Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro

Professor do Departamento de Filosofia e do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal de Sergipe (UFS) . Doutor em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP). Integrante da Associação Brasileira de Estudos do Século XVIII (ABES18), do Núcleo de Sustentação do GT Hume da ANPOF, do Grupo de Ética e Filosofia Política, do Viva Vox e do GEFELIT. Suas pesquisas dizem respeito, principalmente, à filosofia britânica do século XVIII, com destaque para temas como a relação entre filosofia e vida comum em David Hume, as teorias morais da filosofia das luzes britânicas, o iluminismo escocês, a imagem da mulher na filosofia e as relações entre filosofia e literatura.

Informações coletadas do Lattes em 01/09/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Filosofia

2005 - 2010

Universidade de São Paulo
Título: Essa mistura terrena grosseira: filosofia e vida comum em David Hume
, Ano de obtenção: 2010. Maria das Graças de Souza. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Hume; Paixões; Razão; Ética; Filosofia moderna; Século XVIII. Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética. Grande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: História da Filosofia. Setores de atividade: Educação.

Mestrado em Filosofia

2002 - 2005

Universidade de São Paulo
Título: Razão e sentimento na teoria moral de Hume
, Ano de Obtenção: 2005.Profa Dra. Maria das Graças de Souza.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Hume; Século XVIII; Filosofia escocesa; Moral; Razão; Sentimento. Grande área: Ciências HumanasGrande Área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: História da Filosofia. Setores de atividade: Educação Superior.

Graduação em Filosofia

1998 - 2002

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Universidade de São Pau
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: História da Filosofia.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.

Organização de eventos

BALIEIRO, M. ; MAIA, C. G. Q. ; CARVALHO, C. M. ; SANTOS, M. D. P. ; RIBEIRO, R. D. . IV Congresso Nacional Online Filosofia, Vida e Morte. 2023. (Congresso).

BALIEIRO, M. ; SANTOS, M. D. P. ; RIBEIRO, R. D. ; CARVALHO, C. M. ; SANTOS, A. W. M. . III Filosofia, Vida e Morte. 2022. (Congresso).

BALIEIRO, M. ; SANTOS, M. D. P. ; RIBEIRO, R. D. ; CARVALHO, C. M. ; COSTA, M. L. ; SANTOS, A. W. M. . II FIlosofia, Vida e Morte. 2021. (Congresso).

BALIEIRO, M. ; PEREIRA FILHO, A. J. ; SANTOS, A. W. M. ; SANTOS, M. D. P. . XXI Semana de Filosofia da UFS. 2020. (Outro).

BALIEIRO, M. ; COSTA, M. L. ; SANTOS, M. D. P. ; RIBEIRO, R. D. ; SANTOS, A. W. M. ; CARVALHO, C. M. . Filosofia, Vida e Morte - Congresso Nacional Online. 2020. (Congresso).

BECKER, E. ; BALIEIRO, M. ; KAWAUCHE, T. M. ; SANTOS, A. C. ; PEREIRA FILHO, A. J. . III Colóquio Nacional de Ética e Filosofia Política. 2013. (Congresso).

BALIEIRO, M. ; BECKER, E. ; TOLLE, O. ; PEREIRA FILHO, A. J. . I Seminário Filosofia no Ensino Médio. 2011. (Outro).

BALIEIRO, M. ; CESAR, C. M. . XII Semana de Filosofia. 2011. (Outro).

Participação em eventos

X Colóquio internacional Pierre Bayle.História, natureza e finalidade em David Hume. 2024. (Outra).

XX Encontro ANPOF.Naturesa e História em David Hume. 2024. (Encontro).

VIII Colóquio Conhecimento e Ciência.A linguagem de Deus: causalidade e providência em George Berkeley. 2016. (Encontro).

VI Encontro Sergipano de Educação Básica.O que se espera do professor de filosofia?. 2014. (Encontro).

Colóquio Internacional Rousseau 300 Anos. A sociabilidade em Rousseau e Hume. 2012. (Congresso).

II Seminário Filosofia no Ensino Médio.O ensino de filosofia da ciência e o despertar do espírito crítico. 2012. (Seminário).

Jornada Rousseau.Notas sobre a sociabilidade em Rousseau e Hume. 2012. (Outra).

V Colóquio Conhecimento e Ciência.Considerações contra o "novo Hume". 2012. (Outra).

XIII Semana de Filosofia. Técnica, Refinamento e Virtude em David Hume. 2012. (Congresso).

XV Encontro de Filosofia da ANPOF. A confiabilidade da história em Hume. 2012. (Congresso).

III Encontro Hume.Formação Moral e Felicidade em David Hume. 2011. (Encontro).

I Seminário Filosofia no Ensino Médio.Que parâmetros? Que ensino?. 2011. (Seminário).

V Colóquio Rousseau. Natureza e Degradação Moral em Jean-Jacques Rousseau. 2011. (Congresso).

V Colóquio Rousseau. Rousseau e a Educação. 2011. (Congresso).

VI Colóquio Nacional de Filosofia da História.Experiência e História em David Hume. 2011. (Outra).

XII Semana de Filosofia.Filosofia e Formação em David Hume. 2011. (Outra).

Debate Acadêmico CGU/SE: República, Corrupção e Cidadania.O meu dinheiro e o dinheiro do povo: corrupção, o público e o privado. 2010. (Seminário).

IV Colóquio Hume.A felicidade segundo David Hume: notas sobre quatro ensaios. 2010. (Outra).

I Encontro Hume.Sociabilidade e Progresso em David Hume. 2009. (Encontro).

XV Semana do Biólogo. Pode o criacionismo ser considerado ciência?. 2009. (Congresso).

XI Encontro Nacional de Pesquisa na Graduação em Filosofia.Ética e Filosofia Política. 2008. (Encontro).

XI Encontro Nacional de Pesquisa na Graduação em Filosofia.Hume. 2008. (Encontro).

Colóquio de Filosofia das Luzes Britânicas.Método e Moral em David Hume. 2007. (Outra).

Colóquio Hume. Filosofia e Moral em Hume. 2007. (Congresso).

X Encontro Nacional de Pesquisa na Graduação em Filosofia. Ética e Filosofia Política I. 2007. (Congresso).

X Encontro Nacional de Pesquisa na Graduação em Filosofia. Teoria do Conhecimento I. 2007. (Congresso).

Encontro de Filosofia da ANPOF.Ceticismo, Senso Comum e Filosofia em David Hume. 2006. (Encontro).

Encontro de Pesquisa na Graduação em Filosofia.Ética e Filosofia Política. 2006. (Encontro).

Encontro de Pesquisa na Graduação em Filosofia.Teoria do Conhecimento e Filosofia da Mente. 2006. (Encontro).

Encontro de Pesquisa na Graduação em Filosofia.Ceticismo. 2005. (Encontro).

Jornada Pascal.A filosofia como metáfora: Hume crítico da modernidade. 2005. (Encontro).

Colóquio Internacional de Filosofia das Luzes Britânicas.Razão e sentimento na teoria moral de Hume. 2004. (Encontro).

