Cynthia Cavalcanti de Albuquerque
Possui graduação em Bacharelado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (1995), mestrado em Botânica pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (1998) e doutorado em Botânica pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (2005). Atualmente é professora adjunto IV da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte e do quadro permanente dos Programas de Pós-graduação em Ciências Naturais e do Programa Multicêntrico em Bioquímica e Biologia Molecular (UERN). Tem experiência na área de Botânica, com ênfase em Fisiologia Vegetal do estresse e propagação de plantas.
Informações coletadas do Lattes em 18/03/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Biodiversidade
2001 - 2005
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Título: Ação do óleo essencial de Lippia gracillis sobre contaminantes do ar e bactérias endofíticas de helicônia cultivadas in vitro
Dra Terezinha Rangel Camata. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Contaminação; Bactérias endofíticas; Monoterpenos; Helicônia; Cultivo in vitro.Grande área: Ciências BiológicasSetores de atividade: Produtos e Processos Biotecnológicos Vinculados À Agricultura.
Mestrado em Biodiversidade
1996 - 1998
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Título: Estudos de cultivares de abacaxizeiro (Ananas comosus L. Merr.) propagadas in vitro quanto a resistência à fusariose, Ano de Obtenção: 1998
Orientador: Dra Terezinha Rangel Camara
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Abacaxi; Fusariose; Limpeza clonal; Cultivo in vitro.Grande área: Ciências BiológicasSetores de atividade: Produtos e Processos Biotecnológicos Vinculados À Agricultura.
Graduação em Bacharelado Em Ciências Biológicas
1990 - 1995
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Título: Avaliação da dose específica de adubação química e orgânica para hortelã-da-folha-graúda (Plectranthus amboinicus)
Orientador: Dra Arminda Saconi Messias
Formação complementar
2017 - 2017
Métodos de análises para avaliação do estresse oxidativo em plantas cultiva. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE, Brasil.
2004 - 2004
Plantas Medicinais. (Carga horária: 6h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2002 - 2002
Doenças de Plantas Ornamentais Tropicias. (Carga horária: 20h). , Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE, Brasil.
2001 - 2001
I Curso de Cultivo e Produção de Mudas de Plantas. (Carga horária: 20h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2001 - 2001
Curso 5s Um Ambiente Para Qualidade Total. , Instituto Tecnológico de Pernambuco, ITEP, Brasil.
2001 - 2001
Curso de Qualificação Técnicas Avançadas de Microp. (Carga horária: 80h). , Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE, Brasil.
1996 - 1996
Técnicas Aplicadas a Cultura de Tecidos Vegetais. , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
1995 - 1995
Polimorfismos Genéticos Aplicações Em Genética For. , Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.
1994 - 1994
Biotecnologia Cultura In Vitro de Células e Tecido. , Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE, Brasil.
1994 - 1994
Curso de Tecnologia de Resíduos Sólidos e Urbanos. , Universidade Católica de Pernambuco, UNICAP, Brasil.
1993 - 1993
Identificação e Caracterização de Plantas Medicina. , Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE, Brasil.
1993 - 1993
Toxicologia Plantas Tóxicas e Medicinais. , Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE, Brasil.
1993 - 1993
I Curso Básico de Fitoterapia. , Universidade de Pernambuco, UPE, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Botânica / Subárea: Fisiologia Vegetal/Especialidade: Biotecnologia Vegetal.
Projetos de pesquisa
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2022 - Atual
Potencial biotecnológico de halófitas, Descrição: Plantas halófitas encontradas no Brasil, principalmente no litoral nordestino crescem em dunas e margens de coleções de água em salinas artesanais. Na medicina popular são utilizadas no tratamento de diversas patologias e para fins anti-inflamatórios e antioxidantes. A escassez de dados na literatura acerca desse grupo de plantas reforça ainda mais a necessidade de novas pesquisas. Nesse sentido, os trabalhos oriundos desse projeto têm como objetivo geral analisar o perfil fitoquímico e a atividade bioquímica dos extratos de natureza polar e apolar, obtidos das folhas, caule, raízes e frutos de espécies halófitas. Dos extratos obtidos será feita uma caracterização química; quantificação e caracterização dos metabólitos secundários presentes. Os extratos poderão ser avaliados quanto suas atividades hemolíticas, antioxidante, citotóxica, antimicrobiana. Espera-se que os resultados obtidos possam ser utilizados em futuras aplicações, tanto na área clínica quanto na área biotecnológica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Patrícia Lígia Dantas de Morais - Integrante / Suely Souza Leal de Castro - Integrante / Vania Sousa Andrade - Integrante / Ítalo Diego Rebouças de Araújo - Integrante / Natanael da Silva Rodrigues - Integrante / Matheus Henrique de Alencar Souza - Integrante / Keurison Figueredo Magalhães - Integrante / Patrícia Lima - Integrante / MATHEUS RAMALHO DE LIMA - Integrante / Raimundo Audei Henrique Júnior - Integrante / Maria Raquel Araújo de Sousa - Integrante / ELYSSA ADRIOLLY FREITAS TAVARES - Integrante / João Batista Costa Neto - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2021 - 2023
ELABORAÇÃO, AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA E GENOTOXICOLÓGICA DE UM SABONETE LÍQUIDO À BASE DE ÓLEO ESSENCIAL DE Lippia grata., Descrição: As plantas medicinais são todas e quaisquer espécies vegetais que possuem alguns princípios ativos com propriedades terapêuticas que podem amenizar ou promover a cura de alguma enfermidade. Nesse arsenal de plantas medicinais, destacam-se as aromáticas que, em geral, produzem óleos essenciais extraídos de folhas, flores, galhos, troncos, raízes e casca de frutos. Óleos Essenciais (OE) são extratos naturais de origem vegetal superconcentrados, extraídos principalmente por método de hidrodestilação a vapor. ou por prensagem a frio. Devido às propriedades antimicrobiana, o óleo de Lippia grata pode ser usada para fins antissépticos e entrar na composição de um sabonete antisséptico para uma higienização pessoal no combate de eventuais microrganismos. A extração do óleo, produção do sabonete líquido e análises toxicológicas do produto, serão conduzidos no Laboratório de Fisiologia e Bioquímica de Plantas (LFBP) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e as análises físico-química do produto serão realizadas no Laboratório de Catálise, Ambiente e Materiais (LACAM). para avaliar produto final elaborado. O sabonete também será testado do ponto de vista toxicológico e dependendo dos resultados, espera-se obter um sabonete elaborado com produtos naturais obtidos da flora da caatinga e que seja eficaz do ponto de vista antimicrobiano. Com esse estudo, espera-se desenvolver um sabonete líquido que seja mais eficiente que os sabonetes convencionais no combate aos microrganismos das mãos e que agrida menos a pele.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Vania Sousa Andrade - Integrante / Mayron Alves de Vasconcelos - Integrante / Anne Gabriella Dias Santos Caldeira - Integrante / Gabriella Helloyde de Morais - Integrante / Maria Letícia Bezerra Jalles - Integrante.
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2021 - 2021
TECNOLOGIAS PARA SUSTENTABILIDADE DE SALINAS ARTESANAIS, Descrição: O Projeto de pesquisa ?Tecnologias para Sustentabilidade de Salinas Artesanais? aprovado no EDITAL No 012/2020 ? FAPERN pretende contribuir significativamente para cadeia produtiva do sal marinho, vinculada aos salineiros artesanais, utilizando-se de elevado conhecimento de inovação tecnológica e de metodologias participativas. São objetivos do projeto: avaliar os parâmetros físico-químicos da água utilizada para obtenção do sal marinho, desde a entrada até o efluente; caracterizar águas-mães e lama de diferentes salinas artesanais e tanques evaporadores, visando aplicação em insumos para cosméticos e fertilizantes e; caracterizar bio-quimicamente plantas halófitas como a Batis maritima (pirrichiu), visando aplicações comerciais (alimento, cosméticos, óleos essenciais) e; projetar, construir e testar protótipos para produção controlada de flor de sal.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Anne Gabriella Dias Santos Caldeira - Integrante / João Maria Soares - Coordenador / Keurison Figueredo Magalhães - Integrante., Financiador(es): Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte - Auxílio financeiro.
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2021 - Atual
Bioprespecção e estudos fisiológicos de plantas da Caatinga, Descrição: As plantas nativas da caatinga tem grande potencial para produção de princípios bioativos em função das altas temperatura, luminosidade e baixa umidade do bioma. O objetivo desse projeto é identificar espécies nativas com potencial biotecnológico, sobretudo plantas aromáticas e estudar o seu comportamento fisiológico, bem como avaliar os compostos químicos majoritários. Nesse projeto também estão previstos estudos para averiguar o potencial antimicrobiano e antioxidante dos compostos extraídos e os métodos reprodutivos das espécies. Espera-se estabelecer uma cadeia produtiva desde propagação das espécies promissoras, cultivo e extração de compostos bioativos com potencial biotecnológico.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Carlos Walber Batista Henrique - Integrante / Matheus Henrique de Alencar Souza - Integrante / LIMA, LEANDRO B. - Integrante / Edilma Alves da Silva - Integrante / Kleane Targino Oliveira Pereira - Integrante / Douglas Arenhart França - Integrante / Caroline Raquel de Souza Silva - Integrante / Silvana Nunes Barreto - Integrante / Laura Lívia Bezerra de Medeiros - Integrante.
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2020 - 2022
Caracterização de proteínas de sementes de Luffa operculata (L.) Cogniaux e suas propriedades terapêuticas, Descrição: Luffa operculata (L.) Cogniaux, conhecida popularmente como cabacinha, é nativa do Brasil e é utilizada para tratamento de doenças respiratórias. A parte utilizada é o mesocarpo esponjoso, sendo desconsideradas as sementes. A prospecção por novos compostos bioativos é uma realidade e levando em consideração as propriedades terapêuticas da cabacinha, esta proposta visa isolar e caracterizar proteínas presentes nas sementes de Luffa operculata. Os estudos serão realizados através de metodologias que envolvem a identificação, prospecção, isolamento e caracterização de novas proteínas vegetais, além da avaliação das propriedades antimicrobianas sobre fungos e bactérias patogênicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / André Luiz da Silva - Integrante / Pedro Filho Noronha de Souza - Integrante / Leandro de Paula Bezerra - Integrante.
