Marcos de Paula

Possui graduação em Administração de empresas pela Universidade de Caxias do Sul (1999) e especialização em Administração financeira em 2000. Atualmente é técnico administrativo de desenvolvimento da Universidade do Estado de Santa Catarina. Atua como coordenador responsável pelo Setor de Almoxarifado do Centro de Ciências Humanas e da Educação -FAED/UDESC. Tem experiência na área de administração, compras, com ênfase em Administração Financeira . Participa do grupo de pesquisa "MEMÓRIA E IDENTIDADE", (dgp.cnpq.br/espelhogrupo/8150984365876244), como representante técnico do centro. Também é participante do grupo de pesquisa ATLAS -Grupo de pesquisas em Geografias, imagens e educação (dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1140910465509687).

Informações coletadas do Lattes em 11/08/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em Administração Financeira

2000 - 2002

Universidade de Caxias do Sul
Título: Administração Financeira
Orientador: Jaime Luiz Prux Junior

Graduação em andamento em Abi - História

2016 - Atual

Universidade do Estado de Santa Catarina

Graduação interrompida em 2007 em História

2004 - Atual

Universidade de Caxias do Sul
Ano de interrupção: 2007

Graduação em Administração

1991 - 1999

Universidade de Caxias do Sul

Ensino Médio (2º grau)

1987 - 1989

Escola Estadual Técnica Caxias do Sul

Formação complementar

2024 - 2024

Redesenho e desburocratização de processo. (Carga horária: 16h). , WEGOV, WG, Brasil.

2021 - 2021

Design Thinking. (Carga horária: 12h). , WEGOV, WG, Brasil.

2019 - 2019

Design Thinking. (Carga horária: 24h). , ECHOS - Escola de Design Thinking Brasil, ECHOS, Brasil.

2018 - 2018

Gestão Patrimonial e Almoxarifado. (Carga horária: 30h). , Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil.

2018 - 2018

Direito Adm. Disciplinar Aplicado à Instituição de Ensino Superior. (Carga horária: 24h). , Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil.

2017 - 2017

Liderança e Desenvolvimento de Equipes de Alta Performance. (Carga horária: 16h). , Instituto Superior de Administração e Economia do Mercosul, ISAE, Brasil.

2017 - 2017

Controles na Administração Pública. (Carga horária: 40h). , DEAP, DEAP, Brasil.

2016 - 2016

Gestão de Projetos. (Carga horária: 60h). , DEAP, DEAP, Brasil.

2015 - 2015

Etica no Serviço Público. (Carga horária: 20h). , DEAP SC, DEAP, Brasil.

2014 - 2014

Planejamento Estratégico. (Carga horária: 40h). , DEAP, DEAP, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Administração de Empresas/Especialidade: Administração Financeira.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Administração / Subárea: Administração Pública/Especialidade: Organizações Públicas.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Ciência da Computação / Subárea: Metodologia e Técnicas da Computação/Especialidade: Sistemas de Informação.

Grande área: Ciências Humanas / Área: História.

