Allan Silas Calux

Geógrafo pelo Instituto de Geociências da UNICAMP (2003-2008), Mestre em Geografia Física pelo Insitituto de Geociências da UFMG (2011-2013) e Doutor em Ciências pelo Instituto de Geociências da USP (2014-2019), Allan Calux atua há mais de 20 anos na exploração, mapeamento e diagnóstico geoespeleológico de cavernas brasileiras. Possui cursos de pós-graduação em Karst Geology (2013) e Karst Hydrology (2015) pela Western Kentucky University - USA. Foi membro de comitê técnico do Ministério do Meio Ambiente (2012-2013), onde desenvolveu atividades relacionadas ao aperfeiçoamento de marcos regulatórios para a gestão do patrimônio espeleológico brasileiro. É co-autor dos livros "Patrimônio Espeleológico em Rochas Ferruginosas" (2015), "Guia de Boas Práticas para Mineração de Calcário em Áreas Cársticas" (2016) e do projeto fotográfico "Luzes na Escuridão" (2017). Calux foi coordenador e diretor técnico de empresas de consultoria ambiental especializadas em estudos espeleológicos, onde teve a oportunidade de desenvolver estudos em todas as regiões do país.

Informações coletadas do Lattes em 04/06/2019

Acadêmico

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Formação acadêmica

Doutorado em Geociências (Geoquímica e Geotectônica)

2014 - 2018

Universidade de São Paulo
Título: A Dinâmica da Drenagem Subterrânea no Planalto Cárstico Alambari-Ouro Grosso, Iporanga/SP
Ivo Karmann. Coorientador: José Antônio Ferrari. Palavras-chave: traçadores; análise de sistemas; monitoramento hidrológico; séries temporais.Grande área: Ciências Exatas e da TerraGrande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Carstologia. Grande Área: Engenharias / Área: Engenharia Civil / Subárea: Engenharia Hidráulica / Especialidade: Hidrologia. Setores de atividade: Outras atividades profissionais, científicas e técnicas.

Mestrado em Geografia

2011 - 2013

Universidade Federal de Minas Gerais
Título: Gênese e Desenvolvimento de Cavidades Naturais Subterrâneas em Rochas Ferríferas no Quadrilátero Ferrífero (MG),Ano de Obtenção: 2013
André Augusto Rodrigues Salgado.Palavras-chave: espeleologia; caverna em formação ferrífera e canga.Grande área: Ciências Exatas e da TerraGrande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geografia Física / Especialidade: Geomorfologia. Grande Área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Espeleologia. Setores de atividade: Outras atividades profissionais, científicas e técnicas.

Graduação em Geografia

2003 - 2008

Universidade Estadual de Campinas
Título: Desenvolvimento e aplicação de uma metodologia em SIG para identificação e delimitação de zonas especiais de interesse social (ZEIS): estudo de caso do municipio de Campinas
Orientador: Lindon Fonseca Mathias

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Formação complementar

2015 - 2015

Stage de formation initiale au secours spéléologiq. (Carga horária: 80h). , Fédération Française de Spéléologie - Spéléo Secours Français, FFS/SSF, França.

2015 - 2015

Karst Hydrology of the Ozarks. (Carga horária: 80h). , Western Kentucky University, WKU, Estados Unidos.

2013 - 2013

Karst Geology. (Carga horária: 60h). , Western Kentucky University, WKU, Estados Unidos.

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Idiomas

Inglês

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Espanhol

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

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Áreas de atuação

    Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências.

    Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geografia Física.

    Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Espeleologia.

    Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Hidrologia cárstica.

    Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geomorfologia cárstica.

    Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Carstologia.

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Organização de eventos

RODET, J. ; VASCONCELOS, A. M. C. ; CALUX, A. S. ; COELHO, A. H. F. ; FABRI, F. P. ; GONCALVES, F. A. ; OLIVEIRA, I. M. ; MENDES, J. B. ; PEREIRA, M. C. . III Simpósio Mineiro do Carste - aprender e ensinar o carste. 2017. (Outro).

RODET, J. ; VASCONCELOS, A. M. C. ; SOUZA, F. C. R. ; MENDES, J. B. ; ALMEIDA, L. M. S. ; CALUX, A. S. ; FABRI, F. P. . II Simpósio Mineiro do Carste - Carste e cavernas: minas de informação. 2013. (Outro).

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Participação em eventos

1o Simpósio de Espeleologia e Legislação Ambiental.Espeleometria no contexto do licenciamento ambiental. 2018. (Simpósio).

Ciclo de Palestras Área de Influência de Cavernas.Monitoramento microclimático e área de influência de cavernas. 2018. (Outra).

