Gilberto Caetano Manzoni

Possui graduação em Oceanografia pela Fundação Universidade Federal do Rio Grande (1987), mestrado em Aquicultura pela Universidade Federal de Santa Catarina (1994) e doutorado em Aquicultura pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2005). Atualmente é coordenador do Centro Experimental de Maricultura da Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI). Tem experiência na área de Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca, com ênfase em Maricultura, atuando principalmente nos seguintes temas: MARICULTURA; Cultivo de moluscos ( ostras, pecten, mexilhão e almejas (berbigões), Monitoramento ambiental em áreas de cultivo. Pesquisas com Fluxo de Gases do Efeito Estufa em áreas de Maricultura. Controle Higiênico Sanitário de moluscos Bivalves, Associativismo, Cooperativismo de maricultores; Cultivo de peixes marinhos (robalos, garoupas, bijupira, sardinhas), Desenvolvimento de Tecnologia de cultivo de moluscos e peixes em tanques redes. Cultivo de macroalgas (Gracilaria sp; Kappaphycus alvarezzi). Colabora na execução e coordenação de projetos na área de recuperação de aves marinhas desde 1996. Trabalha com pesquisa, ensino e extensão na área de cultivo de moluscos, macroalgas e peixes marinhos em Santa Catarina a 30 anos. Integrante da Câmara Setorial de Maricultura, do Comitê Higiênico Sanitário de Moluscos Bivalves, da Rede Catarinense de Piscicultura Marinha, da Rede Nacional de Pesquisa e Monitoramento Ambiental da Aquicultura em Águas da União,

Informações coletadas do Lattes em 31/08/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Aquicultura

2001 - 2005

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
Título: CULTIVO DE MEXILHÕES Perna perna; EVOLUÇÃO DA ATIVIDADE NO BRASIL E AVALIAÇÃO ECONÔMICA DA REALIDADE DE SANTA CATARINA
, Ano de obtenção: 2005. Maria Inez Espagnoli Geraldo Martins. Palavras-chave: Perna perna; Mexilhão; MOLUSCOS; Mitilicultura; Avaliação Econômica.Grande área: Ciências AgráriasSetores de atividade: Pesca, Aqüicultura e Maricultura.

Mestrado em Aqüícultura

1990 - 1994

Universidade Federal de Santa Catarina
Título: ASPECTOS DA BIOLOGIA DE NODIPECTEN NODOSUS (LINNAEUS, 1758) (MOLLUSCA:BIVALVIA), NOS ARREDORES DA ILHA DO ARVOREDO (SANTA CATARINA- BRASIL), COM VISTA À UTILIZAÇÃO À AQUICULTURA, Ano de Obtenção: 1994
Orientador: CARLOS ROGERIO POLI
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: PECTEN; MOLUSCOS; BIOLOGIA REPRODUTIVA; Cultivo; VIEIRA; ILHA DO ARVOREDO. Grande área: Ciências AgráriasSetores de atividade: Produção Animal, Inclusive Serviços Veterinários; Produtos e Processos Biotecnológicos; Pesca, Aqüicultura e Maricultura.

Graduação em Oceanografia

1984 - 1987

Universidade Federal do Rio Grande

Formação complementar

2019 - 2019

Gestão superior: Encontro com o Reitor. (Carga horária: 4h). , Universidade do Vale do Itajaí, UNIVALI, Brasil.

2019 - 2019

A extensão universitária na promoção dos objetivos do desenvolvimento sust. (Carga horária: 4h). , Universidade do Vale do Itajaí, UNIVALI, Brasil.

2019 - 2019

Casos de Ensino: metodologias ativas. (Carga horária: 4h). , Universidade do Vale do Itajaí, UNIVALI, Brasil.

2015 - 2015

Programa de Formação Continuada para Docentes do Ensino Superior da UNIVALI. (Carga horária: 44h). , Universidade do Vale do Itajaí, UNIVALI, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca / Subárea: Aqüicultura/Especialidade: Maricultura.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca / Subárea: Aqüicultura/Especialidade: Cultivo de Macroalgas.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca / Subárea: Aqüicultura/Especialidade: Piscicultura.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Sociologia.

Grande área: Ciências Biológicas / Área: Zoologia.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca / Subárea: GESTAO AMBIENTAL.

Organização de eventos

GREGOLIM, A. ; Sant' Ana , R. ; MANZONI, GILBERTO C. . EXPOMAR 25 - CONGRESSO NTERNACIONAL DE PESCA E AQUICULTURA - PAINEL BLUE FISH O crescimento azul da pesca e maricultura em um oceano em transformaçãoclimática. 2024. (Congresso).

LAPA, K. R. ; RODRIGUES, R. A. ; MANZONI, G. C. . X Aquaciência - Congresso Brasileiro de Aquicultura e Biologia Aquática. 2023. (Congresso).

MANZONI, G. C. . 17º Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar - COLACMAR`2017 (com. cient.). 2017. (Congresso).

MANZONI, G. C. . 17º Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar - COLACMAR`2017. 2017. (Congresso).

MANZONI, G. C. . Beneficiamento de Pescados e Aproveitamento de seus Resíduos - Brasil e Espanha. 2016. (Outro).

MANZONI, G. C. ; KUROSHIMA, K. N. ; PEREZ, J. A. A. . Congresso Brasileiro de Oceanografia. 2014. (Congresso).

DIEHL, F. L. ; MANZONI, G. C. . CONGRESSO LATINO AMERICANO DE CIENCIAS DO MAR. 2011. (Congresso).

Participação em eventos

20º Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar ? COLACMAR?2024. Aspectos legais e sanitários associados ao cultivo de moluscos marinhos no Brasil. 2024. (Congresso).

EXPOMAR - CONGRESSO INTERNACIONAL DA PESCA E MARICULTURA. Mexilhões invasores: Problemas ou oportunidades?. 2024. (Congresso).

EXPOMAR - SEMINARIO INTERNACIONAL DA PESCA E MARICULTURA.Produção de macroalgas como contribuição à mitigação das mudanças climáticas. 2024. (Seminário).

X Aquaciência - Congresso Brasileiro de Aquicultura e Biologia Aquática. Cultivo de Moluscos no Brasil. 2023. (Congresso).

III Seminário e Curso Internacional Ostra e Comunidades.Moluscos e Comunidades, cultivos com origem e qualidade comprovada. 2019. (Seminário).

III Seminário e Curso Internacional Ostra e Comunidades. 2019. (Seminário).

International Fish Congress & Fish Expo Brasil. O Desenvolvimento da Maricultura no Brasil: Avanços e desafios tecnológicos, econômicos e de regulamentação. 2019. (Congresso).

VIII Aquaciência. Crescimento da Sardinha verdadeira Sardinbella brasiliensis cultivadas na Enseada do Itapocoroy (Penha , SC, Br) durante o verão de 2018. 2018. (Congresso).

VIII Aquaciência. Sobrevivência das larvas pediveliger de Vieiras Nodipecten nodosus (Linnaeus, 1758) (Mollusca, Pectinidae) em diferentes condições de assentamento remoto. 2018. (Congresso).

XVI Semaqui - Semana Acadêmica do Curso de Engenharia de Aquicultura.Crescimento e recuperação de pré-sementes do mexilhão Perna perna em sistema fixo flutuante. 2018. (Outra).

XVI Semaqui - Semana Acadêmica do Curso de Engenharia de Aquicultura.Sobrevivência e crescimento de larvas do mexilhão Perna perna (Linnaeus, 1758) assentadas sob diferentes substratos, sistemas de cultivo e validade do indutor (L-DOPA). 2018. (Outra).

17º Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar - COLACMAR`2017. 2017. (Congresso).

17º Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar - COLACMAR`2017. DESENVOLVIMENTO DE MOLUSCOS, MACROALGAS E MONITORAMENTO DE QUALIDADE DE ÁGUA EM SISTEMAS DE MONOCULTIVO E MULTITRÓFICOS, NA ENSEADA DA ARMAÇÃO DO ITAPOCOROY (26º58'S; 48º38'W) - PENHA, SC, BRASIL. 2017. (Congresso).

17º Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar - COLACMAR`2017. RECUPERAÇÃO DE LARVAS Nodipecten nodosus (L. 1758) TRANSPORTADAS EM DIFERENTES TEMPERATURAS E EMBALAGENS. 2017. (Congresso).

17º Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar - COLACMAR`2017. EFEITO DA DENSIDADE NO CRESCIMENTO E RECUPERAÇÃO DE SEMENTES DO MEXILHÃO Perna perna (LINNAEUS,1758) EM ASSENTAMENTO REMOTO. 2017. (Congresso).

17º Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar - COLACMAR`2017. Avaliação do potencial de crescimento em cultivo da macroalga gracilaria domingensis (gracilariaceae, rhodophyta) em distintas metodologias no Parque Aquícola da Enseada da Armação do Itapocoroy (Penha, Santa Catarina). 2017. (Congresso).

Fórum Integrado de Extensão 2017. 2017. (Outra).

III Simpósio Ciência e Tecnologia Ambiental. 2017. (Simpósio).

XV Semaqui/UFSC - Semana da Aquicultura.Cultivo de pré-sementes de vieiras Nodipecten nodosus em sistema suspenso fixo flutuante. 2017. (Outra).

XV Semaqui/UFSC - Semana da Aquicultura.Sobrevivência de juvenis de vieiras Nodipecten nodosus, em simulação de transporte, utilizando a metodologia de Sandwichs. 2017. (Outra).

Fórum Integrado de Extensão 2016. 2016. (Outra).

II EPRAM - Encontro Paranaense de Malacologia.Desenvolvimento tecnológico de produção de pérolas nos moluscos cultivados no estado de Santa Catarina. 2015. (Encontro).

CBO`2014 - Congresso Brasileiro de Oceanografia. Avaliação da bioacumulação e efeito fisiologico de cobre em diferentes tecidos de Sardinella brasiliensis (Steindachner, 1879). 2014. (Congresso).

Congresso Brasileiro de Oceanografia. AVANÇOS CIENTÍFICOS NA AQUICULTURA BRASILEIRA. 2014. (Congresso).

VIII SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE AQUICULTURA e Feira Nacional do Camarao.CRESCIMENTO E RELAÇAO GONADA SOMATICA DA SARDINHA-VERDADEIRA, SARDINELLA BRASILIENSIS (STEINDACHNER, 1879) CULTIVADA EM TANQUE REDE NA ENSEADA DO ITAPOCORÓI (PENHA - SC). 2014. (Simpósio).

19 th INTERNATIONAL PECTINID WORKSHOP.Morphometric relations of scallop Nodipecten nodosus (Linnaeus, 1758) collected in environment (Arvored Island) and Cultived in Itapocoroy Bay (Penha - SC- Brasil). 2013. (Outra).

III Semana Acadêmica de Engenharia de Pesca.Projeto Isca Viva com Sardinha em tanque rede. 2013. (Outra).

I Seminario Estadual de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves. 2013. (Seminário).

IV Congresso Brasileiro de Aquicultura de Espécies Nativas. Gestão Ambiental na Aquicultura. 2013. (Congresso).

Workshop sobre a ocupação ordenada de áreas aquícolas s. 2013. (Outra).

CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE CIENCIAS DO MAR. Aquicultura Marinha na America Latina: Produção e Tendencias. 2011. (Congresso).

II Simposio Internacional de Aquicultura e Pesca.Crecimento de Robalo Peva (centropomus paralellus) em diferentes densidades em tanque-rede na Fase de Pré engorda no outono-inverno. 2011. (Simpósio).

World Aquaculture, 2011.- Paines sobre moluscos e peixes marinhos. 2011. (Simpósio).

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE OCEANOGRAFIA. Crescimento e sobrevivencia do Berbigao Anomalocardia Brasiliana (Mollusca:Bivalvia) em sistema de cultivo de fundo, na reserva extrativista marinha do Pirajubaé, Florianopolis, Santa Catarina. 2010. (Congresso).

Transferencia de conocimiento y tecnologia de cultivo de mejillones a comunidades en la Peninsula de Araya, Estado Sucre, Venezuela.Cultivo de Mexilhoes no Brasil. 2010. (Seminário).

I Seminario Internacional de Biologia, Cultivo e Manejo de Moluscos deAreia. 2009. (Seminário).

Aquaciencia 2008. Produção Indenizada de Mexilhoes Perna perna em Sao Francisco do Sul (SC), decorrente do vazamento de oleo da Embarcação Norsul -12. 2008. (Congresso).

III Congresso Brasileiro de Oceanografia. Cultivo de Moluscos Marinhos no Brasil: Situação Atual e Perspectivas. 2008. (Congresso).

IV Seminario da Maricultura Alagoana.Potencias para a Maricultura Brasileira. 2008. (Seminário).

Congresso Latino Americano de Ciencias do Mar. Curso sobre Cultivo de Moluscos Marinhos no Brasil. 2007. (Congresso).

Congresso Latino Americano de Ciencias do Mar.Aquicultura no Brasil - Produção e Tendencias. 2007. (Seminário).

Seminario Estadual de Ostreicultura em Alagoas.Estrategias para o desenvolvimento do setor da maricultura. 2007. (Seminário).

XVIII Encontro Brasileiro de Ictiologia.Piscicultura Marinha no Brasil (Mesa Redonda). 2007. (Encontro).

Aquaciencias2006. CURSO SOBRE CULTIVO DE MOLUSCOS BIVALVES. 2006. (Congresso).

II seminario de aquicultura, maricultura e pesca - AQUAFAIR.PALESTRA SOBRE PRODUÇÃO DE MEXILHÕES. 2006. (Seminário).

II SEMINÁRIO DE GESTÃO SOCIOAMBIENTAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AQÜICULTURA E DA PESCA NO BRASIL - II SEGAP.Aquicultura Sustentável. 2006. (Seminário).

Seminario Estadual de Maricultura.Viabilidade Economica da Produçào e Estrategias de comercializaçao de moluscos. 2006. (Seminário).

SEMINARIO TECNICO DA VIII FENAOSTRA.Produçao de Larvas de Berbigão (Anomalocardia brasiliana) em laboratório. 2006. (Seminário).

Encontro Brasileiro de Malacologia.Produçao de sementes de Mexilhoes Perna perna em laboratorio: uma discussao da viabilidade tecnica e economica desta alternativa. 2005. (Encontro).

Aquaciencias.Mini Curso Planejamento e Projetos em Aqüicultura. 2004. (Outra).

Simpósio Mercosul de Aqüicultura. VIII Congresso Latino Americano de Aqüicultura (LAC - WAS). 2004. (Congresso).

Seminarios dos Grupos de Pesquisa - ACAFE.SEMINARIOS DOS GRUPOS DE PESQUISA - ACAFE. 2003. (Seminário).

WORLD AQUACULTURE. WORLD AQUACULTURE - CONGRESSO MUNDIAL DE AQUACULTURA. 2003. (Congresso).

CONSULTA TECNICA DEL PROYECTO II.6 :.REUNIÃO DE PESQUISADORES IBERO-AMERICANOS QUE DESENVOLVEM TRABALHOS COM PECTINIDEOS. 2002. (Outra).

REUNIÃO DE PESQUISA E ORDENAMENTO PARA O CULTIVO DE MEXILHÕES (Perna perna ), NAS REGIÕES SUDESTE E SUL DO BRASIL.REUNIÃO DE PESQUISA E ORDENAMENTO PARA O CULTUIVO DE MEXILHÕES (Perna perna), NAS REGIÕES SUDESTE E SUL DO BRASIL. 2002. (Encontro).

SEMINARIO ESTADUAL DA MARICULTURA NO RIO DE JANEIRO.SEMINARIO ESTADUAL DA MARICULTURA NO RIO DE JANEIRO PALESTRA SOBRE O CULTIVO DE OSTRAS E SEUS ASPECTOS TECNOLOGICOS. 2002. (Seminário).

VI ENCONTRO CATARINENSE DE AQUICULTURA.VI ENCONTRO CATARINENSE DE AQUICULTURA. 2002. (Encontro).

XXIV CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOLOGIA. XXIV CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOLOGIA. 2002. (Congresso).

workshop latino americano - cultivo de los pectinidos gigantes del genero nodipecten : Problemas e perspectivas.WORK SHOP LATINO AMERICANO- CULTIVO DE LOS PECTINIDOS GIGANTES DEL GENERO NODIPECTE:PROBLEMAS Y PERSPECTIVAS. 2001. (Oficina).

