Raissa Alves da Silva

Graduanda em Direito na Universidade Federal Rural do Semi-Árido. Integrante do Grupo de Estudos em Direito Crítico e Marxismo na América Latina. Pesquisadora na linha de pesquisa: Marxismo, trabalho e propriedade, 2018-2020. Diretora Executiva do Centro Acadêmico Marcos Dionísio, gestão 2019-2020. Coordenadora de Assuntos Estudantis do Diretório Central dos Estudantes Romana Barros, gestão 2020-2021. Integrante do Programa Acesso à Terra Urbanizada no Projeto de REURB, 2020-2021. Integrante do Centro de Referência em Direitos Humanos do Semiárido, 2019-Atualmente. Estagiária do Ministério Público do Ceará, 2021-2022. Estagiária do Ministério Público do Rio Grande do Norte, 2022-Atualmente. Aluna de iniciação científica, na modalidade PICI (IC), sob o plano de trabalho "Impactos da desigualdade de gênero sobre o bem estar econômico e social", 2022-2023.

Informações coletadas do Lattes em 18/04/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Direito

2018 - Atual

Universidade Federal Rural do Semi-Árido

Ensino Médio (2º grau)

2012 - 2014

Teleyos

Idiomas

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Organização de eventos

SILVA, R. A. ; ALMEIDA, J. P. . Curso de Educação em Direitos Humanos e Acesso à terra - Turma II. 2019. (Outro).

VALENCA, D. A. ; SILVA, R. A. . 1ª turma do Universidade operária: educação jurídica popular e direitos sociais e trabalhistas no contexto neoliberal. 2019. (Outro).

SILVA, R. A. ; VALENCA, D. A. . Semana de Integração do Curso de Direito. 2019. (Outro).

SILVA, R. A. ; VALENCA, D. A. . Semana de Integração de Direito. 2019. (Outro).

VALENCA, D. A. ; SILVA, R. A. . III Congresso Internacional Direito e Marxismo. 2018. (Congresso).

Participação em eventos

1ª turma do Universidade operária: educação jurídica popular e direitos sociais e trabalhistas no contexto neoliberal. 2019. (Outra).

Curso de Educação em Direitos Humanos e Acesso à terra - Turma II. 2019. (Outra).

Introdução à advocacia do mercado financeiro e de capitais. 2019. (Outra).

Semana de Integração de Direito. 2019. (Outra).

4 Jornada em História do Direito.Justiça de transição e a questão racial no Brasil. 2018. (Outra).

Cine GEDIC "Marighella". 2018. (Outra).

I Encontro Acadêmico do Centro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas-CCSAH. 2018. (Encontro).

III Congresso Internacional Direito e Marxismo. 2018. (Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2018 - Atual

    Marxismo e América Latina: lutas políticas e novos processos constituintes, Descrição: A pesquisa volta-se a articular os novos processos constituintes ocorridos no continente à formação social latino-americana. Esta, teve seu desenvolvimento natural (MARX, 2013) interrompido pelo advento da Conquista (TODOROV, 2003). Desde aí, a formação social do continente se fez a partir de regimes de produção ancorados na superexploração do trabalho (FERNANDES, 1998) de negros e indígenas. Em determinadas regiões do continente adotou-se a escravidão como principal relação de produção, enquanto, em outras, como nos países situados nos Andes, a mita. A adoção de distintas propostas de relações de produção resultaria em formações sociais particulares, bem como especificidades nas classes subalternas (GRAMSCI, 2006) em cada região. De qualquer maneira, todos os países da região caracterizaram-se por ocorrência de democracias de baixa intensidade, de inserção dependente no capital internacional, de economias fundadas na exploração ilimitada do trabalho. Tais caracteres centrais, perpetuaram-se na história. Em fins do século XX, contudo, a adoção de políticas neoliberais significou a reestruturação produtiva e do mundo do trabalho. Ela implicou em uma dramática depreciação das condições de reprodução social das classes subalternas do continente (LINERA, 2010). Em consequência, novas experiências de organização e resistência popular conformaram-se (LINERA, 2009). À mecanismos de acumulação por despossessão (HARVEY, 2011), opôs-se o desenvolvimento de novos movimentos sociais, de identidades, cumuladas às tradicionais formas de resistência política. A partir daí, nova conjuntura inaugurou-se no continente, com a eleição de governos progressistas, de maior ou menor vínculo às pautas reivindicatórias da resistência ao neoliberalismo. Em alguns destes países, houve não apenas alteração na seara das políticas públicas, mas experiências de reestruturação do aparato estatal. Em Bolívia, Equador e Venezuela, ocorreram processos constituintes que constituíram o denominado "novo constitucionalismo latino-americano" (WOLKMER, FAGUNDES, 2011). O "novo constitucionalismo latino-americano" revela aspectos formais e materiais distintivos frente à história constitucional moderna (VICIANO-PASTOR, MARTÍNEZ-DALMAU, 2010). EM alguns casos, como o boliviano e o equatoriano, proclamam a conformação de nova forma estatal, a plurinacional. A já extensa e importante literatura sobre tais processos constituintes, todavia, terminam por esvaziar o político e a história e a valorizar princípios nascidos a partir deste constitucionalismo. Terminam, portanto, por defender a criação do texto constitucional a partir de princípios pré-existentes, e não da formação social e da luta política específica em cada um dos Estados que passou por processo constituinte. Essa perspectiva, no entanto, dificulta a apreensão de potencialidades, limites e contradições de tais experiências constitucionais. Importa, para a presente pesquisa, aprofundar tais elementos, de maneira vinculada à formação social e lutas políticas específicas a cada realidade nacional particular. Como se percebe, a presente pesquisa se valerá do método materialista histórico-dialético, ancorando-se nas categorias marxianas. A presente proposta, portanto, visa recuperar esta "memória larga", confrontá-la com a "memória curta" das mobilizações do período de decadência do neoliberalismo e suas influências no texto constitucional. Busca, também, iniciar a análise da capacidade de efetivação concreta de direitos humanos e outras previsões constitucionais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Raissa Alves da Silva - Integrante / Daniel Araújo Valença - Coordenador.