João Victor Goncalves da Silva

Graduando em Odontologia pela Universidade Federal da Paraíba (2019 - em andamento). Possui interesse nas áreas de Anatomia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, DTM e Dor Orofacial, Estomatologia, Patologia Oral e Odontologia Legal. Atualmente, atua como discente bolsista CNPq no projeto de pesquisa na área de Odontologia Legal "Relação entre crimes de lesão corporal e de homicídio em mulheres, crianças e adolescentes submetidos a exames periciais no Núcleo de Medicina e Odontologia Legal de João Pessoa - PB". Atua, também, na categoria de Vice-Presidente da "Liga Acadêmica de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial" da UFPB coordenada pelo Prof. José Wilson Noleto, e como voluntário no projeto de extensão "Serviço de Controle da Dor Orofacial" da UFPB coordenado pela Prof Luciana Barbosa Sousa de Lucena. Participou do projeto de pesquisa na área de Odontologia Legal "Violência contra crianças, mulheres e pessoas idosas em João Pessoa-PB" desenvolvido no Núcelo de Medicina e Odontologia Legal (NUMOL) de João Pessoa" (2022-2023). Participou como discente bolsista do projeto de extensão "Serviço de Diagnóstico e Tratamento de Lesões Bucomaxilares" da UFPB coordenado pelo Prof. Marcos Antonio Farias de Paiva (2022-2023), e voluntário no projeto de extensão "Serviço de Controle da Dor Orofacial" da UFPB coordenado pela Prof Luciana Barbosa Sousa de Lucena (2022-2023). Foi monitor no projeto "Monitoria - O mecanismo base para a formação de docentes e pesquisadores" da disciplina de Anatomia Humana, sob a orientação do Prof. Francisco de Assis Limeira Junior (2019-2020). Foi monitor bolsista e voluntário no projeto "Monitoria: Integração e Incentivo à Formação de Docentes e Pesquisadores" da disciplina de Anatomia Odontológica, sob a orientação da Prof Eliane Marques Duarte de Sousa nos períodos 2020.2 e 2021.1, respectivamente (2021).

Informações coletadas do Lattes em 18/04/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Odontologia

2019 - Atual

Universidade Federal da Paraíba

Ensino Médio (2º grau)

2016 - 2018

COLEGIO COLIBRI ATHENAS

Formação complementar

2020 - 2020

Extensão universitária em XLIII IPQC - CURSO DE INICIAÇÃO Á PESQUISA CIENTÍFICA. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.

2020 - 2020

Human Health and Climate Change. (Carga horária: 2h). , United Nations Organization, UN, Estados Unidos.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Organização de eventos

SILVA, J. V. G. ; LIMEIRA JUNIOR, F. A. . Curso - Introdução ao Estudo da Anatomia Humana e sua Relevância na Área da Saúde. 2020. (Outro).

Participação em eventos

2nd Oral & Maxilofacial Surgery International Conference. 2020. (Congresso).

I Encontro On-line de Estética e Cirurgia Odontológica - UFPB. 2020. (Encontro).

II Encontro Paraibano de Cirurgia Bucomaxilofacial (II EPCB). 2020. (Encontro).

Projetos de pesquisa

  • 2023 - Atual

    Relação entre crimes de lesão corporal e de homicídio em mulheres, crianças e adolescentes submetidos a exames periciais no Núcleo de Medicina e Odontologia Legal de João Pessoa - PB, Descrição: A violência contra crianças e adolescentes é um grave problema social que demanda atenção e esforços contínuos para sua prevenção e enfrentamento. De acordo com dados do Ministério da Saúde (2020), a violência contra crianças e adolescentes manifesta-se por meio de diferentes formas como violência física, psicológica, sexual e negligência, ocorrendo tanto em casa quanto em ambientes como escolas e comunidades., A ocorrência de maus-tratos na infância está relacionada a alguns fatores sociais, como pobreza, desemprego, condições precárias de moradia, famílias com privação econômica e baixo nível de escolaridade dos pais (ZAMBON et al., 2021). A faixa etária mais afetada pelos casos de violência corresponde a 0 a 6 anos, representando a maioria dos casos (60). Já nas faixas etárias de 7 a 12 anos e de 13 a 18 anos, observou-se uma diminuição progressiva e compreensível das ocorrências de agressões, 25 e 15, respectivamente (VANRELL, 2019). Em relação ao vínculo com o agressor, constatou-se que os pais foram os principais perpetradores, especialmente nos casos envolvendo crianças de 0 a 14 anos. Por outro lado, entre os jovens com idades entre 14 e 19 anos, predominou a ocorrência de lesões autoprovocadas (PAUNGARTNER et al., 2020)., O homicídio é uma das formas mais extremas de violência que pode afetar essa população vulnerável, deixando consequências devastadoras para as famílias e para a sociedade como um todo. Segundo dados da OMS (2016), o homicídio é uma das cinco principais causas de morte na adolescência, com meninos representando mais de 80 das vítimas ou perpetradores nesses casos. As altas taxas de violência contra meninas e meninos mostra um quadro alarmante da extensão em que crianças convivem com as consequências da violência, sem contar com uma estrutura de apoio ou de serviços., No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Lei Federal n 8.069/1990 estabelece, em seu Artigo 4, o dever da família, comunidade, sociedade em geral e Estado de garantir, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos fundamentais das crianças e dos adolescentes, protegendo-os contra qualquer forma de violência, negligência, discriminação e exploração. Ademais, o ECA prevê em seu Artigo 13 a obrigatoriedade da notificação compulsória ao Conselho Tutelar nos casos suspeitos ou confirmados de violência contra crianças e adolescentes. Contudo, mesmo apresentando uma alta prevalência, a violência contra crianças é frequentemente escondida, invisível ou sub-notificada (OMS, 2016)., Nesse contexto, o presente trabalho tem como objetivo realizar uma análise da existência prévia de exames de lesão corporal em crianças e adolescentes vítimas de homicídio e periciadas no Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (NUMOL) do Instituto de Polícia Científica (IPC) localizado em João Pessoa/PB. A relevância deste estudo reside na ampliação do conhecimento acerca dos fatores de risco e dos padrões de violência direcionados a crianças e adolescentes, visando contribuir para a promoção de um ambiente mais seguro e protetor para essa faixa etária. , O presente plano de trabalho apresenta-se estritamente vinculado ao projeto de pesquisa e permitirá capacitar os alunos na adoção de procedimentos metodológicos necessários a produção de conhecimento científico, na avaliação crítica da literatura científica e no trabalho em equipe multidisciplinar, enriquecendo seu processo formativo como profissional de saúde. Além disso, serão fornecidos subsídios para compreender a temática da violência e a importância do papel do cirurgião-dentista na rede de proteção e prevenção da violência contra crianças e adolescentes. Essa compreensão que envolve a discussão da notificação compulsória de casos de violência doméstica por profissionais de saúde pode ser aplicada em outros cursos do Centro de Ciências da Saúde (CCS) e até do Centro. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: João Victor Gonçalves da Silva - Integrante / Laura Maria de Almeida Martins - Integrante / Bianca Marques Santiago - Coordenador.

