculoesqueléticos e até dificuldades na atividade de vida diária. Por isso, a necessidade de mantê-los com um comprimento adequado (WITVROUW et al., 2003). Apesar de haver muitos estudos que abordem cientificamente os efeitos da ventosaterapia ( AHMADI et al., 2008 ; FARHADI et al., 2009 ; MICHAELSEN et al.,2009 ; LAUCHE et al., 2011)., não existem pesquisas que comparem as diferentes técnicas de aplicação dessa terapia e que avaliem seu efeito nas alterações de atividade e comprimento muscular. Existem estudos comparativos das diferentes técnicas de alongamento muscular e seus efeitos na flexibilidade muscular (VIEIRA et al., 2005), contudo, há escassez de evidências que comparem as técnicas de terapia por ventosa e alongamentos. Por esta razão, o objetivo desse estudo é avaliar e comparar o efeito imediato da ventosaterapia e alongamento na flexibilidade dos músculos isquiotibiais, considerando diferentes técnicas de aplicação dessas terapias.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Coordenador / MACIEL, LEONARDO YUNG DOS SANTOS - Integrante.

  • 2019 - 2020

    AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO PULMONAR, SINAIS E SINTOMAS DE DTM E DE DISFUNÇÃO CARNIOCERVICAL EM INDIVÍDUOS COM DOENÇAS RESPIRATÓRIAS CRÔNICAS, Descrição: O padrão ventilatório e a sua influência nas mudanças da mecânica respiratória nas Disfunções Temporomandibulares (DTM) e craniocervicais vêm sendo de interesse de muitos pesquisadores (PASINATO; CORREA; PERRONI, 2006). Existe uma relação direta entre respiração, alinhamento craniocervical e DTM, causado pelo uso excessivo da musculatura inspiratória acessória. O uso exacerbado desses músculos provoca encurtamentos e consequentemente acarretam alterações na postura, afetando o posicionamento da cabeça, levando à tração mandibular, o que consequentemente afeta a integridade da Articulação Temporomandibular (ATM) (COSTA; et al, 2010). Os fatores indicados como sendo responsáveis por essas mudanças são: padrão ventilatório apical, tensão/ansiedade e respiração bucal (HRUSKA, 1997). O padrão respiratório torácico superior predomina nos indivíduos com DTM, e ao realizar a avaliação da força muscular, pessoas que apresentam DTM possuem um menor grau de força muscular diafragmática em relação aos indivíduos assintomáticos, o que levaria a ativação da musculatura respiratória acessória favorecendo assim o surgimento de distúrbios dolorosos craniofaciais (PASINATO; CORREA; PERRONI, 2006). As alterações no funcionamento do aparelho mastigatório podem levar ao desenvolvimento da DTM, sendo caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas (TOMACHESKI, 2004). Entre os mais comuns pela percepção dos pacientes, temos a cefaleia, dor muscular, ruídos na ATM, otalgia, fadiga, zumbido e plenitude articular. Ademais, em relação as principais incapacidades, o movimento de abrir e fechar a boca, bocejar, mastigar e falar são os mais relatados (VIANA, 2015). A etiologia da DTM ainda não está compreendida, possui caráter multifatorial, incluindo alterações oclusais, nas restaurações, e de mal-adaptação às próteses, desenvolvem-se após lesões traumáticas, por degeneração unilateral, e por hábitos orais e posturas inadequadas. Geralmente sendo desencadeado pela associação entre os fatores citados (MENEZES, 2008). Existe uma relação íntima entre sistema mastigatório e a coluna cervical, isso acontece devido as ações neuromusculares dos músculos mastigatórios e cervicais e sua influência direta entre os movimentos funcionais da mandíbula e coluna cervical, em outras palavras, o mecanismo postural responsável pela postura da cabeça também atua parcialmente na postura da mandíbula. Com isso, qualquer fator que influencie a função dos músculos mastigatórios consequentemente pode afetar a sua posição de repouso e seus movimentos (GOLDSTEIN, et al, 1984). O músculo esternocleidomastóideo (ECM) é um dos principais responsáveis pelos transtornos disfuncionais da cabeça e pescoço que levariam a disfunção do aparelho estomatognático. O ECM realiza flexão anterior da coluna cervical, e o seu encurtamento causaria anteriorização da coluna cervical sobre o tórax, gerando, portanto, uma anteriorização da cabeça (PASINATO; CORREA; PERRONI, 2006). Em uma análise eletromiográfica do músculo ECM em crianças respiradoras bucais e nasais foi verificado maior atividade elétrica em respiradores bucais (RIBEIRO, 2000). Essa alteração postural tensiona a musculatura hioide provocando uma tração posterior da mandíbula. Além disso, a anteriorização da cabeça está associada ao aumento do esforço inspiratório, contribuindo para um padrão ventilatório apical exigindo a ativação dos músculos acessórios da inspiração (RIBEIRO; MARCHIORI; SILVA, 2003). A obstrução das vias aéreas superiores seria a causa das alterações na postura craniocervical e mandibular, sendo essa mudança no padrão respiratório para facilitar a respiração e vencer a resistência das vias áreas (PASINATO; CORREA; PERRONI, 2006). Em outro estudo sobre a incidência de DTM em crianças asmáticas, mostrou que todas as crianças tinham respiração bucal determinada pela obstrução nasal e que todas apresentavam DTM com sev. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Coordenador / LARISSA ANDRADE DE SÁ FEITOSA - Integrante.

  • 2019 - 2020

    EFICÁCIA DA VENTOSATERIA E DA ACUPUNTURA PARA TRATAMENTO DA SÍNDROME DA DOR LOMBAR INESPECÍFICA: UM ENSAIO CLÍNICO ALEATORIO, Descrição: Objetivos 1.1 Objetivo geral Comparar os efeitos da acupuntura e da ventosaterapia no tratamento da lombalgia inespecífica. 1.2 Objetivo específico Avaliar os efeitos da acupuntura e da ventosaterapia na flexibilidade e qualidade de vida. Analisar o efeito da acupuntura e da ventosaterapia na sensibilidade cutânea e profunda... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Coordenador / Leonardo Yung dos Santos Maciel - Integrante / WALDERI MONTEIRO DA SILVA JUNIOR - Integrante / JADER PEREIRA DE FARIAS NETO - Integrante / ERIKA THATYANA NASCIMENTO SANTANA - Integrante.

  • 2018 - 2019

    AVALIAÇÃO DA CONFIABILIDADE DE TRÊS DIFERENTES PROGRAMAS COMPUTACIONAIS PARA ANÁLISE FOTOGRAMÉTRICA DO ÂNGULO DE CABEÇA, Descrição: A postura adequada é definida como uma situação em que cada segmento corporal tem seu centro de gravidade orientado verticalmente sobre os segmentos adjacentes, de modo que suas posições são interdependentes (WATSON; MAC DONNCHA, 2000). Para Van Maaren et al. (1996) a postura normal é aquela capaz de proporcionar uma aparência esteticamente aceitável e ser mantida por um determinado tempo sem desconforto ou dificuldade. De acordo com Amantéa et al. (2004) a postura ideal é aquela em que há um equilíbrio entre as estruturas de suporte envolvendo uma quantidade mínima de esforço e sobrecarga com uma máxima eficiência do corpo. A avaliação postural pode ser realizada por meio de métodos qualitativos e quantitativos. A inspeção postural é considerada um método qualitativo de grande importância clínica (NICOLAKIS et al., 2000; REGO FARIAS; ALVES; GALDEMAN, 2001). Outras vezes, utilizam-se radiografias (traçados cefalométricos) para avaliar a posição da cabeça e da cervical, sendo este considerado um método quantitativo (HUGGARE; RAUSTIA, 1992). Também são encontrados diversos trabalhos que realizam a avaliação por meio da fotografia postural (fotogrametria) de forma qualitativa (FEDORACK et al., 2003) ou quantitativa (GADOTTI; BERZIN; BIASOTTO-GONZALEZ, 2005; IUNES et al., 2005; KUSSUKI; JOÃO; CUNHA, 2007; SANTOS et al., 2009). A avaliação postural qualitativa é a mais empregada na prática clínica e durante muito tempo foi utilizada como o único método de avaliação postural em trabalhos científicos. Fedorack et al. (2003) afirmaram que essa ferramenta não deve ser descartada por ter baixa acurácia e confiabilidade, pois a avaliação visual é um importante componente de qualquer exame clínico e pode ajudar o profissional a entender melhor a patologia que acomete seu paciente. Sugere-se que ela seja associada a um método mais preciso para medir as alterações posturais. Um método que tem se mostrado eficiente e que pode ser associado à inspeção postural é a fotogrametria computadorizada. Nesse método os desvios posturais mínimos podem ser detectados, pois são numericamente quantificados e a sua confiabilidade já foi atestada entre diferentes examinadores (IUNES et al., 2005, 2009b; RIBEIRO et al., 2006; SATO; VIEIRA; GIL COURY, 2003; WATSON; MAC DONNCHA, 2000; ZONNENBERG et al., 1996). A fotogrametria computadorizada é a combinação da fotografia digital com softwares que permitem a mensuração de ângulos e distâncias horizontais e verticais para finalidades diversas, como o Corel Draw (SACCO et al., 2003; SACCO et al., 2005; SILVA et al., 2011), ou outros softwares especificamente desenvolvidos para avaliação postural, como o SAPO (Software para avaliação postural) e o Alcimage (CAMELO et al, 2015). Apesar do grande número de softwares existentes para avaliar a postura, ainda não há consenso acerca da confiabilidade do método (SATO; VIEIRA; GIL COURY, 2003). Não existe uma padronização dos ângulos ideais para se calcular certas alterações posturais, assim como não existe consenso no meio científico a respeito de qual seja o melhor software a ser utilizado para quantificar esses desvios. Sendo assim, o presente estudo tem como objetivo avaliar aspectos quantitativos como a confiabilidade intra e inter examinador de cada programa (SAPO, Alcimage e Corel Draw) e qualitativos como a usabilidade, vantagens e desvantagens apresentadas por cada um deles para a realização da análise fotogramétrica de cabeça.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Coordenador.

