Eliza Moreira Piemolini

Médica Veterinária pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Atua na área de Reprodução e Nutrição Animal e Representação Comercial. É Pós-graduanda em MBA em Agronegócio pela USP - ESALQ. Durante a graduação foi colaboradora, bolsista, e participou ativamente dos Grupos FIBRA - Fisiopatologia e Biotécnicas Aplicadas à Reprodução Animal e CliNEq - Ensino, Pesquisa e Extensão em Clínica de Equinos. Além disso, foi monitora da disciplina de Clínica Médica de Grandes Animais II e de Farmacologia e participou de um projeto de desenvolvimento de material didático para Medicina Veterinária com ênfase nas disciplinas de Fisiopatologia da Reprodução e Obstetrícia e Glândula Mamária.

Informações coletadas do Lattes em 18/04/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Medicina Veterinária

2018 - Atual

Universidade Federal de Pelotas

Ensino Médio (2º grau)

2015 - 2017

Colégio Franciscano Espírito Santo

Formação complementar

2022 - 2022

Reprodução Animal. (Carga horária: 30h). , SENAR ? Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, SENAR/RO, Brasil.

2022 - 2022

Habilitação em Métodos de Diagnóstico e Controle de Brucelose e Tuberculose. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

2022 - 2022

Inseminação Artificial em Bovinos. (Carga horária: 40h). , Fundação Bradesco (RS), FB, Brasil.

2021 - 2021

I Curso Teórico-Prático ClinEq de Casqueamento em Equinos. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2020 - 2020

Introdução a Sistemas Integrados de Lavoura-Pecuária-Floresta. (Carga horária: 15h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.

2020 - 2020

Anatomia Animal Funcional. (Carga horária: 40h). , Centro Educacional Sete de Setembro, CESS, Brasil.

2020 - 2020

Como escolher fêmeas e machos caprinos e ovinos para reprodução. (Carga horária: 8h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.

2019 - 2019

I Curso teórico-prático de Ultrassonografia Doppler em equinos e bovinos. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2019 - 2019

Obstetrícia e Neonatologia Equina. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.

2018 - 2018

Seleção e Julgamento da Raça Angus. (Carga horária: 3h). , Associação e Sindicato Rural de Dom Pedrito, ASRDP, Brasil.

2013 - 2017

Curso de língua inglesa de 11 níveis. (Carga horária: 522h). , Centro de Cultura Anglo Americana, CCAA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.

Organização de eventos

PIEMOLINI, E. M. . XXII Conferência Anual ABRAVEQ. 2022. (Congresso).

Participação em eventos

I Simpósio de bovinocultura de corte. 2022. (Simpósio).

XXII Conferência Anual ABRAVEQ. 2022. (Congresso).

V Atualização em reprodução de equinos. 2021. (Oficina).

XXI Conferência Anual Abraveq. 2021. (Congresso).

1 congresso online de anatomia animal. 2020. (Congresso).

A importância da imagem nos diagnósticos ortopédicos. 2020. (Seminário).

Anatomia do TGI de equinos e pontos críticos para o desenvolvimento da síndrome cólica. 2020. (Simpósio).

Caravana NUPEEC. 2020. (Simpósio).

Circuito de necessidades nutricionais no pré e pós parto. 2020. (Simpósio).

Criopreservação de sêmen bovino. 2020. (Seminário).

Da escolha do garanhão à inseminação da égua. 2020. (Seminário).

Implantação da Inseminação Artificial em tempo fixo nos rebanhos bovinos. 2020. (Simpósio).

Inseminação artificial em pequenos ruminantes. 2020. (Simpósio).

Laparotomia e as principais Complicações. 2020. (Simpósio).

Leishmaniose em equinos: Importância epidemiológica. 2020. (Seminário).

l Simpósio baiano de Medicina Equina Online (l SIMBAMEQ ONLINE). 2020. (Simpósio).

l Simpósio de Palestras da Liga Acadêmica de Equinos. 2020. (Simpósio).

l Simpósio do Cavalo Atleta do Noroeste Fluminense. 2020. (Simpósio).

l Simpósio Online de Reprodução Assistida - LAFRA / UFRN. 2020. (Simpósio).

l Simpósio online em medicina equina - l SIMEQUI ONLINE. 2020. (Simpósio).

l Webconferência ABRAVEQ. 2020. (Congresso).

Manejo de leitões em fase de maternidade. 2020. (Simpósio).

Módulo de Equinos da Semana Pediátrica. 2020. (Simpósio).

Neonatologia Equina. 2020. (Seminário).

Neonatologia equina; primeiros cuidados. 2020. (Simpósio).

O que devemos saber para realizar uma avaliação odontológica?. 2020. (Seminário).

Os principais sinais clínicos que devem ser observados na cólica equina. 2020. (Seminário).

Ozonioterapia em equinos. 2020. (Seminário).

Parto distócico em vacas. 2020. (Seminário).

Sexagem fetal em bovinos. 2020. (Seminário).

Simpósio Beneficente Mulheres na Reprodução Equina - Online. 2020. (Simpósio).

35ª Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. 2019. (Encontro).

ll Seminário NutriRúmen. 2019. (Seminário).

Simpósio de Equinos - EEquiURCAMP. 2019. (Simpósio).

VI Equus - Equus Mulher. 2019. (Simpósio).

I Seminário de serviços ecossistêmicos do bioma pampa. 2018. (Seminário).

ll Semana de Inovação e Tecnologia aplicadas à Pecuária _ NUPEEC. 2018. (Seminário).

Manejo de pastagem para produzir pasto 365 dias do ano. 2018. (Seminário).

O antes e o agora: Parâmetros morfológicos da cavalo crioulo e a busca da morfologia funcional.. 2018. (Seminário).

Resistência parasitária na pecuária: relevância e impactos na prdutividade. 2018. (Seminário).