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2019 - 2020
Reuso de efluente gerado na indústria de vidros no cultivo de sementes de hortaliças, Descrição: A água é o recurso natural mais importante para a produção de produtos agrícolas, e sua escassez é uma realidade nas regiões do semiárido. Diante desse senário, o reuso de água oriunda de resíduos industriais vem despontando como uma alternativa viável para solucionar a falta de água na agricultura. Dentro desse contexto, essa proposta tem como objetivo avaliar a germinação e crescimento inicial de coentro, manjericão, alface e rúcula, irrigadas com efluente gerado pela indústria de vidros. O trabalho será desenvolvido no Laboratório de Fisiologia e Bioquímica de Plantas da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte e serão executados com duas espécies de hortaliças: C. sativum e O. basilicum. Para avaliar a germinação, sementes destas espécies serão postas a germinar em placas de Petri forradas com papel de filtro e umedecidas com o efluente gerado pela indústria de vidros. Esse efluente será previamente tratado com sementes de moringa a 1% (esse procedimento será realizado por pesquisador do curso de química). Em seguida, as sementes serão embebidas com o efluente tratado puro (100%) e em 3 concentrações, que serão obtidas a partir de diluições do efluente puro tratado (25, 50,75%). Para fins de comparação, será avaliado um controle positivo (efluente sem tratamento) e um controle negativo (água de abastecimento). O experimento será executado em câmara de germinação com temperatura ajustada para 22 oC e fotoperíodo de 12 h. O delineamento experimental para cada espécie, será inteiramente casualizado com 6 tratamentos e 4 repetições, sendo que cada repetição constará de 25 sementes. As avaliações serão diárias, iniciando-se 24 horas após a montagem do experimento e as variáveis testadas serão: Percentual de germinação relativa; tempo médio de germinação; número de sementes germinadas; comprimento das radículas; índice de crescimento relativo e índice de germinação. Os dados obtidos serão analisados estatisticamente e as médias serão comparadas pelo teste de Tukey. O efluente tratado e não tratado pelo processo de coagulação com sementes de moringa, serão analisados quanto à presença e ausência de contaminação microbiológica a partir da quantificação de coliformes totais e Escherichia coli, utilizando substrato cromogênico (Colilert). Espera-se que esse trabalho traga informações a respeito da viabilidade do uso da água residual gerada na indústria de vidros e com essas informações, espera-se que esse resíduo possa ser utilizado em trabalhos futuros para averiguar a viabilidade de irrigar hortas com esse efluente.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Daniela Freitas - Integrante / Ellen Araújo Malveira - Integrante / Anny Jasmine Galdino Lima - Integrante / Nayara da Silva Pontes - Integrante.
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2019 - Atual
Desenvolvimento fisiológico de Croton blanchetianus submetido a estresse abiótico, Descrição: O estudo de plantas com potencial terapêutico já é bem difundido, no entanto, o número de os trabalhos que comprovam a influência dos estresses abióticos no desenvolvimento dessas plantas ainda é são pequenos. Dentre as espécies da Caatinga com potencial farmacológico e que vem sendo amplamente estudado em função das suas propriedades medicinais, destaca-se Croton blanchetianus (Euphorbiaceae). Portanto, este projeto objetiva avaliar os aspectos fisiológicos, bioquímicos e o potencial biológico de C.roton blanchetianus submetidos a estresse salino e hídrico. A solução salina utilizada para os trabalhos com salinidade serão provenientes de efluentes de piscicultura, dando um destino adequado desse efluente na agricultura, o que configura uma ação benéfica para o ambiente. Serão avaliados diferentes níveis de condutividade elétrica desse efluente. Além do estresse salino, será avaliado também, o déficit hídrico no desenvolvimento da espécie. Serão configurados dois experimentos diferentes (estresse salino e déficit hídrico), realizados por dois alunos de pós-graduação. Os trabalhos serão realizados em casa de vegetação e após a fase experimental, o material vegetal será coletado para análise das variáveis: Biomassa seca de folha, caule e raiz; área foliar; teor relativo de água; relação raiz parte aérea (R/PA); integridade da membrana; níveis de carboidratos e proteínas; níveis de prolina e pigmentos fotossintéticos; atividade de enzimas do sistema antioxidativo; teores de Na+, K+ e Cl- e relação Na/K (para os trabalhos com salinidade) Serão avaliados também, o rendimento, composição química, atividade antioxidante e antimicrobiana do óleo essencial em ambos experimentos. Espera-se indicar com essa pesquisa uma espécie que tolere aos estresse mais recorrentes no semiárido nordestino. A relevância do projeto é de cunho ambiental e social, pois uma vez comprovado que o efluente de piscicultura não prejudica o desenvolvimento vegetal e que pode ser utilizado para irrigação da espécie e que a referida espécie é menos exigente em água, abre novas possibilidades de trabalho para pequenos e médios produtores rurais, no cultivo de plantas nativas e de importância farmacológica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Marciana Bizerra de Morais - Integrante / Nildo da Silva Dias - Integrante / Josiani Félix de Sousa - Integrante / Maria Daniela Freitas - Integrante / Marcelo da Silva Andrade - Integrante.
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2019 - Atual
Prospecção, isolamento e caracterização de novas lectinas vegetais com potencial biotecnológico na prevenção e erradicação de biofilmes microbianos de interesse clínico (Chamada MCTIC/CNPq N 28/2018), Descrição: A descoberta de novas lectinas com aplicações biotecnológicas diversas pode ser evidenciada no fato dessas proteínas possuírem grande diversidade estrutural e diferentes especificidades por glicanos, podendo servir como verdadeiros ferramentas no desenvolvimento de novas drogas. Vários estudos têm mostrado a aplicação de lectinas como agentes antimicrobianos, ou ainda capazes de prevenir e/ou erradicar biofilmes microbianos infecciosos. De fato, uma dificuldade frequentemente encontrada na clínica médica são as infecções causadas por microrganismos. Bactérias, por exemplo, tendem a desenvolver-se em biofilmes (comunidades microbianas aderidas a uma superfície), os quais exibem um aumento da resistência aos agentes antimicrobianos. Por conseguinte, estratégias de tratamento desenvolvidas através da utilização de moléculas prospectadas da natureza, como as lectinas, estão cada vez mais em evidencia. Neste contexto, é plenamente justificável a realização de pesquisas que visem a prospecção de novas lectinas e a aplicação dessas biomoléculas como ferramentas biotecnológicas no desenvolvimento de novos agentes antimicrobianos. Os estudos serão realizados através de metodologias que envolvem a identificação, prospecção, isolamento e caracterização de novas lectinas vegetais, além da avaliação das sus propriedades antimicrobianas sobre células planctônicas, no desenvolvimento de biofilmes e na interferência de biofilmes pré-formados. Além disso, técnicas de microscopia eletrônica serão utilizadas visando elucidar os mecanismos de ação das novas lectinas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Diego Nathan do Nascimento Souza - Integrante / Luiz Gonzaga do Nascimento Neto - Integrante / Edson Holanda Teixeira - Integrante / Celso Shiniti Nagano - Integrante / Alexandre Holanda Sampaio - Integrante / Bruno Anderson Matias Rocha - Integrante / Mayron Alves de Vasconcelos - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2019 - Atual
AÇÃO DE ATENUADORES NA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE E TOLERÂNCIA DE CULTIVARES DE CUCURBITÁCEAS SUBMETIDAS AOS ESTRESSES ABIÓTICOS, Descrição: As cucurbitáceas são uma das famílias botânicas de mais importância socioeconômica do Brasil. Todavia, os estresses ambientais de origem abiótica são considerados fatores limitantes para a produtividade e um dos períodos mais críticos para a sobrevivência das plantas é durante a germinação até o estabelecimento das plântulas. Nesse caso, estudos que possibilitem a utilização de tratamentos que eliminem ou reduzam os efeitos deletérios causados por esses estresses são de grande relevância. Sendo assim, objetiva-se avaliar o uso de atenuadores de estresses oxidativo e tolerância de diferentes cultivares de cucurbitáceas sob condições de estresses salino e hídrico. Para isso, serão testados sete cultivares de abóbora (Cucurbita spp.), melão (Cucumis melo L.), melancia (Citrullus lanatus Schrad) e pepino (Cucumis sativus L.) e quatro atenuadores de estresse (hidrocondicionamento, peróxido de hidrogênio, ácido giberélico e ácido salicílico), cujas concentrações serão adotadas com base em pré-testes. A pesquisa constará de quatro experimentos para cada espécie. Inicialmente (experimento I) serão verificadas as tolerâncias das cultivares sob estresse hídrico por meio dos testes de germinação, índice de velocidade de germinação, comprimento e massa seca total de plântulas, aminoácidos livres totais, prolina, açúcares livres totais e índice de tolerância. No experimento II será feito o acompanhamento da germinação e atividade antioxidante das cultivares que se mostraram mais tolerantes e sensíveis no experimento I, sob uso de atenuadores de estresse hídrico; neste, serão avaliadas além das variáveis anteriores, a atividade da superóxido dismutase, catalase e ascorbato peroxidase. Nos experimentos III e IV serão realizadas as mesmas avaliações dos experimentos I e II, respectivamente, sob estresse salino. Para simular a condição de déficit hídrico será usado o polietilenoglicol (PEG 6000) e no salino o cloreto de sódio (NaCl) nas concentrações de 0,0; -0,2; -0,4; -0,6 e -0,8 MPa. Os dados obtidos serão submetidos à análise de variância pelo teste F, as médias comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade para avaliar o efeito das cultivares e dos atenuadores. Será feita a análise de regressão para avaliar o efeito dos níveis de potenciais osmóticos por meio do programa Sisvar.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Leilson Costa Grangeiro - Integrante / Salvador Barros Torres - Coordenador / Emanoela Pereira de Paiva - Integrante / Francisco Vanies da Silva Sá - Integrante / Alek Sandro Dutra - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2019 - Atual
