Gabriela da Silva Santos
Bacharel em Psicologia (CRP 01/22927) pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB/2019), com especialização em Fundamentos da Psicanálise: Teoria e Clínica. Psicanalista em formação através da Associação Lacaniana de Brasília (ALB) e membro da Comissão Especial LGBTQI+ do Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal. Possui participação em projetos sociais e de extensão prática em Saúde Mental (PRISME) e na prevenção da violência de gênero (PROVID). Desenvolveu a pesquisa intitulada "O Autor e a Estrutura do Crime Transfóbico: Gênero e Psicanálise" na 18a edição do Programa de Iniciação Científica, além de outras pesquisas na temática LGBTQI+ ao longo da formação acadêmica. Interesse de pesquisa na interface entre Psicanálise, arte e escrita, Política e Estudos de Gênero.
Informações coletadas do Lattes em 27/07/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Especialização em Fundamentos da Psicanálise: Teoria e Clínica
2022 - 2023
Instituto de Ensino e Pesquisa em Educação e Psicologia
Título: Sinthoma em Lacan
Graduação em Psicologia
2015 - 2019
Centro Universitário de Brasília, UniCEUB
Título: À Margem do Cistema: O Fenômeno da Transfobia a partir das Trajetórias de Mulheres Trans e Travestis
Orientador: Lucas Alves Amaral
Bolsista do(a): Programa Universidade Para Todos, PROUNI, Brasil.
Formação complementar
2023 -
Lógica simbólica: investigação sobre o objeto a. , Associação Lacaniana de Brasília, ALB, Brasil.
2020 - 2022
Seminário Inconsciente Freudiano. , Psicanálise na Rua, PNR, Brasil.
2020 - 2022
A formação do analista: da psicanálise em intensão à extensão. , Fórum do Campo Lacaniano de Brasília, FCL-BSB, Brasil.
2020 - 2022
A direção da cura: a tarefa analítica de Freud. , Associação Lacaniana de Brasília, ALB, Brasil.
2020 - 2022
Seminário Interpretação dos Sonhos Capítulo VII. , Laço Analítico Escola de Psicanálise, LAEP, Brasil.
2021 - 2021
Por uma Psicanálise Pertinente à Situação Brasileira: Um Percurso (Crítico). (Carga horária: 30h). , Instituto de Psicologia da USP, IP - USP, Brasil.
2021 - 2021
A análise do discurso como método de pesquisa em psicanálise. , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.
2020 - 2020
Uma História do Feminismo. (Carga horária: 16h). , LabPub, LABPUB, Brasil.
2020 - 2020
Curso de Psicanálise Freudiana. (Carga horária: 4h). , Marcos Jr. Psicólogo e Psicanalista, MJR, Brasil.
2019 - 2019
Psicologia Investigativa (Criminal Profiling). (Carga horária: 9h). , Renova Cursos, R. C., Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Chinês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Coreano
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicologia Clínica.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicologia Social.
Participação em eventos
17 Congresso de Iniciação Científica do DF. O Autor e a Estrutura do Crime Transfóbico: Gênero e Psicanálise. 2020. (Congresso).
26 Congresso de Iniciação Científica da UnB. O Autor e a Estrutura do Crime Transfóbico: Gênero e Psicanálise. 2020. (Congresso).
As Questões de Gênero e a Psicanálise. 2019. (Seminário).
Como contribuir com a construção de masculinidades saudáveis?. 2019. (Seminário).
Memória, verdade e justiça: 50 anos da luta LGBTI+. 2019. (Seminário).
A crise na educação tradicional: uma análise crítica e uma outra proposta, a partir da concepção pedagógica de Carl Rogers. 2018. (Seminário).
A Ditadura do Corpo Perfeito. 2018. (Outra).
Autismo. 2018. (Seminário).
O discurso da segurança e a defesa contra o real: a violência como pauta política. 2018. (Outra).
O fenômeno da violência em discussão: diferentes perspectivas. 2018. (Seminário).
Produções bibliográficas
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SANTOS, G. S. ; HENDERSON, G. . O autor e a estrutura do crime transfóbico: gênero e psicanálise. In: EnCUCA: III Simpósio Internacional de Pesquisa e XVIII Encontro de Iniciação Científica do UniCEUB, 2020, Brasília/DF. Anais do III EnCUCA: III Simpósio Internacional de Pesquisa e XVIII Encontro de Iniciação Científica do UniCEUB. Brasília/DF: UniCEUB, 2020. v. 3. p. 239-239.
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SANTOS, G. S. ; HENDERSON, G. F. . O Autor e a Estrutura do Crime Transfóbico: Gênero e Psicanálise. 2020. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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SANTOS, G. S. . À Margem do Cistema: O Fenômeno da Transfobia a partir das Trajetórias de Mulheres Trans e Travestis. 2019 (Monografia).