Produções bibliográficas

  • MOUSQUER, MARIANA ANDRADE ; ALMEIDA, TATIANE LEITE ; SOUZA, RAFAELA PINTO DE ; MÜLLER, VITÓRIA ; PIEMOLINI, ELIZA MOREIRA ; CURCIO, BRUNA DA ROSA ; NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO WAYNE . Factors influencing the composition and balance of foals? microbiota. RESEARCH, SOCIETY AND DEVELOPMENT , v. 10, p. e12810917778, 2021.

  • FRANCO, ALICIA CHAFADO ; ANDRETT, RAFAELA DA SILVA ; ÁVILA, DIEGO PERES ; EISENHARDT, LUIZA ; MOREIRA, ALIANDRA ZIESEMER ; ANTUNES, PAOLA DE AVILA ; TIMM, ANA PAULA PROENÇA ; EBERSOL, CAROLINA NUNES ; MANCINI, ISABEL DE ALMEIDA ; PIEMOLINI, ELIZA MOREIRA ; MARTINEZ, ISADORA ATHAIDES ; TIMM, KALINE DA SILVEIRA ; BAHR, NIKOLAS ; FISCHER, GEFERSON . Princípios da biosseguridade e sua implementação na bovinocultura leiteira. RESEARCH, SOCIETY AND DEVELOPMENT , v. 10, p. e65101421625, 2021.

  • ANDRADE MOUSQUER, MARIANA ; DA ROSA CURCIO, BRUNA ; MÜLLER, VITÓRIA ; PIEMOLINI, ELIZA ; GERVINI WENDT, CAMILA ; WAYNE NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO . Complete Avulsion of the Hoof Capsule and Subsequent Testicular Degeneration in a Criollo Stallion. ACTA SCIENTIAE VETERINARIAE (ONLINE) , v. 49, p. 1, 2021.

  • PIEMOLINI, ELIZA MOREIRA ; MAZZO, H. C. ; SILVA, G. C. ; SOUZA, RAFAELA PINTO DE ; RAPHAELLI, G. M. ; CURCIO, B. R. . Níveis Séricos de Colesterol e Triglicerídeos e sua Relação com a Composição Corporal de Éguas Gestantes. In: XXXI Congresso de Iniciação Científica, 2022, Pelotas, RS. XXXI Congresso de Iniciação Científica, 2022.

  • DALLMANN, P. B. J. ; SANTOS, I. P. O. ; PIEMOLINI, E. M. ; EDUARDO NETO, M. ; SOUZA, R. P. ; MOUSQUER, M. A. ; SILVA, G. C. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; CURCIO, B. R. . Avaliação do Acetato de Histrelina como Agente Indutor da Ovulação em éguas. In: XXI Conferência Anual ABRAVEQ, 2021, plataforma virtual da ABRAVEQ. XXI Conferência Anual ABRAVEQ, 2021.

  • PIEMOLINI, E. M. ; HARTWIG, F. P. ; ALMEIDA, TATIANE LEITE ; XAVIER, J. D. ; CURCIO, B. R. ; BALDISSARELLI, J. . Utilização de Misoprostol no tratamento de infertilidade de égua durante estágio extracurricular - relato de caso. In: 7ª Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão na UFPel, 2021, Pelotas. XXX Congresso de Iniciação Científica, 2021.

  • PIVATO, G. M. ; NOGUEIRA, C. E. W. ; PIEMOLINI, E. M. ; CURCIO, B. R. . Monitoria na matéria de clínica de equinos da faculade de Medicina Veterinária - UFPel: Um estudo no período remoto. In: 7ª Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão na UFPel, 2021, Pelotas. XXX Congresso de Iniciação Científica, 2021.

  • OLIVEIRA, R. A. ; VARELA, A. J. S. ; ANTUNES, M. M. ; PIEMOLINI, E. M. ; BORGES, M. A. ; CURCIO, BRUNA DA ROSA . Metodologia de avaliação morfológica de folículos pré-antrais inclusos em tecido ovariano equino. In: 7ª Semana Integrada de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão na UFPel, 2021, Pelotas. XXX Congresso de Iniciação Científica, 2021.

  • PIEMOLINI, E. M. ; SILVA, G. C. ; MOTTA, A. G. ; RAPHAELLI, G. M. ; WENDT, C. G. ; CURCIO, B. R. . Avaliação da variação do pH da secreção mamária de éguas em relação à proximidade do parto sob diferentes tratamentos hormonais. In: 6ª SEMANA INTEGRADA UFPEL, 2020, Pelotas, RS. XXIX CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2020.

  • SANTOS, I. P. O. ; PIEMOLINI, E. M. ; RAFAEL, L. A. ; EDUARDO NETO, M. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Mieloencefalite Protozoária Equina em Equino da Raça Crioula. In: XXI Conferência Anual ABRAVEQ, 2021, plataforma virtual da ABRAVEQ. XXI Conferência Anual ABRAVEQ, 2021.

  • PIEMOLINI, E. M. ; SANTOS, I. P. O. ; SILVA, M. A. ; MULLER, V. ; RAFAEL, L. A. ; CURCIO, B. R. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Osteíte Podal Séptica Associada a Fratura de Terceira Falange em Égua da Raça Quarto de Milha. In: XXI Conferência Anual ABRAVEQ, 2021, plataforma virtual da ABRAVEQ. XXI Conferência Anual ABRAVEQ, 2021.

  • RAPHAELLI, G. M. ; PIEMOLINI, E. M. ; MULLER, V. ; SOUZA, R. P. ; RAFAEL, L. A. ; NOGUEIRA, C. E. W. . Polidactilia em Potranca da Raça Crioula: Relato de Caso. In: 6ª SEMANA INTEGRADA UFPEL, 2020, Pelotas, RS. XXIX CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2020.

