Iana Sâmella Alcântara de Lima

Enfermeira pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Mestranda em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFPB (PPGENF/UFPB). Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas de Avaliação em Saúde (GEPEAS), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Pós-graduanda em enfermagem em pediatria e UTI pediátrica e neonatal. Colaboradora externa na Liga Acadêmica Paraibana de Enfermagem Neonatal e Pediátrica (LAPENP), da UFPB. Foi extensionista nos projetos Feridas UFPB: Ensinando práticas preventivas e terapêuticas no processo de atenção à saúde (2024- 2025), Cine-Debate: Estratégia Pedagógica para discussão do envelhecimento com idosos e estudantes da área de saúde (2020 - 2023) PalhaSUS (2021); Capacitação de professores de biologia de escolas públicas da grande João Pessoa no ensino da anatomia humana (2021) e EducaUFPB - Cursinho Popular preparatório para o ENEM (2021). Foi monitora do componente curricular Fisiologia Humana (2020-2021) e no componente curricular de Enfermagem em Saúde da Criança e do Adolescente II (2024). Tem interesse nas áreas de: Pediatria, Neonatologia, Oncologia e Espiritualidade.

Informações coletadas do Lattes em 04/03/2026

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Programa de Pós-Graduação em Enfermagem

2026 - Atual

Universidade Federal da Paraíba
Orientador: Fabia Barbosa de Andrade

Especialização em andamento em Enfermagem em pediatria e UTI pediátrica e neonatal

2025 - Atual

Universidade Estácio de Sá

Graduação em Enfermagem

2019 - 2025

Universidade Federal da Paraíba
Título: Importância da espiritualidade no tratamento de crianças com câncer
Orientador: Jael Rúbia Figueiredo de Sá França

Formação complementar

2025 - 2025

Caderneta da Criança: Instrumento para Atenção Integral à Saúde da Criança. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.

2024 - 2024

Aspectos éticos e legais do CEPE e Sutura: da teoria a prática. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2024 - 2024

CURSO DE ATUALIZAÇÃO: CAPACITAÇÃO EM PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE FERIDAS.. (Carga horária: 122h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2022 - 2022

Administração de Medicamentos por Via Parenteral. (Carga horária: 40h). , Associação Brasileira de Enfermagem, ABEN, Brasil.

2021 - 2021

I Mini Curso de Farmacologia. (Carga horária: 20h). , Centro Universitário de Brasília, UniCEUB, Brasil.

2020 - 2020

I Curso de Farmacologia Aplicada. (Carga horária: 8h). , Centro Universitário de Várzea Grande, UNIVAG, Brasil.

2020 - 2020

Anatomia aplicada à prática de Enfermagem. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2020 - 2020

Saúde da Pessoa Idosa - Abordagem Familiar e Manejo das Fragilidades. (Carga horária: 12h). , Escola Fiocruz de Governo, FIOCRUZ, Brasil.

2020 - 2020

Nervos Cranianos: Da Anatomia ao Exame Prático. (Carga horária: 2h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2020 - 2020

O Sistema Único de Saúde e sua legislação. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

2020 - 2020

Neuroanatomia e Neurorradiologia. (Carga horária: 2h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2020 - 2020

Abordagens em situações de urgências dermatológicas na Atenção Básica. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.

2020 - 2020

Atenção Primária à Saúde: princípios e diretrizes. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

2020 - 2020

I Curso de Anatomia Humana Aplicada a Clínica. (Carga horária: 15h). , Centro Universitário de Belo Horizonte, UniBH, Brasil.

2020 - 2020

Ações Estratégicas para a Saúde da Pessoa Idosa. (Carga horária: 10h). , Ministério da Saúde, MS, Brasil.

2020 - 2020

Manejo clínico da COVID-19 na Atenção Especializada. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Brasil.

2020 - 2020

I Curso Online de Doenças Prioritárias para o Sistema Único de Saúde. (Carga horária: 30h). , Liga Acadêmica de Medicina Tropical e Infectologia do Pará, LAMTIP - PA, Brasil.

