Yohana Cunha de Mello

Engenheira florestal, graduada pela Universidade de São Paulo, desenvolve atividades na área de ecologia da paisagem, monitoramento, certificação e análise de riscos. Possui prática na utilização de ferramentas de geoprocessamento e análise de dados. Realizou projetos com foco no fortalecimento do manejo florestal comunitário, em diversos territórios e cadeias produtivas: açaí dos extrativistas do Arquipélago do Bailique, castanha de comunidades quilombolas na calha norte do Pará (PA), andiroba na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã (AM), juçara nos quilombos da Serra do Mar, cacau e biriba em assentamentos do Sul da Bahia. Atuou como assistente de projetos no Instituto Terroa, desenvolvendo ferramentas e metodologias de monitoramento dos produtos da sociobiodiversidade e realizou diversas atividades profissionalizantes: na área de geoprocessamento nas empresas Casa da Floresta e Geomapa Brotas; na área de serviços ambientais na Planti Inteligência Ambiental e no Instituto de Pesquisas Teconológicas (IPT,USP); realizou mapeamentos participativos de Biriba e Andiroba em assentamentos e comunidades tradicionais com o Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF) e Instituto de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (IDESAM). Ex integrante e pesquisadora do Laboratório de Silvicultura Tropical (ESALQ, USP) onde estudou e aplicou metodologias participativas de desenvolvimento territorial através da abordagem dos meios de vida sustentável.

Informações coletadas do Lattes em 30/08/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Engenharia Florestal

2011 - 2017

Universidade de São Paulo

Graduação em Licenciatura em Ciências Agrárias

2011 - 2017

Universidade de São Paulo

Formação complementar

2015 - 2015

Gerenciamento em extração e manejo florestal de impacto reduzido. , Instituto de Florestas Tropicais, IFT, Brasil.

2013 - 2014

Extensão universitária em UNIVERSIDADE, EXTENSÃO E MOVIMENTOS SOCIAIS: Pensa. (Carga horária: 120h). , Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares, ITCP, UNICAMP, Brasil.

2011 - 2011

Extensão universitária em Capacitação em Ecofisiologia Florestal I. (Carga horária: 100h). , LAFISA- ESALQ, USP, ESALQ, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal / Subárea: Serviços Ecossistêmicos e Pagamentos por Serviços Ambientais.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal / Subárea: Conservação da Natureza.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal / Subárea: Agroecologia.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal / Subárea: Manejo Florestal.

Grande área: Ciências Agrárias / Área: Agronomia / Subárea: Extensão Rural.

Organização de eventos

MELLO, Y. C. ; Freitas, G. C. ; Moruzzi, M. E. P. . Formação em políticas públicas para agricultura familiar. 2014. (Outro).

MELLO, Y. C. ; FRANCA, V. ; Freitas, G. C. ; Moruzzi, M. E. P. . IV Fórum TERRA- Ano internacional da Agricultura familiar, programação leste paulista. 2014. (Exposição).

Participação em eventos

Workshop de serviços ecossistêmicos em florestas plantadas. 2017. (Simpósio).

http://www.iea.usp.br/eventos/corredores-de-biodiversidade-e-desenvolvimento-sustentavel-da-america-latina.Corredores Ecológicos da América Latina. 2016. (Simpósio).

III Jornada de Abril pela Reforma Agrária. 2016. (Encontro).

I Oficina de Sinalização de Trilhas do Parque Estadual Serra do Papagaio. 2016. (Oficina).

Protocolo de monitoramento para o programa de restauração florestal. 2016. (Oficina).

Agroecologia e Plantas Alimentíceas Não Convencionais. 2015. (Seminário).

A Lei da água: Código Florestal. 2015. (Encontro).

Curso de Sistemas Agroflorestais. 2015. (Oficina).

Feira de Profissões da USP- FEPUSP. Divulgação do Curso de Engenharia Florestal. 2015. (Feira).

