Gabriela Camillo

Médica veterinária pela Universidade Federal de Pelotas, com experiência de estágio em clínica de pequenos animais e clínica e cirurgia de grandes animais no Hospital Veterinário da UFPel.

Informações coletadas do Lattes em 02/02/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Medicina Veterinária

2018 - 2023

Universidade Federal de Pelotas

Ensino Médio (2º grau)

2014 - 2015

exatus

Formação complementar

2014 - 2014

MAINSTREAM ADVANCED COURSE 2 - MAC2. (Carga horária: 53h). , Cultura Inglesa - São Paulo, CULTURA INGLESA, Brasil.

2014 - 2014

MAINSTREAM ADVANCED COURSE 3 - MAC3. (Carga horária: 53h). , Cultura Inglesa - São Paulo, CULTURA INGLESA, Brasil.

2013 - 2013

FIRST CERTIFICATE ENGLISH - FCE. (Carga horária: 53h). , Cultura Inglesa - São Paulo, CULTURA INGLESA, Brasil.

2013 - 2013

MAINSTREAM ADVANCED COURSE 1 - MAC1. (Carga horária: 53h). , Cultura Inglesa - São Paulo, CULTURA INGLESA, Brasil.

2012 - 2012

UPPER INTERMEDIATE 2 - UI2. (Carga horária: 53h). , Cultura Inglesa - São Paulo, CULTURA INGLESA, Brasil.

2012 - 2012

UPPER INTERMEDIATE 1 - UI1. (Carga horária: 53h). , Cultura Inglesa - São Paulo, CULTURA INGLESA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Clínica e Cirurgia Animal.

Organização de eventos

CAMILLO, G. . 38ª Semana Acadêmica da Medicina Veterinária - UFEPel. 2022. (Outro).

Participação em eventos

Anestesia e Cirurgias em Equinos. 2023. (Outra).

Curso Teórico de Neurologia Equina. 2023. (Outra).

II Workshop Internacional de Neonatologia Equina. 2023. (Outra).

Enriquecimento ambiental para animais cativos. 2022. (Seminário).

I Curso Teórico Online ClinEq de Casqueamento em Equinos. 2021. (Outra).

Semana da Laminite. 2021. (Outra).

1° Congresso Online de Fisiologia Veterinária. 2020. (Congresso).

36° SEAVET: Semana Acadêmica da Medicina Veterinária UFPEL. 2020. (Seminário).

Ciclo de Palestra em Nefrologia de Cães e Gatos. 2020. (Simpósio).

Circuito de Reprodução Equina. 2020. (Simpósio).

I Encontro Online de Clínica Médica e Cirúrgica. 2020. (Simpósio).

SIMPÓSIO GEPA UFJ E 1 ENCONTRO CIENTÍFICO INTERNACIONAL GEPA UFJ. 2020. (Simpósio).

Specialties Week: Simpósio de Especialidades em Pequenos Animais. 2020. (Seminário).

Vet AnatoWeekend. 2020. (Simpósio).

