Heitor Otávio Mendonça Cavalheiro
Possui ensino-medio-segundo-grau pelo Centro de Ensino Campo-Grandense(2015). Atualmente é da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Tem experiência na área de Geografia.
Informações coletadas do Lattes em 17/04/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia.
Projetos de pesquisa
-
2019 - Atual
Apoio Técnico na Prevenção e Repressão de Danos Ambientais - Diagnóstico do Córrego Curapaí e Córrego Engano e Outra Demandas Técnicas das Bacias Hidrográficas do Paraná e Paraguai - Projeto Nascentes Urbanas de Campo Grande - Água para o Futuro, Descrição: Descrição: 2019 - Atual Apoio Técnico na Prevenção e Repressão de Danos Ambientais - Diagnóstico do Córrego Curapaí e Córrego Engano e Outra Demandas Técnicas das Bacias Hidrográficas do Paraná e Paraguai - Projeto Nascentes Urbanas de Campo Grande - Água para o Futuro Descrição: Pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2017) apontaram que 88,4% dos municípios do Mato Grosso do Sul (69 de 78) registraram ocorrências que causaram impactos ao meio ambiente nos últimos 2 anos. Um dos agravantes ambientais que mais tem atingido os municípios é o assoreamento de cursos de água, onde 59 dos 78 municípios tiveram este problema nos últimos 24 meses, sendo ocorrente na sequência o desmatamento, presente em 44 municípios do MS (IBGE, 2017). O Estado de Mato Grosso do Sul (MS) tem enfrentado sérios problemas de degradação de seus recursos naturais, principalmente pelo modelo de agricultura intensiva, sob forma de extensas monoculturas, além de grandes áreas de pastagens plantadas e mal manejadas, e que somadas aos impactos causados pelo desmatamento desordenado, vem ameaçando não só a sustentabilidade da atividade agropecuária como também o meio ambiente (CPPPM, 2015). As alterações na drenagem nas bacias hidrográficas advêm do desmatamento de nascentes e rios para expansão de campos agrícolas e para atividade pecuária, a diminuição das áreas de proteção vegetal, associam-se ao desequilíbrio nesses sistemas, tendo como resultados o maior escoamento, maior erosão dos solos, carreamento de materiais para os recursos hídricos que implicam em alterações ecológicas e assoreamento (BRASILEIRO et al., 2016). Os recursos florestais do Estado encontram-se seriamente ameaçados pela substituição drástica dos cerrados e florestas por um sistema agrícola que visa o aumento da produção em detrimento da produtividade, logo, com a retirada da vegetação rios importantes para o MS têm apresentado sinais de assoreamento graves (Coxim, Taquari, Correntes, Jauru, Verde e seus respectivos afluentes) (OLIVEIRA et al., 2017). A Bacia do Alto Paraguai possui uma área de 496.000 km², sendo que 396.800 km² pertencem ao Brasil e 99.200 km² ao Paraguai e Bolívia. Da porção brasileira, 207.249 km² pertencem ao estado de Mato Grosso do Sul e 189.551 km² e Mato Grosso. Dessa área, 64% corresponde a planaltos e 36% ao Pantanal, uma extensa planície sedimentar, levemente ondulada (MATO GROSSO DO SUL, 2005). Possui uma grande importância no contexto nacional, pois inclui o Pantanal, uma das maiores extensões úmidas contínuas do planeta, considerado Patrimônio Nacional pela Constituição Federal de 1988 e Reserva da Biosfera pela UNESCO, no ano de 2000 (MATO GROSSO DO SUL, 2005). A Bacia Hidrográfica do Paraná ocupa a área total de 169.488,663 km², o que representa aproximadamente 47,46%da área do Estado do MS, destacando-se nessa região os rios Aporé, Sucuriú, Verde, Pardo, Ivinhema, Amambai e Iguatemi, à margem direita do rio Paraná (SEMAC, 2010). Em março de 2019 foi firmado um convênio de cooperação técnica entre o Ministério Público Estadual e a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul que têm como objetivos, a elaboração e execução de diagnósticos ambientais das propriedades rurais e urbanas situadas nas margens do Córrego Curupaí e Córrego Engano (Dourados), atender as demandas do MP de problemas ambientais nas Bacias Hidrográficas do Paraná e Paraguai, auxiliar nas análises e tramitações de procedimentos e processos do MP em trâmite no IMASUL, e o mapeamento e identificação das nascentes nas áreas urbanas de Campo Grande/MS, no Estado de Mato Grosso do Sul, no período de 24 meses... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (15) . , Integrantes: Heitor Otávio Mendonça Cavalheiro - Integrante / Airton Aredes - Integrante / Luiz Paulo Ferreira - Integrante / Edwaldo Henrique Bazana Barbosa - Integrante / Guilherme Espíndola Júnior - Integrante / Francielly da Gama Ortega - Integrante / Antonio Gean de Sousa - Integrante / Camila Rodrigues de Oliveira - Integrante / Antônio Edduardo de Souza Amorim - Integrante / Danilo Henrique de Siqueira - Integrante / Eva Faustino da Fonseca de Moura Barbosa - Coordenador., Financiador(es): Ministério Público de Mato Grosso do sul - Cooperação.
Histórico profissional
Experiência profissional
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Heitor Otávio Mendonça Cavalheiro e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?