Tânia do Socorro Souza Chaves
Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Pará (1991). É médica infectologista pelo programa de residência médica do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, em 1997. É mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pela Universidade de São Paulo (2003) e doutorado em MEDICINA pela Faculdade de Medicina da USP (2014). Atualmente cursa Pós-doutorado do Programa de Pós-graduação em Infectologia da Universidade Federal de São Paulo. É Professora Adjunta I do Magistério Superior da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará; Docente licenciada do curso de medicina do Centro Universitário do Pará (CESUPA). Pesquisadora Titular em Saúde Pública do Instituto Evandro Chagas (IEC/SVSA/MS) e responsável pelo Laboratório de Ensaios Clínicos em Malária (LECEM) desde 2018. É docente permanente do Programa de Pós-graduação em Epidemiologia e Vigilância em Saúde do Instituto Evandro Chagas (PPGEVS/IEC). E Supervisora Acadêmica no PROGRAMA MAIS MÉDICOS PARA O BRASIL - PMMB, atuou na região do estado do Pará no período de Novembro de 2019 a Junho de 2022, e atua desde Agosto de 2023 até a presente data.É tutora do Curso de especialização em medicina de família e comunidade, curso promovido pela Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde do Brasil. Sobre a experiência em gestão em saúde, assumiu a vice-coordenação do Programa de Pós-graduação em Epidemiologia e Vigilância em Saúde do Núcleo de Ensino e Pesquisa do IEC de 2018 a 2020. Atualmente é membro titular do Comitê Técnico de Acompanhamento e Assessoramento do Programa Nacional de Prevenção e Controle da Malária (CTA-PNCM), publicado em Portaria SVSA/MS n 89, de 18 de agosto de 2023. Participa ativamente das Sociedades Científicas Brasileiras e Internacionais como sócia e na coordenação de Comitês, Comissões e grupos de trabalho. Coordena o Comitê de Medicina de Medicina de viagem da Sociedade Brasileira de Infectologia, coordena a Comissão de vacinação do viajante da Sociedade Brasileira de Imunizações, foi representante regional do Pará, da Sociedade Brasileira de Imunizações de 2018-2022; é sócia e membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Tem larga experiência em medicina de viagem, ex-Presidente da Sociedade LatinoAmericana de Medicina del Viajero (SLAMVI) e atualmente é Delegada Representante da SLAMVI no Brasil, desde Setembro/2023. Realiza orientação de estudantes de graduação e pós-graduação, orientou 20 alunos de iniciação científica (IC), 12 de especialização, 8 de mestrado e coorientou dois alunos de mestrado. Desenvolve pesquisa na área de Doenças Infecciosas e Parasitárias há mais de vinte anos, sob os aspectos clínicos, epidemiológicos, de prevenção (vacinação) e tratamento, com ênfase em síndromes febris agudas, malária, agravos em viajantes, arboviroses, infecções respiratórias virais e doenças de interesse em saúde pública no Brasil e especialmente, na Amazônia brasileira onde reside.
Informações coletadas do Lattes em 03/12/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em MEDICINA
2011 - 2014
Faculdade de Medicina da USP
Título: A PARTICIPAÇÃO DE UM SERVIÇO PÚBLICO NA ATENÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES À SAÚDE DO VIAJANTE NO BRASIL
, Ano de obtenção: 2014. MARTA HELOISA LOPES. Grande área: Ciências da SaúdeGrande Área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS. Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Epidemiologia.
Mestrado em Doenças Infecciosas e Parasitárias
2001 - 2003
Universidade de São Paulo
Título: Soroprevalência de anticorpos contra o vírus da Varicela-zoster e resposta à vacina contra varicela em crianças transplantadas renais do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, Ano de Obtenção: 2003
Marta Heloisa Lopes.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Imunizações.
Especialização - Residência médica
1994 - 1997
INSTITUTO DE INFECTOLOGIA EMILIO RIBAS
Residência médica em: InfectologiaNúmero do registro: .
Especialização em Estágio em clínica Médica
1993 - 1994
Escola Paulista de Medicina
Título: Não houve
Graduação em Medicina
1986 - 1991
Universidade Federal do Pará
Título: Indicação de cesárias observadas na Santa Casa de Misericórdia do Estado do Pará no biênio 87/88
Orientador: Luiz Alves Arraes
Pós-doutorado
2023
Pós-Doutorado. , Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil. , Grande área: Ciências da Saúde, Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Epidemiolgia. , Grande Área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: PESQUISA CLÍNICA.
Formação complementar
2023 - 2023
Virologia clínica. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil.
2022 - 2022
Boas Práticas Clínicas. (Carga horária: 40h). , Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
2020 - 2020
Gestão da Qualidade em Pesquisa Clínica. (Carga horária: 32h). , ASSOC. HOSPITALAR MOINHOS DE VENTO - UNID. DE EDUCACAO, AHMV, Brasil.
2016 - 2016
Estudo de Pesquisa Clínica de Fase III - de eficácia da Tafenoquina. (Carga horária: 320h). , Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, FMTHVD, Brasil.
2014 - 2014
Capacitação em Boas Práticas rm Ensaios Clínicos para o estudo de drogas an. (Carga horária: 40h). , Hospital Universitário Julio Müller, HUJM, Brasil.
2004 - 2005
Vacinologia. (Carga horária: 96h). , Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, HSPESP, Brasil.
2003 - 2003
Extensão universitária em Treinamento de Genotipagem. (Carga horária: 24h). , Programa Nacional de DST/AIDS, MS, Brasil.
1993 - 1994
Extensão universitária em Clinica Médica. (Carga horária: 1400h). , Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Imunização em imunodeprimidos.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Imunizações.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Medicina de viagem.
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS/Especialidade: Doenças Infecciosas e Parasitárias. Doenças Tropicais e HIV/AIDS.
Organização de eventos
CHAVES, TANIA DO SOCORRO SOUZA ; LINS, R. ; CABADA, M. ; RODRIGUEZ-MORALES, ALFONSO J. ; RODRIGUES, K. M. P. ; Susana Lloveras ; PERRET, CECILIA ; WEITZEL, T. ; COSTA, M. . VI Congreso de la Sociedad Latino Americana del Viajero. 2024. (Congresso).
Tania S S Chaves ; CHEBABO, A. ; GUIMARAES, A. ; NAIME, A. . IX Congresso Norte Nordeste de Infectologia. 2024. (Congresso).
VIANA, G. M. R. ; POVOA, M. M. ; CHAMMA-SIQUEIRA, N. ; PEREIRA, D. B. ; VIEIRA, J. L. ; Chaves, Tânia S. S. . XVII Reunião Nacional de Pesquisa em Malaria. 2024. (Outro).
BALLALAI, I. ; LEVI, M. ; CUNHA, J. ; KFOURI, R. ; BRAVO, F. ; CHAVES, T. S. S. . XXV Jornada da Sociedade Brasileira de Imunizações. 2023. (Congresso).
CHEBADO, A. ; CIMERMAN, S. ; NAIME, A. ; SILVA, M. F. C. R. ; CHAVES, T. S. S. . XXIII Congresso Brasileiro de Infectologia. 2023. (Congresso).
CHAVES, T. S. S. ; CUNHA, J. ; ATHAYDE, N. ; BALLALAI, I. ; KFOURI, R. ; LEVI, M. . Jornada Paraense de Imunizações. 2022. (Outro).
CUNHA, J. ; BALLALAI, I. ; KFOURI, R. ; LEVI, M. ; BRAVO, F. ; CHAVES, T. S. S. . XXIV Jornada Nacional de Imunizações SBIm/Pelas altas coberturas vacinais. 2022. (Congresso).