2020 - 2020

Vírus respiratórios emergentes, incluindo a COVID-19. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.

2020 - 2020

Curso de Parasitologia Clínica. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil.

2020 - 2020

Curso de Introdução à Geriatria e Gerontologia. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal do Cariri, UFCA, Brasil.

2020 - 2020

Curso de Neurociências - Abordagem Clinica e Funcional. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal do Triângulo Mineiro, UFTM, Brasil.

2020 - 2020

Curso de Clínica Geriátrica. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal do Cariri, UFCA, Brasil.

2020 - 2020

Curso Neuroexperts. (Carga horária: 22h). , Estácio de Sá Presidente Vargas, ESTÁCIO, Brasil.

2020 - 2020

Bases fundamentais para o processo de cuidar em Enfermagem. (Carga horária: 45h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2019 - 2019

Redação Científica: do projeto a produção de artigos. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2019 - 2019

Curso de Emergência Geral e Resgate. (Carga horária: 10h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2017 - 2018

Inglês. (Carga horária: 450h). , Centro de Línguas Estrangeiras, CELEST, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem / Subárea: Saúde da criança.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem / Subárea: Neonatologia.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem / Subárea: Saúde do Idoso.

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Enfermagem / Subárea: Saúde Coletiva.

Organização de eventos

OLIVEIRA, C. Z. ; ALCANTARA, I.S. . VIII TALENTO CIENTÍFICO JOVEM. 2020. .

ALCANTARA, I.S. ; OLIVEIRA, C. Z. . VII TALENTO CIENTÍFICO JOVEM. 2019. .

Participação em eventos

CBCENF: Congresso Nacional dos Conselhos de Enfermagem. 2023. (Congresso).

X Congresso Internacional do Envelhecimento Humano. CONCEPÇÕES SOBRE ENVELHECIMENTO RETRATADOS POR IDOSOS ATRAVÉS DE SESSÕES DE CINEMA. 2023. (Congresso).

CINASAMA - CONGRESSO INTERNACIONAL DE SAÚDE E MEIO AMBIENTE. CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS, EPIDEMIOLÓGICAS E CLÍNICAS DOS CASOS DE COVID-19 NO ESTADO DA PARAIBA. 2022. (Congresso).

CINASAMA - CONGRESSO INTERNACIONAL DE SAÚDE E MEIO AMBIENTE II Edição on-line. FATORES RELACIONADOS À TRANSIÇÃO DOS ESTADOS DE FRAGILIDADE EM IDOSOS QUE RESIDEM EM COMUNIDADES: REVISÃO INTEGRATIVA. 2021. (Congresso).

Revisão de Escopo - Comissão de Colóquios do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba. 2021. (Outra).

VIII Congresso Internacional de Envelhecimento Humano. Cuidado de Enfermagem a pessoa idosa com câncer. 2021. (Congresso).

Anatomia Avançada II: Cardiologia Clínica e Cirúrgica. 2020. (Outra).

Congresso Brasileiro On-line de Anatomia Humana - ANATOMICS. Estruturas Anatômicas do Sistema Nervoso comprometidas pela COVID-19. 2020. (Congresso).

Congresso Internacional Interdisciplinar da Saúde do Idoso. 2020. (Congresso).

Congresso Online de Infectologia. 2020. (Congresso).

Encontro em defesa do SUS. 2020. (Encontro).

I Congresso Nacional de Ligas Acadêmicas de Anatomia Humana. 2020. (Congresso).

I Congresso Online de Ginecologia e Obstetrícia. 2020. (Congresso).

I Encontro On-line de Ciências Morfológicas - UFPB. 2020. (Encontro).

II Simpósio de Anatomia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, campus Macaé. 2020. (Simpósio).

II Simpósio de Infectologia da Liga de Infectologia da UnB. 2020. (Simpósio).

I Simpósio da Liga Acadêmica de Neurologia e Neurocirurgia da UnB. 2020. (Simpósio).

I Simpósio de Princípios Oncológicos: Noções Essenciais em Oncologia. 2020. (Simpósio).