WORKSSHOP NACIONAL PLATAFORMA DO AGRONEGÓCIO DO CULTIVO DE MOLUSCOS BIVALVES.WORKSHOP NACIONAL PLATAFORMA DO AGRONEGÓCIO DO CULTIVO DE MOLUSCOS BIVALVES. 2001. (Oficina).

II ENCONTRO LATINOAMERICANO DE ORGANISMOS AQUATICOS / VI ENCONTRO BRASILEIRO DE PATOLOGISTAS DE ORGANISMOS AQUATICOS. 2000. (Encontro).

SEMINÁRIO:AQUICULTURA SUSTENTÁVEL. 2000. (Seminário).

SIMPÓSIO BRASILEIRO SOBRE PRAIAS ARENOSA MORFODINÃMICA,ECOLOGIA, USOS,RISCOS E GESTÃO. 2000. (Simpósio).

XIII SEMANA NACIONAL DE OCEANOGRAFIA. XIII SEMANA NACIONAL DE OCEANOGRAFIA. 2000. (Congresso).

XI SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA.XI SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA/ MEMBRO DA COMISSÃO EDITORIAL. 2000. (Simpósio).

I ENCONTRO SOBRE ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES MARINHOS.I ENCONTRO SOBRE ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES MARINHOS. 1999. (Encontro).

II ENCONTRO PARANAENSE DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL.II ENCONTRO PARANAENSE DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL. 1999. (Encontro).

I SEMINÁRIO SUL DE AQUICULTURA - AQUICULTURA COM QUALIDADE.I SEMINÁRIO SUL DE AQUICULTURA- AQUICULTURA:PRODUÇÃO COM QUALIDADE. 1999. (Seminário).

SEMINÁRIO INTEGRADO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA.SEMINÁRIO INTEGRADO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. 1999. (Seminário).

VIII CONGRESSO LATINOAMERICANO SOBRE CIENCIAS DEL MAR. VIII CONGRESSO LATINOAMERICANO SOBRE CIENCIAS DEL MAR. 1999. (Congresso).

XII SEMANA NACIONAL DE OCEANOGRAFIA. XII SEMANA NACIONAL DE OCEANOGRAFIA. 1999. (Congresso).

I CONGRESSO SUL-AMERICANO DE AQUICULTURA X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA. I CONGRESSO SUL-AMERICANO DE AQUICULTURA X SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA. 1998. (Congresso).

I ENCONTRO BRASILEIRO SOBRE DEPURAÇÃO DE MOLUSCOS. 1998. (Encontro).

II WORKSHOP REGIONAL SUL SOBRE O MAR. 1998. (Oficina).

IV SEMINÁRIO INTEGRADO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA.\. 1998. (Seminário).

I WORKSHOP-A COMUNICAÇÃO DA CIÊNCIA. 1998. (Oficina).

V ENCONTRO BRASILEIRO DE ECOTOXICOLOGIA. 1998. (Encontro).

VIII CONGRESSO LATINOAMERICANO SOBRE CIENCIA DO MAR. VIII CONGRESSO LATINOAMERICANO SOBRE CIENCIA DO MAR. 1997. (Congresso).

X SEMANA NACIONAL DE OCEANOGRAFIA. X SEMANA NACIONAL DE OCEANOGRAFIA. 1997. (Congresso).

XV ENCONTRO BRASILEIRO DE MALACOLOGIA.XV ENCONTRO BRASILEIRO DE MALACOLOGIA. 1997. (Encontro).

III REUNIÃO BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIENCIA.III REUNIÃO ESPECIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIENCIA. 1996. (Outra).

II SEMINÁRIO INTEGRADO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA.II SEMINÁRIO ITEGRADO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. 1996. (Seminário).

SEMINÁRIO SOBRE PESCA E AQUICULTURAEM SANTA CATARINA . HISTÓRICO, REALIDADE E PERSPECTIVA.SEMINÁRIO SOBRE PESCA E AQUICULTURA EM SANTA CATARINA ,HISTORICO, REALIDADE E PERSPECTIVA. 1996. (Seminário).

VI CONGRESSO LATINOAMERICANO SOBRE CIENCIAS DEL MAR. VI CONGRESSO LATINOAMERICANO SOBRE CIENCIAS DEL MAR. 1995. (Congresso).

VIII SEMANA NACIONAL DE OCEANOGRAFIA. VIII SEMANA NACIONAL DE OCEANOGRAFIA. 1995. (Congresso).

XIV ENCONTRO BRASILEIRO DE MALACOLOGIA II CONGRESSO LATINOAMERICANO DE MALACOLOGIA.XIV ENCONTRO BRASILEIRO DE MALACOLOGIA II CONGRESSO LATINOAMERICANO DE MALACOLOGIA. 1995. (Encontro).

I ENCONTRO CATARINENSE DE PRODUTORES DE MOLUSCOS MARINHOS.I ENCONTRO CATARINENSE DE PRODUTORES DE MOLUSCOS MARINHOS. 1993. (Encontro).

XIII ENCONTRO BRASILEIRO DE MALACOLOGIA. XIII ENCONTRO BRASILEIRO DE MALACOLOGIA. 1993. (Congresso).

VII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA.VII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA. 1992. (Simpósio).

I ENCONTRO REGIONAL SUL DE AQUICULTURA V ENCONTRO CATARINENSE DE AQUICULTURA.I ENCONTRO REGIONAL SUL DE AQUICULTURA V ENCONTRO CATARINENSE DE AQUICULTURA. 1991. (Encontro).

II CURSO INTERNACIONAL EN CULTIVO DE MOLUSCOS.III CURSO INTERNACIONAL EN CULTIVO DE MOLUSCOS. 1990. (Oficina).

VI SIMPÓSIO LATINOAMERICANO DE AQUICULTURA V SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA. 1990. (Simpósio).

II SEMANA NACIONAL DE OCEANOGRAFIA. 1986. (Congresso).

I SEMANA NACIONAL DE OCEANOGRAFIA. 1984. (Congresso).

Participação em bancas

Aluno: Nathália Byrro Gauthier

CAVALLI, R. O.; ROMANO, L. A.;MANZONI, G. C.. Avaliação de técnicas de indução a desova do marisco branco Amarilladesma mactroides (Reeve, 1854). 2020. Dissertação (Mestrado em Aqüicultura) - Universidade Federal do Rio Grande.

Aluno: Lincon Jose Brunetto

Melo, C.M.R; MARQUES, H. L. A.;MANZONI, G. C.. Cultivo da Ostra Crassostrea gasar em diferentes densidades. 2018. Dissertação (Mestrado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Robson Cardoso da Costa

Melo, C.M.R; ALBUQUERQUE, M. C. P.;MANZONI, G. C.. Assentamento remoto de larvas de vieiras Nodipecten nodosus (Linnaeus, 1758). 2018. Dissertação (Mestrado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Suelen Eskelsen

WEBER, R. A.; PRETO, A. L.;MANZONI, G. C.. Avaliação da Transferência da metodologia de assentamento remoto de larvas de mexilhão Perna perna no Litoral norte de Santa Catarina. 2018. Dissertação (Mestrado em Pós Graduação em Produção e Sanidade Animal) - Instituto Federal Catarinense.

Aluno: Virgínia Naide Silva

CERQUEIRA, V.R.;MANZONI, G. C.; ZANIBONI FILHO, E.; MOURINO, J. L. P.. Efeito de altas temperaturas no crescimento e nas respostas fisiológicas ao estresse de juvenis de robalo-flecha (Centropomus undecimalis). 2016. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Aqûicultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Cassiane Tatsch

RESGALA JUNIOR, C.;MANZONI, G. C.PEREIRA FILHO, J.; SCHWINGEL, P.R.; CERQUEIRA, V.R.. Alimentação e seletividade alimentar de juvenis de Sardinha-verdadeira (Sardinella brasiliensis) em tanques-rede na Enseada da Armação do Itapocoroy (SC). 2015. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia Ambiental) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Aline Thomasi da Silva

Melo, C.M.R; SUHNEL, S.; MARQUES, H. L. A.; ALBUQUERQUE, M. C. P.;MANZONI, G. C.. Cultivo de ostras Crassostrea gasar (Adanson, 1757) em diferentes sistemas de cultivo. 2015. Dissertação (Mestrado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: João Henrique Vargas

CERQUEIRA, V.R.; ZANIBONI FILHO, E.;MANZONI, G. C.; ARANA, L. A. V.. Salinidade letal media e cultivo de juvenis de sardinha verdadeira (Sardinella brasiliensis) em dif. 2015. Dissertação (Mestrado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: [Nome removido após solicitação do usuário]

MARQUES, M. R. F.;MANZONI, G. C.; ANDRADE, G. J. P. O.; ALBUQUERQUE, M. C. P.. Respostas moleculares em ostras, Crassostrea gazar (Adanson, 1757), expostas a água coletada na enseada e em áreas de cultivo de moluscos em Balneário Camboriú, SC. 2015. Dissertação (Mestrado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Eduardo Jaques Cubas

PEREIRA FILHO, J.MANZONI, G. C.KUROSHIMA, K. N.; SCHWINGEL, P.R.; CERQUEIRA, V.R.. Avaliação da qualidade de água em cultivo experimental da Sardinha-Verdadeira (Sardinella brasiliensis), para uso como isca viva.. 2014. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia Ambiental) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Juan Jethro Silva Santos

ROMANO, L. A.; POERSCH, L. H.; LOPES, D. L. A.;MANZONI, G. C.. Perfil Imunológico do Marisco Branco Mesodesma mactroides (MESODESMATIDAE) do litoral sul do Rio Grande do Sul. 2014. Dissertação (Mestrado em Aqüicultura) - Universidade Federal do Rio Grande.

Aluno: Fernanda Liebl

CERQUEIRA, V.R.; NUNER, A. P. O.; ZANIBONI FILHO, E.;MANZONI, G. C.. Desempenho de Juvenis de robalo-peva (Centropomus parallelus) e robalo flecha (Centropomus undecimalis) cultivados em água doce. 2013. Dissertação (Mestrado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Paola Priscilla Bueckheimer de Macedo

MASUNARI, S.;MANZONI, G. C.; CORREA, M. F. M.. Fauna associada ao cultivo de vierias Nodipecten nodosus (Linnaeus, 1758) (Mollusca, Pectinidae) na Enseada da Armação do Itapocoroy- Penha-SC". 2012. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas (Entomologia)) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Roberta da Rosa Marques Moraes

BAINY, A. C. D.;MANZONI, G. C.; FERREIRA, J. F.. Respostas bioquímicas do músculo adutor de juvenis e adultos de vieiras Nodipecten nodosus (Linnaeus, 1758) Expostas ao ar. 2012. Dissertação (Mestrado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Yuri Bovi Morais Carvalho

FERREIRA, J. F.; RUPP, G. S.;MANZONI, G. C.. Fatores que afetam a produção de pré-sementes da vieira Nodipecten nodosus (linnaeus, 1758) em laboratorio no sul do Brasil. 2010. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Aqûicultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Lineu Brito

BRANDINI, F. P.; ABSHER, T. M.;MANZONI, G. C.. Efeito da Salinidade sobre o crescimento da ostra nativa Crassotrea rhizophorae (Guilding, 1828) como subsidio ao desenvolvimento da malacocultura de especies nativas em mar aberto. 2009. Dissertação (Mestrado em Sistemas Costerios e Oceanicos) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Fabio Neves Colin

MANZONI, G. C.; Ferreira Jr. R.R; Lages, A.M.G. (Orientador). Ostreicultura e Ambiente Institucional:Complementaridade ou Contradição? O estudo de caso de Alagoas. 2009. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente) - Universidade Federal de Alagoas.

Aluno: Gustavo Cunha Salvador

FERREIRA, J. F.; Aime;MANZONI, G. C.. Influencia do tipo de coletor e do tempo de permanencia no mar, na taxa de recuperacao e no crescimento da ostra perlifera nativa Pteria hirundo (l.1758), cultivada no sul do Brasil. 2009. Dissertação (Mestrado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Renata Cristina Silveira

Melo, C.M.R; FERREIRA, J. F.;MANZONI, G. C.. Taxa de Assentamento Larval e recuperaçao de sementes de ostras Crassostrea brasiliana (Lamarck, 1819) com uso de diferentes sistemas de induçao a metamorfose. 2009. Dissertação (Mestrado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Ícaro Gomes Antonio

GALVEZ, A. O.; PEIXOTO, S. R. M.;MANZONI, G. C.; BARROS, J.C.N.; SOARES, R.B.. "Efeitos da salinidade e densidade de estocagem no crescimento e sobrevivência larval da ostra Crassostrea rhizophorae (Guilding, 1828) sob diferentes tempos de troca de água". 2007 - Universidade Federal Ruaral de Pernanbuco.

Aluno: Guilherme Burigo Zanette

FERREIRA, J. F.;MANZONI, G. C.; RUPP, G. S.. "Influência do tipo de coletor e do tempo da larvicultura na taxa de assentamento da vieira Nodipecten Nodosus (L.) em Laboratório". 2007 - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Lucas de Alvarenga Leite

Aime; ARANA, L. A. V.;MANZONI, G. C.. Influencia da predação, parasitismo e densidade de sementes nas perdas de mexilhões Perna perna (L., 1758), cultivados na Baia Norte da Ilha de Santa Catarina. 2007. Dissertação (Mestrado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Eliziane Silva

LAPA, K. R.; MARQUES, H. L. A.;MANZONI, G. C.; Melo, C.M.R. Velocidades de sedimentação vertical e caracterização de fezes e pseudofezes dos moluscos cultivados nas baías da Ilha de Santa Catarina. 2023. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Aqûicultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Graziela Cleuza Vieira

Melo, C.M.R; VIEIRA, F. N.;MANZONI, G. C.; MARQUES, H. L. A.. ?Substituição e suplementação da dieta de moluscos em laboratório com ingredientes alternativos?. 2022. Tese (Doutorado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Marcel Câmara Miraldo

FREITAS, D. M.; VALENTI, W. C.; MACHADO, I. C.; CHRISTOFOLETTI, R. A.;MANZONI, G. C.. Influencia de Processos de Planejamento Espacial Marinho sobre a governança da Aquicultura. 2020. Tese (Doutorado em Biodiversidade Aquática) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Fabíola Santiago Pedrotti

CERQUEIRA, V.R.; MARTINS, M. L.; VALENCA, A. R.;MANZONI, G. C.. Toxicidade aguda de amônia e nitrito em juvenis de robalo flecha Centropomus undecimalis (perciformes:centropomidae). 2018. Tese (Doutorado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Cassio de Oliveira Ramos

Melo, C.M.R;MANZONI, G. C.; LAPA, K. R.. Larvicultura de Crassostrea gigas em sistema de recirculação. 2018. Tese (Doutorado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Manecas Francisco Baloi

CERQUEIRA, V.R.; GARCIA, A. S.; FRACALOSSI, D. M.; ZANIBONI FILHO, E.;MANZONI, G. C.; MOURINO, J. L. P.. Manejo alimentar de Juvenis de sardinha Verdadeira Sardinella brasiliensis (Steindacner). 2017. Tese (Doutorado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Carlos Henrique de Araujo Miranda Gomes

Melo, C.M.R; MAGALHAES, A. R. M.;MANZONI, G. C.; ANDRADE, G. J. P. O.; GUZENSKI, J.. Crescimento e reprodução de duas espécies de ostras do gênero Crassotrea no litoral catarinense. 2016. Tese (Doutorado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Jefferson Francisco Alves Legat

NUNER, A. P. O.; MAGALHAES, A. R. M.;MANZONI, G. C.; MARQUES, H. L. A.; FERREIRA, J. F.; ALBUQUERQUE, M. C. P.. Reproduçao e cultivo da ostra Crassostrea gasar (Adanson, 1757), nos estados do Maranhao e Santa Catarina. 2015. Tese (Doutorado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Angela Puchnick Legat