Participação em bancas

Aluno: Marina Pereira da Silva

BALIEIRO, M.; HILARIO, L. C.. A NOCAO DE ALIENACAO N?A ESSENCIA DO CRISTIANISMO DE LUDWIG FEUERBACH E SUA CONTRIBUICAO PARA O ATEISMO. 2023. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: VICENTE FISCINA NETO

BALIEIRO, M.; ZACCHI, V. J.. A RELACAO ENTRE LINGUAGEM E IDEOLOGIA NO CIRCULO DE BAKHTIN E NA FILOSOFIA MARXISTA. 2023. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Laís Kalena Salles Aragão

BALIEIRO, M.; MOTA, V. O.; CARLI, A. A.. O mal-estar na representacao: e a critica aos fundamentos da Historia da arte. 2023. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Jorge Fernando de Lima Vasconcelos Junior

DINUCCI, A. L.;BALIEIRO, M.; CORNELLI, G.. O USO DO ELENCHUS NA APOLOGIA DE SOCRATES. 2023.

Aluno: Flávio Augusto de Oliveira Santos

LIMONGI, M. I. M. P.;BALIEIRO, M.; CRUZ, F. O. S. S.. CONTRA O CONTRATO: COMO DAVID HUME PODE CONTRIBUIR PARA UMA TEORIA DA JUSTIÇA HOJE. 2023. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal do Paraná.

Aluno: Vanessa Kiewel Cordeiro

DINUCCI, A. L.; CORNELLI, G.;BALIEIRO, M.. A PARRHESIA DE JULIAN ASSANGE. 2023 - Universidade de Brasília.

Aluno: Ronney Costa de Morais

NASCIMENTO, C. L. L.;BALIEIRO, M.; PIMENTA, A. R.. Moralidade e educação natural em Rousseau. 2022. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Cleudo Melo Araújo

DINUCCI, A. L.;BALIEIRO, M.; SANTOS, G. V.. Teoria das formas e conhecimento matemático: descoberta e construção a partir da República de Platão. 2022. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Thatiane Santos Menezes

DINUCCI, A. L.;BALIEIRO, M.; CONDE, M. M.. Análise dos argumentos jurídicos presentes no Palamedes de Górgias. 2022. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Karina Nunes dos Santos

BALIEIRO, M.; BRITO, R. P.; MARCONDES, D.. A marca de Sexto Empírico na filosofia moral de Montaigne. 2021. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Cleidson de Oliveira Lima

BALIEIRO, M.; SANTOS, E. M.; CARVALHO, F. J.. Dissertação de Mestrado Aspectos da relacao Progresso Juridico e o Progresso Moral na Filosofia da Historia kantiana: uma revisao da literatura. 2021. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: GLEYWBLISTON DE SOUZA RESENDE

BALIEIRO, M.; DINUCCI, A. L.; BUENO, T. S. L.. O CONCEITO DE MORTE NO LIVRO ?BREVIDADE DA VIDA? DE SENECA, GLEYWBLISTON DE SOUZA RESENDE. 2021. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Uilner Rodrigues Xavier da Cruz

PETTERSEN, B. B.; NORONHA, D. L. S.;BALIEIRO, M.. A análise de David Hume sobre milagres e e testemunhos religiosos. 2020. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia.

Aluno: Tiago Barreto Silva

BALIEIRO, M.; ROCHA, R. M.; KOSLOWSKI, A. A.. PROBLEMA DO CONHECIMENTO DE DEUS: A basicidade apropriada da crença teísta e as objeções Great Pumpkin. 2020. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Max Batista Vieira

BALIEIRO, M.; TOLLE, O.; PRATA, T. A.. Hegel: a abstração e seus desdobramentos. 2014. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: MATHEUS SILVA FREITAS

CHAGAS, A. E. G.; CABECEIRAS, J. A. V.; SAMPAIO, E.; DEBONA, V.;BALIEIRO, M.. AS RAZÕES DO PESSIMISMO: ESTUDOS PARA UMA INTERPRETAÇÃO GERAL DO PESSIMISMO FILOSÓFICO À LUZ DE SCHOPENHAUER, EDUARD VON HARTMANN E MATIAS AIRES. 2024. Tese (Doutorado em Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Alípio José Viana Pereira Neto

BALIEIRO, M.; DINUCCI, A. L.; CABECEIRAS, J. A. V.; SILVA, M. J. A.; SILVA FILHO, M. A.. FALACIAS ARGUMENTATIVAS: uma proposta de classificação. 2023 - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Vilmar Prata Correia

DINUCCI, A. L.; BUENO, T. S. L.; TEMPLE, G. C.; RODRIGUES, M. G.;BALIEIRO, M.. A RELACAO MESTRE-DISCIPULO E A CONSTITUICAO DE SI NAS CARTAS DE SENECA A LUCÍLIO: A constituicao do sujeito e seus modos de governo. 2023.

Aluno: Weriquison Simer Curbani

DINUCCI, A. L.;BALIEIRO, M.; SANTOS, J. A. S.; BOCAYUVA, I. A.; VALENTIM, I.. É a Dialética uma Ciência Política? Um estudo político-filosófico do político de Platão. 2023. Tese (Doutorado em Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal do Espírito Santo.

Aluno: Sizinio Lucas Ferreira de Almeida

BECKER, E.; AVILA, F.; ARCO JUNIOR, M. D. B.;BALIEIRO, M.; SILVA, S. H. S.. A querela mare liberum-mare clausum no jus gentium de Grotius e a consolidacao dos mares como coisa de uso comum. 2023 - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Hamilton Fernando dos Santos

PIMENTA, P. P. G.;BALIEIRO, M.; CRUZ, F. O. S. S.; SOUZA, M. G.. O triunfo das paixões: reputação, mérito e justiça em David Hume. 2022. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Stephanie Hamdan Zahreddine

BALIEIRO, M.; GUIMARAES, L. M.; LESSA, R.; PETTERSEN, B.; SILVA, E. S. N.. David Hume e o problema da justificação da resistência ao governo. 2018. Tese (Doutorado em Pós-graduação em filosofia) - Universidade Federal de Minas Gerais.

Aluno: Wendel de Holanda Pereira Campelo

BALIEIRO, M.; GUIMARAES, L. M.; MAIA NETO, J. R.; AGUIAR, T. R. X.; MEIRELLES, A. S.. Razão e Sentimento no Livro I do Tratado de David Hume: uma leitura cética acadêmica. 2018. Tese (Doutorado em Pós-graduação em filosofia) - Universidade Federal de Minas Gerais.

Aluno: Cainan Freitas de Jesus

SALLES, J. C.; BATISTA, C. B.; PERES, D. T.;BALIEIRO, M.; OLIVEIRA, W. T.. EPISTEMOLOGIA E POLÍTICA: A ESTRUTURA DA SOCIEDADE CIVIL E OS FUNDAMENTOS DO CONHECIMENTO HUMANO EM DAVID HUME. 2017. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal da Bahia.

Aluno: Bruna Frascolla Bloise

SALLES, J. C.; GUIMARAES, L. M.; SILVA, M. A. O.;BALIEIRO, M.; CAMPOS, M. A.. O Método de Hume. 2017. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal da Bahia.

