Ilisandra Zanandrea
Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pelotas (2003) e mestrado em Fisiologia Vegetal pela Universidade Federal de Pelotas (2006). Doutora em Agronomia - Fisiologia Vegetal pela Universidade Federal de Lavras, MG (2009). Tem experiência em Anatomia Vegetal, Metabolismo Vegetal, Cultura de Tecidos e Ecofisiologia Vegetal - Fisiologia do Estresse. Realizou pesquisa de Pós Doutorado na Embrapa Clima Temperado, em Pelotas, RS. Trabalhou como professora de Fisiologia Vegetal para os cursos de graduação em Agronomia e Ciências Biológicas e responsável pela disciplina de Fisiologia do Estresse, ministrada para alunos dos Programas de Pós Graduação em Fisiologia Vegetal, Fitossanidade e Agronomia, níveis de mestrado e doutorado, na Universidade Federal de Pelotas. Atualmente é Professora Adjunta da Universidade Federal do Maranhão, Campus Dom Delgado, São Luís, atuando na área de Fisiologia Vegetal e Anatomia Vegetal. Atual Coordenadora do Curso de Ciências Biológicas modalidade à Distância da UFMA.
Informações coletadas do Lattes em 21/06/2023
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Agronomia (Fisiologia Vegetal)
2006 - 2009
Universidade Federal de Lavras
Título: CRESCIMENTO, ANATOMIA, METABOLISMO ANAERÓBICO E SISTEMA DE DEFESA ANTIOXIDANTE DE PLANTAS EM CONDIÇÕES DE ALAGAMENTO
Orientador: José Donizeti Alves
, Ano de obtenção: 2009. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: alagamento; hipoxia; tolerância; stress.Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Morfologia Vegetal / Especialidade: Morfologia Externa. Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Anatomia Vegetal.
Mestrado em Fisiologia Vegetal
2004 - 2006
Universidade Federal de Pelotas
Título: Características fisiológicas de plantas de macieira cultivadas in vitro, Ano de Obtenção: 2006
Jose Antonio Peters.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Malus domestica; fotossintese; Fluorescência; cultura de tecidos; fluxo de fótons.Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal / Especialidade: Metabolismo Vegetal. Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal / Especialidade: Nutrição e Crescimento Vegetal. Setores de atividade: Outros.
Graduação em Ciências Biológicas
1999 - 2003
Universidade Federal de Pelotas
Título: ESTUDO ETNOBOTÂNICO DAS PLANTAS MEDICINAIS MAIS UTILIZADAS PELOS MORADORES DO BAIRRO SANTA TEREZINHA, PELOTAS, RS
Orientador: LEILA DE FÁTIMA MACIAS
Pós-doutorado
2012
Pós-Doutorado. , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
2011 - 2012
Pós-Doutorado. , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. , Grande área: Ciências Biológicas, Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal / Especialidade: Metabolismo Vegetal. , Grande Área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Ecofisiologia Vegetal / Especialidade: Fisiologia do Estresse.
2009 - 2011
Pós-Doutorado. , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil. , Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Formação complementar
2015 - 2015
Programa de Docência Ativa: Formação Continuada e Atualização Pedagógica. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.
2012 - 2012
Seminário sobre GC-MS e LC-MS. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2008 - 2008
Photoshop: Análise e Processamento de Imagens Digi. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Lavras, UFLA, Brasil.
2007 - 2007
Sementes "Fisiologia e Biotecnologia". (Carga horária: 16h). , Universidade Federal de Lavras, UFLA, Brasil.
2006 - 2006
Introdução à Microscopia Eletrônica de Varredura. , Universidade Federal de Lavras, UFLA, Brasil.
2004 - 2005
Intermediate English Course. (Carga horária: 120h). , Easy Sistems Informatica Ltda, EASY*, Brasil.
2004 - 2004
Basic 1 English Course. (Carga horária: 60h). , Easy Sistems Informatica Ltda, EASY*, Brasil.
2003 - 2003
Comunidades Vegetais no Rio Grande do Sul. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2002 - 2002
Biotecnologia Vegetal. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2000 - 2000
Formas Cores e Sexualidade. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2000 - 2000
Fotografia e Fotomicrografia. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
2000 - 2000
Identificação de Fungos Macroscópicos. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
1999 - 1999
Curso de Embriologia. (Carga horária: 14h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
1999 - 1999
Anatomia Comparada Uma Análise do Sistema Digestór. (Carga horária: 9h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
1999 - 1999
Controle Biológico. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, Brasil.
1998 - 1998
Microinformática. (Carga horária: 15h). , Serviço Nacional do Comércio, SENAC, Brasil.
1998 - 1998
Fotografia. (Carga horária: 6h). , Fujifilm, FUJI, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Italiano
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal/Especialidade: Metabolismo Vegetal.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal/Especialidade: Ecofisiologia Vegetal.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Etnobotânica/Especialidade: Anatomia Vegetal.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Recuperação de Ecossistemas.
Organização de eventos
ZANANDREA, Ilisandra ; SANTOS, J. . Exposição na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. 2017. .
ZANANDREA, Ilisandra . Ciclo de Seminários de Mobilidade Internacional da Biologia. 2016. (Outro).
ZANANDREA, Ilisandra . XIII Congresso de Iniciação Científica da UFPel, VI Encontro da Pós Graduação. 2004. (Congresso).
ZANANDREA, Ilisandra . II JORNADA DA BIOLOGIA DA UFPEL. 2003. (Outro).
Participação em eventos
Congresso Brasileiro de Fisiologia Vegetal. Frutas de amora-preta são afetadas por altas temperaturas. 2011. (Congresso).
Workshop Projeto Soja Encharcamento. 2011. (Outra).
12 Congreso Uruguayo de Hortifruticultura. Effect of 29°C temperature, at beginning of blooming, on different peach selections and cultivars. 2010. (Congresso).
IV Encontro sobre Pequenas Frutas e Frutas Nativas do Mercosul.Influência da temperatura sobre a flor de diferentes cultivares de amoreira-preta. 2010. (Encontro).
V Simpósio Nacional do Morango. 2010. (Simpósio).
5° Congresso Brasileiro de Melhoramento de Plantas. Influência de alta temperatura na receptividade do estigma e crescimento in vivo do tubo polínico de pessegueiro. 2009. (Congresso).
I Seminário Técnico Internacional em Agroecologia. 2009. (Seminário).
I Simpósio sobre Produção Orgânica. 2009. (Simpósio).
Worshop Internacional Sustentabilidade Sócio Ambiental da Bacia da Lagoa Mirim. 2009. (Simpósio).
30° Congress of International Organization for Suculent Plant Study. 2008. (Congresso).
31° Reunião Nordestina de Botânica. 2008. (Outra).
59 Congresso Nacional de Botânica. Capacidade antioxidante em raízes de sesbania sob hipoxia. 2008. (Congresso).
I Encontro de Engenharia de Sistemas. 2008. (Encontro).
IV Congresso Latinoamericano y del Caribe de Cactáceas y Otras Suculentas. 2008. (Congresso).
IV Workshop de Laser e Óptica na Agricultura. 2008. (Outra).
Workshop Internacional em "Estresse Abiótico: meio ambiente e metais pesados". 2008. (Outra).
XVII Congresso de Pós-Graduação da UFLA. 2008. (Congresso).
XI Congresso Brasileiro de Fisiologia Vegetal. Ação do ácido ascórbico e peróxido de hidrogênio na atividade de enzimas antioxidantes em cafeeiro. 2007. (Congresso).
57 Congresso Nacional de Botânica. Características fotossintéticas de macieira cultivada in vitro. 2006. (Congresso).
XXXIX Congresso Brasileiro de Fitopatologia. Participante. 2006. (Congresso).
15° Congresso Brasileiro de Floricultura e Plantas Ornamentais. 2005. (Congresso).
2° Congresso Brasileiro de Cultura de Tecidos de Plantas. Congresso Brasileiro de Cultura de Tecidos.. 2005. (Congresso).
3° Congresso Brasileiro de Melhoramento de Plantas. 3° Congresso Brasileiro de Melhoramento de Plantas. 2005. (Congresso).
45° Congresso Brasileiro de Olericultura. 2005. (Congresso).
XIV Congresso de Iniciação Científica UFPel. Congresso de Iniciação Científica. 2005. (Congresso).
XXXVII Congresso Brasileiro de Fitopatologia. XXXVII Congresso Brasileiro de Fitopatologia. 2004. (Congresso).
II Jornada Acadêmica da Biologia. 2003. (Outra).
XII Congresso de Iniciação Científica da UFPel. XII Congresso de Iniciação Científica da UFPel. 2003. (Congresso).
JORNADA DA BIOLOGIA DA UFPEL. 2002. (Outra).
X Congresso de Iniciação Científica. Congresso de Iniciação Científica. 2001. (Congresso).
VI Jornada de Estudos sobre Interações Ecológicas e Biodiversidade. 2000. (Congresso).
VI Semana Acadêmica de Ciências Biológicas. 2000. (Outra).
X Encontro de Botânicos do Rio Grande do Sul. 2000. (Encontro).
V Semana Acadêmica de Ciências Biológicas. 1999. (Outra).
Participação em bancas
ZANANDREA, IlisandraDEUNER, S.; PICOLOTTO, L.; ROCHA, M. S.. Propagação vegetativa por estaquia em porta-enxertos de pessegueiro e ameixeira. 2014. Dissertação (Mestrado em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Pelotas.
ZANANDREA, Ilisandra; AMARANTE, L.; FALQUETO, A. R.. Características biométricas, trocas gasosas e atividade do sistema antioxidante de plantas de eucalipto durante crescimento inicial. 2013. Dissertação (Mestrado em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Pelotas.
ZANANDREA, IlisandraDEUNER, S.BIANCHI, V.J.. Trocas gasosas e metabolismo antioxidativo em plantas de girassol em resposta ao déficit hídrico. 2011. Dissertação (Mestrado em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Pelotas.
ZANANDREA, Ilisandra; BACARIN, M.A.; NORA, L.. Estresses abióticos em plantas transformadas e não transformadas de tomate 'Micro-Tom' com diferentes expressões da sHSP mitocondrial: Efeito do alagamento e de ciclos de alta e baixa temperatura. 2011. Dissertação (Mestrado em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Pelotas.
ZANANDREA, Ilisandra; BRAGA, E.J.B.; BACARIN, M.A.;BIANCHI, V.J.. Teores de carboidratos em estacas lenhosas de mirtileiro. 2010. Dissertação (Mestrado em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Pelotas.
ZANANDREA, IlisandraBIANCHI, V.J.; BOBROWSKI, V.L.. Conservação à baixa temperatura e avaliação da viabilidade de grãos de pólen de mamoneira. 2010. Dissertação (Mestrado em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Pelotas.
PETERS, J.A.;ZANANDREA, Ilisandra; DUTRA, L.. Variabilidade genética induzida por iradiação gama em pereira cultivada in vitro. 2009. Dissertação (Mestrado em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Pelotas.
BIANCHI, V.J.ZANANDREA, Ilisandra; FARIAS, P. C. M.;DEUNER, S.; SCHMITZ, J. D.. Produção de porta-enxertos de Prunus persica por sementes: Efeito da forma de estratificação sobre a germinação das sementes, análise do crescimento dos seedlings em embalagens e seleção de indivíduos contrastante para o vigor do campo. 2016 - Universidade Federal de Pelotas.
PETERS, J.A.;ZANANDREA, Ilisandra; FARIAS, P. C. M.; VARGAS, D. P.. Cultivo in vitro e ex vitro de Pyrus sp., cultivares Carrick, Cascatense e Ya-li. 2013. Tese (Doutorado em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Pelotas.
ZANANDREA, Ilisandra; PETERS, J.A.;DEUNER, S.; AMARANTE, L.. Caracterização Morfológica, Fisiológica e Bioquímica da Corticeira-do-banhado em condições de Alagamento. 2011. Tese (Doutorado em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Pelotas.
ZANANDREA, Ilisandra; PICOLOTTO, L.; RADMANN, E.. Influência do Boro e sua interação com auxinas no enraizamento de porta-enxerto de Prunus sp., GxN-9. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Pelotas.
ZANANDREA, Ilisandra; OLIVEIRA, A.C.; FAGUNDES, P. R. R.; WENDT, S. N.. Obtenção de híbridos de arroz vermelho através de hibridação controlada e cultivo de anteras. 2012. Exame de qualificação (Doutorando em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Pelotas.
BEZERRA, D. S.; MOCHEL, F. R.;Zanandrea, Ilisandra. Influência do óleo diesel s-10 sobre a germinação de Avicennia germinans L. (L.), em laboratório. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade Federal do Maranhão.
MOCHEL, F. R.;Zanandrea, Ilisandra; AZEVEDO, J. W. J.. Efeitos do Óleo Diesel na Germinação de Laguncularia racemosa, C F Gartn. em Laboratório. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade Federal do Maranhão.
MOCHEL, F. R.;Zanandrea, Ilisandra; LIMA, L. G.. Efeitos do Óleo Diesel S-10 sobre o Desenvolvimento e a Morfologia de Mudas de Rhizophora mangle mantidas em viveiro. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) - Universidade Federal do Maranhão.
