Fábio Mallart Moreira

Professor do Departamento de Ciências Sociais (DCIS), do Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGAS) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), onde integra o coletivo de pesquisa e extensão ILHARGAS - Cidades, Políticas e Violências (CNPq). É membro do Comitê Cidadania, Violência e Gestão Estatal da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e pesquisador do Núcleo de Etnografias Urbanas do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). Mestre em Antropologia Social e Doutor em Sociologia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP). Estágio doutoral pelo Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA, Universidade do Minho, Portugal). Fez Pós-Doutorado no Instituto de Medicina Social (IMS) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Autor de "Cadeias dominadas: a Fundação CASA, suas dinâmicas e as trajetórias de jovens internos" (Ed. Terceiro Nome/Fapesp) e de "Findas linhas: circulações e confinamentos pelos subterrâneos de São Paulo" (Ed. Etnográfica Press). Tem interesse em sociologia urbana, sociologia da punição, teoria sociológica e antropologia do Estado.

Informações coletadas do Lattes em 07/09/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Sociologia

2015 - 2019

Universidade de São Paulo
Título: Findas linhas: circulações e confinamentos pelos subterrâneos de São Paulo
Orientador: em Centro em Rede de Investigação em Antropologia (Universidade do Minho) ( Manuela Ivone Cunha)
com , Ano de obtenção: 2019. Vera da Silva Telles. Coorientador: Manuela Ivone Cunha. Bolsista do(a): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, Brasil. Palavras-chave: Prisões; Manicômios Judiciários; Estado; Psicofármacos; São Paulo.Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Sociologia Política.

Mestrado em Ciência Social (Antropologia Social)

2009 - 2011

Universidade de São Paulo
Título: Cadeias dominadas: dinâmicas de uma instituição em trajetórias de jovens internos
, Ano de Obtenção: 2012.Rose Satiko Gitirana Hikiji.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Trajetórias; Configurações; PCC.Grande área: Ciências Humanas

Graduação em Jornalismo

2002 - 2006

Universidade Metodista de São Paulo

Pós-doutorado

2020 - 2023

Pós-Doutorado. , Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências Humanas, Grande Área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Sociologia da Punição. , Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública.

Formação complementar

2019 - 2019

Pesquisador visitante (CRIA, Instituto de Ciências Sociais, UMinho). , Centro em Rede de Investigação em Antropologia (Universidade do Minho), CRIA, Portugal.

2009 - 2009

Programa de Aperfeiçoamento de Ensino. (Carga horária: 64h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Sociologia da Punição.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Sociologia Urbana.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Teoria Sociológica.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Antropologia do Estado.

Organização de eventos

CARRARA, S. ; SILVA, M. B. B. ; MALLART, Fábio . Seminário Corpo, violência e os significados sociais da dor. 2024. (Outro).

MALLART, Fábio . Universidade e Movimentos Sociais: implicações teóricas, epistemológicas e políticas. 2024. (Outro).

MALLART, Fábio . Gênero e Política: familiares e movimentos nos arredores da prisão (Sexta Etnográfica, evento organizado em parceria com estudantes do PPGAS). 2024. (Outro).

MALLART, Fábio . Auxílio na organização do Webnário "Caminhos e Descaminhos da Prevenção à Tortura no Brasil: Quais Obstáculos Devemos Ultrapassar?". 2021. (Outro).

PADOVANI, N. C. ; MALLART, Fábio . Webinários da ABA: 29 anos do massacre do Carandiru e a vida que pulsa. 2021. (Outro).

MALLART, Fábio ; CUNHA, M. I. . Seminário Internacional "Punição, Prisão e Cidade: cenários transversais e contextos transnacionais". 2017. (Outro).

Participação em eventos

48º Encontro Anual da ANPOCS.Debatedor da MR 31 - Expulsões, aprisionamentos e territórios: análises interseccionais e comparadas. 2024. (Encontro).

Seminário Corpo, violência e os significados sociais da dor.A política do definhamento e as mortes naturais. 2024. (Seminário).

VIII Seminário Internacional de Pesquisa em Prisão.Coordenador do Grupo de Trabalho (GT) Cidade e Prisão. 2024. (Seminário).

VII Seminário Internacional Violência e Conflitos Sociais: relações de poder e segurança pública.Debatedor do GT 13 - Saberes, políticas e fluxos prisionais. 2024. (Seminário).

33 Reunião Brasileira de Antropologia. Perda de objeto: as prisões e o sistema de justiça criminal em tempos de pandemia. 2022. (Congresso).

Webnário: "Caminhos e descaminhos da prevenção à tortura no Brasil: Quais obstáculos devemos ultrapassar?.Mediador da Mesa: "Modelos e instrumentos normativos para prevenir a tortura". 2021. (Seminário).

32ª Reunião Brasileira de Antropologia (RBA). Participação como debatedor no GT 80. Transições democráticas e controle social: repensando marcações temporais. 2020. (Congresso).

Coronavírus no cárcere.Participação como debatedor em Colóquio Virtual. 2020. (Outra).

XIII RAM - Reunião de Antropologia do Mercosul. Fronteiras porosas: a prisão em suas conexões com o "fora" e seus espaços diferenciais por dentro. 2019. (Congresso).

II Encontro da Secção "Sociologia do Direito e da Justiça.Direitos humanos e guerra: torções, agenciamentos e mobilizações da gramática humanitária. 2017. (Encontro).

International Conference Prison States and Political Embodiment (Lisboa, Portugal).. 2017. (Outra).

30 Reunião Brasileira de Antropologia (RBA). Cadeia ping-pong: entre o dentro e o fora das muralhas. 2016. (Congresso).

30 Reunião Brasileira de Antropologia (RBA).. Debatedor no GT 31: Etnografias da (des)ordem: ilegalismos, mercados e controles. 2016. (Congresso).

40 Encontro Anual da ANPOCS.Sobre coleiras e pílulas: tecnologias de gestão prisional em São Paulo. 2016. (Encontro).

Ciclo de debates: Desafios em estudos sobre policiamento e crime (IESP/UERJ).Participação na mesa: Consumo e Tráfico de Drogas. 2016. (Outra).

II Seminário Internacional de Pesquisa em Prisão.Integrante da mesa "Estratégias de encarceramento em perspectiva comparada". 2016. (Seminário).

II Seminário Internacional de Pesquisa em Prisão.Coordenador do GT 01: Cidade e Prisão. 2016. (Seminário).

II Simpósio Internacional de Antropologia: entre lo legal y lo ilegal.Pílulas e injetáveis na prisão: tecnologias de gestão de populações, de espaços superlotados e de condutas individuais. 2016. (Simpósio).

V Seminário Nacional de Estudos Prisionais e Punição.Coordenador do GT "Confinamento e juventude: dimensões da punição de adolescentes em conflito com a lei". 2016. (Seminário).

V Seminário Nacional de Estudos Prisionais e Punição.Coordenador do GT "Punição e Prisão: novos atores e temáticas (diálogos com o campo da saúde, psiquiatria, psicologia). 2016. (Seminário).

39º Encontro Anual da ANPOCS.Por uma etnografia das transversalidades urbanas: entre o mundão e os dispositivos de controle. 2015. (Encontro).

A maioridade penal (debate organizado pelo Jornal Le Monde Diplomatique Brasil).O surgimento das dominadas: entre o governo e o crime. 2015. (Outra).

Drogas, Política e Cultura: perspectivas Brasil - México. Entre a lógica punitiva-carcerária e a lógica medicalizante: técnicas de gestão de corpos indesejáveis e perigosos. 2015. (Congresso).

I Seminário Internacional de Pesquisa em Prisão.Coordenador do GT 01: Cidade e Prisão. 2015. (Seminário).

IV Encontro Nacional de Antropologia do Direito.Fronteiras porosas: a simetria entre o sistema socioeducativo de internação e o sistema carcerário. 2015. (Encontro).

XIII Semana de Ciências Sociais da UFSCAR.Integrante da mesa "Sociologia da Violência e da Criminalidade". 2015. (Outra).

XI Reunião de Antropologia do Mercosul (RAM).Transversalidades urbanas: a circulação dos infames por distintos territórios da cidade. 2015. (Outra).

Encontro de gestores, operadores e pesquisadores do sistema de atendimento socioeducativo do Estado de São Paulo.Unidades dominadas: a dinâmica de funcionamento de determinados espaços de internação da Fundação CASA. 2013. (Encontro).

Território, crime e ordenamento social nas margens da cidade.Dos lares da Febem às cadeias do Comando: a dinâmica institucional cravada na trajetória de um interno. 2012. (Seminário).

I Simpósio r@u: jovens em conflito com a lei.Salve Geral: áreas urbanas, instituições prisionais e unidades de internação da Fundação CASA em comunicação. 2011. (Simpósio).