34o Congresso Brasileiro de Espeleologia. .. 2017. (Congresso).

33o Congresso Brasileiro de Espeleologia. 2015. (Congresso).

47o Congresso Brasileiro de Geologia. Gênese e desenvolvimento de cavidades naturais subterrâneas em formação ferrífera no Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais: controle hidrodinâmico e litoestrutural. 2014. (Congresso).

32º Congresso Brasileiro de Espeleologia. 2013. (Congresso).

II Simpósio Mineiro do Carste.Espeleologia e Licenciamento Ambiental: desdobramentos técnicos do Decreto Federal 6.640/2008 e da Instrução Normativa MMA 02/2009. 2013. (Simpósio).

Workshop Técnico Científico - Espeleometria: Métodos, definições e limites.Relator do Evento. 2012. (Outra).

1º Simpósio Mineiro do Carste.Potencialidade para ocorrência de cavernas em rochas ferríferas na Serra de Carajás (PA), Quadrilátero Ferrífero (MG) e Corumbá (MS). 2011. (Simpósio).

2º Seminário de Geologia do Minério de Ferro e 1º Seminário de Espeleologia.Prospecção Espeleológica e Licenciamento Ambiental: Parâmetro de Controle de Qualidade. 2011. (Seminário).

Curso Internacional de Impactos Ambientais e Manejo em Sistemas Cársticos. 2011. (Outra).

Curso Internacional de Traçadores em Sistemas Cársticos: Teoria e Aplicações Práticas. 2011. (Outra).

Simpósio sobre hidrelétrica de Belo Monte. 2011. (Simpósio).

45º Congresso Brasileiro de Geologia. Avaliação espeleológica das cavernas de Itambé do Mato Dentro, Minas Gerais. 2010. (Congresso).

I Workshop Técnico de Espeleologia da VALE.Prospecção espeleológica e licenciamento ambiental. 2010. (Outra).

Workshop Internacional de Fotografia Subterrânea - Instituto do Carste.Workshop Internacional de Fotografia Subterrânea. 2010. (Outra).

III Encontro Brasileiro de Estudos do Carste - Carste 2009. 2009. (Congresso).

ESPELEO 2008: III Encontro Técnico da Redespeleo Brasil. 2008. (Encontro).

Workshop de Manejo de Cavernas e Ambientes Cársticos. 2008. (Oficina).

CARSTE 2007: II Encontro Brasileiro de Estudos do Carste. Levantamento Espeleológico da Região de Buenos, Iporanga/SP. 2007. (Congresso).

1º Workshop de Cadastro e Mapeamento de Cavernas. 2005. (Oficina).

28º Congresso Brasileiro de Espeleologia. 2005. (Congresso).

ESPELEO 2005: I Encontro Técnico da Redespeleo Brasil.Minicurso de técnicas verticais para exploração espeleológica. 2005. (Encontro).

1º Workshop de Manejo de Cavernas e Áreas Cársticas. 2004. (Oficina).

XIV EPELEO: Encontro Paulista de Espeleologia. 2004. (Encontro).

XIII EPELEO: Encontro Paulista de Espeleologia. 2003. (Encontro).

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Participação em bancas

Aluno: Ian Chaves Rocha Dutra

SALGADO, A. A. R.; RODET, J.; OLIVEIRA, F. S.;CALUX, A. S.. As cavernas do Parque Municipal das Mangabeiras, Belo Horizonte - Quadrilátero Ferrífero - e sua relação com o relevo. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Universidade Federal de Minas Gerais.

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Comissão julgadora das bancas

José Antonio Ferrari

Salgado, A. A. S.; MAGALHAES JUNIOR, A. P.;FERRARI, JOSÉ ANTONIO. GÊNESE E DESENVOLVIMENTO DE CAVIDADES NATURAIS SUBTERRÂNEAS EM FORMAÇÃO FERRÍFERA NO QUADRILÁTERO FERRÍFERO, MINAS GERAIS. 2013. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal de Minas Gerais.

Fabio Soares de Oliveira

SALGADO, A. R.;OLIVEIRA, F. S.MAGALHÃES JUNIOR. Cavidades naturais subterrâneas em formação ferrífera nas províncias minerais do Quadrilátero Ferrífero (MG) e Serra de Carajás (PA): um estudo comparativo. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Geografia) - Universidade Federal de Minas Gerais.

Antônio Pereira Magalhães Júnior

SALGADO, A. A. R.MAGALHÃES Jr, Antônio Pereira. Gênese e desenvolvimento de cavidades naturais subterrâneas em formação ferrífera no Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais. 2013. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Geografia) - Universidade Federal de Minas Gerais.