Aluno: Vilmar Prata Correia

DINUCCI, A. L.;BALIEIRO, M.; AGGIO, J. O.. Michel Foucault e Sêneca: A constituicao do sujeito e seus modos de governo. 2022. Exame de qualificação (Doutorando em Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Dante Andrade Santos

HIDALGO, M.;BALIEIRO, M.; ROCHA, E. M.. A dúvida como terapêutica: dúvida, erro e patologias na filosofia cartesiana. 2022. Exame de qualificação (Doutorando em Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Laís Kalena Salles Aragão

MOTA, V. O.;BALIEIRO, M.; CARLI, A. A.. O mal-estar na historia da arte: Georges Didi-Huberman e a critica aos fundamentos da historia da arte. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Jorge Fernando de Lima Vasconcelos Junior

DINUCCI, A. L.;BALIEIRO, M.; SANTOS, G. V.. Apologia de Sócrates: uma análise de sua defesa. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Thatiane Santos Meneses

BALIEIRO, M.; DINUCCI, A. L.; CONDE, M. M.. ANALISE DOS ARGUMENTOS JURIDICOS PRESENTES NO PALAMEDES DE GORGIAS. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Cleudo Melo Araújo

BALIEIRO, M.; DINUCCI, A. L.; SANTOS, G. V.. TEORIA DAS FORMAS, IMORTALIDADE DA ALMA, ANAMNESE E A DESCOBERTA MATEMATICA NOS DIALOGOS MENON, FEDON E A REPUBLICA (LIVROS VI E VII) DE PLATAO. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Emmanuely Poncell dos Santos

SANTOS, E. P.; SANTOS, A. C.; BECKER, E.;BALIEIRO, M.. Bioética e Desenvolvimento Sustentável. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em Desenvolvimento e Meio Ambiente) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Pedro Hilário das Neves

BALIEIRO, M.; BECKER, E.; KAWAUCHE, T. M.. Ética, religião e política: um estudo do Tratado Teológico-Político de Espinosa. 2014. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em teoria do conhecimento e ética) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Alisson Santos Freire

BALIEIRO, M.; BECKER, E.; KAWAUCHE, T. M.. A virtù e a fortuna n'O Príncipe. 2013. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em teoria do conhecimento e ética) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Pedro Hilário das Neves

BECKER, E.;BALIEIRO, M.; PEREIRA FILHO, A. J.. Cristo no Tratado Teológico-Político de Espinosa. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

Aluno: Cristiano de Almeida Correia

BECKER, E.; PEREIRA FILHO, A. J.;BALIEIRO, M.. Natureza, Guerra e Civilização: A Degeneração do Homem em Rousseau. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe.

BALIEIRO, M.; KAWAUCHE, T. M.; CONCEICAO, J. T.. Banca examinadora de concurso, no Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Sergipe, para o provimento de vaga de professor substituto da disciplina Filosofia.. 2014. Universidade Federal de Sergipe.

SILVA, S. H. S.; BECKER, E.;BALIEIRO, M.. Banca examinadora de concurso, no Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Sergipe, para o provimento de vaga de professor substituto da disciplina Filosofia.. 2011. Universidade Federal de Sergipe.

BALIEIRO, M.; PEREIRA FILHO, A. J.; Koslowski, A.. Banca examinadora de concurso, no Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Sergipe, para o provimento de vaga de professor substituto das disciplinas Introdução à Filosofia e Introdução à Metodologia Científica.. 2011. Universidade Federal de Sergipe.

JUNGMANN, R.; TOLLE, O.;BALIEIRO, M.. Banca examinadora de concurso, no Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Sergipe, para o provimento de vaga de professor substituto das disciplinas Introdução à Filosofia, Introdução à Metodologia Científica e Problemas Metafísicos. 2011. Universidade Federal de Sergipe.

Orientou

Diego Andrade Nascimento

A guerra em Adam Ferguson; Início: 2024; Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Doramis Dória Oliveira

A desnaturalização do sexo em Judith Butler; Início: 2023; Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Daniel Montenegro Santos

Hume e os males morais da religião; Início: 2023; Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Juliane da Mota Santos

As mulheres em David Hume; Início: 2023; Tese (Doutorado em Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Juliane da Mota Santos

Os impactos do ceticismo moral de Mandeville na filosofia moral de Hume; 2022; Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, ; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Alana Boa Morte Café

Experiência e história em David Hume; 2019; Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Percy Daniel Arce Santos

A relação entre propriedade e estado em John Locke; 2017; Dissertação (Mestrado em Mestrado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Alexsandra Andrade Santana

O ideal de sociedade justa e a inveja: entre a utopia e a distopia; 2021; Tese (Doutorado em Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Everaldo Silva Cerqueira

Hume e Berkeley: algumas considerações sobre a metafísica e a causalidade; 2013; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em teoria do conhecimento e ética) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Valesca de Jesus Almeida

O sujeito moderno: concepções e críticas; 2023; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Johnnata Kelber Rezende Santos

Hume crítico do contratualismo; 2023; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Eslâne dos Santos Gomes

Respostas de Hume à tradição contratualista; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Eslâne dos Santos Gomes

Literatura, formação e o feminino em Jane Austen; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Valesca de Jesus Almeida

Filosofia moral e vida comum em David Hume; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

José Alcides Hora Neto

Filosofia, conhecimento e vida comum em David Hume; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Mariana Dias Pinheiro Santos

O gótico e o pensamento moderno; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Alicia Rebeca Rodrigues de Melo

Filosofia e vida comum em David Hume; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Daniel Montenegro Santos

O desenvolvimento da filosofia política de Hume; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Kelton Carvalho Andrade

As respostas de Hume ao pensamento político de seu tempo; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Daniel Montenegro Santos

Hume crítico do contratualismo; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Kelton Carvalho Andrade

Hume e o problema do mundo exterior; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Juliane da Mota Santos

A crítica ao contratualismo no Ensaios de Hume; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

KAMILEE LIMA DE OLIVEIRA

A teoria humiana da justiça como resposta ao contratualismo; 2017; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Juliane da Mota Santos

Gosto e sentimento na teoria moral de Hume; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Juliane da Mota Santos

Ceticismo e filosofia moral na filosofia de Hume; 2015; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Karina Nunes dos Santos

A vinculação de Hume à tradição do moral sense; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

José Carlos da Silva Junior

As fundamentações modernas dos direitos humanos; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Stephanie Almeida Moreira

Direitos humanos: alternativas contemporâneas; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Estanislau Fausto Dantas de Santana

Razão e sentimento na teoria moral de Hume; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Leonardo Cadete Araujo

Hume moralista do sentimento; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Filosofia) - Universidade Federal de Sergipe; Orientador: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro;

Produções bibliográficas

  • BALIEIRO, M. . As mulheres no pensamento de Hume: uma reconsideração. DISCURSO , v. 54, p. 148-164, 2024.

  • DINUCCI, ALDO ; RUDOLPH, KELLY ; BALIEIRO, MARCOS ; WHITING, KAI . Imigrantes e dissidentes: Estoicismo e ação política radical em Roma. REVISTA ARCHAI: REVISTA DE ESTUDOS SOBRE AS ORIGENS DO PENSAMENTO OCIDENTAL , v. 2024, p. 1-27, 2024.

  • BALIEIRO, M. . Grupo Hume: Considerações e Memórias. REVISTA ESTUDOS HUM(E)ANOS , v. 8, p. 8-12, 2021.

