Fábio Roberto da Nóbrega Júnior

Possui bacharelado em Ciências Sociais e em Sociologia pela Universidade de Brasília (UnB). Atualmente é mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGSol) da UnB. Foi pesquisador bolsista de iniciação científica pelo CNPq na área de sociologia política. Durante a graduação, foi estagiário da PATRI Políticas Públicas, União Internacional para Conservação da Natureza (UICN) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE) em Brasília. É pesquisador associado do Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT-INEAC) da Universidade Federal Fluminense (UFF). Integra o grupo de pesquisa ''Parlamento e sociedade: representação política, participação e controle social'' do Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento (Cefor) da Câmara dos Deputados. Possui interesse nas seguintes áreas: Sociologia Política, Sociologia Urbana e Sociologia da Juventude.

Informações coletadas do Lattes em 30/03/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Sociologia

2023 - Atual

Universidade de Brasília, UnB
Título: Brasília: mobilidade urbana e segregação socioespacial no cotidiano dos graduandos da UnB do Campus Darcy Ribeiro
Haydée Glória Cruz Caruso.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Brasília; Mobilidade Urbana; Segregação Socioespacial; Campus Darcy Ribeiro.Grande área: Ciências Humanas

Graduação em Ciências Sociais

2017 - 2022

Universidade de Brasília, UnB

Graduação em Sociologia

2017 - 2022

Universidade de Brasília, UnB
Título: Desinformação e patologização da esfera pública no Brasil: as derivas da agitação bolsonarista nas redes sociais da internet durante a pandemia da COVID-19
Orientador: Sayonara de Amorim Gonçalves Leal
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Ensino Médio (2º grau)

2014 - 2016

Centro Educacional 123 de Samambaia

Formação complementar

2021 - 2021

Marketing político parlamentar. (Carga horária: 2h). , Instituto de Ciência Política, IPOL, Brasil.

2021 - 2021

Fundamentos do Advocacy. (Carga horária: 8h). , Gozetto & Associados, GOZETTO, Brasil.

2020 - 2020

Análise de discurso: a busca pela materialidade da linguagem. (Carga horária: 3h). , Universidade Federal do Tocantis, UFT, Brasil.

2020 - 2020

Desenvolvimento de Equipes. (Carga horária: 10h). , Instituto Legislativo Brasileiro, ILB SENADO, Brasil.

2020 - 2020

Processo Legislativo Federal. (Carga horária: 45h). , Instituto Legislativo Brasileiro, ILB SENADO, Brasil.

2020 - 2020

Mejorando La Experiencia Del Empleado En El Entorno Digital. , IE Foundation, IE, Espanha.

2020 - 2020

Entender o mundo hoje: pandemia e periferias. (Carga horária: 20h). , Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.

2019 - 2019

Oficina Legislativa. (Carga horária: 4h). , Instituto de Ciência Política, IPOL, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Sociologia Política.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia / Subárea: Sociologia Urbana.

Participação em eventos

Oficina Órgão Externo: a relação entre redes sociais e corporalidades. 2023. (Oficina).

Políticas de prevenção de homicídios. 2023. (Encontro).

20º Congresso Brasileiro de Sociologia. Fake news a serviço da "agitação bolsonarista" em redes sociais digitais: nexos entre política de desinformação e disseminação de narrativas anticiência sobre a pandemia pela Covid-19. 2021. (Congresso).

27º Congresso de Iniciação Científica da UnB e 18º Congresso de Iniciação Científica do DF. O uso de Fake News na disseminação do discurso anticientífico sobre o Covid-19 em grupos de extrema-direita em redes sociais digitais no Brasil. 2021. (Congresso).

26º Congresso de Iniciação Científica da UnB e 17º Congresso de Iniciação Científica do DF. "Agitação fascista" e seus discursos de ódio contra minorias nas redes sociais da Internet: o uso da fake news como modo de fazer política na esfera pública digital. 2020. (Congresso).

32ª Reunião Brasileira de Antropologia. "Agitação fascista" e seus discursos de ódio contra minorias nas redes sociais da Internet: o uso da fake news como modo de fazer política na esfera pública digital. 2020. (Congresso).

3º Congresso Internacional de Povos Indígenas da América Latina. 2019. (Congresso).

Workshop de Transcrição de Áudio. 2019. (Outra).

31ª Reunião Brasileira de Antropologia. 2018. (Congresso).

