Carolina Figueiredo Menezes
Formada em Design Gráfico pelo Instituto de Educação Superior de Brasília, possui experiência de trabalho em organizações governamentais e empresas com foco em educação, cultura, sustentabilidade, tecnologia e inovação. Trabalha principalmente em projetos de visualização de dados e design editorial.
Informações coletadas do Lattes em 30/03/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação interrompida em 2022 em História
2014 - Atual
Universidade de Brasília, UnB
Ano de interrupção: 2022
Graduação interrompida em 2017 em Publicidade e Propaganda
2015 - Atual
Instituto de Educação Superior de Brasília
Ano de interrupção: 2017
Formação complementar
2019 - 2019
Curso Intensivo de Corte e Costura - Básico e Simplificado. (Carga horária: 45h). , Espaço Moulage, ESPAÇO MOULAGE, Brasil.
2012 - 2012
Curso Geral EF. (Carga horária: 84h). , EF International Language Centers, Cambridge, EF CAMBRIDGE, Grã-Bretanha.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Desenho Industrial.
Produções bibliográficas
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MENEZES, C. F. . Visualizando dados afetivos. 2023. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
Outras produções
GARROSSINI,D. F. ; NERY, B. ; MENEZES, C. F. ; VERONEZI, D. ; FERRAZ, C. ; WOLF, E. ; MESSIAS, F. B. ; GOMES, V. ; ABDALA, M. ; MEDEIROS, R. ; ELIAS, P. ; MAFFINI, V. . Imaginários Urbanos: a cidade e seus espelhamentos. 2018. Instalação.
Projetos de pesquisa
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2020 - 2021
CARTOGRAFIAS TÊXTEIS, Descrição: A palavra mapa deriva do latín ?mappa?, que significa bocado de tecido ou pano. Cartografía textil para contar histórias, exprimir ideias; chamar a atenção; falar sobre a TERRA, Mapas reinventados com tecidos e fios. Os criadores de mapas têxteis observam os lugares, indagam sobre a sua história, buscam indícios, significados, alternativas. E representam as histórias usando tecidos, fios, cordas, lãs, etc. com técnicas tradicionais ou não de costura e ou tecelagem. Neste projeto de investigação pretende-se estudar o impacto do fazer artístico com materiais e técnicas têxteis tais como o bordado e a tecelagem na qualidade de vida das pessoas. O projeto tem a duração de, pelo menos, 36 meses, com início em janeiro de 2021 e é coordenado pelo Grupo de Investigação da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual. A metodologia aplicada é uma metodologia de investigação qualitativa, de raiz etnográfica e participativa a partir de histórias contadas através da arte e do design têxtil. Partiremos de uma revisão do estado da arte focada em atos colaborativos de criação artística; conhecimento ancestral como oportunidade para o design; Arte e design como escultura social e Valorização de identidades locais. Cada investigador irá dinamizar uma ação com um grupo de pessoas interessadas em colaborar na criação de uma manta participativa como ação ativista, criando uma narrativa pessoal que exprima as suas ideias e opiniões sobre a ação humana no planeta Terra num tecido quadrado. Os investigadores irão documentar o processo colaborativo, tendo em conta a sua análise a partir da hipótese de que as artes têxteis são meios de comunicação e expressão ativista com efeitos positivos no bem-estar das pessoas e na educação ambiental. Do ponto de vista educativo esta ação explora o contributo do fazer artístico de técnicas do artesanato têxtil, como fator de aprendizagem e de empoderamento, tendo em conta os objetivos da justiça climática. Palavras chave: Educação ambiental; justiça climática; artivismo; ativismo; participação cidadã; arte e design participativos; artes têxteis; artesanato; transformação social... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carolina Figueiredo Menezes - Integrante / Marisa Cobbe Maass - Integrante / Célia Kinuko Matsunaga Higawa - Coordenador.
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2019 - 2021
A presença da cerâmica na cozinha Munduruku Bragança - PA, Descrição: Descrição: A pesquisa pretende investigar a existência de utensílios artesanais em cerâmica, madeira ou outros materiais naturais, nas cozinhas das casas da Aldeia Munduruku Bragança. A partir de imagens coletadas na expedição 5, a Alter do Chão, expedição esta inserida na pesquisa principal, onde foram tiradas fotografias das cozinhas de algumas casas, nota-se a inexistência de utensílios de cerâmica, apenas utensílios industrializados. O problema de pesquisa consiste na investigação das motivações desta substituição, bem como se existe memória de técnicas artesanais ancestrais. Este plano de trabalho vem para desenvolver os seguintes objetivos específicos da pesquisa principal: . Conhecer os fundamentos do estudo etnográfico e iconográfico segundo princípios de projetos em arte/design; . Compreender a identidade cultural/imaginário dessas populações; dentro da problemática relativa ao: dia-a-dia, costumes, cultura/religião, subsistência..Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Carolina Figueiredo Menezes - Integrante / Marisa Cobbe Maass - Coordenador / Célia Kinuko Matsunaga Higawa - Integrante.
