Camila Siqueira Cavalieri D'oro
Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com habilitação Biomédica. Atualmente, desenvolve um projeto no Laboratório de Imunopatologia (LIP), que busca caracterizar, in vitro e in vivo, o papel da Endotelina na lesão neural da hanseníase.
Informações coletadas do Lattes em 13/07/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em Ciencias Biologicas
2011 - 2015
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Título: Perfil fagocítico de macrófagos murinos desafiados com espécies do complexo Sporothrix schenckii
Orientador: Leila Maria Lopes Bezerra
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Microbiologia / Subárea: Biologia Celular.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Microbiologia / Subárea: Micologia.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Microbiologia / Subárea: Microbiologia Médica.
Organização de eventos
Cunha, M.M.L. ; Cavalieri-D'Oro, C.S. . Simpósio MSI-2013-RIO Implementação e Perspectivas do MS-Imaging no Rio de Janeiro. 2013. (Congresso).
Participação em eventos
XIX CONGRESSO BRASILEIRO DE HISTOTECNOLOGIA. 2015. (Congresso).
How to Write for and Get Published in Scientific Journals. 2014. (Oficina).
XX Semana de Biologia - Uma visão crítica e científica. 2014. (Outra).
First International Meeting on Sporothrix and Sporotrichosis. 2013. (Simpósio).
Redação de Patentes: considerando o olhar do examinador. 2013. (Oficina).
10th Internacional Congress on Cell Biology. 2012. (Congresso).
XXXVII Congress of the Brazilian Society of Immunology. Mixture of recombinant yellow fever viruses vaccines elicits superior protective immune responses against experimental infection with the human protozoan parasite trypanosoma cruzi. 2012. (Congresso).
20ª Reunião Anual de Iniciação Científica.Desenvolvimento e caracterização biológica e imunológica de vírus amarílicos recombinantes expressando antígenos da proteína ASP-2 de Trypanosoma cruzi. 2012. (Encontro).
Minicurso de Diagnóstico de Infecções Virais - XVIII Semana de Biologia. 2011. (Outra).
XVIII Semana de Biologia. 2011. (Outra).
Produções bibliográficas
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Amadeu, T.P. ; Petito, R.B. ; Cavalieri-D'Oro, C.S. . Hanseníase: Para resolver, é preciso entender.. Ciência Hoje das Crianças, p. 11 - 13.
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Cavalieri-D'Oro, C.S. ; NEVES, G. W. P. ; SANCHES, G. F. ; Lopes-Bezerra, L.M. . Análise comparativa do perfil fagocítico de macrófagos humanos e murinos desafiados com espécies do complexo Sporothrix schenckii. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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Cavalieri-D'Oro, C.S. ; Nogueira, R. T. ; Bonaldo, M.C . Desenvolvimento e caracterização biológica e imunológica de vírus amarílicos recombinantes expressando antígenos da proteína ASP-2 de Trypanosoma cruzi. 2012. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Projetos de pesquisa
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2013 - 2015
Perfil fagocítico de macrófagos murinos desafiados com espécies do complexo Sporothrix schenckii, Descrição: Sporothrix schenckii é um fungo termo-dimórfico que se apresenta na forma de micélio quando cultivado in vitro, a 25ºC, ou na natureza, onde pode ser encontrado sobre a matéria orgânica em decomposição. É o agente etiológico da esporotricose humana e animal e foi recentemente classificado como um complexo de espécies crípticas, o complexo S. schenckii. Neste contexto, S. schenckii sensu stricto e S. brasiliensis representam as duas espécies epidemiologicamente mais relevantes no Brasil. Geralmente, a infecção ocorre via inoculação traumática de elementos do