27 Reunião Brasileira de Antropologia. "Salve Geral": a Fundação CASA na rede de comunicação do PCC. 2010. (Congresso).

Semana contra a criminalização da pobreza."Unidades dominadas": algumas considerações sobre a relação estabelecida entre adolescentes da Fundação CASA e integrantes do PCC. 2010. (Encontro).

I Encontro Nacional de Antropologia do Direito."Unidades dominadas": uma análise da interação entre agentes distintos de um ponto de vista relacional. 2009. (Encontro).

VIII Graduação em Campo - Seminários de Antropologia Urbana.Entre quatro paredes. 2009. (Seminário).

Participação em bancas

Aluno: Paula Pagliari de Braud

BATISTA, V. M.; TELLES, V. S.;MALLART, Fábio; TEIXEIRA, A.. Gestão Judicial dos Ilegalismos: a prática da fiança e as audiências de custódia na regulação da ordem urbana em São Paulo. 2024. Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Júlia Perosa Saigh Jurdi

CUNHA, M. I.; MACHADO, J. M. S. C.;MALLART, Fábio. Reincidência penitenciária: trajetórias de vida e narrativas de moradores do estado de São Paulo. 2022. Dissertação (Mestrado em Crime, Diferença e Desigualdade) - Universidade do Minho.

Aluno: Denise Anjos de Oliveira

LOWENKRON, L.;MALLART, FÁBIO; AZIZE, R. L.; LACERDA, D.. Hibridismo punitivo e colonialidade do saber: práticas de saúde desenvolvidas por egressos do sistema prisional em Porto Velho-RO. 2021. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Aluno: Alexandra N

MALVASI, P.;MALLART, Fábio; SALLA, F.. I.S.A. Lopes. Sistema socioeducativo e mercados criminais na trajetória de adolescentes: um estudo qualitativo a partir de um percurso profissional. 2016. Dissertação (Mestrado em Adolescente em Conflito com a Lei) - Universidade Anhanguera de São Paulo.

Aluno: BRUNA AUGUSTA MATTOS RAMACHIOTTI

TELLES, V. S.; GODOI, R.; GRILLO, C. C.;MALLART, Fábio. A bala e a balança da justiça - o sistema de justiça e a legitimação das mortes por agentes do Estado: um olhar a partir da crise de 2012. 2024. Tese (Doutorado em Sociologia) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Paula Pagliari de Braud

TELLES, V. S.; BATISTA, V. M.;MALLART, Fábio. Polícia, justiça e prisão na gestão da ordem urbana: estudo sobre práticas judiciais de controle nos crimes de furto. 2023. Exame de qualificação (Mestrando em Sociologia) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Ana Clara Klink de Melo

TELLES, V. S.;MALLART, Fábio. Um pé dentro, o outro fora: liberdades (e prisões) liminares na cidade de São Paulo. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência Social (Antropologia Social)) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Carolina Martins dos Santos

MELLO, L. G.; SANTOS, A. B. S.;MALLART, Fábio. A PNSIPN na unidade de saúde prisional do Presídio Central de Porto Alegre: produção de saúde para corpos negros encarcerados. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Sociologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Denise Anjos de Oliveira

SILVA, M. B. B.;MALLART, Fábio; LACERDA, D.. Práticas de saúde desenvolvidas por uma associação: a perspectiva dos egressos do sistema prisional. 2020. Exame de qualificação (Mestrando em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Aluno: Fernanda Mithie Lima Ishy

MALLART, Fábio; RUI, T.. "Prô, jura que eu passei de ano?": a desconstrução do protagonismo juvenil na escola pública estadual. 2014. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Psicossociologia da Juventude e Políticas Públicas) - Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

Aluno: Fernanda Bernardi Bichucher e Lucas Crivelenti e Castro

MALLART, Fábio; RAMOS, L. C.; SOUZA, H. O.. Sistema prisional paulista: arbitrariedades e revoltas. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Jornalismo) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Orientou

Evelin Souza dos Santos

O cárcere como produtor de pobreza: uma análise dos mecanismos de espoliação dos familiares de pessoas presas em Manaus; Início: 2025; Dissertação (Mestrado em SOCIOLOGIA) - Universidade Federal do Amazonas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);

Aline Cristina Silva de Melo

Ressocializar e reintregar para além das grades: Um estudo sobre o impacto da pandemia de Covid-19 nas políticas de ressocialização para presos e egressos do sistema penitenciário na cidade de Manaus/AM; Início: 2024; Dissertação (Mestrado em SOCIOLOGIA) - Universidade Federal do Amazonas; (Orientador);

Victória Mello Fernandes

A vida na prisão-internação: um estudo sobre o cumprimento de medida de segurança no Rio Grande do Sul; Início: 2023; Tese (Doutorado em Sociologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Coorientador);

Eduardo Augusto da Silva Dias

Início: 2024; Universidade Federal do Amazonas;

Fernanda Priscilla Pereira Calegare

Início: 2024; Universidade Federal do Amazonas;

Regina dos Santos Souza

A situação das mulheres encarceradas: uma análise sociológica e jurídica das condições dos cárceres em Manaus; Início: 2024; Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Sociologia & Direito) - Universidade Federal do Amazonas; (Orientador);

Yasmin Ibernon Vasconcelos

Causa mortis: o sistema carcerário amazonense e a produção da morte; Início: 2024; Iniciação científica (Graduando em Direito) - Universidade Federal do Amazonas, Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas; (Orientador);

Nathalie Souza Santos

Sob os olhares da justiça: o processamento judicial da morte nas prisões amazonenses; Início: 2024; Iniciação científica (Graduando em Direito) - Universidade Federal do Amazonas; (Orientador);

João Vitor Cortez de Souza

O alargamento da prisão: efeitos do encarceramento para familiares de presos e presas; Início: 2024; Iniciação científica (Graduando em Ciências Sociais) - Universidade Federal do Amazonas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Clara da Silva Camatta

Focar aqui dentro, (não) esquecer lá fora: afetos e formas de habitar o cotidiano em uma unidade socioeducativa de internação no Rio de Janeiro; 2022; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Fábio Mallart Moreira;

Paulo Pontes

Sentidos da violência; A trajetória do Fórum Social de Manguinhos (2007-2016); 2022; Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ; Coorientador: Fábio Mallart Moreira;

Victória Mello Fernandes

O anormal e (é) o ?outro?: a constituição da categoria inimputável a partir da análise dos Processos Criminais da Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas do Foro Central de Porto Alegre; 2021; Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Fábio Mallart Moreira;

PEDRO GUILHERME ALFONSO DOS SANTOS

O terrorismo e suas interpretações sociais, políticas e jurídicas no Brasil: A propósito da Lei 13; 260/16; 2019; Dissertação (Mestrado em Crime, Diferença e Desigualdade) - Universidade do Minho, ; Orientador: Fábio Mallart Moreira;

Nicolas Alexandria

Vale dos esquecidos: mobilidades e lutas em Terras Indígenas (TIs); 2022; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação em Sociologia) - Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo; Orientador: Fábio Mallart Moreira;

ANA CAROLINA PATE CARDOSO UCHOA

Poder Judiciário e famílias pobres: que relação é essa?; 2021; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação em Sociologia) - Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo; Orientador: Fábio Mallart Moreira;

Layane Florencio Araujo

O sentido da alimentação para a população de rua; 2021; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Pós-Graduação em Sociologia) - Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo; Orientador: Fábio Mallart Moreira;

Produções bibliográficas

  • CAMATTA, C. ; LOWENKRON, L. ; MALLART, Fábio . Onde impera o medo: socioeducação, violência e afetos hostis no Rio de Janeiro. ANTROPOLÍTICA: REVISTA CONTEMPORÂNEA DE ANTROPOLOGIA , v. 56, p. 1-26, 2024.

  • FERNANDES, A. ; ARAUJO, F. A. ; MALLART, Fábio . Pandemia, Precarização e Desigualdades. Pensata ? Revista dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP , v. 10, p. 1-6, 2022.

  • MALLART, FÁBIO ; PAGLIARI DE BRAUD, PAULA . Perda de objeto: as prisões e o sistema de justiça criminal em tempos de pandemia. CADERNOS IBERO-AMERICANOS DE DIREITO SANITÁRIO , v. 11, p. 14-35, 2022.

  • RUI, T. ; MALLART, FÁBIO . A ditadura nunca terminou: etnografias de transições democráticas. ANTROPOLÍTICA: REVISTA CONTEMPORÂNEA DE ANTROPOLOGIA , v. 54, p. 12-21, 2022.