  • BALIEIRO, M. . Algumas Considerações sobre o Racismo de Hume. REVISTA ESTUDOS HUM(E)ANOS , v. 9, p. 65-79, 2021.

  • BALIEIRO, M. . Corpos celestes, misturas terrenas: mulheres, sociabilidade e filosofia em David Hume. CADERNOS DE ÉTICA E FILOSOFIA POLÍTICA (USP) , v. 1, p. 37-48, 2020.

  • BALIEIRO, M. . História, natureza e finalidade em David Hume. Modernos & Contemporâneos , v. 4, p. 61-75, 2020.

  • BALIEIRO, M. . Influências Históricas em Shaftesbury: Natureza e Virtude. REVISTA PERSPECTIVA FILOSÓFICA , v. 48, p. 125-140, 2020.

  • BALIEIRO, M. . Deuses, direitos e jabuticabas: a política brasileira e as doenças do espírito. PROMETEUS. FILOSOFIA EM REVISTA , v. 11, p. 109-122, 2019.

  • BALIEIRO, M. . Vidas artificiais e doenças do espírito: notas sobre a religião e a moral em David Hume. REVISTA ESTUDOS HUM(E)ANOS , v. 1, p. 163, 2018.

  • BALIEIRO, M. . Galanteria e polidez. Sobre o Ivanhoe de Scott e David Hume. DISCURSO , v. 47, n. 2, p. 167-181, 2017.

  • BALIEIRO, M. . O gótico e os limites do iluminismo: o caso Wuthering Heights. A PALO SECO: ESCRITOS DE FILOSOFIA E LITERATURA , v. 10, p. 79-84, 2017.

  • BALIEIRO, M. . Sociabilidade, sentimento e formação: sobre as mulheres em Hume e em Jane Austen. Revista Enunciação , v. V. 2. N. 2, p. 48-56, 2017.

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  • BALIEIRO, M. . Crença, 2011. (Tradução/Outra).

  • BALIEIRO, M. . Consequências Políticas da Escravidão. São Paulo: Alameda Editorial, 2011. (Tradução/Outra).

  • BALIEIRO, M. . Resenha: Death and Character, de Annette Baier. São Paulo: Humanitas, 2009 (Resenha).

  • BALIEIRO, M. ; ANDRADE, J. A. A. D. ; VALENTINI, L. ; TEIXEIRA, J. M. ; SILVA, C. A. A. ; LEITE, T. A. ; ROMÃO, Lígia Maria Venturini ; HARAYAMA, R. ; GUERRIERI, B. C. ; FIORE, A. L. . A Linguagem Gestual. São Paulo: NAU - USP, 2009. (Tradução/Artigo).

  • BALIEIRO, M. ; VALENTINI, L. ; SILVA, C. A. A. ; ROMÃO, Lígia Maria Venturini ; LEITE, T. A. ; HARAYAMA, R. ; GUERRIERI, B. C. . Pare, Olhe, Escute! Visão, Audição e Movimento Humanos. São Paulo: NAU - USP, 2008. (Tradução/Artigo).

  • BALIEIRO, M. ; ARANOVICH, Patrícia Fontoura . A Recepção de Stirner na França. São Paulo: Associação Editorial Humanitas - USP, 2007. (Tradução/Artigo).

Outras produções

BALIEIRO, M. . Parecer para a revista A Palo Seco. 2019.

BALIEIRO, M. . Parecer para a revista Cadernos de Filosofia Alemã. 2019.

BALIEIRO, M. . Avaliação de cursos superiores Guia da Faculdade, promovida pela Quero Educação em parceria com o jornal O Estado de São Paulo. 2019.

BALIEIRO, M. . Comissão Científica do livro ?O Ensino de Sociologia e de Filosofia no Brasil'. 2019.

BALIEIRO, M. . Pareceres do VIII Encontro de Pesquisadores Iniciantes das Humanidades. 2019.

BALIEIRO, M. . Parecer para a revista Kriterion. 2023.

BALIEIRO, M. . Parecer para a revista Kínesis. 2023.

BALIEIRO, M. . Parecer para a revista A Palo Seco. 2023.

BALIEIRO, M. . Parecer para a revista Kriterion. 2021.

BALIEIRO, M. . Parecer para revista Trans/Form/Ação. 2021.

BALIEIRO, M. . Parecer para a revista Prometeus. 2021.

BALIEIRO, M. . Parecer para a revista Prometeus. 2021.

BALIEIRO, M. . Parecer para a revista Cadernos de Filosofia Alemã. 2020.

BALIEIRO, M. . Parecer para a revista Prometeus. 2020.

BALIEIRO, M. . Parecer para a revista Em Curso. 2020.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: Que comunicação. 2025. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: Sobre aviões e alguemas. 2025. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: Sobre as mulheres e a modernidade. 2024. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: Toc, toc, toc. 2024. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Sobre a greve nas federais. 2024. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Sobre crianças, mulheres e projetos. 2024. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Sobre ignorar a ciência. 2024. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . A ameaça das pseudociências. 2024. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Dia dos Pais. 2024. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: Sobre fins e retornos. 2024. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: Tatuagem. 2022.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: Um país pacífico, fraternal e democrático. 2022.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: A voz da violência. 2022.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: Sobre a necessidade de reconstrução de um país. 2022.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: Costumes e moral. 2021.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: Utopias e Projetos. 2021.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: As eleições para a Direção de Centro e a democracia na UFS. 2021.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: Sobre o descaso com a preservação da cultura. 2021.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: Inquietações sobre educação e ideologia. 2021.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: Que povo? Que vontade?. 2021.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio - Considerações sobre a ciência a propósito de uma pandemia. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio - Que Verdades?. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio - A igualdade de direitos e os agentes públicos. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio - As cidades e a política. 2020. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: A disseminação das fake news. 2018.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: a polarização do debate eleitoral. 2018.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: religião e moralidade na política. 2018.

BALIEIRO, M. . Caleidoscópio: acirramento político no país. 2018.

BALIEIRO, M. . Sobre mais um fim de ano. 2014. (Programa de rádio ou TV/Comentário).

BALIEIRO, M. . Razão e sentimento nas filosofias morais das luzes britânicas. 2019. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

Projetos de pesquisa

  • 2022 - Atual

    Filosofia, ceticismo e vida comum em David Hume, Descrição: São evidentes as vantagens de uma tentativa de compreender o ceticismo humiano por meio de uma leitura não apenas de sua teoria do conhecimento, mas de textos que deem conta também de outros temas desenvolvidos pelo filósofo (tais como as paixões, a moral, a política e a sociabilidade). Em primeiro lugar, elas permitem que se perceba os limites reais do ceticismo de Hume, por meio de considerações precisas sobre as consequências que a epistemologia desenvolvida por ele terão sobre quaisquer outros temas. Além disso, uma interpretação como essa permitirá que seja levado em conta um fator muito pouco explorado pela maioria dos comentadores: o ceticismo de Hume parece resultar da própria concepção de filosofia defendida pelo autor, o que fica bastante evidente em seus escritos mais maduros como, por exemplo, a Investigação sobre o Entendimento Humano, a Investigação sobre os Princípios da Moral e os Ensaios Morais, Políticos e Literários. O que se pretende, ao longo deste projeto, é justamente apresentar uma chave de leitura que esteja baseada em uma concepção ampla de filosofia que estaria presente não apenas nos textos em que o autor efetivamente discute o assunto, mas que seria observável, também, em diversas passagens que são dedicadas a outros temas. Pretendemos, ao longo desta pesquisa, compreender as várias maneiras segundo as quais a concepção de filosofia defendida por Hume, dependente de alguma forma de ceticismo, faz com que o autor busque incessantemente aproximar filosofia e vida comum.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro - Coordenador / José Alcides Hora Neto - Integrante / Valesca de Jesus Almeida - Integrante., Financiador(es): CAPES - Centro Anhanguera de Promoção e Educação Social - Bolsa., Número de produções C, T & A: 2