Tania S S Chaves ; BICHARA, C. N. C. ; VASCONCELOS, P. F. C. ; POVOA, M. ; VIANA, G. M. R. ; PINTO, A. Y. N. ; SARMENTO, V. P. ; MARTINS FILHO, A. J. ; MARTINS, L. C. . 57o. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 2022. (Congresso).
BICHARA, C. N. C. ; VASCONCELOS, P. F. C. ; POVOA, M. M. ; VIANA, G. M. R. ; MARTINS, L. C. ; CASSEB, L. ; CHAVES, T. S. S. . 56o. Congresso da sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 2021. (Congresso).
CIMERMAN, S. ; CHEBADO, A. ; ARNS, C. ; CHAVES, T. S. S. ; RITCHMAN, R. ; CRODA, J. ; CARNEIRO, I. ; VERGARA, T. . XXII Congresso Brasileiro de Infectologia. 2021. (Congresso).
VIANA, G. M. R. ; CHAMMA-SIQUEIRA, N. ; CHAVES, T. S. S. ; BRANDAO, R. ; MARVAO, J. C. S. ; SOUZA, K. M. P. ; Tania S S Chaves . Atualização no Diagnóstico Laboratorial da Malária.. 2021. (Outro).
CORREA, M. P. S. ; CHAVES, T. S. S. ; CIMERMAN, S. ; ARNS, C. ; MICHELIM, L. . XXI Congresso da Sociedade Brasileira de Infectologia. 2019. (Congresso).
BRANDAO FILHO, S. ; CHAVES, T. S. S. ; LEMOS, S. . 54. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 2018. (Congresso).
LACERDA, MARCUS ; HUEB, M. ; VASCONCELOS, P. F. C. ; SIQUIERA, A. M. ; MONTEIRO, WUELTON MARCELO ; CRODA, J. ; CHAVES, T. S. S. . 53o. Congresso da sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 2017. (Congresso).
CHAVES, T. S. S. . VI CONGRESO DE ENFERMIDADES ENDEMOEPIDEMICAS DEL HOSPITAL MUNIZ. 2017. (Congresso).
CHAVES, T. S. S. ; Susana Lloveras ; ORDUNA, T. ; LEMOS, S. ; Dabanche, Jeanette ; ALVES, J. ; Ribeiro, Ana Freitas . 4o, Congresso da Sociedad Latino Americana del Viajero. 2016. (Congresso).
Michelin Lessandra ; PASQUALOTTO, A. C. ; SCHWARZBOLD, A. V. ; CARNEIRO, M. ; Rocha, J LL ; CHAVES, T. S. ; CHAVES, T. S. S. . XIX Congresso Brasileiro de Infectologia. 2015. (Congresso).
CHAVES, T. S. S. ; MICHELIN, L. ; LEMOS, S. . Curso Pré Congresso em Medicina de Viagem. 2015. (Congresso).
CHAVES, T. S. S. . 8o. Congresso Paulista de Infectologia MEMBRO DA COMISSÃO CIENTÍFICA. 2012. (Congresso).
CHAVES, T. S. S. ; Mascheretti M. ; ALVES, J. R. ; Boulos, M. . II Simpósio da Sociedade Brasileira de medicina de Viagem. 2009. (Outro).
AMATO, V. S. ; CHAVES, T. S. S. ; MIMICOS, E. V. ; CARVALHO, N. B. ; SHIKANAI-YASUDA, M. A. . I Curso de Doenças Endêmicas e Infecção por HIV/Aids. 2009. (Outro).
CHAVES, T. S. S. ; Mascheretti M. ; Lopes M. H. ; Boulos, M. ; ALVES, J. R. . I Simpósio da Sociedade Brasileira de Medicina de Viagem. 2008. (Outro).
Participação em eventos
Curso continuado de Infectologia Clínica Módulo #6.Malária. 2023. (Outra).
Curso Continuado de Infectologia Clínica - Módulo #8.Profilaxia da malária. 2023. (Outra).
I Simpósio On Line de Parasitologia Clínica em Grupos Vulneráveis f.Malária nos povos indígenas. 2023. (Simpósio).
IX Semana Científica do programa de Pós Graduação em Microbiologia e Parasitologia aplicadas da Universidade Federal Fluminense.Medicina do Viajante e as doenças infecto-parasitérias. 2023. (Seminário).
The Ninth ESWI. : RSV pattern in adult population during COVID-19 pandemic in a tertiary hospital in São Paulo, Brazil. 2023. (Congresso).
XXIII Congresso Brasileiro de Infectologia. Surto nosocomial de betacoronavírus em São Paulo após redução de casos de COVID-19. 2023. (Congresso).
57o. CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA TROPICAL. Malária: tratamento e resistência. 2022. (Congresso).
57O. CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA TROPICAL. A dinâmica das fontes de informações durante a pandemia de COVID-19. 2022. (Congresso).
Malária: da epidemiologia ao tratamento.Malária: Tratamento. 2022. (Encontro).
Malária: da epidemiologia ao tratamento.Tratamento da malária. 2022. (Encontro).
Medicina de Viagem e os desafios de sua prática: ontem, hoje e amanha.Medicina de Viagem e os desafios de sua prática: ontem, hoje e amanha. 2022. (Encontro).
XVI Reunião Nacional de Pesquisa em Malária.Student/post-doc presentation: session I. 2022. (Outra).
XXIII Jornada Nacional de Imunizações.Enfrentamentos da pandemia. 2021. (Outra).
1a. Reunião para Discussão dos Avanços e Aceleração do fortalecimento da Vigilância e Eliminação da Malária no Brasilncia.Ensaios Clínicos com novos antimaláricos. 2018. (Encontro).
20. Jornada Nacional de Imunizações SBIm.Mesa REDONDA: Cenários que ainda merecem atenção. 2018. (Outra).
20. Jornada Nacional de Imunizações SBIm.I Fórum Latino Americano - Vacinação do Adulto e Idoso. 2018. (Outra).
20. Jornada Nacional de Imunizações SBIm.Vacinação populações especiais: Viajantes. 2018. (Outra).
54. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Doenças transmitidas por vetores e a prevenção contra picadas de mosquitos. 2018. (Congresso).
54. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Viajante do último minuto. 2018. (Congresso).
54. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Doença de Chagas por transmissão oral. 2018. (Congresso).
54. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. OS PRINCIPIOS DA ORIENTAÇÃO PRÉ-VIAGEM. 2018. (Congresso).
54. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Desafios da malária na extra-Amazônia. 2018. (Congresso).
54. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Resistência antimicrobiana. 2018. (Congresso).
II Simpósio da LIGA Acadêmica de Medicina Tropical e Infectologia do Pará.Chikungunya: aspectos clínicos e epidemiológicos na Amazônia. 2018. (Simpósio).
II Simpósio da LIGA Acadêmica de Medicina Tropical e Infectologia do Pará.Malária: situação epidemiológica atual no Brasil. 2018. (Simpósio).
II Simpósio de Doenças Infecto-Parasitárias na Amazônia (LIDIPA).Presidente da Mesa: Endemias e suas Pecliaridades na Amazônia. 2018. (Simpósio).
XII Semana da saúde, Fazer saúde na Amazônia: desafios e perspectivas nas comunidades ribeirinhas: 16 a 19 de maio de de 2018.Mesa Redonda: Endemias na Amazônia: Malária. 2018. (Outra).
XIX Congresso Médico Amazônico. Arbovirus na América Latina e a Influencia no Brasil. 2018. (Congresso).
53o. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Febre tifóide em viajantes: o desafio da prevenção. 2017. (Congresso).
53o. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. ABC da quimioprofilaxia da malária. 2017. (Congresso).
53o. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Riscos e desafios: Prevenção em medicina de Viagem. 2017. (Congresso).
53o. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Medicina de viagem: partucularidades reais. 2017. (Congresso).