II Jornada de Abril pela Reforma Agrária. 2015. (Encontro).

IV Fórum Terra.Comissão Organizadora. 2015. (Seminário).

V Fórum Terra: desenvolvimento sustentável em assentamentos de reforma agrária. 2015. (Encontro).

Curso de Introdução à Permacultura. 2014. (Oficina).

DIÁLOGOS E TROCAS DE SABERES ENTRE REDE DE SEMENTES DO XINGU E CIENCIAS FLORESTAIS. 2014. (Seminário).

I ESPAÇO DE VIVENCIA AGROECOLÓGICA DA ESALQ. Troca de sabores e saberes. 2014. (Feira).

I Jornada de Abril pela Reforma Agrária. 2014. (Encontro).

Jornada de Abril Pela Reforma Agrária. 2014. (Seminário).

Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP- SICUSP.INSERÇÃO DA LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO DO CAMPO. 2014. (Simpósio).

43 Congresso Brasileiro de Estudantes de Engenharia Florestal. 2013. (Congresso).

Curso Internacional de Agroecología, Resiliência y Soberania Alimentariaari. 2013. (Seminário).

EXTENSÃO, UNIVERSIDADE E MOVIMENTOS SOCIAIS: PENSANDO PRÁTICAS CONJUNTAS A PARTIR DA EDUCAÇÃO POPULAR. Incubadora Tecnológica de Cooperativas populares. 2013. (Olimpíada).

Hortas em espaços reduzidos. 2013. (Oficina).

III Encontro Internacional de Agroecologia.Potencial de manejo de biriba (Eschweilera ovata) em remanescentes florestais de assentamneto rurais no Sul da Bahia. 2013. (Encontro).

I SEMINÁRIO DE INSTRUMENTALIZAÇÃO DA EXTENSÃO RURAL.TRABALHO DE BASE: JUVENTUDE E MOVIMENTOS SOCIAIS. 2013. (Seminário).

IV CONGRESSO LATINO AMERICANO DE AGROECOLOGIA. 2013. (Congresso).

IV CONSELHO NACIONAL DOS ESTUDANTES DE ENGENHARIA FLORESTAL.O papel do engenheiro florestal. 2013. (Encontro).

VIII ESTAGIO INTERDISCIPLINAR DE VIVENCIA E INTERVENÇÃO. 2013. (Outra).

WORKSHOP SOBRE O NOVO CÓDIGO FLORESTAL: como se adaptar as novas exiexigências?. 2013. (Seminário).

1 Seminário do Projeto de Recuperação de Áreas Degradas de Mineração associando técnicas de bioengenharia dos solos com geração e manutenção de serviços ambientaisnge.Estado da arte de Pagamentos por Serviços ambientais. 2012. (Seminário).

42 Congresso Brasileiro de Estudantes de Engenharia Florestal. 2012. (Congresso).

Cidades Sustentáveis e Erradicação da Pobreza COOPE UFRRJ. 2012. (Seminário).

Cúpula dos Povos, RIO+20. 2012. (Encontro).

IV ENCONTRO NACIONAL DOS GRUPOS DE AGROECOLOGIA. 2012. (Encontro).

Minicurso técnicas de nucleação. 2012. (Oficina).

VI Simpósio de Práticas Educativas na Educação Básica. 2012. (Simpósio).

VII Vivência Agroflorestal. 2011. (Oficina).

Produções bibliográficas

  • SOUZA, CAROLINE ALMEIDA ; GALLARDO, AMARILIS LUCIA CASTELI FIGUEIREDO ; SILVA, ÉRICA DONAIRE DA ; MELLO, YOHANA CUNHA DE ; RIGHI, CIRO ABBUD ; SOLERA, MARIA LUCIA . ENVIRONMENTAL SERVICES ASSOCIATED WITH THE RECLAMATION OF AREAS DEGRADED BY MINING: POTENTIAL FOR PAYMENTS FOR ENVIRONMENTAL SERVICES. AMBIENTE & SOCIEDADE (ONLINE) , v. 19, p. 137-168, 2016.

