Júlia Vasconcellos Pacheco Weiss

Estudante de psicologia com interesse em educação, crianças com necessidades especiais, psicologia organizacional e pesquisa científica. Atualmente realizando pesquida de Iniciação Científica sobre Ausitsmo como bolsista do CNPq

Informações coletadas do Lattes em 13/08/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Psicologia

2012 - Atual

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Ensino Médio (2º grau)

2009 - 2011

Colégio Santa Cruz

Ensino Fundamental (1º grau)

1998 - 2008

Escola Projeto Vida

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.

Projetos de pesquisa

  • 2013 - Atual

    A POSSIBILIDADE DE AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL DE RISCO PRECOCE DE AUTISMO: acompanhando crianças de risco e fora de risco de 0 a 24 meses, Descrição: O diagnóstico de transtornos do desenvolvimento dentro do espectro autista (TEA) é baseado, fundamentalmente, em topografias relacionadas a três áreas do desenvolvimento infantil que apresentam prejuízos graves: a) interações sociais, b) comunicação e c) variabilidade comportamental. O diagnóstico baseado nas deficiências nessas áreas tem sido feito apenas a partir dos três anos de idade. Um dos desafios para os estudiosos interessados no trabalho com essa população é identificar características comportamentais, notadas antes dos três anos de idade, que sinalizariam o desenvolver atípico. A identificação precoce dos Transtornos do Espectro do Autismo (TEAs) está estreitamente relacionada a intervenções mais eficazes. Muitos estudos têm investigado e confirmado os benefícios da intervenção precoce em autismo, porém poucos visam identificar o autismo antes de dois anos de idade. Uma população que deveria ser investigada com esse propósito é o irmão de um autista. De acordo com a literatura há 20% mais chances de irmãos de autistas serem atípicos desenvolvimentalmente do que irmão de crianças típicas. Este projeto pretende identificar sinais de risco autístico na população de irmãos mais novos de crianças autistas (consideradas grupo de risco) em idade até dois anos. A partir de comportamentos descritos na literatura, foi construída um protocolo de avaliação comportamental. Este instrumento encontra-se em desenvolvimento e o objetivo deste projeto de pesquisa é testá-lo. Para tanto, serão acompanhados mensalmente por meio da aplicação deste protocolo dois grupos de crianças entre seis e 24 meses, sendo deste subprojeto dois com crianças entre 12 e 18 meses. Um deles composto por crianças com irmão mais velho típico e o outro composto por crianças que tenham irmão com diagnóstico de TEA. O acompanhamento será feito por meio de filmagens, na casa da criança, da interação direcionada do cuidador com o bebê. As filmagens serão acompanhadas por alunos-pesquisadores que, posteriormente, as transcreverão para folhas de registro de vídeos. Os dados dos dois grupos serão comparados e analisados à luz da literatura sobre desenvolvimento típico e sobre déficits comportamentais identificados em crianças com TEA. Os cuidadores serão contatados posteriormente, a partir de três anos de idade da criança, quando houver qualquer tipo de diagnóstico (atipicidade ou tipicidade). Esse diagnóstico, juntamente com os resultados comparativos das observações possibilitará avaliar/rever o protocolo proposto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Júlia Vasconcellos Pacheco Weiss - Coordenador / Paula Suzana Gioia - Integrante / Pamella Furquim Daud - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2013 - Atual

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitora Teórica de Psicologia Comportamental, Carga horária: 5