  • MALLART, FÁBIO ; ARAÚJO, FÁBIO . Uma rua na favela e uma janela na cela: precariedades, doenças e mortes dentro e fora dos muros. Sociedade e Estado , v. 36, p. 61-81, 2021.

  • GODOI, R. ; CAMPOS, M. S. ; MALLART, Fábio ; CAMPELLO, U. Ricardo . Epistemopolíticas do dispositivo carcerário paulista: refletindo sobre experiências de pesquisa-intervenção junto à Pastoral Carcerária. REVISTA DE ESTUDOS EMPÍRICOS EM DIREITO , v. 7, p. 143-158, 2020.

  • TELLES, V. S. ; GODOI, R. ; BRITO, J. M. ; MALLART, Fábio . Combatendo o encarceramento em massa, lutando pela vida. Caderno CRH (Online) , v. 33, p. 1-16, 2020.

  • MALLART, Fábio ; CAMPELLO, U. Ricardo . Battlegrounds: mobilizing humanitarian discourses in São Paulo detention centers. ETNOGRÁFICA , v. 24, p. 115-132, 2020.

  • TELLES, V. S. ; GODOI, R. ; BRITO, J. M. ; MALLART, Fábio . Fighting Mass Incarceration, Fighting for Life: Elements for a History of the Present in Brazil. Champ Pénal , v. 21, p. 1-15, 2020.

  • GODOI, R. ; GRILLO, C. C. ; TONCHE, J. ; MALLART, Fábio ; RAMACHIOTTI, B. ; BRAUD, P. P. . Letalidade policial e respaldo institucional : perfil e processamento dos casos de resistência seguida de morte na cidade de São Paulo. Revista De Estudios Sociales , v. 73, p. 58-72, 2020.

  • MALLART, Fábio ; CUNHA, M. I. . Introdução: as dobras entre o dentro e o fora. Tempo Social , v. 31, p. 7-15, 2019.

  • GODOI, R. ; ARAUJO, F. A. ; MALLART, Fábio . Espacializando a prisão: a conformação dos parques penitenciários em São Paulo e no Rio de Janeiro. Novos Estudos. CEBRAP , v. 38, p. 591-611, 2019.

  • MALLART, Fábio . O arquipélago. Tempo Social , v. 31, p. 59-79, 2019.

  • MALVASI, P. ; SALLA, F. ; MALLART, Fábio ; MELO, R. . Saberes da encruzilhada: militância, pesquisa e política no sistema socioeducativo. ETNOGRÁFICA , v. 22, p. 75-96, 2018.

  • GODOI, R. ; MALLART, Fábio . Apresentação do Dossiê: 'Dados e Atualidades da Pesquisa em Prisão no Brasil'. ARACÊ ¿ DIREITOS HUMANOS EM REVISTA , v. 4, p. 8-13, 2017.

  • MALLART, Fábio ; RUI, T. . Cadeia ping-pong: entre o dentro e o fora das muralhas. PONTO URBE , v. 21, p. 1-16, 2017.

  • MALLART, Fábio . Du Statut de l?enfant et de l?adolescent aux « prisons dominées »: Dynamique de fonctionnement du système socio-éducatif d?internement. Bresil(s) , v. 7, p. 211-227, 2015.

  • MALLART, Fábio . Salve Geral: áreas urbanas, instituições prisionais e unidades de internação da Fundação CASA em comunicação. R@U : REVISTA DE ANTROPOLOGIA SOCIAL DOS ALUNOS DO PPGAS-UFSCAR , v. 3, p. 293-314, 2011.

  • RODRIGUES, F. J. (Org.) ; BIONDI, K. (Org.) ; PAIVA, L. F. S. (Org.) ; CANDOTTI, F. M. (Org.) ; MALLART, Fábio (Org.) ; GODOI, R. (Org.) . Saberes, políticas e fluxos prisionais. 1. ed. São Luis: UEMA, 2024. v. 1. 198p .

  • GODOI, R. (Org.) ; MALLART, Fábio (Org.) ; MOTTA, E. (Org.) . A pandemia nas prisões do Brasil. 1. ed. Rio de Janeiro: Mórula, 2023. v. 1. 268p .

  • GODOI, R. (Org.) ; MOTTA, E. (Org.) ; MALLART, Fábio (Org.) . Tempos sombrios: reflexões sobre a pandemia. 1. ed. São Paulo: Editora Funilaria, 2022. v. 1. 578p .

  • MALLART, Fábio . Findas linhas: circulações e confinamentos pelos subterrâneos de São Paulo. 1. ed. Lisboa: Etnográfica Press, 2021. v. 1. 408p .

  • MALLART, Fábio ; GODOI, R. (Org.) . BR 111: a rota das prisões brasileiras. 1. ed. São Paulo: Editora Veneta/Le Monde Diplomatique Brasil, 2017. v. 1. 160p .

  • MALLART, Fábio . Cadeias dominadas: a Fundação CASA, suas dinâmicas e as trajetórias de jovens internos. 1. ed. São Paulo: Editora Terceiro Nome/Fapesp, 2014. 264p .

  • GODOI, R. ; MALLART, Fábio . Saberes, fluxos e políticas prisionais: uma apresentação. In: Fernando de Jesus Rodrigues; Karina Biondi; Luiz Fábio Silva Paiva; Fábio Candotti; Fábio Mallart; Rafael Godoi. (Org.). Saberes, políticas e fluxos prisionais. 1ed.São Luis: UEMA, 2024, v. 1, p. 1-198.

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  • GODOI, R. ; CAMPELLO, U. Ricardo ; MALLART, Fábio . O colapso é o ponto de partida: entrevista com o Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Rio de Janeiro sobre prisões e a Covid-19. In: Rafael Godoi; Fábio Mallart; Eugênia Motta. (Org.). A pandemia nas prisões do Brasil. 1ed.Rio de Janeiro: Mórula, 2023, v. 1, p. 56-78.

  • ARAUJO, F. A. ; MALLART, Fábio ; CANDOTTI, F. M. ; GODOI, R. . A produção da calamidade: um balanço das prisões fluminenses em 2020. In: Rafael Godoi; Fábio Mallart; Eugênia Motta. (Org.). A pandemia nas prisões do Brasil. 1ed.Rio de Janeiro: Mórula, 2023, v. 1, p. 175-192.

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  • MALLART, Fábio ; GODOI, R. ; CAMPELLO, U. Ricardo ; ARAUJO, F. A. . O massacre do coronavírus. In: Miriam Pillar Grossi; Rodrigo Toniol. (Org.). Cientistas sociais e o coronavírus. 1ed.São Paulo: ANPOCS, 2020, v. 1, p. 405-409.

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  • MALLART, Fábio ; GODOI, R. . Vidas Matáveis. In: Mallart, Fábio; Godoi, Rafael. (Org.). BR 111: a rota das prisões brasileiras. 1ed.São Paulo: Editora Veneta/Le Monde Diplomatique Brasil, 2017, v. 1, p. 21-33.

  • MALLART, Fábio . Gestão Neuroquímica: pílulas e injetáveis na prisão. In: Mallart, Fábio; Godoi, Rafael. (Org.). BR 111: a rota das prisões brasileiras. 1ed.São Paulo: Editora Veneta/Le Monde Diplomatique Brasil, 2017, v. 1, p. 127-137.

  • CAMPELLO, U. Ricardo ; MALLART, Fábio . Sobre coleiras e pílulas: tecnologias de gestão prisional em São Paulo. In: Duarte, Vera & Gomes, Sílvia. (Org.). Espaços de Reclusão: questões teóricas, metodológicas e de investigação. 1ed.Porto: Edições ISMAI, 2017, v. 3, p. 59-77.

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  • MALLART, Fábio . Unidades dominadas: a dinâmica de funcionamento de determinados espaços de internação da Fundação CASA. In: SILVA, Roberto da; SOUZA NETO, João Clemente; PINI, Francisca Rodrigues. (Org.). Ciência da Delinquência: o olhar da USP sobre o ato infracional, o infrator, as medidas socioeducativas e suas práticas. 1ed.São Paulo: Expressão & Arte Editora, 2014, v. 6, p. 145-160.

  • MALLART, Fábio ; ARAUJO, F. A. . A memória viva do massacre. Le Monde Diplomatique Brasil, 26 out. 2022.

  • ARAUJO, F. A. ; MALLART, Fábio . Mães de Acari: a luta jurídica no âmbito internacional. Le Monde Diplomatique Brasil, 28 jul. 2022.

  • ARAUJO, F. A. ; MALLART, Fábio . Contra o Estado assassino e a degradação da vida. Le Monde Diplomatique Brasil, 26 jul. 2022.

  • ARAUJO, F. A. ; MALLART, Fábio ; CANDOTTI, F. M. ; GODOI, R. . A produção da calamidade: um balanço das prisões fluminenses em 2020. Le Monde Diplomatique Brasil, 11 jan. 2021.