  • 2018 - 2019

    FATORES DE RISCO COMPORTAMENTAIS E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA DOS ESCOLARES, Descrição: resultado do equilíbrio entre músculos, ossos, ligamentos e cápsulas, para suportar o corpo ereto e proteger as estruturas contra lesões ou deformidades. Além disso, o correto alinhamento corporal permite a permanência em uma mesma posição por período prolongado, sem desconfortos e com baixo consumo energético (KENDALL et al., 2007; SANTOS et al., 2009). Em oposição, a má postura é um desarranjo entre as partes do corpo que induz o aumento de tensão nas estruturas de suporte, podendo resultar em dor (KENDALL et al., 2007). O mau hábito postural, quando utilizado por longo intervalo de tempo, pode originar defeitos ou alterações, pois, o corpo se adapta e promove desequilíbrios na musculatura levando a uma má postura (BUENO; RECH, 2013; KENDALL et al., 2007). A ocorrência de dor e alterações posturais são problemas prevalentes na população adulta, afetando também, em grandes proporções, as crianças e adolescentes (CANDOTTI; NOLL; ROTH, 2012). Esses problemas podem ser influenciados por fatores intrínsecos como o sexo, a hereditariedade, o crescimento e desenvolvimento corporal; ou por fatores extrínsecos como o ambiente e as condições socioeconômicas (SANTOS, 2009). As fases da infância e adolescência correspondem àquelas em que os jovens frequentam a escola. Considerando que os desvios posturais têm causa multifatorial, achados na literatura demonstram que este ambiente dispõe de uma variedade de fatores de risco, são eles: o excesso de peso do material escolar e seu transporte de modo incorreto, as mobílias de tamanho inadequado, a posição sentada por períodos prolongados e o modo desajustado de sentar (NOLL et al., 2016; SEDREZ et al., 2015). Dentre os hábitos posturais que fazem parte do cotidiano dos escolares, o modo de transporte do material escolar tem sido amplamente investigado (NOLL et al., 2013). A mochila é considerada o meio mais adequado para esse transporte, especialmente aquela com fixação dorsal, pois, permite a repartição simétrica do peso em ambos os ombros e ainda trás a carga mais próxima à coluna vertebral, assegurando-a uma maior estabilidade. Além disso, é preciso levar em consideração o peso da mochila. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a mesma não deve ultrapassar 5% do peso da criança da pré-escola e 10% do peso do aluno do ensino fundamental (PAULA, 2011). Sedrez et al. (2015) realizaram um estudo com 58 crianças, com o objetivo de verificar a associação entre os hábitos comportamentais e as alterações posturais. Os resultados demonstraram que o modo inadequado de transportar a mochila escolar estava associado ao aparecimento de alterações na lordose lombar, enquanto aquelas crianças que utilizavam outro meio de transporte, se não a mochila, apresentavam uma hipercifose torácica. Outro fator recorrente no ambiente escolar é a postura sentada, visto que, em geral, os estudantes permanecem em média 04 a 05h diárias nessa posição, 05 vezes por semana (NOLL et al., 2013). A postura sentada é considerada a mais danosa para a coluna vertebral, pois ocasiona várias alterações musculoesqueléticas, principalmente na região lombar, dado que, a pressão do disco intervertebral L3 aumenta 35% em relação à posição em pé. Em outras circunstâncias, se a posição estiver incorreta com flexão anterior do tronco, falta de apoio lombar e falta de apoio para o antebraço, a pressão intradiscal é potencializada aumentando para mais de 70% (AINHAGNE; SANTHIAGO, 2009). O estudo de Sedrez et al. (2015) demonstrou que a alteração de cifose torácica esteve associada à postura inadequada ao sentar para escrever e sentar em um banco. Além disso, o hábito de usar o computador por quatro horas ou mais, por dia, também se associou a essas alterações. Uma das formas de minimizar os efeitos adversos da postura sentada é o planejamento e/ou replanejamento do ambiente físico, com adoção de mobiliário ajustável a diferentes req. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Coordenador.