Prospecção, isolamento e caracterização de novas lectinas vegetais com potencial biotecnológico na prevenção e erradicação de biofilmes microbianos de interesse clínico (Chamada MCTIC/CNPq N 28/2018), Descrição: A descoberta de novas lectinas com aplicações biotecnológicas diversas pode ser evidenciada no fato dessas proteínas possuírem grande diversidade estrutural e diferentes especificidades por glicanos, podendo servir como verdadeiros ferramentas no desenvolvimento de novas drogas. Vários estudos têm mostrado a aplicação de lectinas como agentes antimicrobianos, ou ainda capazes de prevenir e/ou erradicar biofilmes microbianos infecciosos. De fato, uma dificuldade frequentemente encontrada na clínica médica são as infecções causadas por microrganismos. Bactérias, por exemplo, tendem a desenvolver-se em biofilmes (comunidades microbianas aderidas a uma superfície), os quais exibem um aumento da resistência aos agentes antimicrobianos. Por conseguinte, estratégias de tratamento desenvolvidas através da utilização de moléculas prospectadas da natureza, como as lectinas, estão cada vez mais em evidencia. Neste contexto, é plenamente justificável a realização de pesquisas que visem a prospecção de novas lectinas e a aplicação dessas biomoléculas como ferramentas biotecnológicas no desenvolvimento de novos agentes antimicrobianos. Os estudos serão realizados através de metodologias que envolvem a identificação, prospecção, isolamento e caracterização de novas lectinas vegetais, além da avaliação das sus propriedades antimicrobianas sobre células planctônicas, no desenvolvimento de biofilmes e na interferência de biofilmes pré-formados. Além disso, técnicas de microscopia eletrônica serão utilizadas visando elucidar os mecanismos de ação das novas lectinas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Diego Nathan do Nascimento Souza - Integrante / Luiz Gonzaga do Nascimento Neto - Integrante / Celso Shiniti Nagano - Integrante / Alexandre Holanda Sampaio - Integrante / Bruno Anderson Matias Rocha - Integrante / Mayron Alves de Vasconcelos - Coordenador / Edson H. Teixeira - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2017 - 2019
Uso do efluente de piscicultura na irrigação de plantas, Descrição: O reaproveitamento de águas residuais é uma alternativa para irrigação de plantas sobretudo nas regiões semiáridas do Brasil. As plantas são utilizadas pelo homem em diversas áreas, desde alimentação até para processos industriais, como produção de biofármacos de interesse. Nesse contexto, é imprescindível pensar em alternativas que viabilizem a agricultura em pequenas propriedades com menores custos. Na região Nordeste o cultivo de tilápias é comum, porém é uma atividade que demanda água para produção e também gera muito rejeito. Pensando nisso, pesquisadores da área de piscicultura da UFERSA estão avaliando até quanto de salinidade a tilápia suporta, assim, os produtores poderiam utilizar uma água mais salina, que normalmente não serve para agricultura. É justamente esse rejeito que está sendo utilizado para averiguar como espécies vegetais produtoras de óleos essenciais e algumas hortaliças se desenvolvem. Avaliações fisiológicas e bioquímicas estão sendo realizadas para comprovação de tolerância ou não. Estudos dessa natureza, poderão fomentar o cultivo de plantas por produtores de peixes, viabilizando dessa forma outra alternativa de renda.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Marciana Bizerra de Morais - Integrante / José Maria Damasceno Neto - Integrante / Nildo da Silva Dias - Integrante / Maria Daniela Freitas - Integrante / Larissa Martins Brito e Silva - Integrante.
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2017 - 2018
Avaliação Nutricional dos ratos de linhagem Wistar alimentados com rações compostas com sementes e Hyptis suaveolens e farinha de caju, Descrição: O uso de animais em experimentos laboratoriais vem crescendo ao longo dos anos, já que os mesmos tem o metabolismo muito semelhante aos humanos. Animais como ratos, camundongos e coelhos são os mais utilizados em laboratórios do mundo todo. A contribuição desses animais para biologia, medicina, farmacologia e veterinária são incalculáveis já que eles são a base para dados concretos e satisfatórios nas pesquisas que os utilizam. Para se manter um biotério, local onde ocorrem as experimentações com animais, nas condições adequadas, as Universidades investem recursos financeiros para suprir as necessidades básicas dos mesmos, e os maiores custos são com as rações que são consumidas diariamente e devem ser apropriadas para cada tipo de cobaia. Como a ração é de suma importância e seu gasto é contínuo, o presente trabalho tem como proposta fabricar na própria universidade uma ração que supra as necessidades biológicas dos animais a custos mais reduzidos. Para se fazer uma ração que seja eficaz na alimentação, a menores custos, serão utilizados produtos alternativos e facilmente encontrados no Nordeste, tais como a farinha do caju (Anacardium occidentale L) e sementes da Hyptis suaveolens Benth. A fim de assegurar que esses produtos não comprometerão a vida dos animais, serão realizados testes toxicológicos e para tanto, serão utilizados 24 animais machos, normais divididos em quatro grupos de 6 ratos, os quais ingerirão as seguintes soluções: Grupo 1 - suspensão feita com as sementes da H. suaveolens; grupo 2 ? suspensão feita com a farinha de caju; grupo 3 ? suspensão feita com as sementes e a farinha de caju; e grupo 4 - soluções salina a 0,9% (controle) Todo o conteúdo a ser testado será administrado via gavagem 0,5g/10g de peso corporal de cada animal. Será realizada uma primeira coleta de sangue (antes da ingestão das suspensões), representando o tempo basal T (0), e posteriormente serão realizadas coletas às 12 e 24 horas após a ingestão das diferentes combinações de produtos e da solução salina. As amostras de sangue serão coletadas em tubos tipo eppendorf previamente heparinizados, e postas para avaliações dos níveis plasmáticos de transaminases (ALT e AST). Após o resultado do teste, caso não seja detectado toxicidade das substâncias avaliadas, os mesmos animais serão utilizados para avaliação do efeito da ração na dieta dos mesmos. Para o preparo da ração serão utilizados os seguintes componentes: amido, mistura de vitaminas, minerais, açúcar refinado e água fervente, além dos produtos da pesquisa: sementes de H. suaveolens e farinha de caju. Para o preparo da farinha de caju serão utilizados os pedúnculos do pseudrofruto in natura, os quais serão triturados em liquidificador industrial e prensado manualmente para separação do suco. O bagaço úmido será seco em estufa e após a secagem, será moído novamente, formando assim a farinha. As sementes da H. suaveolens serão coletadas no campus central da UERN. Todos os componentes serão misturados e moldados na forma de pellets, os quais serão secos em estufa de circulação forçada de ar a 60C por 24h até obtenção de uma consistência típica de ração. Serão utilizados 24 ratos machos da linhagem Wistar pertencentes ao biotério da UERN, os quais serão divididos em caixas, em grupos de 6 animais, em cada caixa, perfazendo os seguintes tratamentos: Grupo 1 - ratos alimentados com ração acrescida de farinha do caju; Grupo 2 - ratos alimentados com ração acrescida de sementes da H. suaveolens; Grupo 3 - ratos alimentados com ração acrescida de sementes da Hyptis e farinha do caju; e Grupo 4 - ratos alimentados com ração comercial (controle). Os animais terão água e ração ad libitium e a cada 48 horas serão mensurados as quantidades de ração consumida e o peso dos animais. Após 90 dias de dieta, os ratos serão anestesiados com a solução quetamina e xilazina a 2 % para cada 20 mg/Kg, sendo. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Ana Clara Santiago - Integrante / Isabelle Romão Rebouças Calazans - Integrante.
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2016 - 2017
Efeito alelopático do óleo essencial e hidrolato de Lippia gracilis sobre o brotamento e desenvolvimento de Cyperus rotundus, Descrição: Lippia gracillis tem sido caracterizada pela presença de óleos essenciais com altos teores de metabólicos secundários. Moléculas como estas vem sendo estudadas como aleloquímicos empregados no controle de ervas daninhas. Nessa perspectiva, o presente trabalho tem como objetivo avaliar as potencialidades alelopáticas do óleo essencial e do hidrolato de L. gracilis na emergência do bulbo e desenvolvimento da tiririca (Cyperus rotundus). O Trabalho será composto de 2 experimentos que serão conduzidos em casa de vegetação em delineamento experimental inteiramente casualizado. Em ambos, serão utilizados caixas gerbox, contendo areia esterilizada nas quais bulbos de tiririca, pesando entre 0,4 e 1,0 g serão distribuídos. No 1 e 2 experimentos, respectivamente, serão avaliadas a eficiência do hidrolato (25, 50, 75 e 100%) e óleo essencial (50, 100, 150, 200 L L-1) de L. gracilis na germinação e desenvolvimento dos bulbos de tiririca. As diferentes concentrações de ambas substâncias serão comparadas com dois tratamentos controle, um negativo que será composto apenas por água e um positivo que será constituído por herbicida comercial Karpi (0,3 mg L-). Os bulbos serão regados semanalmente com os respectivos tratamentos e ao final de 30 dias, serão avaliados percentual de plantas emergidas, índice de velocidade de emergência das plântulas, comprimento das plântulas, biomassa seca da parte aérea e raízes, relação raiz/parte aérea (R/Pa), viabilidade dos tubérculos e antes das análises destrutivas, amostras de material vegetal serão coletadas para as análises bioquímicas (carotenoides, clorofilas a, b e totais, proteínas, carboidratos totais e determinação da peroxidação de lipídios). Os dados obtidos serão analisados estatisticamente por análise de variância e regressão, e as médias comparadas através do teste de Tukey. Através dos resultados obtidos neste estudo, espera-se comprovar o potencial inibidor dos produtos extraídos da L. gracilis na emergência do bulbo e desenvolvimento da tiririca.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Débora Lopes Silva de Souza - Integrante / Ana Isabel de Sousa Urtiga - Integrante.