6th International Conference on Plasmodium vivax. Complicated forms of vivax malaria due to the use of primaquine in patients with G6PD deficiency. Case Report. 2017. (Congresso).
6th International Conference on Plasmodium vivax.Evaluation of the pulmonary function in patients with vivax malaria. 2017. (Outra).
Aula Inaugural da Liga de Doenças Infecto Parasitárias na Amazônia.Epidemiologia e Controle da Infecção pelo Zika virus. 2017. (Outra).
Aula Quinzenal da Liga Acadêmica de Medicina Tropical e Infectologia do Pará.Sífilis. 2017. (Outra).
III Jornada Norte e Nordeste SBIm & II Encontro Paraense de Imunizações.Vacinação do Viajante frente às doenças emergentes. 2017. (Encontro).
III Jornada Norte e Nordeste SBIm & II Encontro Paraense de Imunizações/ II Encontro Paraense de Imunizações.Vacinação do viajante frente às doenças emergentes. 2017. (Simpósio).
VI WorkShop de Comorbidades e Eventos adversos em HIV/AIDS.Dengue e Chikungunya. 2017. (Encontro).
XIX Jornada Nacional de Imunizações. Viajante de última hora: como orientar. 2017. (Congresso).
XIX Jornada Nacional de Imunizações da Sociedade Brasileira de Imunizações.Saúde Sustentável. 2017. (Outra).
XX Congresso Brasileiro de Infectologia. Agravos no retorno. 2017. (Congresso).
XX Congresso Brasileiro de Infectologia. O ano em Medicina Tropical. 2017. (Congresso).
52o. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Medicina de Viagem I (SLAMVI/SBMV/SBI/SBIm. 2016. (Congresso).
52o. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Medicina de Viagem II (SLAMVI/SBMV/SBI/SBIm. 2016. (Congresso).
52o. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Calendários alternativos de vacinações para populações de áreas remotas e sem saneamento básico. 2016. (Congresso).
II CONGRESSO BRASILEIRO INTERDISCIPLINAR DE PROMOÇÃO DA SAÚDE S. Doenças transmitidas pelo Aedes aegypti: Dengue e Chikungunya. 2016. (Congresso).
I SIMPÓSIO DE MEDICINA TROPICAL E ATENÇÃO PRIMÁRIA DO BAIXO AMAZONAS E TAPAJÓS.Febre de Chikungunya. 2016. (Simpósio).
IV CONGRESSO LATINO AMERICANO DE MEDICINA DEL VIAJERO. AJUDANDO A PREPARAR AS MALAS: CONSULTA INTEGRAL PRE VIAJE. 2016. (Congresso).
IV CONGRESSO LATINO AMERICANO DE MEDICINA DEL VIAJERO. bRASIL, COM OLHAR AO VIAJANTES: SESSÃO SLAMVI/SBI. 2016. (Congresso).
IV CONGRESSO LATINO AMERICANO DE MEDICINA DEL VIAJERO. AS ENFERMIDADES ENDEMICAS E EMERGENTES QUE AFETAM OS VIAJANTES: SIMPÓSIO SLAMVI-API. 2016. (Congresso).
VI Congresso Norte-Nordeste de Infectologia. Infecções em viajantes. 2016. (Congresso).
XI Semana Acadêmica do Curso de Medicina.Abordagem das febres hemorrágicas na emergência. 2016. (Outra).
XVIII Congresso Médico Amazônico. Atualização sobre Chikungunya. 2016. (Congresso).
XVIII JORNADA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES.Calendários alternativos de vacinações para populações de áreas remotas e sem saneamento básico. 2016. (Outra).
XXI Seminário PIBIC/IEC/CNPq e da IV Jornada de Pós Graduação.Coinfecção malária ? dengue no Instituto Evandro Chagas ? uma série de casos. 2016. (Seminário).
XXI Seminário PIBIC/IEC/CNPq e IV Jornadaa de Pós-Graduação do IEC IEC.CO-INFECÇÃO MALÁRIA/ DENGUE NO INSTITUTO EVANDRO CHAGAS - UMA SÉRIE DE CASOS. 2016. (Seminário).
51o. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicia Tropical. Malária (Brasil) em viajantes. 2015. (Congresso).
XI Jornada Científica Hospital de aeronáutica de Belém.Dengue, Zika virus e Febre de Chikungunya - diagnóstico diferencial. 2015. (Outra).
XIX Congresso Brasileiro de Infectologia. Casos clínicos interativos - Infecções em viajantes: souvernir de viagem. 2015. (Congresso).
XIX Congresso Brasileiro de Infectologia. Mesa Redonda: "Consulta pré-viagem: viajando para a Europa, Ásia e Américas. 2015. (Congresso).
XIX Congresso Brasileiro de Infectologia. Investigação da febre no retorno. 2015. (Congresso).
XXXII Congreso Chileno de Infectologia. Profilaxis de malaria en las Américas: ? Donde y con que?. 2015. (Congresso).
50º CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA TROPICAL. Guia de vacinação e quimioprofilaxias para viajantes. 2014. (Congresso).
50º CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA TROPICAL. Viajando para/na Amazônia. 2014. (Congresso).
50º CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA TROPICAL. Doenças relacionadas à mobilidade urbana. 2014. (Congresso).
Encontro sobre Chikungunya. 2014. (Encontro).
III Simpósio de estudos e pesquisas em ciências ambientais na Amazônia.Situação do Brasil e da Amazônia no contexto emergente da F ebre de Chikungunya e Ebola:. 2014. (Simpósio).
IX Congresso Brasileiro de Epidemiologia. Malária no viajante. 2014. (Congresso).
Liga Acadêmica Paraense de Doenças Infeciosas e Parasitárias.Atualização em Moléstias Tropicais: Febre de Chikungunya. 2014. (Outra).
Seminário Internacional de Chikungunya. 2014. (Seminário).
XXI Jornada Acadêmica de Medicina (JAM) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).Eventos de massa - riscos de importação e exportação das doenças transmissíveis. 2014. (Outra).
1o. Fórum do Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto Evandro Chagas. 2013. (Seminário).
Curso de Epidemiologia Módulo I Investigação de surtos. 2013. (Outra).
XIII Reunião Nacional de Pesquisa em Malária.Malária em viajantes no Brasil. Qual a nossa realidade?. 2013. (Encontro).
XLIX Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Guia de vacinação para viajantes. 2013. (Congresso).
XLIX Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Malária na região Extra Amazônica I. 2013. (Congresso).
XVIII Congresso Brasileiro de Infectologia. Febre, diarréia e doenças dermatológicas ou souvernirs de viagens. 2013. (Congresso).
XVIII Congresso Brasileiro de Infectologia.Dengue, malária e febre amarela. 2013. (Encontro).
3° Congresso Sul Capixaba de Prevenção das DST/AIDS. Viajando com HIV. 2012. (Congresso).
8o. Congresso Paulista de Infectologia. Avaliação do viajante que retorna com lesões cutaneas. 2012. (Congresso).
8o. Congresso Paulista de Infectologia. Quimioprofilaxias - Curso Pré-Congresso Medicina de viagem. 2012. (Congresso).
8o. Congresso Paulista de Infectologia. Curso Pré-Congresso - Medicina do Viajante - Módulo Pré-Viagem. 2012. (Congresso).
8o. Congresso Paulista de Infectologia. Debatendo com o especialista - Imunização/Medicina do Viajante. 2012. (Congresso).
II Conferencia Internacional em Epidemiologia.O viajante nacional: Riscos, medidas de prevenção e controle. 2012. (Outra).
Simpósio Paraense de Infectologia - Desvendando a Região Amazônica.Medicina de Viagem. 2012. (Simpósio).
