NATALIA BERTO DE OLIVEIRA

Graduanda, do último ano de Farmácia, pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Integrante do Colegiado de Farmácia (UEL) e membro do Centro Acadêmico de Farmácia (CAF 5 de maio - UEL).

Informações coletadas do Lattes em 13/08/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Farmácia

2010 - Atual

Universidade Estadual de Londrina
Orientador: Andrea Name Colado Simao
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Ensino Médio (2º grau)

2006 - 2008

COEDUCAR

Formação complementar

2013 - 2013

Sementes para o futuro-Gestão empresarial da I. F.. (Carga horária: 80h). , Prati-Donaduzzi.

2012 - 2012

Fundamentos de toxicologia para a prática clínica. (Carga horária: 156h). , Universidade Estadual de Londrina, UEL, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Farmácia.

Participação em eventos

I ciclo de palestras em serviços farmaceuticos clínicos da Universidade Estadual de Londrina 2014. 2014. (Outra).

I encontro paranaense de inserção do farmaceutico no SUS. 2013. (Encontro).

Minicurso- Citometria de Fluxo. 2013. (Encontro).

I encontro paranaense de inserção do farmaceutico no SUS e XII jornada de farmácia e análises clínicas.Avaliação do estado redox em indivíduos infectados pelo vírus da imunodeficiencia humana do tipo 1 (HIV-1) com síndrome metabólica atendidos em Londrina e região. 2013. (Encontro).

XXII Encontro Anual de Iniciação Cientifica.AVALIAÇÃO DO ESTADO REDOX EM INDIVÍDUOS INFECTADOS PELO VÍRUS DA IMUNODEFICIENCIA HUMANA DO TIPO 1 (HIV-1) COM SÍNDROME METABÓLICA ATENDIDOS EM LONDRINA E REGIÃO.. 2013. (Encontro).

Treinamento para Aferição de Pressão e Glicemia Capilar. 2013..Aferição de pressão e glicemia. 2013. (Outra).

Curso sobre as diferentes áreas de atuação de um profissional farmacêutico. 2013. (Outra).

XII jornada de farmácia e análises clínicas. 2013. (Outra).

I simpósio de integração universitária a indústria (I SIUN). 2012. (Simpósio).

XXI Encontro Anual de Iniciação Científica.AVALIAÇÃO DOS MARCADORES DE PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA E PROTEICA E DA CAPACIDADE ANTIOXIDANTE TOTAL EM PACIENTES INFECTADOS PELO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA TIPO 1 (HIV-1). 2012. (Encontro).

Campanha uso racional de medicamentos.Uso racional de medicamentos. 2012. (Outra).

Feira de profissoes. 2012.Feira de profissoes. 2012. (Outra).

II Encontro Paranaense de Microbiologia. 2011. (Encontro).

Minicurso- Análise Microbiológica de Cosméticos e Medicamentos não estéreis.Minicurso. 2011. (Encontro).

XX encontro anual de iniciação científica.Análise do consumo de medicamentos entre docentes do curso de farmácia de uma universidade pública brasileira. 2011. (Encontro).

Minicurso - DNA forense. 2011. (Outra).

I ciclo de minicursos da farmácia UEL. 2011. (Outra).

Diagnóstico Laboratorial da Síndrome Metabólica. 2011. (Outra).

Dia Mundial da Saúde: resistência a antimicrobianos e sua propagação global.Dia Mundial da Saúde: resistência a antimicrobianos e sua propagação global. 2011. (Outra).

Evento de Extensão - Atypical isolate of Paracoccidioides brasiliensis and lobomycosis- general aspects and identification by molecular biology. 2011. (Outra).

Curso de análise forense do DNA. 2011. (Outra).

Curso de Aplicação de injetáveis. 2010. (Outra).

Curso extensão - atualização em imunologia: imunidade inata. 2010. (Outra).