Sílvio Takashi Hiruma

KARMANN, I.; BERTOLO, R. A.; SILVA JUNIOR, G. C.;HIRUMA, S. T.; BOGGIANI, P. C.. A dinâmica da drenagem subterrânea no planalto cárstico Alambari-Ouro Grosso, Iporanga (SP). 2019. Tese (Doutorado em Geologia) - Instituto de Geociências - USP.

André Augusto Rodrigues Salgado

SALGADO, A. A. R.; Oliveira F S; Ferrari J. A.. Gênese e Desenvolvimento de Cavidades Naturais Subterrâneas em Rochas Ferríferas no Quadrilátero Ferrífero (MG). 2013. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal de Minas Gerais.

Paulo César Boggiani

Karmann, I.; SILVA JUNIOR, G. C.; HIRUMA, S. T.; BERTOLO, R.;BOGGIANI, PAULO CESAR. A Dinâmica da Drenagem Subterrânea no Planalto Cárstico Alambari-Ouro Grosso, Iporanga (SP)". 2019. Tese (Doutorado em Geoquìmica e Geotectônica) - Instituto de Geociências - USP.

Reginaldo Antonio Bertolo

KARMANN, I; SILVA JÚNIOR, G C; HIRUMA, S T; BOGGIANI, P C;BERTOLO, R.. A dinâmica da drenagem subterrânea no planalto cárstico Alambari-Ouro Grosso, Iporanga SP. 2019. Tese (Doutorado em Geociências (Geoquímica e Geotectônica)) - Universidade de São Paulo.

Reginaldo Antonio Bertolo

KARMANN, IBERTOLO, R.. A dinâmica da drenagem subterrânea no Planalto Cárstico Alambari - Ouro Grosso - Iporanga - SP. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em Geociências (Geoquímica e Geotectônica)) - Universidade de São Paulo.

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Orientou

Amanda Garcia Amaral Silva

Características morfométricas das cavernas ferríferas do Quadrilátero Ferrífero; Início: 2019; Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal de Minas Gerais; (Coorientador);

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Foi orientado por

José Antonio Ferrari

A DINÂMICA DA DRENAGEM SUBTERRÂNEA NO PLANALTO CÁRSTICO ALAMBARI-OURO GROSSO, IPORANGA (SP); 2019; Tese (Doutorado em Geoquímica e Geotectônica) - INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS - USP,; Coorientador: José Antonio Ferrari;

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Produções bibliográficas

  • CALUX, ALLAN ; CASSIMIRO, ROBERTO ; SALGADO, ANDRÉ . Caves in iron formations in the Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais, southeastern Brazil: lithological, morphological and hydrological settings and speleogenesis. ZEITSCHRIFT FUR GEOMORPHOLOGIE , v. 62, p. 125-144, 2019.

  • JAFFÉ, RODOLFO ; PROUS, XAVIER ; CALUX, ALLAN ; GASTAUER, MARKUS ; NICACIO, GILBERTO ; ZAMPAULO, ROBSON ; SOUZA-FILHO, PEDRO W.M. ; OLIVEIRA, GUILHERME ; BRANDI, IURI V. ; SIQUEIRA, JOSÉ O. . Conserving relics from ancient underground worlds: assessing the influence of cave and landscape features on obligate iron cave dwellers from the Eastern Amazon. PeerJ , v. 6, p. e4531, 2018.

  • NICACIO, G. ; CALUX, A. S. ; PAULA, A. Q. ; BRANDI, I. ; MAURITY, C. W. ; SIQUEIRA, J. O. ; JAFFE, R. . Proposta para determinação de cavernas de dimensões notáveis em cavernas ferríferas. REVISTA BRASILEIRA DE ESPELEOLOGIA , v. 2, p. 15-25, 2017.

  • FABRI, F. P. ; AULER, A. S. ; CALUX, A. S. ; CASSIMIRO, R. ; AUGUSTIN, C. H. R. R. . Cave morphology and controls on speleogenesis in quartzite: The example of the Itambé do Mato Dentro area in southeastern Brazil. ACTA CARSOLOGICA , v. 44, p. 23-35, 2015.

  • FABRI, F. P. ; AULER, A. S. ; CALUX, A. S. ; CASSIMIRO, R. ; AUGUSTIN, C. H. R. R. . GEOESPELEOLOGIA E PRINCIPAIS ASPECTOS ESPELEOGENÉTICOS DAS GRUTAS BAIXADA DAS CRIOULAS I E II, ITAMBÉ DO MATO DENTRO, MINAS GERAIS. GEONOMOS , v. 21, p. 56-62, 2013.

  • BRANDI, R ; CALUX, A. S. ; CAMARGO, A. . Explorações Espeleológicas nas Cabeceira do Rio Pilões - Mineração Calmar. O Carste (Belo Horizonte) , v. 19, p. 24-30, 2007.