XVI CONGRESSO MÉDICO AMAZÔNICO. Emergência de Cepas de Plasmodium falciparum resistente ao Artesunato. 2012. (Congresso).
XVI CONGRESSO MÉDICO AMAZÕNICO. A MEDICINA DO VIAJANTE - PRINCIPIOS E PRÁTICAS. 2012. (Congresso).
XVI CONGRESSO MÉDICO AMAZÕNICO. DOENÇAS EXAANTEMÁTICAS. 2012. (Congresso).
1ST INTERNATIONAL CONFERENCE ON CONTROVERSIES IN VACCINATION IN ADULTS. HEPATITIS B REVACCINATION FOR HEALTHCARE WORKERS WITH ANTI-HBS NEGATIVE AFTER RECEIVING A PRIMARY VACCINATION SERIES. 2011. (Congresso).
Café com Saúde - Centro de Vigilância Epidemiológica/Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.Comitê Estadual de Saúde do Viajante: Estratégias para Eventos de Massa. 2011. (Encontro).
I fórum de discussãa o sobre o surto de Escherichia coli enterohemorrágica (EHEC).ORIENTAÇÕES GERAIS AOS VIAJANTES. 2011. (Outra).
IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL SOBRE ARBOVIRUS DOS TRÓPICOS E FEBRES HEMORRÁGICAS VIRAIS.CASOS IMPORTADOS DE FEBRE DE CHIKUNGUNYA NO BRASIL. 2011. (Simpósio).
Projeto de Integração Tropical (PIT/TROP) e Seminários em Doenças Tropicais e Saúde Internacional.\A participação de um serviço público na atenção e implementação de ações à saúde do viajante no Brasil. 2011. (Seminário).
VI Curso de atualização em doenças infecciosas.Medicina de viagem. 2011. (Outra).
VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DOENÇAS INFECCIOSAS.MEDICINA DE VIAGEM. 2011. (Outra).
XLVI CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA TROPICAL. Inúmeros trabalhos em pósteres. 2011. (Congresso).
XLVII CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA TROPICAL. MEDICINA DOS VIAJANTES - Agravos no retorno: de Chikungunya às diarréias. 2011. (Congresso).
XVII CONGRESSO BRASILEIRO DE INFECTOLOGIA. CURSO PRÉ-CONGRESSO Avaliação inicial do viajante. 2011. (Congresso).
14th International Congress on Infectious Diseases. 2010. (Congresso).
14th International Congress on Infectious Diseases. H1N1 experience at the Institute for Infectious Diseases Emilio Ribas, Sao Paulo, Brazil. The role of a travel clinic as sentinel for emerging diseases. 2010. (Congresso).
7º Congresso Paulista de Infectologia. Mesa Redonda: Medicina do Viajante - Prioridades das indicações de imunização em viajantes. 2010. (Congresso).
Conferência Internacional em Epidemiologia.Saúde dos Viajantes - Malária em viajantes. 2010. (Outra).
I Simpósio sobre Doenças Negligenciadas em Atenção Primária à Saúde.Sessão Interativa: Discussão de Caso. 2010. (Simpósio).
Jornada de Animais Peçonhentos e Doenças Tropicais de Santarém.Atenção à Saúde dos Viajantes: Destino Amazônia. 2010. (Simpósio).
Jornada de Imunização.Vacinação do Viajante. 2010. (Encontro).
Oficina sobre Saúde dos Viajantes.Oficina sobre Saúde do Viajante, 28 e 29 de setembro Curitiba. 2010. (Oficina).
SIPAT/CPRM.Medicina do Viajante. 2010. (Outra).
XLVI Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Tema Livre: A importância da Medicina de Viagem em Situações de Emergência em Saúde Pública.. 2010. (Congresso).
44 Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Palestrante em Mesa redonda:Saude do Viajante e prevenção de doenças Infecciosas: o que fazer? com o tema: vacina para hepatites e esquemas acelerados. 2009. (Congresso).
44 Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Intensificação da vacinação de febre amarela no Brasil no ano de 2008: impacto em um serviço de referencia. 2009. (Congresso).
44o. Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Experiencia com a vacinação do viajante em outros paises. 2008. (Congresso).
6o. Congresso Paulista de Infectologia. Imunizações para viajantes: necessidade de esquemas acelerados. 2008. (Congresso).
I Congreso Latinoamericano de Medicina del Viajero. Dermatoses. 2008. (Congresso).
I Congreso Latinoamericano de Medicina del Viajero. Situaciones clinicas especiales. 2008. (Congresso).
I Simpósio da Sociedade de Medicina de Viagem.Viajantes Especiais. 2008. (Simpósio).
Seminário de Vigilância e Informação em Saúde da Petrobrás.Quimiopofilaxia de malária. 2008. (Seminário).
XXVI Congresso Médico Academico de Santos. Febre Amarela: aspectos epidemiolõgicos e medidas de controle. 2008. (Congresso).
10th Conference of the International Society of Travel Medicine (CISTM).Trabalhos sobre Malária e Pacientes Especiais. 2007. (Outra).
XLIII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, II Encontro de Medicina Tropical dos Países de Lingua Portuguêsa e I Encontro da Sociedade Brasileira de Medicina de Viagem. Assistência aos refugiados: aspectos sociais e epidemiológicos. 2007. (Congresso).
XLIII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, II Encontro de Medicina Tropical dos Países de Lingua Portuguêsa e I Encontro da Sociedade Brasileira de Medicina de Viagem. quimioprofilixia da malária. 2007. (Congresso).
XLI Jornada Catarinense de Debates Científicos e Estudos Médicos - Prevenção em Saúde - Novas Perspectivas.Medicina de viagem - prevenção de doenças em viajantes. 2007. (Outra).
XV Congresso Brasileiro de Infectologia. Medicina de viagem: avaliação das recomendações de vacinação no Núcleo de Medicina do Viajante (MMV) do Instituto de Infectologia Emilio Ribas. 2007. (Congresso).
XV Congresso Brasileiro de Infectologia. Teste de genotipagem do HIV em 92 criaças com falha terapêutica - experiência do Instituto de Infectologia Emilio Ribas. 2007. (Congresso).
XV Congresso Brasileiro de Infectologia. Teste de genotipagem do HIV em 640 adultos com falha terapêutica - experiência do Instituto de Infectologia Emilio Ribas. 2007. (Congresso).
XXIV Congresso Médico Acadêmico de Santos. Medicina de viagem: nova área de atuação médica. 2006. (Congresso).
3rd Congress International Pediatric TRansplant Association. Immunization practices in pediatric kidney transplantation. 2005. (Congresso).
XIV Congresso Brasileiro de Infectologia. Mesa: Medicina de viagem - Tema: Imunização do viajante. 2005. (Congresso).
XIV Congresso Brasileiro de Infectologia. Mesa: Infecções de potencial epidêmico - Tema: Febre hemorrágiuca pelo vírus Marburg em Angola. 2005. (Congresso).
XLI Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Febre emm exploradores de cavernas do Parque Estual Turístico do Alto Ribeira, São Paulo - Relatos de caso. 2005. (Congresso).
1 Simposio Avanços em Pesquisas Médicas dos Laboratórios de Investigação Médica do HC-FMUSP.Soroprevalência de anticorpos contra o virus varicela-zoster e avaliação da sorovconversão e eventos adversos da vacina contra varicela em crianças transplantadas renais do HC-FMUSP. 2003. (Simpósio).
Second Congress of the International Pediatrci Transplantation. Seroprevalence of antibodies against varicella zoster (VZV) and evaluation of safety and efficacy of VZV vaccination in pediatric renal transplantion. 2003. (Congresso).
XXXVIII Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Atendimento ao regressante. 2002. (Congresso).
7th Conference of the International Society of Travel Medicine (CISTM7). A Brazilian travel medicine experience: evaluation of the first public service in the State of São Paulo, Brazil. 2001. (Congresso).