micélio, como durante a manipulação de vegetais contaminados, podendo se caracterizar, também, como uma zoonose, quando transmitida por mordeduras ou arranhões de animais infectados. Ao se estabelecer no hospedeiro, a 37ºC, ocorre a transição do fungo para a fase parasitária, leveduriforme. Neste contexto, considerando a heterogeneidade de manifestações clínicas, acredita-se que a modulação do sistema imune contribui para o estabelecimento e evolução da doença. Ademais, sabe-se que, em infecções fúngicas, a atuação do sistema imune inato é de extrema relevância no prognóstico do paciente. Contudo, estudos comparativos demonstram respostas distintas do hospedeiro para cada espécie do complexo. Trabalhos utilizando modelo subcutâneo de infecção murina indicam que isolados de S. brasiliensis são mais virulentos do que isolados de S. schenckii, ocasionando lesões de pele progressivas e resistentes ao tratamento por itraconazol ? droga padrão ouro. Desta forma, o presente estudo visou avaliar a interação in vitro de S. schenckii e S. brasiliensis com macrófagos murinos J774, não ativados ou ativados com LPS, a fim de comparar as diferenças nas taxas de fagocitose entre as espécies. Assim, as células fagocíticas foram desafiadas com S. schenckii ou S. brasiliensis em duas condições - viáveis ou termo-inativas. S. schenckii apresentou baixos índices de fagocitose por macrófagos murinos, enquanto uma maior taxa de internalização foi observada para S. brasiliensis. Além disso, o número de leveduras encontradas no interior de cada macrófago foi maior na incubação com S. brasiliensis. Contudo, com a termo-inativação, verificou-se, para ambas as espécies, baixo percentual de fagocitose por macrófagos, assim como após a incubação com LPS. Neste último caso, estudos na literatura sugerem que o LPS pode provocar desorganização do citoesqueleto de fagócitos, dificultando o processo fagocítico, como também pode atuar afetando negativamente receptores de reconhecimento de padrão destas células. Já os resultados da termo-inativação nos sugerem que a viabilidade do fungo seria necessária para o reconhecimento por macrófagos murinos. Em conjunto, nossos resultados nos levam a propor que podem existir distinções na superfície das leveduras entre as espécies, que ocasionam diferentes taxas de internalização.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Camila Siqueira Cavalieri D'Oro - Integrante / Leila Maria Lopes Bezerra - Coordenador / Alessandra da Silva Dantas - Integrante., Número de produções C, T & A: 1
Projetos de desenvolvimento
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2012 - 2013
Desenvolvimento e caracterização biológica de Vírus da Febre Amarela recombinantes expressando epítopo heterólogo de Trypanosoma cruzi, Descrição: O trabalho utiliza o vírus vacinal 17D da febre amarela (FA), uma das vacinas virais mais seguras já administradas a humanos e capaz de induzir uma potente resposta imune. Assim, este vírus é utilizado através da manipulação gênica para o desenvolvimento de novas vacinas. Neste vírus inserimos seqüências de epítopos indutores de linfócitos T CD8+ (TEWETGQI e VNHRFTLV) provenientes da proteína de superfície de amastigota 2 (ASP-2) de Trypanosoma cruzi em distintas regiões genômicas do vírus. A escolha destes epítopos baseia-se na justificativa de que estas células são importantes na resposta adaptativa contra o parasita intracelular T. cruzi. Desse modo, consideramos que o vírus FA 17D, capaz de induzir uma forte resposta de células T, seja apropriado para gerar uma resposta imune contra o T. cruzi.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Camila Siqueira Cavalieri D'Oro - Integrante / Raquel Tayar Nogueira - Coordenador.