I Simpósio de Saúde do Idoso da Liga Acadêmica de Saúde do Idoso de Castanhal - LASIC. 2020. (Simpósio).

I Simpósio Integrado de Saúde do Idoso em Evento Online. 2020. (Simpósio).

I Simpósio pela Saúde Pública: "saúde é democracia e democracia é saúde".. 2020. (Simpósio).

I Workshop de queimaduras: do trauma à recuperação. 2020. (Outra).

Jornada de Oncologia Pediátrica. 2020. (Outra).

LANACRevisa NEUROCIÊNCIA DAS EMOÇÕES: Da Anatomia à Prática Clínica. 2020. (Outra).

Simpósio da Liga de Neurologia e Neurocirurgia da FMRP - USP. 2020. (Simpósio).

Vascularização do Encéfalo e Síndromes Neurovasculares - Palestra. 2020. (Outra).

XXV DISSECANATO: ABORDAGEM ANATOMOCLÍNICA DA RINOPLASTIA. 2020. (Outra).

SUS mostra a tua cara. Conselhos de Saúde. 2019. (Exposição).

Produções bibliográficas

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  • LIMA, I. S. A. . Minicurso: Importância da espiritualidade no tratamento de crianças com câncer. 2025. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • LIMA, I. S. A. ; HOLANDA, E. R. ; PIMENTA, E. A. G. ; ANDRADE, F. B. ; VASCONCELOS, G. D. M. ; SILVA, K. L. . LABORATÓRIO VIVO: SIMULAÇÃO REALÍSTICA NA ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA HOSPITALIZADA. 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2024 - 2025

    Consulta de enfermagem no ambulatório de follow up e puericultura: análise dos indicadores de morbidade e mortalidade infantil, Descrição: A puericultura pode ser definida como a área da pediatria que atua no sentido de manter a criança saudável para garantir seu pleno desenvolvimento, de modo que atinja a vida adulta sem influências desfavoráveis e problemas trazidos da infância (Del Ciampo et al, 2006). Em outras palavras, a puericultura é um conjunto de ações direcionadas para manutenção da saúde e prevenção de doenças (Albernaz, 2022). Assim, as consultas de puericultura visam a promoção do crescimento e desenvolvimento adequado desta criança. Estas consultas intervêm na vigilância do crescimento e na prevenção de doenças evitáveis e seus agravos. No acompanhamento das crianças nestes serviços de Puericultura é garantido o acompanhamento do crescimento, desde o nascimento até os cinco anos de idade, onde busca a identificação precoce de doenças, bem como a evolução da criança, nos aspectos físicos, sociais e psíquicos, em relação ao ambiente onde ela se encontra inserida. As realizações dessas consultas, segundo o Ministério da Saúde, devem acontecer desde a primeira semana de vida, sendo repetida no 1 mês, 2 mês, 4 mês, 6 mês, 9 mês, 12 mês, 18 mês e 24mês. Contabilizando um total de sete consultas no primeiro ano de vida e duas consultas no segundo ano. Em seguida, as consultas são anuais (Brasil, 2012). A modalidade de follow up é um atendimento clínico especializado onde o prematuro é encaminhado, sendo monitorado até atingir parâmetros propostos ou até a idade protocolada no próprio serviço. De acordo com Fonseca (2021), o follow up verifica e promove intervenções no desenvolvimento global. Deste modo, entre as suas outras contribuições, atua no monitoramento de habilidades motora e cognitivas, visão, fala, comportamento e outras funções da criança (Ferraz et al, 2010).Em cada consulta de enfermagem ocorre a avaliação nos seguintes elementos: marcos do crescimento e desenvolvimento infantil a partir da mensuração da anamnese e exame físico na consulta céfalo-caudal: avaliação neurológica, respiratória, cardiológica, gastrintestinal, genitourinária e anus, membros superior e inferiores.O projeto de pesquisa se fundamenta na importância na formação de qualidade dos profissionais de Enfermagem na assistência, no interesse pela carreira de enfermagem em pediatria e na cooperação acadêmica entre discentes e docentes. Com isso, a melhoria da qualidade de ensino é essencial e tem sido alcançada graças ao incentivo das universidades na construção de novos saberes. A realização das consultas de enfermagem resgata a prática da pesquisa em ação sob os conhecimentos teórico-prático, na preparação do aluno para os casos a serem atendidos no ambulatório de de follow up e puericultura do HULW, e isso permitirá a prática dos discentes, melhora do ensino-aprendizagem e prática da autonomia e conhecimento frente aos casos reais vivenciados com as crianças prematuras e não prematuras.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iana Sâmella Alcântara de Lima - Integrante / FABIA BARBOSA DE ANDRADE - Coordenador.