  • 2022 - Atual

    Formação moral e a representação da mulher em Jane Austen: uma resposta às filosofias das Luzes Britânicas, Descrição: A obra de Jane Austen constitui um ponto de enorme importância quando se trata de entender de que maneira o desenvolvimento da forma novela colaboraria para estabelecer um tipo de literatura que se apresentasse como acerto de contas com autores do XVIII que pareciam não se dar conta do que estaria em jogo com os desenvolvimentos da literatura escrita por mulheres. Isso pode causar certa estranheza para grande parte do público contemporâneo de sua obra. É, porém, um ponto bastante evidente, em especial quando atentamos não apenas para os vários momentos em que Austen volta baterias bastante contundentes contra o tratamento dispensado às mulheres em seu tempo, mas, também, contra as expectativas que eram destinadas à literatura feminina. Nesse sentido, pretende-se, ao longo do desenvolvimento do projeto, compreender as maneiras pelas quais a obra literária de Jane Austen pode ser considerada uma resposta a concepções anteriores acerca do feminino, notadamente aquelas desenvolvidas no âmbito das luzes britânicas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro - Coordenador / Eslâne dos Santos Gomes - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1

  • 2019 - 2022

    Hume e o pensamento político de seu tempo, Descrição: Em um ensaio intitulado ?Of the Original Contract?, David Hume discute os princípios empregados pelos dois grandes partidos da Grã-Bretanha de seu tempo para legitimar o Estado e a autoridade do soberano. Os Tories, como se sabe, defendiam, ainda no século XVIII, variações da doutrina do direito divino, enquanto os Whigs, preocupados em garantir maior poder para o parlamento, aceitavam justificativas contratualistas para o governo, influenciados, principalmente, pela obra política de John Locke. Hume recusa as duas propostas. Aquela que diz respeito ao direito divino é rebatida com relativa facilidade e não ocupa mais do que duas páginas. Isso porque, ainda que, segundo o autor, qualquer um que acredite em uma providência geral aceite prontamente que todo governo tem como autor a divindade, essa ?autoria? só poderia ocorrer de maneira indireta. Em outras palavras, o surgimento do governo seria resultado da vontade divina do mesmo modo que qualquer outro evento em um universo que seria regido segundo um plano uniforme, que visasse sabiamente o bem-estar dos seres humanos. Ainda assim, como qualquer evento que se observa no mundo, só se poderia defender que Deus é causa do governo no sentido de que ele teria colocado no mundo os princípios que fizeram com que os homens o criassem, ou, para empregar as palavras do próprio autor, ?por sua eficácia oculta e universal? (HUME, 1985, p. 467). Nada, portanto, que faça qualquer concessão, por menor que seja, a autores que, a exemplo de Robert Filmer, houvessem defendido que os reis governassem em resultado de regras passadas diretamente aos homens por Deus. A crítica que Hume empreende contra as teorias contratualistas, por sua vez, é mais cuidadosa, e é a ela que o filósofo dedica a maior parte de seu ensaio. Entretanto, não devemos supor que isso trai, necessariamente, maior antipatia pela causa Whig, nem que isso implica maior antipatia do autor contra as teorias contratualistas do que a que ele nutria pelas teorias do direito divino. Não devemos nos esquecer que estas também são atingidas quando, em outros momentos de sua obra, Hume faz críticas epistemológicas ou morais bastante pesadas a qualquer forma de religião instituída. Não é prudente que esqueçamos, também, que autores como Hobbes e Locke, cujas obras constituem, em conjunto com Do Contrato Social, de Rousseau, as principais bases do chamado contratualismo clássico, foram referências importantes não apenas para Hume, mas para autores que se envolveram em vários dos debates importantes tanto para o iluminismo britânico quanto para o francês. Desse modo, podemos considerar que as críticas de Hume a autores da tradição contratualista dizem respeito não apenas a uma disputa entre partidos, mas à inserção do filósofo escocês nos debates intelectuais característicos de seu tempo. Uma análise cuidadosa do modo como ele acerta contas com o contratualismo, portanto, certamente colabora para ilustrar pontos importantes de sua própria filosofia moral e do que ele teria a dizer sobre política.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro - Coordenador.

  • 2019 - 2021

    A ficção gótica como crítica da modernidade, Descrição: O gótico é, como se sabe, um gênero literário relativamente difícil de se definir. Ellen Moers afirma que obras desse tipo não são facilmente explicadas, ?a não ser no sentido em que tem a ver com o medo. Nos escritos góticos, a fantasia predomina sobre a realidade, o estranho sobre o comum e o sobrenatural sobre o natural, com um propósito definido por parte do autor: assustar? (1997, p. 90). Trata-se de uma definição que poderia parecer excessivamente ampla, mas que se mostra adequada no contexto da Inglaterra dos séculos XVIII e XIX, nos quais o gênero floresceu. Em Abadia de Northanger, por exemplo, Jane Austen faz questão de mostrar ao leitor, em cores bastante vívidas, os efeitos aterrorizantes que Os Mistérios do Castelo de Udolpho, de Ann Radcliffe, exerce sobre a protagonista (ainda que Austen pretenda, como se sabe, alertar para os perigos de se pensar que os eventos dos romances podem servir como guia para a vida real). Abadia, como se sabe, é um livro que pode ser lido como uma sátira do gótico, mas também como uma homenagem a ele, por parte de uma autora que, além de reconhecidamente perspicaz, teria lido uma quantidade considerável de obras desse tipo. O fato de romances góticos serem projetados para provocar medo e, também, o de o gênero ter sido inaugurado com a publicação, em 1764, de O Castelo de Otranto por Horace Walpole, colaboraram para que a reputação a escritos desse gênero na Grã-Bretanha fosse desfavorável desde o começo por parte dos literatos da época, ainda que esse juízo não se estendesse a leitores, por assim dizer, comuns. Isso se explica, em parte, pela forte censura que autores tidos como ?sérios? faziam a romances em geral. Autores como o filósofo David Hume viam a leitura de romances como algo que poderia levar a concepções incorretas sobre o mundo e, consequentemente, a uma conduta pouco recomendável. Isso fica claro quando se observa que, em ?Do Estudo da História?, ele recomenda, em tom jocoso, que as mulheres troquem a leitura de romances pela e obras históricas, já que os primeiros tenderiam a fazê-las pensar que os homens são criaturas perfeitas e sempre guiadas pela paixão amorosa, o que, evidentemente, não corresponderia à realidade. A pesquisa tratará de mostrar em que medida a ficção gótica se configura como uma possibilidade de crítica não apenas ao modelo de polidez elogiado por Hume e por outros filósofos das luzes britânicas, mas também à própria concepção moderna de ciência.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