Projetos de pesquisa

  • 2021 - Atual

    Cartografias Intensivas em Educação: outros modos de fazer para outras geografias, Descrição: Este projeto segue os rastros dos resultados alcançados no projeto de pesquisa anterior intitulado O que pode a cartografia e a geografia? Investigações e invenções em educação ora finalizado. A pesquisa em pauta busca explorar os diferentes usos e sentidos da noção de cartografia na geografia e na educação ao longo do percurso de trabalho desta professora na UDESC (da graduação até a pós graduação) e nos trabalhos de uma Rede Internacional de Pesquisa. Aqui a cartografia não se reduz a um modo de fazer que gera o mapa representacional de uso na geografia. Com base nos autores da filosofia da diferença (DELEUZE; GUATTARI, 1994)ela pode ser entendida como a expressão (em outros mapas) das relações que constituem uma topografia das forças invisíveis que compõem os territórios. Pergunta-se sobre as forças invisíveis que compõem territórios geográficos e territórios de pesquisa e sua impossibilidade de expressão nos mapas representacionais. Não estaria aí uma potência da cartografia como possibilidade para apresentar outras camadas que constituem esses territórios e gerar outros mapas? A aposta da pesquisa passa pela exploração das camadas de invisível que recobrem todo é qualquer território. O projeto tem por objetivo geral estudar o conjunto de estratégias educacionais que tem como base a noção de cartografias intensivas em educação, noção desenvolvida em minha tese de doutorado. Propõe-se, portanto, uma revisão de algumas produções sob minha orientação na Udesc e de trabalhos em outras universidades brasileiras, uma universidade da Colômbia e outra da Argentina todos interligados a Rede de Pesquisas Imagens, Geografias e Educação. A sistematização dos dados produzidos na presente pesquisa terá sua composição num material intitulado Atlas, tomado como conjunto de mapas voltado a produção de processos educacionais no campo da formação de professores e de pesquisadores. A intenção será de produzir um mapa das forças que atuam nos grupos que compõem a Rede, bem como das forças produzidas por esses mesmos grupos. Ou, ainda, mapear as influências recebidas por esses grupos, e o impacto de sua atuação nas redes das quais participa e na formação de educadoras e educadores em geografia. Esse modo de fazer dirige-se, na presente proposta, à geografia e à educação, ao tocar os limites de ambas, sinalizando que há mais e há outras coisas a serem pensadas numa e noutra. Há uma dimensão crítica nessa maneira de fazer, uma crítica que não recusa a geografia nem a educação e que, sobretudo, recusa o lugar confortável da crítica interessada em rebaixar, apontar as falhas, exigir outra atitude, outra política, outro modo de ação. A crítica que defendemos está ligada a uma analítica das forças, dos dispositivos, se interessa pelas potências do que aí está e busca meios para a atualização dessas potências. Nesse fazer, tanto uma quanto a outra expandem suas possibilidades no mundo: a geografia que deriva daí libera um tanto de matéria que não estava dada e a educação libera sua perspectiva de autoeducação e seu tanto que não estava dado. Por isso, modos de fazer diferenciado podem explicitar um território outro em educação e uma geografia outra a que chamamos de intensiva... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) . , Integrantes: Marcos de Paula - Integrante / ANA MARIA HOEPERS PREVE - Coordenador.

  • 2021 - Atual

    A racionalidade pedagógica nas páginas da National Geographic: sobre um arquivo de imagens na constituição de um Brasil, Descrição: O projeto tem como objetivo central investigar a racionalidade pedagógica nas imagens da National Geographic por meio da análise de fotografias, discursos e narrativas, e como esta difunde e sedimenta determinada cultura visual sobre o Brasil. Partimos do pressuposto que a crescente produção de imagens no mundo contemporâneo, e a amplitude alcançada pela circulação destas em diferentes veículos de divulgação, tem colaborado cada vez mais na pedagogização de nossas noções de mundo e na formação de imaginações geográficas sobre espaços e culturas. Ancorados na teorização foucaultiana e nos insumos teóricos de Nicholas Mirzoeff em torno da cultura visual, Nossa proposta consiste em explorar 1) o papel educativo das imagens por meio da análise de discursos e narrativas sobre os quais as representações constroem imaginações geográficas; 2) os registros visuais postos em circulação pela National Geographic Virtual Library; e 3) as estratégias de fixar significados às representações e as relações de poder imbuídas entre as imagens e seu contexto. Para tanto, o exercício proposto é arquivizar um conjunto de registros visuais presentes na National Geographic, entre 1888 e 2010, dentre eles as fotografias, os mapas, os discursos e narrativas, as imagens publicitárias etc., para então proceder à sistematização e análise dos dados. Por meio dessa pesquisa, pretende-se colocar em causa a arqueogenealogia da racionalidade pedagógica em espaços além dos escolares, ou seja, o que pretendemos é explorar as estratégias e racionalidades pedagógicas de produção espacial e, em suma, as lógicas, procedimentos, objetivos e economias de poder circunscritos às imagens e seu contexto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (15) . , Integrantes: Marcos de Paula - Integrante / ANA PAULA NUNES CHAVES - Coordenador.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade do Estado de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação. , UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina, Santa Mônica, 88035901 - Florianópolis, SC - Brasil, Telefone: (48) 36648000, Ramal: 48551, URL da Homepage:

Experiência profissional

2013 - Atual

Universidade do Estado de Santa Catarina

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Técnico Administrativo de Desenvolvimento, Carga horária: 30

2012 - 2013

Safe Park Serviços

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Gerente Administrativo, Carga horária: 40

2010 - 2012

Specto Paineis Eletrônicos

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Gerente Financeiro, Carga horária: 40

2009 - 2010

DM Serviços

Vínculo: Proprietário, Enquadramento Funcional: Sócio proprietário, Carga horária: 40

2005 - 2009

Alltech Tools Máquinas do Brasil

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Gerente Administrativo e Financeiro, Carga horária: 40

2002 - 2005

Agrale Sociedade Anônima

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Coordenador de Operações de Financiamento, Carga horária: 40