  • PIEMOLINI, E. M. ; MAZZO, H. C. ; SILVA, G. C. ; SOUZA, R. P. ; CURCIO, B. R. . Níveis Séricos de Colesterol e Triglicerídeos e sua Relação com a Composição Corporal de Éguas Gestantes. 2022. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • PIEMOLINI, E. M. ; CURCIO, B. R. ; HARTWIG, F. P. ; ALMEIDA, T. L. ; XAVIER, J. D. ; BALDISSARELLI, J. . Utilização de Misoprostol no tratamento de infertilidade de égua durante estágio extracurricular - relato de caso. 2021. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • PIEMOLINI, E. M. ; SILVA, G. C. ; MOTTA, A. G. ; RAPHAELLI, G. M. ; WENDT, C. G. ; CURCIO, B. R. . Avaliação da variação do pH da secreção mamária de éguas em relação à proximidade do parto sob diferentes tratamentos hormonais. 2020. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2022 - Atual

    Avaliação morfológica e viabilidade de folículos pré-antrais em éguas e sua relação com efermidades clínicas sistêmicas, Descrição: A reserva ovariana é uma rica fonte de gametas finitos (folículos primordiais) que estão disponíveis durante a vida reprodutiva da fêmea. Além da relevância da equinocultura em termos regionais, nacionais e internacionais, a espécie equina tornou-se um modelo atraente para diversos estudos comparativos de avaliação de mecanismos fisiológicos críticos envolvidos na foliculogênese E uma abordagem utilizada para maximizar a eficiência reprodutiva destes animais é através do crioarmazenamento de material genético. Uma vez que, a manipulação de folículos pré-antrais inclusos em tecido ovariano é uma potencial biotécnica com aplicação em tecnologias de reprodução assistida e criopreservação tecidual post mortem na espécie equina. Até o presente momento não existem estudos sobre a avaliação da viabilidade de folículos pré-antrais proveniente de éguas com enfermidades clínicas/metabólicas sistêmicas, assim com qual seria a viabilidade após a criopreservação ovariana dessas éguas. Assim, o objetivo do presente estudo é desenvolver métodos de avaliação morfológica e de viabilidade de folículos pré-antrais de fragmentos ovarianos frescos e criopreservados proveniente de éguas saudáveis e éguas com enfermidades clínicas sistêmicas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eliza Moreira Piemolini - Integrante / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante / ISADORA PAZ OLIVEIRA DOS SANTOS - Integrante / PALOMA BEATRIZ JOANOL DALLMANN - Integrante / BRUNA DA ROSA CURCIO - Coordenador / giovana mancilla pivato - Integrante / GABRIELA CASTRO DA SILVA - Integrante / LEANDRO AMERICO RAFAEL - Integrante / CARINE DAHL CORCINI - Integrante / RAFAELA AMESTOY DE OLIVEIRA - Integrante / SOUZA, RAFAELA PINTO DE - Integrante / Milena Miolo Antunes - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Concentração plasmática de neuroesteróides em potros com síndrome de mau ajustamento neonatal submetidos a técnica de Squeeze, Descrição: A síndrome do mau ajustamento neonatal (SMN) é o distúrbio neurológico mais comum em potros nas primeiras 72 horas de vida (ALEMAN et al., 2019) e está associado a altos custos com hospitalização. Os potros apresentam alterações de comportamento e estado de consciência do ambiente, como falta de afinidade e ligação com a égua, sono alterado (ALEMAN et al, 2017, NOGUEIRA & LINS, 2009), semelhante a alguns sintomas observados em crianças com autismo. Uma possível conexão entre estes distúrbios têm sido explorada com base em comparações atuais sobre o envolvimento do desequilíbrio de neuroesteróides em distúrbios psiquiátricos comportamentais e cognitivos em humanos, e descobertas recentes da persistência de altas concentrações destes hormônios, que são neuromoduladores in útero, no período pós nascimento em potros com SMN (ALEMAN et al., 2017; TORÍBIO, 2019). Acredita-se que os neuroesteróides sejam parcialmente responsáveis por manter o feto equino no ambiente uterino em um estado reduzido de consciência semelhante ao sono, o que seria importante para evitar lesões do útero, cérvix e tecidos vaginais durante a gestação e periparto. No entanto, uma rápida transição destes efeitos neurológicos para um estado de consciência alerta e ativo deve ocorrer rapidamente após o nascimento para aumentar a chance de sobrevivência, pois qualquer deficiência ou atraso pode resultar em problemas relacionados à ingestão inadequada de colostro, causando depleção de energia e fraqueza, hipotermia, falha na transferência passiva de imunoglobulina, infecção e morte (ALEMAN et al, 2017). A sinalização para esta transição parece envolver processos neuroativos acionados pela compressão física do corpo do neonato durante a passagem pelo canal do parto. Essa suposta associação pode ser apoiada pela observação de que a SMN aparece com mais frequência em potros que nascem por cesárea ou que tiveram um parto extremamente rápido, não sofrendo pressão significativa para desencadear a mudança nos neuroesteróides. Diante da hipótese que a compressão sofrida pelo neonato durante a passagem no canal do parto seja responsável pela diminuição dos neuroesteróides, uma técnica denominada manobra de Squeeze foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Davis, baseada na teoria da exterogestação em humanos, realizada principalmente com bebês prematuros. Além disso, o contato corporal da mãe com o bebê reproduz condições uterinas que estimulam o declínio pós natal natural dos neuroesteróides, que por sua vez, promovem a adaptação à vida extrauterina, especialmente em neonatos nascidos por cesárea, os quais demonstram declínio mais lento destes hormônios (MCCALLIE., 2017). A manobra de Squeeze consiste em envolver o tórax do potro de uma maneira específica com uma corda e exercer pressão moderada por 20 minutos, mimetizando a pressão exercida sobre o feto no canal do parto. Potros com SMN submetidos à manobra desenvolvem um estado de sonolência, semelhante à condição uterina durante a compressão no canal do parto, e subsequentemente, uma resposta rápida após a descompressão, com estado de consciência alerta e ativo. Recentemente, a técnica foi reproduzida bezerros nascidos por cesárea (STIWELL et al, 2019) e cordeiros que resultaram redução no tempo para ficar em pé, para procurar o úbere e para mamar (FLORA et al, 2021).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eliza Moreira Piemolini - Integrante / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante / GABRIELA CARTRO DA SILVA - Integrante / GABRIELA MAROCCO RAPHAELLI - Integrante / ISADORA PAZ OLIVEIRA DOS SANTOS - Integrante / PALOMA BEATRIZ JOANOL DALLMANN - Integrante / BRUNA DA ROSA CURCIO - Integrante / giovana mancilla pivato - Integrante / margarida aires da silva - Integrante / mariana andrade mousquer - Integrante / ROBERTA WILBORN - Integrante / WAYNE NOGUEIRA, CARLOS EDUARDO - Coordenador / Milena Miolo Antunes - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Efeito da administração de omeprazol associado a anti-inflamatório não esteroidal em equinos, Descrição: O estômago dos equinos têm particularidades anatômicas e fisiológicas que combinadas com fatores predisponentes, facilitam a ocorrência de gastropatias. Os mecanismos de lesão na mucosa gástrica iniciam basicamente pelo desequilíbrio entre os fatores protetivos intrínsecos (prostaglandinas, secreção de muco, irrigação sanguínea) e os fatores agressivos intrínsecos, como a produção de ácido clorídrico, que altera os mecanismos de defesa da mucosa gástrica, resultando em inflamação, erosão e formação de úlceras (RANZALES & ALVES, 2013). Estresse, alterações na dieta, exercício e uso de anti-inflamatórios não esterioidais (AINES) estão associadas ao aparecimento dessas lesões (CAMACHO-LUNA et al, 2018). Na rotina clínica, medicamentos AINES estão entre os fármacos mais utilizados em uma variedade de doenças agudas ou crônicas, pelas suas propriedades anti-inflamatórias, antipiréticas e antiendotóxicas que resultam da inibição da enzima ciclooxigenase (COX). No entanto, o bloqueio dessa enzima inibe a síntese de prostaglandina que resulta na diminuição do fluxo sanguíneo da mucosa, diminuição da produção de muco e aumento da secreção ácido clorídrico, induzindo úlcera gástrica em várias espécies, especialmente quando usados em altas doses ou por períodos prolongados (PEDERSEN et al., 2017; BUCHANAN & ANDREWS, 2013). A gastroscopia é o único método atualmente disponível para diagnóstico definitivo de úlcera gástrica e o tratamento farmacológico é baseado principalmente no uso de inibidores de bomba de prótons, representado pelo omeprazol (CAMACHO-LUNA et al, 2018). Mais recentemente, estudos demonstraram que a administração concomitante de omeprazol aumenta o risco de toxicidade gastrointestinal induzida por fenilbutazona em relação a administração de fenilbutazona isolada (Ricord et al., 2020). Além disso, em humanos, o tratamento com inibidores de bomba de prótons estra associado a mudanças na microbiota intestinal e aumento do risco de infecções entéricas por Clostridioides difficile, Salmonella spp. , Shiguella ou Campylobacter spp (IMHANN et al., 2016). Em cavalos as informações sobre esse efeito ainda são escassas. Cerri e colaboradores em 2021 observaram que a administração de omeprazol em equinos durante 7 dias consecutivos não induziu mudanças significativas na composição da microbiota fecal ou glandular gástrica, no entanto, certos gêneros microbianos tornaram-se mais predominantes na mucosa gástrica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eliza Moreira Piemolini - Integrante / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Coordenador / GABRIELA MAROCCO RAPHAELLI - Integrante / ISADORA PAZ OLIVEIRA DOS SANTOS - Integrante / RAFAELA BASTOS DA SILVA - Integrante / rafaela pinto de souza - Integrante / giovana mancilla pivato - Integrante / margarida aires da silva - Integrante / GABRIELA CASTRO DA SILVA - Integrante / RAFAELA AMESTOY DE OLIVEIRA - Integrante / CURCIO, BRUNA DA ROSA - Integrante / Milena Miolo Antunes - Integrante.

