Juliana Passos Lima
Terapeuta Ocupacional formada pela Universidade Federal de Sergipe no Campus das Ciências da Saúde em Lagarto-SE.
Informações coletadas do Lattes em 15/09/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Especialização interrompida em 2020 em Pós-graduação em Transtorno do Espectro Autista
2018 - Atual
CHILD BEHAVIOR INSTITUTE OF MIAMI
Ano de interrupção: 2020
Graduação em Terapia Ocupacional
2012 - 2016
Universidade Federal de Sergipe
Título: Violência Doméstica: Quando a agressão começa e a saúde acaba.
Orientador: Sandra Aiache Menta
Formação complementar
2018 -
Curso Básico de Integração Sensorial. (Carga horária: 50h). , Child Behavior Institute of Miami, CBI OF MIAMI, Brasil.
2025 - 2025
Teoria de Integração Sensorial de Ayres compreendendo a abordagem e uso. (Carga horária: 44h). , Benu Produtos e Eventos Especiais BENU, BENU, Brasil.
2016 - 2016
Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde.. (Carga horária: 20h). , Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, COFFITO, Brasil.
2014 - 2014
Curso de Prevenção dos Problemas Relacionados ao Uso de Drogas. (Carga horária: 120h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
2014 - 2014
Curso de Terapia Cognitivo Comportamental. (Carga horária: 20h). , Instituto Politécnico de Ensino a Distância, iPED, Brasil.
Idiomas
Inglês
Lê Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fisioterapia e Terapia Ocupacional / Subárea: Terapia Ocupacional.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Tratamento e Prevenção Psicológica/Especialidade: Treinamento e Reabilitação.
Participação em eventos
XII Congresso Norte-Nordeste de Terapia Ocupacional. Violência Doméstica: quando a agressão destrói o amor próprio. 2018. (Congresso).
ENASA - Encontro Nacional DE Arte E Saúde (ARTE, CULTURA, DIVERSIDADE E SAÚDE). 2016. (Encontro).
I Seminário Estadual Primeira Infância - Um ideário em construção. 2016. (Seminário).
2° Fórum de Direitos Humanos e Saúde Mental. 2015. (Outra).
25° Encontro de Iniciação Científica da UFS 2015.Violência Doméstica: quando a agressão destrói o amor próprio.. 2015. (Encontro).
A Socialização da Saúde e a Medicalização do Social: desafios para uma prática contextualizada e efetiva. 2015. (Outra).
Cinema e Terapia Ocupacional (CINECATO). 2015. (Outra).
II Simpósio Sergipano Multidisciplinar SEM DOR. 2015. (Simpósio).
I Simpósio Interdisciplinar de Neurociência aplicada de Sergipe. 2015. (Simpósio).
1° Encontro de Saúde Mental da UFS - Lagarto. 2014. (Encontro).
A Terapia Ocupacional na prática do Apoio Institucional na Rede de Atenção Psicossocial. 2014. (Outra).
III Encontro de Terapia Ocupacional - II Semana Acadêmica da UFS. 2014. (Encontro).
IV Fórum de Saúde Funcional. 2014. (Outra).
Mesa Redonda: A inserção do terapeuta ocupacional no mercado de trabalho. 2014. (Outra).
Oficina de Atividades. 2014. (Oficina).
Atuação da Terapia Ocupacional no SUAS. 2013. (Outra).
II Encontro de Terapia Ocupacional - I Semana Acadêmico-cul. 2013. (Encontro).
II Seminário sobre Autismo: vivenciando educação, saúde e p. 2013. (Seminário).
Minicurso de Órtese. 2013. (Outra).
CONAC - Congresso Nacional de Conhecimento & CONES - C. 2012. (Congresso).
I Simpósio de Fisioterapia da UFS - Lagarto. 2012. (Simpósio).
Palestra:Reabilitação Pós acidente vascular encefálico. 2012. (Outra).
Produções bibliográficas
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LIMA, J. P. . Violência Doméstica: quando a agressão destrói o amor próprio.. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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LIMA, J. P. ; FARIAS, C. F. . Considerações sobre a loucura e a cidadania na atualidade: experiência em um CAPS. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Projetos de pesquisa
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2014 - 2015
Violência Doméstica: quando a agressão destrói o amor próprio., Descrição: A violência contra as mulheres no Brasil é o retrato de uma triste realidade. Segundo Borba, et. al. (1998), uma em cada cinco brasileiras declara espontaneamente ter sofrido algum tipo de violência por parte de algum homem.Diferentemente do que acontece com o homem, que em geral é agredido por estranhos ou simples conhecidos, quase sempre em lugares públicos, a situação da violência vivenciada pelas mulheres é radicalmente outra. A mulher sofre predominantemente a violência masculina dentro de casa, no espaço privado, e seu agressor geralmente é (ou foi) a pessoa de sua convivência íntima, em geral um homem - namorado, marido companheiro ou amante.Não existe um consenso entre pesquisadores/as em relação à terminologia utilizada para designar a violência sofrida pelas mulheres. Entre as mais comuns estão: violência de gênero; violência doméstica; violência intra-familiar; violência de parceiro íntimo e violência conjugal.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Juliana Passos Lima - Coordenador / Sandra Aiache Menta - Integrante / Fabiana Cristina Carlino - Integrante / Sheila Schneiberg Valenca Dias - Integrante / Miburge Bolivar Gois Junior - Integrante / Andrezza Marques Duque - Integrante / Erika Hiratuka - Integrante / Tais Bracher Annoroso Soares - Integrante / Maria Natalia Santos Da Silva - Integrante / Elisson De Sandes Silva - Integrante / Marcio Luiz Da Silva Santos - Integrante / Camila Fontes Farias - Integrante.
Histórico profissional
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