LOPES, A. C. C. B.; ROCHA, C. Q.;Zanandrea, Ilisandra. Caracterização Fitoquímica e Avaliação Citotóxica do Extrato Hidroetanólico das Folhas de Krameria Tomentosa A. St-Hill. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
Zanandrea, Ilisandra; AGUIAR, A. C. F.; AROUCHE, M. M. B.. Efeitos do Manganês na Anatomia e Morfologia de Macrófitas Aquáticas. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
Zanandrea, Ilisandra; AGUIAR, A. C. F.; MARINHO, L. C.. Tipo de estaca e época de coleta no enraizamento de estacas de murici (Byrsonima crassifolia (L.) Kunth). 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
ZANANDREA, Ilisandra; SOUZA, J. L. B.; CORREIA, L. A. D.. LEVANTAMENTO ETNOBOTÂNICO DAS PLANTAS MEDICINAIS UTILIZADAS POR MORADORES DO POVOADO MUQUILA, ARARI, MA. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
Zanandrea, Ilisandra; DIAS, L. R. C.; SARAIVA, R. V. C.. ASPECTOS ANATÔMICOS DE RAÍZES DE PLANTAS DE MILHO (Zea mays L.) CULTIVADAS SOB DIFERENTES CONDIÇÕES DE ADUBAÇÃO. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
AGNOL, H. P. M. B. D.; MARINHO, L. C.;Zanandrea, Ilisandra. Fruticultura e meio ambiente: extratos vegetais como alternativa sustentável no controle da antracnose em frutas. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
AGUIAR, A. C. F.;Zanandrea, Ilisandra; SOUZA, J. L. B.. Fitorremediação: Plantas como mitigadoras de metais pesados em solos contaminados. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
Zanandrea, Ilisandra; AGUIAR, A. C. F.; SANTOS, J.. Aa Plantas Medicinais e o Ambiente: Fatores que Influenciam na Produção de Óleos Essenciais. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
Zanandrea, Ilisandra; AGUIAR, A. C. F.; SANTOS, J.. Potencial Alelopático de Plantas do Cerrado. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
ZANANDREA, Ilisandra; FERREIRA, A. W. C.; LIMA, G. P.. LEVANTAMENTO DE ORCHIDACEAE DA FAZENDA SETE IRMÃOS,CÂNDIDO MENDES, AMAZÔNIA MARANHENSE. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
AGUIAR, A. C. F.; FERREIRA, A. W. C.;ZANANDREA, Ilisandra. CULTIVO SIMBIÓTICO IN VITRO DE Trichocentrum cebolleta E Galeandra blanchetii (ORCHIDACEAE JUSS.). 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
ZANANDREA, Ilisandra; MOCHEL, F. R.; BARBIERI, R.. EFEITO DA LUMINOSIDADE SOBRE O DESENVOLVIMENTO E A MORFOLOGIA DE MUDAS DE Rhizophora mangle EM DIFERENTES SALINIDADES, VISANDO A RECUPERAÇÃO DE MANGUEZAIS DEGRADADOS. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
ZANANDREA, Ilisandra; ROCHA, C. Q.; OLIVEIRA, P. R.. CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA E AVALIAÇÃO CARRAPATICIDA DO EXTRATO ETANÓLICO DE Lithraea brasiliensis Marchand.. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
ALMEIDA JUNIOR, E. B.;ZANANDREA, Ilisandra; MACHADO, M. A.. VEGETAÇÃO LENHOSA DE RESTINGA NO LITORAL MARANHENSE: ANÁLISE ESTRUTURAL E SERVIÇOS ECOSSISTÊMICOS. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
HASS, A.;ZANANDREA, Ilisandra; CUTRIM, M. V. J.. COMPOSIÇÃO E VARIAÇÃO DO FITOPLÂNCTON NO BAIXO CURSO DO RIO ITAPECURU, MARANHÃO - BRASIL. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
MOCHEL, F. R.;ZANANDREA, Ilisandra; AGUIAR, A. C. F.. Germinação de propágulos herbivorados de Laguncularia racemosa (L.) C.F. Gaertn. (Combretaceae) em diferentes concentrações de salinidade utilizados na recuperação ecológica dos manguesais da região de São José de Ribamar, MA, Brasil. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
FIGUEIREDO, P. S.; FIGUEIREDO, N.;ZANANDREA, Ilisandra. Variação no polimorfismo somático em sementes de Crotalaria retusa L. (Fabaceae). 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
ALMEIDA JUNIOR, E. B.;ZANANDREA, Ilisandra; FONTES, K. A. A.. RESGATE HISTÓRICO E PERSPECTIVAS CONCEITUAIS DO HERBÁRIO DO MARANHÃO (MAR). 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
AGUIAR, A. C. F.;ZANANDREA, Ilisandra; Santos, Juliano dos; PORTELA, L. B.. DECOMPOSIÇÃO E LIBERAÇÃO DE NUTRIENTES DE COMBINAÇÕES DE LEGUMINOSAS ARBÓREAS EM UM SISTEMA AGROFLORESTAL. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Zootecnia) - Universidade Federal do Maranhão.
SOARES, A. M. S.;ZANANDREA, Ilisandra; COSTA JUNIOR, L. M.. Análise de proteínas e ação do exsudato de sementes de Myracrodruon urundeuva sobre Haemonchus contortus. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão.
DEUNER, S.ZANANDREA, Ilisandra; DODE, L.B.; AMARANTE, L.. Izoenzimas e marcadores moleculares em plantas. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal de Pelotas.
ZANANDREA, Ilisandra; GOULART, P.F.P.. Mobilização de reservas durante a germinação e crescimento inicial de Sesbania virgata. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) - Centro Universitário de Lavras.
ZANANDREA, Ilisandra. Avaliadora de trabalhos do XIV Encontro de Pós-Graduação da UFPel. 2012. Universidade Federal de Pelotas.
ZANANDREA, Ilisandra. Avaliação de trabalhos do XX Congresso de Iniciação Científica da UFPel. 2011. Universidade Federal de Pelotas.
ZANANDREA, Ilisandra. Avaliadora de Feira de Ciências. 2004. Universidade Federal de Pelotas.
Orientou
Propagação vegetativa por estaquia em porta-enxertos de pessegueiro e ameixeira; 2014; Dissertação (Mestrado em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Pelotas, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Ilisandra Zanandrea;
CARACTERÍSTICAS BIOMÉTRICAS, FOTOSSINTÉTICAS E ATIVIDADE DO SISTEMA ANTIOXIDANTE DE PLANTAS DE EUCALIPTO DURANTE O CRESCIMENTO INICIAL; 2013; Dissertação (Mestrado em Fisiologia Vegetal) - Universidade Federal de Pelotas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS, MORFOLÓGICAS E FISIOLÓGICAS DE FOLHAS DE SOL E DE SOMBRA DE OITIZEIRO (Moquilea tomentosa Benth; ); 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
FUNGOS ENDOFÍTICOS DE PALMEIRAS BABAÇU (Attalea speciosa Mart; ex Spreng) NA ILHA DE UPAON-AÇÚ/MA: DIVERSIDADE E POTENCIAL BIOTECNOLÓGICO; ; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS, MORFOLÓGICAS E FISIOLÓGICAS DE FOLHAS DE SOL E DE SOMBRA DE sapoti (Manilkara zapota L; ); 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
A EDUCAÇÃO AMBIENTAL PRATICADA PELO CURSO TÉCNICO DE CONTROLE AMBIENTAL DO COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR JOSÉ CARNEIRO DE BRITO; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
BENEFÍCIOS MEDICINAIS E EFEITOS FITOTERÁPICOS DA Curcuma longa L; : uma revisão literária; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
IMPACTOS AMBIENTAIS DA EXTRAÇÃO DE AREIA NO RIO TOCANTINS: UMA ANÁLISE BIBLIOGRÁFICA; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
FRUTÍFERAS NATIVAS DO CERRADO: SUBSISTÊNCIA E GERAÇÃO DE RENDA EM COMUNIDADES DO MUNICÍPIO DE GRAJAÚ, MARANHÃO; ; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
ECOFISIOLOGIA DE PLANTAS FORRAGEIRAS; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
A EDUCAÇÃO AMBIENTAL PRATICADA PELO CURSO TÉCNICO DE CONTROLE AMBIENTAL DO COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR JOSÉ CARNEIRO DE BRITO; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
ECOFISIOLOGIA DE PLANTAS FORRAGEIRAS; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
PANORAMA DA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL DE RIOS E VEGETAÇÃO CILIAR NO MARANHÃO; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ? EJA, DO MUNICÍPIO DE PORTO FRANCO, MARANHÃO; ; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
PANORAMA DA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL DE RIOS E VEGETAÇÃO CILIAR NO MARANHÃO; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
EFEITOS DO MANGANÊS NA ANATOMIA E MORFOLOGIA DE MACRÓFITAS AQUÁTICAS; 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
Tipo de estaca e época de coleta no enraizamento de estacas de murici (Byrsonima crassifolia (L; ) Kunth); 2022; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
ASPECTOS ANATÔMICOS DE RAÍZES DE PLANTAS DE MILHO (Zea mays L; ) CULTIVADAS SOB DIFERENTES CONDIÇÕES DE ADUBAÇÃO; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
LEVANTAMENTO ETNOBOTÂNICO DAS PLANTAS MEDICINAIS UTILIZADAS POR MORADORES DO POVOADO MUQUILA, ARARI, MA; ; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
AS PLANTAS MEDICINAIS E O AMBIENTE: FATORES QUE INFLUENCIAM NA PRODUÇÃO DE ÓLEOS ESSENCIAIS; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
FITORREMEDIAÇÃO: PLANTAS COMO MITIGADORAS DE METAIS PESADOS EM SOLOS CONTAMINADOS; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
POTENCIAL ALELOPÁTICO DE PLANTAS DO CERRADO; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
Fruticultura e meio ambiente: extratos vegetais como alternativa sustentável no controle da antracnose em frutas; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
Fungos endofíticos em Ingá edulis, e sua atuação como promotores de crescimento; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
EXTRATO DE MURICI (Byrsonima crassifolia L; ) COMO ALTERNATIVA PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES DE ESPÉCIES FLORESTAIS; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
ALELOPATIA E FITOQUÍMICA DE EXTRATOS AQUOSO E ETANÓLICO DE BACURI (Platonia insignis Mart; ) E IPÊ DE JARDIM (Tecoma stans (L; ) Juss; ex Kunth; ) NA GERMINAÇÃO DE Allium cepa L; ; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
ALELOPATIA E FITOQUÍMICA DE EXTRATOS AQUOSO E ETANÓLICO DE BACURI (Platonia insignis Mart; ) E IPÊ DE JARDIM (Tecoma stans (L; ) Juss; ex Kunth; ) NA GERMINAÇÃO DE Allium cepa L; ; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
MORFOANATOMIA DE PLANTAS MEDICINAIS COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE SÃO LUÍS, MARANHÃO; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
EXTRATO DE Ascophyllum nodosum (L; ) Le Jolis COMO ESTRATÉGIA PARA O DESENVOLVIMENTO VEGETAL EM SOLO COMPACTADO; ; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
ÓLEOS ESSENCIAIS DE PLANTAS NO BIOCONTROLE IN VITRO DE Colletotrichum musae (BERK; & M; A; CURTIS) ARX E C; gloeosporioides (PENZ; ) PENZ; & SACC; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
GERMINAÇÃO DE SEMENTES E CRESCIMENTO INICIAL DE PLANTAS NATIVAS DO ESTADO DO MARANHÃO SUBMETIDAS A ESTRESSE SALINO E DIFERENTES CONDIÇÕES DE LUMINOSIDADE; 2016; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
Mobilização de reservas durante a germinação e crescimento inicial de Sesbania virgata; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Centro Universitário de Lavras; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
OTIMIZAÇÃO DE PROTOCOLO DE PRODUÇÃO DE MUDAS DE JAMBEIRO EM SISTEMA HIDROPÔNICO E SOLO; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
USO DE SISTEMA HIDROPÔNICO E SOLO PARA CULTIVO DE MUDAS DE ESPÉCIES FRUTÍFERAS; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
IMPLEMENTAÇÃO E VIABILIDADE DE USO DE DIFERENTES TIPOS DE SISTEMAS HIDROPÔNICOS EM CASA DE VEGETAÇÃO; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão, Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv; Científico e Tecnológico - MA; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
PRODUÇÃO DE MUDAS DE TAMARINDEIRO ATRAVÉS DE SISTEMA HIDROPÔNICO E SOLO; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