Outras produções

MELLO, Y. C. . Corredores ecológicos da América Latina. 2016. (Cartas, mapas ou similares/Mapa).

MELLO, Y. C. ; Tavares, T. . Matriz PSA Brasil. 2014. (Cartas, mapas ou similares/Mapa).

MELLO, Y. C. ; RIGHI, C. A. ; DONAIRE, E.S ; LOPES, C. . Técnicas de Bioengenharia de Solos na Geração e Manutenção de Serviços Ambientais Aplicados à Recuperação de Áreas Degradadas por Mineração: O potencial do componente vegetal. 2013. (Relatório de pesquisa).

MELLO, Y. C. ; MASSABNI, G. V . Cartilha Construindo um Novo Mundo. 2012. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Educação Ambiental).

Projetos de pesquisa

  • 2017 - 2017

    Métodos de identificação de áreas de alto valor de conservação, Descrição: Considerando as crescentes modificações que ocorrem na paisagem que resultam na fragmentação dos remanescentes florestais e extinção de habitats, cada vez mais, é necessária a utilização das ferramentas de planejamento da conservação para a proteção dos elementos de biodiversidade presentes nas paisagens produtivas, na mesma escala dos demais mecanismos de organização da paisagem atualmente em uso. A certificação florestal tem sido uma das principais ferramentas que garantem tais objetivos em seu escopo de atuação, visando à melhoria da sustentabilidade no manejo florestal através da aplicação de padrões amplamente aceitos. A definição de Áreas de Alto valor de Conservação está descrita no princípio nove do padrão de princípios e critérios e vem sendo aplicado nas áreas dos empreendimentos florestais certificados. Com isto, é indispensável à utilização de critérios como representatividade e significância no delineamento de indicadores e limitantes que assegurem a manutenção de tais valores de importância crítica ou caráter excepcional. Para apoiar este campo de estudo, técnicas de geoprocessamento possuem grande potencial. Por se tratar de um fenômeno espacial, e a combinação das análises de mapas, variáveis e bancos de dados geográficos, tornam esta ferramenta indispensável no processo de identificação de AAVC. O presente trabalho buscou avaliar e aprimorar métodos de identificação de possíveis áreas detentoras de alto valor de conservação, realizados pela Casa da Floresta Ambiental SS, partindo de um estudo de caso na base florestal da Veracel Celulose S/A, localizada no Sul da Bahia e inserida no Bioma da Mata Atlântica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Yohana Cunha de Mello - Coordenador.

  • 2017 - 2017

    Métodos de identificação de áreas de alto valor de conservação, Descrição: Considerando as crescentes modificações que ocorrem na paisagem que resultam na fragmentação dos remanescentes florestais e extinção de habitats, cada vez mais, é necessária a utilização das ferramentas de planejamento da conservação para a proteção dos elementos de biodiversidade presentes nas paisagens produtivas, na mesma escala dos demais mecanismos de organização da paisagem atualmente em uso. A certificação florestal tem sido uma das principais ferramentas que garantem tais objetivos em seu escopo de atuação, visando à melhoria da sustentabilidade no manejo florestal através da aplicação de padrões amplamente aceitos. A definição de Áreas de Alto valor de Conservação está descrita no princípio nove do padrão de princípios e critérios e vem sendo aplicado nas áreas dos empreendimentos florestais certificados. Com isto, é indispensável à utilização de critérios como representatividade e significância no delineamento de indicadores e limitantes que assegurem a manutenção de tais valores de importância crítica ou caráter excepcional. Para apoiar este campo de estudo, técnicas de geoprocessamento possuem grande potencial. Por se tratar de um fenômeno espacial, e a combinação das análises de mapas, variáveis e bancos de dados geográficos, tornam esta ferramenta indispensável no processo de identificação de AAVC. O presente trabalho buscou avaliar e aprimorar métodos de identificação de possíveis áreas detentoras de alto valor de conservação, realizados pela Casa da Floresta Ambiental SS, partindo de um estudo de caso na base florestal da Veracel Celulose S/A, localizada no Sul da Bahia e inserida no Bioma da Mata Atlântica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Yohana Cunha de Mello - Coordenador.