  • ARAUJO, F. A. ; MALLART, Fábio ; GAUDENZI, P. . Contextualizar o desmonte é essencial. Entrevista com os médicos da Clínica da Família Maria do Socorro, situada na Rocinha (RJ), sobre os impactos do novo coronavírus. Le Monde Diplomatique Brasil, São Paulo, 30 jun. 2020.

  • MALLART, Fábio ; ARAUJO, F. A. . Causa mortis determinada: a prisão. Le Monde Diplomatique Brasil, São Paulo, 29 abr. 2020.

  • MALLART, Fábio ; GODOI, R. ; CAMPELLO, U. Ricardo ; ARAUJO, F. A. . Brazil s prisons: Covid-19 massacre imminent. Latin America Bureau, 06 abr. 2020.

  • MALLART, Fábio . Morrer antes da morte. Le Monde Diplomatique Brasil, São Paulo, p. 20 - 21, 01 jul. 2019.

  • MALLART, Fábio ; MATTAR, M. ; RUI, T. ; TELLES, V. S. . Fazer sumir: políticas de combate à cracolândia. Le Monde Diplomatique Brasil, São Paulo, , v. Edição 120, p. 21 - 22, 01 jul. 2017.

  • MALLART, Fábio . As pílulas e a prisão: produção e gestão do sofrimento. Le Monde Diplomatique Brasil, São Paulo, , v. Edição 104, p. 36 - 37, 01 mar. 2016.

  • MALLART, Fábio ; GODOI, R. . Vidas matáveis, morte em vida e morte de fato. Le Monde Diplomatique Brasil, São Paulo, , v. Edição 100, p. 34 - 35, 05 nov. 2015.

  • RUI, T. ; MALLART, Fábio . Pela descriminalização de todas as drogas, inclusive, do crack. Site da Plataforma Brasileira de Políticas Sobre Drogas, São Paulo, 13 out. 2015.

  • RUI, T. ; MALLART, Fábio . A cracolândia, um potente conector urbano. Le Monde Diplomatique Brasil, São Paulo, , v. Edição 99, p. 30 - 31, 09 out. 2015.

  • MALLART, Fábio . E a água segue privatizada. Brasil de Fato, São Paulo, p. 10 - 10, 12 jan. 2006.

  • MALLART, Fábio . A hora e a vez dos indígenas. Brasil de Fato, São Paulo, p. 9 - 9, 22 dez. 2005.

  • MALLART, Fábio ; RUI, T. . Por uma etnografia das transversalidades urbanas: entre o mundão e os dispositivos de controle. In: 39º Encontro Anual da Anpocs, 2015, Caxambu - MG. Anais do 39º Encontro Anual da Anpocs, 2015.

  • MALLART, Fábio . Fronteiras porosas: a simetria entre o sistema socioeducativo de internação e o sistema carcerário. In: Anais do IV Encontro Nacional de Antropologia do Direito, 2015, São Paulo. Anais ENADIR, 2015.

  • MALLART, Fábio . 'Unidades dominadas': uma análise da interação entre agentes distintos de um ponto de vista relacional. In: I Encontro Nacional de Antropologia do Direito (ENADIR), 2009, São Paulo. Anais do I Encontro Nacional de Antropologia do Direito, 2009.

  • MALLART, Fábio . 'Salve Geral': a Fundação CASA na rede de comunicação do PCC. In: 27 Reunião Brasileira de Antropologia, 2010, Belém. Brasil Plural, 2010.

  • MALLART, Fábio . Encarceramento e Saúde Pública: dinâmicas de produção do sofrimento. 2024. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio . A política do definhamento e as mortes naturais. 2024. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MALLART, Fábio . Novas Fronteiras do Sul (?): entre acolhidas, expulsões e o fazer circular (Aula Aberta Unicamp). 2024. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MALLART, Fábio . Letalidades Prisionais: a morte por definhamento e o processamento judicial. 2024. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MALLART, Fábio . Perda de objeto: as prisões e o sistema de justiça criminal em tempos de pandemia (participação como palestrante em Simpósio Especial da 33 RBA - Morte durante a pandemia de Covid-19: luto e tragédias). 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MALLART, Fábio . Entre distopias e ideologias: confinamentos antes, durante e depois da Covid-19. 2021. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MALLART, Fábio . Violência de Estado e Cidadania: covid-19 nas prisões brasileiras (participação em webinar organizado pela ABA/SBPC). 2020. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio . Cemitérios, mortes e sofrimentos (roda de conversa). 2020. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio . Precariedade, desigualdades e violência nas prisões na (e para além da) pandemia. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MALLART, Fábio . Políticas da Precariedade (participação como expositor em mesa-redonda). 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MALLART, Fábio . Fronteiras porosas: a prisão em suas conexões com o 'fora' e seus espaços diferenciais por dentro. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MALLART, Fábio . Prender e matar: tecnologias de gestão de populações. 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio . O arquipélago e os subterrâneos: porosidades da prisão. 2019. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MALLART, Fábio . Violência estatal: políticas e práticas de morte e encarceramento (Desarticulação de direitos, desregulação ambiental e violência estatal: fórum de debates sobre o acirramento dos conflitos socioambientais e urbanos). 2019. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio . Circuito carcerário-assistencial: punir, assistir e cuidar em tempos de políticas neoliberais. Palestra ministrada aos estudantes do Mestrado em Crime, Diferença e Desigualdade, Universidade do Minho (Portugal). 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MALLART, Fábio . Prisões e hospitais psiquiátricos: novos diagramas, velhas conexões. Palestra ministrada aos estudantes do Mestrado em Crime, Diferença e Desigualdade, Universidade do Minho (Portugal). 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MALLART, Fábio ; CAMPELLO, U. Ricardo . Nouveaux diagrammes, vieilles connexions: échanges contemporains entre prisons et hôpitaux psychiatriques à São Paulo (Brésil). 2018. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • MALLART, Fábio . Vidas matáveis: desigualdade, encarceramento e letalidade policial em São Paulo. Palestra ministrada aos estudantes da Unidade Curricular de Investigação Aplicada em Criminologia, do curso de licenciatura em Criminologia e Política Criminal da Universidade do Minho (Portugal). 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MALLART, Fábio . No rastro das conexões: ressonâncias entre punir e reprimir, assistir e cuidar. Palestra ministrada os estudantes da Unidade Curricular de Práticas de Investigação II, curso de doutoramento em Sociologia da Universidade do Minho (Portugal). 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MALLART, Fábio ; CAMPELLO, U. Ricardo . Direitos humanos e guerra: torções, agenciamentos e mobilizações da gramática humanitária. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • MALLART, Fábio . Fazendo mover, fazendo parar: entre prisões, abrigos, ruas, pessoas e documentos. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MALLART, Fábio . Seguir os fluxos: a pesquisa de campo em distintos territórios. Apresentação de trabalho aos estudantes da Unidade Curricular de Métodos e Técnicas de Investigação Criminológica, Instituto Universitário da Maia (ISMAI - Portugal). 2017. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio ; CAMPELLO, U. Ricardo . Metamorfoses do sistema prisional em São Paulo: a máquina carcerária em suas figurações contemporâneas. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MALLART, Fábio ; CAMPELLO, U. Ricardo . Abolicionismo penal: interfaces entre militância, pesquisa e política. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MALLART, Fábio . Encarcelar, matar y medicar: dinámicas penitenciarias en la ciudad de São Paulo. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MALLART, Fábio . Las consecuencias humanas del encarcelamiento. 2017. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • MALLART, Fábio . Circuito carcerário-assistencial: produção e gestão de corpos considerados indesejáveis e perigosos. Apresentação de trabalho aos estudantes da Unidade Curricular de Desenvolvimento e Políticas Sociais, curso de mestrado em Sociologia (Universidade do Minho - Portugal). 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MALLART, Fábio . Porosidades: a prisão em suas conexões e seus fragmentos internos. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MALLART, Fábio . Cadeias dominadas: a Fundação CASA, suas dinâmicas e as trajetórias de jovens internos. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MALLART, Fábio . Captura e fuga: a gestão governamental dos infames. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MALLART, Fábio ; RUI, T. . Cadeia ping-pong: entre o dentro e o fora das muralhas. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MALLART, Fábio . As pílulas e a prisão: técnicas de gestão de corpos indesejáveis e perigosos. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • MALLART, Fábio ; CAMPELLO, U. Ricardo . Sobre coleiras e pílulas: tecnologias de gestão prisional em São Paulo. 2016. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio . Pílulas e Injetáveis na prisão: tecnologias de gestão de populações, de espaços superlotados e de condutas individuais. 2016. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • MALLART, Fábio . Fronteiras porosas: a simetria entre o sistema socioeducativo de internação e o sistema carcerário. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio ; RUI, T. . Por uma etnografia das transversalidades urbanas: entre o mundão e os dispositivos de controle. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio ; RUI, T. . Transversalidades urbanas: a circulação dos infames por distintos territórios da cidade. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio ; RUI, T. . Por uma etnografia das transversalidades urbanas: entre o mundão e os dispositivos de controle. Apresentação ao Grupo de Estudos de Antropologia da Cidade (GEAC-USP). 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio . Entre a lógica punitiva-carcerária e a lógica medicalizante: técnicas de gestão de corpos indesejáveis e perigosos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MALLART, Fábio . Cadeias dominadas: a simetria entre as unidades de internação da Fundação CASA e o sistema penitenciário. 2014. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • MALLART, Fábio . Cadeias da Fundação CASA: dinâmicas de uma instituição em trajetórias de jovens internos. 2014. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MALLART, Fábio . Cadeias dominadas: dinâmicas de uma instituição em trajetórias de jovens internos. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MALLART, Fábio . Unidades dominadas: a dinâmica de funcionamento de determinados espaços de internação da Fundação CASA. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio . Cadeias dominadas: jogos de poder no cotidiano da Fundação CASA. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio . Dos lares da Febem às cadeias do Comando: a dinâmica institucional cravada na trajetória de um interno. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • MALLART, Fábio . 'Salve Geral': áreas urbanas, instituições prisionais e unidades de internação da Fundação CASA em comunicação. 2011. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • MALLART, Fábio . 'Salve Geral': a Fundação CASA na rede de comunicação do PCC. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MALLART, Fábio . 'Unidades dominadas': algumas considerações sobre a relação estabelecida entre adolescentes da Fundação CASA e integrantes do PCC. 2010. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio . 'Unidades dominadas': uma análise da interação entre agentes distintos de um ponto de vista relacional. 2009. (Apresentação de Trabalho/Outra).