III mostra científica.Elaboração e exposição de materiais aos usuários da UBS PIND com finalidade de conscientização sobre o diabetes e a hipertens~ão. 2010. (Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2012 - Atual

    AVALIAÇÃO DO ESTRESSE OXIDATIVO, DOS FATORES DE RISCO CARDIOVASCULARES E DA FREQUÊNCIA DE SÍNDROME METABÓLICA EM PACIENTES COM ARTRITE REUMATÓIDE, Descrição: A artrite reumatóide (AR) é uma doença multissistêmica crônica inflamatória de etiologia desconhecida, caracterizada por proliferação sinovial predominante, destruição óssea e degradação da cartilagem articular. Acomete cerca de 0,5% a 1% da população mundial adulta, sendo sua ocorrência observada em todos os grupos étnicos. Há predomínio no sexo feminino, sobretudo em pacientes entre a quarta e a sexta décadas de vida. Nos últimos anos vários estudos investigaram o possível papel das espécies reativas de oxigênio (EROs) e nitrogênio (ERNs) na etiologia e patogênese da AR. Evidências crescentes implicam o óxido nítrico na regulação imune, inflamação, autoimunidade e artrite. ERNs e EROs são mediadores e efetores de dano à cartilagem através da degradação dos componentes da matriz por ação direta ou por ativação indireta de colagenases. Um aumento estatisticamente significativo nos níveis de NO˙ total foi observado em pacientes com AR quando comparado com os controles, tendo sido encontrada correlação com o grupo de pacientes com doença ativa pelo DAS28, porém não com o VHS como parâmetro isolado de atividade de doença. Em doentes com AR, o sistema de defesa antioxidante tem se mostrado comprometido. Os estudos revelam uma mudança no equilíbrio oxidante / antioxidante em favor de peroxidação lipídica, proteica e do DNA, o que poderia levar ao dano tecidual observado na doença. Os pacientes com AR apresentam redução da expectativa de vida, sendo a doença cardiovascular (DCV) a principal causa de morte e, a ocorrência de infarto agudo do miocárdio pode ser até quatro vezes maior nesses pacientes. O aumento do risco cardiovascular parece ser devido ao processo inflamatório crônico, ao aumento do estresse oxidativo e ao próprio tratamento medicamentoso. A Síndrome Metabólica (SM), que designa um conjunto de fatores de risco cardiovasculares (como obesidade central, dislipidemia, hipertensão e hiperglicemia) tem sido avaliada com o objetivo de predizer risco para doença cardiovascular. A AR tem sido associada a aumento da prevalência de SM, mas o papel das diferentes características da doença, tais como a duração e atividade de doença e o tratamento com glicocorticoides não estão bem definidos. Tem sido demonstrado prevalência de SM em torno de 40% em pacientes com AR, no entanto, os estudos sobre a prevalência de SM em pacientes com AR ainda não apontam conclusões definitivas, uma vez que foram utilizadas diferentes definições de SM, além de delineamentos e tamanhos de amostra diferentes o que dificulta a interpretação dos resultados e comparação entre os estudos. Não há até o presente momento estudos representativos da população brasileira que tenham avaliado a prevalência de SM e RI em pacientes com AR. Além do mais, os dados sobre estresse oxidativo e sua associação com a atividade da doença e as alterações metabólicas são escassos e às vezes controversos. Desta forma, os objetivos principais do presente estudo são avaliar o estresse oxidativo, os fatores de risco cardiovascular, prevalência de resistência insulínica e síndrome metabólica em pacientes com Artrite Reumatóide.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Berto de Oliveira - Integrante / Andréa Name Colado Simão - Coordenador / Isaias Dichi - Integrante / Tatiana Mayumi Veiga Iryioda - Integrante / Marcell Alysson batisti Lozovoy - Integrante / Neide Tomimura Costa - Integrante / Mariana Pires Ferreira - Integrante.

  • 2010 - 2013

    AVALIAÇÃO DO ESTADO REDOX EM INDIVÍDUOS INFECTADOS PELO VÍRUS DA IMUNODEFICIENCIA HUMANA DO TIPO 1 (HIV-1) COM SÍNDROME METABÓLICA ATENDIDOS EM LONDRINA E REGIÃO, Descrição: Evidências sugerem que pacientes infectados com HIV-1 estão sob efeito de estresse oxidativo crônico (EO) o que pode contribuir para a imunodeficiência verificada nestes pacientes. A própria infecção pelo vírus e a terapia antirretroviral (ART) podem favorecer o desenvolvimento de síndrome metabólica (SM) o que poderia alterar ainda mais o estado redox nestes pacientes. O objetivo deste trabalho foi avaliar se a presença de SM em pacientes infectados pelo vírus HIV-1 apresentam aumento de estresse oxidativo quando comparados aqueles sem SM.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Berto de Oliveira - Integrante / Andréa Name Colado Simão - Coordenador / Helena Kaminami Morimoto - Integrante / Edna Maria Vissoci Reiche - Integrante / Elaine Regina Delicato de Almeida - Integrante.