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2012 - 2013
Desenvolvimento e caracterização biológica de Vírus da Febre Amarela recombinantes expressando epítopo heterólogo de Trypanosoma cruzi, Descrição: O trabalho utiliza o vírus vacinal 17D da febre amarela (FA), uma das vacinas virais mais seguras já administradas a humanos e capaz de induzir uma potente resposta imune. Assim, este vírus é utilizado através da manipulação gênica para o desenvolvimento de novas vacinas. Neste vírus inserimos seqüências de epítopos indutores de linfócitos T CD8+ (TEWETGQI e VNHRFTLV) provenientes da proteína de superfície de amastigota 2 (ASP-2) de Trypanosoma cruzi em distintas regiões genômicas do vírus. A escolha destes epítopos baseia-se na justificativa de que estas células são importantes na resposta adaptativa contra o parasita intracelular T. cruzi. Desse modo, consideramos que o vírus FA 17D, capaz de induzir uma forte resposta de células T, seja apropriado para gerar uma resposta imune contra o T. cruzi.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Camila Siqueira Cavalieri D'Oro - Integrante / Raquel Tayar Nogueira - Coordenador.
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2012 - 2013
Desenvolvimento e caracterização biológica de Vírus da Febre Amarela recombinantes expressando epítopo heterólogo de Trypanosoma cruzi, Descrição: O trabalho utiliza o vírus vacinal 17D da febre amarela (FA), uma das vacinas virais mais seguras já administradas a humanos e capaz de induzir uma potente resposta imune. Assim, este vírus é utilizado através da manipulação gênica para o desenvolvimento de novas vacinas. Neste vírus inserimos seqüências de epítopos indutores de linfócitos T CD8+ (TEWETGQI e VNHRFTLV) provenientes da proteína de superfície de amastigota 2 (ASP-2) de Trypanosoma cruzi em distintas regiões genômicas do vírus. A escolha destes epítopos baseia-se na justificativa de que estas células são importantes na resposta adaptativa contra o parasita intracelular T. cruzi. Desse modo, consideramos que o vírus FA 17D, capaz de induzir uma forte resposta de células T, seja apropriado para gerar uma resposta imune contra o T. cruzi.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Camila Siqueira Cavalieri D'Oro - Integrante / Raquel Tayar Nogueira - Coordenador.
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2012 - 2013
Desenvolvimento e caracterização biológica de Vírus da Febre Amarela recombinantes expressando epítopo heterólogo de Trypanosoma cruzi, Descrição: O trabalho utiliza o vírus vacinal 17D da febre amarela (FA), uma das vacinas virais mais seguras já administradas a humanos e capaz de induzir uma potente resposta imune. Assim, este vírus é utilizado através da manipulação gênica para o desenvolvimento de novas vacinas. Neste vírus inserimos seqüências de epítopos indutores de linfócitos T CD8+ (TEWETGQI e VNHRFTLV) provenientes da proteína de superfície de amastigota 2 (ASP-2) de Trypanosoma cruzi em distintas regiões genômicas do vírus. A escolha destes epítopos baseia-se na justificativa de que estas células são importantes na resposta adaptativa contra o parasita intracelular T. cruzi. Desse modo, consideramos que o vírus FA 17D, capaz de induzir uma forte resposta de células T, seja apropriado para gerar uma resposta imune contra o T. cruzi.. , Situação: Desativado; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Camila Siqueira Cavalieri D'Oro - Integrante / Raquel Tayar Nogueira - Coordenador.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Centro Biomédico, Instituto de Biologia Roberto Alcantara Gomes. , Avenida Professor Manuel de Abreu, Maracanã, 20550170 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 28688690
Experiência profissional
2013 - Atual
C.A Pré VestibularVínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 4
Outras informações:
Professora de Biologia no curso C.A pré vestibular
2012 - 2013
Vetor - Pré Vestibular ComunitárioVínculo: Professor Voluntário, Enquadramento Funcional: Professor Voluntário, Carga horária: 1
Outras informações:
Professora Voluntária de Biologia no Pré Vestibular Comunitário VETOR
2013 - 2015
Universidade do Estado do Rio de JaneiroVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica, Carga horária: 20
Outras informações:
Fez iniciação científica no Laboratório de Micologia Celular e Proteômica, do Departamento de Biologia Celular, no Pavilhão Haroldo Lisboa da Cunha.
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