  • 2023 - 2024

    Perfil clínico e socioeconômico de pacientes que apresentam Covid Longa, Descrição: A pandemia da Covid-19 representa o maior desafio de saúde pública desde a Segunda Guerra Mundial. Com a alta disseminação do SARS-CoV-2, houve a ampla variação de quadros assintomáticos da doença e formas graves que evoluíram para óbitos (CHAKRABORTY; MAITY, 2020; CAVALCANTE et al., 2020). Contudo, devido ao complexo processo fisiopatológico da Covid-19 e a necessidade de hospitalização prolongada nos casos graves, os indivíduos que conseguem sobreviver a essa infecção podem persistir a longo prazo com diferentes tipos de complicações e graus de comprometimento funcional, que incluem alterações pulmonares, cardiovasculares, cognitivas e musculares, assim como depressão e ansiedade (SANTANA; FONTANA; PITTA, 2021). A literatura científica aponta, que as consequências a longo prazo da Covid-19 ainda não são totalmente esclarecidas. No entanto, estudo de coorte desenvolvido na China com pacientes que tiveram alta hospitalar pós-Covid-19, demonstrou que após 6 meses da infecção os sobreviventes apresentaram principalmente fadiga ou fraqueza muscular, ansiedade, depressão e dificuldades para dormir (HUANG et al., 2021). Corroborando com esses achados, estudo desenvolvido na Itália com pacientes que receberam alta hospitqlar após a recuperação da Covid-19, também evidenciou a persistência de fadiga entre os participantes. Somado a isso, também foi constatado em elevada proporção a presença de dispneia, dores nas articulações e dores no peito(CARFI; BERNABEI; LANDI, 2020). Kochi et al., (2020) destacaram em seu estudo que após alta hospitalar, cerca de 40 dos pacientes que tiveram COVID-19 apresentavam alteração da frequência cardíaca, estando a taquicardia presente por até 30 dias. Reportam sobre a importância de se avaliar estes pacientes para que seja possível estratificar o risco de lesões miocárdicas que possam resultar em fibrose atrial ou ventricular favorecendo arritmias cardíacas. Na mesma linha, Lau et al., (2020) descreveram a taquicardia nos pacientes recuperados pela COVID-19, aos pequenos esforços e até mesmo em repouso, no qual apontaram como possível causa o descondicionamento cardiopulmonar ocasionado pela doença. Recentemente, estudos científicos têm notificado a presença do vírus Sars-CoV 2 por microscopia eletrônica no líquido cefalorraquidiano de pacientes infectados, pois uma vez na corrente sanguínea, o vírus através da microcirculação ao passar pelo cérebro causa lesão endotelial capilar favorecendo o brotamento viral nas células, acarretando lesões neuronais (BAIG et al., 2020).À medida que as pessoas contaminadas pela COVID-19 persistiram com diferentes sintomatologias, mesmo após o período agudo da doença, pesquisadores começaram a investigar os tipos e manifestações que poderiam ainda estar presentes no organismo destes sujeitos (LAU et al, 2020). Dessa forma os estudos apontam cada vez mais, para as consequências em médio e longo prazos, como relatam Bellan et al (2021), os quais identificaram déficit da função pulmonar, fadiga aos pequenos esforços, fraqueza muscular e distúrbios mentais (ansiedade, depressão, estresse pós-traumático) em até quatro meses após a alta hospitalar. Na mesma linha, Lau et al (2020) descreveram a taquicardia e fadiga nos pacientes recuperados pela COVID-19, aos pequenos esforços e até mesmo em repouso, no qual apontaram como possível causa o descondicionamento cardiopulmonar. Recentemente, estudos científicos têm identificado o vírus Sars-Cov-2 na lesão endotelial capilar favorecendo o brotamento viral nas células, acarretando lesões neuronais (BAIG et al., 2020).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iana Sâmella Alcântara de Lima - Integrante / KATIA SUELY QUEIROZ SILVA RIBEIRO - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2022 - 2023