  • 2020 - 2020

    Avaliação Imunológica de éguas com diferentes escores corporais gestantes e não gestantes e de seus respectivos potros, Descrição: A obesidade é caracterizada por um acúmulo excessivo de tecido adiposo, e além de estar relacionada a uma série de alterações metabólicas, causa um estado de inflamação crônica e tem sido associada à disfunção do sistema imune. Sabe-se que tanto humanos quanto ratos que apresentam excesso de gordura possuem maior risco de contraírem infecções (MILNER & BECK, 2012). É sugerido que indivíduos obesos não respondam a vacinação da mesma forma que pessoas com peso normal. Uma das possibilidades de causa para que isso ocorra seriam a geração ou função comprometida dos plasmócitos secretores de anticorpos, ou, acredita-se ainda, que o excesso de tecido adiposo poderia diminuir a absorção da vacina (MILNER & BECK, 2012). A maior parte dos estudos em animais obesos direcionados a espécie equina identificam aumento nas concentrações de citocinas inflamatória tanto no tecido adiposo quanto na circulação periférica (VICK et al., 2007;). Esse aumento de citocinas inflamatórias tem papel no desenvolvimento e manutenção da resistência à insulina (VICK et al., 2007). Poucos estudos, no entanto, avaliaram a resposta imunológica em cavalos obesos. Elzinga et al. (2018) avaliou a resposta vacinal em cavalos apresentando síndrome metabólica equina (SME), não sendo encontrado efeito do status metabólico de anticorpos em resposta a vacinação. No entanto, nesse mesmo estudo, os animais obesos apresentaram menor expressão de IL-2, IFN-y, perforina e TNF-, o que indicaria uma provável diminuição na habilidade desses animais a montarem uma resposta celular adequada. Durante a gestação, uma série de alterações imunológicas ocorre para promover um ambiente uterino adequado necessário para manter o concepto (AGRÍCOLA et al., 2008). Para isso, a mãe tolera a presença do feto imunogenicamente diferente dela, o que é conhecido como tolerância materna. No entanto, como o processo de tolerância materna ocorre ainda não é completamente entendido (ANTCZAK, 2012). A partir disso, é possível concluir que ambos os status fisiológicos tanto de gestação quanto obesidade podem contribuir para o desenvolvimento de mudanças significativas no sistema imune. Dessa forma, a interação de ambas pode afetar não só a saúde materna como também do feto. Na espécie humana, a obesidade materna foi ligada ao aparecimento de alergias e problemas respiratórios nas crianças (HERSOUG & LINNEBERG, 2007). Em outras espécies, foi evidenciada maior taxa de mortalidade e diminuição de resposta imune a partir de desafio com patógeno na prole de mães obesas, indicando que a obesidade poderia interferir na formação do sistema imune fetal (WILSON & MESSAOUDI, 2015). Atualmente, não há nenhum trabalho na literatura disponível caracterizando a resposta imune tanto humoral quanto celular de éguas obesas gestantes durante qualquer período gestacional bem como caracterização do sistema imune dos potros provenientes de mães obesas. Sendo assim, o objetivo desse projeto é realizar a avaliação imunológica em éguas gestantes e não gestantes com diferentes escores corporais, e avaliar imunologicamente os potros provenientes dessas éguas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eliza Moreira Piemolini - Integrante / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Coordenador / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante / GABRIELA CARTRO DA SILVA - Integrante / ISADORA PAZ OLIVEIRA DOS SANTOS - Integrante / NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS - Integrante / PALOMA BEATRIZ JOANOL DALLMANN - Integrante / RAFAELA BASTOS DA SILVA - Integrante / BRUNA DA ROSA CURCIO - Integrante / rafaela pinto de souza - Integrante / margarida aires da silva - Integrante / mariana andrade mousquer - Integrante / nathalia de oliveira ferreira - Integrante / tatiane leite almeida - Integrante.