Projetos de pesquisa

  • 2023 - Atual

    Estudo morfométrico da placenta e cordão umbilical no pós-parto em éguas da raça crioula., Descrição: A placenta caracteriza-se como um órgão transitório, formado por tecidos de origem materna e fetal, com a função de transportar substâncias nutritivas do organismo materno para o feto, bem como promover trocas metabólicas e desempenhar funções endócrinas, sendo responsável pela síntese, secreção e absorção de uma série de substâncias, incluindo hormônios, fatores de crescimento, enzimas, proteínas e carboidratos, todos essenciais ao desenvolvimento do feto. A placenta é o órgão fundamental na relação materno-fetal e deve ser considerada como um reflexo das condições nutricionais, metabólicas, endócrinas e vasculares maternas. sendo imprescindível uma placenta saudável para desenvolvimento e sobrevivência fetal. A criação de equinos da raça Crioula está amplamente difundida nas Américas. Informações do ano de 2016 demonstram que o Brasil possui um total de 379.957 animais, sendo que 94,2% dessa população se encontram no sul do Brasil, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, sendo que o maior número de exemplares está no Rio Grande do Sul (ABCCC, 2016). Tendo em vista a grande importância da raça e a falta de literatura com informações específicas sobre a placentação este trabalho tem o objetivo de caracterizar a placenta e cordão umbilical de éguas da Raça Crioula no pós-parto, considerando avaliação macroscópica e histológica, relacionando com a biometria materna e a neonatal.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Mestrado acadêmico: (4) / Mestrado profissional: (2) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Gabriela Camillo - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Coordenador / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / GABRIELA CASTRO DA SILVA - Integrante / GIOVANA MANCILLA PIVATO - Integrante / MILENA MIOLO ANTUNES - Integrante / MORGANA ALVES BORGES - Integrante / RAFAELA AMESTOY DE OLIVEIRA - Integrante / RAPHAEL AZEVEDO FIORETTI - Integrante / MARCOS EDUARDO NETO - Integrante / NATHALIA MASKE FISS - Integrante / RAFAELA PINTO DE SOUZA - Integrante / TALITA VITORIA OLIVEIRA FABOSSA - Integrante / TATIANE LEITE ALMEIDA - Integrante / THAIS FEIJO GOMES - Integrante / EDUARDO WACHHOLZ KASTER - Integrante / GABRIELA MACHADO FICK - Integrante / JULIA DA CRUZ BAVARESCO - Integrante / LUIZA GHENO - Integrante / MICAEL FELICIANO MACHADO LOPES - Integrante / NICOLE BENTO FUNK - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Avaliação do comportamento e qualidade seminal de garanhões da raça Crioula em regime de coleta controlada, Descrição: Em condições naturais os garanhões obtêm um harém mesmo sendo jovens associados com fêmeas jovens, assim a produtividade de um rebanho ou uma manada está associada à sua eficiência reprodutiva. Contudo, estudos sobre o comportamento, principalmente dos machos, ajudam a verificar os erros cometidos no processo de acasalamento. Estima-se que 25% dos reprodutores passam por algum tipo de experiência que acarreta problemas no comportamento sexual, limitando a sua fertilidade (McDONNELL, 1986). O papel do macho, sua conduta sexual, bem como sua interação com a fêmea e com o meio em que vivem são pontos importantes a serem avaliados. Nos trabalhos realizados sobre comportamento equino observou-se que o comportamento dos selvagens é semelhante ao dos domésticos (FREITAS, 2005). Contudo, nota-se alterações na libido de garanhões quando comparado, na mesma frequência de monta, os de vida livre em manada e os coletados de maneira artificial (FREITAS,2005). O garanhão interage com a fêmea sexualmente ativa ou com as suas excreções durante dias, antes que a cópula realmente aconteça. No início do estro, por seu comportamento ambivalente, ela se mostra interessada pelo garanhão quando ele está afastado, mas quando se aproxima, torna-se agressiva ou não receptiva. Geralmente, o garanhão consegue a monta quando empina, mas pode ser acompanhada por uma monta lateral com um ajuste posterior para a posição empinada. Este último procedimento é mais comum em garanhões jovens ou inexperientes. Após a monta, o macho abraça as tuberosidades ilíacas com seus membros anteriores e com a cabeça segura a égua mordendo a crina. Nas montas com ereção, o pênis é exposto e, gradualmente, se torna rígido. Normalmente esse tipo de monta leva à inserção e ejaculação. A inserção ocorre após um ou mais atos de procura e a ejaculação é obtida após várias arremetidas intravaginais profundas. Indícios da ejaculação incluem contrações rítmicas dos músculos dos membros posteriores, aumentando a taxa respiratória, abaixamento da cabeça contra a crina da égua e o característico balanço rítmico da cauda. Ao finalizar a ejaculação, o garanhão exibe um relaxamento dos músculos faciais e abaixamento das orelhas. A desmonta ocorre logo após, sendo facilitada pela égua dando uns passos para frente. Respostas pós-copulatórias incluem: cheirar o ejaculado ou secreções urovaginais da égua, seguido de flehmen, ou mesmo urinar ou defecar sobre estas (McDONNELL, 1992). A interação copulatória, dura menos tempo que a pré-copulatória. O período refratário, ou seja, quando perde o interesse pela fêmea, pode durar pouco tempo. Apesar dos pontos etológicos descritos sobre os garanhões aqui apresentados, estudos que relatam a normalidade de comportamentos na sala de coleta, utilizando manequins artificiais e éguas em cio para rufiação são escassos. Não se pode, atualmente portanto, definir quais são os comportamentos esperados como padrão de garanhões crioulos durante a monta e muito menos correlacionar os mesmos com suas características seminais. Assim, o objetivo do presente trabalho é avaliar o comportamento sexual e qualidade seminal de garanhões da raça crioula submetidos a regime de coleta em manequim e vagina artificiais. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Gabriela Camillo - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / GIOVANA MANCILLA PIVATO - Integrante / RAFAELA BASTOS DA SILVA - Integrante / TATIANE LEITE ALMEIDA - Integrante / THAIS FEIJO GOMES - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Efeito da administração de omeprazol associado a anti-inflamatório não esteroidal em equinos, Descrição: O estômago dos equinos têm particularidades anatômicas e fisiológicas que combinadas com fatores predisponentes, facilitam a ocorrência de gastropatias. Os mecanismos de lesão na mucosa gástrica iniciam basicamente pelo desequilíbrio entre os fatores protetivos intrínsecos (prostaglandinas, secreção de muco, irrigação sanguínea) e os fatores agressivos intrínsecos, como a produção de ácido clorídrico, que altera os mecanismos de defesa da mucosa gástrica, resultando em inflamação, erosão e formação de úlceras (RANZALES & ALVES, 2013). Estresse, alterações na dieta, exercício e uso de anti-inflamatórios não esterioidais (AINES) estão associadas ao aparecimento dessas lesões (CAMACHO-LUNA et al, 2018). Na rotina clínica, medicamentos AINES estão entre os fármacos mais utilizados em uma variedade de doenças agudas ou crônicas, pelas suas propriedades anti-inflamatórias, antipiréticas e antiendotóxicas que resultam da inibição da enzima ciclooxigenase (COX). No entanto, o bloqueio dessa enzima inibe a síntese de prostaglandina que resulta na diminuição do fluxo sanguíneo da mucosa, diminuição da produção de muco e aumento da secreção ácido clorídrico, induzindo úlcera gástrica em várias espécies, especialmente quando usados em altas doses ou por períodos prolongados (PEDERSEN et al., 2017; BUCHANAN & ANDREWS, 2013). A gastroscopia é o único método atualmente disponível para diagnóstico definitivo de úlcera gástrica e o tratamento farmacológico é baseado principalmente no uso de inibidores de bomba de prótons, representado pelo omeprazol (CAMACHO-LUNA et al, 2018). Mais recentemente, estudos demonstraram que a administração concomitante de omeprazol aumenta o risco de toxicidade gastrointestinal induzida por fenilbutazona em relação a administração de fenilbutazona isolada (Ricord et al., 2020). Além disso, em humanos, o tratamento com inibidores de bomba de prótons estra associado a mudanças na microbiota intestinal e aumento do risco de infecções entéricas por Clostridioides difficile, Salmonella spp. , Shiguella ou Campylobacter spp (IMHANN et al., 2016). Em cavalos as informações sobre esse efeito ainda são escassas. Cerri e colaboradores em 2021 observaram que a administração de omeprazol em equinos durante 7 dias consecutivos não induziu mudanças significativas na composição da microbiota fecal ou glandular gástrica, no entanto, certos gêneros microbianos tornaram-se mais predominantes na mucosa gástrica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (12) / Especialização: (4) / Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Gabriela Camillo - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / ELIZA MOREIRA PIEMOLINI - Integrante / GABRIELA CASTRO DA SILVA - Integrante / GABRIELA MAROCCO RAPHAELLI - Integrante / GIOVANA MANCILLA PIVATO - Integrante / ISADORA PAZ OLIVEIRA DOS SANTOS - Integrante / JAYNE DA ROSA PEDROZO - Integrante / MANOELA FÁTIMA PACHECO - Integrante / MILENA MIOLO ANTUNES - Integrante / PALOMA BEATRIZ JOANOL DALLMANN - Integrante / RAFAELA AMESTOY DE OLIVEIRA - Integrante / RAFAELA BASTOS DA SILVA - Integrante / RAPHAEL AZEVEDO FIORETTI - Integrante / LEANDRO AMERICO RAFAEL - Integrante / MARCOS EDUARDO NETO - Integrante / MARGARIDA AIRES DA SILVA - Integrante / MARIANA ANDRADE MOUSQUER - Integrante / NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS - Integrante / NATHALIA MASKE FISS - Integrante / RAFAELA PINTO DE SOUZA - Integrante / TALITA VITORIA OLIVEIRA FABOSSA - Integrante / THAIS FEIJO GOMES - Integrante / ROBERTA WILBORN - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Avaliação morfológica e viabilidade de folículos pré-antrais em éguas e sua relação com enfermidades clínicas sistêmicas, Descrição: A reserva ovariana é uma rica fonte de gametas finitos (folículos primordiais) que estão disponíveis durante a vida reprodutiva da fêmea. Além da relevância da equinocultura em termos regionais, nacionais e internacionais, a espécie equina tornou-se um modelo atraente para diversos estudos comparativos de avaliação de mecanismos fisiológicos críticos envolvidos na foliculogênese E uma abordagem utilizada para maximizar a eficiência reprodutiva destes animais é através do crioarmazenamento de material genético. Uma vez que, a manipulação de folículos pré-antrais inclusos em tecido ovariano é uma potencial biotécnica com aplicação em tecnologias de reprodução assistida e criopreservação tecidual post mortem na espécie equina. Até o presente momento não existem estudos sobre a avaliação da viabilidade de folículos pré-antrais proveniente de éguas com enfermidades clínicas/metabólicas sistêmicas, assim com qual seria a viabilidade após a criopreservação ovariana dessas éguas. Assim, o objetivo do presente estudo é desenvolver métodos de avaliação morfológica e de viabilidade de folículos pré-antrais de fragmentos ovarianos frescos e criopreservados proveniente de éguas saudáveis e éguas com enfermidades clínicas sistêmicas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gabriela Camillo - Coordenador / Carine Dahl Corcini - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Integrante / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante / ELIZA MOREIRA PIEMOLINI - Integrante / GABRIELA CASTRO DA SILVA - Integrante / GABRIELA MAROCCO RAPHAELLI - Integrante / GIOVANA MANCILLA PIVATO - Integrante / ISADORA PAZ OLIVEIRA DOS SANTOS - Integrante / JAYNE DA ROSA PEDROZO - Integrante / MANOELA FÁTIMA PACHECO - Integrante / MILENA MIOLO ANTUNES - Integrante / MORGANA ALVES BORGES - Integrante / NATHALIA PEDROZO FREITAS - Integrante / PALOMA BEATRIZ JOANOL DALLMANN - Integrante / RAFAELA AMESTOY DE OLIVEIRA - Integrante / RAFAELA BASTOS DA SILVA - Integrante / RAPHAEL AZEVEDO FIORETTI - Integrante / LEANDRO AMERICO RAFAEL - Integrante.