    Risco de hospitalização de pessoas durante a primeira e segunda de onda de COVID- 19 na Paraíba., Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Maria de Lourdes de Farias Pontes em 25/08/2023., Descrição: Em março de 2020, a Organização Mundial de Saúde declara a pandemia pelo novo coronavírus (SARS-COV), desde então se estabeleceu uma emergência epidemiológica em todo o mundo, com consequências importantes para os Sistemas de Saúde mundiais. No Brasil, o primeiro caso da COVID-19 foi notificado no dia 26 de fevereiro de 2020, em São Paulo e após 6 meses alcançou a segunda posição em números de casos e óbito por COVID-19, ficando atrás só dos EUA. Um ano após o início da pandemia, o país apresenta 15.359. 397 casos e 428.034 óbitos em 12 de maio de 2020 (BRASIL, 2021a; 2020b;). Com bases nesses dados, observa-se que este vírus rapidamente alcançou o mundo, demandando respostas rápidas e muitas vezes imprecisas por não conhecer as suas características patogênicas. Estudo descreve o agente etiológico da COVID 19 como patógeno altamente transmissível, que possui como principal forma de transmissão as gotículas (partículas grandes >5 mm, movendo-se 1-2 metros) que se originam quando uma pessoa infectada espirra ou tosse, o período médio de incubação compreende entre cinco dias, variando de zero a 14 dias (WANG et al. 2020 b). As suas manifestações clínicas são bastante variadas, transitando entre casos assintomáticos a formas mais graves da doença. Os principais sintomas clínicos são: febre (87,9), tosse (66,7) e fadiga (38,1) (OMS, 2020c). Um dos grandes desafios dessa doença, são a ocorrência de quadros graves e a necessidade de hospitalização (HUANG et al. 2020). Registra-se que cerca de 20 dos pacientes hospitalizados por COVID-19 desenvolvem complicações severas, incluindo insuficiência respiratória, síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), choque, delirium e disfunção de múltiplos órgãos. (YANG et al. 2020), o que demanda o uso terapias de suporte a órgãos com ventilação mecânica prolongada e longas permanências na unidade de terapia intensiva (UTI) e no hospital (GRASSELLI et al. 2020).. Resultados de estudos observacionais com sobreviventes a doença grave mostra a ocorrência de incapacidades, dependência para atividades de vida diária, ansiedade, depressão, disfunção cognitiva e transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), além disso resulta em menor qualidade de vida e sobrevivência em longo prazo quando comparados à população em geral. (ROSA et al. 2020; RICHARDSON et al. 2020). Diante desses sérios desfechos que a hospitalização por COVID-19 pode ocasionar ao indivíduo e no grande impacto na Saúde Pública, as ações de vigilância epidemiológica representa papel essencial, não somente na notificação, investigação e encerramento dos casos, mas também na identificação das características da população acometida e dos fatores associados à maior gravidade e letalidade da nova doença, contribuindo para o planejamento da assistência e o enfrentamento da pandemia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iana Sâmella Alcântara de Lima - Integrante / MARIA DE LOURDES DE FARIAS PONTES - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2021 - 2022

    CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS, EPIDEMIOLÓGICAS E CLÍNICAS DOS CASOS DE COVID-19 NO ESTADO DA PARAIBA, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Maria de Lourdes de Farias Pontes em 28/09/2021., Descrição: Disseminada a partir da província chinesa de Hubei em dezembro de 2019, a pandemia de COVID-19 representa importantes desafios no campo da Saúde Pública e para comunidade cientifica, tanto nacional como internacional (OMS, 2020a). A magnitude e a velocidade de espalhamento desse vírus impõe necessidade de conhecer suas características e comportamentos dos casos no diversos espaços urbanos, com vista ao planejamento da assistência e o enfrentamento da pandemia. Esta infecção é provocada pelo vírus denominado coronavírus-2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2), do tipo de ácido ribonucleico (RNA) de fita simples, esféricos, encapsulados e cercados por uma camada de proteínas. A proteína S, aspecto de espículas, produz estrutura com aparência de coroa, determinando o tropismo do vírus e fusão com as células do hospedeiro (WANG et al., 2020a). Trata-se de um agente infeccioso altamente transmissível, que possui como principal forma de transmissão as gotículas (partículas grandes >5 mm, movendo-se 1-2 metros) que se originam quando uma pessoa infectada espirra ou tosse, tendo como período médio de incubação compreende entre cinco dias, variando de zero a 14 dias (WANG et al. 2020 b). As suas manifestações clínicas são bastante variadas, transitando entre casos assintomáticos a formas mais graves da doença. Os principais sintomas clínicos são: febre (87,9%), tosse (66,7%) e fadiga (38,1%). (OMS, 2020c). Para o diagnóstico de COVID-19, a OMS recomenda, a realização da RT-PCR para o SARS-CoV-2 em todos os pacientes sintomáticos e a Tomografia Computadorizada (TAC) para o diagnóstico e avaliação de gravidade em paciente com a COVID-19, pois ele mostra lesões que não são detectadas na radiografia simples, sendo considerado padrão-ouro para avaliar o envolvimento pulmonar, com uma sensibilidade superior ao RT-PCR (FANG. et al., 2020). No entanto, o RT-PCR, apesar da alta sensibilidade e especificidade, podem apresentar falsos negativos e a TAC possui baixa taxa de detecção como método de rastreamento universal, ou em indivíduos assintomáticos, o que não justifica o seu uso em larga escala KIM; HONG; YOON, 2020). Diante da seriedade desta doença, pesquisadores do mundo todo tem buscado formas de tratamento, porém ainda não existe evidências cientificas para o tratamento da COVID-19 na fase precoce, sendo as escolhas terapêutica norteadas por estudos e seguindo uma linha de tratamento com a finalidade de inibir diferentes etapas de replicação do vírus (BECKER, 2020). Frente a essa emergência epidemiológica, o papel dos Sistemas de informação em Saúde (SIS), tem possibilitado o monitoramento na implementação, avaliação de efetividade e impacto das estratégias, incluindo o desenvolvimento de indicadores e divulgação dos dados de forma sistemática em diferentes regiões do país. (AQUINO; SILVEIRA, 2020). Neste sentido, os estudos epidemiológicos tem o objetivo de analisar as causas e os fatores determinantes do processo saúde-doença, com a perspectiva de criar mecanismos que possa de forma assertiva intervir no curso do doença contribuindo com a sua prevenção e controle (PEREIRA, 2018). No caso da COVID-19, investigações recentes, demonstram que o perfil clínico- -epidemiológico dos casos confirmados e fatores associados à gravidade da doença mostraram que a maioria dos casos apresentam prognóstico favorável e os idosos, com condições crônicas subjacentes poderem apresentar pior prognóstico (BARRETO, et al. 2020). Em outro estudo realizado com dados secundários coletados até o mês de maio de 2020, mostrou que o perfil epidemiológico de casos de coronavírus no estado da Paraíba são pessoas do sexo masculino, na faixa etária adulta jovem e com doenças preexistentes, apresentando maior frequência nos grandes centros, no entanto as taxas de letalidade tem sido maior entre moradores de pequenas cidades (ESTRELA; BEZERRA, 2020).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Iana Sâmella Alcântara de Lima - Integrante / MARIA DE LOURDES DE FARIAS PONTES - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2020 - 2021