PRODUÇÃO DE MUDAS DE JAMBEIRO ATRAVÉS DE SEMENTES, SISTEMA HIDROPÔNICO E SOLO; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
ANATOMIA DA RAIZ DE PLANTAS DE TAMARINDEIRO PRODUZIDAS POR SEMENTES E ESTAQUIA EM SISTEMA HIDROPÔNICO; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA HIDROPÔNICO PARA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PLANTAS FRUTÍFERAS E FLORESTAIS; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
COMPARAÇÃO DE PLANTAS FORMADAS POR ESTAQUIA E POR SEMENTES; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
PRODUÇÃO DE MUDAS ATRAVÉS DE HIDROPONIA PARA RESTAURAÇÃO DE ÁREAS IMPACTADAS; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
Germinação de sementes de espécies florestais visando restauração de áreas degradadas; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
COMPARAÇÃO DE PLANTAS FORMADAS POR ESTAQUIA E POR SEMENTES; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
PRODUÇÃO DE MUDAS ATRAVÉS DE HIDROPONIA PARA RESTAURAÇÃO DE ÁREAS IMPACTADAS; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
CRESCIMENTO INICIAL DE SENNA SP; (FABACEAE) EM DIFERENTES NÍVEIS DE SOMBREAMENTO; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
ESTRUTURA FOLIAR DE SYZYGIUM JAMBOS L; EM DIFERENTES QUALIDADES DE LUZ; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
PRODUÇÃO DE MUDAS DE ESPECIES FLORESTAIS ATRAVÉS DE MINIESTAQUIA EM SISTEMA HIDROPÔNICO; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
Crescimento Inicial de Plantas Nativas de Cerrado e Floresta Amazônica Submetidas a Diferentes Condições de Estresse; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
Plasticidade Morfofanatômica de Plantas de Lilum sp; em Diferentes Condições de Luz; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
Germinação de Sementes de Plantas Nativas de Cerrado e Floresta Amazônica com Potencial Ornamental; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
Crescimento Inicial de Plantas Nativas de Cerrado e Floresta Amazônica Submetidas ao Alagamento e ao Déficit Hídrico; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
Karina Penha Andrade Costa; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
Plasticidade Morfofisiológica de Orquidáceas do Cerrado e Floresta Amazônica do Maranhão em Resposta a Diferentes Condições de Luz; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
Plasticidade Morfofisiológica de Orquidáceas do Cerrado e Floresta Amazônica em Resposta a Diferentes Condições de Luz; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Maranhão, Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv; Científico e Tecnológico - MA; Orientador: Ilisandra Zanandrea;
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ZANANDREA, Ilisandra . Palestra: Horta em casa. 2022. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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ZANANDREA, Ilisandra . Ensino de Fisiologia Vegetal. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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ZANANDREA, Ilisandra . Adaptação de Plantas a condições adversas. 2017. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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ZANANDREA, Ilisandra . Efeito das Altas Temperaturas no Crescimento das Plantas e Formação de Frutos. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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ZANANDREA, Ilisandra . Fitotecnologias. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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ZANANDREA, Ilisandra . Poluição como Fator de Estresse nas Plantas. 2016. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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ZANANDREA, Ilisandra ; RASEIRA, M.C.B. ; SANTOS, J. . Temperaturas altas afetam a produção e qualidade de frutas de amora-preta. 2011. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; SANTOS, J. ; RASEIRA, M.C.B. . Effect of 29C temperature, at beginning of blooming on differents peach selections and cultivars. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; SILVEIRA, T.M.T. ; RASEIRA, M.C.B. . High Temperature effect on Stigma Receptivity and Pollen Tube Development, in Different Peach Genotypes. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; RASEIRA, M.C.B. . Influência da temperatura sobre a flor de diferentes cultivares de amoreira-preta. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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ZANANDREA, Ilisandra ; RASEIRA, M.C.B. ; COUTO, M. ; FRANZON, R. C. . Influência de alta temperatura na receptividade do estigma e crescimento in vivo do tubo polínico de pessegueiro. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; RASEIRA, M.C.B. ; COUTO, M. ; FRANZON, R. C. . Influência de alta temperatura sobre algumas características reprodutivas em três cultivares de pessegueiro. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; ALVES, J.D. ; DEUNER, S. ; SANTOS, J. ; FANTE, C.A. . Atividade de enzimas o metabolismo anaeróbico em Sesbania sob condição de hipoxia. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; ALVES, J.D. ; SILVEIRA, N. M. ; HENRIQUE, P. C. ; FANTE, C.A. . Capacidade antioxidante em raízes de sesbania sob hipoxia. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; DEUNER, S. ; ALVES, J.D. ; HENRIQUE, P. C. ; SILVEIRA, N. M. . Enzimas removedoras de radicais livres associadas a tolerância ao déficit hídrico em mudas de cafeeiro. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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DEUNER, S. ; ALVES, J.D. ; ZANANDREA, Ilisandra ; FRIES, D. D. ; LIMA, A.A. ; SILVEIRA, N. M. ; HENRIQUE, P. C. . Açao do ácido ascórbico e peróxido de hidrogênio na atividade de enzimas antioxidantes em cafeeiro. 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SOUZA, G.S. ; CASTRO, E. M ; ZANANDREA, Ilisandra ; GOMES, M.P. ; SOARES, A.M. ; NERY, F.C. . Efeito de diferentes condições de transmissão de luz, com uso de malhas coloridas no crescimento e aspectos fisiológicos de plantas jovens de Mikania laevigata Schultz Bip. ex Baker (Asteraceae). 2007. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; BACARIN, M.A. ; FALQUETO, A. R. ; BRAGA, E.J.B. ; PETERS, J.A. . Características fotossintéticas de macieira cultivada in vitro. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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SANTOS, J. ; ZANANDREA, Ilisandra ; ROSSETO, E.A. ; BIANCHI, V.J. . Detecção de variabilidade genética entre raças de Colletotrichum lindemuthianum (Sacc. & Magn.) Scribner.. 2006. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; TURCHETTO, A. C. ; NASSI, F.L. ; BRAGA, E.J.B. ; BACARIN, M.A. ; PETERS, J.A. . Efeito da salinidade sobre os parâmetros da fluorescência em feijão. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; FALQUETO, A. R. ; RIBEIRO, M.V. ; NASSI, F.L. ; TURCHETTO, A. C. ; BRAGA, E.J.B. ; BACARIN, M.A. ; PETERS, J.A. . Fotossíntese Potencial em plantas de maçã (Malus domestica Borkh) cultivadas in vitro. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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TURCHETTO, A. C. ; BEDHUN, F.A. ; NASSI, F.L. ; ZANANDREA, Ilisandra ; BRAGA, E.J.B. ; PETERS, J.A. . Esterilização de frascos e meios de cultura através da exposição à luz ultravioleta (UV). 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; NASSI, F.L. ; RIBEIRO, M.V. ; TURCHETTO, A. C. ; BRAGA, E.J.B. ; PETERS, J.A. . Enraizamento de mirtilo (Vaccinium corymbosum L.) in vitro e ex vitro. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; FALQUETO, A. R. ; RIBEIRO, M.V. ; BRAGA, E.J.B. ; PETERS, J.A. ; BACARIN, M.A. . Influência da concentração de sacarose em nicotiana tabacum L. cultivado in vitro. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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TURCHETTO, A. C. ; ZANANDREA, Ilisandra ; NASSI, F.L. ; RIBEIRO, M.V. ; SCHIMITZ, D.D. ; PETERS, J.A. ; BRAGA, E.J.B. . Aclimatação de plantas de Tagetes sp. após cultivo in vitro. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; SCHIMITZ, D.D. ; NASSI, F.L. ; TURCHETTO, A. C. ; BRAGA, E.J.B. ; BACARIN, M.A. ; PETERS, J.A. . Características de fluorescência de clorofilas em mcieira cultivada in vitro. 2005. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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Zanandrea, Ilisandra ; MOURA, A. B. ; LUDWIG, J. ; BOBROWSKI, V.L. ; PACHOLSKI, I. . Metodologias para testar a ação de extratos de plantas medicinais no crescimento de micélio de fungos. 2003. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; MOURA, A. B. ; PIEROBOM, C. R. ; BOBROWSKI, V.L. ; LUDWIG, J. ; SANTOS, J. ; PACHOLSKI, I. . Extratos de manjericão (Occimum basilicum L.) utilizados para inibir o crescimento micelial de fungos patogênicos do arroz em microcultivo. 2003. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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ZANANDREA, Ilisandra ; CARVALHO, G ; FERREIRA, J.L.B. . Anatomia foliar de Pteridium aquilinhm L. (Polypodiaceae). 2001. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
Outras produções
ZANANDREA, Ilisandra . Avaliador de trabalhos durante o XIV Encontro de Pós-Graduação. 2012.
ZANANDREA, Ilisandra . Revisor de trabalhos do XIV Encontro de Pós-graduação da UFPel. 2012.
ZANANDREA, Ilisandra . Avaliador de trabalhos apresentados no XX Congresso de Iniciação Científica/ III Mostra Científica da Universidade Federal de Pelotas. 2011.
ZANANDREA, Ilisandra . Revisor do trabalho "Estresse abiótico em plantas transformadas e não-transformadas de tomate Micro-Tom com diferente expressão da sHSP22 mitocondrial: efeito de ciclos de alta temperatura". 2011.
ZANANDREA, Ilisandra . Revisor do trabalho "Atividade fotossintética em porta-enxerto híbrido de pessegueiro submetido à restrição hídrica e alagamento". 2011.
ZANANDREA, Ilisandra . Revisor do trabalho ?Danos celulares em plantas de girassol cultivadas sob condições de restrição hídrica?. 2010.
ZANANDREA, Ilisandra . Revisor do trabalho ?Indução de estresse na germinação de sementes de girassol pelo uso de agentes osmóticos?. 2009.
ZANANDREA, Ilisandra . Revisor do trabalho ?Crescimento inicial de plântulas de girassol submetidas a diferentes tensões de água?. 2009.
ZANANDREA, Ilisandra . Revisor de Trabalhos simples e expandidos da área temática: Fisiologia Vegetal e Ecofisiologia do 57 Congresso Nacional de Botânicos. 2007.
ZANANDREA, Ilisandra . Consultor ad hoc de trabalhos do XV Congresso de Pós-Graduandos da Universidade Federal de Lavras. 2006.
ZANANDREA, Ilisandra . Fisiologia Vegetal: fotossíntese, respiração, relações hídricas e nutrição mineral.. 2005. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Ilustração de livro).
ZANANDREA, Ilisandra ; SANTOS, J. . Algas- Características e Importância. 2002. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
ZANANDREA, Ilisandra . PALESTRA SOBRE ANATOMIA VEGETAL. 2002. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
ZANANDREA, Ilisandra . Palestra sobre anatomia e microscopia óptica. 2002. (Palestra).
