Victoria Leal Steckelberg

Possui graduação em Medicina pela Universidade Evangélica de Goiás (2023). Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Medicina, atuando principalmente nos seguintes temas: medicina preventiva e ortopedia.

Informações coletadas do Lattes em 23/10/2024

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Medicina

2017 - 2023

Universidade Evangélica de Goiás, UniEVANGELICA

Ensino Médio (2º grau)

2013 - 2015

Colégio Delta - Anápolis

Formação complementar

2023 -

Extensão universitária em POS GRADUAÇÃO EM MEDICINA DE URGENCIA E EMERGENCIA. (Carga horária: 360h). , Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, FICSAE, Brasil.

2023 - 2023

ACLS. , American Heart Association, AHA, Estados Unidos.

2023 - 2023

PALS. , American Heart Association, AHA, Estados Unidos.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Libras

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina.

Organização de eventos

STECKELBERG, V. L. . XV Congresso Médico da Universidade Católica de Brasília. 2020. (Congresso).

Produções bibliográficas

  • GODOY, A. M. ; STECKELBERG, V. L. ; MOREIRA, C.A.M. ; WANTUIL, J. P. B. ; DOS REIS, V. V. ; NASCIMENTO, D. D. B. . Desmonte e sucateamento do SUSe desumanização dos espaços de saúde: um relato de experiência. REVISTA EDUCAÇÃO EM SAÚDE , v. 7, p. 155-159, 2019.

  • STECKELBERG, V. L. ; ALMEIDA, A. L. C. ; MOREIRA, C.A.M. ; CALAZANS, M. H. M. ; JAIME, J. C. ; PINA, M. F. A. . A eficiência do plasma rico em plaquetas no tratamento degenerativo de discos intervertebrais e suas manifestações clínicas.. In: 14 Mostra de Saúde e X Encontro Científico do Curso de Medicina da UniEVANGÉLICA., 2018, Anápolis. Anais da 14 Mostra de Saúde e X Encontro Científico do Curso de Medicina da UniEVANGÉLICA.. Anápolis, 2018. v. 14. p. 33-36.

  • STECKELBERG, V. L. ; MOREIRA, C.A.M. ; GODOY, A. M. ; WANTUIL, J. P. B. ; DOS REIS, V. V. ; NASCIMENTO, D. D. B. . Filhas da dor: uma abordagem sobre violência obstétrica.. In: III CIPEEX - Ciência para a redução das desigualdades, 2018, Anápolis. III CIPEEX - Ciência para a redução das desigualdades / XV Mostra de Saúde - 10 anos do Curso de Medicina, 2018. v. 2. p. 1-12.

  • STECKELBERG, V. L. ; MOREIRA, C.A.M. ; GODOY, A. M. ; WANTUIL, J. P. B. ; DOS REIS, V. V. ; SILVEIRA, M. M. M. ; USEVICIUS, P. M. A. . O impacto do exame clinico objetivo estruturado (osce) sob a perspectiva discente: formação médica e saúde mental. In: 17ª MOSTRA DE SAUDE DO CURSO DE MEDICINA DA UNIEVANGELICA, 2019, Anápolis. RESU?Revista Educação em Saúde:, 2019. v. 7. p. 36-36.

Projetos de pesquisa

  • 2019 - 2021

    Repercussões do OSCE na jornada acadêmica dos discentes de medicina da Universidade Evangélica de Goiás, Descrição: O Exame Clínico Objetivo Estruturado é um exame que surgiu para avaliar outras competências dos alunos, para além do aprendizado. Recentemente tornou-se padrão-ouro de avaliação, por ser o exame com maior validade e confiabilidade e passou então a ser amplamente utilizado nas escolas médicas atuais, incluindo a faculdade de medicina da Universidade Evangélica de Goiás. Nesse aspecto, após a criação e popularização do OSCE, inúmeros estudos foram desenvolvidos na tentativa de aperfeiçoar o método, sobretudo nas propriedades de padronização e objetividade do exame. Nesse sentido, o objetivo desse trabalho foi identificar as repercussões do OSCE para formação médica e saúde mental dos avaliados a partir da perspectiva discente na Universidade Evangélica de Goiás, localizada em Anápolis. Este estudo possui caráter quantitativo, transversal e descritivo. Com o alicerce de que o curso de medicina da UniEVANGÉLICA utiliza o OSCE como ferramenta avaliativa desde a sua fundação em todos os períodos, o estudo em questão obteve como população estudantes de medicina do 3º ao 10º períodos, ou seja, avaliou-se o OSCE dos primeiros quatro anos de faculdade, excluindo se os exames realizados no período do internato. Responderam ao questionário virtual um total de 228 alunos, sendo a maioria de idade entre 18 a 21 anos (n=113) e do sexo feminino (n=153). Constatou-se que o checklist é amplamente utilizado, já que em todos os períodos os resultados foram maiores que 83%. Além disso, a maioria dos discentes considera que os ambientes simulados do OSCE foram coerentes com temas previamente demonstrados em cenários de práticas, como demonstrado pelo sexto período, em que 70,2% concorda com a afirmação. Grande parte julgou o OSCE como um bom método avaliativo (51,4% no sétimo período). Por fim, 73% dos alunos do sétimo período afirmaram se sentir estressados ao realizar a prova. Pode-se concluir que a perspectiva discente em relação às consequências do OSCE para formação médica é positiva, haja vista que o exame é um bom método avaliativo e possibilita aprendizagem.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Especialização: (1) . , Integrantes: Victoria Leal Steckelberg - Coordenador / CAIO ALEXANDRE MENDES MOREIRA - Integrante / ARTUR MEDEIROS DE GODY - Integrante / JOAO PEDRO BRANDAO WANTUIL - Integrante / VINICIUS VIEIRA DOS REIS - Integrante / CRISTIANA MARINHO DE JESUS FRANÇA - Integrante / FABRICIO MEDEIROS SILVA - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2019 - 2021

Universidade Evangélica de Goiás, UniEVANGELICA

Vínculo: , Enquadramento Funcional: