Vinicius Bentes Brito
Tem experiência em pesquisa área de História, com ênfase em história do Brasil.
Informações coletadas do Lattes em 15/11/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em História
2018 - 2023
Universidade de Brasília, UnB
Título: ROTEIROS PORTUGUESES DA NAVEGAÇÃO DA ÍNDIA NO SÉCULO XVII
Orientador: José Inaldo Chaves
com
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Chinês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Russo
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Humanas / Área: História.
Participação em eventos
IX CONGRESSO ANPUH-DF.ST11 - Governos, gentes e territorialidades no Atlântico ibérico (séculos XVI-XIX). 2020. (Simpósio).
Produções bibliográficas
-
BRITO, V. B. . A LEGITIMAÇÃO MORAL-RELIGIOSA DA ESCRAVIDÃO NO BRASIL DO SÉCULO XVI. 2020. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
Outras produções
BAIRRAL, Adeilton ; BRITO, V. B. . Cânones e música sacra do barroco Alemão. 2019. Interpretação.
Projetos de pesquisa
-
2020 - 2021
Estudo sobre o fundamento moral do comércio de escravos no Oriente pelos Portugueses, Descrição: A escravidão não era uma novidade na Europa do século XV, mas osurgimento de um comércio sistemático e regular no Atlântico, onde adesumanização e comercialização de seres humanos para fins produtivostornou-se uma constante, produziu nos portugueses e demais povos europeusa necessidade de legitimar moralmente essa prática dentro da sociedade cristã.A percepção da época implicava que levar o africano pagão ou infiel comoescravo para terras cristãs possibilitaria a cristianização e a consequentesalvação de sua alma; e embora a prática moral-religiosa fosse frequentementenegligenciada pelos agentes escravistas envolvidos, é inegável que justificar aescravidão como prática normativa era essencial para a reprodução destefenômeno.No entanto, enquanto esforços de legitimação eram feitos para o comércioatlântico de escravos africanos, a mesma exata abordagem não compreendia ocomércio de escravos no oriente por portugueses, que abarcava indianos,chineses, japoneses, entre outros. Contrário ao princípio de cristianização naescravidão, esses escravos orientais eram comprados por portugueses depovos não-cristãos e vendidos para outros povos não-cristãos.Assim, o objetivo da pesquisa visa compreender como essa práticaescravista no oriente foi interpretada, fundamentada e, então, legitimada dentrode um contexto de expansionismo colonial pela sociedade portuguesa nosséculos XV, XVI e XVII.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Vinicius Bentes Brito - Integrante / Luiz Paulo Ferreira Nogueról - Coordenador.
-
2019 - 2020
Índios e escravos no bispado da Bahia no século XVI., Descrição: O objetivo desta pesquisa é procurar entender, do ponto de vistadoutrinário, as razões apresentadas pela Igreja para justificar determinadaspráticas sociais presentes no Brasil, como a escravização dos africanos e, aomesmo tempo, o veto à escravização dos índios no século XVI.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Vinicius Bentes Brito - Integrante / Luiz Paulo Ferreira Nogueról - Coordenador., Número de produções C, T & A: 1
Histórico profissional
Experiência profissional
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Vinicius Bentes Brito e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?