NUNER, A. P. O.; BAINY, A. C. D.; MAGALHAES, A. R. M.; CAVA, A. M. S.;MANZONI, G. C.; FERREIRA, J. F.. Anestesia e Hibridização Experimental em Laboratório de especies do Genero Crassotrea (BivalveÇOstreidae). 2015. Tese (Doutorado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Francisco Jose Lagreze Squella

Melo, C.M.R; MAGALHAES, A. R. M.;MANZONI, G. C.; MARQUES, H. L. A.; FERREIRA, J. F.; ALBUQUERQUE, M. C. P.. Maturação, larvicultura e depuração do Berbigão Anomalocardia brasiliana. 2014. Tese (Doutorado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: João Guzeski

Bonetti, J; SCHERER, M. E. G.; WOLFF, R. A.; SUPLICY, F. M.;MANZONI, G. C.. Avaliação integrada das condições ambientais e do desempenho produtivo do cultivo de mexilhões e de ostras no estado de Santa Catarina, Brasil. 2013. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Gisele Geraldine Castilho Westphal

OSTRENKY, A.;MANZONI, G. C.. Ecologia da ostra do mangue Crassostrea brasiliana (Lamarck, 1819) em manguezais da baia de Guaratuba-PR". 2012. Tese (Doutorado em Ciências Biológicas (Entomologia)) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Maria Luiza Toschi Maciel

Aime;MANZONI, G. C.; BOEHS, G.; RODRIGUES, J. B. R.; MARTINS, M. L.. Estrategias Sanitarias para as principais enfermidades de moluscos bivalves cultivados no estado de Santa Catarina. 2009. Tese (Doutorado em Aqüícultura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Ruy Avila Wolff

Bonetti, J; PELLERIN, J.; BELTRAME, E.; Sanches Dalloto, R.A;MANZONI, G. C.. "Avaliação da influencia de parametros ambientais das águas proximas à Ilha de Santa Catarina sobre o cultivo de moluscos marinhos". 2007. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: SUSETE WAMBIER CHRISTO

MANZONI, G. C.; ABSHER, T. M.; MARENZI, A. W. C.; KOLM, H. E.; HADDAD, M. A.; BORZONE, C. A.. Aspectos da Biologia de Ostras de Gênero Crassostrea Sacco, 1897 na Baía de Guaratuba (Paraná - Brasil): um subsídio para o cultivo. 2006. Tese (Doutorado em Zoologia) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Luzia Scarduelli Vieira

MANZONI, G. C.; VIEIRA, Luzia Scarduelli. Levantamento dos Amphipoda no sedimento sob o cultivo de mexilhões. 2001. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Biologia Marinha) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Maristela Beckhauser

MANZONI, G. C.; BECKHAUSER, Maristela. Levantamento dos equinodermatas do sedimento sob o cultivo de mexilhões na Enseada da Armação do Itapocoroy. 2001. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Biologia Marinha) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Abigail Magali Cabral Severino

MATAREZZI, J.; ALVES, E. S.;MANZONI, G. C.; PINHEIRO, Y. C. C.. Compostagem caseira:da escola para a comunidade. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Luan César Rosa

Moresco, R.; ALMERINDO, G.;MANZONI, G. C.; GERLACH, O. M. S.. Desenvolvimento de Biofertilizante nonoencapsulado a partir do extrato da alga marinha Kappaphycus alvarezzi. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Química) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Daniel Marcon Pertile

MATAREZZI, J.; PINHEIRO, Y. C. C.;MANZONI, G. C.. A valoração dos serviços ecossistêmicos e a neoliberalização da natureza. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Sara de Marco Fernandes

SILVA, M. A. C.; PESSATTI, M. L.;MANZONI, G. C.. Qualidade Microbiológica de Hambúrgueres de Tilápia (Oreochromis niloticus) e de Sardinha Brasileira (Sardinella brasiliensis). 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Sonia Roig Dorador

KUROSHIMA, K. N.; MARTINEZ , A. M. H.; MARIN, C. B.;MANZONI, G. C.. Metodologia para a análise de microplásticos em mexilhões. Revisão bibliográfica. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Charlie Jansen Silva

RESGALA JUNIOR, C.;MARENZI, A. W. C.MANZONI, G. C.. Análise comparativa das alterações no ambiente bêntico decorrente das atividades de maricultura em três unidades de produção de moluscos, Estado de Santa Catarina. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Marc Sayeg Doin Vieira

WAHRLICH, R.;MANZONI, G. C.; BRANCO, J. O.; MAZZOLENI, R.. VARIAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DA ABUNDÂNCIA E DIVERSIDADE DA ICTIOFAUNA ACOMPANHANTE NA PESCA ARTESANAL DO CAMARÃO SETE-BARBAS, PENHA, SC. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: GIOVANNA PRESSANTO

TAMANAHA, M. S.; NETZ, D. J. A.; ALMERINDO, G. I.;MANZONI, G. C.. Caracterização da diatomácea marinha Skeletonema sp. (Bacillariophyta) visando a aplicação como insumo cosmético. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Bruno Buendgens Simões de Almeida

BRANCO, J. O.; SILVA, M. A. C.; BARRETO, A. S.;MANZONI, G. C.. Interações entre aves aquáticas e maricultura na Armação do Itapocoroy, Penha, SC. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Júlia Gasparini Passos

SILVA, M. A. C.; PESSATIK, M. L.;MANZONI, G. C.. Isolamento, identificação e caracterização de bactérias láticas de Robalo flexa (Centropomus undecimalis) e de robalo peva (Centropomus parallelus) para fins probióticos. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Julia Becker

ALMEIDA, T. C. M.; MARENZI, A. W. C.;MANZONI, G. C.. Analise das Alterações no ambiente bentico decorrente das atividades de maricultura na Enseada do Itapocoroy, SC. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: JAISA VEDANA

MANZONI, G. C.LUGLI, D. O.; TAMANAHA, Marcio da Silva. Avaliação do potencial de cultivo da macroalga Gracilaria dominguenis (Gracilariaceae, Rhodophyta) em distintas metodologias no Parque aquicola da enseada da Armação do Itapocoroy (Penha-SC). 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Gabriel da Cunha Bombo

TAMANAHA, Marcio da Silva;KUROSHIMA, K. N.MANZONI, G. C.. Pseudo-nitzschia cf. galaxiae: Caracterização morfométrica e analise de biotoxina. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Juliana Cristina Friedrichsen

RESGALA JUNIOR, C.; MARENZI, A. W. C.;MANZONI, G. C.. Avaliação dos Indutores de desova e conservação de Oocitos de Ouriço do Mar aplicados a Ensaios Ecotoxicologicos. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: João Silveira Becker

POLETTE, M.; CARAMEZ, A. B.;MANZONI, G. C.. Avaliação da produção aquícola sustentável do cultivo de mexilhões Perna perna (Llinnaeus,1758) no litoral de Santa Catarina. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Breno Barroso Boss

BRANCO, J. O.; SCHWINGEL, P.R.;MANZONI, G. C.. Levantamento de Peixes na área de influencia da Maricultura em Penha / SC. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Daruã Valente

SILVA, M. A. C.; TAMANAHA, M. S.;MANZONI, G. C.. Influência do meio de cultura sobre o crescimento de Spirulina platensis. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Marina Zolet Golfe

SILVA, M. A. C.; PESSATTI, M. L.;MANZONI, G. C.. Estágio na Empresa GDC Alimentos S/A. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Larissa Dutra Meneghetti

MANZONI, G. C.MARENZI, A. W. C.; CORBETTA, R.. Parasitos em alevinos do piracuru, Arapaima gigas, cultivados em cativeiro em Santa Catarina-Brasil. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Gláucia Bonazza Oliveira

MANZONI, G. C.MARENZI, A. W. C.PEREIRA FILHO, J.. Desenvolvimento dos moluscos: Perna perna e Nodipecten nodosus em sistemas de monocultivo e multitrófico na armação do Itapocoroy (Penha, SC). 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Jéssica karlla dos Anjos

MANZONI, G. C.; MARENZI, A. W. C.; CORBETTA, R.. Ectoparasitas nos peixes cultivados na Enseada da Armação do Itapocoroy (Penhas, SC). 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Caio de Almeida Forigo

MANZONI, G. C.; PESSATTI, M. L.; TAMANAHA, M. S.. Avaliação da produção de Astanxantina e Processamento da biomassa de Haematococcus pluvialis em sistema de fotobiorreatores de meso escala. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Karen Russel Rosa

SILVA, Marcus Adonai Castro da;MANZONI, G. C.; ALMEIDA, T. C. M.. Qualidade Microbiologica da Vieira Nodipecten nodosus, cultivadas na Armação do Itapocoroy, Penha, SC. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Giovana Faccio

KUROSHIMA, K. N.; SILVA, M. A. C.;PEREIRA FILHO, J.MANZONI, G. C.. Avaliação Quimica e antibacteriana do extrato de Ascidia didemnum pelucidum presente como fauna acompanhante nas estruturas de cultivo dePenha - SC. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Lauro Henrrique Burigo

TAMANAHA, M. S.;MARENZI, A. W. C.MANZONI, G. C.. Crescimento da microalga Phaeodactylum tricornutum, em cultivo experimental. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Juliana Pellizzaro Correia

PESSATTI, T. L. P.; ZAFARI, G. R.;MANZONI, G. C.; PESSATTI, M. L.. Influencia das condições físico-químicas de cultivo e estresse na composição bioquímica da microalga Haematococus pluvialis (Chlorophyceae) com enfase no teror de astaxantina. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Lucas Marder de Oliveria Reis

TAMANAHA, M. S.;MANZONI, G. C.PEREIRA FILHO, J.. Utilização de efluente de abatedouro avícola no crescimento e produção de astaxantina de Haematococcus pluvialis (chlorophyceae) para fim nutracêutico e de bioremediação.. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Jessica Malgarin

RESGALA JUNIOR, C.;MANZONI, G. C.MARENZI, A. W. C.. Conservação de espermatozoides e óvulos do ouriço do mar Lytechinus variegatus em laboratório. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Gabriel Karagiannis de Souza

KUROSHIMA, K. N.PEREIRA FILHO, J.MANZONI, G. C.. Avaliação da influência da maricultura no ciclo do material orgânico na Enseada de Itapocoróy - Penha, SC. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Alexandre Cattony Storrer da Silva

MANZONI, G. C.MARENZI, A. W. C.; SCHWINGEL, P.R.. Taxa de Crescimento de Juvenis de Robalo Flecha Centropomus undecimalis (Bloch, 1792) em tanque rede para diferentes densidades na fase de pré-engorda. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Murilo Canova Zeschau

TAMANAHA, Marcio da Silva;MANZONI, G. C.; LEÃO, J. C.. Desenvolvimento de um foto biorreator sustentável (luz solar) de micro-meso escala para cultivo de Haematococcus pluvialis (Chlorophyceae). 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Samanta Martini

CORBETTA, R.; MARENZI, A. W. C.;MANZONI, G. C.. Levantamento dos crustáceos decápodas Brachyura da "Lagoa da Cruz", Barra Velha, SC. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Thaissa Werneck Furukawa

RESGALA JUNIOR, C.; MARENZI, A. W. C.;MANZONI, G. C.. Indução de desova de Perna perna (Linnaeus) (Bivalvia, Mytilidae). 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Paulo Oscar Tagliari Graf

RESGALA JUNIOR, C.;MANZONI, G. C.; MARENZI, A. W. C.. Produção e viabilidade de ovos de resistencia do Cladocero Daphnia magna em cultivo extensivo. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Eduardo Augusto de Souza

TAMANAHA, Marcio da Silva;MANZONI, G. C.; SILVA, M. A. C.. Implementação de um cepário de microalgas marinhas isoladas na Armação do Itapocoroy. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Amanda Massucatto

SILVA, Marcus Adonai Castro da;MANZONI, G. C.; LIMA, A. O. S.. Qualidade microbiológica dos mexilhões Perna perna (LINNAEUS, 1758) processados na cooperativa de maricultores da Penha, Santa Catarina.. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Carolina Plautz

SILVA, M. A. C.; TAMANAHA, Marcio da Silva;MANZONI, G. C.. Avaliação da Contaminaçao microbiana no processo produtivo de conserva de moluscos defumados. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Cristina Cordeiro Pereira

Ferreira, G.L.B; LERÍPIO, A.A.;MANZONI, G. C.. ELABORAÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO PARA AVALIAR O SISTEMA DE GESTAO AMBIENTAL DA EMPRESA DE PESCADOS KOWALSKI. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ENGENHARIA AMBIENTAL) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Amanda de Oliveira

BARRETO, A S; CORBETTA, R.;MANZONI, G. C.. Ocorrencia de Pinipedes em Santa Catarina. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Jaqueline Palmeira Pedrosa

KUROSHIMA, K. N.PEREIRA FILHO, J.MANZONI, G. C.. Monitoramento de longo período (12 anos) da qualidadede água em área de cultivo de moluscos, Armação do Itapoorói, Penha, Santa Catarina. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Ellen Cristina Dell'Agnolo

TAMANAHA, Marcio da Silva;MANZONI, G. C.MARENZI, A. W. C.. Composiação e distribuição de Diatomaceas (Bacillariophyta) em area de cultivo de moluscos situada em Armação do Itapcoroi, Penha, SC. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Telma Alves Ferreira

RESGALA JUNIOR, C.;MANZONI, G. C.; BRANCO, J. O.. Avaliação do cultivo de Mysidopsis juniae em laboratório (Silva, 1979) (Crustacea:Mysidaceae). 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Larissa Guimarães Ribeiro

AMARAL, H.; MARENZI, A. W. C.;MANZONI, G. C.. Viabilidade Tecnica da Produção de Juvenis do Camarão Branco do Pacifico litopenaeus vannamei (bonne, 1931) em agua doce corrigida ionicamente través da adição de sais especificos. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Daniele C

PEZZUTO, P. R.;MANZONI, G. C.; SCHWINGEL, P.R.. Rosssato Schiavo.Estudo do crescimento do berbigão Anomalocardia brasiliana (Gmelim, 1791) (Bivalvia:Veneridae) na reserva Extrativista marinha do Pirahubae, Florianopolis, SC.. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Gustavo Luiz Venturelli

SILVA, M. A. C.;MANZONI, G. C.; TAMANAHA, Marcio da Silva. Avaliação da qualidade microbiologica de moluscos defumados em conserva. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Barbara Linhares Hostins

MARENZI, A. W. C.MANZONI, G. C.; CORBETTA, R.. Efeito antiincrustante da cera de abelha com própolis na vieira Nodipecten nodosus (Linnaeus, 1758) em cultivo. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Cristina Cordeiro Pereira

Ferreira, G.L.B;MANZONI, G. C.; LERÍPIO, A.A.. Elaboração de Indicadores de Desempenho para avaliar o sistema de Gestao Ambiental da Empresa Comercio e Industrial de Pescados Kowalski Ltda, SC. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em ENGENHARIA AMBIENTAL) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Paula Karine Wormsbecher Nolli

SILVA, M. A. C.;MANZONI, G. C.; PESSATI, M.; MARENZI, A. W. C.. Avaliação da Qualidade microbiologica dos mexilhoes Perna perna in natura, cozidos e embalados. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Milena Camarco Honorato

PROENÇA, L. A. O.MANZONI, G. C.; PESSATI, T.. Contaminação por sindrome diarreica em bivalves associados ao gênero Dinophysis na Armação do Itapcoroy, Penha, SC. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Karen Cancellier Cechinel

AMARAL, H.;MANZONI, G. C.; MARENZI, A. W. C.. Otimização da produção de monosexo de jundia Rhamdia quelen, através do uso de estrogenos para alimentação. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Camila Graciola

PEZZUTO, P. R.; WAHRLICH, R.;MANZONI, G. C.. Recuperacao do estoque da vieira Euvola ziczac (Bivalvia:Pectinidae) no Brasil: analise das estrategias disponiveis e da sua viabilidade de implementacao. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Renato Kasi

AMARAL, Hilton; MARENZI, A. W. C.;MANZONI, G. C.. Estudo de dois metodos de reprodução para a especie Pterygoplichtys pardalis (Castelnau,1855) (cascudo abacaxi) no litoral centro/norte de Santa Catarina. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Thomas Stephen Behling