  • 2022 - Atual

    Concentração Plasmática de Neuroesteróides em Potros com Síndrome de Mau Ajustamento neonatal submetidos a técnica de Squeeze, Descrição: A síndrome do mau ajustamento neonatal (SMN) é o distúrbio neurológico mais comum em potros nas primeiras 72 horas de vida (ALEMAN et al., 2019) e está associado a altos custos com hospitalização. Os potros apresentam alterações de comportamento e estado de consciência do ambiente, como falta de afinidade e ligação com a égua, sono alterado (ALEMAN et al, 2017, NOGUEIRA & LINS, 2009), semelhante a alguns sintomas observados em crianças com autismo. Uma possível conexão entre estes distúrbios têm sido explorada com base em comparações atuais sobre o envolvimento do desequilíbrio de neuroesteróides em distúrbios psiquiátricos comportamentais e cognitivos em humanos, e descobertas recentes da persistência de altas concentrações destes hormônios, que são neuromoduladores in útero, no período pós nascimento em potros com SMN (ALEMAN et al., 2017; TORÍBIO, 2019). Acredita-se que os neuroesteróides sejam parcialmente responsáveis por manter o feto equino no ambiente uterino em um estado reduzido de consciência semelhante ao sono, o que seria importante para evitar lesões do útero, cérvix e tecidos vaginais durante a gestação e periparto. No entanto, uma rápida transição destes efeitos neurológicos para um estado de consciência alerta e ativo deve ocorrer rapidamente após o nascimento para aumentar a chance de sobrevivência, pois qualquer deficiência ou atraso pode resultar em problemas relacionados à ingestão inadequada de colostro, causando depleção de energia e fraqueza, hipotermia, falha na transferência passiva de imunoglobulina, infecção e morte (ALEMAN et al, 2017). A sinalização para esta transição parece envolver processos neuroativos acionados pela compressão física do corpo do neonato durante a passagem pelo canal do parto. Essa suposta associação pode ser apoiada pela observação de que a SMN aparece com mais frequência em potros que nascem por cesárea ou que tiveram um parto extremamente rápido, não sofrendo pressão significativa para desencadear a mudança nos neuroesteróides. Diante da hipótese que a compressão sofrida pelo neonato durante a passagem no canal do parto seja responsável pela diminuição dos neuroesteróides, uma técnica denominada manobra de Squeeze foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Davis, baseada na teoria da exterogestação em humanos, realizada principalmente com bebês prematuros. Além disso, o contato corporal da mãe com o bebê reproduz condições uterinas que estimulam o declínio pós natal natural dos neuroesteróides, que por sua vez, promovem a adaptação à vida extrauterina, especialmente em neonatos nascidos por cesárea, os quais demonstram declínio mais lento destes hormônios (MCCALLIE., 2017). A manobra de Squeeze consiste em envolver o tórax do potro de uma maneira específica com uma corda e exercer pressão moderada por 20 minutos, mimetizando a pressão exercida sobre o feto no canal do parto. Potros com SMN submetidos à manobra desenvolvem um estado de sonolência, semelhante à condição uterina durante a compressão no canal do parto, e subsequentemente, uma resposta rápida após a descompressão, com estado de consciência alerta e ativo. Recentemente, a técnica foi reproduzida bezerros nascidos por cesárea (STIWELL et al, 2019) e cordeiros que resultaram redução no tempo para ficar em pé, para procurar o úbere e para mamar (FLORA et al, 2021).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (14) / Especialização: (4) / Mestrado acadêmico: (7) . , Integrantes: Gabriela Camillo - Integrante / Bruna da Rosa Curcio - Integrante / Carlos Eduardo Wayne Nogueira - Coordenador / ANDRESSA GARCIA MOTTA - Integrante / ELIZA MOREIRA PIEMOLINI - Integrante / GABRIELA CASTRO DA SILVA - Integrante / GABRIELA MAROCCO RAPHAELLI - Integrante / GIOVANA MANCILLA PIVATO - Integrante / ISADORA PAZ OLIVEIRA DOS SANTOS - Integrante / JAYNE DA ROSA PEDROZO - Integrante / MANOELA FÁTIMA PACHECO - Integrante / MILENA MIOLO ANTUNES - Integrante / PALOMA BEATRIZ JOANOL DALLMANN - Integrante / RAFAELA AMESTOY DE OLIVEIRA - Integrante / RAFAELA BASTOS DA SILVA - Integrante / RAPHAEL AZEVEDO FIORETTI - Integrante / LEANDRO AMERICO RAFAEL - Integrante / MARCOS EDUARDO NETO - Integrante / MARGARIDA AIRES DA SILVA - Integrante / MARIANA ANDRADE MOUSQUER - Integrante / NATÁLIA BUCHHORN DE FREITAS - Integrante / NATHALIA MASKE FISS - Integrante / RAFAELA PINTO DE SOUZA - Integrante / REBECA SCALCO - Integrante / TALITA VITORIA OLIVEIRA FABOSSA - Integrante / THAIS FEIJO GOMES - Integrante / ROBERTA WILBORN - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2018 - 2018