  • 2018 - 2019

    Hume crítico do contratualismo, Descrição: Em um ensaio intitulado ?Of the Original Contract?, David Hume discute os princípios empregados pelos dois grandes partidos da Grã-Bretanha de seu tempo para legitimar o Estado e a autoridade do soberano. Os Tories, como se sabe, defendiam, ainda no século XVIII, variações da doutrina do direito divino, enquanto os Whigs, preocupados em garantir maior poder para o parlamento, aceitavam justificativas contratualistas para o governo, influenciados, principalmente, pela obra política de John Locke. Hume recusa as duas propostas. Aquela que diz respeito ao direito divino é rebatida com relativa facilidade e não ocupa mais do que duas páginas. Isso porque, ainda que, segundo o autor, qualquer um que acredite em uma providência geral aceite prontamente que todo governo tem como autor a divindade, essa ?autoria? só poderia ocorrer de maneira indireta. Em outras palavras, o surgimento do governo seria resultado da vontade divina do mesmo modo que qualquer outro evento em um universo que seria regido segundo um plano uniforme, que visasse sabiamente o bem-estar dos seres humanos. Ainda assim, como qualquer evento que se observa no mundo, só se poderia defender que Deus é causa do governo no sentido de que ele teria colocado no mundo os princípios que fizeram com que os homens o criassem, ou, para empregar as palavras do próprio autor, ?por sua eficácia oculta e universal? (HUME, 1985, p. 467). Nada, portanto, que faça qualquer concessão, por menor que seja, a autores que, a exemplo de Robert Filmer, houvessem defendido que os reis governassem em resultado de regras passadas diretamente aos homens por Deus. A crítica que Hume empreende contra as teorias contratualistas, por sua vez, é mais cuidadosa, e é a ela que o filósofo dedica a maior parte de seu ensaio. Entretanto, não devemos supor que isso trai, necessariamente, maior antipatia pela causa Whig, nem que isso implica maior antipatia do autor contra as teorias contratualistas do que a que ele nutria pelas teorias do direito divino. Não devemos nos esquecer que estas também são atingidas quando, em outros momentos de sua obra, Hume faz críticas epistemológicas ou morais bastante pesadas a qualquer forma de religião instituída. Não é prudente que esqueçamos, também, que autores como Hobbes e Locke, cujas obras constituem, em conjunto com Do Contrato Social, de Rousseau, as principais bases do chamado contratualismo clássico, foram referências importantes não apenas para Hume, mas para autores que se envolveram em vários dos debates importantes tanto para o iluminismo britânico quanto para o francês. Desse modo, podemos considerar que as críticas de Hume a autores da tradição contratualista dizem respeito não apenas a uma disputa entre partidos, mas à inserção do filósofo escocês nos debates intelectuais característicos de seu tempo. Uma análise cuidadosa do modo como ele acerta contas com o contratualismo, portanto, certamente colabora para ilustrar pontos importantes de sua própria filosofia moral e do que ele teria a dizer sobre política.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro - Coordenador., Financiador(es): Universidade Federal de Sergipe - Bolsa.

  • 2018 - 2019

    Hume e o problema do mundo exterior, Descrição: É praticamente desnecessário explicar a importância dos debates acerca da existência e das características do mundo exterior para quem quer que esteja minimamente familiarizado com a situação geral da metafísica e da teoria do conhecimento na modernidade. Desde as Meditações de Descartes, tornou-se praticamente uma obrigação, para quem quer que pretendesse dissertar sobre a viabilidade do conhecimento, mostrar que ?conhecimento? dissesse respeito ao mundo tal como ele realmente é. Locke sintetiza a questão muito bem quando lembra, no Capítulo IV do Livro IV de seu Ensaio sobre o Entendimento Humano, que se poderia objetar às teorias que ele vinha apresentando que Não importa quais são as fantasias dos homens, é apenas o conhecimento das coisas que deve ser prezado. Apenas isso é que dá valor a nossos raciocínios, e preferência ao conhecimento de um homem, e não o de outro, o de que o conhecimento do primeiro é das coisas como realmente são, e não de sonhos e fantasias? (LOCKE 2004, p. 499). Por isso ele dedicaria aquela questão a mostrar a ?realidade? de nosso conhecimento. Para uma série de autores modernos, isso passou por mostrar, antes de qualquer outra coisa, que havia um mundo fora de nós para ser conhecido. Essa foi, certamente, uma preocupação dos dois autores que mencionamos agora há pouco e, como se sabe, eles estão longe de terem sido os únicos que se dedicaram à questão da existência do mundo exterior. Hume, entretanto, constitui um caso bastante peculiar. Isso porque, até não muito tempo atrás, era praticamente unânime a consideração de que ele defenderia uma espécie de ceticismo (ou, para alguns comentadores, de dogmatismo negativo) com relação à causalidade e, possivelmente, também com relação ao mundo exterior. É verdade que, na década de 1940, os escritos de Norman Kemp Smith apresentaram à comunidade filosófica uma interpretação naturalista, em sentido bastante contundente, da filosofia de Hume, mas ainda se tratava de uma discordância acerca dos princípios que motivariam as inferências causais, não propriamente da validade propriamente dita de nossas crenças no mundo exterior e nos poderes das causas. Apenas muito mais recentemente alguns intérpretes da epistemologia humiana, a exemplo de Galen Strawson, João Paulo Monteiro e John P. Wright, passaram a defender que o pensador escocês teria estabelecido algo como uma teoria realista no que diz respeito ao mundo exterior e à causalidade. Em um artigo que ataca essas interpretações, Kenneth Winkler as acomodou em um guarda-chuva que ele denominou o new Hume. Desse modo, a controvérsia entre intérpretes realistas, de um lado, e ?fenomenalistas?, de outro, veio a ser conhecida como new Hume debate. O projeto diz respeito justamente a estabelecer as diferentes maneiras pelas quais se pode considerar que Hume acerta contas com a tradição no que diz respeito ao problema do mundo exterior.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro - Coordenador., Número de produções C, T & A: 1