  • 2020 - Atual

    Influência do reforço positivo em éguas no período puerperal no relacionamento égua-potro-humano, Descrição: Independente da razão para manter um cavalo, a necessidade de um bom relacionamento entre o homem e o animal é crucial. Aprender como estabelecer um relacionamento funcional é imprescindível, e uma grande parte disso vem da compreensão de como os cavalos aprendem. A teoria de aprendizagem, o porquê e como os animais aprendem, é um aspecto importante da ciência de equitação, e nos últimos anos tem sido cada vez mais adicionado aos programas veterinários eqüinos desde que o conhecimento desses assuntos tem se mostrado útil, tanto no aumento da eficiência clínica e redução de lesões. No estudo original de 2005 conduzido por Henry et al., a teoria de aprendizagem da relacionamento égua-potro foi investigada e sua utilidade no treinamento com humanos-potros foi testada experimentalmente.Em vez de outros processos de manipulação de neonatos que envolve um grande investimento de tempo,os autores mostraram um método relativamente rápido e prático de influenciar o treinamento do potro,sem tocar no potro, mas usando a égua como modelo através do qual ensinar o potro, um método considerado com potencial significativo para o treinamento do potro. No presente estudo, pretendemos abordar a aplicabilidade de tal método em cavalos de Puro Sangue Inglês destinados para a indústria decorrida, em lugares de diferentes sistemas de manejo. Através de um investimento mínimo de tempo nos primeiros 5 dias após o parto, investigamos o uso de reforço positivo para impactar indiretamente os comportamentos dos potros até pelo menos o primeiro ano de vida. Comportamentos, treinamento,durabilidade e generalização da aprendizagem do potro serão testados para confirmar a tendência em vários sistemas de manejo. Dependendo nos resultados, a incorporação dessa técnica pode efetuar amaneira que criamos potros, valorizando como nos usamos o tempo curto durante a fase neonatal do potro. Assim incorporando teoria de aprendizagem vai fazer que nos enxergamos o cavalo de uma forma mais completa, que, por sua vez, levará a uma melhor compreensão do paciente equino, diminuirá o estresse do animal associado com manuseio difícil, diminuir as reações de medo conhecidas por causar acidentes, e aumentar a eficiência clinica das interações humano-equino. Além disso, o presente estudovai nos permitir a melhorada do entendimento no corpo científico na área de teoria de aprendizagem equino aplicado... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (8) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Eliza Moreira Piemolini - Integrante / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante / GABRIELA CARTRO DA SILVA - Integrante / GABRIELA MAROCCO RAPHAELLI - Integrante / HENRIQUE DOS REIS NORONHA - Integrante / HORTENCIA CAMPOS MAZZO - Integrante / ISADORA PAZ OLIVEIRA DOS SANTOS - Integrante / KASSIUS DOS SANTOS CORREA - Integrante / NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS - Integrante / PALOMA BEATRIZ JOANOL DALLMANN - Integrante / RAFAELA BASTOS DA SILVA - Integrante / RUTH DUNFORD PATTEN - Integrante / BRUNA DA ROSA CURCIO - Coordenador.