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2015 - 2018
Influência de fungos micorrízicos arbusculares no desenvolvimento de espécies da caatinga, Descrição: Esse projeto tem como foco avaliar espécies vegetais endêmicas da caatinga quando em associação com fungos micorrízicos arbusculares (FMA). Esses fungos beneficiam o desenvolvimento das plantas, aliviando inclusive estresse abióticos. Pretende-se avaliar propagação por estaquia de espécies que são de difícil enraizamento e de que forma os fungos aliviam as plantas quando submetidas à restrição de água. Com essa proposta, pretende-se viabilizar soluções para produtores que encontram dificuldades em propagar e cultivar espécies nativas e de interesse farmacológico.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Francisco Fábio Mesquita Oliveira - Integrante / Marciana Bizerra de Morais - Integrante / Marcos Emanuel de Sousa Silva - Integrante / Lais Fernanda de Pontes Santos - Integrante / Auciélia Patrícia da Silveira Silva Dantas - Integrante / Mònica Danielle Sales da Silva Fernandes - Integrante.
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2015 - 2016
Sinergismo entre os óleos essenciais de Lippia gracilis e Hypthis suaveolens: inibe ou favorece o crescimento de fungos fitopatogênicos?, Descrição: O projeto tem por objetivo avaliar a sinergia de óleos essenciais extraídos de duas espécies, Lippia gracilis e Hypthis suaveolens, que ocorrem na Caatinga, contra fungos patogênicos ao mamão. Serão realizados testes in vitro contra Colletotrichum gloeosporioides e as melhores dose da mistura dos óleos será testada em frutos previamente contaminados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Julyanna Arruda de Oliveira - Integrante / Débora Lopes Silva de Souza - Integrante.
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2014 - 2015
Influência de óleos essenciais de plantas da Caatinga no armazenamento e no vigor de sementes de milho armazenadas, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Julyanna Arruda de Oliveira - Integrante.
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2013 - 2015
Influência de óleos essenciais de plantas da Caatinga no armazenamento e no vigor de sementes de milho armazenadas, Descrição: O milho Zea mays L. é um cereal com grande importância econômica e social, fornecendo nutrientes importantes na alimentação humana, especialmente na nutrição animal em forma de ração, sendo também empregado na indústria para a produção de cola, amido, óleo, álcool, flocos alimentícios, bebidas e de muitos outros produtos importantes em nosso cotidiano (FORNASIERI FILHO, 2007). O milho ainda sofre com grandes perdas por armazenamento devido a erros que vão desde a pré-colheita e pós-colheita, como os cuidados básicos que devem ser tomados no combate a fungos e insetos, durante seu o armazenamento, que irão manter a qualidade dos grãos para futura comercialização. O Aspergillus flavus é um fungo que constantemente vem afetando os grãos de milho durante seu armazenamento, como a liberação de micotoxinas (aflatoxinas), tornando o grão amargo , de péssima qualidade tanto para os rebanhos como para os humanos. Uma alternativa para solucionar a contaminação de grãos estocados é o uso de produtos naturais com atividade antifúngica. Dentre os compostos com esse tipo de atividade destacam-se os óleos essenciais de várias espécies, tais como Lippia gracilis e Hyptis suaveolens, cuja atividade antimicrobiana já foi comprovada. Portanto, esse trabalho terá como objetivo avaliar a efeito desses óleos em sementes de milho armazenadas e o seu potencial germinativo após os diferentes períodos de armazenamento. O trabalho será conduzido no laboratório de cultura de tecidos vegetais da Universidade Estadual do Rio grande do Norte. As sementes de milho serão adquiridas através de agricultores familiares e em laboratório serão armazenadas em recipientes de vidro com tampa. Para avaliar a eficiência de cada óleo essencial, no fundo do recipiente será colocada placa de Petri contendo óleo nas seguintes concentrações: 0, 50, 100, 150 e 200 L. As placas serão cobertas com tela a fim de que as sementes não tenham contato direto com o óleo. As sementes ficarão armazenadas por 30, 60, 90 e 120 dias e ao final de cada período, serão avaliadas quanto à presença ou não do fungo Aspergillus flavus. Em seguida, as sementes serão postas a germinar e as variáveis avaliadas serão: Percentagem de germinação (%G), tempo médio de germinação (TME)e índice de velocidade de emergência (IVE). As plantas oriundas desses tratamentos serão avaliadas quanto ao peso seco; clorofila a, b e totais; carotenóides; proteínas e carboidratos totais. O experimento será conduzido em blocos casualizados em esquema fatorial 5x2x4 (Cinco concentrações de óleo, 2 espécies vegetais e 4 blocos, correspondentes aos 4 períodos de armazenamento), com 4 repetição contendo 25 sementes cada.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Francisco Fábio Mesquita Oliveira - Integrante / Julyanna Arruda de Oliveira - Integrante / Tales Martins - Integrante.
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2011 - 2017
Estresse biótico e abiótico em plantas de interesse agrícola e industrial, Descrição: Os estresses vegetais estão expostos a duas classes de estresse: os abióticos e os bióticos. O estresse biótico geralmente é incitado por seres vivos que atacam as plantas, as quais ativam seus mecanismos de defesa ativando rotas bioquímicas que são responsáveis pela produção de uma ampla gama de metabólitos secundários. Já há comprovação que os estresses abióticos também estimulam as plantas a produzirem compostos bioativos para proteção. Nessa perspectiva, esse projeto visa integrar vários trabalhos que visam avaliar de que forma plantas adaptadas à caatinga, endêmicas ou não respondem a diversos estresses. Levando em consideração que o bioma caatinga tem características peculiares de déficit hídrico e que a região Oeste Potiguar, na qual a Uern está inserida, é impactada pela atividade salineira, os estresses avaliados sobre as plantas serão o por falta de água e por salinidade. É importante considerar que a região também tem como atividade da fruticultura e que depende das constantes adubações, que se não adequadamente manejadas, podem causar salinização do solo. Problemas com patógenos de solo também são detectados, sobretudo quando se faz monocultura como é o caso do cultivo de meloeiro, bananeira, dentre outras. Sendo assim, essa proposta tem por objetivo avaliar o impacto do estresse abiótico (déficit hídrico e salino) e biótico (contaminação por patógenos radiculares) no desenvolvimento fisiológico de plantas produtoras de produtos de interesse agrícola, farmacológica e industrial.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (8) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Marília Cristina Gomes de Souza - Integrante / Francisco Fábio Mesquita Oliveira - Integrante / Eleneide Pinto Gurgel - Integrante / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante / Roberto Carlos Grillo Ragagnin - Integrante / Mônica Danielle Sales da Silva - Integrante / Luciana Cristina Borges Fernandes - Integrante / Rui Sales Junior - Integrante / Danielle Cristiny de Azevedo Batista - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante / Marcos Emanuel de Sousa Silva - Integrante / MARIA GÉSSICA DA SILVA - Integrante / Yáskara Karine Fernandes Saraiva Brandão - Integrante., Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Bolsa.