  • 2022 - 2023

    VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS, ADOLESCENTES, MULHERES E PESSOAS IDOSAS EM JOÃO PESSOA-PB, Descrição: A violência contra idosos é classificada, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), como qualquer ação ou omissão, intencional ou não intencional, que cause dano ou sofrimento às pessoas com mais de 60 anos de idade (SILVA et al, 2018; KRUG et al, 2002). , Estima-se que um entre seis idosos ao redor do mundo vivenciam alguma forma de violência (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2020). No Brasil, a estimativa de prevalência de violência em idosos indica que a violência física varia de 9 a 67 (MAIA et al, 2019). Diversos fatores podem estar associados à violência sofrida por idosos. Dentre elas encontram-se a baixa escolaridade, declínio cognitivo e dependência funcional (MAIA et al, 2019)., Além das alterações fisiológicas e patologias comuns dessa faixa etária, o fato de ser vulnerável à violência e sofre-la, torna-se um importante fator que exerce influência negativamente na saúde do idoso, contribuindo com a baixa qualidade de vida (BARROS et al, 2019). As consequências da violência sofrida por idosos podem incluir sofrimento, dor e medo; quando a violência é física, pode causar lesões, dor, incapacidade, dependência e até a morte (SILVA et al, 2018)., Apesar das políticas vigentes que protegem os idosos e criminalizam o abuso contra a pessoa idosa (BRASIL, 2003), os idosos ainda são muito suscetíveis a violações de seus direitos fundamentais (FREITAS E BENITO, 2020). Com relação à violência física, nota-se uma alta ocorrência de lesões faciais (DE SOUSA et al, 2016). Por se tratar da área de atuação do cirurgião-dentista, o mesmo deve estar atento aos sinais indicativos de violência (PEREIRA et al, 2021) e realizar a notificação às autoridades competentes. , Um obstáculo ao estimar e quantificar a violência contra a pessoa idosa se deve, ao fato de os casos serem encobertos por familiares e também pela sociedade. Há dificuldade na identificação por parte dos profissionais da saúde e, além disso, não há integração suficiente entre os serviços de saúde e os de proteção aos idosos (BARROS et al, 2019; MAIA et al, 2019)., Dessa forma, torna-se relevante realizar um levantamento da violência, bem como seus fatores associados, tendo em vista a necessidade de mapear e notificar as autoridades responsáveis, nos âmbitos da segurança e da saúde pública., O presente estudo buscará traçar o perfil dos registros periciais envolvendo de idosos vítimas de abusos, por meio dos exames médico-legais/odonto-legais realizados no Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (NUMOL) do Instituto de Polícia Científica (IPC), em João Pessoa - Paraíba.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: João Victor Gonçalves da Silva - Coordenador / Laura Maria de Almeida Martins - Integrante / Bianca Marques Santiago - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2019 - Atual

Universidade Federal da Paraíba

Vínculo: Estudante, Enquadramento Funcional: Estudante da Graduação, Carga horária: 40

Outras informações:
Estudante do curso de Odontologia.

2021 - 2021

Universidade Federal da Paraíba

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 12

Outras informações:
Projeto de Monitoria da disciplina de Anatomia Odontológica.

2019 - 2020

Universidade Federal da Paraíba

Vínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 12

Outras informações:
Projeto de Monitoria da Disciplina de Anatomia Humana.

Atividades

  • 09/2019 - 12/2019

    Extensão universitária , Centro de Ciências da Saúde - Campus I.,Atividade de extensão realizada, Membro voluntário do Projeto MelhorArt, que leva o tratamento humanizado e dedicação de tempo aos pacientes infantis do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW) e aos idosos da Casa da Divina Misericórdia, em João Pessoa-PB..