Hospital de clínicas veterinárias da UFPEL, HCV, Brasil.

Vínculo: Treinamento extracurricular, Enquadramento Funcional: Treinamento extracurricular, Carga horária: 6

Outras informações:
Treinamento extracurricular no setor de pequenos animais, como atividade do Projeto "Atendimento no Hospital de Clínicas veterinária para treinamento em Serviço e Formação de Recursos Humanos"

2021 - 2021

Hospital de clínicas veterinárias da UFPEL, HCV, Brasil.

Vínculo: Treinamento extracurricular, Enquadramento Funcional: Treinamento extracurricular, Carga horária: 62

Outras informações:
Treinamento extracurricular no setor de Equinos, como atividade do Projeto "Atendimento no Hospital de Clínicas veterinária para treinamento em Serviço e Formação de Recursos Humanos"

2019 - 2019

Hospital de clínicas veterinárias da UFPEL, HCV, Brasil.

Vínculo: Treinamento extracurricular, Enquadramento Funcional: Treinamento extracurricular, Carga horária: 6

Outras informações:
Treinamento extracurricular no setor de Equinos, como atividade do Projeto "Atendimento no Hospital de Clínicas veterinária para treinamento em Serviço e Formação de Recursos Humanos"

2022 - 2022

Equine Center

Vínculo: Estágio extra-curricular, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 40

2022 - 2022

Haras Springfield

Vínculo: Estágio extracurricular, Enquadramento Funcional: Estagiário extracurricular, Carga horária: 128

Outras informações:
Atividades nas áreas de Clínica Equina, Manejo de Haras, Reprodução e Neonatologia.

2022 - 2022

Stud don Juan

Vínculo: Estágio extracurricular, Enquadramento Funcional: Estagiário extracurricular, Carga horária: 80

Outras informações:
Atividades nas áreas de Clínica Equina, Manejo de Haras, Reprodução e Neonatologia.

2023 - 2023

Pferdeklinik Aschheim

Vínculo: Estágio extracurricular, Enquadramento Funcional: Estagiário extracurricular, Carga horária: 40

Outras informações:
Atividades nas áreas de clínica e cirurgia equina, ganhando conhecimento em casos de ortopedia, cirurgia e neurologia, curativos, radiologia, ultrassonografia, mielografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética, anestesia, medicina interna e rotina de emergência.