MANZONI, G. C.; ANA MARIA TORRES RODRIGUES; SCHWINGEL, P.R.. Avaliaçao do incremento de peso em juvenis de sardinha cascuda (harengula clupeola) (Cuvier,1869) sob diferentes diestas alimentares em laboratorio. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Joyce Karina Balera

BARREIROS, M. A.;MANZONI, G. C.; SILVA, Marcus Adonai Castro da. Identificação de bacterias associadas ao descongelamento do atum na industria de pescado em Itajai - SC. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Paula Capozza Tebaldi

AMARAL, H.;MANZONI, G. C.; CORBETTA, R.. Produção de Tetraploides de tilapia do nilo (Oreachromis niloticus) atraves da aplicação de choque termico. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Paola Priscilla Brueckheimer de Macedo

CORBETTA, R.; MARENZI, A. W. C.;MANZONI, G. C.. Crustaceos decapodes associados as cordas de mexilhoes cultivados no municipio de Penha - SC. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Bruno mendes Marchini

AMARAL, Hilton; RIBEIRO, Marcelo Rodrigues;MANZONI, G. C.. Observaçoes de tecnicas de manejo na produção em tanques redes e escavados de especies de peixes marinhos da Espanha para adaptação as condicoes brasileiras. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Bárbara Zunino da Silva

SILVA, Marcus Adonai Castro da; BARREIROS, Marco Antônio Bacellar;MANZONI, G. C.. Qualidade Microbiologica de Crassostrea gigas in natura, defumadas e conservadas em oleo vegetal. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Mauricio Côco Vasconcelos

MARENZI, A. W. C.;MANZONI, G. C.; AMARAL, H.. Covos como ferramenta para organismos com potencial aquicola. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Sergio Carvalho Silva

Wegner, Everton; MARENZI, A. W. C.;MANZONI, G. C.. Avaliação do potencial de mergulho recreativo na maricultura em Penha - SC. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Ralf Otto Hosang

MARENZI, A. W. C.;MANZONI, G. C.; ALMEIDA, Tito Cesar M de. Avaliação de tecnologias de cultivo de mexilhoes. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Rodrigo Cavaleri Gerhardinger

MANZONI, G. C.; AMARAL JÚNIOR, Dr Hilton; SILVA, Dr Maurício Hostins. Crescimento e sobrevivência do robalo Cemtropomus parallelus, Poey 1860 (Pisces, Centropomidae), em sistema de cultivo intensivo para tanques circulares de àgua doce durante fase de terminação. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Lucas Alberto Wielewski

MANZONI, G. C.; BARREIROS, Marco Antônio Bacellar; LENOCH, Robert. Detecção do Vírus da Mancha Branca em cultivos de camarão Litopenaeus vannmei, no litoral norte de Santa Catarina. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Luis Fernando Gomes de Borba

MANZONI, G. C.; AMARAL, Hilton; RIBEIRO, Marcelo Rodrigues. Alternativa de Produção de Isca Viva (Sardinella Brasiliensis) para Pesca de Tunideos. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Paulo Antônia Filho

MANZONI, G. C.; BARREIROS, Marco Antônio Bacellar; PETERSEN, Rodolfo Luiz; SILVA, Marcus Adonai Castro da. Análise qualiquantitativa do crescimento bacteriológico na àgua de cultivo de pós-larvas de camarão da espécie litopenaeus vannamei. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Francisco Machado Pereira Lima

AMARAL JÚNIOR, Dr Hilton; APPEL, H. B.;MANZONI, G. C.. Desempenho do crescimento nas diferentes variedades de Oreochromis niloticus (Tilápia-do-Nilo) melhoradas geneticamente, cultivadas em tanques-redes. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Iracema de Souza Maia

AMARAL, Hilton; MARENZI, A. W. C.;MANZONI, G. C.. Avaliação do jundia (Rhamdia quelen) em diferentes sistemas de cultivo para o litoral centro-norte de Santa Catarina. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Khadine Thatiane Appio

MANZONI, G. C.. Análise temporal da diversidade e composição genética de bancos naturais e de cultivo de mexilhão Perna perna (Mollusca: Mytilidae)da região da Penha através do microsatélite PMS-2.. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Ramon Luiz Correa

MANZONI, G. C.MARENZI, A. W. C.. Investigação quantitativa da reprodução artificialmente induzida e natural controlada de carpa comum Cyprinus carpio e uma espécie antiva. Jundia Rhamdia sp.. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Pedro Filipe Rey

MANZONI, G. C.MARENZI, A. W. C.. Estudo comparativo do cultivo de três espécies da ordem Siluriformes: Pimelodus maculatus (Lacepéde, 1803), Rhamdia quelen (Quoy & Gaimard, 1824), Ictalurus punctatus (Rafinesque, 1818), confinados em tanque rede.. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Stefan Reuwsaat

MANZONI, G. C.MARENZI, A. W. C.. Utilização de substratos artificiais e seu possível incremento no crescimento individual do Macrobrachium rosenbergii (de Man, 1879) (Crustacea: Palaemonidae) em tanques de cultivo.. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Fabricio Athayde Pimenta

MANZONI, G. C.MARENZI, A. W. C.. Crescimento de juvenis de black bass, Micropterus slamonoides (LACÈPEDE, 1802) alimentados com ração comercial e alimentação viva, (alevinos de tilápia).. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Fernando de Souza

MANZONI, G. C.MARENZI, A. W. C.. Cultivo de juvenis do robalo Centropomus parallelus, POEY (1860) (PERCIFORMES, CENTROPOMIDAE) em sistema de cultivo intensivo para tanques circulares de água doce.. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Bruno Ribeiro de Campos

MANZONI, G. C.; CAMPOS, Bruno Ribeiro de. Estrutura populacional do camarão sete-barbas (Xiphopenaeus kroyeri) Heller, 1862 na região da Armação do Itapocoroy, Penha, SC. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Franck Allan Connich

MANZONI, G. C.; CONINCH, Franck Allan. Análise da variação sazonal de massas de água na Enseada de Armação do Itapocoroy, Penha, SC. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Flavio Furtado Ribeiro

MANZONI, G. C.; RIBEIRO, Flavio Furtado. Viabilidade do Cultivo do ouriço-do-mar Echinometra lucunter (Linaeus, 1758). 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Fernando José Polli

MANZONI, G. C.; POLLI, Fernando José. Obtenção de sementes da ostra perlífera Pteria colymbus (Röndig, 1798), através de coletores artificiais em ambiente natural e indução a desova em laboratório. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Cássio Veiga Ramos

MANZONI, G. C.; RAMOS, Cássio Veiga. Sistema de Informação para gerenciamento da colheita do mexilhão Perna perna (Linné, 1758). 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Renata Stock Fonseca

MANZONI, G. C.; FONSECA, Renata Stock. Monitoramento do ácido domóico em moluscos cultivados na Enseada de Armação do Itapocoroy, Penha, SC. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Fernão Rafael Weiss

MANZONI, G. C.; WEISS, Fernão Rafael. Influência da intensidade luminosa e do fotoperíodo na produtividade da microalga Isochrysis galbana utilizada nos laboratórios de produção de moluscos marinhos. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Thiago Emilio Rohr

MANZONI, G. C.; MARENZI, A. W. C.. Estrutura da comunidade macrobêntica adjacente a estruturas naturais e artificiais.. 2002. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Erich Cerchiari

MANZONI, G. C.; CERCHIARI, Erich. Monitoramento e reabilitação dos pingüins de Magalhães (Spheniscus magellanicus) na região enseada de Armação do Itapocoroy (Penha - SC). 2001. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Bruno Kupsch

MANZONI, G. C.; KUPSCH, Bruno. Produção de juvenil de Tilápia-do-Nilo (Oreochromis niloticus) no período de outono / inverno, e terminação no verão. 2001. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Giuliano Palemão Carlos Maia Huergo

MANZONI, G. C.; AMARAL, Hilton. Efetividade de recersão sexual em três tamanhos de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus).. 2001. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Leocádio Neves e Silva

MANZONI, G. C.PROENÇA, L. A. O.. Subsídios ao Ordenamento do Espaço Marinho da Enseada da Armação do Itapocoroy (Penha - SC), a Fim de Mitigar os Conflitos Gerados pela Maricultura.. 2000. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Natascha Tye Tamaki

MANZONI, G. C.; BRANCO, J. O.. Monitoramento do Índice Gônado Somático do Ouriço-do-mar, Echinometra Iucunter.. 2000. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Débora Ortiz Lugli

MANZONI, G. C.; BOUZON, Z.. Avaliação do Potencial de Crescimento In Vitro da Alga Vermelha Gracilaria caudata.. 2000. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Anderson Ricardo Voos

MANZONI, G. C.; PEZZUTO, P. R.. Estimativa do Potencial de Aproveitamento da Fauna Acompanhante (Amphipoda - Polichaeta) dos Cultivos de Mexilhões do Município de Penha - SC Maricultura.. 2000. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Carla de Abreu D' Aquino

MANZONI, G. C.; TOLDO JR, E.. Papel das Ondas e Correntes na Remobilização de Sedimentos em Zonas de Cultivo de Moluscos Marinhos.. 2000. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Luciano Strefling

MANZONI, G. C.; RIBEIRO, Marcelo Rodrigues. Tolerância a Salinidade da Tilápia Vermelha (Oreochromis sp), Tilápia Careca (Oreochromis sp) e o Híbrido destas Espécies.. 2000. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Marcus Adonai Castro da Silva

MANZONI, G. C.KUROSHIMA, K. N.. Qualidade Sanitária dos Moluscos Cultivados em Armação do Itapocoroy, Penha SC.. 2000. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Karine Marie Arasaki

MANZONI, G. C.; PEZZUTTO, P. R.. Composição Bioquímica da Vieira Pecten ziczac em Distintas Fases Reprodutivas.. 1999. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Carolina Ximenes de Macedo

MANZONI, G. C.PROENÇA, L. A. O.. Implantação de Cultivos Unialgais das Diatomáceas Asterionellopsis Glacialis e Anaulus australis e suas Características de Crescimento à Diferentes Salinidades.. 1999. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Rodrigo Otávio de Macedo Gomes

MANZONI, G. C.; BONILHA, L. E. C.. Determinação dos Fatores Ambientais Atuantes na Variação do Índice de Condição do Mexilhão Perna perna em Cultivo da Enseada de Armação do Itapocoroy, Penha, SC.. 1999. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Ricardo Wagner Reis Filho

MANZONI, G. C.; RORIG, L. R.. Estudos Preliminares Envolvendo Testes de Toxicidade Embrio-Larvais com o Mexilhão Perna perna (Linnaeus, 1758).. 1999. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Hugo Ricardo Lamas Diogo

MANZONI, G. C.; BRANCO, J. O.. Utilização do Pacu Piaractus mesopotamicus (Holmberg 1887), em Sistema de Cultivo Semi Intensivo. Uma Alternativa de Aproveitamento de Espécie Alóctone, para as Condições de Clima da Região Sul do Brasil.. 1999. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Gabriela Garbinatto Chevarria

MANZONI, G. C.PROENÇA, L. A. O.. Avaliação da Características Químicas em uma Área de Cultivo de Moluscos: Enseada de Armação do Itapocoroy, Penha, SC.. 1999. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Fernanda Freyeslebem Thomazelli

MANZONI, G. C.Bellotto, V. R.. Determinação de Metais Pesados em Mexilhões Cultivados na Enseada de Zimbros.. 1998. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Andre Luiz Richter Nascimento

MANZONI, G. C.; CUNHA, S. R.. Relação entre o Comprimento das Rizinas e a Taxa de Crescimento da Macroalga Gelidium sesquipedale (Clem.) Bprn. et Thur em Albufeira - Portugal.. 1998. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Eduardo Wojciechowiski Junior

MANZONI, G. C.; PEZZUTTO, P. R.. Monitoramento do Índice de condição de Mexilhões Perna perna no Parque de Mitilicultura na Enseada de Armação do Itapocoroy - Penha, SC.. 1997. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

Aluno: Norberto Ghizoni

MANZONI, G. C.; LIN, C. F.. Crescimento da Garopa Epinephelus marginatus (=Guaza) (Osteichtyes - Serranidae) em Tanque-Rede, no Município de Penha, SC.. 1997. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí.

MANZONI, G. C.. Portaria CEE/SC nº 020/2018. 2018. Conselho Estadual de Educação de Santa Catarina.

ROCHA, R. M.; KITAMURA, R. S. A.;MANZONI, G. C.. XVIII Simposio anual do Programa de Pos Graduação em Ecologia e Conservação. 2020. Universidade Federal do Paraná.

Orientou

Gabriela Garbinatto Chevarria

Avaliaçao ambiental inicial como subsideo para futura implantaçao de um sistema de gestao ambiental (SGA) em uma industria de benenficiamento de moluscos em Santa Catarina: Estudo de caso da Cooperativa de Maricultores da Penha (COOPERMAPE); 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Gestao e Auditorias Ambientais) - Fundação Universitária Iberoamericana - Florianópolis; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Alexandre Balmer

Desenvolvimento e analise da macroalga Kappaphycus alvarezii, cultivada na Enseada do Itapocoroy (Penha-SC) nas diferentes estações do ano; 2023; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

ANDRÉ FAISAL KORNFELD

IDENTIFICAÇÃO DOS ORGANISMOS ASSOCIADOS ÀS DIFERENTES METODOLOGIAS DE CULTIVO DA MACROALGA KAPPAPHYCUS ALVAREZII, NA ENSEADA DO ITAPOCOROY, PENHA, SANTA CATARINA; 2023; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Idalício Sebastião da Silva

Desenvolvimento e sobrevivência larval do Pepino-do-mar Holothuria grisea Selenka, (1867) (Echinodermata: Holothuroidea) em laboratório; ; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Leandro João da Silva

Assentamentodo mexilhão Mytilus edulis platensis (ORBIGNY, 1846) em coletores artificiais dispostos na área de cultivo na Baía de Zimbros - Bombinhas - Santa Catarina; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

LEONARDO JOAO DA SILVA

Desenvolvimento do mexilhão Mytilus edulis platensis (ORBIGNY, 1846) cultivados na Enseada de Zimbros (Bombinhas - SC); 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Juliano Dos Santos Cordeiro

Desenvolvimento da sardinha verdadeira (Sardinella brasilliensis)(STREINDACHNER, 1879), cultivadas em tanques rede na Enseada da Armação do Itapocoroy (Penha, SC); 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Luisa de Fatima Lucian

Desenvolvimento da ostra nativa Crassostrea gasar (Adanson, 1757) cultivadas na Enseada da Armação do Itapocoroy, Penha, SC; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

JAISA VEDANA

Avaliação do potencial de cultivo da macroalga Gracilaria dominguensis (Gracilariaceae, Rhodophyta) em distintas metodologias no Parque Aquicola da Enseada da Armação do Itapocoroy (Penha - SC); 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Gláucia Bonazza Oliveira

Desenvolvimento dos moluscos: Perna perna e Nodipecten nodosus em sistemas de monocultivo e multitrófico na armação do Itapocoroy (Penha, SC); 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Larissa Dutra Meneghetti

Parasitos em alevinos do piracuru, Arapaima gigas, cultivados em cativeiro em Santa Catarina-Brasil; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Jéssica karlla dos Anjos

Ectoparasitas nos peixes cultivados na Enseada da Armação do Itapocoroy (Penhas, SC); 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Alexandre Cattony Storrer da Silva

Taxa de Crescimento de Juvenis de Robalo Flecha Centropomus undecimalis (Bloch, 1792) em tanque rede para diferentes densidades na fase de pré-engorda; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

José Ricardo Gomes

Desenvolvimento de juvenis de Bijupirá (Rachycentron canadum) em tanque rede marinho, na Enseada da Armaçao do Itapocoroy (Penha-SC); 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Karen Petry Porres

Taxa de recuperação de mexilhões Perna perna (Linnaeus, 1758) em distintas densidades de Assentamento Remoto; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Augusto Guilherme Mueller Filho

Crescimento de robalo-flecha Centropomus undecimalis (Poey, 1860) durante fase de pré-engorda em tanque rede marinho na Enseada da Armaçao do Itapocoroy, Penha -SC; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Thayna da Cruz Queiros