Projetos de pesquisa
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2022 - Atual
PLANTAS DE MANGUE Laguncularia racemosa (L.) C.F.Gaertn. e Rhizophora mangle L. COMO BIOINDICADORAS DE CONTAMINAÇÃO POR METAIS: CARACTERIZAÇÕES ECOFISIOLÓGICAS E ECOTOXICOLÓGICAS EM MANGUEZAIS DO RIO DE JANEIRO E DO MARANHÃO, Descrição: O manguezal é um ecossistema costeiro de transição entre a terra e o mar característico de zonas tropicais e subtropicais, sendo um dos ecossistemas mais produtivos do planeta, além de serem berçários para muitas espécies de valor ecológico e econômico, auxiliam na manutenção da biodiversidade e de recursos genéticos, influenciam o clima local e global, auxiliam no controle de enchentes, atuam na produção de oxigênio, no suporte biofísico a outros ecossistemas costeiros e no sequestro de carbono na zona costeira. Apesar disso, os manguezais continuam sendo alvo de impactos que causam destruição de sua área decorrente das atividades humanas. Esta pesquisa visa avaliar a contaminação ambiental por metais e associações com biomarcadores de estresse no processo adaptativo de Laguncularia racemosa (L.) Gaertn (família Combretaceae) e Rhizophora mangle L. (família Rhizophoraceae) e comparar as respostas bioquímicas, morfológicas e anatômicas destas espécies no Maranhão e no Rio de Janeiro, que apresentam contaminação ambiental diferenciadas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Flavia Rebelo Mochel - Coordenador / Rachel Ann Hauser-Davis - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2019 - Atual
Indicadores químicos e físicos da qualidade do solo em agrossistema no trópico úmido, Descrição: UNIVERSAL-FAPEMA A transformação da vegetação leva a modificações nas características físicas e químicas do solo e podem compelir mudanças nas reservas orgânicas. Um dos atributos do solo mais sensível às transformações desencadeadas pelos sistemas de manejo é a matéria orgânica, a sua relevância em relação às características químicas, físicas e biológicas do solo é copiosamente reconhecida e sua influência nas características do solo e a sensibilidade às práticas de manejo determinam que ela seja considerada um dos principais atributos na avaliação da qualidade do solo. No entanto, as informações sobre a resposta dos reservatórios de carbono do solo à conversão para usos agropecuários são conflitantes. Existe uma incontestável necessidade de estudos sobre formas de melhorar o aporte de carbono orgânico no solo, principalmente no trópico úmido, região em que grande parte dos solos denota alta propensão à coesão e, como resultado, alta resistência à penetração, pobreza em matéria orgânica e baixa fertilidade natural, o que dificulta a enraizabilidade das plantas e diminui a eficiência do uso de nutrientes. O objetivo foi avaliar o efeito da combinação entre leguminosas arbóreas e a gramínea forrageira Brachiaria Brizantha sobre o aporte de carbono no perfil do solo. O experimento em campo encontra-se instalado em Chapadinha ? MA (344?30??de latitude sul e 4321?37??de longitude oeste). A área de estudo consiste num sistema agroflorestal de 10 (dez) anos, com quatro leguminosas arbóreas estabelecidas. leucena (Leucaena leucocephala), gliricídia (Gliricidia sepium), sombreiro (Clitoria fairchildiana) e acácia (Acacia mangium). As leguminosas foram plantadas no espaçamento de 4m entre linhas e 0,5m entre plantas. O delineamento experimental utilizado é de blocos ao acaso, com cinco tratamentos leucena+sombreiro (L+S); leucena+acácia (L+A); gliricídia+sombreiro (G+S); gliricídia+acácia (G+A); testemunha, sem leguminosas (T), e oito repetições. Em cada parcela dos tratamentos será plantado, no início do período chuvoso de cada ano, o milho e a brachiaria brizantha para compor os parâmetros a serem avaliados. Serão determinados: carbono orgânico do solo, seguindo método Walkley-Black; resistência à penetração do solo utilizando-se um penetrômetro (Falker, Porto Alegre, Brasil) com gradações de 1 cm. A tabela crítica para determinar o nível definido por Hazelton & Murphy (2007) será usada para construir o gráfico da resistência encontrada; densidade de raiz do milho será avaliada usando o método de interseções de Newman; absorção de N pelo milho determinado pelo método de Kjeldahl e os parâmetros de produtividade - peso das espigas, o número de grãos por espiga e o peso dos grãos. A partir desse estudo, espera-se obter a indicação da combinação mais eficiente entre leguminosas arbóreas e gramíneas para melhorar a disponibilidade e absorção de nutrientes pelas plantas, principalmente incorporação de carbono nas camadas mais profundas de solos de baixa fertilidade natural.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Alana das Chagas Ferreira Aguiar - Coordenador / JULIANA LIMA BRITO SOUZA - Integrante / Emanoel Gomes de Moura - Integrante / Anágila J. C. Silva - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2018 - 2019
Orchidaceae do Maranhão: levantamento de espécies, polinização e propagação in vitro de orquídea com potencial ornamental visando preservação, Descrição: Orchidaceae tem cerca de 28.000 espécies e tem grande relevância ecológica e econômica. As orquídeas podem ser indicadoras do estado de preservação das florestas, serem utilizadas economicamente e como terapia ocupacional durante seu cultivo. Também são fonte de renda para muitos produtores de flores. O estado do Maranhão é rico em Biomas e fisionomias vegetais, sendo considerado um mosaico com muitos ecótonos favoráveis ao desenvolvimento das orquídeas. As áreas naturais do Maranhão têm sido muito alteradas pelo extrativismo e pela expansão das fronteiras agrícolas, ameaçando as populações de orquídeas, que geralmente possuem ciclo de vida longo. Numa abrangente pesquisa sobre Orchidaceae do Maranhão realizada por Silva et al. (1999), pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi, foram citadas 103 espécies de Orchidaceae e quase metade delas não tiveram exsicatas incorporadas ao herbário do Museu Emílio Goeldi. Dessa forma, ainda é necessário completar esse levantamento e ampliar a pesquisa de Orchidaceae do Maranhão, depositando as exsicatas no Herbário do Maranhão (MAR), localizado na Universidade Federal do Maranhão. Nenhum herbário maranhense possui uma coleção significativa das Orchidaceae do Maranhão. Espera-se que possam ser anexadas novas ocorrências à flora orquidológica do Maranhão e talvez, até alguma nova espécie. Também, em virtude da acentuada taxa de desmatamento que ocorre nessa região, torna-se necessário manter exemplares em cultivo não apenas para estudo, mas também para preservação e conservação. Na primeira fase da pesquisa sobre Orchidaceae do Maranhão, que foi financiada com recursos da FAPEMA (Edital Universal 0430/2015, termo de outorga 9033/2015), foram identificadas 73 espécies de Orchidaceae, das quais 22 são novos registros para a Flora Maranhense. Triphora sp. ainda está em estudo e parece ser espécie nova para a ciência. O artigo com a listagem geral está em fase de maior levantamento de dados e pretende-se publicar um artigo incluindo vários registros novos. Um artigo com dois novos registros de Vanilla (Orchidaceae) já foi publicado no final do ano passado na Check List (Ferreira et al. 2017) e outro artigo sobre polinização de Rodriguezia lanceolata Ruiz & Pavon por beija flores já foi aceito e deve ser publicado ainda no primeiro semestre de 2018 na Plant Systematics and Evolution. Além desses novos registros de Orchidaceae, outras espécies de plantas que foram coletadas nas mesmas regiões dos estudos das orquídeas também são novos registros para a Flora do Maranhão e estão em fase de análise em periódicos científicos: 1-) Voyria caerulea Aubl. (Gentianaceae), artigo submetido para a Check List; 2-) espécies de Tillandsia (Bromeliaceae), artigo submetido para a Rodriguésia; 3-) artigo sobre coleta de Dyckia racemosa Baker (Bromeliaceae), uma espécie com poucas coletas e cuja descrição estava incompleta, que foi submetido à Phytotaxa e está em fase final de análise. Com base nesses dados apresentados, justifica-se a necessidade de continuação dessas pesquisas sobre Orchidaceae e outras famílias botânicas que sejam lacunas na Flora do Maranhão. Aprovado pela Resolução 1799 CONSEPE, 20/12/2018. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Alessandro Wagner Coelho Ferreira - Coordenador / Eduardo Bezerra de Almeida Júnior - Integrante / Emerson Ricardo Pansarin - Integrante / Maycon Jordan Costa da Silva - Integrante / Ítalo Vinícius Cantanhêde Santos - Integrante / Miguel Sena de Oliveira - Integrante.
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2018 - Atual
Produção de Mudas de Frutíferas através de Sistema Hidropônico, para Aumentar a geração de renda no Município de Belágua, Maranhão, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Coordenador / Juliano dos Santos - Integrante / Alana das Chagas Ferreira Aguiar - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2017 - 2018
Orchidaceae do Maranhão: levantamento de espécies, polinização e coleção em cultivo e in natura visando preservação e propagação in vitro para reintrodução, Descrição: Orchidaceae é considerada a família mais numerosa das Angiospermas, com cerca de 25.000 espécies. As orquídeas podem ser indicadoras do estado de preservação das florestas, serem utilizadas economicamente e como terapia ocupacional durante seu cultivo. O estado do Maranhão é rico em Biomas e fisionomias vegetais, sendo considerado um mosaico com muitos ecótonos favoráveis ao desenvolvimento das orquídeas. As áreas naturais do Maranhão têm sido muito alteradas pelo extrativismo e pela expansão das fronteiras agrícolas, ameaçando as populações de orquídeas, que geralmente possuem ciclo de vida longo. Nenhuma Instituição de pesquisa do estado do Maranhão realizou levantamento sistemático e exsicatas de Orchidaceae e nem pesquisou suas relações ecológicas com polinizadores e forófitos. Muito menos, tomou medidas de preservação e conservação para proteção da Flora Orquidológica do Maranhão. Portanto, não há coleção cultivada e nem herbário oficial no Maranhão que contenha bom número de exemplares de espécies de orquídeas locais. Mesmo numa pesquisa sobre Orchidaceae do Maranhão realizada em 1999 por pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi, não foram incorporadas nesse Museu exsicatas de todas as espécies catalogadas. Dessa forma é necessário completar e ampliar a pesquisa de Orchidaceae do Maranhão, depositando as exsicatas no Herbário do Maranhão (MAR), localizado na Universidade Federal do Maranhão. Espera-se que possam ser anexadas novas ocorrências à flora orquidológica do Maranhão e talvez, até novas espécies. Também, em virtude da acentuada taxa de desmatamento que ocorre nessa região, torna-se necessário manter exemplares em cultivo não apenas para estudo, mas também para preservação e conservação. O cultivo favorece o estudo ao menos por três motivos: 1- facilita a identificação das espécies que ficam concentradas em um só local, diminui custos financeiros em viagens de retorno a locais já visitados, além do ganho de tempo para o estudo de outras áreas; 2- a destruição ambiental pode eliminar exemplares em estudo e acarretar perdas irreparáveis, como no caso de suspeita de novo táxon; 3- conservação de patrimônio genético de Orchidaceae do Maranhão: inicialmente por cultivo das espécies em fragmento florestal monitorado no Campus da UFMA e posteriormente, com base nessas espécies cultivadas, propagação in vitro por semeadura, visando reintrodução em áreas protegidas. O estudo dos polinizadores é fundamental para saber em quais condições ecológicas efetua-se a polinização. Também se pretende interagir com a comunidade (nas zonas urbana e rural), realizando educação socioambiental que informe sobre a importância da preservação das orquídeas e do potencial econômico dessas plantas. Além disso, estudos preliminares em áreas de Cerrado e Amazônia Maranhense têm apontado pelo menos dez espécies que são novos registros para a Flora Maranhense. Com base nesses fatos, justifica-se a importância de iniciar os estudos da Flora Orquidológica Maranhense. Aprovado pela resolução CONSEPE 1759 de 27/09/2018.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Alessandro Wagner Coelho Ferreira - Coordenador / Nivaldo de Figueiredo - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Júnior - Integrante / Elidio Armando Exposto Guarçoni - Integrante / Emerson Ricardo Pansarin - Integrante / Maycon Jordan Costa da Silva - Integrante / Ítalo Vinícius Cantanhêde Santos - Integrante / Miguel Sena de Oliveira - Integrante / Eduardo Oliveira Silva - Integrante.
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2017 - Atual
Diversidade vegetal do litoral setentrional maranhense: checklist, caracterização taxonômica, importância econômica e conservação, Descrição: Os ambientes costeiros apresentam altas concentrações salinas e escassez hídrica, além dos fortes ventos e alta incidência solar; esses fatores podem alterar o desenvolvimento morfológico das plantas, e, consequentemente, interferir na variação morfológica das espécies. Dessa forma, é imprescindível documentar essas variações em estudos taxonômicos, como forma de contribuir para a circunscrição desses táxons. Dentre os estados do Nordeste, o Maranhão foi o que menos apresentou registros novos de espécies vegetais entre 2010, de acordo com o Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, e 2015, ano da publicação do artigo do BFG. Isso se deve a falta de estudos taxonômicos no Estado que ainda eram incipientes durante esse período. Em 2016, a publicação de notas científicas, estudos fitossociológicos e florísticos para o Maranhão, após mais de 20 anos desde o primeiro estudo para o Estado, acrescentaram novas ocorrências de espécies de Fabaceae, Myrtaceae, Poaceae e Rubiaceae, registrando um maior volume de espécies para as famílias propostas nesse projeto. Esses achados podem indicar uma potencial diversidade para esses táxons ainda muito pouco explorada no Maranhão e no Litoral Setentrional Nordestino. Frente a isso, as famílias Asteraceae, Fabaceae, Malvaceae, Melastomataceae, Myrtaceae, Poaceae e Rubiaceae são sete das dez famílias de maior riqueza para o Brasil, além de também estar entre as dez mais representativas para o Cerrado, bioma que alcança o litoral setentrional maranhense. Adicionalmente, essas famílias apresentam ampla ocorrência ao longo do litoral brasileiro, atuando como componentes preponderantes para vegetação de restingas e dunas (BFG, 2015). A falta de estudos taxonômicos voltados para essas famílias no litoral brasileiro ainda é um problema, uma vez que revisões taxonômicas realizadas em alguns Estados do Brasil tendem a não abranger indivíduos ocorrentes em áreas litorâneas. Como consequência, tem-se uma lacuna de conhecimento acerca da variação morfológica das espécies que ocorrem nestes ambientes.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Juliano dos Santos - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Júnior - Coordenador / Alana das Chagas Ferreira Aguiar - Integrante / MONIELLE ALENCAR MACHADO - Integrante / GUSTAVO PEREIRA LIMA - Integrante / Carmen Sílvia Zickel - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Ana Cristina Ramos Souza - Integrante / Maria Carolina de Abreu - Integrante / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Leidiana Lima dos Santos - Integrante / Renata Gabriela Vila Nova Lima - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Luana Mendes Carvalho - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Luann Brendo da Silva Costa - Integrante.