Produções bibliográficas

  • LEAL, S. A. G. ; MEJIA, F. R. ; NÓBREGA JÚNIOR, F. R. . A memetização do discurso bolsonarista sobre combate à pandemia da COVID-19: democracia sanitária à prova da desinformação. ESTUDOS DE SOCIOLOGIA , p. 199-229, 2024.

  • LEAL, S. A. G. ; NÓBREGA JÚNIOR, F. R. . Patologização da esfera pública e seus nexos teórico-críticos com a 'agitação fascista' contra minorias nas redes sociais da internet. Polifonia , v. -, p. 442-473, 2024.

  • JÚNIOR, FÁBIO . Fake News e Pandemia: a propagação do discurso 'anticientífico' por grupos bolsonaristas em redes sociais digitais no Brasil no contexto da Covid-19. Pensata ? Revista dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP , v. 11, p. 1-21, 2023.

  • NÓBREGA JÚNIOR, F. R. . ''Agitação fascista? e seus discursos de ódio contra minorias nas redes sociais da Internet: o uso da fake news como modo de fazer política na esfera pública digital. In: 26º Congresso de Iniciação Científica da UnB e 17º Congresso de Iniciação Científica do DF, 2020, Brasília-DF. 26º CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNB E 17º DO DF - Anais e Autores, 2020.

  • NÓBREGA JÚNIOR, F. R. . ''Agitação fascista'' e seus discursos de ódio contra minorias nas redes sociais da Internet: o uso da fake news como modo de fazer política na esfera pública digital. In: 32ª Reunião Brasileira de Antropologia - RBA, 2020, Rio de Janeiro. 32ª Reunião Brasileira de Antropologia - RBA, 2020.

  • NÓBREGA JÚNIOR, F. R. . Brasília: mobilidade urbana e segregação socioespacial no cotidiano dos graduandos e das graduandas da UnB do campus Darcy Ribeiro. 2025. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • NÓBREGA JÚNIOR, F. R. . Fake news a serviço da 'agitação bolsonarista' em redes sociais digitais: nexos entre política de desinformação e disseminação de narrativas anticiência sobre a pandemia pela Covid-19. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • NÓBREGA JÚNIOR, F. R. . O uso de Fake News na disseminação do discurso anticientífico sobre o Covid-19 em grupos de extrema-direita em redes sociais digitais no Brasil. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • NÓBREGA JÚNIOR, F. R. . 'Agitação fascista' e seus discursos de ódio contra minorias nas redes sociais da Internet: o uso da fake news como modo de fazer política na esfera pública digital. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • NÓBREGA JÚNIOR, F. R. . ?Agitação fascista? e seus discursos de ódio contra minorias nas redes sociais da Internet: o uso da fake news como modo de fazer política na esfera pública digital. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Outras produções

NÓBREGA JÚNIOR, F. R. . Pesquisa busca voluntários para avaliar deslocamento. 2024. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

Projetos de pesquisa

  • 2020 - 2021

    O uso de Fake News na disseminação do discurso anticientífico sobre o Covid-19 em grupos de extrema direita em redes sociais digitais no Brasil, Descrição: Este trabalho trata da agitação da extrema direita nas redes sociais digitais, em geral, seguidores do presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, que promove a disseminação de narrativas anticiência no contexto da pandemia pela Covid-19 no país. A partir do disparo de notícias falsas, grupos bolsonaristas se tornam protagonistas da propagação do caos informacional no cenário de prevenção, tratamento e imunização contra a doença. A indústria perniciosa de fake news esvazia os princípios da democracia e corrobora para a patologização da esfera pública. Em tempos pandêmicos, esses efeitos são ainda mais danosos, pois, as orientações das autoridades sanitárias são rechaçadas em nome de posturas ideológicas e anticívicas. Observamos marcadores semânticos nas expressividades desses internautas que remetem à "formação discursiva bolsonarista": negacionismo, anticientificismo e anti-intelectualismo. Em registro de pós-verdade, as narrativas antivacina exploram as crenças pessoais e os sentimentos morais dos indivíduos que se identificam com o "eu" dos grupos, o presidente da república, ignorando dados e recomendações técnico-científicas. A pesquisa foi realizada em grupos bolsonaristas no WhatsApp e Telegram, com a adoção do método da etnografia virtual. Os resultados da investigação apontam para o nexo entre a negação da ciência e discursos antidemocráticos, fomentando a desinformação ao mesmo tempo em que reforça o poder da formação discursiva bolsonarista.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fábio Roberto da Nóbrega Júnior - Integrante / Sayonara de Amorim Goncalves Leal - Coordenador.