Incrustaçoes de organismos marinhos em paineis artificiais com diferentes tratamentos de tintas anitfouling, disponibilizados na Armaçao do Itapocoroy, Penha - SC; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Reges Roos

Taxa de crescimento de juvenis de robalo peva Centropomus paralelus (POEY, 1860) em tanque rede para diferentes densidades na fase de pré-engorda na Enseada do Itapocoroy, Penha, SC; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Luz Marina Bauermann Silva

Moluscos marinhos presentes em coletores artificiais dispostos na coluna de agua na Enseada do Itapocoroy, Penha, SC; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Carlos Eduardo Nemitz de Oliveira

Influencia da qualidade de agua no desenvolvimento do robalo-peva Centropomus paralelus (POEY,1860) no periodo de pré-engorda Centropomus paralelus (POEY, 1860) no periodo de pré-engorda, em laboratorio; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Francisco Canatiah C

G; Figueiredo; Produçao de sementes de mexilhao Perna perna (Linnaeus, 1758) por assentamento remoto; 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Giuliano Muaccad

Analise comparativa entre os processos produtivos de pectinideos realizados em Guanaqueiros (Chile) e Santa Catarina (Brasil); 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Priscila Flores da Luz

Tempo de Sobrevivência de Alevino II de tilápia do nilo (Oreochromis niloticus), sob diferentes salinidades, para subsidio de sua utilização como isca-viva na pesca de atuns; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Roger Vilmar Silva

Influencia da salinidade na taxa de eclosao dos ovos e sobrevivencia das larvas de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus); 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Carolina da Silva Bona

Recuperacao de pre-sementes de vieira Nodipecten nodosus a partir de coletores em diferentes tempos de imersao; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Mateus Pereira Leite de Oliva

Desenvolvimento do berbigao Anomalocardia brasiliana (GMELIN, 1791)(MOLLUSCA:BIVALVIA) em sistema de cultivo de fundo, durante a fase de pre-engorda, na reserva extrativista marinha do Pirajuba'e, Florianopolis, SC; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Thomas Stephen Behling

Avaliação do Incremento de Peso em juvenis de sardinha-cascuda (Harengula clupeola) (Cuvier, 1869) sob diferentes dietas alimentares em laboratório; ; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Bruno Miranda Sena

Crescimento e Sobrevivencia de Sementes de Anomalocardia brasiliana em distintas condições de cultivo; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Regina Sartori

Analise Microbiologica da agua e da carne dos mexilhoes Perna perna cultivados na Enseada da Armação do Itapocoroy; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Candice Guarnieri

Ocorrencia de especies no Laboratorio de recuperação de aves marinhas (Univali-Penha, SC); 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Augusto Filipe Andriolii Cutrim Costa

Implementaçao do Programa APPCC no processo de beneficiamento do mexilhao Perna perna; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

B G Righetti

Desenvolvimento da produção de indivíduos jovens (sementes) de Anomalocardia brasiliana (Gmelin, 1791) em laboratório; 2006; 52 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Sara Varassin R

Ramos de Oliveira; Desenvolvimento de uma metodologia de maturação, em laboratório, do mexilhão Perna perna; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Gil Anderson Reiser

Efeitos da densidade de estocagem no crescimento e biomassa muscular da vieira Nodipecten nodosus (Linnaeus,1758) cultivada na Enseada da Armação do Itapocoroy,Penha - SC; ; 2005; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

André Felippe Gonçalves

Avaliação do Assentamento de Sementes de Mexilhão Perna perna (Linnaeus, 1758) em Substratos Artificiais na Enseada da Armação do Itapocoroy, Município de Penha - SC; ; 2005; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Rafael Percevallis Benatti

Avaliação do crescimento de "pré-sementes" do mexilhão Perna perna (Linnaeus, 1758) em caixas experimentais de cultivo; ; 2005; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Andre Seiji Matsunga

Crescimento da microalga Isochrisys galbana cultivada em volumes de 20 e 100 L; ; 2005; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Fernanda de Paula Xavier Pereira Veiga

Influência da densidade de estocagem no desenvolvimento da vieira nodipecten nodosus (LINNAEUS, 1758); ; 2005; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Carolina Melissa Delong

Identificação dos Impactos Sócio-Ambientais Associados ao cultivo de Mexilhões na Enseada da Armação do Itapocoroy, Penha , SC; 2005; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciencias Biologicas) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Fernão Rafael Weiss

Influencia da Intensidade Luminosa e do fotoperíodo na produtividade da microalga Isochrysis galbana, utilizada nos laboratórios de produção de moluscos marinhos; 2003; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Gláucio Vintem

CULTIVO DA OSTRA JAPONESA Crassotrea gigas (Thumberg, 1795) NA ENSEADA DE PORTO BELO (PORTO BELO -SC); ; 2001; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Erich Cerchiari

Monitoramento e reabilitação dos pingüins de Magalhãoes (Spheniscus) na região enseada de Armação do Itapocoroy (Penha SC); ; 2001; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Gisele Cristina Baldissera

CRESCIMENTO E SOBREVIVÊNCIA DA VIEIRA Nodipecten nodosus (Linnaeus, 1758)(MOLLUSCA:BIVALVIA) EM CULTIVO EXPERIMENTAL NA ENSEADA DA ARMAÇÃO DO ITAPOCOROY (PENHA-SC-BRASIL); 2000; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Luciano Antonio Lacava

Distribuição Espacial e Abundância do Gastrópode Thais (Stramonita) haemastoma (Linaeus, 1767) no Mesolitoral de Costões Rochosos do Litoral Centro Norte Catarinense (Balneário Camboriú - Penha SC); ; 2000; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Jean Franco Schmitt

MONITORAMENTO BACTERIOLÓGICO (COLIMETRIA) DA ÁGUA E DOS MOLUSCOS CULTIVADOS NA ENSEADA DA ARMAÇÃO DO ITAPOCOROY (26o47'S-48o36'W), PENHA - SC - BRASIL; 1998; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Daniel Ferreira Sargenti

IMPLANTAÇÃO DA TECNOLOGIA DE CULTIVO DE MOLUSCOS MARINHOS EM ESTRUTURAS DE SUPERFÍCIE E MEIA-ÁGUA (SUB-SUBMERSO) EM ÁREAS COM PROFUNDIDADES SUPERIORES A 10 METROS; 2000; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

F SANT'ANNA

OFICINA DO MAR - PROGRAMA DE CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL; 2000; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

JANAINA PATRICIA FREITAS BANWART

ASPECTOS DA BIOLOGIA REPRODUTIVA E CRESCIMENTO DA OSTRA NATIVA Crassotrea rhizophorae (Guilding, 1858) CULTIVADA NA ENSEADA DA ARMACAO DO ITAPOCOROY (PENHA -SC); 2000; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Gisele Cristina Baldissera

CRESCIMENTO E SOBREVIVÊNCIA DA VIEIRA Nodipecten nodosus (Linnaeus, 1758) (Mollusca:Bivalvia) EM CULTIVO EXPERIMENTAL NA ENSEADA DA ARMAÇÃO DO ITAPOCOROY (PENHA -SC, BRASIL); 1999; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Luciano Antonio Lacava

CULTIVO EXPERIMENTAL DA VIEIRA NODIPECTEN NODOSUS NA ENSEADA DA ARMAÇÃO DO ITAPOCOROY (PENHA-SC)I; 1998; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí, Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Débora Ortiz Lugli

ECOLOGIA DE MACROALGAS E VEGETAÇÃO SUPERIOR DOS ECOSSITEMAS COSTEIROS E ESTUARINOS; 1998; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Luciano Antonio Lacava

DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA E AVALIAÇÃO DAS POTENCIALIDADES DE CULTIVO DE ORGANISMOS MARINHO; 1998; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí, Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Erich Cerchiari

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO E MARCAÇÃO DE AVES MARINHAS; 1998; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

ROBERTA ACOSTA ARAUJO

ASSENTAMENTO DE MOLUSCOS MARINHOS EM SISTEMAS DE CAPTAÇÃO SUBMERSOS NO PARQUE DE CULTIVO DA ENSEADA DA ARMAÇÃO DO ITAPOCOROY(26o47'S-48o36'W) (PENHA-SC); ; 1997; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Jean Franco Schmitt

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE DE AGUA E DOS MOLUSCOS CULTIVADOS NA REGIAO DO CANTO GRANDE (BOMBINHAS-SC) E AREAS DE ENTORNO; 1997; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Jean Franco Schmitt

ASPECTOS DA BIOLOGIA REPRODUTIVA E CRESCIMENTO DE Crassostrea gigas (THUMBERG, 1795), CULTIVADA NA ARMAÇÃO DO ITAPOCOROY (PENHA-SC); 1997; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí, Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Luciano Antonio Lacava

CRESCIMENTO DOS GASTRÓPODES Cymatium parhtenopeum parthenopeum (von salis, 1793) e Thais haemastoma (Linnaeus, 1758) EM CULTIVO EXPERIMENTAL; 1997; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Luciano Antonio Lacava

ASPECTOS DA REPRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO LARVAL DOS GASTROPODES Cymatium parthenopeum partenopheum e Thais haemastoma; 1996; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

Luciano Antonio Lacava

ASPECTOS DA BIOLOGIA DE Cymatium parthenopeum parthenopeum e Thais haemastoma E TECNICAS DE MANEJO DESTES PREDADORES DURANTE O CULTIVO DE MOLUSCOS MARINHOS; 1995; 0 f; Iniciação Científica; (Graduando em Oceanografia) - Universidade do Vale do Itajaí, Universidade do Vale do Itajaí; Orientador: Gilberto Caetano Manzoni;

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  • MANZONI, G. C. ; BARREIROS, M. A. ; MARENZI, A. W. C. ; SCHMITT, J. F. . MONITORAMENTO BACTERIOLOGICO (COLIMETRIA) DA ÁGUA E DOS MOLUSCOS CULTIVADOS NA ENSEADA DA ARMAÇÃO DO ITAPOCOROY (26o46'S-48o36'W) PENHA -SC. In: V ENCONTRO BRASILEIRO DE ECOTOXICOLOGIA, 1998, ITAJAI. PERSPECTIVA DA ECOTOXICOLOGIA NO BRASIL, 1998. v. 1. p. 50.

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  • MANZONI, G. C. . ESPECIES POUCO CONHECIDAS DE MOLUSCOS MARINHOS COMESTÍVEIS : Thais haemastoma (Linnaeus, 1767). In: XV ENCONTRO BRASILEIRO DE MALACOLOGIA, 1997, FLORIANOPOLIS. RESUMOS XV ENCONTRO BRASILEIRO DE MALACOLOGIA, 1997. v. I. p. 22.

  • PROENÇA, L. A. O. ; MANZONI, G. C. ; MARENZI, A. W. C. ; SCHETTINI, C. A. ; KUROSHIMA, K. N. ; BARREIROS, M. A. ; PEREIRA FILHO, J. ; ARAÚJO, S. A. . ENSEADA DA ARMAÇÃO DO ITAPOCOROY, PENHA-SC: UMA ABORDAGEM INTEGRADA DO CULTIVO DE MOLUSCOS MARINHOS. In: XV Encontro Brasileiro de malacologia, 1997, Florianópolis. RESUMOS DO XV ENCONTRO BRASILEIRO DE MALACOLOGIA, 1997. v. I. p. 94.

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  • MANZONI, G. C. ; POLI, C. R. ; RUPP, G. S. . PERÍODO REPRODUTIVO DEL PECTINIDEO NODIPECTEN NODOSUS (MOLLUSCA:BIVALVIA) EN LOS ALREDEDORES DE LA ISLA DO ARVOREDO (27o17'S-48o22'W). In: IX CONGRESSO LATINOAMERICANO DE ACUICULTURA, 1996, COQUIMBO. COMUNICACOINES CURTAS, 1996. v. 1. p. 197-201.

  • MANZONI, G. C. ; LACAVA, L. A. . PREFERENCIA DE PREDAÇÃO DOS GASTRÓPODES THAIS HAEMASTOMA (LINNAEUS, 1758) E CYMATIUM PARTENOPHEUM PARTENOPHEUM (VON SALIS, 1793) EM CRASSOSTREA GIGAS (THUMBERG, 1795) E PERNA PERNA (LINNAEUS, 1758). In: IX CONGRESSO LATINO AMERICANO DE ACUICULTURA, 1996, COQUIMBO. COMUNICACIONES CORTAS, 1996. v. 2. p. 112.

  • MARENZI, A. W. C. ; MANZONI, G. C. . PROPOSTA DE MECANIZAÇÃO NOS CULTIVOS DE MEXILHÃO PERNA PERNA (LINNAEUS, 1758) NO SUL DO BRASIL. In: IX CONGRESSO LATINO AMERICANO DE ACUICULTURA, 1996, COQUIMBO. COMUNICAIONES CORTAS, 1996. v. 2. p. 114.

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  • MARENZI, A. W. C. ; MANZONI, G. C. . PROGRAMA DE MONITORAMENTO EM AREAS DE MARICULTURA. In: VI CONGRESSO LATINOAMERICANO DE CIENCIAS DEL MAR, 1995, MAR DEL PLATA. RESUMOS DO VI CONGRESSO LATINOAMERICANO DE CIENCIAS DEL MAR, 1995. v. I. p. 128.

  • MANZONI, G. C. ; MARENZI, A. W. C. . USO DE ROLDANAS DE BORDA EM LONG-LINE. In: VII SEMANA NACIONAL DE OCEANOGRAFIA, 1994, ITAJAI. RESUMOS DA VII SEMANA NACIONAL DE OCEANOGRAFIA, 1994. v. I. p. 117.

  • MARENZI, A. W. C. ; MANZONI, G. C. ; SCHMITT, J. F. ; WOJCIECHOWSKI JUNIOR, E. . O CENTRO DE MARICULTURA DA UNIVALI, CAMPUS V. In: VII SEMANA NACIONAL DE OCEANOGRAFIA, 1994, ITAJAI. RESUMOS DA VII SEMANA NACIONAL DE OCENOGRAFIA, 1994. v. I. p. 128.

  • SILVA, F. C. ; MANZONI, G. C. ; SILVEIRA JR, N. . MOLUSCOS DA INFAUNA E EPIFAUNA ENCONTRADOS NO SEDIMENTO NÃO CONSOLIDADO DA PRAIA COMPRIDA - FLORIANÓPOLIS - SC. In: XIII ENCONTRO BRASILEIRO DE MALACOLOGIA, 1993, RIO DE JANEIRO. RESUMOS DO XIII ENCONTRO BRASILEIRO DE MALACOLOGIA, 1993. v. I. p. 17.

  • MANZONI, G. C. ; POLI, C. R. ; RUPP, G. S. . DETERMINAÇÃO DE PECTINIDEOS (MOLLUSCA:BIVALVIA) ASSENTADOS EM COLETORES DISPOSTOS NA ILHA DO ARVOREDO (SANTA CATARINA - BRASIL). In: XIII CONGRESSO BRASILEIRO DE MALACOLOGIA, 1993, RIO DE JANEIRO. RESUMOS DO XIII CONGRESSO BRASILEIRO DE MALACOLOGIA, 1993. v. I. p. 43.

  • RUPP, G. S. ; POLI, C. R. ; MANZONI, G. C. . PERSPECTIVAS DE CULTIVO DE PECTINIDEOS NA REGIÃO SUDESTE/SUL DO BRASIL. In: VII SIMPOSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA, 1992, PERUIBE. RESUMOS DO ENCONTRO NACIONAL DE AQUICULTURA, 1992. v. I. p. 130.

  • MANZONI, G. C. ; POLI, C. R. ; RUPP, G. S. . PREFERENCIA DE SUBSTRATOS ARTIFICIAIS PARA O ASSENTAMENTO DE PECTINIDEOS NOS ARREDORES DA ILHA DO ARVOREDO, SC. In: VII SIMPOSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA, 1992, PERUIBE. RESUMOS DO ENCONTRO NACIONAL DE AQUICULTURA, 1992. v. I. p. 133.