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2011 - 2013
Aridus: Plataforma para integração semântica de informações e apoio ao desenvolvimento sustentável no semiárido, Descrição: Este projeto tem como objetivo principal o desenvolvimento de uma plataforma Web, denominada ARIDUS, para anotação semântica, extração, apresentação e análise integrada de informações sobre o semiárido, para dar suporte a projetos sustentáveis. A concenpção de um modelo de anotação semântica, envolvendo ontologias de domínio e regras de inferência, servirá de base para a realização dos objetivos propostos. Serão utilizados como estratégia de validação da plataforma, os resultados obtidos em diversos projetos de pesquisa desenvolvidos na UERN e na UFERSA, instituição parceira da UERN no programa de pós-graduação em Ciência da Computação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Claudia Maria Fernandes Araújo Ribeiro - Coordenador / Francisco Bezerra Neto - Integrante / Vania Christina Nascimento Porto - Integrante / Disraelly Hander Pereira - Integrante / Francisco Dantas Neto - Integrante / Suely Souza Leal de Castro - Integrante / Felipe Soares da Costa - Integrante / Carlos Fran Ferreira Dantas - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2010 - 2012
Estudo da corrosão influenciada por microrganismos (CIM) noo complexo industrial portuário de SUAPE/Pernambuco: Utilização de química verde no controle da colonização e adesão de microrganimos à superfícies metálicas, Descrição: MCT;CNPq 14/2010 Universal. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Maurício Magalhães de Paiva - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2010 - 2011
Estudo dos aspectos reprodutivos e quimiopreventivos da Arrabidaea pulchra, Descrição: A cirrose hepática está entre as principais causas de morte no mundo e está associada às diversas etiologias, notadamente infecções virais (hepatite B e C), consumo abusivo de álcool e doenças parasitárias. A cirrose crônica é geralmente irreversível, assim, justificam-se esforços a fim de estudar efeitos hepatoprotetores de plantas de Biomas brasileiros que possam diminuir ou prevenir a progressão da doença. Entre elas, destacamos a Arrabidaea pulchra Sandwith (Bignoniaceae) por possuir substâncias sabidamente hepatoprotetoras e antiinflamatórias como ácido ursólico, dentre outros metabólitos secundários. Devido a esse fato, o estudo a cerca da propagação dessa espécie é imprescindível, pois visa diminuir os impactos causados pelo extrativismo causado pelo uso demasiado das plantas coletadas no campo, caso o princípio ativo da planta apresente atividade. Esse projeto foi elaborado por dois grupos de pesquisa, sendo um responsável pelo estudo da propagação das plantas e o outro responsável pela avaliação do efeito hepatoprotetor do extrato das plantsa em ratos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Francisco Arnaldo Viana - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Integrante / Ramiro Gustavo Valera Camacho - Integrante / José Iranildo Miranda de Melo - Integrante / Lamarck do Nascimento Galdino da Rocha - Integrante / Eleneide Pinto Gurgel - Integrante / Silvia Catarina Salgado Oloris - Integrante / Francisca Marta Machado Casado de Araújo - Integrante / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante / Elizabete Alexandra Borges Bezerra - Integrante., Financiador(es): Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 3
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2010 - 2011
Diferentes meios de quebra de dormência e propagação in vitro de baraúna (Schinopsis brasiliensis Engl.), Descrição: A caatinga é rica em espécies arbóreas e arbustivas, porém, apresenta potencial pouco conhecido cientificamente e vem sofrendo forte impacto com o manejo inadequado, colocando em risco essa biodiversidade. A Schinopsis brasiliensis (Anacardiaceae) popularmente conhecida como baraúna, é nativa da caatinga e por ser muito cobiçada pelo seu potencial econômico está em vias de extinção. Consciente da importância desta espécie e das dificuldades naturais de reprodução que a mesma enfrenta, este trabalho propõe avaliar o comportamento germinativo das sementes de baraúna submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos, como também, tentar induzir a regeneração direta de brotos in vitro desta espécie nativa. O trabalho será dividido em 3 experimentos descritos a seguir. Para o teste de germinação, um experimento será montado em casa de vegetação com sementes submetidas a 8 diferentes métodos de quebra de dormência frutos íntegros (controle); frutos com epicarpo e mesocarpo removidos; imersão em água por 24, 48, e 72 horas; imersão em água à 80C até resfriamento; escarificação ácida (H2SO4 a 95% por 5 min.) e escarificação mecânica com lixa onde serão avaliadas as variáveis: %G; TMG; IVG; altura e peso seco da plântula aos 60 dias da emergência. Para indução de brotos in vitro, serão montados 2 experimentos no Laboratório de Cultura de Tecido Vegetal (LCTV/FANAT/UERN). Os explantes utilizados serão segmentos nodais e ápices caulinares provenientes de plântulas jovens germinadas em casa de vegetação e o meio básico de cultivo será o WPM e o MS para os experimentos II e III, respectivamente. Os tratamentos a serem testados serão diferentes concentrações de N6-benzilaminopurina (BAP - 0,0 M; 2,5 M; 4,5 M; 6,5 M e 10 M) e as variáveis analisadas: percentagem de indução de brotos; número de brotos emitidos por explante e percentagem de calogênese, oxidação e contaminação. Todos os experimentos serão montados em DIC e as dados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Ricardo Gonçalves Santos - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2010 - 2011
Diferentes métodos de controle antimicrobiano na micropropagação de Jatropha curcas L., Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Sara Caroline Pinto de Almeida - Integrante., Número de produções C, T & A: 2
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2009 - 2010
Avaliação da propagação vegetativa do pinhão-manso (Jatropha curcas L.), Descrição: Dentre as fontes de combustíveis alternativos intensamente estudados, os óleos vegetais para a produção de biodiesel têm se destacado pela importância ambiental do uso de fontes de energia menos poluentes e pela eficiência quando usados em substituição ao diesel derivado do petróleo. O Brasil incentiva a produção de biodiesel e nesse sentido vem ocupando posição de destaque nesse setor da economia. Dentre as plantas oleaginosas, o pinhão-manso (Jatropha curcas) merece destaque por se tratar de uma das espécies com elevado potencial na produção de óleo combustível no Brasil, sendo considerada promissora para esses estudos. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, avaliar diferentes métodos de propagação de J. curcas. Para isso, brotos jovens de plantas mantidas em condições de casa-de-vegetação serão levados ao Laboratório de Cultura de Tecidos Vegetais da UERN. A fim de testar diferentes agentes desinfestantes para a assepsia de explantes, os brotos serão tratados com hipoclorito de sódio a 1,5 e 2,5% ou de cálcio a 1,5 e 3% em diferentes tempos de imersão: 2,0; 5,0 e 8,0 minutos. O tratamento que proporcionar o melhor resultado será utilizado para a avaliação do efeito dos fitorreguladores 6-benzilaminopurina (BAP) e/ou ácido naftalenoacético (ANA) em diferentes concentrações, combinadas ou não. As concentrações avaliadas para o BAP serão: 0,0; 1,0 e 2,0 mg L-1 e para o ANA serão: 0,0; 0,05 e 0,1 mg L-1. Para a propagação de pinhão-manso via estaquia, serão estudados diferentes tipos de substrato para a produção de mudas de pinhão-manso. As estacas com aproximadamente 15 cm de altura serão retiradas de plantas matrizes oriundas de sementes fornecidas pela Embrapa. Os experimentos serão estabelecidos em casa de vegetação utilizando-se sacos de polietileno com capacidade para 2 kg, contendo os seguintes substratos: Plantmax; húmus + solo argiloso na proporção de 2:1; húmus + areia lavada na proporção de 2:1... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador.
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2009 - 2010
Crescimento in vitro de juazeiro submetido ao estresse hídrico induzido por sorbitol, Descrição: O gênero Ziziphus possui várias espécies, uma delas é endêmica da região Nordeste do Brasil.(Ziziphus joazeiro MART.). A espécie é conhecida popularmente como juá, juazeiro ou laranjeira de vaqueiro e apresenta grande importância econômica e ecológica, sendo utilizada para diversos fins, dentre eles podemos ressaltar; a recuperação de áreas degradadas e alimentação animal. A espécie apresenta ainda uma alta resistência ao estresse hídrico, permanecendo verde e frondosa, mesmo em anos de seca. Em situações de estresse ambiental, as plantas podem apresentar diversas respostas, dentre elas, o decréscimo na produção da área foliar, no fechamento dos estômatos, na aceleração da senescência, na abscisão foliar e na biossíntese de solutos compatíveis intracelulares para evitar a perda de água. O trabalho será dividido em 2 experimentos que serão realizados no Laboratório de Cultura de Tecido Vegetal/FANAT/UERN/Mossoró-RN. Serão coletados frutos de juazeiro de uma única planta no Campus Central da UFERSA no mês de junho de 2009. Após a coleta, os frutos serão levados ao laboratório para a retirada dos diásporos (Experimento I). Estes serão postos para germinar em meio MS em 5 tratamentos com diferentes concentrações de sorbitol (0 mM, 200 mM, 400 mM e 600 mM). As plantas remanescentes do controle serão utilizadas para a retirada dos explantes a serem utilizadas na montagem do 2 experimento com os mesmos tratamentos. As variáveis a serem testadas no 1 e/ou 2 experimento são: % de germinação, tamanho visual das plântulas formadas; n de explantes enraizados; n de folhas; emissão de espinhos; n de gemas emitidas e quantificação de prolina acumulada nas folhas: Os 2 experimentos serão montados em DIC com 5 repetições e será feita a análise de regressão com a finalidade de se obter a curva de melhor ajuste para a explicação dos fenômenos. Neste sentido, o presente trabalho tem como objetivo testar a resistência do juazeiro ao estresse hídrico induzido pelo s.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maiza de Azevedo Dantas - Integrante / Sara Caroline Pinto de Almeida - Integrante., Número de produções C, T & A: 1
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2008 - 2010
Biotecnologia ao alcançe da fruticultura norteriograndense (5 subprojetos), Descrição: A pesquisa será realizada com finalidade de se obter um protocolo para micropropagação de 2 planatas matrizes de pinha. Serão testados difentes doses de fitôrmonios combinados ou isolados, 2 tipos de meio de cultivo e 4 épocas... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Francisco Fábio Mesquita Oliveira - Integrante / Maiza de Azevedo Dantas - Integrante / Ítala Ruanna Paiva de Góis - Integrante / Paulo Sérgio Lima e Silva - Integrante / Sara Caroline Pinto de Almeida - Integrante., Financiador(es): Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte - Auxílio financeiro.
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2008 - 2009
Avaliação de diferentes meios de quebra de dormência de sementes in vitro e ex vitro de quatro espécies da mata ciliar do rio Apodi-Mossoró, Descrição: Estudos já demonstraram a dificuldade na reprodução de algumas espécies nativas relevantes ao ecossistema em questão. Dentre essas espécies destacam-se: Auxemma oncocalyx Taub.; Ziziphus joazeiro Mart. ; Licania rígida Benth e Sapindus saponaria L. Portanto, este projeto tem como objetivo avaliar o efeito do ácido acético e ácido sulfúrico na quebra da dormência das sementes supracitadas. A espécie Auxemma onconcalyx (pau branco) diferentemente das demais, terá o seu embrião resgatado da semente e inoculado in vitro com diferentes concentrações de ácido giberélico. Essa metodologia será utilizada para essa espécie devido à dureza do endocarpo. As plantas oriundas desse trabalho, serão utilizadas para replantio de uma área de mata ciliar do rio Apodi-Mossoró.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Kathia Maria Barbosa e Silva - Integrante / Antonio Dalemberg Ferreira - Integrante / Marciana Bizerra de Morais - Integrante / Paulo Sérgio Lima e Silva - Integrante., Financiador(es): Centro de Apoio ao Desenvolvimento da Agricultura Familiar - Terra Viva - Auxílio financeiro.
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2008 - 2009
Efeito do Ácido Jasmônico na indução de tricomas glandulares em plantas de Lippia gracilis Schauer cultivadas in vitro e em casa de vegetação., Descrição: A Lippia gracilis Schauer (Verbenaceae) é uma espécie nativa do Nordeste brasileiro que se caracteriza pelo acúmulo de óleos essenciais em tricomas glandulares. Nas espécies do gênero Lippia, a produção de óleos essenciais está atrelada à presença dessas projeções epidérmicas, as quais podem ter sua síntese aumentada em decorrência da presença do ácido jasmônico, elicitor associado às vias de sinalização de mecanismos de defesa. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho avaliar o efeito do ácido jasmônico na indução de tricomas glandulares em plantas de L. gracilis cultivadas in vitro e em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Kathia Maria Barbosa e Silva - Integrante / Maria Jocileide de Medeiros Marinho - Integrante / Marciana Bizerra de Morais - Integrante., Financiador(es): Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2008 - 2009
Enraizamento de explantes de Annona squamosa L. em função de diferentes concentações de ácido indol-3-butírico, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maiza de Azevedo Dantas - Integrante / Ítala Ruanna Paiva de Góis - Integrante / Paulo Sérgio Lima e Silva - Integrante / Sara Caroline Pinto de Almeida - Integrante.