  • 2014 - Atual

    Análise da confiabilidade intra e interexaminadores na avaliação da amplitude de movimento mandibular pelo paquímetro, Descrição: A análise da amplitude de movimento mandibular é um importante item na avaliação ciesiológica funcional da articulação temporomandibular, pois alterações do sistema mastigatório podem levar à restrição dos movimentos mandibulares. O paquímetro é um instrumento muito utilizado por profissionais que atuam no sistema estomatognático para analisar os movimentos mandibulares, entretanto sua confiabilidade ainda não foi averiguada. Sendo assim, o objetivo do presente estudo será avaliar a confiabilidade intra e interexaminadores da avaliação dos movimentos mandibulares por meio do paquímetro. Farão parte dessa pesquisa, 30 estudantes da Universidade Federal de Sergipe de diferentes cursos da área de saúde, de ambos os sexos, entre 18 e 25 anos. Todos os voluntários serão submetidos à mensuração dos movimentos mandibulares de abertura, protrusão, lateralidade direita e esquerda. Para isso, será utilizado o paquímetro analógico de plástico Dismaâ graduado em milímetros e dois examinadores farão as medições. Os dados serão computados em tabelas e comparados utilizando os testes estatísticos adequados do Programa Graph Pad InStat versão 3.0 for Windows 95, considerando as diferenças significativas P < 0,05.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Coordenador / FERNANDA PAIXAO AMADO - Integrante / JULIANA SILVA COSTA - Integrante.