  • MALLART, Fábio ; GODOI, R. ; CAMPELLO, U. Ricardo ; ARAUJO, F. A. . O massacre do coronavírus 2020 (Boletim Anpocs/Cientistas Sociais e o Coronavírus).

  • ARAUJO, F. A. ; MEDEIROS, F. ; MALLART, Fábio . As valas comuns: imagens e políticas da morte 2020 (Dilemas - Revista de Estudos de Conflito e Controle Social (Reflexões na Pandemia)).

  • GODOI, R. ; CAMPELLO, U. Ricardo ; MALLART, Fábio . O colapso é o ponto de partida: Entrevista com o Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Rio de Janeiro sobre prisões e a Covid-19 2020 (Dilemas - Revista de Estudos de Conflito e Controle Social (Reflexões na Pandemia)).

  • MALLART, Fábio ; BRASILINO, L. . Estado de Choque. São Paulo: Le Monde Diplomatique Brasil, 2019 (Organização de dossiê para o Le Monde Diplomatique Brasil).

Outras produções

MALLART, Fábio . Parecer ad hoc para Tempo Social - Revista de Sociologia da USP. 2025.

MALLART, Fábio . Parecer ad hoc para Dilemas - Revista de Estudos de Conflito e Controle Social (NECVU/IFCS/UFRJ). 2021.

MALLART, Fábio . Parecer ad hoc para Physis - Revista de Saúde Coletiva. 2021.

MALLART, Fábio . Parecer ad hoc para Physis - Revista de Saúde Coletiva. 2021.

MALLART, Fábio . Parecer ad hoc para Antropolítica - Revista Contemporânea de Antropologia da Universidade Federal Fluminense. 2020.

MALLART, Fábio . Parecer ad hoc para Dilemas - Revista de Estudos de Conflito e Controle Social (NECVU/IFCS/UFRJ). 2019.

MALLART, Fábio . Parecer ad hoc para Revista Mana: Estudos de Antropologia Social (PPGAS/Museu Nacional/UFRJ). 2019.

MALLART, Fábio . Parecer ad hoc para Tempo Social - Revista do Departamento de Sociologia da USP. 2019.

MALLART, Fábio . Parecer ad hoc para Antropolítica - Revista Contemporânea de Antropologia da Universidade Federal Fluminense. 2017.

MALLART, Fábio . Parecer ad hoc para Educação e Pesquisa - Revista da Faculdade de Educação da USP. 2015.

MALLART, Fábio . Parecer ad hoc para Primeiros Estudos - Revista de Graduação em Ciências Sociais da USP. 2015.

MALLART, Fábio . Parecer ad hoc para Ponto Urbe - Revista do Núcleo de Antropologia Urbana da USP. 2015.

MALLART, Fábio . Parecer ad hoc para Educação e Pesquisa - Revista da Faculdade de Educação da USP. 2014.

MALLART, Fábio . Livro mostra como população negra e pobre transita entre prisões e rede de assistência social. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

MALLART, Fábio . Findas linhas: circulações e confinamentos pelos subterrâneos de São Paulo (Guilhotina/Podcast do Le Monde Diplomatique Brasil). 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

MALLART, Fábio . Circulações e confinamentos pelos subterrâneos de São Paulo. 2019. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

MALLART, Fábio . Presídios utilizam medicalização como estratégia de controle social. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

MALLART, Fábio . Prender é poder matar. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

MALLART, Fábio . ?Tirando os políticos, ninguém mais ganha?: A redução da maioridade penal em debate promovido pelo Le Monde Diplomatique. 2015. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

MALLART, Fábio . O PCC, o governo de São Paulo e uma lógica que não é feita para funcionar. 2015. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

MALLART, Fábio . São Paulo opera uma redução informal da maioridade penal, diz antropólogo. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

MALLART, Fábio . Fundação CASA: 'o encarceramento em massa favoreceu a expansão e consolidação do PCC'. 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

MALLART, Fábio . São Paulo pratica redução informal da maioridade penal, diz antropólogo. 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

MALLART, Fábio . Na prática, SP já reduziu a maioridade penal, diz antropólogo. 2014. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

MALLART, Fábio . CDH-SP discute abusos de funcionários da Fundação Casa. 2013. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

MALLART, Fábio . Fundação CASA reproduz lógica do sistema prisional adulto. 2013. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

MALLART, Fábio . Regime das unidades assemelha internos da Fundação Casa a detentos, afirma antropólogo. 2013. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

RUI, T. ; CORREIA, L. ; GALDEANO, A. P. ; MALLART, Fábio ; ANTUNES, S. ; LEVY, B. F. ; SOUZA, L. T. . Pessoas com transtorno mental em conflito com a lei no Brasil: itinerários jurídicos e portas de saída. 2024. (Relatório de pesquisa).

MALLART, Fábio ; CUNHA, M. I. ; TELLES, V. S. . A porosidade das muralhas: ressonâncias e transversalidades entre a cidade e a prisão. 2018. (Relatório de pesquisa).

MALLART, Fábio ; TELLES, V. S. . Entre punir e reprimir, assistir e medicar: tecnologias de gestão de corpos considerados indesejáveis e perigosos. 2017. (Relatório de pesquisa).

MALLART, Fábio ; HIKIJI, R. S. G. . 'É tudo nosso': algumas considerações sobre as unidades de internação 'dominadas' (Relatório de Qualificação). 2010. (Relatório de pesquisa).

Projetos de pesquisa

  • 2024 - Atual

    Tortura e morte nas prisões amazonenses, Descrição: O presente projeto de pesquisa, tendo como base a análise de processos de execução penal de presos e presas que vieram à óbito enquanto cumpriam as suas penas em presídios do estado do Amazonas, busca perscrutar os nexos que articulam encarceramento e morte. Em outros termos, trata-se de investigar as diferentes tecnologias de produção da morte que operam no interior dos cárceres: mortes por doenças, mortes decorrentes de conflitos entre facções, suicídios etc. As principais causas de morte nas prisões amazonenses, o processamento judicial dos óbitos e as categorias estatais de classificação dos mortos são algumas das questões a serem perseguidas. No horizonte, pretende-se demonstrar que as mortes dentro das prisões decorrem de dinâmicas institucionais torturantes, inerentes ao funcionamento do próprio sistema carcerário.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Fábio Mallart Moreira - Coordenador / Yasmin Ibernon Vasconcelos - Integrante / Priscila Serra - Integrante / Nathalie Souza Santos - Integrante.