    FATORES RELACIONADOS À TRANSIÇÃO DOS ESTADOS DE FRAGILIDADE EM IDOSOS QUE RESIDEM EM COMUNIDADES: REVISÃO INTEGRATIVA, Descrição: A fragilidade é uma síndrome multidimensional que envolve a interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais (CARNEIRO et. al. 2016). Relaciona-se ao aumento de mortalidade, dependência funcional, ocorrência de quedas e hospitalizações, dificuldade de recuperação de doenças e institucionalização (BILLOTA et al, 2012). Em idosos, a fragilidade significa maior necessidade de cuidados de saúde, sendo um importante indicador para a gestão de saúde do idoso (TELLO RODRIGUEZ; VARELA-PINEDO, 2016). Esta síndrome causa alterações metabólicas e imunológicas no organismo, ocasionando uma rápida diminuição da reserva fisiológica resultando na falha dos mecanismos homeostáticos (EELES et al, 2012) em função do declínio cumulativo no sistema fisiológico derivado dos complexos mecânicos, perdendo o poder de resposta eventos estressores menores (CLEGG, 2013). Estudos nacionais e internacionais têm demonstrado vários fatores associados à fragilidade ou a piora desta síndrome entre os idosos. Pode-se elencar: ser do sexo feminino, idade avançada, baixa escolaridade e renda, ausência de companheiro, comorbidades e incapacidade funcional, hospitalização, polifarmácia, déficit cognitivo e depressão (FRIED et al., 2001; ETMAN et al. 2012; JAMSEN et al. 2016; LEE et al., 2014; NERI et al, 2013). A fragilidade é caracterizada como um estado dinâmico, posicionado em um continuum entre o não frágil e o muito frágil, o que indica que há um estado de transição em seu processo. Em estudo com 3018 idosos comunitários chineses foi avaliado as transições entre os estados de fragilidade e seus determinantes. Inicialmente, 48,7% dos homens e 52,5% das mulheres estavam no grupo pré-frágil, e 6,0% dos homens e 9,8% das mulheres eram frágeis. Ao final de 2 anos, 3,7% dos homens e 1,1% das mulheres morreram. A mortalidade aumentou significativamente com o advento da fragilidade na linha de base para homens e mulheres. Na visita de acompanhamento, mais da metade das pessoas no estado pré-frágil no início do estudo permaneceram no mesmo estado, ao passo que 11,1% dos homens e 6,6% de mulheres obtiveram uma piora na condição e um quarto de ambos os sexos recuperaram para o estado robusto; 4,5% de homens e 1,2% das mulheres pré-frágeis morreram (LEE et al., 2014). Entre os frágeis na linha de base, um quarto tinha permanecido frágil e cerca de metade tinha transitado para o estado pré-frágil, mas 15,1% de homens e 4,2% das mulheres morreram. Entre os robustos, dois terços tinham permanecido nesta condição, enquanto um terço encontrou-se no estado pré-frágil, e poucos tinham declinado em fragilidade ou morreram. Os homens tendiam a agravar-se mais em fragilidade que as mulheres (LEE et al., 2014). Esses resultados apontam para fortes evidências de um modelo de fragilidade que envolve transições frequentes ao longo do tempo, o que sugere uma progressão gradual e a resolução de distúrbios e condição etiológica que possam contribuir para o surgimento da fragilidade. Dessa forma, se faz necessário identificar fatores que contribuem com essa transição com vista na prevenção da fragilidade ou na reversão dessa. Pois a mesma afeta a qualidade de vida (QV) do idoso e pode ocasionar eventos adversos negativos já discutidos previamente (CESARI et. al., 2016).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Iana Sâmella Alcântara de Lima - Integrante / MARIA DE LOURDES DE FARIAS PONTES - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

Prêmios

2025

LÁUREA DE MÉRITO ACADÊMICO, Universidade Federal da Paraíba.

2024

PRÊMIO JOVEM PESQUISADOR, Universidade Federal da Paraíba.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências da Saúde - Campus I. , Universidade Federal da Paraíba - Campus I, Castelo Branco, 58051900 - João Pessoa, PB - Brasil, Telefone: (83) 998163460

Experiência profissional

2023 - 2023

Editora Brasileiro & Passos

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20