  • 2016 - 2017

    Frutos e sementes da Amazônia e Mata Atlântica: efeitos do manejo florestal nos meios de vida de seus protagonistas, Descrição: Diversos trabalhos tem analisado o sucesso ou a sustentabilidade de diferentes casos de manejo de produtos florestais não madeireiros sob o prisma econômico e ecológico. Porém, se faz necessário um aprofundamento sobre a percepção dos protagonistas do manejo sobre os efeitos dessa atividade nos meios de vida das populações, que compreende as pessoas, suas capacidades e as atividades necessárias ao seu modo de vida. Além disso, embora exista uma extensa literatura sobre experiências de manejo desses produtos, a ausência de uma metodologia comparativa aplicada a grandes amostras de estudos de caso dificulta o aprendizado de lições gerais, tornando inconclusivas as evidências positivas sobre a sustentabilidade desses sistemas produtivos. Neste sentido, o presente estudo tem por objetivo avaliar os efeitos do manejo de produtos florestais não madeireiros nos meios de vida em comunidades da Amazônia e Mata Atlântica a partir da percepção de seus protagonistas. Os produtos a serem estudados serão: castanha, açaí, juçara e sementes florestais. Para cada produto serão realizados dois estudos de caso em diferentes regiões da Amazônia e Mata Atlântica. A metodologia envolverá: i. realização de diagnóstico das técnicas de manejo e do sistemas de organização local para a produção e comercialização dos produtos, enfocando suas potencialidades e deficiências; ii. aplicação de questionários individuais com manejadores sobre os elementos que caracterizam os produtores e seus sistemas de produção e comercialização; iii. aplicação de questionários semi-estruturados para a compreensão da percepção dos manejadores locais sobre os efeitos da atividade em seus meios de vida familiar e comunitário; iv. análises comparativas entre os estudos de caso. Assim, busca-se consolidar uma ferramenta de análise comparativa, que possibilite caracterizar os sistemas, reconhecendo suas especificidades, mas encontrando os pontos que são divergentes e comuns entre as ações de uso e conservação das florestas tropicais. Palavras-chave: manejo florestal comunitário, produtos florestais não madeireiros, Amazônia, Mata Atlântica, meios de vida sustentáveis.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Yohana Cunha de Mello - Integrante / Edson José Vidal da Silva - Coordenador.

  • 2016 - 2017

    Mapeamento participativo de Andiroba em comunidades da RDS Uatumã- AM, Descrição: Os produtos florestais não- madeireiros (PFNM) possuem demanda crescente, devido a sua grande importância na atividade econômica que tange desde o mercado internacional até a geração de renda sustentável para as famílias que vivem da floresta, utilizando desses produtos como importante fonte de subsistência. A intenção de valorizar esses produtos bem como o conhecimento das atividades extrativistas locais, está relacionada ao manejo florestal sustentável, visando a conservação da floresta em pé e sua biodiversidade. A andiroba (Carapa guianensi Aublet) é uma espécie que ocorre na região Amazônica, em várzeas na vegetação de Terra firme, considerada multiuso. Pois além de ser uma espécie de grande interesse madeireiro é também um produto florestal não madeireiro (PFNM) com diversas propriedades desde o chá de sua casca e flores ao óleo produzido a partir da fermentação das sementes. Além de ser considerada uma espécie de enriquecimento para a florestas, capoeiras, sistemas agroflorestais e na recuperação de áreas úmidas degradadas. Há ausência de estudos sobre os aspectos ecológicos das espécies florestais não madeireiras e as técnicas para o manejo sustentável das mesmas. Por isto, é importante analisar os aspectos ecológicos, sociais e ambientais que envolvem a atividade, para se obter dados sobre a estrutura populacional de Carapa guianensis Aublet, regeneração e produtividade da espécie nas comunidades da RDS do Uatumã. Para tal, espera-se primeiramente contar com o conhecimento tradicional dos ribeirinhos das comunidades através de um mapeamento participativo, para o levantamento de áreas potenciais e a realização do inventário florestal.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Yohana Cunha de Mello - Coordenador / Edson José Vidal da Silva - Integrante.