  • 2023 - 2024

    Pessoas com transtorno mental em conflito com a lei no Brasil: Itinerários jurídicos e portas de saída, Descrição: De acordo com os dados oficiais divulgados pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), por meio do Sisdepen, em dezembro de 2023, as prisões brasileiras abrigavam 644.316 pessoas, das quais 27,2 do total era formado por presos provisórios. Nesse contexto, o mesmo sistema de coleta de dados aponta que havia no país 2.314 pessoas com transtorno mental em conflito com a lei que cumpriam medida de segurança em estabelecimentos de custódia e tratamento psiquiátrico (ECTPs). Não informa, contudo, a quantidade de pessoas internadas provisoriamente ou submetidas a tratamento psiquiátrico no curso do cumprimento de suas penas.Nesse sentido, os dados oficiais fornecidos não permitem conhecer a quantidade real, tampouco o perfil e o tempo de confinamento das pessoas com transtorno mental em conflito com a lei. O único Censo Nacional realizado sobre pessoas internadas em ECTPs, conduzido em 2011 e publicado em 2013, destacou a histórica condição de invisibilidade dessa população (Diniz, 2013) e representou um passo importante para reconhecer a existência desses estabelecimentos e das pessoas ali internadas. Desde então, várias mudanças ocorreram, como o aumento do encarceramento por crimes relacionados a drogas e a maior pressão pelo cumprimento da legislação de proteção às pessoas com transtornos mentais. Além disso, surgiram novos arranjos e fluxos institucionais, resultando em um cenário distinto daquele observado há mais de uma década.O objetivo principal do presente projeto consiste em fornecer um diagnóstico mais atualizado sobre a situação das pessoas com transtorno mental em conflito com a lei e privadas de liberdade no Brasil contemporâneo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fábio Mallart Moreira - Integrante / Taniele Rui - Coordenador / Sara Antunes - Integrante / Ludmila Correia - Integrante / Ana Paula Galdeano - Integrante / Victória Melo Fernandes - Integrante / Catarina Pedroso - Integrante / Mariana Amaral - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Justiça - Auxílio financeiro.

  • 2023 - Atual

    Políticas e fluxos prisionais: experiências de vida em torno dos cárceres no Norte e Nordeste do Brasil, Descrição: Os sistemas carcerários do Norte e Nordeste do Brasil ganharam maior espaço no debate público e acadêmico a partir dos ?massacres? em presídios de Roraima, Amazonas e Rio Grande do Norte, entre fins de 2016 e início de 2017. Nesse contexto, a rede proponente vem colaborando em diferentes frentes de pesquisa, articuladas a projetos de extensão. Na intersecção entre essas pesquisas e na esteira de estudos contemporâneos, chama nossa atenção como o sistema carcerário opera como um dispositivo de gestão de populações que suscita e regula fluxos de pessoas, coisas e informações, com efeitos difusos sobre a vida social. A partir dessa perspectiva, perguntamo-nos sobre as diferentes maneiras como as pessoas vivenciam e produzem fluxos e mobilidades dentro, fora e através das prisões. Também perguntamos como esses movimentos produzem redes afetivas, de proteção, de poder e de mercado que colocam em conexão as fronteiras estaduais e nacionais, a partir das prisões. A pesquisa será realizada através de uma metodologia etnográfica, aliada a atividades extensionistas e colaborativas com pessoas presas, egressas e familiares. Assim, além de alimentar pesquisas locais que perseguem políticas, fluxos e mobilidades marginais e prisioneiras; o projeto também visa possibilitar trocas e alianças entre projetos de extensão que possuem relação orgânica com pesquisas em andamento; bem como, consolidar e dar condições a um maior entrelaçamento de uma produção coletiva de conhecimento, já iniciada, entre os participantes do projeto, estimulando ainda a formação de novos/as pesquisadores/as e fortalecimento de uma rede mais ampla com outros grupos de pesquisa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Especialização: (1) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (7) . , Integrantes: Fábio Mallart Moreira - Integrante / Rafael Godoi - Integrante / Fábio Magalhães Candotti - Integrante / Luiz Fabio Silva Paiva - Integrante / Fernando de Jesus Rodrigues - Coordenador / Karina Biondi - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2022 - Atual

    Encarceramento no Amazonas: transformações políticas e sociais pós-massacres, Descrição: O projeto tem como objetivo geral compreender as transformações nas políticas carcerárias e criminais em Manaus e Tabatinga desde 2017, do ponto de vista de sujeitos/as envolvidos/as. Mais especificamente, pretende analisar os deslocamentos da atuação de instituições estatais, com atenção especial às mudanças a partir da pandemia de covid-19; os efeitos locais desses deslocamentos para as condições de custódia e controle dentro e fora de unidades prisionais e na experiência de familiares de pessoas presas; os efeitos na atuação de coletivos criminais; as variações quantitativas da população carcerária, com atenção à distribuição étnico-racial e de gênero; e comparar os contextos carcerários e criminais de Manaus e Tabatinga, observando a maneira como eles se conectam. A metodologia principal é a etnografia, entendida como postura teórico-metodológica de produção de conhecimento colaborativa, que será associada à estatística descritiva. O projeto nasce de um percurso anterior de pesquisa e extensão universitária de três anos, agrupadas pelo projeto InfoCadeia-AM, com estudos e ações na capital do Amazonas e em três municípios do interior. Esse percurso, em parceria com movimentos sociais de familiares de pessoas presas, qualificaram a equipe local para uma pesquisa de maior fôlego. Ao mesmo tempo, o projeto aciona e fortalece uma rede de pesquisadores/as construída ao longo dos últimos 8 anos, com estudos na tríplice fronteira Brasil-Peru-Colômbia e em contextos carcerários e criminais diversos no Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil. Essa rede articula 10 instituições dos estados do Amazonas, Ceará, Alagoas, Maranhão, Rio de Janeiro e São Paulo, que atuarão em pesquisas de campo, formação e consultoria. Além da publicação de artigos científicos em periódicos de grande impacto, prevemos a publicação de um relatório público com informações estatística e a respeito de violações de direitos praticadas no sistema carcerário amazonense. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (7) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Fábio Mallart Moreira - Integrante / Rafael Godoi - Integrante / Daniel Hirata - Integrante / Ricardo Urquizas Campello - Integrante / Fábio Alves Araújo - Integrante / Fábio Magalhães Candotti - Coordenador / Luiz Fabio Silva Paiva - Integrante / Flávia Melo - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas - Auxílio financeiro.

  • 2021 - Atual

    Militarização no Rio de Janeiro: compreendendo efeitos sobre territórios e dinâmicas sociais contemporâneas, Descrição: Este projeto de pesquisa tem como objetivo central compreender as diversas expressões que o fenômeno da militarização tem assumido no Rio de Janeiro (capital) e municípios da Baixada Fluminense. A militarização - seja no âmbito da segurança pública, seja em sua dimensão política e ideológica, enquanto militarismo - tem se tornado cada vez mais tema de debate público, desde a década passada. No nosso estado, especialmente, o tema da violência urbana tem sido enquadrado a partir do que chamamos de militarização, sobretudo a partir da experiência das Unidades de Polícia Pacificadora e da intervenção federal na segurança pública que as sucedeu. Neste sentido, trabalhamos com a hipótese que a militarização se constitui como uma forma de governo ou ainda como um dispositivo, orientado para o disciplinamento e gestão dos pobres e de seus territórios, sendo portanto operado por uma pluralidade de atores e desenvolvendo-se em uma variedade de contextos. Buscando compreender este fenômeno, este projeto se estrutura a partir de cinco eixos de investigação: i) militarização da vida em territórios periféricos; ii) militarização, mercantilização e produção do espaço urbano; iii) militarização e instituições tutelares; iv) circulação da militarização e perspectivas comparadas; e v) resistências e desvios possíveis em contextos militarizados. Para tanto, utilizaremos metodologia qualitativa etnográfica, mesclando: i) observação participante junto a grupos de ativistas, instituições e seus funcionários e moradores de localidades onde a gestão da vida se dá por alguma forma de controle armado; ii) análise documental - na perspectiva da etnografia de documentos; e iii) pesquisa bibliográfica. O grupo de pesquisadores que apresenta esta proposta se organiza em uma rede de núcleos com reconhecida experiência e contribuição no campo dos estudos sobre violência urbana e territórios periféricos, e pretende com este projeto avançar na produção de conhecimento científico sobre o tema. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fábio Mallart Moreira - Integrante / Fábio Alves Araújo - Integrante / Marcia da Silva Pereira Leite - Coordenador / Patricia Birman - Integrante / Lia de Mattos Rocha - Integrante / Carly Machado - Integrante / Juliana Farias - Integrante / Liliana Sanjurjo - Integrante., Financiador(es): FAPERJ - Auxílio financeiro.