  • 2019 - 2020

    ?Agitação fascista? e seus discursos de ódio contra minorias nas redes sociais da Internet: o uso da fake news como modo de fazer política na esfera pública digital, Descrição: Este trabalho se interessa pela associação entre os fenômenos da ascensão da extrema direita (ou alt-right) e da proliferação de fakes news, como marcadores das atuais crises das democracias, em vários países. No Brasil, a atuação das forças conservadoras na política nutrida por regimes de ?pós-verdade? ganham fôlego com a eleição de Jair Bolsonaro como presidente da República, em 2018. As redes sociais da Internet constituem aparatos disseminadores de notícias falsas em favor da manipulação social da opinião pública. Apesar das redes de interações online possuírem regras de convivência, o Judiciário brasileiro não dispõe de dispositivos para coibir a difusão de informações falsas nesses espaços, corroborando para distorções no processo eleitoral. De um modo geral, os eleitores seriam atraídos pela confiabilidade da notícia. Contudo, essa lógica se inverte com as chamadas fake news, visto que essas não têm compromisso com a veracidade, mas com o caráter sensacionalista e populista do conteúdo mediatizado. A indústria de notícias falsas se beneficia de ambientes políticos polarizados contribuindo para desinformação da população. Inseridos numa sociedade da informação onde se proliferam contextos de esferas públicas digitalizadas, nos deparamos tanto com o aumento de acessos a informações como de possibilidades de desvirtuamento de seu conteúdo. Assim, a multiplicidade de fontes informativas em plataformas digitais não necessariamente fortalece o debate público durante pleitos eleitorais quando operam para confundir, enganar o eleitor ao aliciá-lo utilizando ferramentas de montagem de imagens e discursos falaciosos em prol de um ator político. Neste sentido, constatamos o avanço da ?patologização da esfera pública contemporânea? cuja evidência robusta está na expressividade da ?agitação fascista? em discursos de ódio contra minorias em redes de sociabilidades na Internet. A pesquisa foi realizada no ciberespaço com a adoção do método da etnografia virtual em três grupos bolsonaristas no Facebook e em dois no WhatsApp. Operamos com a técnica de observação de mensagens, áudios, imagens, memes e GIFs. Buscamos articular teoria crítica a uma fenomenologia dos registros morais acerca do mundo LGBT segundo os pesquisados. A semântica gerada pelas interações entre os internautas nesses espaços aponta para negação de reconhecimento dos direitos e modos de existência de indivíduos que escapam à heteronormatividade.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fábio Roberto da Nóbrega Júnior - Integrante / Sayonara de Amorim Goncalves Leal - Coordenador.

  • 2017 - Atual

    Polícia e Juventude: uma análise sócio-antropológica das formas de administração de conflitos numa perspectiva comparada entre países lusófonos, Descrição: A pesquisa tem como desafio contribuir para o debate sobre o policiamento público em contextos urbanos, marcados por disputas políticas e simbólicas que ora reiteram princípios igualitários, ora hierárquicos e produtores de desigualdades entre os indivíduos. No caso, aqui proposto, pretende-se refletir sociologicamente sobre o (des) encontro entre policiais e cidadãos, a fim de melhor compreender os elementos sociais e culturais que norteiam tais interações, especialmente, entre as diversas juventudes e a(s) polícia(s). Nos últimos 20 anos, as Ciências Sociais no Brasil têm se dedicado aos estudos sobre violência, criminalidade, administração institucional de conflitos e segurança pública. A pesquisa se insere neste campo temático que paulatinamente ganha visibilidade no Brasil como em outros países, tanto na produção acadêmica quanto no desenho de políticas públicas para área de segurança pública e juventude(s). No contexto brasileiro vale salientar que a visibilidade dos estudos produzidos e o reconhecimento público de fenômenos relacionados à violência policial e à violência sofrida e perpetrada por jovens não se traduziu, plenamente, em redução dos índices de violência e criminalidade. Pelo contrário, em muitos lugares, houve incremento significativo destes índices. A partir de uma perspectiva sócio-antropológica, pretende-se problematizar a relação entre jovens e polícia de modo comparado, no sentido de contribuir para o entendimento sobre universo de representações que orientam e dão sentido as práticas policiais cotidianas na contemporaneidade. Por essa razão, a perspectiva comparada surge como uma possibilidade concreta de colocar em diálogo realidades vividas em países de língua portuguesa considerando, portanto, investir em Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Timor Leste e Brasil através de suas respectivas capitais: Lisboa, Luanda, Maputo, Praia, Dili e Brasília. Tal ideia surge em razão de já ter sido feito um investimento inicial de pesquisa no contexto brasiliense através da aprovação de um Edital Universal (CNPq/2013) o que nos levou a perceber a necessidade de trabalhar sociologicamente por contraste e por semelhança outras realidades. Assim, optou-se por conhecer a dinâmica das relações entre polícia e juventude em países cujo INeAC mantem vínculos formais, assim como, pretende-se estabelecer novas parcerias com países e colegas ainda não integrantes da Rede, o que permitirá o trabalho conjunto com ênfase na internacionalização e na produção conjunta de conhecimento entre países que integram a CPLP- Comunidade de Países de Língua Portuguesa. Cabe destacar o forte intercambio já existente entres os países lusófonos no tocante à segurança pública e a estruturação das instituições policiais. Por vários momentos, a polícia brasileira, em especial a Federal desenvolveu parcerias institucionais em Angola, Moçambique e Cabo Verde com vistas à qualificação dos profissionais de polícia e/ou projetos considerados de reforma institucional. Compreender tais intercâmbios, seus efeitos e dinâmicas locais pode ser um caminho analítico interessante a ser feito.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Fábio Roberto da Nóbrega Júnior - Integrante / Haydée Glória Cruz Caruso - Coordenador.