  • ZOGBI, L. A. (Org.) ; CALUX, A. S. (Org.) . Luzes na Escuridão. 1. ed. São Paulo: Estalactite, 2017. v. 1. 299p .

  • CALUX, A. S. ; LOBO, H. A. S. . Caves. In: L. H. Sánchez; H. A. S. Lobo. (Org.). Guidebook of good environmental practices for the quarrying of limestone in karst areas. 1ed.Campinas: SBE, 2018, v. 1, p. 93-125.

  • BERBERT-BORN, M. ; TRAJANO, E. ; CALUX, A. S. ; BARBOSA, E. P. ; RIBEIRO, L. C. B. ; MACEDO NETO, F. ; SANCHEZ, L. E. ; SANCHEZ, S. S. ; NERI, A. C. ; LOBO, H. A. S. . Karst, a special kind of environmenal. In: L. H. Sánchez; H. A. S. Lobo. (Org.). Guidebook of good environmental practices for the quarrying of limestone in karst areas. 1ed.Campinas: SBE, 2018, v. 1, p. 12-27.

  • SANCHEZ, L. E. ; NERI, A. C. ; BERBERT-BORN, M. ; CALUX, A. S. ; TRAJANO, E. ; BARBOSA, E. P. ; RIBEIRO, L. C. B. ; MACEDO NETO, F. ; SANCHEZ, S. S. ; LOBO, H. A. S. . Recommendations for good practices. In: L. H. Sánchez; H. A. S. Lobo. (Org.). Guidebook of good environmental practices for the quarrying of limestone in karst areas. 1ed.Campinas: SBE, 2018, v. 1, p. 217-255.

  • CALUX, A. S. ; LOBO, H. A. S. . As cavernas. In: Sánchez, L. E.; Lobo, H. A. S.. (Org.). Guia de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas. 1ed.Campinas: Editora da Sociedade Brasileira de Espeleolgia, 2016, v. 1, p. 93-125.

  • SANCHEZ, L. E. ; NERI, A. C. ; BERBERT-BORN, M. ; CALUX, A. S. ; TRAJANO, E. ; BARBOSA, E. P. ; RIBEIRO, L. C. B. ; MACEDO NETO, F. ; SANCHEZ, S. S. ; LOBO, H. A. S. . Recomendações de Boas Práticas. In: Sánchez, L. E.; Neri, Lobo, H. A. S.. (Org.). Guia de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas. 1ed.Campinas: Editora da Sociedade Brasileira de Espeleologia, 2016, v. 1, p. 217-255.

  • BERBERT-BORN, M. ; TRAJANO, E. ; CALUX, A. S. ; BARBOSA, E. P. ; RIBEIRO, L. C. B. ; MACEDO NETO, F. ; SANCHEZ, L. E. ; SANCHEZ, S. S. ; NERI, A. C. ; LOBO, H. A. S. . O Carste, um tipo particular de ambiente. In: Sánchez, L. E.; Lobo, H. A. S.. (Org.). Guia de Boas Práticas Ambientais em Mineração de Calcário em Áreas Cársticas. 1ed.Campinas: Editora da Sociedade Brasileira de Espeleologia, 2016, v. 1, p. 12-27.

  • CALUX, A. S. ; CASSIMIRO, R. . Geoespeleologia das cavernas em rochas ferríferas: aspectos dimensionais, morfológicos, hidrológicos e sedimentares. In: Úrsula A. Ruchkys; Luiz E. Panisset Travassos; Marcelo A. Rasteriro; Luciano E. Faria. (Org.). Patrimônio Espeleológico em Rochas Ferruginosas: Proposta para sua conservação no Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais. 1ed.Campinas/SP: Sociedade Brasileira de Espeleolgia, 2015, v. 1, p. 132-157.

  • CRUZ, J. B. ; CALUX, A. S. . Realizada 2ª Reunião do Comitê técnico Consultivo da Instrução Normativa MMA 02/2009. Conexão Subeterrânea, São Paulo, p. 2 - 2, 31 out. 2012.

  • CASSIMIRO, R. ; LIMA, T. F. ; CALUX, A. S. . Gruta religiosa em Barão de Cocais é topografada. Conexão Subeterrânea, São Paulo, p. 2 - 2, 17 set. 2012.

  • CALUX, A. S. ; ROCHA, L. F. S. . Realizada primeira reunião do Comitê Técnico Consultivo da Instrução Normativa MMA Nº 02/2009. Conexão Subeterrânea, São Paulo, p. 3 - 3, 17 set. 2012.