  • 2017 - 2018

    A crítica de Hume à tradição contratualista, Descrição: Em um ensaio intitulado ?Of the Original Contract?, David Hume discute os princípios empregados pelos dois grandes partidos da Grã-Bretanha de seu tempo para legitimar o Estado e a autoridade do soberano. Os Tories, como se sabe, defendiam, ainda no século XVIII, variações da doutrina do direito divino, enquanto os Whigs, preocupados em garantir maior poder para o parlamento, aceitavam justificativas contratualistas para o governo, influenciados, principalmente, pela obra política de John Locke. Hume recusa as duas propostas. Aquela que diz respeito ao direito divino é rebatida com relativa facilidade e não ocupa mais do que duas páginas. Isso porque, ainda que, segundo o autor, qualquer um que acredite em uma providência geral aceite prontamente que todo governo tem como autor a divindade, essa ?autoria? só poderia ocorrer de maneira indireta. Em outras palavras, o surgimento do governo seria resultado da vontade divina do mesmo modo que qualquer outro evento em um universo que seria regido segundo um plano uniforme, que visasse sabiamente o bem-estar dos seres humanos. Ainda assim, como qualquer evento que se observa no mundo, só se poderia defender que Deus é causa do governo no sentido de que ele teria colocado no mundo os princípios que fizeram com que os homens o criassem, ou, para empregar as palavras do próprio autor, ?por sua eficácia oculta e universal?. Nada, portanto, que faça qualquer concessão, por menor que seja, a autores que, a exemplo de Robert Filmer, houvessem defendido que os reis governassem em resultado de regras passadas diretamente aos homens por Deus. A crítica que Hume empreende contra as teorias contratualistas, por sua vez, é mais cuidadosa, e é a ela que o filósofo dedica a maior parte de seu ensaio. Entretanto, não devemos supor que isso trai, necessariamente, maior antipatia pela causa Whig, nem que isso implica maior antipatia do autor contra as teorias contratualistas do que a que ele nutria pelas teorias do direito divino. Não devemos nos esquecer que estas também são atingidas quando, em outros momentos de sua obra, Hume faz críticas epistemológicas ou morais bastante pesadas a qualquer forma de religião instituída. Não é prudente que esqueçamos, também, que autores como Hobbes e Locke, cujas obras constituem, em conjunto com Do Contrato Social, de Rousseau, as principais bases do chamado contratualismo clássico, foram referências importantes não apenas para Hume, mas para autores que se envolveram em vários dos debates importantes tanto para o iluminismo britânico quanto para o francês. Desse modo, podemos considerar que as críticas de Hume a autores da tradição contratualista dizem respeito não apenas a uma disputa entre partidos, mas à inserção do filósofo escocês nos debates intelectuais característicos de seu tempo. Uma análise cuidadosa do modo como ele acerta contas com o contratualismo, portanto, certamente colabora para ilustrar pontos importantes de sua própria filosofia moral e do que ele teria a dizer sobre política.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro - Coordenador., Financiador(es): Universidade Federal de Sergipe - Bolsa., Número de produções C, T & A: 2

  • 2016 - 2017

    Sentimento e moral na filosofia de Hume, Descrição: Como se sabe, a filosofia moral de Hume se constitui em um posicionamento bastante incisivo no debate sobre os fundamentos da moralidade que ocupou parte considerável dos autores britânicos do período. Por um lado, Hume rejeita expressamente a possibilidade de uma fundamentação racional de uma moralidade que parte de seus adversários considerava estar inscrita na própria natureza. Por outro, ainda que se filie aos chamados moralistas do sentimento já de saída no Livro III de seu Tratado da Natureza Humana e ao longo de sua Investigação sobre os princípios da moral, ele o faz de maneira peculiar: ainda que fale em um sentido moral que seria responsável pelos sentimentos morais que nos acometem, Hume não parece estar preocupado em estabelecer esse conceito de maneira análoga àquela pela qual normalmente compreendemos os chamados sentidos externos. Isso basta para estabelecer uma diferença bastante pesada entre ele e teóricos como Francis Hutcheson, defensor de uma versão bastante esquemática do moral sense. Do modo como Hume conduz sua investigação, Hume parece se aproximar, em alguma medida, dos hobbesianos que eram atacados tanto por racionalistas morais quanto por moralistas do sentimento, e contra os quais ele próprio volta frequentemente suas baterias. Entretanto, é essa aproximação que permite que ele enfrente o hobbesianismo com sucesso considerável: ao partir, como esses adversários, de um terreno meramente fatual, em que não é possível recorrer a uma moral totalmente determinada pela natureza, ele trata de abrir espaço para uma moralidade que, apesar de resultar ao menos em parte das convenções humanas, é bastante real por decorrer de sentimentos de preocupação efetiva com o bem dos outros e com o bem público.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro - Coordenador., Financiador(es): Universidade Federal de Sergipe - Bolsa., Número de produções C, T & A: 1

  • 2014 - 2016

    Natureza Humana e Direitos Humanos, Descrição: As primeiras discussões acerca dos chamados direitos humanos ocorreram em um contexto em que era impossível que não fossem influenciadas por concepções filosóficas naturalistas do homem. Isso se reflete mesmo em documentos como a primeira versão da Declaração dos Direitos do Homem, em que se percebe claramente um vocabulário naturalista. Desse modo, torna-se extremamente importante, para o estudo rigoroso dos fundamentos dos direitos humanos, o retorno às obras de autores clássicos que pautaram suas teorias sobre o Estado e os direitos em modelos bem definidos da natureza humana. Na contemporaneidade, o declínio das teorias políticas baseadas no conceito de natureza humana resultará em algo como uma crise de fundamentação dos direitos do homem, resultando em tentativas de justificá-los bastante diferentes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro - Coordenador.

  • 2013 - Atual

    Filosofia e vida comum em David Hume, Descrição: Têm sido cada vez mais comum, entre os comentadores da obra de Hume, interpretações que procuram mostrar que o pensamento do autor evidenciaria esforços consideráveis no sentido de aproximar filosofia e vida comum. Nesse sentido, a filosofia de Hume, além de buscar demarcar como conhecimento possível aquilo que está no âmbito de uma experiência que é compartilhada pelo homem comum e pelo filósofo, teria procurado, especialmente em textos posteriores ao Tratado da Natureza Humana, cunhar obras que teriam por objetivo não apenas angariar o respeito dos eruditos, mas também contribuir com a formação daqueles que buscavam na filosofia algo como uma educação para a vida. Como se sabe, boa parte dos intérpretes que aproximam Hume dessas posições está inclinada a aceitar interpretações naturalistas (ou, mais recentemente, até mesmo realistas) da obra do autor. O que pretendemos, ao longo desta pesquisa, é mostrar que é possível conciliar uma interpretação cética da filosofia de Hume com as tentativas de mostrá-la como tributária da vida comum.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro - Coordenador.

  • 2011 - 2013

    Razão e Sentimento nas Filosofias Morais das Luzes Britânicas, Descrição: O iluminismo britânico, apesar de sua importância, tem sido constantemente subestimado pela maior parte dos historiadores da filosofia. Nosso plano de trabalho se constitui, em certa medida, como uma tentativa de reparar essa negligência. Pretendemos realizar um trabalho consistente acerca do debate sobre os fundamentos da moral a que se dedicou boa parte dos pensadores britânicos do século XVIII. Esse debate, além de ter ocupado lugar de destaque nas obras de muitos dos autores que nos propomos a estudar, é uma porta de entrada bastante privilegiada para os seus sistemas. Esperamos dar conta do debate mencionado acima explorando os trabalhos de pensadores que caracterizaram cada uma das correntes que tomaram parte nele. A primeira delas, de inspiração hobbesiana, defendeu que a moralidade nada mais é que um refinamento do amor próprio. Foi, de certo modo, em resposta a ela que se desenvolveram as outras duas: o racionalismo moral, cujos defensores advogavam que a moralidade está presente na própria ordem da natureza e pode ser discernida pela razão, e o sentimentalismo moral, esposado por autores que viam em um sentimento (ou em um sentido interno) o verdadeiro fundamento da moralidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Marcos Fonseca Ribeiro Balieiro - Coordenador.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal de Sergipe, Centro de Educação de Ciências Humanas. , Av. Marechal Rondon, s/ número, Jardim Rosa Elze, 49100000 - São Cristóvão, SE - Brasil, Telefone: (79) 21056737

Experiência profissional

2010 - 2010

Editora Abril S/A

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Consultor/coorganizador

2009 - 2009

Editora Abril S/A

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Consultor/coorganizador

2008 - 2008

Editora Abril S/A

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Coorganizador do Curso Abril de Humanidades

2006 - 2006

Editora Abril S/A

Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Coorganizador do Curso Abril de Humanidades

Atividades

  • 07/2005 - 12/2005

    Treinamentos ministrados , NDP.,Treinamentos ministrados, Monitoria no curso Humanidades na TV

2010 - Atual

Universidade Federal de Sergipe

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor Associado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 11/2024

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Leitura e Composição de Textos Filosóficos II, História da Filosofia Moderna II, Introdução à Filosofia

  • 07/2021

    Direção e administração, Centro de Educação de Ciências Humanas.,Cargo ou função, Vice-diretor.