  • MANZONI, GILBERTO C. ; SUPLICY, F. M. . Mexilhões invasores: Problemas ou oportunidades?. 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • MANZONI, G. C. . PAINEL BLUE FISH - Possibilitando o crescimento azul na maricultura. 2024. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

  • MANZONI, G. C. . Aquaponia: Estamos preparados para esta revolução aquícola?. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MANZONI, G. C. . Aquicultura, Análise Global e os caminhos trilhados na busca da sustentabilidade. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MANZONI, G. C. . Palestra no Evento Beneficiamento de Pescados e Aproveitamento de seus Resíduos - Brasil e Espanha. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MANZONI, G. C. . Projeto Isca Viva com Sardinha em tanque rede. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MANZONI, G. C. . Gestão Ambiental na Aquicultura. 2013. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).

  • MANZONI, G. C. ; MARENZI, A. W. C. ; ABREU, J. G. N. ; KUROSHIMA, K. N. ; ALMEIDA, Tito Cesar M de . Monitoramento Ambiental no Parque Aquícola da Enseada da Armação do Itapocorói, Penha (SC) Uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Instituto de Pesca, 2019 (Portfólio de Resultados do Monitoramento Ambiental da Aquicultura em Aquicultura).

  • SAMPAIO, F. G. ; SILVA, C. M. ; AYROZA, D. M. M. R. ; CARMO, C. F. ; CAMPECHE, D. F. B. ; MANZONI, G. C. ; SILVA, J. L. . Bases técnico-cientifica para apoiar a regulamentação ambiental da aquicultura em águas da união. São Paulo: Instituto de Pesca, 2019 (Portfólio de Resultados do Monitoramento Ambiental da Aquicultura em Aquicultura).

Outras produções

MANZONI, GILBERTO CAETANO ; KUROSHIMA, K. N. ; SANTOS, A. P. S. ; SILVA, M. G. . Relatório técnico sobre o conceito, metodologia e propostas para subsidiar os conhecimentos acerca da captura de carbono por macroalgas marinhas.. 2022.

MANZONI, G. C. . XV Seminário de Iniciação Científica. 2016.

MANZONI, G. C. . Edital 04/2015. 2015.

MANZONI, G. C. . XIV Seminário de Iniciação Científica. 2015.

MANZONI, G. C. ; BELZ, C. E. ; SQUELL, F. L. . A HISTORIA DO CULTIVO DE MOLUSCOS NO BRASIL EPISODIO 01 - SANTA CATARINA. 2020; Tema: A HISTORIA DO CULTIVO DE MOLUSCOS NO BRASIL EPISODIO 01 - SANTA CATARINA. (Rede social).

MARENZI, R. C. ; MACHADO, S. ; NEWMANN, C. ; Chevarria, G. ; FLORES, G. ; ROCHI, E. M. S. ; MANZONI, G. C. . IMPLANTAÇÃO DO PARQUE MUNICIPAL PONTA DA VIGIA. 2020; Tema: IMPLANTAÇÃO DO PARQUE MUNICIPAL PONTA DA VIGIA - PENHA - SC. (Rede social).

MANZONI, G. C. . Atividades marinhas. 2018. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

COSTA, R. C. ; MANZONI, G. C. . Melhor Apresentação de Pôster - XV SEMAQUI. 2017. (Prêmio).

MANZONI, G. C. . Edital 06/2016. 2017. (Avaliador).

MANZONI, G. C. ; WAHRLICH, R. ; PEZZUTTO, P. R. ; PEREZ, J. A. A. ; SCHWINGEL, P.R. . CARACTERIZAÇÃO SÓCIOECONÔMICA DA ATIVIDADE DE PESCA E AQUICULTURA EM SANTA CATARINA - PCSPA-SC. 2015. (Relatório de pesquisa).

MANZONI, G. C. ; MARENZI, A. W. C. . OFICINA DO MAR - PROGRAMA DE CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL. 2000 (PRODUÇÃO DE VIDEOS).

MANZONI, G. C. ; FERREIRA, J. F. ; OLIVERIA NETO, F. . CULTIVO DE MARISCOS. 1998 (PRODUÇÃO DE VIDEOS).

MANZONI, G. C. ; FERREIRA, J. F. ; OLIVERIA NETO, F. . CULTIVO DE OSTRAS. 1998 (PRODUÇÃO DE VIDEOS).

MANZONI, G. C. ; FERREIRA, J. F. ; OLIVERIA NETO, F. . ASPECTOS GERAIS DO CULTIVO DE MOLUSCOS. 1998 (PRODUÇÃO DE VIDEOS).

Projetos de pesquisa

  • 2021 - Atual

    Bases para o desenvolvimento da aquicultura de pepinos do mar (Echinodermata : Holothuroidea) em Santa Catarina, Descrição: O presente projeto busca promover significativa inovação na aquicultura brasileira, ao trazer uma nova espécie para os sistemas produtivos, de modo a permitir a diversificação econômica e práticas mais responsáveis com o meio ambiente, ampliando assim, a sustentabilidade da atividade. A exemplo de outros países, o desenvolvimento de tecnologia para cultivo de pepinos do mar no Brasil poderá permitir o surgimento de novas empresas, tanto para a etapa de engorda, quanto para a produção de juvenis em laboratório, de modo a suprir a futura demanda para o estabelecimento de cultivos dessa nova e promissora espécie.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Integrante / ADRIANO WEIDNER CACCIATORI MARENZI - Integrante / GUILHERME SABINO RUPP - Coordenador / Robson Cardoso da Costa - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - Auxílio financeiro.

  • 2021 - Atual

    Obtenção, síntese e análise de dados relacionados à sustentabilidade da aquicultura mais especificamente em relação à captura/pegada de carbono da malacocultura (cultivo de moluscos) e algicultura (cultivo de algas), Descrição: Projeto de Prestação de Serviços de Consultoria Pessoa Jurídica Nº 221044 celebrado entre o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e a Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI) em atendimento ao Projeto de Cooperação Técnica BRA/IICA/16/001 ? MODERNIZAÇÃO ESTRATÉGICA ? MAPA para realização dos serviços objeto do Edital n. 070/2021, visando o aperfeiçoamento das políticas públicas de promoção do desenvolvimento sustentável, segurança alimentar e competitividade do agronegócio. Projeto se fundamenta na realização de serviços técnicos especializados para subsidiar a Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAP/MAPA) na obtenção, síntese e análise de dados relacionados à sustentabilidade da aquicultura mais especificamente em relação à captura/pegada de carbono da malacocultura (cultivo de moluscos) e algicultura (cultivo de algas).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / KATIA NAOMI KUROSHIMA - Integrante / Ana Paula Stein Santos - Integrante / Marcelo Gomes da Silva - Integrante., Financiador(es): Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Cooperação.

  • 2018 - Atual

    Projeto BRS Aqua - Ações Estruturantes e Inovação para o Fortalecimento das Cadeias Produtivas da Aquicultura no Brasil. PAC MAN Monitoramento das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs) oriundos da piscicultura em tanques rede, Descrição: Avaliação do impacto das atividades de maricultura no sedimento, na interface sedimento- coluna de água, na coluna de água e na interface coluna de água e atmosfera com foco na Emissão de gases de efeito estufa. Observando parâmetros sedimentológicos, físico químicos, oceanográficos e atmosféricos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (8) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / KATIA NAOMI KUROSHIMA - Integrante / TITO CESAR M DE ALMEIDA - Integrante / Ana Paula Stein Santos - Integrante / JOSE GUSTAVO NATORF DE ABREU - Integrante / Fernanda Garcia Sampaio - Integrante / Ana Paula Contador Packer - Integrante / Marcelo Gomes - Integrante / Mauro Michelana Andrade - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Desenvolvimento da Metodologia do Cultivo de Sardinhas (Sardinela brasilienses) em tanques redes na Enseada da Armação do Itapocoroy (Penha- SC), Descrição: A sardinha-verdadeira, é uma espécie de grande importância econômica nacional abastecendo a cadeia de processamento industrial de pescados em conservas (enlatados) de sardinhas e indiretamente a de atuns. Atualmente o setor da pesca não consegue atender a demanda crescente de sardinha, aumentando o interesse em pesquisas e projetos em aquicultura marinha que possam contribuir de forma sustentável para a cadeia produtiva deste pescado. Esta pesquisa irá avaliar o crescimento e o desempenho zootécnico dos alevinos de Sardinha-verdadeira pelo cultivo em tanques-redes, sob uma dieta de ração comercial de espécies de peixes onívoros, observando o tempo necessário para atingir o tamanho e peso adequado para uso como produto final. Mensalmente serão efetuadas amostragens de 30 alevinos para realização de biometrias e coletados os dados de peso (g) e comprimento total (mm) e mortalidade, e os manejos nas estruturas de tanques-redes como as trocas das redes e reabastecimento de ração e ajuste no alimentador automático. Com análise dos dados serão determinadas as taxas de sobrevivência, conversão alimentar, crescimento instantâneo da espécie e tempo de cultivo necessário para que este recurso possa ser direcionado para a indústria de enlatados.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / VINICIUS RONZANI CERQUEIRA - Integrante / Robson Cardoso da Costa - Integrante / FABIO CARNEIRO STERZELECKI - Integrante / Juliano dos Santos Cordeiro - Integrante., Número de produções C, T & A: 3

  • 2015 - 2017

    ECTOPARASITAS NOS PEIXES CULTIVADOS NA ENSEADA DA ARMAÇÃO DO ITAPOCOROY, PENHA, SC, Descrição: Nos últimos anos a piscicultura marinha vem crescendo devido a sua importância na produção de alimentos, em atividades de repovoamento, na produção de isca viva e de peixes ornamentais, estimulada principalmente pelos altos preços que seus produtos atingem no mercado. Contudo as condições de piscicultura, torna propicio a aparição de manifestações patogênicas devido à alta densidade populacional. Por isso, tem aumentado consideravelmente a relevância dos estudos relacionados com parasitos e outros patógenos de organismos aquáticos, principalmente daqueles hospedeiros com potencial para o cultivo e para a comercialização. Sendo especialmente uteis os trabalhos que colaboram para as boas práticas de manejo, e que buscam amenizar ou erradicar fatores que causam prejuízos como a aparição de parasitos, que podem causar grandes despesas e perdas à piscicultura devido a mortalidade excessiva durante surtos de infecção/infestação.Este trabalho tem como objetivo avaliar e identificar ectoparasitos nos peixes cultivados em tanques redes na Enseada do Itapocoroy (Penha, SC), nas distintas estações do ano. Será coletado uma amostra de 05 de cada espécie cultivada, são elas a sardinha Sardinella brasiliensis, robalo peva Centropomus parallelus, robalo flecha Centropomus undecimalis e garoupa Epinephelus marginatus em cada estação do ano (outono, inverno, primavera e verão), serão transportados vivos para o laboratório, sacrificados, devidamente identificados, examinados de acordo com os métodos descritos e relacionar a abundancia e prevalência entre os diferentes lotes, nas diferentes estações do ano e relacionar a abundancia e prevalência entre os diferentes lotes, nas diferentes estações do ano. A temperatura, salinidade e o oxigênio dissolvido serão monitorados durante o experimento. Estas informações são importantes pois o manejo reflete no custo e na viabilidade econômica das sardinhas cultivadas em tanques redes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jessica Carla dos Anjos - Integrante., Número de produções C, T & A: 2

  • 2015 - 2017

    Cultivo e extração de ficocolóides das macroalgas Sargassum sp. (Heterokontophyta, Fucales) e Gracilaria domingensis (Rhodophyta, Gracilariales), em sistemas de monocultivo e multitrófico, na enseada do Itapocorói (Penha-SC)., Descrição: As macroalgas são importantes a nível ecológico e econômico, pois produzem oxigênio, atuam na reciclagem de nutrientes, servem como alimento e proteção para espécies aquáticas. Além disso, produzem ficocoloides (agar, carragena e alginato) que são substancias utilizadas mundialmente na indústria de alimentos, cosméticos, farmacêuticas, movimentado anualmente cerca de 1,4 bilhoes de US$. Em virtude da importância das macroalgas e a falta de informações específicas, sobre o desenvolvimento das espécies Sargassun sp. e Gracilaria domingensis, que são produtoras de agar, carragenana e alginato estruturou o presente projeto, que tem objetivo principal avaliar o crescimento destas macroalgas, a produção dos seus ficocoloides, em sistema de cultivo multitrofico e monoespecifico, durante as diferentes estações do ano, verificando a função destes vegetais na reciclagem de nutrientes na região. Para atingir este objetivo, inicialmente, serão selecionadas 1 kg de cada macroalgas Sargassun sp e Gracilaria domingensis, que serão introduzidas, de acordo com a espécie, no interior de 10 redes plásticas tubulares com o comprimento de 1,0 m, sendo que 6 redes serão amarrados, horizontalmente, nos tanques de PEAD, aonde também são cultivados peixes e moluscos e 4 redes fixadas em outro tanque sem a presença dos peixes e moluscos, com a finalidade de verificar se o policultivo influencia no crescimento destas macroalgas. Para verificar a influência das macroalgas na reciclagem dos nutrientes, mensalmente será realizada coleta de água, nos cultivos multroficos e monoespecificos, para análises de nutrientes (N,P). Quinzenalmente, em laboratório, com o auxilio de uma balança digital será avaliada a taxa de crescimento em biomassa das macroalgas, de acordo com o sistema de cultivo (policultivo e monocultivo) e a cada estação do ano será realizada a extração dos seus ficocoloides, o objetivo é avaliar a quantidade dos ficoloides produzidos pelas macroalgas. No final do período de estudo os resultados permitiram avaliar a influência do policultivo no desenvolvimento das macroalgas, a qualidade dos ficocoloides de acordo com o perido de cultivo e o papel destas macroalgas na reciclagem dos nutrientes, que os cultivos de moluscos e peixes podem ocasionar no ambiente.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / JAISA VEDANA - Integrante., Financiador(es): Universidade do Vale do Itajaí - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1

  • 2015 - Atual

    DESENVOLVIMENTO DOS MOLUSCOS: PERNA PERNA, CRASSOSTREA GIGAS E NODIPECTEN NODOSUS, EM SISTEMAS DE MONOCULTIVO E MULTITRÓFICO NA ARMAÇÃO DO ITAPOCOROY (PENHA-SC), Descrição: Os moluscos marinhos apresentam grande importância ecológica e econômica, pois além de serem consumidores primários, atuam na reciclagem de nutrientes e servem como alimento para peixes, crustáceos e também para o homem, que além de coletar no ambiente desenvolveu técnicas que permitiram realizar o cultivo destes organismos. Santa Catarina, destaca-se neste cenário de cultivo pois é responsável por 95% da produção nacional de moluscos, posicionando o Brasil como segundo maior produtor da América Latina, sendo que as principais espécies cultivadas são: Crassostrea gigas, Perna perna e Nodipecten nodosus. Por outro lado, é de conhecimento que os sistemas de monocultivo, apesar de possuírem um papel importante contra a desnutrição e pobreza, geram impactos ambientais negativos para a biodiversidade. Neste sentido, é relevante o estudo de métodos que tornem os cultivos como uma atividade duradoura, com produção lucrativa, preservando o meio ambiente e se desenvolvendo socialmente. Desta forma a aquicultura multitrófica combina de maneira harmônica, o cultivo de espécies alimentadas artificialmente com espécies filtradoras e produtores primários, na expectativa de criar um ecossistema equilibrado. Nesta expectativa , pretende-se verificar o desenvolvimento das espécies de moluscos cultivados em Santa Catarina, em sistemas de monocultivo e multitrófico, em consórcio com macroalgas e peixes, na enseada do Itapocoroy, Penha-SC, bem como avaliar a influência destes sistemas de cultivo na qualidade da água. Os resultados permitirão avaliar a eficiência da utilização de cultivos multitróficos no ambiente marinho.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador.