Participação em bancas
BATISTA, P. O.;CHAVES, TANIA DO SOCORRO SOUZA; SOUZA, G. S.; CASTRO, A. J. O.; LINONATTI, R.. Avaliação da perda de memória em pessoas com síndrome pós COVID-19: níveis séricos de irisinae fatores de risco associados. 2024. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Doenças Tropicais) - Núcleo de Medicina Tropical.
SAMPAIO, V. S.; VAL, F. F. A. E.; PHANOR, J.;CHAVES, T. S. S.. Avaliação das recorrências entre o uso de primaquina diária versus semanal em pacientes com malária vivax. 2022. Dissertação (Mestrado em Medicina Tropical) - Universidade do Estado do Amazonas.
Tania S S Chaves; MARTINS, L. C.; FERREIRA, M. S.; CARVALHO, C. A. M.; CHIANG, J. O.. CARACTERIZAÇÃO TRANSVERSAL COMPARATIVA DA CINÉTICA DE BIOMARCADORES IMUNOLÓGICOS CIRCULANTES DURANTE A INFECÇÃO HUMANA AGUDA COM DIFERENTES SOROTIPOS DO VÍRUS DENGUE. 2022. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
SOUZA, K. M. P.;VIANA, G. M. R.CHAVES, T. S. S.; TEIXEIRA, E.; SENA, L. W. P.. Instrumento Digital para Avaliar a Percepção dos Pacientes quanto à Adesão ao Tratamento da Malária: construção e validação. 2022. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
SILVA, M. S. C.; MARTINS, L. C.;CHAVES, T. S. S.. Estudo sobre o perfil de citocinas envolvidas na infecção pelos diferentes sorotipos do Vírus dengue. 2021. Dissertação (Mestrado em Epidemiologia e Vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
RODRIGUES, E. L. J.;CHAVES, T. S. S.; CARNEIRO, I. C. R. S.; FRAZAO, A. G. F.; LINONATTI, R.. Imagem corporal e sua relação com adesão ao tratamento em pacientes com lipodistrofia secundária à terapia antirretroviral. 2019. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Doenças Tropicais) - Núcleo de Medicina Tropical.
SANTOS, N. C. C.; MATOS, H. J.; NOGUEIRA, L. M. V.;CHAVES, T. S. S.; GUIMARAES, R. J. P. S. E.. Análise espacial dos casos de malária em crianças no Pará. 2019. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
VIEIRA, G. M. R.; SILVESTRE, R. V. D.;CHAVES, T. S. S.; SOARES, L. S.. Distribuição espacial e temporal dos casos de mala´ria associados a fatores ambientais em área de construção de hidrelétrica, estado do Pará, Brasil. 2019. Dissertação (Mestrado em Epidemiologia e Vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
LEAL, D.; VENTURA, A. M. R. S.; CARVALHO, F. A. F.;CHAVES, T. S. S.. CARACTERISTICAS CLÍNICAS E EPIDEMIOLÓGICAS DE PACIENTES COM FEBRE TIFÓIDE ATENDIDOS NO SOAMU/IEC - BASES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE. 2018. Dissertação (Mestrado em Epidemiologia e Vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
CHAVES, T. S. S.; VALENTE, S. A.; VALENTE, V.; PINTO, A. Y. N.. Perfil epidemiológico de indivíduos infectados pelo tripanossoma Cruzi na forma assintomática triados em banco de sangue. 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
CHAVES, T. S. S.; POVOA, M. M.; SENA, L. S.; VIEIRA, G. M. R.. Monitoramento da deleção dos genes para HRP2 e HRP3 (proteina 2 e 3 ricas em histidina) de Plasmodium falciparum em áreas endêmicas da Amazônia brasileira. 2018. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
CHAVES, T. S. S.; RODRIGUES, I. L. A.; FERREIRA, A. M. R.; PINTO, A. Y. N.; SA, A. M. M.. Itinerário da doença de Chagas agudo:do adoecimento ao enfrentamento em um municipio amazônico. 2018. Dissertação (Mestrado em Curso de Mestrado em Enfermagem) - Universidade do Estado do Pará.
LOPES, T. M. R.; CRUZ, A. C. R.; GUIMARAES, R. J. P. S. E.;CHAVES, T. S. S.; VENTURA, A. M. R.. Análise ecoepidemiológica da distribuição espaçotemporal da malária no município de Itaituba, Pará, no período de 2011 a 2015. 2017. Dissertação (Mestrado em Biologia Parasitária na Amazônia) - Universidade do Estado do Pará.
CHAVES, T. S. S.; GUTJAR, A. L. N.; ALVES, V. R.; RIBEIRO, J. M. F.; BRAGA, C. E. S.; SILVA, M. C. M.. Estudo da prevalência de parasitoses intestinais em crianças residentes no Igarapé da Santa Cruz, municipio de Breves, Pará, Brasil. 2016. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) - Universidade do Estado do Pará.
CHAVES, T. S. S.; ALVES, V. R.; RIBEIRO, J. M. F.; OLIVEIRA, D. M. S.; BICHARA, C. N. C.. Leismaniose visceral no Baixo Tocantins-PA, série histórica com análise da possibilidade de urbanização. 2016. Dissertação (Mestrado em CIÊNCIAS AMBIENTAIS) - Universidade do Estado do Pará.
CHAVES, T. S. S.; MACHADO, R. L. D.. Estado Nutricional na malária: influencia nos aspectos clinicos e laboratoriais de pacientes naturalmente infectados por Plasmodium vivax. 2015. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em Doenças Tropicais) - Núcleo de Medicina Tropical.
SANTOS, L. M. G.; ENK, M. J.; ANDRIOLO, R. B.; CHAGAS, A. P.;CHAVES, T. S. S.. Evolução da leismaniose visceral no Pará, Brasil de 2007 a 2011.. 2014. Dissertação (Mestrado em Biologia Parasitária na Amazônia) - Universidade do Estado do Pará.
DANIEL-RIBEIRO, C. T.; SILVA, E. O.; MATOS, H. J.;VIANA, G. M. R.CHAVES, T. S. S.; RODOVALHO, S.. Avaliação da eficácia de três esquemas para o tratamento terminal com primaquina para plasmodium vivax em Cruzeiro do sul, Acre, região Amazônica. 2023. Tese (Doutorado em Biologia de Agentes Infecciosos e Parasitários) - Universidade Federal do Pará.
FAICO-FILHO, K. S.; BELLEI, N. C. J.; GRANATO, C. F. H.; DOI, A. M.; CAMARGO, C. N.;Tania S S Chaves. DINÂMICA DE CARGA VIRAL EM PACIENTES COM SARS-CoV-2. 2023. Tese (Doutorado em Infectologia) - Universidade Federal de São Paulo.
GUIMARAES JUNIOR, B. S.; LINONATTI, R.; Ana Ventura;CHAVES, TANIA DO SOCORRO SOUZA; VILLANOVA, F. E.; SOUZA, G. S.. AVALIAÇÃO DAS APOPROTEÍNAS A-1 E B-100 NAS INFECÇÕES POR Plasmodium vivax EM UMA ÁREA ENDÊMICA PARA MALÁRIA. 2023. Tese (Doutorado em Programa de Pós Graduação em Doenças Tropicais) - Núcleo de Medicina Tropical.
CUBIDES, J. C. M.; PEITIE, P.; NOVOA NETO, H.;CHAVES, T. S. S.; MORAES NETO, A. H. A.. MOBILIDADE HUMANA E SAÚDE: COMPREENDENDO AS CONDIÇÕES SOCIAIS E DE SAÚDE DOS IMIGRANTES E REFUGIADOS VENEZUELANOS NA FRONTEIRA COLOMBIANA JUAN. 2022. Tese (Doutorado em Medicina Tropical) - Fundação Oswaldo Cruz.