  • CASSIMIRO, R. ; CALUX, A. S. . Trabalhos de espeleologia foram apresentados no 45º Congresso Brasileiro de Geologia. Conexão Subterrânea, p. 5 - 5, 15 out. 2010.

  • FABRI, F. P. ; CALUX, A. S. ; CASSIMIRO, R. . Estudo das cavernas quartzíticas em Itambém do Mato Dentro, Minas Gerais. Conexão Subterrânea, p. 2 - 2, 24 jun. 2010.

  • CALUX, A. S. ; SOUZA, T. A. R. ; CASSIMIRO, R. . Pesquisa amplia o número de cavernas conhecidas na APA Morro da Pedreira, Santana do Riacho, MG. Conexão Subterrânea, p. 3 - 3, 22 maio 2010.

  • CALUX, A. S. ; CAMARGO, A. . Abismo dos Ossos é mapeado e o sistema Ribeirãozinho se amplia. Conexão Subterrânea, p. 2 - 2, 28 mar. 2007.

  • CALUX, A. S. . Los Tres Amigos atinge a cota -190m e passa a ser o 7º maior desnível do Estado de São Paulo. Conexão Subterrânea, p. 1 - 1, 28 fev. 2007.

  • CALUX, A. S. . Expedição mistura prospecção e fotografia, e realiza importantes descobertas no Vale do Ribeira. Conexão Subterrânea, p. 2 - 2, 24 jan. 2007.

  • CALUX, A. S. . Fundão, a mais nova tributária do Projeto Bulha/Buenos. Conexão Subterrânea, p. 2 - 2, 04 maio 2006.

  • BRANDI, I. ; BARBOSA, M. ; CALUX, A. S. ; ARAUJO, R. N. . Geotecnia aplicada à previsibilidade de impactos na integridade física de cavidades naturais subterrâneas, Carajás/PA. In: 33º Congresso Brasileiro de Espeleologia, 2015, Eldorado. Anais do 33º Congresso Brasileiro de Espelelogia. Campinas: Sociedade Brasileira de Espeleologia, 2015. p. 533-541.

  • FERRARI, J. A. ; CALUX, A. S. ; HIRUMA, S. T. ; ARMANI, G. ; KARMANN, I. . Preliminary characterization of binary karst aquifer with tracer test and time series analysis. In: GSA Annual Meeting, 2017, Seattle. Geological Society of America Abstracts with Programs. Seattle: GSA, 2017. v. 49.

  • CALUX, A. S. ; PIETROBON, T. ; PROUS, X. ; LOTT, C. F. ; BRANDI, I. ; JAFFE, R. . Caracterização climática e hidrológica preliminar de uma amostra de cavernas ferríferas da Província Espeleológica da Serra dos Carajás. In: III Simpósio Mineiro do Carste: aprender e ensinar o carste, 2017, Belo Horizonte. Anais do III Simpósio Mineiro do Carste: aprender e ensinar o carste: programação, resumos e posteres. Belo Horizonte: IGC, 2017. v. 1. p. 42-42.

  • CALUX, A. S. ; CRUZ, J. B. ; ARAUJO, R. N. ; LOTT, C. F. ; BRANDI, I. . O cálculo do volume de cavernas no contexto do licenciamento ambiental: estudo comparativo. In: III Simpósio Mineiro do Carste: aprender e ensinar o carste, 2017, Belo Horizonte. Anais do III Simpósio Mineiro do Carste: aprender e ensinar o carste: programação, resumos e posteres. Belo Horizonte: IGC, 2017. v. 1. p. 47-47.

  • CALUX, A. S. ; CASSIMIRO, R. ; SALGADO, A. A. R. . Gênese e desenvolvimento de cavidades naturais subterrâneas em formação ferrífera no Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais: controle hidrodinâmico e litoestrutural. In: 47o Congresso Brasileiro de Geologia, 2014, Salvador/BA. Anais do 47o Congresso Brasileiro de Geologia - Salvador - BA - 2014. Salvador: SBG, 2014. v. 1. p. 1591-1591.

  • CALUX, A. S. . Potencialidade para ocorrência de cavernas em rochas ferríferas na Serra de Carajás (PA), Quadrilátero Ferrífero (MG) e Corumbá (MS). In: 1º Simpósio Mineiro do Carste, 2011, Belo Horizonte. 1º Simpósio Mineiro do Carste: Anais do Evento. Saint- Martin-aux-Buneaux: Centre Normand d'Etude du Karst et des Cavités du Sous-sol, 2011. p. 48-48.