  • 2020 - Atual

    Prevalência e caracterização dos enteropatógenos presentes em potros sem diarreia e potros com diarreia do nascimento ao oitavo mês de vida e determinação dos potenciais fatores de risco, Descrição: É reportado que em média 80% dos potros até 6 meses de idade já foram acometidos por pelo menos um episódio de diarreia, na sua maioria episódios leves e transitórios, entretanto, o impacto econômico gerado nas propriedades por conta do tratamento e mortalidade que a doença pode apresentar é bastante significativo (MELO et al, 2007; HARRIS et al, 2012). A diarreia de origem infeciosa é representada pela ação de vírus e bactérias, as causas de origem parasitária envolvem principalmente a ação de helmintos, coccígeos e protozoários e as diarreias de origem não infecciosas são causadas por ulcerações gastroduodenais ou por mudanças fisiológicas na microbiota entérica de potros que ocorrem na segunda semana de vida (HARRIS et al, 2012). Os principais enteropatógenos causadores de diarreia em potros são Escherichia coli, Salmonella spp, Rhodococcus equi, Clostridium difficile e Clostridium perfringens, Lawsonia intracellularis, Rotavírus, Coronavírus, Strongyloides westeri, Strongylus vulgaris e Parascaris equorum (SLOVIS et al., 2010). O isolamento de um agente em amostras fecais pode não ser indicativo direto de sua participação na diarreia, pois este micro-organismo pode ser integrante da microbiota, ou ainda, outros agentes podem estar presentes em casos de coinfecções, dificultando a interpretação dos resultados laboratoriais isolados. Estudos de caracterização de agentes entéricos de potros e o mecanismo de coinfecções ainda são limitados (HARRIS ET AL., 2012, SLOVIS ET AL., 2013; OLIVO ET AL., 2016). Em um estudo realizado por Slovis e colaboradores (2013), A prevalência de agentes infecciosos foi de 63,2% no grupo de potros com diarreia e 43,2% no grupo de potros saudáveis. As coinfecções foram significativamente mais frequentes no grupo diarreia quando comparado com o grupo controle (SLOVIS et al., 2014).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eliza Moreira Piemolini - Integrante / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Coordenador / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante / BRUNA DA ROSA CURCIO - Integrante / rafaela pinto de souza - Integrante / mariana andrade mousquer - Integrante / VITÓRIA MÜLLER - Integrante.

  • 2020 - Atual

    Efeito do uso de hormonioterapia em éguas gestantes sadias e seus neonatos, Descrição: As complicações gestacionais em éguas, principalmente no terço final de gestação, representam um grande problema para a indústria equina, podendo acarretar em consequências maternas, fetais e neonatais (BUCCA, 2006). A garantia de uma gestação adequada abrange as trocas metabólicas entre a égua e o potro e a manutenção do ambiente uterino para o desenvolvimento fetal (REGNAULT et. al., 2002 e WILSHER; ALLEN, 2003). Em razão das perdas financeiras geradas pelos problemas gestacionais, há um estímulo para a utilização de ferramentas de diagnóstico e o tratamento das éguas afetadas (MACPHERSON & BAILEY, 2008). A unidade feto-placentária consiste de um sistema intrínseco que envolve o endométrio da égua, o feto e as membranas fetais, sendo responsável pelas trocas metabólicas entre a mãe e o feto (LEISER & KAUFMANN, 1994) e por produzir e metabolizar grandes quantidades de hormônios esteróides (estrógenos, progestágenos e andrógenos) (OUSEY, 2006). A placentite cursa com redução das trocas entre a mãe e o feto, bem como alterações da dinâmica hormonal. O tratamento da placentite visa bloquear a multiplicação bacteriana, reduzir a liberação de mediadores inflamatórios e manter a quiescência miometrial (MACPHERSON & BAYLE, 2008). Aliado ao tratamento convencional com a utilização de antibióticos e antiinflamatórios, a hormonioterapia é utilizada para manutenção da gestação, viabilizar o desenvolvimento fetal e evitar a contratilidade uterina. Como terapia hormonal é descrita administração de progestágenos sintéticos e sugere-se a associação de estrógenos no tratamento. Ambos os hormônios são produzidos pela unidade feto-placentária e apresentam alteração da produção frente à injúria intra-uterina. Poucos estudos descrevem os efeitos de terapias hormonais em éguas gestantes sadias, sendo estes necessários para compreender a farmacocinética dos medicamentos e a influência dos mesmos no terço final de gestação e viabilidade neonatal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eliza Moreira Piemolini - Integrante / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Coordenador / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante / GABRIELA CARTRO DA SILVA - Integrante / ISADORA PAZ OLIVEIRA DOS SANTOS - Integrante / NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS - Integrante / PALOMA BEATRIZ JOANOL DALLMANN - Integrante / BRUNA DA ROSA CURCIO - Integrante / rafaela pinto de souza - Integrante / mariana andrade mousquer - Integrante / natália ribeiro pinto - Integrante / nathalia de oliveira ferreira - Integrante / tatiane leite almeida - Integrante.

  • 2020 - Atual

    Avaliação morfométrica de éguas gestantes - desenvolvimento de novos métodos, Descrição: O uso do peso corporal de animais é essencial para planejamento nutricional, bem como para administrações de medicamentos. Hoje já existem alguns métodos para determinar o peso dos animais em locais onde não é possível realizar a pesagem em balanças como, por exemplo, o uso de medidas de circunferência torácica. Contudo, em éguas gestantes a partir do quinto mês as alterações na circunferência torácica não correspondem ao seu ganho de peso. Sendo assim, faz-se necessário o uso de outros métodos para avaliação facilitada do peso dessa categoria animal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eliza Moreira Piemolini - Integrante / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante / GABRIELA CARTRO DA SILVA - Integrante / HORTENCIA CAMPOS MAZZO - Integrante / ISADORA PAZ OLIVEIRA DOS SANTOS - Integrante / NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS - Integrante / PALOMA BEATRIZ JOANOL DALLMANN - Integrante / BRUNA DA ROSA CURCIO - Coordenador / morgana alves borges - Integrante / MARCOS EDUARDO NETO - Integrante / ROBERTA WILBORN - Integrante / RICARDO MARSUMURA DE ARAUJO - Integrante / VICTOR COSENZA VIEIRA DA SILVA - Integrante / IHAN BELMONTE BENDER - Integrante.