  • 2014 - 2015

    Inserção da ludicidade na educação do campo, Descrição: A partir de uma revisão bibliográfica conceitual sobre a inserção da ludicidade na formação de educadores buscou-se a compreensão desta ferramenta no desenvolvimento humano e nas relações de ensinoaprendizagem através da elaboração de oficinas lúdicas com crianças de 05 a 10 anos, residentes em um assentamento rural localizado entre os municípios de Americana e Cosmópolis no estado de São Paulo. Através da compreensão de elementos que tangem a realidade do campo brasileiro, buscou-se o desenvolvimento dos estados de consciência de jovens e crianças assentadas, na compreensão do contexto histórico cultural em que estão inseridas e na construção de sua identidade social, territorial e cultural. Sendo a metodologia lúdica representada na maioria das vezes em movimentos populares pela mística, uma importante ferramenta de construção do pensamento crítico e dialógico entre a práxis e a realidade. Por meio das atividades lúdicas desenvolvidas, percebeu-se maior aproximação das crianças com a realidade do campo, resultando em ganhos positivos para o desenvolvimento da cidadania.. , Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Yohana Cunha de Mello - Integrante / Rosebelly Marques Nunes - Coordenador., Número de produções C, T & A: 1

  • 2013 - 2014

    Potencial de Manejo da biriba em remanescentes remanescentes florestais dos assentamentos rurais do Sul da Bahia, Descrição: Depois de um longo período de negociações entre a Fibria e o Movimento dos Trabalhadroes Rurais Sem Terra (MST), intermediado pela ESALQ. A empresa reconhece a legitimidade do Movimento através do Programa de Desenvolvimento Territorial elaborado a partir do Plano de Relacionamento com Comunidades em 2011 e disponibiliza suas terras para desapropriação à fins da Reforma Agrária.(Capello, 2012) Nas quais se articulou o Projeto de Assentamentos Produtivos Agroecológicos. Tendo em vista a sustentabilidade econômica das famílias moradoras de sete áreas pré-assentadas da Regional Extremo Sul da Bahia. Neste contexto, espera-se que com foco em agroecologia e os sistemas agroflorestais, consolidar assentamentos rurais em uma nova perspectiva de arranjos produtivos. Dentro desta perspectiva, o trabalho pretendeU contribuir através do levantamento da populações da espécie Eschweira ovata (biriba), como alternativa de produção de vergas de birimbau a partir do manejo sustentável. O manejo de biribas, para fins de obtenção de matéria-prima para a confecção de birimbau, em remanescentes florestais presentes nos assentamentos rurais na região Extremo Sul da BA, vem sendo apontado como uma atividade complementar alternativa às práticas agrícolas tradicionais, na composição de renda das comunidades rurais. Neste sentido, a proposta de desenvolvimento de um projeto de manejo sustentável para a espécie, de acordo e amparado pelas legislações ambientais atuais, ganha força se considerado uma boa ação cooperativa para comunidades de agricultores familiares assentados. E ainda, buscando diferenciação da prática comum de comercialização de biribas, a certificação deste manejo passa a ser uma alternativa de grande importância.. , Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Yohana Cunha de Mello - Integrante / Eduardo Gusson - Integrante / Paulo Yoshio Kageyama - Coordenador.