  • 2020 - 2023

    Corpos matáveis: a prisão e suas diferentes tecnologias de produção da morte, Descrição: Este projeto, tendo como base a análise de documentos, a realização de pesquisa etnográfica, bem como de entrevistas, aborda as continuidades entre prisão e morte. Em outros termos, trata-se de apreender as múltiplas formas com que o cárcere se articula com distintas tecnologias de produção da morte, seja no perímetro interno, por exemplo, nos casos categorizados como mortes naturais, seja na articulação entre o dentro e o fora dos muros, em que as forças policiais se valem da passagem pelo sistema como um critério para decidir quem morre, ou mesmo nos eventos em que presos simplesmente somem de dentro dos presídios, emergindo como vítimas de desaparecimentos forçados. Ao demonstrar a existência de um campo de possibilidades no que tange à fabricação da morte, evidenciando que ela é distribuída diferencialmente entre as populações negras, pobres e periféricas, nota-se que prender e matar não são táticas opostas. Ao contrário, argumenta-se que prender é uma forma de poder matar. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fábio Mallart Moreira - Integrante / Sérgio Carrara - Coordenador., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.

  • 2019 - 2022

    Os sentidos do cárcere: incapacitação e ressocialização na realidade prisional brasileira contemporânea, Descrição: Nosso objetivo geral é compreender como os diversos atores e instituições que fazem parte do sistema prisional atribuem sentido à principal forma de punição em vigor no país. Propomos produzir uma investigação empírica multicêntrica que nos permita compreender os diferentes sentidos da prisão no Brasil, a partir das práticas e dos discursos de diversos atores e instituições que compõem o sistema (presos e seus familiares, agentes penitenciários, técnicos, juízes, defensores, promotores, entre outros), no Rio de Janeiro e em São Paulo - estados que juntos abrigam quase a metade da população carcerária do país. Nossa proposta pode ser descrita como uma cartografia moral dos mundos penais ou uma ecologia das soluções a partir de onde buscaremos construir uma crítica mais adequada à realidade brasileira. Por essa razão, a pesquisa será realizada com base em técnicas qualitativas, especialmente a etnografia, a pesquisa documental e a entrevista. Com isso, buscamos contribuir para a ampliação dos limites da discussão sobre a realidade prisional brasileira, muitas vezes enquadrada a partir de perspectivas analíticas e referenciais teóricos incapazes de esclarecer algumas dimensões importantes do cotidiano das prisões no Brasil. Com base nessa investigação empírica, também visamos propor um conjunto de recomendações e iniciativas que permitam uma transformação positiva do atual quadro de problemas críticos detectados em cada um dos focos da pesquisa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fábio Mallart Moreira - Integrante / Rafael Godoi - Integrante / Michel Misse - Coordenador / César Pinheiro Teixeira - Integrante / Katia Sento Sé Mello - Integrante / Joana Vargas - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2015 - 2019

    Findas linhas: circulações e confinamentos pelos subterrâneos de São Paulo, Descrição: Este trabalho, tendo como base pesquisa etnográfica realizada em distintos espaços institucionais, assim como em zonas urbanas de São Paulo, explora as circulações e os confinamentos aos quais são submetidas determinadas populações da cidade, destacando-se as ressonâncias entre diferentes territórios da urbe contemporânea. Para tanto, mobilizam-se linhas de vida, as quais atravessam instituições de acolhimento para crianças e adolescentes, periferias, áreas urbanas como a chamada cracolândia, prisões, unidades de internação da Fundação CASA, Centros de Atenção Psicossocial, manicômios judiciários, comunidades terapêuticas, entre outros tantos lugares e aparatos estatais que, em suas conexões, delineiam um continuum entre punição, repressão e controle; saúde, assistência e cuidado. Desse ângulo, o que emerge no horizonte é a imagem do arquipélago e suas múltiplas ilhas, abertas, porosas e ressoantes. Nessa direção, busca-se alargar as ponderações referentes à porosidade da prisão, visando apreendê-la a partir de seus atravessamentos e suas fragmentações. Partindo de estudos que demonstraram a potencialidade de se pensar os bairros periféricos em continuidade analítica com o cárcere, por um lado, visa-se ampliar o argumento, evidenciando-se que a máquina carcerária é apenas uma peça no interior de um vasto circuito, perspectiva que possibilita deslocamentos não só analíticos, mas também políticos. Na medida em que as prisões, juntamente com os manicômios judiciários, constituem as bases do prisma através do qual vislumbra-se o arquipélago, faz-se necessário uma abordagem detalhada dos canais e dutos que os conectam, fazendo passar, de um lado ao outro, tecnologias, práticas, populações e repertórios. Por outro lado, após seguir os fluxos que implodem as muralhas, trata-se de relançar a discussão sobre a porosidade para o interior dos muros. Todas as vezes que se disser ?a prisão?, reflexão que pode ser estendida para outras instituições de controle, por exemplo, os manicômios judiciários, deve-se ter em mente que esta se decompõe em vários espaços-tempo (castigos, seguros, pavilhões, regimes de observação), os quais distribuem corpos, torturas, água, luz, ar e psicofármacos de forma diferencial. Nesse ponto, defrontamo-nos com os subterrâneos, espaços encobertos de certo segredo, por vezes, escondidos atrás de chapas de aço, de pavilhões ou de paredes duplicadas. Lugares de supressão e excesso, onde permanecem homens e mulheres, quase vivos; quase mortos, sem fala, com palavras indecifráveis ou pela metade, refletindo os efeitos de uma política do definhamento, cuja imagem que a ilustra é o fazer babar.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fábio Mallart Moreira - Integrante / Vera da Silva Telles - Coordenador., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.

  • 2015 - 2015

    Pesquisa de Avaliação Preliminar do Programa De Braços Abertos, Descrição: O presente estudo buscou realizar, no primeiro semestre de 2015, uma avaliação do Programa ?De Braços Abertos?, conduzido desde janeiro de 2014 pela Prefeitura do Município de São Paulo, e implementado no Bairro da Luz, na região que ficou pejorativamente conhecida, por conta da grande concentração de consumidores de crack, como Cracolândia. Buscou-se conhecer o perfil dos beneficiários do programa e colher informações junto a eles para verificar o impacto em suas vidas cotidianas e em seus hábitos de consumo de crack e outras drogas. Para tanto, a avaliação foi organizada de forma a contar com dois tipos de levantamento e informação: um de natureza quantitativa, baseado em sondagem objetiva com uma amostra de beneficiários; outro, de natureza qualitativa, baseado em análise etnográfica do cotidiano e de entrevistas em profundidade de oito beneficiários.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fábio Mallart Moreira - Integrante / Taniele Rui - Coordenador / Mariana Medina Martinez - Integrante., Financiador(es): Open Society Foundations - Auxílio financeiro.

  • 2014 - 2018

    A gestão do conflito na produção da cidade contemporânea: a experiência paulista, Descrição: Tomando como referência empírica mudanças urbanas recentes ocorridas em São Paulo, capital e cidades do interior, este projeto pretende investigar os diferentes nexos que articulam processos de gestão dos espaços urbanos, governo das populações, instituição de dispositivos securitários e criação de novos mercados, bem como os campos de conflito que se configuram em torno dessas formas de controle e gestão dos espaços urbanos. A análise enfatiza a tendência à adoção de estratégias crescentemente militarizadas de gestão de espaços e territórios urbanos considerados de risco. Essas estratégias estão estreitamente relacionadas a uma expansiva policialização de condutas e ao desenvolvimento de dispositivos jurídicos de exceção. Ao debruçar-se sobre as mudanças que hoje redefinem o funcionamento dos mercados ilegais e informais da cidade, as operações securitárias de intervenção em espaços urbanos e os impactos decorrentes da política de encarceramento em massa, a investigação busca compreender a face atual desse processo de gestão militarizada de espaços urbanos. Sem desconhecer as práticas e as tradições que plasmaram uma concepção militarizada de segurança pública no Brasil, o que importa assinalar é o possível engate contemporâneo entre esse padrão histórico de controle social militarizado e as tendências que impulsionam um urbanismo militar de novo tipo. Desse ponto de vista, trata-se de refletir sobre os desafios que o reforço recíproco entre esses processos - a um tempo locais e globais - põem para a compreensão da face política das configurações urbanas recentes, bem como das modalidades de conflito e contra-condutas emergentes e que entregam os sinais de uma cartografia política da cidade, que nos interessa reconstruir ao longo das pesquisas contempladas pelo projeto. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fábio Mallart Moreira - Integrante / Taniele Rui - Integrante / Vera da Silva Telles - Coordenador / Rafael Godoi - Integrante / Fernando Salla - Integrante / Daniel Hirata - Integrante / Marcos César Alvarez - Integrante / Paulo Malvasi - Integrante / Laurindo Dias Minhoto - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro.