  • CALUX, A. S. ; AULER, A. S. ; PILO, L. B. . Prospecção Espeleológica e Licenciamento Ambiental: Parâmetro de Controle de Qualidade. In: 2º Seminário de Geologia do Minério de Ferro e 1º Seminário de Espeleologia, 2011, Belo Horizonte. 2º Seminário de Geologia do Minério de Ferro e 1º Seminário de Espeleologia da VALE, 2011.

  • FABRI, F. P. ; CASSIMIRO, R. ; CALUX, A. S. . Avaliação espeleológica das cavernas de Itambé do Mato Dentro, Minas Gerais. In: 45º Congresso Brasileiro de Geologia, 2010, Belém do Pará. Anais do 45º Congresso Brasileiro de Geologia, 2010. p. 1060-1060.

  • CALUX, A. S. ; CAMARGO, A. ; BRANDI, R ; MALDANER, C. H. ; CORBO, D. . Levantamento espeleológico da Região de Buenos, Iporanga/SP. In: Carste 2007: II Encontro Brasileiro de Estudos do Carste, 2007, São Paulo. Carste 2007: II Encontro Brasileiro de Estudos do Carste, 2007.

  • CALUX, A. S. . Monitoramento microclimático e área de influência de cavernas. 2018. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CALUX, A. S. . Espeleometria no contexto do licenciamento ambiental. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • CALUX, A. S. ; PIETROBON, T. ; PROUS, X. ; LOTT, C. F. ; BRANDI, I. ; JAFFE, R. . Caracterização climática e hidrológica preliminar de uma amostra de cavernas ferríferas da Província Espeleológica da Serra dos Carajás. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • CALUX, A. S. ; CRUZ, J. B. ; ARAUJO, R. N. ; LOTT, C. F. ; BRANDI, I. . O cálculo do volume de cavernas no contexto do licenciamento ambiental: estudo comparativo. 2017. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • CALUX, A. S. . Potencialidade de ocorrência de cavernas utilizando análise multicritério. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CALUX, A. S. ; AULER, A. S. ; PILO, L. B. . Prospecção Espeleológica e Licenciamento Ambiental: Parâmetro de Controle de Qualidade. 2011. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • CALUX, A. S. . Prospecção espeleológica e licenciamento ambiental. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

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Outras produções

CALUX, A. S. ; PROUS, X. ; KOOLE, E. K. M. ; KRAEMER, B. . Projeto Ferro Puro - Estudo Espeleológico, Paleontológico, Arqueológico e Análise de Relevância de 17 cavernas inseridas na ADA do empreedimento. 2013.

SESSEGOLO, G. ; CALUX, A. S. ; LIMA, F. M. ; ROCHA, L. F. S. ; BASNIAK, M. T. R. . Análise de Proporcionalidade no Processo 02070.003485/2011-56. 2013.

CALUX, A. S. ; OLIVEIRA, M. P. ; MESCOLOTTI, M. B. ; SILVA, T. G. ; FONSECA, T. . Mineração Brumafer: Diagnóstico Geoespeleológico, Bioespeleológico e Análise de Relevância. 2013.

CALUX, A. S. ; OLIVEIRA, M. P. ; MESCOLOTTI, M. B. ; SILVA, T. G. ; CHECCHIA, D. H. G. . Gruta do Vigia: diagnóstico geoespeleológico, bioespeleológico e análise de relevância. 2013.

CALUX, A. S. ; SILVERIO, M. O. ; CHECCHIA, D. H. G. ; SANTOS, A. R. . Avaliação do Patrimônio Espeleológico inserido no contexto do DNPM 861.710/2010 - Formosa/GO. 2013.

CALUX, A. S. . Mina Miguel Burnier - Estudo para Definição da Área de Influência da Gruta do Morro do Vigia. 2012.

SESSEGOLO, G. ; FURQUIM, M. P. O. ; CALUX, A. S. ; BASNIAK, M. T. R. ; COSTA, S. P. . Programa de Compensação Espeleológica: oportunidade de compensação em Minas Gerais e no Pará. 2012.

CALUX, A. S. . Laudo Espeleológico de Três Fendas Oclusas Localizadas na Mina da Fábrica de Cimentos Tocantins (Grupo Votorantim). 2012.

CALUX, A. S. . Belo Monte (Vila Residencial) - Prospecção Espeleológica. 2012.

CALUX, A. S. . Projeto Corumbá - Prospecção Espeleológica. 2012.

CALUX, A. S. . Projeto Paulo Afonso - Prospecção Espeleológica e Levantamento Espeleotopográfico. 2012.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. . Várzea do Lopes - Prospecção Espeleológica Complementar. 2011.

CALUX, A. S. ; LENHARE, B. ; LIMA, T. F. . Aeroporto de Vitória da Conquista - Prospecção Espeleológica. 2011.