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2007 - 2008
Estabelecimento de protocolo para micropropagação de Lippia gracilis Schauer, Descrição: Lippia gracilis (Verbenaceae) é uma planta nativa do Nordeste brasileiro rica em óleos essenciais, cujos principais compostos são timol e carvacrol. A propagação in vitro de espécies nativas do Nordeste brasileiro ainda é pouco estudada. Visto a importância dessa espécie como fonte de óleos essenciais, este trabalho terá como objetivo estabelecer um protocolo para micropropagação de Lippia gracilis.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Francisco Arnaldo Viana - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Integrante / Marília Cristina Gomes de Souza - Integrante / Maria Jocileide de Medeiros Marinho - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa / Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 1
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2007 - 2008
Respostas morfogenéticas de explantes de Annona squamosa L. submetidos a diferentes concentrações de N6-benzilaminopurina em função da época de inoculação, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Iasmin Matias de Sousa - Integrante / Ítala Ruanna Paiva de Góis - Integrante.
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2006 - 2007
Avaliação da atividade do extrato de Cassia alata sobre os principais fungos de Cucumis melo L. em casa de vegetação., Descrição: O melão (Cucumis melo L.) é uma das frutas mais apreciadas em todo mundo. Esta cultura gera importantes recursos econômicos para o estado do Rio Grande do Norte. Um dos maiores entraves para o cultivo desta espécie é a ocorrência de doenças causadas por fungos. Os fungicidas freqüentemente utilizados para a resolução do problema, além de caros, podem induzir resistência do patógeno ao produto químico. Uma das soluções viáveis para este problema, seria a utilização de extratos vegetais, cujos compostos químicos já tiveram sua atividade antifúngica comprovada. Dentre essas plantas, a Cassia alata se destaca. Portanto esse trabalho terá como objetivo, avaliar a atividade antifúngica de extratos Cassia alata sobre os principais fungos do melão. Os extratos de folha, casca, raiz e inflorescência serão obtidos em Soxhlet, utilizando-se etanol a 95% como solvente. A partir da solução estoque do extrato serão preparadas diluições seriadas para obtenção das concentações 0,25; 0,5; 50; 75; 250 e 500 ppm. Como controle negativo, será utilizada água destilada deionizada e como controle positivo, será utilizado o etanol a 95%. Alíquotas de 1mL destas concentrações serão adicionadas aos meios de culturas (BDA), os quais serão vertidos em placas de Petris. Os fungos Rhizoctonia solani; Monosporascus cannonballus; Macrophomina phaseolina; Colletotrichum logenarium e Fusarium oxysporum serão obtidos a partir de plantas de melão infectadas. No centro de cada placa serão depositados discos de micélio de cada fungo individualmente. As variáveis avaliadas serão crescimento micelial e esporulação. O delineamento experimental será inteiramente casualizado, em esquema fatorial 8 x 4 (8 doses x 4 partes da planta), com quatro repetições por tratamento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Francisco Arnaldo Viana - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Integrante / Érika Valente de Medeiros - Integrante / Marcelino Gevilbergue Viana - Integrante / Marília Cristina Gomes de Souza - Integrante / Maria Jocileide de Medeiros Marinho - Integrante., Financiador(es): Universidade Estadual do Rio Grande do Norte - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.
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2006 - 2007
Avaliação da viabilidade de sementes extraídas de diásporos de juazeiro (Ziziphus joazeiro Mart.), Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Francisco Fábio Mesquita Oliveira - Integrante / Goretti Fernandes de Oliveira - Integrante / Ana Carolina de Carvalho - Integrante / Ítala Ruanna Paiva de Góis - Integrante.
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2005 - 2006
Avaliação da atividade dos extratos de Cassia alata sobre os principais fungos de Cucumis melo L, Descrição: O projeto tem como principal objetivo, avaliar os extratos de diferentes partes da planta de Cassia alata (Legiminosae) sobre os principais fungos do melão. A busca por resultados positivos visa minimizar os problemas fitossanitário desta cultura de importância econômica para região, através de extratos naturais que normamelmente não acumulam-se no ambiente e são biodegradáveis.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Francisco Arnaldo Viana - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Integrante / Érika Valente de Medeiros - Integrante / Marcelino Gevilbergue Viana - Integrante / Maria Joscileide de M. Marinho - Integrante / Marília Cristina Gomes de Souza - Integrante., Financiador(es): Universidade Estadual do Rio Grande do Norte - Auxílio financeiro / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1
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2002 - 2005
Estudo da embriogênese somática de espécies de helicônia, Descrição: Avaliar a indução da embriogênese de espécies de helicônias, mediante determinados fitorreguladores.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador., Número de produções C, T & A: 1
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2002 - 2005
Produção de mudas de helicônias por meio de micropropagação, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador.
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2001 - 2005
Ação do óleo essencial de Lippia gracilis Schauer sobre fungos contaminantes do ar e bactérias endofíticas de helicônias cultivadas in vitro, Descrição: Avaliar a atividade do óleo essencial de Lippia gracilis sobre bactérias endofíticas de ápices caulinares de helicônias cultivadas in vitro e sobre fungos isolados da suspensão do ar no laboratório de cultura de tecidos vegetais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador., Número de produções C, T & A: 4
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1999 - 2001
Aplicação da biotecnologia, visando a tolerância ao estresse abiótico em culturas de importância econômica para o estado de Pernambuco, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador.
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1996 - 1998
Estudos de cultivares de abacaxizeiro (Ananas comosus L. Merr.) propagadas in vitro quanto a resistência à fusariose, Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador.
Projetos de desenvolvimento
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2013 - Atual
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 L.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 L.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2013 - Atual
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 L.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 L.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2013 - Atual
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 L.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 L.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2013 - Atual
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil® na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 ± 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 µL.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 µL.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou ½ MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; ½ MS + 0,0 g L-1 de AC; ½ MS + 15,0 g L-1 de AC; ½ MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2013 - Atual
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil® na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 ± 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 µL.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 µL.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou ½ MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; ½ MS + 0,0 g L-1 de AC; ½ MS + 15,0 g L-1 de AC; ½ MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2013 - Atual
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil® na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 ± 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 µL.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 µL.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou ½ MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; ½ MS + 0,0 g L-1 de AC; ½ MS + 15,0 g L-1 de AC; ½ MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2013 - Atual
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil® na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 ± 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 µL.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 µL.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou ½ MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; ½ MS + 0,0 g L-1 de AC; ½ MS + 15,0 g L-1 de AC; ½ MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2013 - Atual
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil® na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 ± 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 µL.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 µL.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou ½ MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; ½ MS + 0,0 g L-1 de AC; ½ MS + 15,0 g L-1 de AC; ½ MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2013 - 2014
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil® na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 ± 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 µL.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 µL.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou ½ MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; ½ MS + 0,0 g L-1 de AC; ½ MS + 15,0 g L-1 de AC; ½ MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2013 - 2014
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil® na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 ± 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 µL.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 µL.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou ½ MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; ½ MS + 0,0 g L-1 de AC; ½ MS + 15,0 g L-1 de AC; ½ MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2013 - 2014
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil® na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 ± 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 µL.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 µL.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou ½ MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; ½ MS + 0,0 g L-1 de AC; ½ MS + 15,0 g L-1 de AC; ½ MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento.
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2013 - 2014
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil® na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 ± 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 µL.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 µL.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou ½ MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; ½ MS + 0,0 g L-1 de AC; ½ MS + 15,0 g L-1 de AC; ½ MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2013 - 2014
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil® na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 ± 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 µL.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 µL.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou ½ MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; ½ MS + 0,0 g L-1 de AC; ½ MS + 15,0 g L-1 de AC; ½ MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2013 - 2014
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40ºC e 50ºC/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil® na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 ± 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 µL.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 µL.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 Μl.L-1, 200 Μl.L-1, 300 Μl.L-1 e 400 Μl.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou ½ MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; ½ MS + 0,0 g L-1 de AC; ½ MS + 15,0 g L-1 de AC; ½ MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40C e 50C/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 L.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 L.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 l.L-1, 200 l.L-1, 300 l.L-1 e 400 l.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2013 - 2014
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40C e 50C/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 L.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 L.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 l.L-1, 200 l.L-1, 300 l.L-1 e 400 l.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2010 - Atual
Estudo morfofisiológico de Lippia gracilis e o potencial biológico do seu óleo essencial, Descrição: Esse projeto abrange vários trabalhos desenvolvidos com intuito de avaliar os aspectos fisiológicos de Lippia gracilis, uma espécie nativa da caatinga. A referida espécie é produtora de um óleo essencial com atividade antimicrobiana significativa e já comprovada em vários trabalhos científicos. Os trabalhos desenvolvidos dentro desse projeto objetivam principalmente avaliar de que forma as condições mais recorrentes no semiárido, tais déficit hídrico e salino influenciam no desenvolvimento e nos aspectos bioquímicos de L. gracilis, bem como no rendimento do seu óleo essencial. O óleo também é avaliado quanto ao seu potencial biológico e tem sido testado quanto sua atividade antimicrobiana e antiparasitária. Existem perspectivas para produção de produtos farmacêuticos e de higiene contendo óleo dessa espécie na composição. Os trabalhos são realizados em parceria com outros pesquisadores e instituições. Até o momento, já foram publicados trabalhos comprovando uma certa tolerância de L. gracilis à salinidade, fato muito importante pois a planta pode ser cultivada em áreas com níveis maiores de sais, sem comprometer o rendimento do seu óleo.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Marciana Bizerra de Morais - Integrante / Cláudia Ulisses - Integrante / Nildo da Silva Dias - Integrante / Vania Sousa Andrade - Integrante / Mayron Alves de Vasconcelos - Integrante.