  • 2014 - 2014

    Privação alimentar e crescimento compensatório em juvenis de sardinha-verdadeira., Descrição: Com a finalidade de aprimorar o manejo alimentar na criação de sardinha-verdadeira o presente trabalho teve como objetivo verificar a ocorrência de crescimento compensatório em peixes submetidos a ciclos curtos de privação alimentar e realimentação. Foram utilizados peixes com 1,00 g de peso e medindo 4,99 cm de comprimento total foram distribuídos em tanques no laboratório e tanques-rede na Enseada da Armação do Itapocoroy ? Penha/SC. No laboratório foram povoados 12 tanques e testados quatro tratamentos de alimentação durante 174 dias: controle (alimentação diária), 1D (um dia de alimentação seguido por um dia de privação alimentar), 3D (três dias de alimentação seguidos por três dias de privação alimentar) e 6D (seis dias de alimentação seguidos por seis dias de privação alimentar). No mar foram povoados 6 tanques-rede e aplicados dois tratamentos, o controle e 3D durante 138 dias. Todos os tratamentos foram realizados em triplicata distribuídas ao acaso. Não houve diferença na sobrevivência dos peixes. No laboratório o melhor crescimento ocorreu no tratamento controle que atingiu no final o comprimento (4,44 cm ± 0,40 cm), que foi superior ao 1D (3,18 cm ± 0,30 cm), 3D (3,29 cm ± 0,44 cm) e 6D (3,12 cm ± 0,52 cm); o peso foi de (6,06 g ± 0,39 g) no controle, contra (3,30 g ± 0,37 g) no 1D, (3,64 g ± 0,26 g) no 3D e (3,35 g ± 0,44 g) no 6D. Foram avaliados similaridade para o consumo diário, conversão alimentar e fator de condição. Para a composição corporal, os resultados foram insuficiente para analisar o efeito da privação. Nos tanques-rede a privação não gerou diferenças significativa no crescimento total e resultou em menor consumo diário de ração (0,90% ± 0,03%) e melhor conversão alimentar (0,75 ± 0,04). Ao final dos experimentos os parâmetros analisados sugerem que há crescimento compensatório apenas no mar.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador.

  • 2013 - 2017

    Desenvolvimento de tecnologias de produção de robalo-flecha e bijupirá em Santa Catarina, Descrição: A A quicultura brasileira teve um grande desenvolvimento nos últimos 20 anos. Em Santa Catarina em2009, a piscicultura de água doce produziu 36.672 ton, enquanto que a maricultura produziu 13.288 ton, representando 10,8% e 16,9% da produção nacional, respectivamente. Entretanto, algumas áreas ainda necessitam de investimento em pesquisa para que o setor produtivo disponha de tecnologia adequada (espécies e sistemas de produção). Devido ao crescente consumo de peixes marinhos, oriundos sobretudode importação, a piscicultura de espécies marinhas é provavelmente a área mais carente de atenção,neste momento. Dentre estas carências podemos citar: controle da reprodução em cativeiro de poucas espécies, falta de protocolos consolidados para larvicultura, pré-engorda e engorda, incluindo exigênciasnutricionais e manejo alimentar. A lém disso, devemos considerar que muitas fazendas de criação do camarão marinho, que se encontram inativadas, poderiam com facilidade serem adaptadas para a criaçãode peixes. Outro aspecto positivo é a recente regularização e cessão de áreas aquicolas marinhas noEstado. A s instituições de pesquisa e ensino de Santa Catarina que vem realizando pesquisa nesta área,UFSC (Instituição Proponente), UDESC, UNIVA LI e EPA GRI, além de algumas empresas privadas, já estãounidas em rede, desde 2010, quando foram iniciados os trabalhos de dois projetos financiados peloMinistério da Pesca e A quicultura e CNPq. Desta forma, este projeto tem como principal objetivo desenvolver tecnologias de produção de peixes marinhos nativos em diferentes ambientes em SantaCatarina?. Estudos serão realizados com duas espécies, robalo e bijupirá, de grande potencial econômicoem nosso Estado, abrangendo diversas etapas da sua criação, tais como: maturação e desova emcativeiro (robalo), larvicultura e berçário em sistema intensivo (bijupirá e robalo); pré-engorda e engordaem tanque rede-marinho (bijupirá e robalo) e pré-engorda e engorda em água doce e em viveiro estuarino (r. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Integrante / H. Amaral - Integrante / VINICIUS RONZANI CERQUEIRA - Coordenador / Fabiano Muller Silva - Integrante / Giovanni Lemos de Mello - Integrante / Ronaldo Oliveira Cavalli - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 3

  • 2013 - 2015

    Projeto de Caracterização Socioeconômica da Atividade de Pesca e Aquicultura ? PCSPA, Descrição: ? As atividades de pesca e aquicultura apresentam destacada importância no estado de Santa Catarina, como se pode evidenciar a partir dos totais apurados durante a realização deste projeto. Os 36 municípios litorâneos abrigam 376 localidades pesqueiras e/ou aquícolas. A pesca industrial, realizada por meio de 10 modalidades distintas, movimenta cerca de 700 embarcações em cinco portos, alcançando produções anuais variáveis entre 122 mil e 157 mil t. Já a pesca artesanal contempla um universo estimado de 19.663 pescadores empregando 66 modalidades de pesca e 10.706 embarcações. O apoio à pesca e à aquicultura é proporcionado por 11.172 infraestruturas, incluindo 8.132 pontos de embarque e desembarque, 2.253 de reparo e manutenção de embarcações e petrechos, 717 de beneficiamento, armazenamento e comercialização de pescado, 52 pontos de fabricação e comercialização de gelo, 12 de abastecimento de óleo e, por fim, seis de aproveitamento industrial de resíduos. O estado apresenta ainda 798 áreas aquícolas demarcadas, cerca de 80% das quais já foram licitadas e entregues aos maricultores. A atividade aquícola ocorre em 17 dos 36 municípios investigados, destacando-se os cultivos do mexilhão Perna perna, das ostras japonesa Crassostrea gigas e nativa C. rhizophorae, da vieira Nodipecten nodosus, do camarão Litopenaeus vannamei e da tilápia-do-Nilo Oreochromis niloticus. Dois cultivos da tainha (Mugil sp.) também foram registrados. ? Além de mostrar-se adequada metodologicamente para o planejamento e condução do projeto, a subdivisão do litoral catarinense nas cinco regiões definidas pelo Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro revelou que a pesca e a aquicultura apresentam características relativamente distintas entre estes recortes geográficos, as quais podem ser resumidas como segue: a) região Norte: possui presença exclusiva da pesca artesanal marinha e estuarina e também da aquicultura, representada pela malacocultura e, em menor grau, pela carcinicultura; b) região Centro-Norte: é responsável por cerca de 90% da atividade pesqueira industrial catarinense; possui importância destacada tanto na pesca artesanal marinha como na malacocultura, em parte dos seus municípios; c) região Central: contempla uma pesca artesanal marinha e de baías fortemente desenvolvida em todos os municípios, alguns do quais também são responsáveis por elevada produção cultivada de mexilhões, ostras e vieiras; d) região Centro-Sul: se destaca no cenário pesqueiro industrial pelos desembarques realizados no Terminal Pesqueiro de Laguna; a pesca artesanal é altamente significativa na região, diferindo das demais por se realizar, em grande parte, no interior do complexo lagunar formado pelas lagoas Mirim, Imaruí e Santo Antônio; a aquicultura caracteriza-se por poucos produtores de camarões, peixes, mexilhões e ostras; e) região Sul: desprovida de atividade aquícola, contempla uma pesca artesanal significativa, realizada em toda a faixa litorânea, em estuários e no interior de lagoas; destacam-se as pescarias de praia, realizadas, inclusive, mediante deslocamento de embarcações e pescadores pela orla, em caminhões. ? É importante destacar que o levantamento de dados secundários conduzido na primeira etapa deste trabalho constatou, no que concerne ao número de total de pescadores atuantes no estado (sejam artesanais e industriais), uma grande discrepância entre a maioria das fontes pesquisadas, incluindo as oficiais. O cruzamento e a análise crítica dos valores apurados, associados ao levantamento in situ realizado na segunda etapa, contribuíram para reduzir a incerteza sobre a dimensão desse universo, o qual depende, contudo, de um cadastramento específico para ser conhecido com maior grau de exatidão. ?. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Integrante / ROBERTO WAHRLICH - Integrante / Paulo Ricardo Pezzuto - Coordenador / Paulo Ricardo Schwingel - Integrante / Jose Angel Alvarez Perez - Integrante.

  • 2013 - 2014

    PROJETO DE MONITORAMENTO DE AVES MARINHAS, Descrição: As aves chegam às praias debilitadas e algumas vezes com a plumagem impregnada de óleo e ou feridas por redes de pesca. Na expectativa de reabilitar estas aves as pessoas recolhem os animais e trazem ao Centro de Recuperação de Aves Marinhas (CERAM) da UNIVALI/Penha, pois este local naturalmente se transformou em uma referência não somente para a comunidade, mas também para a Polícia Ambiental, Bombeiros Voluntários e Fundações Municipais da região, por infelizmente não existirem instituições ou locais que recebessem estes animais. Entretanto devido a crescente demanda ao CERAM verifica-se a necessidade de uma melhor estruturação e um maior apoio financeiro das instituições que utilizam este centro. Com a finalidade de estruturar um banco de dados das ações realizadas pelo CERAM e com isso quantificar as espécies e as condições que estas são conduzidas ao Centro e rincipalmente os usuários deste atendimento pretende-se estruturar um banco de dados dos atendimentos realizados pelo CERAM, onde serão registradas a espécimes recebidos, bem como as suas condições de saúde. Também serão registrados os parâmetros biométricos (comprimento, peso, medidas do bico, asa, coloração da penugem), estagio de maturidade e sexo das aves, além dos procedimentos terapêuticos, período de reabilitação das aves bem como o condutor destas aves ate o CERAM. Com estas informações será possível identificar as espécies de aves, períodos de ocorrência, principais agentes causadores das debilitações, porcentagem de recuperação das aves tratadas, bem como os usuários do CERAM. Estas informações são fundamentais para que possam ser captados recursos, das instituições usuárias, que proporcionem uma melhor estruturação do CERAM e consequentemente um aumento no índice de recuperação das aves. Palavras-Chave: Aves Marinhas, Monitoramento, Recuperação. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador.

  • 2013 - 2013

    Taxa de crescimento de juvenis de robalo-flecha Centropomus undecimalis (Bloch, 1792) em tanque rede para diferentes densidades na fase de engorda., Descrição: O robalo-flecha (Centropomus undecimalis) é um peixe com excelente potencial de cultivo, devido a aceitação no mercado e valor comercial, apesar desta potencialidade são poucas as informações desta espécie quando cultivados no ambiente marinho. Com o objetivo de preencher esta lacuna foi avaliado o desenvolvimento e a sobrevivência dos robalos flechas cultivados em densidades de 10 (212 g/m³), 20 (399 g/m³) e 40 (860 g/m³) peixes/m³ em tanque-rede com volume de 2,5 m³, no período de maio a outubro na Enseada do Itapocoroy Penha, SC. A temperatura e salinidade foram monitoradas na área de cultivo. Após os 152 dias de cultivo foi verificado que a densidade de 20 peixes/m³ apresentou as maiores taxas de sobrevivência (73 %), entretanto o maior incremento no peso médio (3,52 g/m³) foi observado na densidade de 40 peixes/m³. Os resultados demonstram que a temperatura influenciou na taxa de crescimento especifico, pois as maiores taxas foram observadas no período de maio a julho em que a temperatura média foi de 20,3ºC. De acordo com os resultados observados, recomenda-se que na etapa inicial, os robalos sejam cultivados em uma densidade mínima de 20 peixes/m³.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador.

  • 2010 - 2015

    Cultivo experimental de robalo-flecha (Centropomus undecimalis), fase de pré-engorda, em tanques-redes marinhos no município de Penha?., Descrição: O experimento que tem como finalidade verificar o desenvolvimento de juvenis de robalos, em diferentes densidades de cultivo, será realizado na área aquícola da Universidade do Vale de Itajaí (UNIVALI), localizada na Enseada da Armação do Itapocoroy, Penha-SC, que esta situada a aproximadamente 2 km da linha de costa com uma profundidade de 12 m. Para atingir este objetivo serão instalados 4 tanques redes circulares com 5,7 m de diâmetro, confeccionados em Plástico de Alta Densidade (PEAD). No experimento serão utilizadas redes 5x5 m confeccionadas com fios de multifilamento, que apresentaram diferentes aberturas de malha, sendo que na fase inicial a malha será 8 mm, na fase intermediaria de 12 mm e 20 mm para fase final de cultivo. Para cada etapa serão necessárias 5 redes, pois uma será destinada para substituição/limpeza das redes, que ocorrerá a cada 21 dias. As formas jovens de robalo-flecha serão adquiridas através da reprodução induzida e larvicultura realizadas no Laboratório do Estalerinho, Balneário Camboriú, e apresentarão peso médio inicial de 4 g. Para o tratamento ?A?, que apresenta uma estimativa a média final de produção de 5 kg/m3, inicialmente serão estocados 2349 juvenis/tanque-rede, com a densidade inicial de 30 peixes/m3. No tratamento ?B??15 kg/m3 serão estocados 7047 peixes/tanque-rede, com a densidade inicial de 90 peixes/m3. Nestes valores estima-se uma sobrevivência de 80 %. Os juvenis de robalo-flecha serão alimentados com ração comercial para peixe carnívoro marinho (45 % de proteína), ?ad libidum?, uma vez por dia Será registrada a quantidade diária de alimento fornecido. Semanalmente na área de cultivo serão registrados os dados ambientais (T,S,O2,pH,MS) e quinzenalmente nutrientes (N:P). A mortalidade será registrada pela retirada dos animais mortos. Para a realização das biometrias e avaliação dos índices zootécnicos os indivíduos serão anestesiados com benzocaína (50 ppm). Posteriormente, serão determinados parâmetros como sob. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1

  • 2010 - 2015

    PROJETO ISCA VIVA, Descrição: A sardinha-verdadeira (Sardinella brasiliensis) sustenta um importante setor pesqueiro da região Sudeste-Sul, envolvendo diversas frotas com base nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. Esta espécie é responsável pela manutenção das maiores cadeias de processamento industrial de pescados no Brasil, os enlatados (conservas) de atum e de sardinha. O primeiro processo envolve a utilização de juvenis de sardinha como fonte de isca-viva para a captura do atum; e o segundo direciona-se sobre indivíduos adultos e a tem como espécie alvo. O projeto isca-viva, que conta com a participação do CEPSUL/IBAMA; LPM/UFSC E CEMar/UNIVALI, tem como objetivo contribuir com o processo de gestão pesqueira, através do desenvolvimento de técnicas de produção e manejo de isca-viva, juvenis de sardinha-verdadeira (Sardinella brasiliensis), com vistas ao uso sustentável do recurso e a manutenção das maiores cadeias de processamento industrial de pescados no Brasil. Neste projeto o CEMar/UNIVAI tem como objetico monitorar a qualidade da água, através de parâmetros físico-químicos, nas estruturas de cultivo das sardinhas, no laboratório e no ambiente natural. Periodiamente sera feita uma avaliação da qualidade da água, nos distintos ambientes monitorados (ambiente natural, tanque-rede e laboratório da piscicultura da Penha ), através de análises dos parâmetros físicos (temperatura, salinidade), químicos (pH, oxigênio dissolvido, carbono orgânico particulado e nutrientes inorgânicos dissolvidos: nitrito, nitrato, amônio, ortofosfato, silício) e da clorofila-a;. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / KATIA NAOMI KUROSHIMA - Integrante / JURANDIR PEREIRA FILHO - Integrante / D.S. Occhialini - Integrante / RODRIGUES, A.M.T. - Integrante / VINICIUS RONZANI CERQUEIRA - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Auxílio financeiro.