  • 01/2015

    Pesquisa e desenvolvimento, Fundação Universidade Federal de Sergipe, Programa de Pós-Graduação em Filosofia.,Linhas de pesquisa

  • 07/2024 - 11/2024

    Ensino, Doutorado em Filosofia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Tópicos de Conhecimento e Linguagem I

  • 06/2024 - 10/2024

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Filosofia da Religião, História da Filosofia Contemporânea II, História da Filosofia Moderna I

  • 11/2023 - 05/2024

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Leitura e Composição de Textos Filosóficos II, Tópicos Especiais em Filosofia Política

  • 05/2023 - 10/2023

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Filosofia, Filosofia Política, Leitura e Composição de Textos Filosóficos I

  • 01/2023 - 05/2023

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Filosofia, Leitura e Composição de Textos Filosóficos II

  • 03/2019 - 02/2023

    Direção e administração, Fundação Universidade Federal de Sergipe, Programa de Pós-Graduação em Filosofia.,Cargo ou função, Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Filosofia.

  • 07/2022 - 11/2022

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História da Filosofia Moderna I, Tópicos Especiais em Filosofia da Cultura

  • 07/2022 - 11/2022

    Ensino, Mestrado em Filosofia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Seminário II

  • 02/2022 - 06/2022

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Leitura e Composição de Textos Filosóficos II, Estágio Supervisionado em Ensino de Filosofia II, Estágio Supervisionado em Ensino de Filosofia IV

  • 08/2021 - 12/2021

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Filosofia, Leitura e Composição de Textos Filosóficos I

  • 03/2021 - 07/2021

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Filosofia, Leitura e Composição de Textos Filosóficos II

  • 03/2021 - 07/2021

    Ensino, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Conhecimento e Linguagem

  • 09/2020 - 02/2021

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História da Filosofia Moderna I, Leitura e Composição de Textos Filosóficos IV, Introdução à Filosofia

  • 06/2020 - 07/2020

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Tópicos Especiais em História da Filosofia Moderna

  • 10/2019 - 03/2020

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Filosofia, Leitura e Composição de Textos Filosóficos II

  • 12/2010 - 02/2020

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Fundação Universidade Federal de Sergipe.,Cargo ou função, Membro do Comitê de Ética em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos.

  • 04/2019 - 09/2019

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Filosofia Política, Leitura e Composição de Textos Filosóficos I, Tópicos Especiais em Ética

  • 10/2018 - 03/2019

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio Supervisionado em Ensino de Filosofia II, Estágio Supervisionado em Ensino de Filosofia IV, Filosofia Política, Introdução à Filosofia

  • 08/2018 - 12/2018

    Ensino, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Tópicos de Conhecimento e Linguagem II

  • 08/2018 - 11/2018

    Ensino, Mestrado em Filosofia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Tópicos Especiais em Conhecimento e Linguagem

  • 02/2017 - 03/2018

    Direção e administração, Centro de Educação de Ciências Humanas.,Cargo ou função, Chefe do Departamento de Filosofia.

  • 10/2017 - 02/2018

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Filosofia Política, Introdução à Filosofia, Leitura e Composição de Textos Filosóficos II

  • 06/2017 - 10/2017

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Filosofia, Filosofia Política, Introdução à Metodologia Científica

  • 08/2013 - 06/2017

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Fundação Universidade Federal de Sergipe.,Cargo ou função, Membro do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal de Sergipe.

  • 12/2016 - 05/2017

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Filosofia da Ciência, Introdução à Filosofia, Leitura e Composição de Textos Filosóficos II, Tópicos Especiais em Filosofia da Cultura

  • 12/2015 - 02/2017

    Direção e administração, Fundação Universidade Federal de Sergipe.,Cargo ou função, Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Filosofia.

  • 03/2016 - 10/2016

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Leitura e Composição de Textos Filosóficos I, Introdução à Filosofia

  • 09/2015 - 01/2016

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Filosofia, Filosofia da Cultura

  • 05/2012 - 12/2015

    Direção e administração, Fundação Universidade Federal de Sergipe.,Cargo ou função, Chefe do Departamento de Filosofia.

  • 04/2015 - 08/2015

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Leitura e Composição de Textos Filosóficos I

  • 10/2014 - 02/2015

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Problemas Metafísicos I, História da Filosofia Moderna I, Estágio Supervisionado em Ensino de Filosofia II, Estagio Supervisionado em Ensino de Filosofia IV

  • 08/2014 - 12/2014

    Ensino, Mestrado em Filosofia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Tópicos em Conhecimento e Linguagem

  • 03/2012 - 12/2014

    Pesquisa e desenvolvimento, Fundação Universidade Federal de Sergipe, Programa de Pós-Graduação em Filosofia.,Linhas de pesquisa

  • 04/2014 - 09/2014

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio Supervisionado em Ensino de Filosofia I, Introdução à Filosofia

  • 03/2014 - 03/2014

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estética, História da Filosofia Moderna II

  • 11/2013 - 03/2014

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Filosofia, Leitura e Composição de Textos Filosóficos VI, Problemas Metafísicos I

  • 08/2013 - 12/2013

    Ensino, Mestrado em Filosofia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Ética e Filosofia Política

  • 06/2013 - 10/2013

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio Supervisionado em Ensino de Filosofia II, Tópicos Especiais em História da Filosofia Moderna, Introdução à Metodologia Científica

  • 02/2013 - 04/2013

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Filosofia da Ciência

  • 11/2012 - 04/2013

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio Supervisionado em Ensino de Filosofia II, Estágio Supervisionado em Ensino de Filosofia IV, Pesquisa Filosófica II, Introdução à Filosofia

  • 02/2012 - 10/2012

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio Supervisionado em Ensino de Filosofia I, Estágio Supervisionado em Ensino de Filosofia III

  • 02/2012 - 07/2012

    Ensino, Mestrado em Filosofia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Seminários de Pesquisa I

  • 08/2011 - 12/2011

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Prática de Ensino em Filosofia II, Estágio Supervisionado em Ensino de Filosofia II, Filosofia da Religião

  • 02/2011 - 06/2011

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio Supervisionado em Ensino de Filosofia I, Introdução à Metodologia Científica, Prática de Ensino de Filosofia I

  • 01/2011 - 02/2011

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, História da Filosofia Moderna II

  • 10/2010 - 12/2010

    Ensino, Filosofia, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução à Metodologia Científica