Prêmios

2021

Menção Honrosa no 27º Congresso de Iniciação Científica da UnB e 18º Congresso de Iniciação Científica do DF, Programa de Iniciação Científica.

Histórico profissional

Experiência profissional

2021 - Atual

Câmara dos Deputados

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2017 - Atual

Universidade Federal Fluminense

Vínculo: , Enquadramento Funcional:

2019 - 2019

Universidade de Brasília, UnB

Vínculo: Tutoria, Enquadramento Funcional: Tutor, Carga horária: 12

Outras informações:
A disciplina de "Introdução à Ciência Política (ICP)" é ofertada semestralmente pelo Instituto de Ciência Política (IPOL) da Universidade de Brasília (UnB) para mais de nove cursos, abrigando, no total, mais de 850 alunos por semestre. A Monitoria de Introdução à Ciência Política (MonICP) é um projeto desenvolvido no Instituto de Ciência Política desde 2011. Composta de 22 integrantes, sendo 14 monitores, 5 tutores e 3 tutores-coordenadores, a equipe da MonICP tem a responsabilidade de coordenar, de forma integrada, as atividades realizadas na nove turmas que compõem o projeto unificado, realizando atividades como controles de leitura, listas de exercícios, aulas de revisão e debates acadêmicos. No primeiro semestre de 2019, fui tutor da Turma G (Administração e Engenharia de Produção), sob coordenação do Prof. Anderson Rafael Barros do Nascimento, realizando atividades complementares tais como: (i) um debate acadêmico intitulado "Os povos originários do Brasil: a invisibilidade das questões indigenistas por parte do Estado e da sociedade''; e (ii) uma aula sobre formatação de trabalhos acadêmicos segundo às normas ABNT.

2018 - 2018

Universidade de Brasília, UnB

Vínculo: Monitoria, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 8

Outras informações:
A disciplina de "Introdução à Ciência Política (ICP)" é ofertada semestralmente pelo Instituto de Ciência Política (IPOL) da Universidade de Brasília (UnB) para mais de nove cursos, abrigando, no total, mais de 850 alunos por semestre. A Monitoria de Introdução à Ciência Política (MonICP) é um projeto desenvolvido no Instituto de Ciência Política desde 2011. Composta de 22 integrantes, sendo 14 monitores, 5 tutores e 3 tutores-coordenadores, a equipe da MonICP tem a responsabilidade de coordenar, de forma integrada, as atividades realizadas na nove turmas que compõem o projeto unificado, realizando atividades como controles de leitura, listas de exercícios, aulas de revisão e debates. No primeiro semestre de 2018, fui monitor da Turma A (Economia), sob coordenação do Prof. Aurélio Maduro e do Prof. Marcelo Doudement, realizando plantões de dúvidas e elaborando controles de leitura acerca dos textos da disciplina.