CALUX, A. S. . Porto de Aritaguá - Prospecção Espeleológica. 2011.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. . Prospecção Espeleológica em Porto Sul, Ilhéus/BA. 2010.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. . Prospecção Espeleológica, inventário e caracterização exocárstica de Mato Dentro I e II, município de Ribeira/SP. 2010.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. . Projeto Itabiritos Mariana: prospecção espeleológica. 2010.

CALUX, A. S. ; PILO, L. B. . Potencial Espeleológico nas Minas Pau Branco e Pedro Paulo. 2010.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. . Prospecção Espeleológica na Mina Manoel Carlos. 2010.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. . Pavimentação BR-135 no trecho entre os municípios de Manga e Itacarambi/MG - Prospecção Espeleológica. 2010.

PILO, L. B. ; CALUX, A. S. ; BESSI-PASCOALOTO, R. . EFVM - Duplicação entre os pátios 5 e 7A - Diagnóstico Geoespeleológio, Bioespeleológico e Análise de Relevância. 2010.

CALUX, A. S. ; PILO, L. B. ; BESSI-PASCOALOTO, R. . Estudos Espeleológicos nas Cavidades SM-14, SM-15, SM-16, SM-18 e SM-19, Mina Pau Branco. 2009.

AULER, A. S. ; CALUX, A. S. . Sugestões de Compensação Ambiental Referente às Ocorrências Espeleológicas na Área da Mina Pedra de Ferro, Bahia Mineração. 2009.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. ; PILO, L. B. . Potencial Espeleológico da Província Mineral da Serra dos Carajás, PA, e do Quadrilátero Ferrífero, MG. 2009.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. . Projeto Onça Puma: Prospecção Espeleológica. 2009.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. . Projeto Pedra de Ferro: Prospecção Espeleológica. 2008.

CALUX, A. S. ; STAVALE, Y. . Banco de Dados do Programa de Gestão Integrada do Patrimônio Espeleológico (BD-PGIPE). 2008.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. ; FERREIRA, Rodrigo Lopes ; SOUZA-SILVA, Marconi . Serra Leste - Diagnóstico Geoespeleológico, Bioespeleológico e Análise de Relevância. 2011.

PILO, L. B. ; CALUX, A. S. . Relatório de Prospecção Espeleológica: Precon-Park. 2010.

CALUX, A. S. . Projeto Rio Negro: relatório de espeleotopografia de 21 cavidades. 2010.

CALUX, A. S. ; PILO, L. B. ; BESSI-PASCOALOTO, R. . Duplicação da Estrada de Ferro Vitória Minas (EFVM - Pátios 5 a 7A), Quadrilátero Ferrífero, MG - Diagnóstico Geoespeleológico, Bioespeleológico e Análise de Relevância das Cavidades Naturais Subterrâneas. 2010.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. . Prospecção Espeleológica na Área da Mina Manoel Carlos, Pedro Leopoldo/MG. 2010.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. . Pavimentação da BR-135 no trecho entre os municípios de Itacarambi e Manga, MG. 2010.

CALUX, A. S. . Relatório da topografia de 25 cavernas da Mina Pau Branco, Brumadinho, MG. 2010.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. . Várzea do Lopes: prospecção espeleológica complementar. 2010.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. . EIA/RIMA Espeleologia da AHE Santa Isabel. 2009.

CALUX, A. S. ; AULER, A. S. . Estrada Municipal Serra dos Carajás: Prospecção Espeleológica. 2009.

CALUX, A. S. ; STAVALE, Y. . Serra Leste - Espeleotopografia de 50 cavidades. 2008.

CALUX, A. S. ; PILO, L. B. . Projeto Cristalino: espeleotopografia de 38 cavernas. 2008.

CALUX, A. S. ; COELHO, A. H. F. . Caracterização do meio físico no licenciamento ambiental espeleológico. 2018. (Curso de curta duração ministrado/Outra).

CALUX, A. S. . Potencial espeleológico em formação ferrífera e litologias associadas no alto curso do rio das Velhas e Paraopeba/MG. 2008. (Cartas, mapas ou similares/Mapa).

CALUX, A. S. . Potencial espeleológico em formação ferrífera e litologias associadas na Serra dos Carajás/PA. 2008. (Cartas, mapas ou similares/Mapa).

Seção coletada automaticamente pelo Escavador

Projetos de desenvolvimento

  • 2009 - 2012

    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Allan Silas Calux - Coordenador / Augusto Sarreiro Auler - Integrante., Financiador(es): Instituto do Carste - Cooperação.

  • 2009 - 2012

    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Allan Silas Calux - Coordenador / Augusto Sarreiro Auler - Integrante., Financiador(es): Instituto do Carste - Cooperação.