  • 2010 - 2012

    AVALIAÇÃO DOS MARCADORES DE PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA E PROTEICA E DA CAPACIDADE ANTIOXIDANTE TOTAL EM PACIENTES INFECTADOS PELO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA TIPO 1 (HIV-1), Descrição: A principal característica da infecção pelo vírus HIV-1 é a imunodeficiência celular provocada pela diminuição de linfócitos T CD4+. Evidências sugerem que pacientes infectados com HIV-1 estão sob efeito de estresse oxidativo crônico. O objetivo do presente estudo foi avaliar marcadores de oxidação lipídica e proteica e a capacidade antioxidante total do plasma em pacientes infectados pelo HIV-1. Foram avaliados 67 pacientes infectados com HIV-1 e 60 indivíduos saudáveis. A peroxidação lipídica foi determinada por quimiluminescência induzida por t-butil hidroperóxido (CL-LOOH), a oxidação proteica foi avaliada pela determinação dos níveis séricos dos produtos avançados de oxidação proteica (AOPP), e a capacidade antioxidante total no plasma foi avaliada de acordo com a metodologia de TRAP (Total radical-trapping antioxidant parameter). Pacientes com HIV-1 mostraram aumento significativo dos marcadores de oxidação lipídica (pSituação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Berto de Oliveira - Integrante / Andréa Name Colado Simão - Coordenador / Mariana Pires Ferreira - Integrante / Helena Kaminami Morimoto - Integrante / Sayonara Rangel Oliveira - Integrante / Edna Maria Vissoci Reiche - Integrante.

  • 2010 - 2011

    PERFIL DO CONSUMO DE MEDICAMENTOS DE DOCENTES DO CURSO DE FARMÁCIA DE UMA, Descrição: O professor universitário tem grande papel na educação do jovem, sendo que esse o influencia tanto nos conhecimentos científicos do meio acadêmico quanto na formação de seres com opiniões criticas. A pressão do meio em que o docente está inserido tanto no ambiente de trabalho como no social e familiar, são fatores que podem levar o docente ao consumo de medicamentos que possam ajudar a enfrentar toda essa cobrança. Entretanto, nem sempre os resultados são aqueles esperados. Deste modo, este trabalho teve como objetivo identificar o perfil de consumo de medicamentos entre docentes do curso de Farmacia de uma universidade publica brasileira. A coleta de dados foi realizada por meio de formularios respondidos pelos entrevistados, apos assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Foram entrevistados 76 docentes, sendo que 76,3% faziam uso de medicamentos ou algum tipo de complexo vitamínico. Deste total; 65,78% fez uso ou está fazendo uso de algum medicamento alopático, inclusive fitoterápico (exceto chás caseiros, florais, ervas, etc.). Os princípios ativos mais utilizados foram: Dipirona (11,48%) para dores, Fluoxetina (4,92%) para depressão, Levofloxacina Sódica (4,1%) para hipotireoidismo e 79,5% outros medicamentos. Mesmo sendo alto, o consumo de medicamentos, observamos que a indicação médica e não na automedicação prevalece no meio acadêmico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Natália Berto de Oliveira - Coordenador / Ester Massae Okamoto Dalla Costa - Integrante / Eliane Saori Otaguiri - Integrante / Tatyane Duran Lopes - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2013 - 2013

Prati Donaduzzi

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiaria

Outras informações:
Sementes para o Futuro - Gestão Empresarial e Gestão da Indústria Farmacêutica

2011 - Atual

Universidade Estadual de Londrina

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiaria, Carga horária: 20

Outras informações:
Iniciação Científica - bolsista CNPq