2018 - 2018

Universidade de Brasília, UnB

Vínculo: Monitoria, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 8

Outras informações:
A disciplina de "Introdução à Ciência Política (ICP)" é ofertada semestralmente pelo Instituto de Ciência Política (IPOL) da Universidade de Brasília (UnB) para mais de nove cursos, abrigando, no total, mais de 850 alunos por semestre. A Monitoria de Introdução à Ciência Política (MonICP) é um projeto desenvolvido no Instituto de Ciência Política desde 2011. Composta de 22 integrantes, sendo 14 monitores, 5 tutores e 3 tutores-coordenadores, a equipe da MonICP tem a responsabilidade de coordenar, de forma integrada, as atividades realizadas na nove turmas que compõem o projeto unificado, realizando atividades como controles de leitura, listas de exercícios, aulas de revisão e debates. No segundo semestre de 2018, fui monitor da Turma C (Direito), sob coordenação da Prof. Graziella Guiotti Testa, realizando plantões de dúvidas e elaborando controles de leitura acerca dos textos da disciplina.

Atividades

  • 03/2023

    Pesquisa e desenvolvimento, Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGSOL/UnB).,Linhas de pesquisa

2019 - 2020

Ministério das Relações Exteriores

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 20

Outras informações:
A Divisão de Promoção Tecnológica I, do Ministério das Relações Exteriores, é composta por cinco estagiários. Os mesmos desempenham as seguintes atividades: elaboração de mensagens oficiais para instituições e órgãos públicos; despachos telegráficos; organização de eventos com temas de C,T&I; relatórios; tradução de documentos; pesquisa; e outras atividades administrativas. Dentre suas competências, a DPTEC I é responsável por: propor diretrizes da política externa no âmbito das relações bilaterais, regionais e nos foros internacionais relativos à ciência, tecnologia e inovação; coordenar e acompanhar os temas afetos à Sociedade da Informação e às tecnologias da informação e das comunicações; e coordenar, no âmbito do Ministério, as ações de política externa relacionadas com os temas sob a sua competência.

2015 - 2017

Instituto Fecomércio DF

Vínculo: Programa de Aprendizagem, Enquadramento Funcional: Jovem Aprendiz, Carga horária: 20

Outras informações:
O Programa de Aprendizagem ''Aprendendo a Fazer'', do Instituto Fecomércio DF, é um sistema de estágio para estudantes que estão no ensino fundamental ou médio. Esses indivíduos realizam um curso de ''Auxiliar Administrativo e Comercial'', aprendendo habilidades básicas e fazendo módulos específicos de questões concernentes ao mercado de trabalho. Durante o programa, eu trabalhei no Garvey Park Hotel, onde permaneci por um ano e onze meses, atuando em diversos setores da hotelaria: recepção, RH e governança. Além disso, desempenhei puramente atividades administrativas, colocando todas as questões que estavam sendo retratadas no curso em prática.

2020 - 2021

União Internacional para Conservação da Natureza

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 20

Outras informações:
A União Internacional para Conservação da Natureza, também conhecida pelas siglas UICN e IUCN (em inglês), é uma organização civil dedicada à conservação da natureza. Fundada em 1948, a UICN reúne mais de 1250 organizações, incluindo 84 governos nacionais, 112 agências de governo e um grande número de organizações não-governamentais (ONG) nacionais e internacionais, e cerca de 10.000 membros individuais, que são cientistas e especialistas divididos em seis comissões. A esses números somam-se os mais de mil funcionários do secretariado da UICN, alocados em mais de 60 países. Sua sede está localizada em Gland, na Suíça. A missão da UICN é influenciar, encorajar e assistir sociedades de todo o mundo para a conservação da natureza, e assegurar que todo e qualquer uso dos recursos naturais seja equitativo e ecologicamente sustentável. A colaboração com governos nacionais e locais, comunidades e outros organismos, para que sistemas de áreas protegidas sejam criados e geridos corretamente, é uma das especialidades da UICN e constitui um de seus focos principais e das organizações que a compõem.

2021 - 2022

Patri Políticas Públicas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 30

Outras informações:
A PATRI é uma consultoria política fundada no Brasil em 1986 durante o período de redemocratização do país, após 21 anos de regime militar. Seguindo a legislação nacional e estrangeira relacionada à governança, transparência e combate à corrupção, a PATRI realiza diversos serviços, tais como: mapeamento de issues, formulação de estratégias, engajamento com stakeholders, campanhas de public affairs, dentre outros. A empresa também faz a cobertura do poder público no plano federal junto aos Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, às Agências Reguladoras e ao Ministério Público da União, bem como do plano estadual/municipal junto aos Poderes Executivo e Legislativo em todos os Estados. Consolidada como uma das maiores consultorias políticas do país, a PATRI possui escritório em Brasília, São Paulo e Washington.