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2013 - 2014
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40C e 50C/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 L.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 L.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 l.L-1, 200 l.L-1, 300 l.L-1 e 400 l.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2010 - Atual
Estudo morfofisiológico de Lippia gracilis e o potencial biológico do seu óleo essencial, Descrição: Esse projeto abrange vários trabalhos desenvolvidos com intuito de avaliar os aspectos fisiológicos de Lippia gracilis, uma espécie nativa da caatinga. A referida espécie é produtora de um óleo essencial com atividade antimicrobiana significativa e já comprovada em vários trabalhos científicos. Os trabalhos desenvolvidos dentro desse projeto objetivam principalmente avaliar de que forma as condições mais recorrentes no semiárido, tais déficit hídrico e salino influenciam no desenvolvimento e nos aspectos bioquímicos de L. gracilis, bem como no rendimento do seu óleo essencial. O óleo também é avaliado quanto ao seu potencial biológico e tem sido testado quanto sua atividade antimicrobiana e antiparasitária. Existem perspectivas para produção de produtos farmacêuticos e de higiene contendo óleo dessa espécie na composição. Os trabalhos são realizados em parceria com outros pesquisadores e instituições. Até o momento, já foram publicados trabalhos comprovando uma certa tolerância de L. gracilis à salinidade, fato muito importante pois a planta pode ser cultivada em áreas com níveis maiores de sais, sem comprometer o rendimento do seu óleo.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Marciana Bizerra de Morais - Integrante / Cláudia Ulisses - Integrante / Nildo da Silva Dias - Integrante / Vania Sousa Andrade - Integrante / Mayron Alves de Vasconcelos - Integrante.
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2013 - 2014
Diferentes métodos propagativo de Hyptis suaveolens (L) Poit.e a viabilidade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano, Descrição: O presente trabalho terá como objetivo estudar diferentes métodos propagativos de Hyptis suaveolens (L.) Poit. e a atividade do seu óleo essencial como agente antimicrobiano. Para isso serão desenvolvidos cinco experimentos: Experimento I - sementes coletadas no campus da UERN serão submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: T1 - (controle); T2 e T3 - imersão em água aos 40C e 50C/30 minutos respectivamente; T4, T5, T6 e T7 - sementes tratadas com ácido giberélico (GA3) em diferentes concentrações (0,5; 1,0; 1,5 e 2 mg. L-1 ) respectivamente. O semeio das sementes será em sacos de polietileno de 1 kg, com areia lavada, argila e polifértil na proporção de 2:1:1. O ensaio será em DIC com 25 repetições por tratamentos e uma semente por saco. As variáveis avaliadas serão porcentagem de emergência (%E), tempo médio de emergência (TME) e índice de velocidade de emergência (IVE). No II experimento estacas serão coletadas de plantas matrizes existentes aos redores do Campus da UERN e submetidos aos respectivos tratamentos: imersão em ácido indolbultírico - AIB (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1), ácido naftaleno acético - ANA (1000; 2000; 3000 e 4000 mg/L-1) e Testemunha (água destilada), por 5 minutos. Em seguida serão plantadas em sacos de polietileno contendo argila, areia e Polifértil na proporção de (2:1:1). Aos 60 dias, serão avaliadas % de brotação e enraizamento. O delineamento será em DIC, com quatro repetições e cada unidade experimental será composta por uma estaca. Experimento III. Após assepsia e em câmara de fluxo laminar, sementes serão inoculadas em meio de cultura MS acrescidas de 15 g.L-1 de sacarose e 5,5 g.L-1 de ágar, com distintas concentrações de GA3 (0,0; 0,2; 0,4; 0,6; 0,8 e 1 mg.L-1) o pH ajustado para 5,8 0,1 e autoclavado. O experimento será realizado por 120 dias e a cada 30 dias os brotos serão repicados para avaliação das seguintes variáveis: Percentagem de brotação e número de folhas. Após a avaliação, as plântulas serão aclimatizadas por 30 dias para avaliar a % de plantas aclimatadas/tratamento. O experimento será montado em DIC com 3 repetições contendo cada repetição 10 explantes. Experimento IV. Disco de micélio das espécies Fusarium subglutinans, Monosporasccus cannonballus e macrophamina sp., serão individualmente inoculados em meio de cultura BDA acrescido com óleo essencial de H. suaveolens nas seguintes concentrações: (0,0; 100; 200; 300 e 400 L.L-1). Após 48 horas da instalação do experimento será avaliado o crescimento micelial e a esporulação. O experimento será em DIC em esquema fatorial (5 x 3) com 4 repetições contendo 3 placas por repetição. Experimento V ? Nesse experimento será avaliada a esterilização do meio de cultura com óleo de Hyptis suaveolens e o efeito desse processo em ápices caulinares de abacaxi. Diferentes concentrações do óleo serão adicionadas ao meio MS nas seguintes proporções: (0, 100, 200, 300 e 400 L.L-1). O meio será suplementado com 30 g L-1 de sacarose, 4,5 g L-1 de ágar e o pH ajustado para 5,8. Com exceção do controle, os meios dos demais tratamentos não serão autoclavados. Ápices caulinares de abacaxi serão inoculados nos meios MS contendo óleo nas diferentes concentrações. O delineamento será em DIC com 4 repetições e 5 tubos por repetição. As variáveis testadas serão % de explantes contaminados,% de oxidação e número de brotos por explantes. Em ambos os experimentos as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Maria Valdiglêzia de Mesquita - Integrante / Maria Vanilse Sampaio - Integrante.
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2011 - 2012
Micropropagação de bananeira cultivar Fhia 1 em meio desprovido de sacarose: Prejuízos x benefícios, Descrição: A banicultura no Brasil é uma importante atividade agrícola, com produção anual de cerca de 6 milhões de toneladas. Dentre as cultivares, FHIA 01 se destaca por ser resistente a sigatoka negra e as três raças do mal do Panamá. A bananeira normalmente é propagada vegetativamente, porém esse sistema é o principal veiculo disseminador de doenças. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com boa qualidade fitossanitaria, porém, os altos custos da técnica dificultam a produção. Com o intuito de reduzir os custos de produção, será feita a avaliação da micropropagação de bananeira FHIA 01 sob condições menos onerosas. Ápices caulinares serão retirados de plantas matrizes doadas pela empresa Mossoró agroindustrial. Após a desinfestação, os explantes serão inoculados em MS completo ou MS com açúcar comercial (AC) em diferentes concentrações, perfazendo os seguintes tratamentos: MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC; MS + 0,0 g L-1 de AC; MS + 15,0 g L-1 de AC; MS + 30,0 g L-1 de AC. Em todos os tratamentos, os meios serão suplementados com 2,0 mg L-1 de BAP. Para termos de comparação o tratamento controle será o MS completo suplementado com 6,5 g L-1 de ágar e 4,5 mg L-1 de BAP, normalmente utilizado para multiplicação de bananeira in vitro. O experimento será montado em delineamento inteiramente casualizado com 7 tratamentos e 10 repetições. Cada repetição será composta de cinco unidades experimentais, perfazendo um total de 50 explantes por tratamento. As avaliações serão realizadas a cada subcultivo (cerca de 30 dias) durante 5 meses e as variáveis avaliadas serão: percentual de contaminação; percentual de oxidação; taxa de multiplicação absoluta; taxa de multiplicação acumulada. As plantas obtidas serão aclimatizadas em casa de vegetação.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Mara Líbia Costa de Oliveira - Integrante.
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2011 - 2012
Efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira (cultivar FHIA 1), Descrição: O Brasil é considerado o segundo maior produtor mundial de banana (Musa spp), diante disso tem enfrentado muitos problemas, pois a renovação dos plantios e a ampliação das áreas cultivadas dependem da disponibilidade de mudas de qualidade, o que vem sendo dificultado devido ao grande aumento de pragas e doenças. Nesse sentido, objetiva-se com o presente trabalho, estudar o efeito do óleo essencial de Hyptis suaveolens (L.) Poit. No controle da contaminação in vitro de bananeira. Para isso serão testadas diferentes concentrações do óleo essencial de H. suaveolens que possui ação antimicrobiana, no meio de cultura MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. As mudas das quais serão retiradas as folhas para extrair o óleo essencial serão produzidas em casa de vegetação. Serão adicionadas ao meio de cultura diferentes concentrações do óleo:100 l.L-1, 200 l.L-1, 300 l.L-1 e 400 l.L-1. A adição do óleo essencial ao meio será feita em câmara de fluxo laminar e após uma semana deste procedimento, será feita uma análise para identificar qual concentração do óleo no meio de cultura inibiu o maior percentual de microrganismos. Com os resultados obtidos na inibição de microrganismos no meio de cultura, serão estabelecidas concentrações do óleo para ser adicionado ao meio de cultura no qual serão inoculados rizomas de bananeira, que passarão por assepsia e serão diminuídos no laboratório de cultura de tecido vegetal. A desinfecção dos explantes em câmara de fluxo laminar será feita com a imersão em álcool 70% durante 1 minuto, em hipoclorito de sódio a 2,5% por 10 minutos e três lavagens em água deionizada esterilizada. Os explantes com aproximadamente 1 cm de comprimento serão inoculados no meio MS suplementado com 30 g L-1 de sacarose e 4,5 g L-1 de ágar. O experimento será conduzindo em DIC com 4 tratamentos de 4 repetições com 5 tubos de ensaio cada. Serão avaliados a porcentagem de explantes contaminados e oxidados e o número de brotos.. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Integrante / Kathia Maria Barbosa e Silva - Coordenador / Maria Valdiglêzia de M. Arruda - Integrante.