  • 2010 - 2012

    Engorda de juvenis do robalo-peva em tanque-rede em ambiente marinho, Descrição: Estudos realizados em escala experimental indicam que as duas espécies de robalo Centropomus parallelus e C. undecimalis, apresentam boas perspectivas para o cultivo (Patrona, 1984; Tucker Junior, 1987; Pereira et al., 1997; Rodriguez et al., 1998; Barbuio, 1999). BRUGGER e FREITAS (1993), no litoral de Angra dos Reis (RJ), verificaram que o crescimento de C. parallelus criados em tanques-rede no mar, apresentaram resultados promissores. SANCHES et. al, 2007 verificaram o efeito da densidade de estocagem na sobrevivência e no desempenho produtivo do robalo-peva Centropomus parallelus, criado em tanque-rede, no litoral norte do estado de São Paulo, em Ubatuba. Em Santa Catarina, não existem informações sobre o desenvolvimento desta espécie em cultivos em tanques redes no ambiente marinho. Com a finalidade de obter informação sobre o desenvolvimento de C. parallelus, será realizado na área aquícola da Universidade do Vale de Itajaí (UNIVALI), localizada na Enseada da Armação do Itapocorói(Penha-SC) o cultivo experimental em 2 densidades.No tratamento ?A?, serão estocados 1500 juvenis/tanque, densidade inicial de 15 peixes/m3,, na expectativa de atingir uma produção media final de 5 kg/m3. No tratamento ?B? serão estocados 4500 peixes/tanque-rede, densidade inicial de 45 peixes/m3, na expectativa de atingir uma produção media final de 15 kg/m3. Nos 2 tratamentos, estima-se uma sobrevivência media de 80 %.Mensalmente, serão analisados os índices zootécnicos, taxa de sobrevivência (S), ganho em peso diário médio (GPD), biomassa (B), taxa de crescimento especifico (TCE), conversão alimentar aparente (CAA). O experimento tem como objetivo final verificar os índices zootécnicos do robalo-peva (Centropomus parallelus), durante a fase de pré-engorda em tanques redes marinhos . Este projeto é integrante da Rede de Pesquisa e Tecnologia de Piscicultura Marinha ? Edital MCT/CNPq/CT-Agronegócio/MPA ? N 036/2009.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jeferson L. Dick - Integrante / Herdras Luna - Integrante / VINICIUS RONZANI CERQUEIRA - Integrante., Financiador(es): Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações - Auxílio financeiro.

  • 2010 - 2012

    Microalgas marinhas em área de maricultura, situada em Armação do Itapocorói municipio de Penha, SC: Biodiversidade e Potencialidade de espécies locais como alimentação de moluscos bivalves., Descrição: A Criação intensiva de moluscos bivalves tem até o momento confiado na produção de microalga, na qual inclui na media 30% dos custos operacionais no cultivo. Para que ocorra o desenvolvimento sustentável da atividade da aquacultura marinha na região do Litoral Norte do Estado de Santa Catarina, é extremamente necessário o investimento de recursos em pesquisa na biodiversidade local e no processo de cultivo de microalgas marinhas em laboratório. Este trabalho de pesquisa tem como objetivo inventariar a biodiversidade local das microalgas marinhas e o seu isolamento para alimentação de moluscos bivales da área de cultivo de Armação do Itapocorói. A área de estudo situa-se em Armação do Itapocorói, município de Penha, Santa Catarina, destinada ao cultivo de moluscos bivalves. Em pontos pré-estabelecidos serão coletados dados físicos e químicos com sonda multiparâmetros e amostras de fitoplâncton, Amostras para nutrientes dissolvidos e clorofila-a. A analise quali-quantitativa será realizada em microscópio invertido, baseado no método de sedimentação (Ultermohl, 1958). O isolamento das espécies de microalgas será realizada após a coleta, com auxílio de microscópio invertido, camara de sedimentação, capilares e mangueira de sucção/separação das células de microalgas. Após o isolamento, as células de microalgas serão mantidas em meio de cultura f/2 em poços de monocultura de células, ficando em uma sala climatizada sob luz constante. Os nutrientes dissolvidos serão determinados através de métodos colorimétricos clássicos, com leitura feita em espectrofotômetro duplo-feixe Shimadzu UV 160 A, conforme metodologia descrita conforme Strickland & Parsons (1972). Para a determinação de clorofila-a, alíquotas de volume conhecido das amostras serão filtradas em filtro de fibra de vidro GF/F, sendo os filtros extraídos com acetona 90% (v/v) por 24 horas no escuro (PARSONS et al., 1989). As amostras assim extraídas serão lidas em fluorímetro Turner Designs® TD-700. Com o conhecimen. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / KATIA NAOMI KUROSHIMA - Integrante / JURANDIR PEREIRA FILHO - Integrante / MARCIO DA SILVA TAMANAHA - Integrante / Jefferson Lopes Dick - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - Auxílio financeiro.

  • 2010 - 2011

    Sementes de Mariscos (Perna perna): Produção Ecologicamente Sustentável, Descrição: A produção cultivada de 12 mil toneladas de mariscos em Santa Catarina apresenta importância social e econômica, proporcionando ao Brasil a posição de segundo produtor de moluscos na América Latina. A forma de obtenção dos indivíduos jovens (sementes) de mariscos limita o incremento da produção e a sustentabilidade da atividade, pois a maioria destes organismos é originária dos costões rochosos. Os coletores apresentam resultados variáveis e não garantem um fornecimento regular de sementes. A produção de sementes em laboratório, apesar de ser mais cara, garante um fornecimento regular e principalmente é ambientalmente sustentável. Com o objetivo de estimular e aprimorar a utilização desta metodologia o Laboratório de Pesquisa de Moluscos da UNIVALI em conjunto com os produtores da Associação de Maricultores (AMAP) e da Cooperativa de Maricultores da Penha (COOPERMAPE), estruturou o presente projeto. O LPM será responsável pela produção das larvas e capacitação técnica dos maricultores, que em grupo, de 3 maricultores, deverão confeccionar 12 caixas de cultivo (1m2), que servirão para as 4 etapas de cultivo (assentamento, cultivo de pré-semente, cultivo inicial e cultivo final de sementes), revestidas com telas, tanto na parte inferior como na parte superior, com abertura de malhas de 180, 500, 1500 e 3000 micras, respectivamente. Neste sentido, cada grupo terá 3 replicas (caixas) por etapa de cultivo e o numero de grupos em cada experimento dependerá da disponibilidade de larvas, produzidas pelo LPM. Inicialmente, serão avaliadas diferentes densidades de assentamento (250.000, 500.000 e 1.000.000 larvas/m2), que serão colocadas nas caixas com substratos (redes trançadas e cabos desfiados) e submetidas a distintos períodos de manejo (1 ou 2 vz/semana). Após 30 a 45 dias, será avaliado o tamanho dos mariscos e caso tiverem um tamanho adequado, estes indivíduos serão transferidas para as etapas de cultivo subsequentes (pré-sementes e sementes inicial). Quando as se. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jeferson L. Dick - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - Auxílio financeiro.

  • 2010 - Atual

    PROJETO WEG - AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DE TINTAS ANTIINCRUSTANTES EM PAINEIS METALICOS SOB CONDIÇÃO ESTÁTICA FIXADAS EM BALSA NA ENSEADA DE ITAPOCOROY, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. De acordo com a tipo do substrato as espécies podem se desenvolver acima ou no interior destes substratos. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento dos organismos incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou até mesmo impeçam a fixação de organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador., Número de produções C, T & A: 1

  • 2002 - 2004

    Influencia do Fotoperíodo e Intensidade Luminosa no Crescimento de microalgas, cultivadas em laboratório, Descrição: RESUMO Com a finalidade de verificar o efeito da intensidade luminosa e do fotoperíodo na produção da biomassa de distintas espécies de microalgas, utilizadas como alimento para os moluscos, esta sendo realizado, no Setor de Algocultura do Laboratório de Produção de Moluscos do Centro Experimental de Maricultura (CEMar) da Universidade do Vale do Itajaí - (UNIVALI-CTTMar-CEMar), Base Física V, uma série de experimentos onde se avalia a eficiência das lâmpadas de vapor metálico com diferentes intensidades luminosas (1000 e 400 W) utilizando-se distintos fotoperíodo (24; 18 e 12 horas luz / dia). O meio de cultivo utilizado é o F/2 modificado, conforme GUILLARD 1975, a iluminação é fornecida através de lâmpadas de vapor metálico de 400 e 1000 watts. Os testes apresentam uma duração aproximada de 14 dias, pois o período experimental se estende até os cultivos apresentarem um declínio na sua taxa de crescimento e estão sendo realizados em tanques de polipropileno com volume de 1000 litros. Cada experimento, de acordo com o fotoperíodo, intensidade luminosa e espécie de microalga selecionada, está sendo feito em triplicata, de forma que os resultados finais serão obtidos a partir das médias das triplicatas. O monitoramento da biomassa fitoplanctônica é realizado, diariamente, através amostragens e respectivas contagens da densidade de células de alga, utilizando-se a Câmara de Neubaeur (hematocitômetro). Também são monitorados diariamente, nos tanques de cultivo, a temperatura, salinidade e pH. Salienta-se ainda, que as microalgas são usadas como alimento indispensável nos cultivos de várias espécies de interesse comercial, incluindo todos os estágios de desenvolvimento dos moluscos, estágios iniciais de crustáceos e peixes. Portanto, os resultados obtidos são extremamente importantes, pois este projeto tem como objetivo identificar uma metodologia de cultivo das microalgas, que proporcione uma maior produtividade com um menor custo de produção.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / RODRIGO CAVALHEIRO - Integrante / LUCIANO STREFLING - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 3

Projetos de desenvolvimento

  • 2010 - Atual

    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

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    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

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    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

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    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

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    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

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    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

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    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

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    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

  • 2010 - Atual

    MONITORAMENTO DE ESPÉCIES INCRUSTANTES EM PLACAS METÁLICAS COM TRATAMENTO DE TINTAS ANTI-FOULING NA ENSEADA DE ITAPOCORÓI, MUNICÍPIO DE PENHA SC., Descrição: As estruturas, flutuantes e imersas, que são encontradas no ambiente aquático como pilastras, tubulações, trapiches, embarcações, plataformas de petróleo, tanques redes para cultivo de peixes, long-lines e balsas para cultivo de moluscos e macroalgas, entre outras se transformam em ambiente propicio para a colonização de várias espécies. O processo de colonização e desenvolvimento de organismos em substratos submersos é denominado de BIOINCRUSTAÇÃO, e mesmo sendo comum no ecossistema aquático (marinho), acaba ocasionando grandes prejuízos financeiros principalmente quando presentes em estruturas construídas pelo homem. Nas plataformas de exploração de petróleo e nas estruturas de cultivo de organismos aquáticos o desenvolvimento dos organismos incrustados resulta em um aumento no peso dos substratos alterando a flutuabilidade, elevando assim o custo de manutenção destas estruturas. As incrustações nos cascos das embarcações provocam o aumento do arrasto devido à rugosidade gerada, levando a diminuição da velocidade e da manobrabilidade, e principalmente o aumento de consumo de combustível, além de obstruir os sistemas de resfriamento e obrigar a docagens ou imobilizações das embarcações com uma maior frequência. Estima-se que a presença de 5% de incrustação no casco de uma embarcação pode aumentar o gasto com combustível em 17%, e 1 mm de espessura de lodo no casco pode causar a perda de 15% de velocidade final. Além dos problemas econômicos os substratos artificiais criam oportunidades para a colonização de espécies não nativas e funcionam como um reservatório de espécies exóticas, aumentando assim as chances de colonização do ambiente natural por essas espécies . Dentre os efeitos negativos que a bioinvasão pode acarretar destaca-se a diminuição da biodiversidade, resultante de processos como a exclusão competitiva de espécies nativas, alteração de níveis tróficos, predação de espécies naturais e introdução de substâncias tóxicas ou doenças que podem afetar os organismos locais. As espécies invasoras são responsáveis não só por alterações nas comunidades nativas, provocando perdas na diversidade local, mas também por causar grandes prejuízos econômicas devido aos danos causados pelas incrustações biológicas (em plataformas, usinas, pilares, piers e embarcações) e pelos impactos sobre os recursos pesqueiros. Como conseqüência dos inúmeros danos causados pelo desenvolvimento de incrustantes nas estruturas de flutuação é fundamental a utilização de substancias que dificultem ou ate mesmo impeçam a fixação destes organismos nestas estruturas. No combate a bioincrustações, várias ações podem ser tomadas e, dependendo da situação e da aplicabilidade, pode ser feita a remoção mecânica periódica dos organismos incrustados; utilizar materiais menos propensos a bioincrustação; usar proteção eletroquímica, etc. O método mais eficiente no combate da bioincrustação em substratos artificiais são tintas que possuem compostos químicos denominados de BIOCIDAS, que apresentam a capacidade de repelir os organismos bentônicos incrustantes. O presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência das tintas anti-fouling, produzidas e comercializadas pela empresa WEG-Indústrias S.A. Química, na incrustação de organismos marinhos em substratos metálicos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Gilberto Caetano Manzoni - Coordenador / Jefferson Lopes Dick - Integrante / Alexandre Cattony S. da Silva - Integrante.

Prêmios

2017

Melhor Apresentação de Pôster - XV SEMAQUI, UFSC.

2015

PREMIO DESTAQUE EM INICIAÇÃO CIENTIFICA, UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI.

1998

Premio Jovem Cientista - Institucional, CNPq - Grupo Gerdau - Fundação Roberto Marinho - *UNIVALI.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade do Vale do Itajaí, CENTRO EXPERIMENTAL DE MARICULTURA. , RUA URUGUAI - 458, CENTRO, 88302202 - Itajaí, SC - Brasil - Caixa-postal: 360, Telefone: (47) 3455980, Fax: (47) 3455980, URL da Homepage:

Experiência profissional

1994 - Atual

Universidade do Vale do Itajaí

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Coordenador do Centro Experimental de Maricul, Carga horária: 40

1994 - 2002

Universidade do Vale do Itajaí

Vínculo: Servidor PRIVADO ou celetista, Enquadramento Funcional: Outro (especifique) -Coordenação do centro ex, Carga horária: 40

Atividades

  • 07/2018

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Escola do Mar, Ciência e Tecnologia.,Cargo ou função, Portaria nº 067/2018 e nº 077/2018 - Membro da comissão de elaboração do Plano Diretor da Unidade Penha.

  • 05/2018

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Conselho Universitário.,Cargo ou função, Portaria nº 011/Curador/2018 - Membro Titular do Conselho Curador.

  • 04/2018

    Direção e administração, Escola do Mar, Ciência e Tecnologia.,Cargo ou função, Portaria nº 218/2018 - Gestor da Unidade Penha.

  • 03/1994

    Ensino, Oceanografia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, MARICULTURA I, MARICULTURA II, INTRODUÇÃO A OCEANOGRAFIA - OCEANOGRAFIA BIOLOGICA

  • 01/1994

    Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Ciências Tecnologicas da Terra E do Mar, Curso de Oceanografia Centro Experimental de Maricultura.,Linhas de pesquisa

  • 01/1994

    Ensino, Oceanografia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, MARICULTURA I, MARICULTURA II, INTRODUÇÃO A OCEANOGRAFIA

  • 01/1994

    Serviços técnicos especializados , Centro de Ciências Tecnologicas da Terra E do Mar, Curso de Oceanografia Centro Experimental de Maricultura.,Serviço realizado, ASSESSORIA PARA A INPLANTACAO DE CULTIVO DE ORGANISMOS MARINHOS.

  • 01/1994

    Extensão universitária , Centro de Ciências Tecnologicas da Terra E do Mar, Curso de Oceanografia Centro Experimental de Maricultura.,Atividade de extensão realizada, ORGANIZACAO E SUPORTE TECNICO AOS PRODUTORES DE ORGANISMOS MARINHOSI.

  • 01/1994

    Treinamentos ministrados , Centro de Ciências Tecnologicas da Terra E do Mar, Curso de Oceanografia Centro Experimental de Maricultura.,Treinamentos ministrados, CULTIVO DE ORGANISMOS MARINHOS, ASPECTOS SANITARIOS RELACIONADOS COM O CULTIVO DE ORGANISMOS MARINHOS, COSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL, ORGANIZAÇÃO COMUNITARIA E COOPERATIVISMO

  • 01/1994

    Outras atividades técnico-científicas , Centro de Ciências Tecnologicas da Terra E do Mar, Centro de Ciências Tecnologicas da Terra E do Mar.,Atividade realizada, PARTICIPAÇÃO EM PALESTRAS RELACIONADOS A ATIVIDADE DE CULTIVO DE ORGANISMOS MARINHOS.

  • 01/1994 - 01/2000

    Pesquisa e desenvolvimento, Universidade do Vale do Itajaí.,Linhas de pesquisa

1993 - 1994

Universidade Federal de Santa Catarina

Vínculo: Servidor público ou celetista, Enquadramento Funcional: tecnico adminstrativo, Carga horária: 40