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2017 - Atual
Herbário do Maranhão (MAR): testemunho científico da diversidade florística do Meio Norte do Brasil, Descrição: De acordo Martins-da-Silva et al. (2014) o reduzido número de registrados de exemplares botânicos no acervo dos Herbários do Brasil deve-se principalmente à falta de uma política de incentivo ao crescimento e manutenção dos Herbários já existentes e à valorização das coleções biológicas. Desse modo, há uma necessidade premente de intensificar os levantamentos florísticos, ampliando os registros botânicos, para que se conheçam os recursos disponíveis e possam ser planejados projetos de desenvolvimento regional calcados em bases científicas. Dessa forma o presente projeto é fundamental para que os estudos sobre o conhecimento da flora do Estado e sua catalogação prossigam, ampliando e consolidando o importante acervo do Herbário do Maranhão (MAR), da Universidade Federal do Maranhão. Diante disso, conhecer a flora dos Parques, Reservas e Áreas de Proteção Ambiental (APA?s) contribuem para conservar a riqueza vegetal desses ecossistemas tão ameaçados, já que os registros das plantas ficarão catalogados num dos importantes acervos botânicos do Estado. Nesse contexto, o Herbário MAR tem desempenhado um papel importante nos estudos e na divulgação da flora maranhense, bem como no intercâmbio de informações com outros Herbários. Tudo isso por meio da informatização dos registros do acervo e disponibilização online dos dados na plataforma do SpeciesLink, podendo ser consultado por toda comunidade científica. Assim, o projeto permitirá a manutenção, ampliação e consolidação das ações até então desenvolvidas, gerando mais conhecimentos que são essenciais para dar suporte a pesquisas botânicas em outros níveis, podendo nortear decisões governamentais nas áreas de proteção ambiental e manejo dos ecossistemas maranhenses. Além de assegurar a biodiversidade da flora do Maranhão nos Parques, Reservas e APAs. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Júnior - Coordenador / MONIELLE ALENCAR MACHADO - Integrante / GUSTAVO PEREIRA LIMA - Integrante / MARLLA MARIA BARBOSA AROUCHE - Integrante / Francisco Soares Santos-Filho - Integrante / Ana Cristina Ramos Souza - Integrante / Maria Carolina de Abreu - Integrante / Ariade Nazare Fontes da Silva - Integrante / Ingrid Fabiana Fonseca Amorim - Integrante / Leidiana Lima dos Santos - Integrante / Renata Gabriela Vila Nova Lima - Integrante / Bruna Emanuele Freire Correia - Integrante / Luana Mendes Carvalho - Integrante / Dinnie Michelle Assunção Lacerda - Integrante / Gabriela dos Santos Amorim - Integrante / Luann Brendo da Silva Costa - Integrante / Ingrid do Bom Parto Araújo Santana - Integrante / Jailson Ferreira Moreira - Integrante / Ana Cássia Medeiros Araújo - Integrante / Kauê Nicolas Lindoso Dias - Integrante / Aryana Vasque Frota Guterres - Integrante / Luciano Mamede Freitas Junior - Integrante / Luciana Belfort - Integrante / Aline Duarte Nascimento - Integrante / Brenda Hellen Izídio de Paiva - Integrante / Catherine Rios Santos - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2016 - 2019
Cooperação científica com a Universidade de Nottingham em Intensificação Ecológica da Agricultura Familiar do Maranhão, Descrição: Este projeto visa a criação de uma nova parceria de pesquisa para estudar a biodiversidade e os ecossistemas, assim como a resiliência e impactos da intensificação ecológica da agricultura familiar na orla oriental da Amazônia. Este projeto se concentrará em quatro áreas prioritárias, que também atravessam o nexo alimentar-água-energia e meio ambiente a saber: i) Ecologia da paisagem; ii) Carbono do solo e manejo de nutrientes; iii) Mudança global biológica e iv) Conservação e biodiversidade. Os objetivos desse projeto são: - Desenvolver uma nova parceria entre pesquisadores da Universidade de Nottingham e da Universidade Federal do Maranhão, em parceria com a Universidade Estadual do Maranhão, por meio do Programa de Pós-Graduação em Agroecologia; - Analisar os impactos do manejo de ecossistemas por pequenos produtores da região amazônica oriental sobre a biodiversidade e resiliência dos ecossistemas; - Identificar as prioridades de pesquisa principais em toda uma série inter-relacionada e temas transversais, incluindo ecologia da paisagem, carbono e nutrientes, biologia, alterações globais e biodiversidade; - Fornecer um fórum para o desenvolvimento de novas propostas de pesquisa que podem ser desenvolvidos para além da vida deste projeto. Este projeto pretende apoiar a pesquisa para melhorar o desenvolvimento agrícola sustentável com potencial para melhorar a prosperidade e o bem-estar das comunidades rurais que são o foco da pesquisa. Estas comunidades de pequenos agricultores são muitas vezes excluídas dos últimos avanços tecnológicos e abordagens ambientais, que podem fazer a diferença para os seus rendimentos de subsistência.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Júnior - Integrante / Alana das Chagas Ferreira Aguiar - Coordenador., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2016 - 2018
Eficiência do Uso de Nutrientes na Produção de Alimentos Biofortificados na Agricultura Familiar do Maranhão, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Alana das Chagas Ferreira Aguiar - Coordenador / Emanoel Gomes de Moura - Integrante / Aline Gomes de Moura - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2016 - Atual
Eficiência do Uso de nutrientes na Produção de Alimentos Biofortificados na Agricultura do Maranhão, Descrição: Projeto aprovado Chamada Universal MCTI /CNPq N 01/2016 - Processo N 423413/2016-3.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Alana das Chagas Ferreira Aguiar - Coordenador / Emanoel Gomes de Moura - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2015 - 2017
Diversidade de fungos endofíticos em plantas nativas com potencial ornamental no Estado do Maranhão, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Juliano dos Santos - Integrante / Alessandro Wagner Coelho Ferreira - Integrante / Nivaldo de Figueiredo - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Júnior - Integrante / Gilda Vasconcelos de Andrade - Coordenador.
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2015 - 2017
Orchidaceae do Maranhão: levantamento das espécies, relações ecológicas com polinizadores e forófitos, e coleção in natura visando preservação e propagação in vitro para reintrodução, Descrição: Este projeto objetiva realizar levantamento das espécies de Orchidaceae do Maranhão e paralelamente, estudar relações ecológicas com forófitos e polinizadores. Também, formar uma coleção viva de espécies de orquídeas maranhenses visando estudo, preservação, propagação in vitro e futuramente, trabalhos de educação sócio-ambiental.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Alessandro Wagner Coelho Ferreira - Coordenador / Nivaldo de Figueiredo - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Júnior - Integrante / Elidio Armando Exposto Guarçoni - Integrante / Emerson Ricardo Pansarin - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2015 - 2017
Melhorias na infraestrutura e funcionamento dos Laboratórios de Fisiologia Vegetal, Anatomia e Ecologia Vegetal do Departamento de Biologia, Universidade Federal do Maranhão., Descrição: O Projeto de apoio à implantação e modernização da infraestrutura tem como objetivo complementar e promover melhorias na infraestrutura física dos Laboratórios de Fisiologia Vegetal e de Anatomia e Ecologia Vegetal do Departamento de Biologia, Universidade Federal do Maranhão, permitindo melhores condições para o desenvolvimento da missão institucional, fortalecendo e consolidando os grupos de pesquisa em biologia vegetal desta instituição. Destaca-se a importância da aquisição de novos equipamentos e a estruturação física dos laboratórios de Anatomia, Ecologia e Fisiologia Vegetal do Departamento de Biologia, de modo a potencializar o desenvolvimento multidisciplinar da pesquisa, além de criar novas linhas de pesquisa para suprir a demanda na área da biologia vegetal. Estes novos laboratórios, servirão não só para o avanço da pesquisa científica na UFMA, mas também para dar suporte ao ensino e extensão, desenvolvendo mais trabalhos de conclusão de curso de graduação e dissertações de mestrado, além da formação de pessoal qualificado para atuar nos mais diversos campos de trabalho dos biólogos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Coordenador / Alessandro Wagner Coelho Ferreira - Integrante / Nivaldo de Figueiredo - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2015 - Atual
Plasticidade morfofisiológica de plantas ornamentais em áreas ecotonais de Cerrado e Floresta Amazônica do Maranhão em resposta a diferentes condições de luz, Descrição: Com a destruição da Floresta Amazônica e do Cerrado, o extrativismo ilegal e o crescente interesse comercial por plantas ornamentais, várias espécies encontradas no Estado do Maranhão correm risco de desaparecimento. Dentre as plantas ameaçadas estão as orquídeas. Alguns problemas podem afetar o seu cultivo, como o excesso de luz, que destaca-se por reduzir, dentre outros parâmetros anatômicos e fisiológicos, a atividade fotossintética, o que, consequentemente, reduz o número e tamanho das flores. Além das orquídeas, há outras espécies com potencial ornamental na região e que se destacam não somente pelas flores, mas também pela folhagem, distinguindo-se entre plantas de sol e de sombra. Este projeto visa avaliar as características anatômicas e fisiológicas de espécies de plantas com potencial ornamental. Num primeiro momento serão realizadas visitas a diferentes locais para identificar espécies com potencial ornamental. Em seguida, serão realizadas coletas para o cultivo, multiplicação e estudo dessas plantas. A partir dos resultados obtidos num primeiro momento, outros estudos serão realizados com essas plantas, incluindo germinação de sementes in vitro, para posterior reintrodução no ambiente.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Coordenador / Juliano dos Santos - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Alessandro Wagner Coelho Ferreira - Integrante / Eduardo Bezerra de Almeida Júnior - Integrante / Elidio Armando Exposto Guarçoni - Integrante / Alexandra Martins dos Santos Soares - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa ao Desenvolv. Científico e Tecnológico - MA - Auxílio financeiro.
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2013 - Atual
Caracterização morfológica e molecular de seedlings portaenxertos de pessegueiro [Prunus persica (L.) Batsch], Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Valmor João Bianchi em 11/08/2014., Descrição: Este projeto tem como objetivo a caracterização morfológica e molecular de seedlings de porta-enxertos de pessegueiro com o intuito de serem utilizados no programa de melhoramento vegetal nas condições da região sul do RS.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Valmor João Bianchi - Coordenador / Jose Carlos Fachinello - Integrante / Willian Silva Barros - Integrante / Victor Mouzinho Spinelli - Integrante.
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2011 - 2014
Melhoramento Genético de pessegueiro e nectarineira para as condições do sul do Brasil., Descrição: Apesar do Programa de melhoramento de pessegueiros e nectarineiras, na Embrapa, Pelotas, estar sendo conduzido, sem interrupções, desde o final de década de 50, ainda há muito a ser melhorado. O Programa ainda não conseguiu ofertar novas opções de cultivares de nectarineiras, competitivas com aquelas que são importadas pelo mercado nacional. Além disso, mesmo em pessegueiros, as cultivares disponíveis apresentam problemas de suscetibilidade a doenças, agravadas pelas condições de clima locais. Por outro lado, o consumidor está cada vez mais exigente em termos de aparência e sabor das frutas e seu valor para a saúde. A qualidade das frutas de caroço, no Brasil tem apresentado progresso. Entretanto, com a abertura de mercados, a competição da fruta nacional com a importada está constantemente presente. O objetivo desse projeto é o desenvolvimento de cultivares adaptadas às diversas condições edafoclimáticas do Sul e Sudeste do Brasil, menos suscetíveis a pragas e doenças e produtoras de frutas de boa qualidade e excelente sabor. O principal método, a ser utilizado no Projeto, para a obtenção de cultivares e seleções é a hibridação, o qual segundo Fidegheli et all, 1997, é o mais adequado uma vez que metade das 500 cultivares criadas no mundo, no período de 1990 a 1996, foram obtidas por hibridação. Os resultados alcançados até o presente, pelos programas brasileiros de melhoramento de fruteiras de clima temperado são alentadores, mas muito há ainda por ser melhorado.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Juliano dos Santos - Integrante / Maria do Carmo Bassols Raseira - Coordenador / José Francisco Martins Pereira - Integrante / Luís Eduardo Correa Antunes - Integrante / Bernardo Ueno - Integrante / Caroline Marques Castro - Integrante / Luis Antonio Suita de Castro - Integrante / Marcia Vizzotto - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2011 - 2013
Características Biométricas, Fotossintéticas e Atividade do Sistema Antioxidante de Plantas de Eucalipto durante o Crescimento Inicial, Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Coordenador / Marcos Antonio Bacarin - Integrante / Dominique Delias - Integrante.
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2011 - Atual
Desenvolvimento de protocolos eficientes de propagação clonal e caracterização genético-molecular de porta-enxertos de Prunus sp., visando resistência a Meloidogyne spp., Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Valmor João Bianchi em 11/08/2014., Descrição: A cultura do pessegueiro tem importância considerável no setor agrícola do Rio Grande do Sul, que é o principal produtor nacional desta espécie, além do mais é desenvolvida em pequenas e médias propriedades, contribuindo significativamente na renda familiar desses produtores. Apesar deste Estado se destacar em área cultivada e produção, a produtividade de pêssegos é considerada baixa (9 t ha-1) em relação aquelas obtidas em outras regiões do país, como é o caso de São Paulo, onde as colheitas podem chegar a 14,4 t ha-1 (EMBRAPA 2008). Dentre os vários fatores associados à baixa produtividade no Estado do Rio Grande do Sul, podemos destacar a falta de qualidade genética e sanitária do material propagativo, o não uso de métodos eficientes e seguros para produção de mudas de alta qualidade, falta de porta-enxertos adequados as diferentes condições edafoclimáticas de cultivo e com resistência à fitopatógenos do sistema radicular. Ações de pesquisa que venham a facilitar a propagação e melhorar a qualidade genética e sanitária das mudas, bem como a difusão de porta-enxertos comprovadamente resistentes a pragas do solo, a exemplo dos nematóides das galhas, trará vantagens competitivas para o estado no setor de produção de mudas, maiores condições para pequenos e médios produtores em melhorar a produtividade dos seus pomares, e os seus rendimentos financeiros, com menor custo de produção e menor impacto ao ambiente.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Eugenia Jacira Bolacel Braga - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Valmor João Bianchi - Coordenador / Cesar Bauer Gomes - Integrante / Jose Carlos Fachinello - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.