  • 2011 - 2013

    Técnicas de bioengenharia dos solos na geração e manutanção de serviços ambientais aplicados à recuperação de áreas degradadas, Descrição: A mineração é uma atividade fundamental para o desenvolvimento da humanidade e consiste na extração de minerais de interesse econômico e de uso direto. Dentre os vários impactos ambientais significativos causados pelas atividades mineiras, destacam-se a supressão da cobertura vegetal e o impedimento de sua regeneração. A presente proposta está inserida no projeto de pesquisa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) (Processo FAPESP n°: 10/51233-7), intitulado: ?Recuperação de áreas degradadas de mineração associando técnicas de bioengenharia dos solos com a geração e manutenção de serviços ambientais?; a ser desenvolvido em conjunto com parceiros do meio acadêmico, dentre os quais, a Escola Superior de Agricultura ?Luiz de Queiroz? (ESALQ-USP).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado profissional: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Yohana Cunha de Mello - Integrante / Ciro Abbud Righi - Coordenador / Caroline Lopes - Integrante / Érica Donaire da Silva - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.

Prêmios

2014

Integrante, Centro Acadêmico Luiz de Queiroz, Chapa Amplifique.

2013

Representante discente do Curso de Engenharia Florestal, LCF ESALQ, USP.

2012

Representante discenuído incompleto te do Departamento de Ciências Florestais, .

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade de São Paulo, Campus Luiz de Queiroz. , Rua Francisco do Amaral, Jardim Brasília, 13420005 - Piracicaba, SP - Brasil, Telefone: (35334) 3533411088

Experiência profissional

2012 - 2013

Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação CIentífica

Outras informações:
A presente proposta está inserida no projeto de pesquisa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) (Processo FAPESP n°: 10/51233-7), intitulado: ?Recuperação de áreas degradadas de mineração associando técnicas de bioengenharia dos solos com a geração e manutenção de serviços ambientais?; a ser desenvolvido em conjunto com parceiros do meio acadêmico, dentre os quais, a Escola Superior de Agricultura ?Luiz de Queiroz? (ESALQ-USP). O trabalho de iniciação científica tem como objetivo verificar o estado da arte dos serviços ambientais na recuperação de áreas degradadas por mineração.

2012 - 2013

Instituto de Pesquisas Tecnológicas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: PROJETO VALE DO RIO DOCE/ FAPESP, Carga horária: 10

2013 - 2014

Plant Inteligência Ambiental

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiária Matriz PSA Brasileira Forest Trend, Carga horária: 20

2014 - 2015

Forest Trends

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Processamento de Dados, PSE MATRIX BRAZIL, Carga horária: 12

Outras informações:
" Matrix PSE BRASIL PROFILES" é um projeto desenvolvido pela FOREST TRENDS, organização não governamental Canadense, cujos objetivos são: I - Estabelecer uma plataforma que permita ao público em geral acessar, em tempo real, informações sobre iniciativas brasileiras de PSA e outros tipos de incentivos econômicos para a conservação; II - Fomentar a adoção de esquemas de PSA que beneficiem comunidades e produtores dos diversos biomas e ecossistemas brasileiros; III - Relacionar investidores, usuários, provedores e intermediários e identificar oportunidades para a negociação de acordos de serviços ambientais; IV - Apontar formas de investimentos, métodos e procedimentos de valorização, medição e monitoramento de SA, e melhores práticas, para a recomendação de políticas públicas.

2016 - Atual

Instituto de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia

Vínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Voluntária

2016 - 2017

Casa da Floresta Assessoria Ambiental

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiaria de Geoprocessamento, Carga horária: 30

2019 - 2020

Instituto Terroá

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Assistente de projetos, Carga horária: 30

Outras informações:
Analista de dados e geoprocessamento, atua em atividades de montioramento de projetos, engajada em estudos de cadeias produtivas da socio biodiversidade e certificação.

2019 - 2020

fundo estadual de recursos hídricos

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Assistente de projetos, Carga horária: 20

Outras informações:
Elaboração de mapas temáticos e banco de dados geográficos.