  • 2012 - Atual

    SEVERIDADE DOS SINAIS E SINTOMAS DE DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR EM GRADUANDOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, Descrição: Condições de desequilíbrio que afetam a articulação temporomandibular podem resultar em quadros de disfunção temporomandibular (DTM). A alta prevalência de sinais e sintomas da disfunção temporomandibular tem sido apontada na população universitária, em graus de severidade variados. Desse modo, o objetivo deste trabalho será analisar o grau de severidade dos sinais e sintomas da disfunção temporomandibular (DTM) em jovens universitários. Este estudo será realizado através de aplicação de questionário denominado Protocolo Validado em Populações Brasileiras para Centros Multiprofissionais na Determinação dos sinais e sintomas da DTM. Participarão do estudo 200 estudantes, da Universidade Federal de Sergipe (UFS) Campus Universitário Professor Antônio Garcia Filho. A amostragem será formada por universitários de ambos os sexos, na faixa etária entre 18 e 25 anos. Serão selecionados voluntários do primeiro e segundo ano de todos os cursos da área da saúde ofertados pela universidade. Os dados serão computados em tabela no Excel e analisados estatisticamente pelo Programa Graph Pad InStat versão 3.0 for Windows 95, considerando as diferenças significativas P < 0,05.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Marcela Ralin de Carvalho Deda Costa - Coordenador / DENISE OLIVEIRA REIS DOS SANTOS - Integrante / Aline Gonçalves Santos Viana - Integrante.

Prêmios

2014

Menção honrosa, Universidade Federal da Paraíba - UFPB.

2005

1º lugar em banner de projeto de pesquisa, Universidade Tiradentes.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal de Sergipe, Centro de Ciências da Saúde de Lagarto. , Rua Padre Álvares Pitangueira, 248, centro, 49400-970 - Lagarto, SE - Brasil, Telefone: (79) 21056550, URL da Homepage:

Experiência profissional

2012 - Atual

Universidade Federal de Sergipe

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2011 - 2011

Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo

Vínculo: monitora, Enquadramento Funcional: monitora na graduação, Carga horária: 6

Outras informações:
monitora da disciplina Fisioterapia Preventiva e Comunitária, ministrada para o Curso de Graduação em Fisioterapia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) no 1º semestre de 2011.

2011 - 2011

Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo

Vínculo: monitora, Enquadramento Funcional: monitoria, Carga horária: 6

Outras informações:
monitora da disciplina de VIVÊNCIAS PROFISSIONAIS ministrada para o 1º ano do Curso de Graduação em Fisioterapia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) no 2º semestre de 2011.

2008 - 2008

Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo

Vínculo: monitoria, Enquadramento Funcional: monitoria na graduação, Carga horária: 6

Outras informações:
monitora da disciplina de VIVÊNCIAS PROFISSIONAIS ministrada para o 1º ano do Curso de Graduação em Fisioterapia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) no 2º semestre de 2008.

2011 - 2011

Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo USP

Vínculo: monitora, Enquadramento Funcional: monitoria na área de fisioterapia, Carga horária: 8

Outras informações:
Monitora na área de fisioterapia do curso de difusão (extensão universitária), intitulado "Oclusão, disfunção temporomandibular e dor orofacial em pacientes com necessidades especiais: abordagem multidisciplinar".

2011 - 2011

Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo USP

Vínculo: monitoria, Enquadramento Funcional: monitora na área de fisioterapia, Carga horária: 8

Outras informações:
Monitora na área de fisioterapia do curso de difusão (extensão universitária), intitulado "Oclusão, disfunção temporomandibular e dor orofacial em pacientes com necessidades especiais: abordagem multidisciplinar".

2010 - 2010

Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo USP

Vínculo: monitoria, Enquadramento Funcional: monitora na área de fisioterapia, Carga horária: 8

Outras informações:
Monitora na área de fisioterapia do curso de difusão (extensão universitária), intitulado "Oclusão, disfunção temporomandibular e dor orofacial em pacientes com necessidades especiais: abordagem multidisciplinar".

2010 - 2010

Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo USP

Vínculo: monitoria, Enquadramento Funcional: monitora na área de fisioterapia, Carga horária: 8

Outras informações:
Monitora na área de fisioterapia do curso de difusão (extensão universitária), intitulado "Oclusão, disfunção temporomandibular e dor orofacial em pacientes com necessidades especiais: abordagem multidisciplinar".

2006 - 2006

Petroleo Brasileiro S.A.

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: colaborador

Outras informações:
Terceira Semana de Saúde, no período de 20 a 24/03/2006

2005 - 2005

Universidade Tiradentes

Vínculo: livre, Enquadramento Funcional: monitoria, Carga horária: 15

Outras informações:
Monitora da disciplina Fundamentos da Fisioterapia Aplicada a Reumatologia