  • 2009 - 2012

    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Allan Silas Calux - Coordenador / Augusto Sarreiro Auler - Integrante., Financiador(es): Instituto do Carste - Cooperação.

  • 2009 - 2012

    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Allan Silas Calux - Coordenador / Augusto Sarreiro Auler - Integrante., Financiador(es): Instituto do Carste - Cooperação.

  • 2009 - 2012

    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Allan Silas Calux - Coordenador / Augusto Sarreiro Auler - Integrante., Financiador(es): Instituto do Carste - Cooperação.

  • 2009 - 2012

    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Allan Silas Calux - Coordenador / Augusto Sarreiro Auler - Integrante., Financiador(es): Instituto do Carste - Cooperação.

  • 2009 - 2012

    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Allan Silas Calux - Coordenador / Augusto Sarreiro Auler - Integrante., Financiador(es): Instituto do Carste - Cooperação.

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    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Allan Silas Calux - Coordenador / Augusto Sarreiro Auler - Integrante., Financiador(es): Instituto do Carste - Cooperação.

  • 2009 - 2012

    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Allan Silas Calux - Coordenador / Augusto Sarreiro Auler - Integrante., Financiador(es): Instituto do Carste - Cooperação.

  • 2009 - 2012

    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Allan Silas Calux - Coordenador / Augusto Sarreiro Auler - Integrante., Financiador(es): Instituto do Carste - Cooperação.

  • 2009 - 2012

    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Allan Silas Calux - Coordenador / Augusto Sarreiro Auler - Integrante., Financiador(es): Instituto do Carste - Cooperação.

  • 2009 - 2012

    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento.

  • 2009 - 2012

    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Allan Silas Calux - Coordenador / Augusto Sarreiro Auler - Integrante., Financiador(es): Instituto do Carste - Cooperação.

  • 2009 - 2012

    Estatística de Parâmetros Espeleométricos: Cavernas como Expressão Macrodimensional da Porosidade, Descrição: Cavernas constituem um equivalente macrodimensional da porosidade da rocha. A abrangência, características e densidade desta porosidade depende do tipo de rocha. Em qualquer região cárstica a distribuição de cavernas em relação a sua extensão obedece a um padrão estatístico que tende a tangenciar o infinito a medida que se decresce a seção do conduto considerado. É importante que se estabeleça limites dimensionais claros relativos a cada litologia de modo que se possa limitar a própria definição de caverna, tanto em nível de exploração humana, quanto em termos de ecossistema ou rede hidrológica. As diversas feições que caracterizam as cavernas tendem a se manifestar de forma crescente, notadamente em relação aos atributos físicos, à medida que se aumenta a dimensão (tanto a extensão quanto a seção) da cavidade. Seria desejável obter um valor dimensional mínimo para que a cavidade apresente um conjunto de atributos espeleológicos que justifique o seu estudo e que a configure como um amostra representativa do universo de cavidades não acessíveis aos seres humanos.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Allan Silas Calux - Coordenador / Augusto Sarreiro Auler - Integrante., Financiador(es): Instituto do Carste - Cooperação.

Histórico profissional

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Experiência profissional

  • 2018 - Atual

    CARSTOGRAFICA - Karst Applied Research Centre

    Vínculo: Outros, Enquadramento Funcional: Diretor Técnico, Carga horária: 20

    Atividades

    • 01/2018

      Pesquisa e desenvolvimento , Karst Applied Research Department, .,Linhas de pesquisa

  • 2014 - Atual

    VALE S/A

    Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: ANALISTA DE MEIO AMBIENTE MASTER, Carga horária: 40

    Atividades

    • 03/2014

      Pesquisa e desenvolvimento , Ger. Lic. Amb. e Espeleologia, .,Linhas de pesquisa

  • 2012 - 2014

    Bioespeleo Consultoria Ambiental Ltda

    Vínculo: Sócio proprietário, Enquadramento Funcional: Diretor Técnico

  • 2001 - Atual

    Sociedade Brasileira de Espeleologia

    Vínculo: Associado, Enquadramento Funcional: Associado

  • 2004 - 2013

    Redespeleo Brasil, Redespeleo

    Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaborador

    Atividades

    • 05/2012 - 09/2013

      Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas, Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas.,Cargo ou função, Membro Titular do Comitê Técnico Consultivo para acompanhamento da aplicação da Instrução Normativa MMA 02/2009..

  • 2009 - 2013

    Instituto Do Carste

    Vínculo: Sócio-pesquisador, Enquadramento Funcional: Sócio-pesquisador

  • 2009 - 2012

    Carste Consultores Associados

    Vínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Coordenador Temático (espeleologia), Carga horária: 44, Regime: Dedicação exclusiva.