Matheus Assunção Braz Monteiro
Bacharel Interdisciplinar em artes e design e licenciado em artes visuais pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Artista Visual / Pesquisador integrante do grupo de Estudo e Pesquisa MIRADA em Visualidades, Interculturalidade e Formação Docente da Faculdade de Educação da UFJF e Integrante do Coletivo Descolônia de produção, difusão e estudo de Arte Afrocentrada. Possui intercâmbio institucional na Universidade da Beira Interior, Covilhã, Portugal. Atualmente cursa um bacharelado em Comunicação e ciências de mídia pela Universidade de Pécs, Hungria.
Informações coletadas do Lattes em 21/02/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em andamento em Comunicação e ciência de mídia
2021 - Atual
Universidade de Pécs
Bolsista do(a): Stipendium Hungaricum, ST, Hungria.
Graduação em Artes Visuais
2019 - 2021
Universidade Federal de Juiz de Fora
Título: E se essa escola fosse de todes?
Orientador: Francione Oliveira Carvalho
Bolsista do(a): Universidade federla de Juiz de Fora, UFJF, Brasil.
Graduação em Cinema
2019 - 2020
Universidade da Beira Interior
Bolsista do(a): Programa de Intercâmbio Internacional de Graduação UFJF, PIIGRAD, Brasil.
Graduação em Interdisciplinar em Artes e Design
2016 - 2018
Universidade Federal de Juiz de Fora
Título: Por uma educação antirracista e intercultural: Experiências sobre as leis 10.639/03 e 11.645/08 mas aulas de arte em duas escolas do município de Juiz de Fora MG
Orientador: Daniela de Oliveira Brito
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Formação complementar
2019 - 2019
Verbivocovisual: Literature, Poetry, and Politics in Latin America?,. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF, Brasil.
2019 - 2019
Migraciones africanas, identidades y descolonización del imaginario?,. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF, Brasil.
2016 - 2016
Oficina Prático Experimental em Vídeo Arte. (Carga horária: 12h). , SESC - Administração Nacional, SESC, Brasil.
2005 - 2011
Língua Inglesa. (Carga horária: 1000h). , Instituto de Ensino Brasil Estados Unidos, IEBEU, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Arte contemporânea.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação.
Participação em eventos
10ª bienal de arte da UNE Feira da Reinvenção. 2017. (Exposição).
Festival de Artes do Corpo.Dos Pesos que se Carrega. 2017. (Outra).
7 SIPAD Seminário Interno de Pesquisa em Artes e Design. 2016. (Seminário).
III Semana da FACED VIII Seminário Anual de Pesquisa em Educação do PPGE Educação, Direitos Huamnos e Questões Contemporâneas. 2016. (Outra).
III Seminário de pesquisas em Artes, Cultura e Linguagens.Orí gem. 2016. (Seminário).
XIV ENUDSG Povo que não tem virtude acaba por escravizar: por um política antirracista e a rexistência dos corpos colonizados e do movimento LGBT. 2016. (Encontro).
Produções bibliográficas
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MONTEIRO, M. A. B. ; CARVALHO, F. O. ; SILVA, K. P. . A produção visual de novos artistas afrodescendentes no Brasil e reverberações na formação docente em artes visuais. AURORA (PUCSP. ONLINE) , v. 12, p. 95-113, 2020.
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CARVALHO, F. O. ; MONTEIRO, M. A. B. . Entre paredes, ruas e ventos que se movem: uma reflexão sobre a obra de Paula Duarte. REVISTA CROMA , v. 7, p. 106, 2019.
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MONTEIRO, M. A. B. . Coletivo Descolônia: Arte, Afetividade e Ativismo preto.. Revista Desvio, Rio de Janeiro, , v. 5, p. 132 - 141, 18 dez. 2018.
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CARVALHO, F. O. ; MONTEIRO, M. A. B. . Entre paredes, ruas e ventos que se movem: uma reflexão sobre a obra de Paula Duarte. In: Congresso Internacional CSO'2019, Criadores Sobre outras, 2019, Lisboa. X Congresso Internacional CSO'2019, Criadores Sobre outras Obras. Lisboa: Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes (CIEBA), Faculdade de Belas-Artes, Universidade de L, 2019. v. 1. p. 88-88.
Outras produções
MONTEIRO, M. A. B. . Bixa Brasilis. 2019. Ilustração.
SILVA, K. P. ; MONTEIRO, M. A. B. . Território do Significado: A presença afrodescendente na arte e na escola brasileira. 2018. Vídeo.
MONTEIRO, M. A. B. . Orí. 2018. Escultura.
MONTEIRO, M. A. B. . Bixa em ronda. 2018. Instalação.
MONTEIRO, M. A. B. . Orí gem. 2016. Vídeo.