MORENO, J. C.; POVOA NETO, H.;CHAVES, T. S. S.; PEITER, P. C.; MORAES NETO, A. H. A.;CHAVES, T. S. S.. Mobilidade humana e saúde: compreendendo as condições sociais e de saúde dos imigrantes e refugiados venezuelanos na fronteira colombiana. 2022. Tese (Doutorado em Medicina Tropical) - Fundação Oswaldo Cruz.
SOUZA, F. O.; ARAUJO, T. M.; LIMA, M. A. G.; TEIXEIRA, J. R. B.; WERNECK, G. L.;CHAVES, T. S. S.. Hesitação vacinal entre trabalhadores e trabalhadoras da saúde. 2021. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Universidade Estadual de Feira de Santana.
SILVA, M. S. S. Q.;CHAVES, T. S. S.; SOUSA, RITA CATARINA MEDEIROS; BICHARA, C. N. C.; KOYAMA, R. V. L.; MATOS, H. J.. Avaliação da terapêutica medicamentosa na fase subaguda e cronica da infecção pelo virus cikungunya. 2020 - Núcleo de Medicina Tropical.
LINONATTI, R.;CHAVES, T. S. S.; VENTURA, A. M. R. S.; PINHEIRO, M. C. N.; SOUZA, G. S.; VILLANOVA, F. E.. Níveis séricos de vitamina D e sua associação com parâmetros clínicos e laboratoriais em pacientes com malária. 2020. Tese (Doutorado em Programa de Pós Graduação em Doenças Tropicais) - Núcleo de Medicina Tropical.
MIRANDA, K. C. I.; QUARESMA, J. A. S.; GOMES, M. S. M.; PALACIOS, V. R. C.; BICHARA, C. N. C.; LIMA, P. D. L.;CHAVES, T. S. S.. O LABORATÓRIO DE FRONTEIRA COMO APOIO ÀS AÇÕES DE VIGILANCIA DE INFECÇÕES DE ETIOLOGIA VIRAL NA FRONTEIRA FRANCO-BRASILEIRA. 2019. Tese (Doutorado em PPG BIOLOGIA PARASITÁRIA NA AMAZÔNIA/DOUTORADO) - Universidade do Estado do Pará.
OLIVEIRA, E. H. C.; MACHADO, R. D.; LIMA, R. R.; SAGICA, F. E. S.;CHAVES, T. S. S.. Análise genômica comparativa e os polimorfismos nos genes TNFA, IFNG, IL6 e IL10 associados à expressão de citocinas na infecção por Plasmodium vivax no municipio de Itaituba, estado do Pará. 2018. Tese (Doutorado em Programa de NeuroCiências e Biologia Celular da UFPA) - Universidade Federal do Pará.
MELO, A. G. N.;CHAVES, T. S. S.; DOLABELA, M. F.; FUZII, H. T.; VIEIRA, G. M. R.; VIEIRA, J. L. F.. Atividade da Enzima citocromo P-450 2D6 e concentrações de Primaquina e carboxiprimaquina em pacientes infectados por Plasmodium vivax, no estado do pará, Brasil.. 2018. Tese (Doutorado em Programa de Pós Graduação em Inovação Farmacêutica) - Universidade Federal do Pará.
CHAMMA-SIQUEIRA, N.;VIANA, G. M. R.; MATOS, H. J.; SILVA, E. O.;CHAVES, T. S. S.. Avaliação da eficácia de três esquemas para o tratamento terminal com primaquina para plasmodium vivax em Cruzeiro do sul, Acre, região Amazônica. 2023. Exame de qualificação (Doutorando em PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA DE AGENTES INFECCIOSOS E PARASITÁRIOS) - Universidade Federal do Pará.
CHAVES, T. S. S.; VENTURA, A. M. R. S.; LINONATTI, R.. ALTERAÇÕES LIPIDICAS E HEPATICAS NA MALÁRIA NA FRONTEIRA FRANCO BRASILEIRA. 2022. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós Graduação em Doenças Tropicais) - Núcleo de Medicina Tropical.
SOUZA, F. O.;CHAVES, T. S. S.; ARAUJO, T. M.; PINHO, P. S.; WERNECK, G.. HESITAÇÃO EM VACINAR ENTRE TRABALHADORES E TRABALHADORAS DA SAÚDE. 2020. Exame de qualificação (Doutorando em Saúde Coletiva) - Universidade Estadual de Feira de Santana.
SOUSA, RITA CATARINA MEDEIROS; CRUZ, A. C. R.; KOYAMA, R. V. L.;CHAVES, T. S. S.. Avaliação da terapêutica medicamentosa na fase subaguda e crônica da infecção pelo virus chikungunya. 2019. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós Graduação em Doenças Tropicais) - Núcleo de Medicina Tropical.
CHAVES, T. S. S.; LINONATTI, R.; SEQUEIRA, C. G.; SOUZA, G. S.. Níveis séricos de vitamina D e sua associação com parâmetros clínicos e labopratoriais em pacientes com malária. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Programa de Pós Graduação em Doenças Tropicais) - Núcleo de Medicina Tropical.
SANTOS, L. M. G.; GONCALVES, E. C.; VENTURA, A. M. R. S.; AGUIAR, D. C. F.; AARAO, T. L. S.;CHAVES, T. S. S.; OLIVEIRA, E. H. C.. Etiologia da leishmaniose cutânea no estado do Amapá, Brasil. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em PPG BIOLOGIA PARASITÁRIA NA AMAZÔNIA/DOUTORADO) - Universidade do Estado do Pará.
LEITE, T. A.;CHAVES, TANIA DO SOCORRO SOUZAVIANA, G. M. R.. CARACTERIZAÇÃO DA ISOFORMA DA CYP450 ENVOLVIDA NA METABOLIZAÇÃO DE PRIMAQUINA (CYP2D6) EM PACIENTES COM MALÁRIA VIVAX NO ESTADO DO ACRE: ESTADO DA ARTE. 2024. Exame de qualificação (Mestrando em Biologia de Agentes Infecciosos e Parasitários) - Universidade Federal do Pará.
SA, C. A. F.; MATOS, H. J.; GUIMARAES, R.; COSTA, A. P.;CHAVES, T. S. S.. IMPACTO DA PANDEMIA POR COVID-19 NA INCIDÊNCIA DA MALÁRIA NO ESTADO DO PARÁ. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Epidemiologia e Vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
SOUZA, K. M. P.; RACHID, G. V.;CHAVES, T. S. S.. Instrumento Digital para Avaliar a Percepção dos Pacientes quanto à Adesão ao Tratamento da Malária: construção e validação. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
VIANA, G. M. R.; SILVA, J. C. O. B.;CHAVES, T. S. S.; BACCHINI, A. M.. SAÚDE MENTAL E EVENTOS PSICOSSOMÁTICOS EM TRABALHADORES DE UM INSTITUTO DE PESQUISA EM SAÚDE PÚBLICA DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Epidemiologia e Vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
ROCHA, H. P. S.;CHAVES, TANIA S.S.; TEIXEIRA, C. E. C.; MATOS, H. J.; SAGICA, F. E. S.. ANÁLISE DE SOBREVIDA EM PACIENTES NOTIFICADOS COM COVID-19 NO MUNICÍPIO DE BELÉM-PA. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
BARRETO, B. A. P.; CARVALHO, A. E. V.;CHAVES, T. S. S.; FURNALETO, I. P.. Abordagem da Sífilis na Atenção Básica: Conhecimentos e Práticas Profissionais. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Mestrado Profissional em Ensino em Saúde ? Educação Médica (ESEM)) - Centro Universitário do Estado do Pará.