  • 2020 - Atual

    Acompanhamento gestacional, obstétrico e neonatal na raça Crioula, Descrição: A indústria equina exerce mundialmente um importante papel como fonte geradora de renda e empregos. O Brasil possui o 3 maior rebanho equino do mundo, perdendo em quantidade apenas para a China (1) e México (2). O rebanho efetivo brasileiro é de aproximadamente 8,5 milhões de equinos e 1,2 milhões de muares e jumentos. Este segmento agropecuário é responsável pela geração de 1,2 milhões de empregos, mobilizando cerca de 7,3 bilhões de reais ao ano, ocupando posição de destaque na economia nacional. Dentre as raças nacionais, a Raça Crioula é constituída por animais rústicos e resistentes. Tem sua origem dos cavalos trazidos da península ibérica, no século XVI, quando pela conquista da América adquiriram características únicas e após quatro séculos de adaptação e evolução no meio ambiente sul americano. A população de equinos da raça Crioula é expressiva na região Sul do Brasil, tendo 28 mil novos animais registrados na Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) somente no ano de 2014. A Raça vive um momento de ascensão se destacando em provas e exposições a nível nacional e internacional, resultado de grandes investimentos na criação, treinamento e comercialização de exemplares. A rusticidade que o cavalo Crioulo adquiriu através de privações alimentares e intempéries climáticas no passado permitiu que hoje a raça se destacasse pela resistência e boa conversão alimentar. Adicional a isto, a dieta preconizada atualmente pelos criadores, de alto valor nutricional, garante um padrão arredondado e com depósito de gordura acentuado, que se estende também aos animais destinados a reprodução. Esse manejo pode ser prejudicial em éguas gestantes, pois predispõe a distúrbios metabólicos e obesidade. Além disso, a condição corporal da gestante pode influenciar diretamente na eficiência reprodutiva e complicações no parto e pós-parto (Fradinho, 2014). A crescente valorização do mercado de equinos da raça Crioula estimula a realização de pesquisas acerca das características reprodutivas, pois apesar do crescimento da utilização das biotécnicas de reprodução, ainda são poucos os estudos referentes ao acompanhamento gestacional, obstetricia e neonatologia. Dessa forma, o presente estudo visa o acompanhamento gestacional intensivo, levando a redução dos fatores de risco para o desenvolvimento neonatal, bem como o acompanhamento do desenvolvimento dos produtos provenientes dessas éguas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eliza Moreira Piemolini - Integrante / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Coordenador / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante / GABRIELA MAROCCO RAPHAELLI - Integrante / ISADORA PAZ OLIVEIRA DOS SANTOS - Integrante / NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS - Integrante / PALOMA BEATRIZ JOANOL DALLMANN - Integrante / RAFAELA BASTOS DA SILVA - Integrante / BRUNA DA ROSA CURCIO - Integrante / giovana mancilla pivato - Integrante / margarida aires da silva - Integrante / mariana andrade mousquer - Integrante / natália ribeiro pinto - Integrante / nathalia de oliveira ferreira - Integrante / tatiane leite almeida - Integrante / MARCOS EDUARDO NETO - Integrante / RAFAELA AMESTOY DE OLIVEIRA - Integrante / RAPHAEL AZEVEDO FIORETTI - Integrante / ROBERTA WILBORN - Integrante.

  • 2019 - Atual

    Estudo reprodutivo retrospectivo e prospectivo e sua relação com o desenvolvimento gestacional e período neonatal em criatórios de equinos na região sul do Brasil, Descrição: Uma das causas mais comum de perda gestacional em gestações avançadas é a placentite. Uma maneira de prevenção dos danos da placentite é a avaliação periódica da placenta. Esta avaliação pode ser realizada tanto com ultra-sonografia trans-abdominal quanto trans-retal. Avalia-se a espessura do alantocorion, sendo que em quadros iniciais de placentite. A avaliação da gestação permite também através de parâmetros de biometria fetal, estimar idade fetal e previsão aproximada de parto em casos em que sejam desconhecidas as datas de serviço e/ou ovulação. O bem-estar fetal também pode ser avaliado através o exame retal, ultrassonografia trans-retal e transabdominal. Problemas relacionados à égua, localizados na placenta ou fora do trato reprodutivo, frequentemente resultam em potros com algum tipo de comprometimento. Todos os partos de éguas com riscos de distocia ou com alterações fetais devem ser cuidadosamente monitorados. Potros de alto risco são um potencial problema para os criadores, visto que além de gerarem muitos custos à criação, comprometem o futuro atlético dos animais acometidos. O objetivo do presente projeto é analisar os dados reprodutivos retrospectivos de criatórios da região sul do Rio Grande do Sul, além de avaliar a gestação através do uso da ultra-sonografia, estimando tempo gestacional, envoltórios fetais e bem-estar fetal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Eliza Moreira Piemolini - Integrante / CARLOS EDUARDO WAYNE NOGUEIRA - Integrante / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante / GABRIELA CARTRO DA SILVA - Integrante / GABRIELA MAROCCO RAPHAELLI - Integrante / ISADORA PAZ OLIVEIRA DOS SANTOS - Integrante / KASSIUS DOS SANTOS CORREA - Integrante / NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS - Integrante / PALOMA BEATRIZ JOANOL DALLMANN - Integrante / RAFAELA BASTOS DA SILVA - Integrante / BRUNA DA ROSA CURCIO - Coordenador / rafaela pinto de souza - Integrante / RODRIGO STAUFFERT DOS SANTOS - Integrante / BRUNA DOS SANTOS SUÉ MORAES - Integrante / CAMILA GERVINI WENDT - Integrante / SILVIA REGINA LEAL LADEIRA - Integrante.