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2017 - Atual
BRASÍLIA IMAGINADA: a cidade representada por meio dos seus processos simbólicos, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Daniela Fávaro Garrossini em 16/02/2024., Descrição: Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Daniela Fávaro Garrossini em 31/01/2019.Descrição: As cidades são, por excelência, os lugares nos quais as trocas culturais podem ser observadas com maior vigor, sua geografia, e lógica de organização são variáveis e inextricáveis. Para Lefebvre (2012, p.24) O tecido urbano pode ser descrito mediante a utilização do conceito de ecossistema, unidade coerente constituída em torno de uma ou várias cidades, antigas ou recentes. Salienta ainda que a cidade é o suporte de uma forma de vida. Já Agamben (2015, p.13) define forma-de-vida ou Bios como uma vida que jamais pode ser separada de sua forma, uma vida na qual jamais é possível isolar alguma coisa como uma vida nua. Logo na contemporaneidade a vida humana como conhecemos na Terra é a vida na cidade, e esta por sua vez está atrelado de alguma forma com o urbano ou seja um ambiente conformado pela tecnologia e pela técnica (SANTOS, 1985). A cidade é também o lugar das conexões entre grupos evidenciadas pelos processos comunicativos e pela emergência dos signos novos. Tais aspectos de criação, uso e troca de informação no ambiente urbano são objeto de estudo da Semiótica da Cultura (LOTMAN, 1996) e, por meio dela, é possível analisar as relações estabelecidas entre os componentes de uma ecologia urbana. Desta forma, compreende-se que a cidade é o espaço qualificado a partir dos seus usos, das suas sintaxes culturais e do modo como essas representam seus habitantes para tais estudos. A cidade de Brasília ocupa, de certo modo, o imaginário de todos os brasileiros e estrangeiros, primeiro como a ?capital da esperança?, ?a cidade modernista? e atualmente pela midiatização do cotidiano político que envolve o poder federal e a exposição constante da cidade em noticiário nacional acaba por induzir ao erro de que tais notícias traduzem de fato o que é a cidade de Brasília e o Distrito Federal. Entretanto a cidade construída, vivida e imaginada por seus habitantes é maior e mais expressiva do que a noticiada ou que a perspectiva histórica. Assim, pretendemos, a partir da metodologia criada por Armando Silva (2006) para a composição simbólica das ?Cidades Imaginadas?, investigar as semelhanças e diferenças entre a cidade midiatizada e a cidade vivida e percebida por seus moradores. A pesquisa tem enfoque no urbano desde uma perspectiva do cidadão. O imaginário se impõe a princípio como um conjunto de imagens e signos, de objetos do pensamento, cujo alcance, coerência e eficácia podem variar e cujos limites de redefinem sem cessar. Para tratar de definir os termos nos referimos a três acepções dos imaginários, os associados a pregnância simbólica da linguagem, os imaginários como inscrição psíquica e em uma perspectiva de uma lógica inconsistente, o imaginário enquanto construção social da realidade. Partimos deste ponto de vista por compreender que é imprescindível começar a pensar sobre a lógica da comunicação, a cidade e a cidadania a partir de outros parâmetros que não o paradigma distributivo e eficiente ou abordagens tradicionais, definindo uma agenda e linhas de desenvolvimento de pesquisa e intervenção social baseadas na linguagem de seus cidadãos e em a demanda pelo comum. Portanto, o projeto Brasília Imaginada, considera como ponto central e imprescindível, a partir do conhecimento crítico-reflexivo dos vários problemas históricos, tecnológicos, cognitivos, ideológicos e culturais que ocorrem no atual processo de globalização e configuração das cidades, a interface de análise, a partir da visão de seus cidadãos relacionadas aos seus imaginários, desejos e modos de vida.Pretende-se nesta pesquisa desenvolver o projeto Brasília Imaginada. Trata-se da criação de uma série de pesquisas baseadas em aspectos urbanos e da cidade de Brasília a partir de seus imaginários sociais. O projeto já foi realizado em várias cidades da América Latina e do Mu. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Carolina Figueiredo Menezes - Integrante / Daniela Fávaro Garrossini - Coordenador / Beatriz Melo Franco Nery - Integrante / Danielle Silva Barroso Veronezi Ferrão - Integrante / Renato Medeiros Cordeiro - Integrante / Vitoria Maffini Anastásio - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2016 - 2016
Ministério do Meio Ambiente e da Amazonia LegalVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 30
Outras informações:
Estagiária de Comunicação no Departamento de Produção e Consumo Sustentável
2017 - 2017
AIESEC BrasíliaVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Voluntário, Carga horária: 30
Outras informações:
Trabalho voluntário no Foro Cultural em Guanajuato, México
2020 - Atual
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - DFVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagio de Design Gráfico, Carga horária: 30
2022 - 2022
Universidade de Brasília, UnBVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação científica, Carga horária: 20
2019 - 2020
Universidade de Brasília, UnBVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Científica
2021 - 2022
GROWTH PARTNERS INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S.AVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Designer de Visualização de Dados, Carga horária: 40
2023 - 2023
A3 DATA CONSULTORIA S AVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Designer da Informação, Carga horária: 40
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Carolina Figueiredo Menezes e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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