CHAVES, T. S. S.; JUSTINO, M. C. A.; MATOS, H. J.; CHAVES, S. S.. CONHECIMENTO DAS PUÉRPERAS SOBRE VACINAÇÃO NA GESTAÇÃO CONTRA COQUELUCHE, EM UMA MATERNIDADE PÚBLICA DE BELÉM-PA. 2019.
VERA, S. O.; SANTOS, L. M. G.; SOUSA, RITA CATARINA MEDEIROS;CHAVES, T. S. S.. AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS EM UM HOSPITAL DE ENSINO DA AMAZÔNIA. 2019.
COUTINHO, E. S. F.; MATOS, H. J.;CHAVES, T. S. S.. Avaliação da eficácia de diferentes esquemas alternativos de tratamento para malária vivax - uma metaanálise. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
JUSTINO, M. C. A.; SOUSA, RITA CATARINA MEDEIROS;CHAVES, T. S. S.. Síndrome de mão-pé-boca: análise das manifestações clínicas associadas, etiologia e epidemiologia molecular em crianças e adolescentes atendidos no setor de atendimento médico unificado (SOAMU) do Instituto Evandro Chagas/SVS/MS. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
SOUSA, RITA CATARINA MEDEIROS; WANZELLER, A. L. M.;CHAVES, T. S. S.. Identificação sorológica e molecular do vírus Varicela Zoster em casos de emningoencefalites. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
AZEVEDO, R. S.; CARVALHO, V. L.;CHAVES, T. S. S.. Estudo sobre arboviroses na população humana da provincia mineral de carajás, 2005-2011.. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
RIBEIRO, A. P. S.;CHAVES, T. S. S.; MARTINS, L. C.. Estudo sobre a circulação de arbovírus na Região de Carajás, Estado do Pará. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Epidemiologia e Vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
SANTOS, N. C. C.; NOGUEIRA, L. M. V.;CHAVES, T. S. S.; GUIMARAES, R. J. P. S. E.. Análise espacial dos casos de malária em crianças no Pará. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Epidemiologia e Vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
SA, N. M. C. M.; AZEVEDO, R. S. S.; JUSTINO, M. C. A.;CHAVES, T. S. S.. AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM INDIVÍDUOS COM FEBRE CHIKUNGUNYA. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Epidemiologia e Vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
CHAVES, T. S. S.; VALENTE, S. A.; OLIVEIRA, R. S.. Conhecimento, Atitudes e práticas sobre o consumo de açaí na transmissão oral da doença de Chagas, entre usuários atendidos em um ambulatório de investigação de síndrome febrils. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
CHAVES, T. S. S.; LAGOA, L. A.; MATOS, H. J.; VENTURA, A. M. R. S.; Paula Espindola. Avaliação do perfil clinico-epidemiológico dos usuários atendidos no Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais, do Hospital Ophir Loyola, no município de Belém- Pará. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
CHAVES, T. S. S.; MATOS, H. J.; PINTO, A. Y. N.; NOGUEIRA, M. M.. PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE INDIVÍDUOS INFECTADOS PELO TRYPANOSOMA CRUZI NA FORMA ASSINTOMÁTICA TRIADOS EM BANCO DE SANGUE. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
CHAVES, T. S. S.; SANTOS, L. M. G.; MATOS, H. J.; AARAO, T. L. S.; BARBOSA, K. M. V.. HEPATITE C NA DÉCADA DE 1980: O RESGATE DE UM SERVIÇO DE HEPATOLOGIA NA AMAZÔNIA, BRASIL. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
CHAVES, T. S. S.; POVOA, M. M.; VIEIRA, G. M. R.. Vigilância da deleção dos genes para HRP2 e HRP3 (proteina 2 e 3 ricas em histidina) de Plasmodium falciparum em áreas endêmicas da Amazonia brasileira. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas.
CHAVES, T. S. S.. Resposta viral sustentada no tratamento de portadores de hepatite C em um Hospital da região amazônica. 2014. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência médica - Clínica médica) - Fundação Pública Estadual Hospital de Clínicas Gaspar Viannaar.
CHAVES, T. S. S.. (Silvia Pereia Goulart) Profilaxia pós-exposição à varicela. Revisão de literatura. 2008. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residencia Médica) - Faculdade de Medicina da USP.
CHAVES, T. S. S.. Maria Silvia Biagioni Santos. (Maria Silvia Biagioni Santos) Insuficiência renal em pacientes HIV positivos internados no Instituto de Infectologia Emilio Ribas no período entre maio e agosto de 2006. 2006. Monografia (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Médica em Infectologia) - Instituto de Infectologia Emilio Ribas.
SOUZA, K. M. P.; VIEIRA, G. M. R.;CHAVES, T. S. S.. Identificação de marcador molecular associado à resistencia do Plasmodium falciparum à cloroquina em isolados do estados do Amazonas, Pará, Região Amazônica Brasileira. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Farmácia) - Faculdades Integradas Brasil Amazônia.
CHAVES, T. S. S.; OLIVEIRA, C.; BRITO, V. M. B. L.. Infecção por ZIKA vírus em grávidas da região metropolitana de belém: Estudo Clínico-epidemiológico. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Universidade do Estado do Pará.
CHAVES, T. S. S.. .ESTUDO SOBRE O PERFIL CLÍNICO E SÓCIO-DEMOGRÁFICO RELACIONADO AO CONSUMO DE ÁLCOOL DOS INDIVÍDUOS ATENDIDOS NA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA EDUARDOANGELIM. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Universidade do Estado do Pará.
CHAVES, T. S. S.; SILVA, P. H.. Educação em saúde e vacinação para Hepatite |B e febre amarela em individuos com mala´ria vivax no Isntituto evandro Chagas. 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Universidade do Estado do Pará.
CHAVES, T. S. S.; FONSECA, E.; SOUSA, RITA CATARINA MEDEIROS. Citomegalovirose em pacientes vivendo com HIV/aids atendidos em um hospital de referência em Belém,Paráde. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Medicina) - Instituto de Ciências da Saúde.
CHAVES, T. S. S.. Concurso Público para provimento de cargo de professor da Carreira do Magistério Superior. 2013. Universidade do Estado do Pará.
CHAVES, T. S. S.; FIGUEIREDO, P. H.. Educação em saúde e vacinação para hepatite B e febre amarela em indivíduos com malária vivax no instituto Evandro Chagas. 2014. Universidade do Estado do Pará.