  • 2010 - 2012

    Pobreza, Desigualdade e Sociabilidade, Descrição: Neste projeto, aprofundamos as proposições teóricas a respeito dos mecanismos de amenização da pobreza e de reprodução da desigualdade social relacionados com a sociabilidade urbana, bem como seus efeitos no acesso das pessoas a recursos materiais e simbólicos. Com apoio na comparação de estudos etnográficos realizados em contextos de ?situações periféricas?, três linhas de investigação foram desenvolvidas: (a) a violência simbólica, compreendida como uma gramática social que classifica hierarquicamente tanto localidades no interior do espaço urbano quanto setores da população, por meio de estigmas e status a eles conectados; (b) a vulnerabilidade política devida à relação entre essas populações e o Estado (aqui tomado como um continuum de políticas que tanto podem ser inclusivas quanto induzir à segregação); (c) a qualidade dos laços sociais formais e informais (religião, família, comunidade, associações), que podem facilitar ou limitar o acesso aos recursos materiais. Nesta etapa do projeto, as análises se concentraram na favela de Paraisópolis, zona sul de São Paulo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fábio Mallart Moreira - Integrante / Ronaldo de Almeida - Coordenador., Financiador(es): Centro Brasileiro de Análise e Planejamento - Remuneração.

  • 2009 - 2011

    Cadeias dominadas: dinâmicas de uma instituição em trajetórias de jovens internos, Descrição: Este trabalho, baseado em pesquisa etnográfica desenvolvida em uma instituição de controle social, a Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Fundação CASA), debruça-se sobre o deslocamento do universo institucional ao longo do tempo, tendo como ponto de partida a criação da Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor (FUNABEM), em pleno contexto de ditadura militar. Trata-se de etnografar o movimento ininterrupto da instituição, isto é, de vê-la a partir de uma perspectiva processual, atentando para as figurações sociais que emergem das relações estabelecidas entre os atores que circulam pelas distintas unidades de medida socioeducativa de internação. Tendo como base a reconstituição de três trajetórias, procura-se desvelar a dinâmica de funcionamento dos distintos espaços institucionais, iluminando as tensões que os caracterizam, bem como os incessantes embates travados entre os atores sociais que se movimentam em tal contexto. Se em um primeiro momento, nos defrontamos com os antigos espaços de internação, caracterizados, entre outros traços, pelas acentuadas disparidades de força entre os adolescentes e os funcionários, com o reordenamento do universo institucional, veremos que em algumas Unidades de Internação, conhecidas como cadeias dominadas, os internos tornam-se os principais responsáveis pela gestão da operação cotidiana de tais unidades. Espaços institucionais em que os adolescentes orientam as suas ações de acordo com os preceitos do Primeiro Comando da Capital (PCC), que, vale notar, também operam no sistema prisional, bem como nas periferias de São Paulo, o que torna evidente que tais territórios, ainda que hajam particularidades, encontram-se conectados, isto é, na mesma sintonia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fábio Mallart Moreira - Integrante / Rose Satiko Gitirana Hikiji - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal do Amazonas, Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais. , Av. Gen. Rodrigo Octávio, 6200, Coroado, 69080900 - Manaus, AM - Brasil, Telefone: (11) 971850121

Experiência profissional

2023 - Atual

Universidade Federal do Amazonas

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 08/2024 - 12/2024

    Ensino, Arquitetura e Urbanismo, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Sociologia Urbana

  • 08/2024 - 12/2024

    Ensino, Ciências Sociais, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Tópicos Especiais em Sociologia - Instituições de confinamento e gestão da ordem urbana: polícia, justiça e prisão

  • 08/2024 - 12/2024

    Ensino, Especialização em Sociologia & Direito, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Instituições de confinamento e gestão da ordem urbana: polícia, justiça e prisão

  • 08/2024 - 12/2024

    Ensino, SOCIOLOGIA, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Teoria Sociológica I

  • 04/2024 - 07/2024

    Ensino, Enfermagem, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Saúde e Sociedade

  • 04/2024 - 07/2024

    Ensino, Serviço Social, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Fundamentos Sociológicos I

  • 04/2024 - 07/2024

    Ensino, Biblioteconomia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Sociologia I

  • 01/2024 - 03/2024

    Ensino, Administração, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Sociologia I

2021 - 2023

Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo

Vínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor Visitante

Atividades

  • 08/2023 - 11/2023

    Ensino, Pós-Graduação em Sociologia, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Teoria Sociológica

  • 08/2023 - 11/2023

    Ensino, Pós-Graduação em Sociopsicologia, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Sociologia Contemporânea

  • 03/2022 - 06/2022

    Ensino, Pós-Graduação em Sociologia, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Teoria Sociológica

  • 03/2022 - 06/2022

    Ensino, Pós-Graduação em Sociopsicologia, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Sociologia Contemporânea

  • 03/2021 - 06/2021

    Ensino, Pós-Graduação em Sociologia, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Teoria Sociológica

2020 - 2023

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador de pós-doutorado

Outras informações:
Pesquisador de pós-doutorado no Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ).

Atividades

  • 09/2021 - 12/2021

    Ensino, Saúde Coletiva, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Significados Sociais da Dor III: Violência

  • 08/2020 - 11/2020

    Ensino, Saúde Coletiva, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Significados Sociais da Dor II: Confinamento

  • 03/2020 - 06/2020

    Ensino, Saúde Coletiva, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Significados Sociais da Dor I: Tortura

2019 - 2022

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador

Outras informações:
Integrante do projeto "Os sentidos do cárcere: incapacitação e ressocialização na realidade prisional brasileira contemporânea", desenvolvido no âmbito do Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana (NECVU/UFRJ) e financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

2023 - Atual

Centro Brasileiro de Análise e Planejamento

Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador

Outras informações:
Pesquisador do Núcleo de Etnografias Urbanas (NEU/CEBRAP). Entre 15/08/2023 e 10/08/2024 atuou como coordenador de uma das frentes de pesquisa do projeto Pessoas com transtorno mental em conflito com a lei no Brasil: Itinerários jurídicos e portas de saída, financiado pelo 6 Edital da Série Justiça Pesquisa, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

2010 - 2015

Centro Brasileiro de Análise e Planejamento

Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador

Outras informações:
Entre 2010 e 2012, atuou como pesquisador no projeto intitulado Pobreza, Desigualdade e Sociabilidade, coordenado pelo Prof. Dr. Ronaldo Almeida, e desenvolvido no âmbito do Núcleo de Etnografias Urbanas do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (NEU/CEBRAP).

2015 - 2019

Universidade de São Paulo

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Aluno de Pós-Graduação, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Estágio doutoral realizado pelo Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA), no Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho (Portugal), entre junho de 2017 e maio de 2018, sob a orientação da Profa. Dra. Manuela Ivone Cunha. Apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP/Bolsa Estágio de Pesquisa no Exterior - BEPE).

2014 - 2018

Universidade de São Paulo

Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador

Outras informações:
Integrante do projeto "A gestão do conflito na produção da cidade contemporânea: a experiência paulista", financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

2009 - 2011

Universidade de São Paulo

Vínculo: Livre, Enquadramento Funcional: Aluno de Pós-Graduação, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Estágio supervisionado em docência junto à disciplina "Antropologia IV - Questões de Antropologia Contemporânea". Supervisor: Júlio Assis Simões (2009).

2015 - 2015

Instituto Brasileiro de Ciências Criminais

Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador

Outras informações:
Pesquisa de avaliação do Programa "De Braços Abertos", da Prefeitura de São Paulo. Realização de pesquisa etnográfica e produção de relatório, ambos realizados entre fevereiro e junho de 2015 na região da cracolândia.

2008 - 2009

Centro de Estudos e Pesquisa em Educação Cultura e Ação Comunitária

Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Educador social, Carga horária: 10

Atividades

  • 01/2008

    Ensino,,Disciplinas ministradas, Educador responsável pela oficina de comunicação, de produções textuais, introdução à fotografia e elaboração de jornais impressos, ministrada aos adolescentes da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Fundação CASA).

2006 - 2008

Programa Albert Einstein na Comunidade de Paraisópolis

Vínculo: Autônomo, Enquadramento Funcional: Coordenador de projeto, Carga horária: 10

Atividades

  • 01/2006

    Ensino,,Disciplinas ministradas, Coordenador do projeto ComunicaBem e educador responsável pela oficina de comunicação, de produções textuais, introdução à fotografia e elaboração de jornais impressos. Curso ministrado aos adolescentes da comunidade de Paraisópolis.

2005 - 2006

Jornal Brasil de Fato

Vínculo: Correspondente Internacional, Enquadramento Funcional: Correspondente Internacional

Outras informações:
Atuação como correspondente internacional pelo jornal Brasil de Fato. Cobertura jornalística das eleições bolivianas de 2005.