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2010 - 2014
Pesquisa e Desenvolvimento em fruteiras de Clima Temperado no Sul do Brasil, Descrição: Diversos trabalhos de pesquisa vem sendo conduzidos pelo grupo, destacando-se o melhoramento genético e os conhecimentos básicos em fisiologia relacionados a adaptação das principais frutíferas de clima temperado às condições do Sul do Brasil. Nesta região os invernos são irregulares o que faz com que a fisiologia de algumas fases do desenvolvimento sejam de dificil entendimento, especialmente a da dormência. No que se refere ao melhoramento, destacando-se as prunóideas e as pequenas frutas (com enfoque no mirtilo e na amora-preta), o objetivo é a criação de cultivares de baixa exigência em frio, resistentes a doenças e com boa produtividade de frutas que apresentem boa aparência, firmeza de polpa e sabor equilibrado. O grupo também realiza pesquisas no sentido de obter um produto limpo, onde o recurso natural tem grande importância e a saúde dos consumidores e dos produtores seja preservada. Está sendo realizada também a caracterização molecular das mais importantes cultivares e dos clones de fundação do programa.Recentemente com o apoio do CNPq foi iniciada uma linha de testes para tolerância do pessegueiro a altas temperaturas o início da floração. Dentre as linhas de pesquisa, faz parte também a relativa às propriedades funcionais das frutas em estudo pelo grupo. A integração com outros grupos de pesquisas internacionais é um dos pontos fortes do grupo, dentre eles instituições dos Estados Unidos, da França, do Japão e da Espanha, além dos países do Mercosul e outras instituições brasileiras. Bons resultados têm sido obtidos a partir deste relacionamento.Nos últimos 3 anos foram lançadas cinco cultivares de pessegueiro: Rubimel, Bonão; BRS Kampai; BRS Libra e BRS Âmbar.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Valmor João Bianchi - Integrante / Maria do Carmo Bassols Raseira - Coordenador / Flávio Gilberto Herter - Integrante / José Francisco Martins Pereira - Integrante / Idemir Citadin - Integrante / Luís Eduardo Correa Antunes - Integrante / Amélia Terezinha Henriques - Integrante / Angela Diniz Campos - Integrante / Bernardo Ueno - Integrante / Carlos Reisser Junior - Integrante / Caroline Marques Castro - Integrante / Cesar Bauer Gomes - Integrante / Ciro Scaranari - Integrante / José Angelo Silveira Zuanazzi - Integrante / José Claudio Fonseca Moreira - Integrante / Luis Antonio Suita de Castro - Integrante / Marcia Vizzotto - Integrante / Marco Antonio Dalbó - Integrante / Newton Alex Mayer - Integrante / Paulo Roberto Simonetto - Integrante / Roberto Pedroso de Oliveira - Integrante / Rufino Fernando Flores Cantillano - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2010 - 2014
Avaliação de germoplasma de pessegueiro quanto à resistência à podridão parda (Monilinia fructicola), Descrição: O projeto, sob supervisao da Dr Maria do Carmo, visa selecionar genótipos de pessegueiro com algum grau de resistência / tolerancia a M. fructicola para utilizar nos programas de melhoramento.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Juliano dos Santos - Coordenador / Maria do Carmo Bassols Raseira - Integrante / Bernardo Ueno - Integrante / Marcia Vizzotto - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2010 - 2012
Estresse Abiótico em Diferentes Estádios Fenológicos da Cultura do Girassol (Helianthus annuus L.), Descrição: Pretende-se desenvolver um estudo pormenorizado sobre o comportamento da cultura do girassol quando cultivado em condições de estresse hídrico e salino. O grupo proponente neste projeto investirá na aquisição de conhecimentos à cerca dos aspectos envolvidos nas trocas gasosas, cinética da emissão da fluorescência da clorofila a e no metabolismo antioxidativo em diferentes fases fenológicas do desenvolvimento da cultura do girassol sob condições de estresse abiótico. Este estudo permitirá identificar e caracterizar os efeitos da duração e intensidade do estresse e em qual estádio a cultura é mais afetada. Ao final desta pesquisa espera-se ampliar o conhecimento dos mecanismos fisiológicos de tolerância ao estresse a que está submetida a cultura do girassol, cultura esta promissora para a produção de biocombustíveis. A publicação dos resultados serão as conseqüências deste trabalho, acompanhados da conclusão satisfatória na orientação de bolsistas de Mestrado e Iniciação Científica. Caberá à parte básica deste projeto, registrar as novas informações adquiridas e levá-las até a sociedade produtora. Esta, por sua vez, as empregará no sentido de não somente aumentar a produção, mas também contribuir para o aumento na demanda por mão-de-obra especializada, no aumento da arrecadação de impostos e aumento nos investimentos destinados à agricultura.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Jose Antonio Peters - Coordenador / Marcos Antonio Bacarin - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.
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2009 - Atual
Desenvolvimento de protocolos eficientes de propagação clonal e caracterização genético-molecular de porta-enxertos de Prunus sp., visando resistência a Meloidogyne spp., Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Valmor João Bianchi em 24/06/2013., Descrição: O projeto visa desenvolver métodos eficientes de propagação clonal de Prunus spp e fazer a caracterização fenotíca e molecular de porta-enxertos de pessegueiro buscando a seleção de novos genótipos com resistência a Meloidogyne spp. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Eugenia Jacira Bolacel Braga - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Valmor João Bianchi - Coordenador / Cesar Bauer Gomes - Integrante / Jose Carlos Fachinello - Integrante / Elizete Radmann - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.
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2006 - 2009
Tolerância de plantas à deficiência de oxigênio relacionada ao metabolismo de carboidratos, sistema antioxidante e características morfo-anatômicas, Descrição: Esse projeto tem por objetivo a investigar o impacto da anoxia e pós-anoxia em plantas de interesse para a revegetação de áreas de depleção de reservatórios hidrelétricos, avaliando sua capacidade de adaptação às condições de deficiência de oxigênio pelo desenvolvimento de mecanismos de tolerância envolvidos no metabolismo de carboidratos e sistema de defesa antioxidante, estabelecendo o papel de enzimas antioxidantes e de fatores de proteção na regulação da resposta ao estresse oxidativo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Coordenador / José D. Alves - Integrante / Paôla de Castro Henrique - Integrante / Neidiquele Maria Silveira - Integrante / Sidnei Deuner - Integrante., Número de produções C, T & A: 4
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2006 - 2008
Movimento Estomático em Folhas de Cafeeiro sob Condições de Déficit Hídrico e sua Relação com os Níveis de Ácido Ascórbico, de Peróxido de Hidrogênio e Atividade da Redutase do Dehidroascorbato, Descrição: Esse projeto tem por objetivo caracterizar o perfil diário de enzimas relacionadas com os componentes do sistema oxidativo nas células guardas e em folhas intactas bem como as trocas gasosas e o movimento estomático. Estudar o efeito exógeno de componentes do sistema oxidativo em tecido intacto (folha) e epidérmico de plantas de café submetidas ou não ao déficit hídrico sobre o movimento estomático e parte do metabolismo oxidativo. Análise da expressão gênica da redutase do dehidroascorbato ? RDHA mediante RT-PCR. Verificar se a enzima redutase do dehidroascorbato pode ser utilizada como um marcador bioquímico no estudo das relações hídricas e de seleção de cafeeiros tolerantes ao déficit hídrico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / José D. Alves - Coordenador / Paôla de Castro Henrique - Integrante / Neidiquele Maria Silveira - Integrante / Sidnei Deuner - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 6
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2005 - 2007
Caracterização de alguns aspectos fisiológicos e moleculares de plântulas de sibipiruna (Caesalpina peltophoroides benth submetidas à hipoxia nos estádios iniciais de desenvolvimento., Descrição: Esse projeto tem como objetivo estudar as respostas metabólicas, fisiológicas e mobilização de reservas no desenvolvimento inicial da espécie Caesalpinia peltophoroides Benth, comumente conhecida por ?Sibipiruna?, submetida à condições de hipoxia, como uma opção promissora para revegetação dessas áreas por ser uma espécie de rápido crescimento e grande poder germinativo, além da produção de grande quantidade de sementes viáveis.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Coordenador / José D. Alves - Integrante / Patrícia F.P.Goulart - Integrante / Paôla de Castro Henrique - Integrante / Neidiquele Maria Silveira - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 2
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2004 - 2006
Características Fisiológicas de Macieiras cultivadas in vitro, Descrição: O cultivo da macieira é realizado com base no uso de porta-enxertos clonais da série EM (East Malling), sendo o genótipo M-9 o de maior difusão nas diferentes regiões do mundo. Este projeto tem por objetivo avaliar características de crescimento e desenvolvimento de brotações de macieira submetidas a diferentes densidades de fluxo de fótons (7, 14, 21 e 60 mol m-2 s-1) e duas concentrações de sacarose no meio de cultura (10 e 30 g L-1), além de avaliar também características fotossintéticas em plantas de macieira cultivadas in vitro sob combinação de diferentes densidades de fluxo de fótons fotossinteticamente ativos (7, 14, 21 e 60 mol m-2 s-1) e concentrações de sacarose (10 e 30 g L-1) no meio, durante o enraizamento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Coordenador / Eugenia Jacira Bolacel Braga - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Marcos Antonio Bacarin - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa., Número de produções C, T & A: 3
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2002 - 2003
Estudo Etnobotânico das Plantas Medicinais mais Utilizadas pelos Moradores do Bairro Santa Terezinha, Pelotas, RS., Descrição: Este projeto tem com objetivo fazer um levantamento de todas as espécies botânicas medicinais utilizadas pela população do Bairro Santa Terezinha, Pelotas, RS, além de fazer uma abordagem sobre a parte da planta utilizada e a doença a ser tratada com a mesma. Todas as plantas serão coletadas, catalogadas e as exsicatas serão depositadas no Herbário da UFPel.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Coordenador / Leila de Fátima Nogueira Macias - Integrante.