Projetos de pesquisa
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2018 - 2019
Território do Significado: a produção artística de novos criadores afrodescendentes e seus desdobramentos educacionais, Descrição: Essa pesquisa dará continuidade ao Projeto Território do Significado: a presença afrodescendente na arte a na escola brasileira apresentado ao edital 01/2017 da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa da UFJF que tratou da chamada de projetos para o Programa Institucional da Iniciação Científica. Em fase final, o projeto que contou com dois bolsistas conseguiu realizar um importante levantamento de trabalhos acadêmicos, livros didáticos, catálogos expositivos e artistas na web que problematizam a negritude, a herança da escravidão e os impasses enfrentados pela população afrodescendente no Brasil. Nesse primeiro momento, 800 trabalhos de pós-graduação Strictu Sensu que discutem a arte afrodescendente foram identificados no banco de teses da Capes. O recorte priorizou os trabalhos produzidos nos últimos dez anos e a partir dele chegou-se a importantes dados, tais como os autores e os conceitos que sustentam as investigações, os artistas analisados, as linguagens artísticas mais discutidas, as nomenclaturas utilizadas para caracterizar a produção afrodescendente e as mudanças de interesse e temática que são sinalizadas a partir da nova produção de artistas negros e negras no país. Essa discussão baliza a cultura e a história da arte brasileira desde o início do século XX e desde então surgiram diversas nomenclaturas para classificar a produção de artistas afrodescendentes: arte negra, arte afro-brasileira, arte afrodescentende, arte afrocentrada entre outras. Autores como Nina Rodrigues, Clarival do Prado Valadares, Marianno Carneiro da Cunha, Kabengele Munanga, Marta Heloísa Leuba, Emanoel Araújo e Roberto Conduru são fundamentais para se pensar esse recorte temático. Contudo, nos últimos anos vemos surgir uma nova produção teórica e artística que problematiza, amplia e muitas vezes nega a discussão que até então vinha se estabelecendo. Nesse cenário destaca-se o trabalho de pesquisadores(as) negros(as) oriundos das várias partes do país impulsionados pelas políticas públicas educacionais adotadas no Brasil desde 2001. Experiências diversas que podem ser pensadas a partir de um ?território do significado? (CARVALHO, 2011), que indo além da noção geográfica de delimitação e ocupação do espaço, dialoga com as estruturas de sentimentos, experiências, crenças e valores que produzem o reconhecimento e o pertencimento aos grupos. A análise da produção dos jovens artistas afrodescendentes, que nessa pesquisa abarca a produção dos criadores de até 30 anos, apontam novas temáticas de interesse: a performance, a vídeo-arte e a técnica híbrida como potencialidades expressivas e políticas; a discussão sobre a invisibilidade da produção feminina, a crítica ao binarismo e a ascensão de artistas não-binários, a denúncia do genocídio da população negra e as violências correlatas. Linguagens e problemáticas não contempladas na primeira e segunda geração de artistas afrodescendentes. Ou seja, os nascidos no início do século XX ou no início da segunda metade deste mesmo século. É importante mencionar que desde o século XVII há registros de artistas negros nascidos no Brasil, tal o caso emblemático de Aleijadinho, entretanto, para classificarmos a produção afrodescendente em gerações partimos da compreensão da autoidentificação étnico-racial do artista ou da preocupação consciente com a temática racial em suas criações. Especificamente sobre afrodescendentes podemos dizer que uma das primeiras reivindicações do movimento negro desde sua incipiente formação no final do século XIX foi a luta por espaço e reconhecimento social de suas demandas, necessidades e subjetividades. Ativistas, intelectuais e artistas afrodescendentes viam no auto identificação de sua cor uma estratégia urgente para o reconhecimento de suas existências e principalmente visibilidade como agentes produtores de cultura e de conhecimento... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Matheus Assunção Braz Monteiro - Coordenador / Francione Oliveira Carvalho - Integrante / Karina Pereira da Silva - Integrante.
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2017 - 2018
Território do Significado: A presença afrodescendente na arte e na escola brasileira, Descrição: Nas últimas décadas vemos o fortalecimento da problemática da diversidade e da representatividade em todas as áreas do conhecimento e dos espaços institucionais, caso dos museus e da academia. Movimentos sociais, feministas, gays, étnicos reivindicam um lugar que vá além da pauta ou do lugar de estudo para tornarem-se produtores de conhecimento sobre si mesmos. Discussões e olhares que tragam suas experiências enquanto coletivo ao mesmo tempo que não descaracterize as singularidades que os compõem. Nesse cenário, questões se tornam recorrentes: quem pode falar? O que autoriza ou quem legitima alguém falar ou realizar estudos sobre afrodescendentes, gays ou mulheres? Especificamente sobre afrodescendentes podemos dizer que uma das primeiras reivindicações do movimento negro desde sua incipiente formação no final do século XIX foi a luta por espaço e reconhecimento social de suas demandas, necessidades e subjetividades. Ativistas, intelectuais e artistas afrodescendentes viam no auto identificação de sua cor uma estratégia urgente para o reconhecimento de suas existências e principalmente visibilidade como agentes produtores de cultura e de conhecimento. Entretanto, sabemos que muitos tiveram que se impor em períodos onde a negritude era combatida e deslegitimada, como também o enfrentamento individual frente à uma sociedade racista e excludente. Os impactos do sistema escravista ainda se fazem presentes na sociedade brasileira, tanto que os dados econômicos e sociais mostram que as populações afrodescendentes permanecem a base da pirâmide social e excluídas de direitos básicos. Dados do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen) de 2014 revelam que 61,6% da população carcerária do Brasil é jovem, negra e pobre. Ou seja, ainda se faz urgente o fortalecimento da representatividade positiva do afrodescendente brasileiro. Por isso é necessário o fortalecimento da presença de juristas, intelectuais, artistas e educadores afrodescendentes em todos os espaços institucionalizados da sociedade brasileira, afinal é a partir da ocupação destes territórios e da visibilidade que eles promovem que poderemos fortalecer a autoestima de toda uma comunidade. O combate ao racismo, a misoginia, ao preconceito e a todas as formas de discriminações que fortalecem as desigualdades é tarefa de todos, independente da forma como se autodeclaram. Entretanto, quem é negro no Brasil? A cor da pele é suficiente para legitimar um indivíduo como negro? Há uma escala legitimadora da africanidade? A identidade negra não deve ser pensada pela biologia, e sim pela política. É negro quem se autodenomina como tal a partir de seus vínculos identitários, históricos e de pertencimento. Essa discussão baliza a cultura e a história da arte brasileira desde o início do século XX e desde então surgiram diversas nomenclaturas para classificar a produção de artistas afrodescendentes: arte negra, arte afro-brasileira, arte afrodescendente, arte afrocentrada entre outras. Autores como Nina Rodrigues, Clarival do Prado Valadares, Marianno Carneiro da Cunha, Kabengele Munanga, Marta Heloísa Leuba, Emanoel Araújo e Roberto Conduru são fundamentais para se pensar esse recorte temático. Contudo, nos últimos anos vemos surgir uma nova produção teórica e artística que problematiza, amplia e muitas vezes nega a discussão que até então vinha se estabelecendo. Nesse cenário destaca-se o trabalho de pesquisadores(as) negros(as) oriundos das várias partes do país impulsionados pelas políticas públicas educacionais adotadas no Brasil desde 2001. Experiências diversas que podem ser pensadas a partir de um ?território do significado? (CARVALHO, 2011), que indo além da noção geográfica de delimitação e ocupação do espaço, dialoga com as estruturas de sentimentos, experiências, crenças e valores que produzem o reconhecimento e o pertencimento aos grupos... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Matheus Assunção Braz Monteiro - Integrante / Karina Oliveira Pereira - Integrante / Francione Oliveira Carvalho - Coordenador.
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2017 - Atual
Experiências de dentro e de fora- O que a universidade pode aprender com as escolas?, Descrição: É recorrente o discurso de que a universidade muitas vezes se afasta do cotidiano e da realidade das escolas, ao mesmo tempo em que a universidade alega que os conhecimentos produzidos no seu interior não chegam ou não modificam as práticas vivenciadas nas escolas. Independente das lacunas ou dos fatores que legitimam estes discursos uma constatação é real há um distanciamento entre o que se produz e o que se vive nestes espaços. Tanto a escola quanto a universidade produzem conhecimento e criam maneiras próprias de ser, de estar e de pensar. Entretanto, é mais comum vermos ações ou falas que colocam a universidade e a escola em lugares diferentes, como se a primeira tivesse que iluminar a segunda, como se o conhecimento produzido na escola não tivesse o mesmo valor que o acadêmico. Este projeto de pesquisa visa descontruir estes discursos e valorizar os conhecimentos e as experiências que são criados nas e pelas escolas: Estratégias e práticas pedagógicas; metodologias reinventadas; maneiras próprias de se apropriar dos espaços internos e externos à escola; vínculos criados com as comunidades onde estão inseridas; abordagens que valorizem às diversidades; formas de ocupar as paredes, muros e quadros; trabalhos colaborativos e interdisciplinares; inserção dos(das) alunos(as) no cotidiano das escolas; apropriações dos territórios da arte e da cultura; professores que fazem diferença... http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1985303082232857.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Matheus Assunção Braz Monteiro - Integrante / Francione Oliveira Carvalho - Coordenador / Karina Pereira da Silva - Integrante / Olga Maria botelho Egas - Integrante / Bruna Tostes de Oliveira - Integrante / Leandro de Souza Silva - Integrante / Daniela Schulios Dell'Isola - Integrante / Karina Orquidia da Silva Santos - Integrante / Paula Duarte Souza - Integrante / Thalita Reis - Integrante / Frederico Crochet - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
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