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2010 - Atual
Estudo morfofisiológico de Lippia gracilis e o potencial biológico do seu óleo essencial, Descrição: Esse projeto abrange vários trabalhos desenvolvidos com intuito de avaliar os aspectos fisiológicos de Lippia gracilis, uma espécie nativa da caatinga. A referida espécie é produtora de um óleo essencial com atividade antimicrobiana significativa e já comprovada em vários trabalhos científicos. Os trabalhos desenvolvidos dentro desse projeto objetivam principalmente avaliar de que forma as condições mais recorrentes no semiárido, tais déficit hídrico e salino influenciam no desenvolvimento e nos aspectos bioquímicos de L. gracilis, bem como no rendimento do seu óleo essencial. O óleo também é avaliado quanto ao seu potencial biológico e tem sido testado quanto sua atividade antimicrobiana e antiparasitária. Existem perspectivas para produção de produtos farmacêuticos e de higiene contendo óleo dessa espécie na composição. Os trabalhos são realizados em parceria com outros pesquisadores e instituições. Até o momento, já foram publicados trabalhos comprovando uma certa tolerância de L. gracilis à salinidade, fato muito importante pois a planta pode ser cultivada em áreas com níveis maiores de sais, sem comprometer o rendimento do seu óleo.. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Técnico de nível médio: (1) Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (3) . , Integrantes: Cynthia Cavalcanti de Albuquerque - Coordenador / Marciana Bizerra de Morais - Integrante / Cláudia Ulisses - Integrante / Nildo da Silva Dias - Integrante / Vania Sousa Andrade - Integrante / Mayron Alves de Vasconcelos - Integrante.
Prêmios
2023
Trabalho premiado 1 lugar na área Ciências Exatas e da Terra no XVIII Salão de PIBIC da UERN, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte.
2012
Menção honrosa ao trabalho intitulado Influência do BAP na regeneração in vitro de Schinopsis brasiliensis Engl. em meio WPM e MS, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Faculdade de Ciências Exatas e Naturais. , Rua Prof. Antônio Campos, Costa e Silva, 59625-620 - Mossoro, RN - Brasil - Caixa-postal: 70, Telefone: (84) 33152231, Fax: (84) 33152235, URL da Homepage:
Experiência profissional
2022 - Atual
Universidade do Estado do Rio Grande do NorteVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Coordenação do Programa de Pós-graduação, Carga horária: 12
Outras informações:
Coordenação do Programa de Pós-graduação em Ciências Naturais
2011 - Atual
Universidade do Estado do Rio Grande do NorteVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor permanente da disciplina fisiologia, Carga horária: 4
Outras informações:
A disciplina fisiologia vegetal é ofertada uma vez para o ano desde 2011
2005 - Atual
Universidade do Estado do Rio Grande do NorteVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto IV, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Sou Professora Adjunto IV do Departamento de Ciências Biológicas admitida em 02/09/2005 através da portaria de n 680/2005-GR/UERN. Atualmente sou responsável pelas disciplinas Fisiologia Vegetal na graduação e eventualmente ministro a disciplina de Biologia e Sistemática de Algas, fungos e Briófitas. Pertenço ao quadro de professor permanente do Programa de Pós-graduação em Ciências Naturais, ministrando a disciplina de Fisiologia Vegetal e Técnicas de Propagação de Plantas.
2015 - 2018
Universidade do Estado do Rio Grande do NorteVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Vice coordenadora do PPGCN, Carga horária: 2
Outras informações:
Vice Coordenação do Programa de Pós-graduação em Ciências Naturais, de acordo com as portarias de ns 0461/2015 e 0574/2016
2017 - 2017
Universidade do Estado do Rio Grande do NorteVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Permanente do PROFBIO, Carga horária: 20
Outras informações:
Professora do quadro permanente do Mestrado profissional em ensino de biologia (Profbio).
2017 - 2017
Universidade do Estado do Rio Grande do NorteVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Chefe do Departamento de Pesquisa, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Chefe do Departamento Administrativo de Institucionalização de Pesquisa da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação - PROPEG
2014 - 2014
Universidade do Estado do Rio Grande do NorteVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor permanente de Técnicas de Propag, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Professora de Técnicas de Propagação de Plantas
2014 - 2014
Universidade do Estado do Rio Grande do NorteVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor permanente de Técnicas de Propag, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Professora de Técnicas de Propagação de Plantas
2013 - 2013
Universidade do Estado do Rio Grande do NorteVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor permanente do Programa de PPGCN, Carga horária: 60, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Professora da disciplina Técnicas de Propagação de Plantas
Atividades
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03/2011
Ensino, Ciências Naturais, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Fisiologia vegetal
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01/2006
Pesquisa e desenvolvimento, Faculdade de Ciências Exatas e Naturais.,Linhas de pesquisa
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07/2005
Pesquisa e desenvolvimento, Faculdade de Ciências Exatas e Naturais, Departamento de Ciências Biológicas.,Linhas de pesquisa
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02/2005
Ensino, Bacharelado em Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Cultura de tecidos vegetais, Fisiologia vegetal
-
02/2005 - 02/2011
Ensino, Licenciatura Em Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Biologia e Sistemática de Fungos, Algas e Briófitas, Botânica econômica, Cultura de tecidos vegetais, Fisiologia Vegetal
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03/2009 - 12/2010
Conselhos, Comissões e Consultoria, Pró Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação.,Cargo ou função, Membro da Comissão Institucional do Programa de Iniciação Científica (PIBIC).
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02/2007 - 02/2009
Extensão universitária , Pró-Reitoria de Extensão.,Atividade de extensão realizada, Participação no Projeto Rio Apodi/ Mossoró: Integridade Ambiental a Serviço de Todos.
-
02/2006 - 02/2008
Direção e administração, Faculdade de Ciências Exatas e Naturais.,Cargo ou função, Vice-coordenação do Curso de Especialização em Ciências Biológicas sob a portaria n 1346/2006-GR/UERN.
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10/2005 - 12/2007
Outras atividades técnico-científicas , Faculdade de Ciências Exatas e Naturais, Faculdade de Ciências Exatas e Naturais.,Atividade realizada, Vice-coordenação do Curso de Especialização em Ciências Biológicas.
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08/2006 - 11/2007
Direção e administração, Pró Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação, Departamento de Pesquisa.,Cargo ou função, Chefe de departamento de pesquisa sob a portaria n 4970/2006-GR/UERN.
2007 - 2011
Universidade Federal Rural de PernambucoVínculo: Colaborador em proj extensão, Enquadramento Funcional: Colaborador em projeto de extensão, Carga horária: 2
Outras informações:
Participação como colaboradora no projeto "Produção in vitro de orquídeas e aclimatação gerenciada pela agricultura familiar".
2001 - 2005
Universidade Federal Rural de PernambucoVínculo: Aluna de Pós Graduação, Enquadramento Funcional: Aluna de Pós-graduação (tesae concluída), Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
A tese de doutorado intitulada: "Ação do óleo essencial de Lippia gracilis sobre fungos contaminantes do ar e bactérias endofíticas de helicônias cultivadas in vitro", foi defendida no dia 25/02/2005, com conceito A.
1996 - 1998
Universidade Federal Rural de PernambucoVínculo: Aluna de Pós-Graduação, Enquadramento Funcional: Aluna de Pós-Gradução (Dissertação concluída), Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
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11/1999 - 11/1999
Extensão universitária , Departamento de Biologia, Área de Botânica.,Atividade de extensão realizada, Exposição dos trabalhos desenvolvidos no laboratório de cultura de tecidos vegetais da UFRPE em eventos agropecuários.
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03/1998 - 09/1999
Ensino, Bacharelado Em Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, bioquímica, citologia, histologia, embriologia
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03/1996 - 06/1996
Ensino, Licenciatura Em Ciências Biológicas, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Fisiologia Vegetal
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03/1995 - 02/1996
Estágios , Departamento de Química, Laboratório de Cultura de Tecidos Vegetais.,Estágio realizado, Aprendizagem das técnicas de micropropagação.
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04/1992 - 12/1993
Estágios , Departamento de Biologia, Área de Botânica.,Estágio realizado, Participação no projeto: Estudos taxonômicos, fisiológicos e agronômicos de plantas medicinais nativas e exóticas do estado de Pernambuco.
2010 - 2013
Centro de Tecnologias Estratégicas do NordesteVínculo: Colaborador em projeto de pesq, Enquadramento Funcional: Participação em projeto de pesquisa
2008 - 2008
Universidade Federal Rural do Semi ÁridoVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaborador na Pós-graduação, Carga horária: 4
Outras informações:
Ministrou metade da disciplina de Cultura de Tecidos Vegetais para o curso de Pós-graduzação em Fitotecnia, perfazendo uma carga horária de 30 horas.
1999 - 2003
Verde Vitro LtdaVínculo: Autônomo, Enquadramento Funcional: Diretora responsável pela produção, Carga horária: 20
Outras informações:
A Verde Vitro iniciou-se através de um projeto enviado ao ITEP - Instituto Tecnológico de Pernambuco. A referida instituição, selecionara projetos de base tecnológica e a Verde Vitro que teve como principal objetivo propagar em larga escala plantas ornamentais tropicais, foi selecionada. A filosofia da incubadora, era garantir à incubada todo apoio técnico, assim como orientação no setor comercial, administrativo, dentre outros. A empresa ficou incubada na UFRPE durante 2 anos.
Atividades
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03/1999 - 12/2003
Serviços técnicos especializados , Privado.,Serviço realizado, Produção em larga escala de plantas ornamentais tropicais (antúrio, bromélias e orquídeas).
2000 - 2000
Faculdade de Formação de Professores de GoiânaVínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor convidado, Carga horária: 8
Atividades
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08/2000 - 11/2000
Ensino, Especialização Em Metodologia do Ensino de Biologi, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Histologia
1994 - 1994
Instituto Agronômico de PernambucoVínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20
Outras informações:
Participação no projeto: " Avaliação da dose específica de adubação química e orgânica para hortelã-da-folha-graúda (Plectranthus amboinicus (Lour.) Spr) ", para desenvolvimento da monografia, requisito obrigatório para obtenção do título de Bacharel em Ciências Biológicas.
Atividades
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01/1994 - 12/1994
Estágios , Laboratório de Química.,Estágio realizado, Estudos sobre a adubação adequada para hortelã-da-folha-graúda.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Cynthia Cavalcanti de Albuquerque e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?