Projetos de desenvolvimento
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2008 - 2013
Melhoramento genético de amora- preta e mirtilo, para adaptação a condições de inverno ameno, Descrição: O projeto visa proporcionar opções aos fruticultores, de novas cultivares, com boa adaptação e qualidade de frutas. Estas espécies são de um modo geral, interessantes para as pequenas propriedades e apresentam poucos problemas talvez por serem cultivos recentes com doenças e pragas. Entretanto, não se dispõe no Brasil de cultivares de mirtilo aceitas pelos exportadores e a amora-preta têm seu plantio baseado, quase exclusivamente, na cultivar Tupy. Os resultados gerados beneficiarão aos produtores, pois possibilitarão a agregação de valor às frutas, por favorecerem a produção de um produto diferenciado; oriundo de cultivares bem adaptadas, com resistência ou tolerância às principais doenças e aptas ao cultivo orgânico ou, pelo menos, à produção integrada. São, portanto, cultivos menos agressivos ao meio ambiente pois necessitam poucas ou nenhuma aplicação de cobertura, com defensivos. Por outro lado, a amora-preta e o mirtilo podem ser conservados e comercializados de forma congelada, estendendo o período de possível comercialização ou serem processados mesmo artesanalmente e comercializados como geléias e doces. Por sua vez, os consumidores, terão novas opções de frutas de qualidade, com a vantagem de serem frutas ricas em qualidades nutracêuticas, principalmente com alto teor de antioxidantes como é o caso da amora-preta e mirtilo. Estimar com a máxima clareza e objetividade os potenciais impactos econômicos, sociais e ambientais do projeto. Avaliar, também, os riscos de rejeição da tecnologia proposta por parte de segmentos da sociedade, identificar possíveis causas e propor ações que levem à sua eliminação ou redução. . , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Maria do Carmo Bassols Raseira - Coordenador / Flávio Gilberto Herter - Integrante / José Francisco Martins Pereira - Integrante / Maria Herrero Romero - Integrante / David H. Byrne - Integrante / Rodrigo Cezar Franzon - Integrante / Marcos Silveira Wrege - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2008 - 2013
Melhoramento genético de amora- preta e mirtilo, para adaptação a condições de inverno ameno, Descrição: O projeto visa proporcionar opções aos fruticultores, de novas cultivares, com boa adaptação e qualidade de frutas. Estas espécies são de um modo geral, interessantes para as pequenas propriedades e apresentam poucos problemas talvez por serem cultivos recentes com doenças e pragas. Entretanto, não se dispõe no Brasil de cultivares de mirtilo aceitas pelos exportadores e a amora-preta têm seu plantio baseado, quase exclusivamente, na cultivar Tupy. Os resultados gerados beneficiarão aos produtores, pois possibilitarão a agregação de valor às frutas, por favorecerem a produção de um produto diferenciado; oriundo de cultivares bem adaptadas, com resistência ou tolerância às principais doenças e aptas ao cultivo orgânico ou, pelo menos, à produção integrada. São, portanto, cultivos menos agressivos ao meio ambiente pois necessitam poucas ou nenhuma aplicação de cobertura, com defensivos. Por outro lado, a amora-preta e o mirtilo podem ser conservados e comercializados de forma congelada, estendendo o período de possível comercialização ou serem processados mesmo artesanalmente e comercializados como geléias e doces. Por sua vez, os consumidores, terão novas opções de frutas de qualidade, com a vantagem de serem frutas ricas em qualidades nutracêuticas, principalmente com alto teor de antioxidantes como é o caso da amora-preta e mirtilo. Estimar com a máxima clareza e objetividade os potenciais impactos econômicos, sociais e ambientais do projeto. Avaliar, também, os riscos de rejeição da tecnologia proposta por parte de segmentos da sociedade, identificar possíveis causas e propor ações que levem à sua eliminação ou redução. . , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Maria do Carmo Bassols Raseira - Coordenador / Flávio Gilberto Herter - Integrante / José Francisco Martins Pereira - Integrante / Maria Herrero Romero - Integrante / David H. Byrne - Integrante / Rodrigo Cezar Franzon - Integrante / Marcos Silveira Wrege - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2008 - 2013
Melhoramento genético de amora- preta e mirtilo, para adaptação a condições de inverno ameno, Descrição: O projeto visa proporcionar opções aos fruticultores, de novas cultivares, com boa adaptação e qualidade de frutas. Estas espécies são de um modo geral, interessantes para as pequenas propriedades e apresentam poucos problemas talvez por serem cultivos recentes com doenças e pragas. Entretanto, não se dispõe no Brasil de cultivares de mirtilo aceitas pelos exportadores e a amora-preta têm seu plantio baseado, quase exclusivamente, na cultivar Tupy. Os resultados gerados beneficiarão aos produtores, pois possibilitarão a agregação de valor às frutas, por favorecerem a produção de um produto diferenciado; oriundo de cultivares bem adaptadas, com resistência ou tolerância às principais doenças e aptas ao cultivo orgânico ou, pelo menos, à produção integrada. São, portanto, cultivos menos agressivos ao meio ambiente pois necessitam poucas ou nenhuma aplicação de cobertura, com defensivos. Por outro lado, a amora-preta e o mirtilo podem ser conservados e comercializados de forma congelada, estendendo o período de possível comercialização ou serem processados mesmo artesanalmente e comercializados como geléias e doces. Por sua vez, os consumidores, terão novas opções de frutas de qualidade, com a vantagem de serem frutas ricas em qualidades nutracêuticas, principalmente com alto teor de antioxidantes como é o caso da amora-preta e mirtilo. Estimar com a máxima clareza e objetividade os potenciais impactos econômicos, sociais e ambientais do projeto. Avaliar, também, os riscos de rejeição da tecnologia proposta por parte de segmentos da sociedade, identificar possíveis causas e propor ações que levem à sua eliminação ou redução. . , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Maria do Carmo Bassols Raseira - Coordenador / Flávio Gilberto Herter - Integrante / José Francisco Martins Pereira - Integrante / Maria Herrero Romero - Integrante / David H. Byrne - Integrante / Rodrigo Cezar Franzon - Integrante / Marcos Silveira Wrege - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2008 - 2013
Melhoramento genético de amora- preta e mirtilo, para adaptação a condições de inverno ameno, Descrição: O projeto visa proporcionar opções aos fruticultores, de novas cultivares, com boa adaptação e qualidade de frutas. Estas espécies são de um modo geral, interessantes para as pequenas propriedades e apresentam poucos problemas ? talvez por serem cultivos recentes ? com doenças e pragas. Entretanto, não se dispõe no Brasil de cultivares de mirtilo aceitas pelos exportadores e a amora-preta têm seu plantio baseado, quase exclusivamente, na cultivar Tupy. Os resultados gerados beneficiarão aos produtores, pois possibilitarão a agregação de valor às frutas, por favorecerem a produção de um produto diferenciado; oriundo de cultivares bem adaptadas, com resistência ou tolerância às principais doenças e aptas ao cultivo orgânico ou, pelo menos, à produção integrada. São, portanto, cultivos menos agressivos ao meio ambiente pois necessitam poucas ou nenhuma aplicação de cobertura, com defensivos. Por outro lado, a amora-preta e o mirtilo podem ser conservados e comercializados de forma congelada, estendendo o período de possível comercialização ou serem processados mesmo artesanalmente e comercializados como geléias e doces. Por sua vez, os consumidores, terão novas opções de frutas de qualidade, com a vantagem de serem frutas ricas em qualidades nutracêuticas, principalmente com alto teor de antioxidantes como é o caso da amora-preta e mirtilo. Estimar com a máxima clareza e objetividade os potenciais impactos econômicos, sociais e ambientais do projeto. Avaliar, também, os riscos de rejeição da tecnologia proposta por parte de segmentos da sociedade, identificar possíveis causas e propor ações que levem à sua eliminação ou redução.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Maria do Carmo Bassols Raseira - Coordenador / Flávio Gilberto Herter - Integrante / José Francisco Martins Pereira - Integrante / Maria Herrero Romero - Integrante / David H. Byrne - Integrante / Rodrigo Cezar Franzon - Integrante / Marcos Silveira Wrege - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2008 - 2013
Melhoramento genético de amora- preta e mirtilo, para adaptação a condições de inverno ameno, Descrição: O projeto visa proporcionar opções aos fruticultores, de novas cultivares, com boa adaptação e qualidade de frutas. Estas espécies são de um modo geral, interessantes para as pequenas propriedades e apresentam poucos problemas ? talvez por serem cultivos recentes ? com doenças e pragas. Entretanto, não se dispõe no Brasil de cultivares de mirtilo aceitas pelos exportadores e a amora-preta têm seu plantio baseado, quase exclusivamente, na cultivar Tupy. Os resultados gerados beneficiarão aos produtores, pois possibilitarão a agregação de valor às frutas, por favorecerem a produção de um produto diferenciado; oriundo de cultivares bem adaptadas, com resistência ou tolerância às principais doenças e aptas ao cultivo orgânico ou, pelo menos, à produção integrada. São, portanto, cultivos menos agressivos ao meio ambiente pois necessitam poucas ou nenhuma aplicação de cobertura, com defensivos. Por outro lado, a amora-preta e o mirtilo podem ser conservados e comercializados de forma congelada, estendendo o período de possível comercialização ou serem processados mesmo artesanalmente e comercializados como geléias e doces. Por sua vez, os consumidores, terão novas opções de frutas de qualidade, com a vantagem de serem frutas ricas em qualidades nutracêuticas, principalmente com alto teor de antioxidantes como é o caso da amora-preta e mirtilo. Estimar com a máxima clareza e objetividade os potenciais impactos econômicos, sociais e ambientais do projeto. Avaliar, também, os riscos de rejeição da tecnologia proposta por parte de segmentos da sociedade, identificar possíveis causas e propor ações que levem à sua eliminação ou redução.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Maria do Carmo Bassols Raseira - Coordenador / Flávio Gilberto Herter - Integrante / José Francisco Martins Pereira - Integrante / Maria Herrero Romero - Integrante / David H. Byrne - Integrante / Rodrigo Cezar Franzon - Integrante / Marcos Silveira Wrege - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2008 - 2013
Melhoramento genético de amora- preta e mirtilo, para adaptação a condições de inverno ameno, Descrição: O projeto visa proporcionar opções aos fruticultores, de novas cultivares, com boa adaptação e qualidade de frutas. Estas espécies são de um modo geral, interessantes para as pequenas propriedades e apresentam poucos problemas ? talvez por serem cultivos recentes ? com doenças e pragas. Entretanto, não se dispõe no Brasil de cultivares de mirtilo aceitas pelos exportadores e a amora-preta têm seu plantio baseado, quase exclusivamente, na cultivar Tupy. Os resultados gerados beneficiarão aos produtores, pois possibilitarão a agregação de valor às frutas, por favorecerem a produção de um produto diferenciado; oriundo de cultivares bem adaptadas, com resistência ou tolerância às principais doenças e aptas ao cultivo orgânico ou, pelo menos, à produção integrada. São, portanto, cultivos menos agressivos ao meio ambiente pois necessitam poucas ou nenhuma aplicação de cobertura, com defensivos. Por outro lado, a amora-preta e o mirtilo podem ser conservados e comercializados de forma congelada, estendendo o período de possível comercialização ou serem processados mesmo artesanalmente e comercializados como geléias e doces. Por sua vez, os consumidores, terão novas opções de frutas de qualidade, com a vantagem de serem frutas ricas em qualidades nutracêuticas, principalmente com alto teor de antioxidantes como é o caso da amora-preta e mirtilo. Estimar com a máxima clareza e objetividade os potenciais impactos econômicos, sociais e ambientais do projeto. Avaliar, também, os riscos de rejeição da tecnologia proposta por parte de segmentos da sociedade, identificar possíveis causas e propor ações que levem à sua eliminação ou redução.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Maria do Carmo Bassols Raseira - Coordenador / Flávio Gilberto Herter - Integrante / José Francisco Martins Pereira - Integrante / Maria Herrero Romero - Integrante / David H. Byrne - Integrante / Rodrigo Cezar Franzon - Integrante / Marcos Silveira Wrege - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2008 - 2013
Melhoramento genético de amora- preta e mirtilo, para adaptação a condições de inverno ameno, Descrição: O projeto visa proporcionar opções aos fruticultores, de novas cultivares, com boa adaptação e qualidade de frutas. Estas espécies são de um modo geral, interessantes para as pequenas propriedades e apresentam poucos problemas ? talvez por serem cultivos recentes ? com doenças e pragas. Entretanto, não se dispõe no Brasil de cultivares de mirtilo aceitas pelos exportadores e a amora-preta têm seu plantio baseado, quase exclusivamente, na cultivar Tupy. Os resultados gerados beneficiarão aos produtores, pois possibilitarão a agregação de valor às frutas, por favorecerem a produção de um produto diferenciado; oriundo de cultivares bem adaptadas, com resistência ou tolerância às principais doenças e aptas ao cultivo orgânico ou, pelo menos, à produção integrada. São, portanto, cultivos menos agressivos ao meio ambiente pois necessitam poucas ou nenhuma aplicação de cobertura, com defensivos. Por outro lado, a amora-preta e o mirtilo podem ser conservados e comercializados de forma congelada, estendendo o período de possível comercialização ou serem processados mesmo artesanalmente e comercializados como geléias e doces. Por sua vez, os consumidores, terão novas opções de frutas de qualidade, com a vantagem de serem frutas ricas em qualidades nutracêuticas, principalmente com alto teor de antioxidantes como é o caso da amora-preta e mirtilo. Estimar com a máxima clareza e objetividade os potenciais impactos econômicos, sociais e ambientais do projeto. Avaliar, também, os riscos de rejeição da tecnologia proposta por parte de segmentos da sociedade, identificar possíveis causas e propor ações que levem à sua eliminação ou redução.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Maria do Carmo Bassols Raseira - Coordenador / Flávio Gilberto Herter - Integrante / José Francisco Martins Pereira - Integrante / Maria Herrero Romero - Integrante / David H. Byrne - Integrante / Rodrigo Cezar Franzon - Integrante / Marcos Silveira Wrege - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2008 - 2013
Melhoramento genético de amora- preta e mirtilo, para adaptação a condições de inverno ameno, Descrição: O projeto visa proporcionar opções aos fruticultores, de novas cultivares, com boa adaptação e qualidade de frutas. Estas espécies são de um modo geral, interessantes para as pequenas propriedades e apresentam poucos problemas ? talvez por serem cultivos recentes ? com doenças e pragas. Entretanto, não se dispõe no Brasil de cultivares de mirtilo aceitas pelos exportadores e a amora-preta têm seu plantio baseado, quase exclusivamente, na cultivar Tupy. Os resultados gerados beneficiarão aos produtores, pois possibilitarão a agregação de valor às frutas, por favorecerem a produção de um produto diferenciado; oriundo de cultivares bem adaptadas, com resistência ou tolerância às principais doenças e aptas ao cultivo orgânico ou, pelo menos, à produção integrada. São, portanto, cultivos menos agressivos ao meio ambiente pois necessitam poucas ou nenhuma aplicação de cobertura, com defensivos. Por outro lado, a amora-preta e o mirtilo podem ser conservados e comercializados de forma congelada, estendendo o período de possível comercialização ou serem processados mesmo artesanalmente e comercializados como geléias e doces. Por sua vez, os consumidores, terão novas opções de frutas de qualidade, com a vantagem de serem frutas ricas em qualidades nutracêuticas, principalmente com alto teor de antioxidantes como é o caso da amora-preta e mirtilo. Estimar com a máxima clareza e objetividade os potenciais impactos econômicos, sociais e ambientais do projeto. Avaliar, também, os riscos de rejeição da tecnologia proposta por parte de segmentos da sociedade, identificar possíveis causas e propor ações que levem à sua eliminação ou redução.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Maria do Carmo Bassols Raseira - Coordenador / Flávio Gilberto Herter - Integrante / José Francisco Martins Pereira - Integrante / Maria Herrero Romero - Integrante / David H. Byrne - Integrante / Rodrigo Cezar Franzon - Integrante / Marcos Silveira Wrege - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2008 - 2013
Melhoramento genético de amora- preta e mirtilo, para adaptação a condições de inverno ameno, Descrição: O projeto visa proporcionar opções aos fruticultores, de novas cultivares, com boa adaptação e qualidade de frutas. Estas espécies são de um modo geral, interessantes para as pequenas propriedades e apresentam poucos problemas ? talvez por serem cultivos recentes ? com doenças e pragas. Entretanto, não se dispõe no Brasil de cultivares de mirtilo aceitas pelos exportadores e a amora-preta têm seu plantio baseado, quase exclusivamente, na cultivar Tupy. Os resultados gerados beneficiarão aos produtores, pois possibilitarão a agregação de valor às frutas, por favorecerem a produção de um produto diferenciado; oriundo de cultivares bem adaptadas, com resistência ou tolerância às principais doenças e aptas ao cultivo orgânico ou, pelo menos, à produção integrada. São, portanto, cultivos menos agressivos ao meio ambiente pois necessitam poucas ou nenhuma aplicação de cobertura, com defensivos. Por outro lado, a amora-preta e o mirtilo podem ser conservados e comercializados de forma congelada, estendendo o período de possível comercialização ou serem processados mesmo artesanalmente e comercializados como geléias e doces. Por sua vez, os consumidores, terão novas opções de frutas de qualidade, com a vantagem de serem frutas ricas em qualidades nutracêuticas, principalmente com alto teor de antioxidantes como é o caso da amora-preta e mirtilo. Estimar com a máxima clareza e objetividade os potenciais impactos econômicos, sociais e ambientais do projeto. Avaliar, também, os riscos de rejeição da tecnologia proposta por parte de segmentos da sociedade, identificar possíveis causas e propor ações que levem à sua eliminação ou redução.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Maria do Carmo Bassols Raseira - Coordenador / Flávio Gilberto Herter - Integrante / José Francisco Martins Pereira - Integrante / Maria Herrero Romero - Integrante / David H. Byrne - Integrante / Rodrigo Cezar Franzon - Integrante / Marcos Silveira Wrege - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2017 - Atual
PRODUÇÃO DE MUDAS DE ESPECIES FLORESTAIS ATRAVÉS DE MINIESTAQUIA EM SISTEMA HIDROPÔNICO, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Coordenador.