Projetos de desenvolvimento

  • 2019 - Atual

    Produção de material didático para ensino na Medicina Veterinária, Descrição: No curso de medicina veterinária, os animais são amplamente utilizados com propósitos educativos além das áreas biomédicas e biológicas em todos os níveis. Tendo como objetivo o uso dos animais ao processo de aprendizagem, considerando a forma de transmitir o conhecimento, demonstrar a dinâmica da vida (funcionamento de órgãos, fisiológicos ou patológicos), fornecer ao acadêmico possibilidade de treinar habilidades manuais e técnicas na sua formação, entre outros. Desta forma, está ocorrendo mudanças no aspecto educacional e pedagógico, com uma mudança de paradigma, considerando o modelo de utilização de um ser vivo para aula, um modelo arcaico, e sim um modelo baseado no respeito a vida e no bom senso.Conforme a legislação Brasileira (BRASIL 2002) a utilização indiscriminada de animais no ensino é uma questão legal. Sendo que a mesma prevê penalidades para o uso de animais sempre que houver métodos alternativos,conforme veremos abaixo a publicação da lei por extenso:Com o advento da Lei 9.605(30 de março de 1998), e cujo grande mérito foi o de transformar em crime o que antes era apenas uma contravenção, ou seja, a crueldade para com animais, a prática da vivissecção passou a ser considerada delituosa caso não adotados os métodos alternativos existentes tanto no Brasil como em vários outros países, conforme dispõe o artigo 32, Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos além disso as penas para quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. Desta forma predileção por materiais paradidáticos em experimentação e demais atividades de ensino, deve-se pela permuta na compreensão quanto ao significado de bem-estar animal, o desenvolvimento ético dos discentes, a disponibilidade de novos métodos alternativos que mimetizam de forma satisfatória estruturas e circunstâncias recorrentes da rotina do profissional, e principalmente pela insegurança dos discentes em realizar manobras em modelos vivos. Dessa forma, a utilização de animais in vivo tornou-se uma situação facultativa e menos determinante para a qualidade do ensino em certas disciplinas do curso Medicina Veterinária. Sendo realizados procedimentos com animais, quando estes trazem são neutros ou benefício para os mesmos.Desde os anos 1960 a premissa dos Princípio dos 3 Rs na Experimentação Animal (Replacement, Reduction, Refinement) determinada por Russel e Burch, já estimulava a substituição do uso de animais, lançando mão de manequins, protótipos e demais artifícios. Além disso, reconhecendo a importância das atividades práticas de ensino as quais favorecem a adesão de saberes na perspectiva da aprendizagem significativa, o Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal, dentro de suas competências, estimula a introdução de métodos alternativos ao uso de animais, tanto na pesquisa quanto no ensino. Sendo assim, os métodos de substituição ideal para as práticas de ensino são aqueles que não envolvem animais para treinamento e após aperfeiçoamento da técnica a utilização em animais com necessidade de intervenção.Porém a utilização de métodos alternativos não dependem somente da vontade do professor. Métodos alternativos podem ser adquiridos, porém com valores muito aquem do orçamento da universidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Eliza Moreira Piemolini - Integrante / CARINE DAHL CORCINI - Coordenador.

Prêmios

2022

Destaque no XXXI Congresso de Iniciação Científica, Universidade Federal de Pelotas.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Nutrigen - Nutrição, Genética e Serviços Veterináriso. , Rua Flor-de-Lis, Juparanã, 68629064 - Paragominas, PA - Brasil, Telefone: (53) 999489340

Experiência profissional

2021 - Atual

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 40

Outras informações:
Atuação como bolsista de Iniciação Científica PIBIC/CNPq no projeto denominado: Avaliação morfométrica de éguas gestantes - desenvolvimento de novos métodos.

2021 - 2021

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 40

Outras informações:
Monitora na disciplina de Clínica Médica de Grandes Animais ll

2020 - 2020

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitora, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.

Outras informações:
Monitora na disciplina de Farmacologia

2018 - 2018

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Treinamento extracurricular, Carga horária: 5

Outras informações:
Acompanhamento da rotina e participação de plantões de clínica e cirurgia de equinos do Hospital de Clínicas Veteriária (HCV) da Universidade federal de Pelotas durante o primeiro semestre de 2018, totalizando uma carga horária total de 60 horas.

2018 - 2018

Universidade Federal de Pelotas

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Treinamento extracurricular, Carga horária: 5

Outras informações:
Acompanhamento da rotina e participação de plantões de clínica e cirurgia de equinos do Hospital de Clínicas Veteriária (HCV) da Universidade federal de Pelotas durante o segundo semestre de 2018, totalizando uma carga horária total de 60 horas.

2020 - 2020

Haras Springfield

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Treinamento extracurricular, Carga horária: 120

Outras informações:
Estágio extracurricular concluído no Haras Springfield, no estado do Paraná, na cidade de Tijucas do Sul. Realizado o acompanhamento da rotina clínica e do manejo de equinos, durante todo o mês de janeiro, com carga horária total de 224 horas.

2021 - 2021

Hartwig Fertilidade Equina

Vínculo: Estagiáriaria, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 40

2021 - 2021

Hartwig Fertilidade Equina

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 40

2021 - 2021

Haras Eternamente Rio

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 40

2022 - 2022

Estância Del Sur

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 40

2022 - 2022

Progen Inseminação Artificial

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 38

2023 - 2023

Nutrigen

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 40

Outras informações:
Estágio Curricular Obrigatório realizado no estado do Pará para obtenção do Título de Médica Veterinária. Foi realizado acompanhamento dos manejos reprodutivos e nutricionais de bovinos de corte e aprendizagem sobre a área de assessoria de vendas e representação comercial de sêmen e embriões da ABS Pecplan e de suplementos vitamínico-minerais da DSM-Tortuga

2023 - 2023

Pecplan Abs Importacão e Exportacão

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 40

Outras informações:
Segunda parte do Estágio Curricular Obrigatório para obtenção do Título de Médica Veterinária, realizado na cidade de Xinguara/PA. Realizei o acompanhamento dos manejos reprodutivos a campo da produção in vitro de embriões (PIVE) - aspiração folicular, protocolo hormonal para receptoras, inovulação de embriões e diagnóstico de gestação - e da rotina laboratorial da PIVE.

2023 - Atual

Nutrigen - Nutrição, Genética e Serviços Veterinários

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Médica Veterinária Trainee, Carga horária: 40

Outras informações:
Realização de manejos reprodutivos (realização de protocolos de IATF, diagnóstico de gestação eindução de puberdade de novilhas) e nutricionais de bovinos de corte (avaliação de dietas,estrutura de confinamento, determinação de matéria seca de silagem e padrão de mistura dedietas), atendimentos clínicos e cirúrgicos, controle de estoque e demanda de materiais, inserçãode dados em Software e realização de planilhas e participação na assessoria de vendas/pósvendas e representação comercial de sêmen e embriões da ABS Pecplan e de suplementosvitamínico-minerais da DSM-Tortuga.