Projetos de pesquisa
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2019 - 2020
O Autor e a Estrutura do Crime Transfóbico: Gênero e Psicanálise, Descrição: O estudo realizado teve como objetivo compreender a estrutura subjetiva do sujeito transfóbico e identificar a lógica inconsciente extraída da análise de seu ato criminoso. Mais especificamente, seu intuito foi o de compreender de que forma os crimes transfóbicos sofrem influência dos aspectos de gênero que constituem nossa estrutura simbólica, discernir a lógica inconsciente presente nos crimes cometidos por sujeitos transfóbicos, isto é, identificar para além das variantes de cada caso, dos diferentes comportamentos, a estrutura subjetiva, os mecanismos psíquicos que operam neste ato e, por fim, verificar se, para além da estrutura fóbica, a lógica inconsciente presente nos crimes cometidos por sujeitos transfóbicos pode ser melhor elucidada a partir de considerações da estrutura perversa. Para tal, lançou-se mão das considerações psicanalíticas e dos Estudos de Gênero como meio de articulá-las interdisciplinarmente na investigação de nosso objeto de estudo. Tendo isso em mente, utilizou-se da metodologia qualitativa, norteada pela pesquisa bibliográfica e documental, a partir da qual foram selecionadas reportagens jornalísticas de crimes transfóbicos divulgados na mídia brasileira. Foram considerados como materiais de análise reportagens sobre crimes cometidos contra sujeitos trans, levantadas no ano de 2019 e buscadas nos portais online: G1, Folha de São Paulo, UOL Notícias e Terra. As informações construídas foram analisadas a partir da análise de conteúdo temática, a qual deu origem a seis categorias analíticas. No que diz respeito aos resultados, por sua vez, identificamos que o crime transfóbico se dá de maneira multifacetada. Como mecanismos psíquicos que operam na estrutura do crime, pudemos apontar: para além da aversão e da repugnância, a presença de atração sexual e ternura, explícita da sexualidade e do desejo em jogo na realização do crime; a compulsão à repetição, apontando para um crime do qual se extrai gozo; a presença de comportamentos de massa; mecanismo de projeção de possíveis desejos inconscientes dos autores do crime; bem como a presença de angústia de indeterminação. Ainda, compreende-se que quanto ao autor do crime transfóbico buscar ou não uma reação da cultura, da justiça ou da lei da mesma maneira que o autor do crime perverso, não foi possível chegar a uma reposta conclusiva, de acordo com as informações das quais dispomos. Da mesma maneira, salienta-se que os aspectos de gênero que influenciam os crimes transfóbicos não foram suficientemente esgotados nessa pesquisa. Por fim, tendo em vista o caráter embrionário do que aqui estamos tratando, chama-se atenção para a impossibilidade da flexibilização dos afetos na estruturação do crime transfóbico e, mais do que isso, da negação do desamparo, este que é fundante na estruturação do humano. Nesse sentido, nos parece que as considerações a respeito da perversão apontam um caminho de investigação neonato, ainda em fase de dar seus primeiros passos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabriela da Silva Santos - Integrante / Guilherme Freitas Henderson - Coordenador.
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2019 - 2019
À Margem do Cistema: O Fenômeno da Transfobia a partir das Trajetórias de Mulheres Trans e Travestis, Descrição: Esta pesquisa pretende investigar como mulheres trans percebem violências transfóbicas em suas trajetórias de vida, de modo a compreender os processos sociais e subjetivos que atuam na perpetuação desse fenômeno. Em seu ensejo principal, é possível apontar o alto índice de assassinatos de mulheres trans no Brasil, país com grande número de mortes por crimes LGBTfóbicos. Entendendo esse fenômeno através de uma ótica multidisciplinar, pretende-se analisar a estrutura das violências transfóbicas a partir da articulação entre Psicanálise e Ciências Sociais. Para este fim, será utilizado o método qualitativo de pesquisa. Através da estratégia metodológica estudo de caso serão entrevistadas de 3 a 5 mulheres trans e/ou travestis de um coletivo LGBTI do Distrito Federal. As informações construídas serão analisadas a partir da análise de conteúdo temática que, por fim, serão discutidas em consonância com o levantamento teórico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabriela da Silva Santos - Integrante / Lucas Alves Amaral - Coordenador.
Histórico profissional
Experiência profissional
2019 - 2019
Centro Universitário de Brasília, UniCEUBVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estágio em Clínica Psicanalítica, Carga horária: 100
2019 - 2019
Centro Universitário de Brasília, UniCEUBVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estágio em Clínica Humanista (ACP), Carga horária: 100
2019 - 2019
Centro Universitário de Brasília, UniCEUBVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Subsecretaria de Atividade Psicossocial, Carga horária: 300
Outras informações:
Subsecretaria de Atividade Psicossocial da Defensoria Pública do Distrito Federal
2022 - Atual
Instituto de Psicologia AcontecerVínculo: Prestador de Serviço, Enquadramento Funcional: Psicólogo clínico, Carga horária: 15
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