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2008 - 2013
Melhoramento genético de amora- preta e mirtilo, para adaptação a condições de inverno ameno, Descrição: O projeto visa proporcionar opções aos fruticultores, de novas cultivares, com boa adaptação e qualidade de frutas. Estas espécies são de um modo geral, interessantes para as pequenas propriedades e apresentam poucos problemas ? talvez por serem cultivos recentes ? com doenças e pragas. Entretanto, não se dispõe no Brasil de cultivares de mirtilo aceitas pelos exportadores e a amora-preta têm seu plantio baseado, quase exclusivamente, na cultivar Tupy. Os resultados gerados beneficiarão aos produtores, pois possibilitarão a agregação de valor às frutas, por favorecerem a produção de um produto diferenciado; oriundo de cultivares bem adaptadas, com resistência ou tolerância às principais doenças e aptas ao cultivo orgânico ou, pelo menos, à produção integrada. São, portanto, cultivos menos agressivos ao meio ambiente pois necessitam poucas ou nenhuma aplicação de cobertura, com defensivos. Por outro lado, a amora-preta e o mirtilo podem ser conservados e comercializados de forma congelada, estendendo o período de possível comercialização ou serem processados mesmo artesanalmente e comercializados como geléias e doces. Por sua vez, os consumidores, terão novas opções de frutas de qualidade, com a vantagem de serem frutas ricas em qualidades nutracêuticas, principalmente com alto teor de antioxidantes como é o caso da amora-preta e mirtilo. Estimar com a máxima clareza e objetividade os potenciais impactos econômicos, sociais e ambientais do projeto. Avaliar, também, os riscos de rejeição da tecnologia proposta por parte de segmentos da sociedade, identificar possíveis causas e propor ações que levem à sua eliminação ou redução.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Maria do Carmo Bassols Raseira - Coordenador / Flávio Gilberto Herter - Integrante / José Francisco Martins Pereira - Integrante / Maria Herrero Romero - Integrante / David H. Byrne - Integrante / Rodrigo Cezar Franzon - Integrante / Marcos Silveira Wrege - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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Melhoramento genético de amora- preta e mirtilo, para adaptação a condições de inverno ameno, Descrição: O projeto visa proporcionar opções aos fruticultores, de novas cultivares, com boa adaptação e qualidade de frutas. Estas espécies são de um modo geral, interessantes para as pequenas propriedades e apresentam poucos problemas ? talvez por serem cultivos recentes ? com doenças e pragas. Entretanto, não se dispõe no Brasil de cultivares de mirtilo aceitas pelos exportadores e a amora-preta têm seu plantio baseado, quase exclusivamente, na cultivar Tupy. Os resultados gerados beneficiarão aos produtores, pois possibilitarão a agregação de valor às frutas, por favorecerem a produção de um produto diferenciado; oriundo de cultivares bem adaptadas, com resistência ou tolerância às principais doenças e aptas ao cultivo orgânico ou, pelo menos, à produção integrada. São, portanto, cultivos menos agressivos ao meio ambiente pois necessitam poucas ou nenhuma aplicação de cobertura, com defensivos. Por outro lado, a amora-preta e o mirtilo podem ser conservados e comercializados de forma congelada, estendendo o período de possível comercialização ou serem processados mesmo artesanalmente e comercializados como geléias e doces. Por sua vez, os consumidores, terão novas opções de frutas de qualidade, com a vantagem de serem frutas ricas em qualidades nutracêuticas, principalmente com alto teor de antioxidantes como é o caso da amora-preta e mirtilo. Estimar com a máxima clareza e objetividade os potenciais impactos econômicos, sociais e ambientais do projeto. Avaliar, também, os riscos de rejeição da tecnologia proposta por parte de segmentos da sociedade, identificar possíveis causas e propor ações que levem à sua eliminação ou redução.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento.
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2017 - Atual
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2008 - 2013
Melhoramento genético de amora- preta e mirtilo, para adaptação a condições de inverno ameno, Descrição: O projeto visa proporcionar opções aos fruticultores, de novas cultivares, com boa adaptação e qualidade de frutas. Estas espécies são de um modo geral, interessantes para as pequenas propriedades e apresentam poucos problemas ? talvez por serem cultivos recentes ? com doenças e pragas. Entretanto, não se dispõe no Brasil de cultivares de mirtilo aceitas pelos exportadores e a amora-preta têm seu plantio baseado, quase exclusivamente, na cultivar Tupy. Os resultados gerados beneficiarão aos produtores, pois possibilitarão a agregação de valor às frutas, por favorecerem a produção de um produto diferenciado; oriundo de cultivares bem adaptadas, com resistência ou tolerância às principais doenças e aptas ao cultivo orgânico ou, pelo menos, à produção integrada. São, portanto, cultivos menos agressivos ao meio ambiente pois necessitam poucas ou nenhuma aplicação de cobertura, com defensivos. Por outro lado, a amora-preta e o mirtilo podem ser conservados e comercializados de forma congelada, estendendo o período de possível comercialização ou serem processados mesmo artesanalmente e comercializados como geléias e doces. Por sua vez, os consumidores, terão novas opções de frutas de qualidade, com a vantagem de serem frutas ricas em qualidades nutracêuticas, principalmente com alto teor de antioxidantes como é o caso da amora-preta e mirtilo. Estimar com a máxima clareza e objetividade os potenciais impactos econômicos, sociais e ambientais do projeto. Avaliar, também, os riscos de rejeição da tecnologia proposta por parte de segmentos da sociedade, identificar possíveis causas e propor ações que levem à sua eliminação ou redução.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Ilisandra Zanandrea - Integrante / Jose Antonio Peters - Integrante / Maria do Carmo Bassols Raseira - Coordenador / Flávio Gilberto Herter - Integrante / José Francisco Martins Pereira - Integrante / Maria Herrero Romero - Integrante / David H. Byrne - Integrante / Rodrigo Cezar Franzon - Integrante / Marcos Silveira Wrege - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
Prêmios
2019
EFEITO ALELOPÁTICO DO EXTRATO AQUOSO DE FOLHAS DE MANGA (Mangifera indica L.) NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE CEBOLA, 1° Lugar - XIV Mostra Acadêmica Científica e Cultural em Ciências Biológicas (MACCBIO).
2019
CRESCIMENTO DE MUDAS DE PIMENTA MALAGUETA (Capsicum frutescens L.) SOB SOMBRITES DE DIFERENTES COLORAÇÕES, 1° Lugar oral - XIV Mostra Acadêmica Científica e Cultural em Ciências Biológicas (MACCBIO).
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal do Maranhão, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Biologia. , Avenida dos Portugueses, Vila Bacanga, 65080805 - São Luís, MA - Brasil, Telefone: (98) 32728542
Experiência profissional
2022 - Atual
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Coordenação Curso Ciências Biológicas - EAD, Carga horária: 20
2018 - 2021
Universidade Federal do MaranhãoVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Chefia do Departamento de Biologia, Carga horária: 20
Atividades
-
03/2020
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde.,Cargo ou função, Membro do Colegiado do Curso de Ciências Biológicas Licenciatura - DTED..
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03/2015
Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, FISIOLOGIA VEGETAL, MORFOLOGIA E ANATOMIA DE PLANTAS VASCULARES
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03/2015
Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia do Desenvolvimento - EAD, Citologia - EAD, Cultivo in vitro e Sistemas Hidropônicos - EAD, Fisiologia Vegetal - EAD, Histologia - EAD
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03/2015
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Departamento de Biologia.,Cargo ou função, Membro do Colegiado do Curso de Ciências Biológicas - CCBS.
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08/2017 - 09/2017
Direção e administração, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Coordenação de Curso de Ciências Biológicas.,Cargo ou função, Coordenadora dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Biológicas.
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01/2017 - 01/2017
Direção e administração, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Departamento de Biologia.,Cargo ou função, Chefe Pró Tempore do Departamento de Biologia, CCBS, UFMA.
2009 - 2011
Empresa Brasileira de Pesquisa AgropecuáriaVínculo: Bolsista recém-doutor, Enquadramento Funcional: Pesquisador Colaborador, Carga horária: 40
2006 - 2009
Universidade Federal de LavrasVínculo: Bolsista doutorado, Enquadramento Funcional: Doutorando, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
2012 - 2014
Universidade Federal de PelotasVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de pós-doutorado CAPES, Carga horária: 40
2011 - 2012
Universidade Federal de PelotasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Bolsista PRODOC/CAPES, Carga horária: 40
Outras informações:
Atividades desenvolvidas: Orientação de estudante de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetal; Aulas ministradas na disciplina de Fisiologia Vegetal para os cursos de graduação em Agronomia, Bacharelado e Licenciatura em Ciências Biológicas; Docência na Pós-Graduação sendo responsável pela disciplina de Fisiologia do Estresse, nível mestrado e doutorado, para os Programas de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetal, Fitossanidade e Agronomia. Participação em banca de avaliação das aulas ministradas pelos discentes da disciplina de Docência Orientada para os cursos de Mestrado e Doutorado do Programa de pós-Graduação em Fisiologia Vegetal, durante o semestre 01/2011 e 01/2012.
2004 - 2006
Universidade Federal de PelotasVínculo: Mestrado, Enquadramento Funcional: Estudante de Mestrado, Carga horária: 40
2003 - 2004
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 40
Outras informações:
Estágio realizado no Departamento de Fitossanicade da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, sob orientação da Professora Dra Andrea Bittencourt Moura.
Neste período foram realizados trabalhos com controle biológico, utilizando extrato e óleos medicinais para controle de fungos fitopatogênicos do arroz.
Além disso, durante o período de estágio, acompanhei outros trabalhos realizados no laboratório. Carga horária total do estágio: 300 horas.
2001 - 2003
Universidade Federal de PelotasVínculo: Estágio, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20
Outras informações:
Estágio realizado no Departamento de Botânica do Instituto de Biologia da Universidade Federal de Pelotas, sob orientação do Professor João Luís Bernardi Ferreira.
2001 - 2003
Universidade Federal de PelotasVínculo: Monitoria, Enquadramento Funcional: Monitoria, Carga horária: 20
Atividades
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07/2011
Ensino, Fisiologia Vegetal, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio de Docência Orientada, Fisiologia do estresse
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04/2011
Ensino, Agronomia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Fisiologia Vegetal
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04/2011
Ensino, Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Fisiologia Vegetal
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04/2003 - 03/2004
Estágios , Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Departamento de Fitossanidade.,Estágio realizado, Estágio no Laboratório de Bacteriologia.
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03/2001 - 03/2003
Estágios , Instituto de Biologia, Departamento de Botânica.,Estágio realizado, estágio no Laboratório de Microscopia.
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03/2001 - 03/2003
Outras atividades técnico-científicas , Instituto de Biologia, Instituto de Biologia.,Atividade realizada, Monitoria junto à disciplina de Anatomia Vegetal.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Ilisandra Zanandrea e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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Confirma a exclusão?