Orientou
Malária em Oeiras do Pará: Fatores de Risco e Análise Espacial; 2023; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas, ; Coorientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
IMPACTO DA PANDEMIA POR COVID-19 NA INCIDÊNCIA DA MALÁRIA NO ESTADO DO PARÁ; 2022; Dissertação (Mestrado em Epidemiologia e Vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas, ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA A DIFERENTES ESQUEMAS ALTERNATIVOS DE TRATAMENTO PARA MALÁRIA VIVAX ? UMA METANÁLISE; ; 2021; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas, ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
CONHECIMENTO DAS PUÉRPERAS SOBRE VACINAÇÃO NA GESTAÇÃO CONTRA COQUELUCHE, EM UMA MATERNIDADE PÚBLICA DE BELÉM-PA; 2020; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas, ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS EM UM HOSPITAL DE ENSINO DA AMAZÔNIA; 2020; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas, ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Conhecimento, práticas e atitudes sobre o consumo de açaí na transmissão de Doença de Chagas em um ambulatório de síndromes febris; 2019; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas, ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação da qualidade de vida em indivíduos com febre de Chikungunya; 2019; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas, ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO SOBRE O CONTINUUM DE CUIDADOS DE PACIENTES COM EVIDÊNCIA LABORATORIAL DE INFECÇÃO PELO HIV NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM DO PARÁ; 2018; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas, ; Coorientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação da qualidade de vida em indivíduos com febre de Chykungunia; 2017; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas, ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação do perfil dos usuários atendidos no Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais, do Hospital Ophir Loyola, no município de Belém- Pará; 2016; Dissertação (Mestrado em Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde) - Instituto Evandro Chagas, ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação clínica das recaídas de malária por Plasmodium vivax acompanhadas no Instituto de Infectologia Emílio Ribas no período de janeiro de 2008 a dezembro de 2009; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Médica em Infectologia) - Instituto de Infectologia Emilio Ribas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação dos pacientes atendidos no retorno de viagem pelo Núcleo de Medicina do Viajante do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, entre 2007 e 2008; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Médica em Infectologia) - Instituto de Infectologia Emilio Ribas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
INFECÇÃO DE Salmonella typhi e paratyphi EM VIAJANTES; RELATO DE CASOS E REVISÃO DA LITERATURARÁFICA; ; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em RESIDÊNCIA MÉDICA) - Instituto de Infectologia Emílio Ribas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
ANÁLISE DESCRITIVA DOS EVENTOS ADVERSOS APÓS A VACINA CONTRA INFLUENZA A/H1N1 DOS USUÁRIOS VACINADOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA EM IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS DO INSTITUTO DE INFECTOLOGIA EMILIO RIBAS, DURANTE A CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO CONTRA INFLUENZA H1N1; ; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em ENFERMAGEM) - Instituto de Infectologia Emilio Ribas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Esquemas acelerados de vacinação contra hepatite B - Revisão da Literatura; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em RESIDÊNCIA MÉDICA) - Instituto de Infectologia Emílio Ribas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação da situação vacinal dos médicos matriculados no programa de residência médica do Instituto de Infectologia Emilio Ribas; 2011; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Médica em Infectologia) - Instituto de Infectologia Emilio Ribas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
ANÁLISE DESCRITIVA DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA INFLUENZA, NO INSTITUTO DE INFECTOLOGIA EMÍLIO RIBAS (IIER) ENTRE 2008 E 2009; ; 2010; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em APRIMORAMENTO EM DOENÇAS INFECCIOSAS) - Instituto de Infectologia Emilio Ribas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
INSTITUTO DE INFECTOLOGIA EMÍLIO RIBAS; 2010; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Médica em Infectologia) - Instituto de Infectologia Emilio Ribas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação da orientação pré-viagem dos pacientes HIV positivos atendidos pelo Núcleo de Medicina do Viajante, do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, no periodo de maio 2000 a maio 2008; 2009; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Médica em Infectologia) - Instituto de Infectologia Emilio Ribas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Análise descritiva dos casos notificados confirmados de dengue no ano de 2007, no Estado de São Paulo; 2009; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Programa de Residência Médica do DMIP/FMUSP) - Hospital das Clínicas da FMUSP; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação de pacientes admitidos no Instituto de Infectologia Emilio Ribas com doença definidora de AIDS, sem diagnóstico prévio de HIV/AIDS, no período de janeiro a dezembro de 2007; 2008; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Médica em Infectologia) - Instituto de Infectologia Emilio Ribas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação da situação vacinal dos pacientes HIV/AIDS vacinados no Instituto de Infectologia Emilio Ribas; 2007; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Residência Médica em Infectologia) - Instituto de Infectologia Emilio Ribas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
ASPECTOS CLÍNICOS E LABORATORIAIS DOS CASOS DE COVID-19 EM UM HOSPITAL TERCIÁRIO NA AMAZÔNIA; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
ASPECTOS CLÍNICOS E LABORATORIAIS DOS CASOS DE COVID-19 EM UM HOSPITAL TERCIÁRIO NA AMAZÔNIA; 2021; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
CONHECIMENTO, ATITUDES E PRÁTICAS DE PUÉRPERAS SOBRE A VACINAÇÃO NA GESTAÇÃO EM UMA MATERNIDADE PÚBLICA DE BELÉM- PA; ; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
CONHECIMENTO, ATITUDES E PRÁTICAS DE PUÉRPERAS SOBRE A VACINAÇÃO NA GESTAÇÃO EM UMA MATERNIDADE PÚBLICA DE BELÉM - PA; ; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
VACINAÇÃO DO VIAJANTE: A EXPERIÊNCIA DO SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO AO VIAJANTE DO INSTITUTO EVANDRO CHAGAS; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - Centro Universitário do Estado do Pará; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
VACINAÇÃO DO VIAJANTE: A EXPERIÊNCIA DO SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO AO VIAJANTE DO INSTITUTO EVANDRO CHAGAS; 2020; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - Centro Universitário do Estado do Pará; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO VACIAL DE MÉDICOS MATRICULADOS EM DIFERENTES PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA NOS HOSPITAIS DE ENSINO DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM EM 2017; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO VACIAL DE MÉDICOS MATRICULADOS EM DIFERENTES PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA NOS HOSPITAIS DE ENSINO DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM EM 2017; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Situação vacinal dos profissionais de saúde das áreas não médicos matriculados no programa de residência multiprofissional dos hospitais com residencia médica na região metropolitana de Belém; Joao de Barros Barreto, no ano de 2017; 2019; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Medicina) - FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Dermatoses associadas a viagens em um serviço de ensino em Dermatologia; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Instituto Evandro Chagas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
AVALIAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DOS CASOS DE MALÁRIA FALCIPARUM ATENDIDOS EM UM CENTRO DE PESQUISA NA AMAZÔNIA; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Instituto Evandro Chagas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
O IMPACTO DA PANDEMIA PELA COVID-19 EM PROFISSIONAIS DE SAÚDE EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO; 2021; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Instituto Evandro Chagas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
AVALIAÇÃO PRELIMINAR DO AMBULÁTORIO DOS VIAJANTES; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Instituto Evandro Chagas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
PERSISTÊNCIA DE GAMETÓCITOS NO CASOS CONFIRMADOS DE MALÁRIA EM UM CENTRO DE PESQUISA; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Farmácia) - Instituto Evandro Chagas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação do conhecimento, atitudes e práticas sobre medicina de viagem entre profissionais de saúde não médicos em unidades da atenção primária em Belém; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Conhecimentos, atitudes e práticas sobre medicina de viagem entre profissionais médicos de tres unidades da atenção primária em Belém; 2020; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
ASPECTOS CLÍNICOS E EPIDEMIOLOGICOS DA MALÁRIA DE FRONTEIRA; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Instituto Evandro Chagas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
CONHECIMENTOS, ATITUDES E PRÁTICAS SOBRE AS FORMAS DE TRANSMISSÃO DA DOENÇA DE CHAGAS; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Instituto Evandro Chagas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
AVALIAÇÃO DA DOR NA FEBRE DE CHIKUNGUNYA; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Instituto Evandro Chagas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Aspectos clínicos e epidemiológicos das recaídas de malária por Plasmodium vivax; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Instituto Evandro Chagas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DE CASOS NOTIFICADOS DE FEBRE CHIKUNGUNYA; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Instituto Evandro Chagas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Aspectos clínicos e epidemiológicos da malária em viajantes; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Instituto Evandro Chagas, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação da situação vacinal de médicos e multiprofissionais de saúde matriculados em diferentes programas de residência nos hospitais de ensino da região metropolitana de Belém em 2017; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação da situação vacinal de médicos e multiprofissionais de saúde matriculados em diferentes programas de residência nos hospitais de ensino da região metropolitana de Belém em 2017; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ, Universidade Federal do Pará; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação da situação vacinal de médicos e multiprofissionais de saúde matriculados em diferentes programas de residência nos hospitais de ensino da região metropolitana de Belém em 2017; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Vacinação em crianças infectadas ou expostas ao Vírus da Imunodeficiência Adquirida (HIV) no Centro de Referências para Imunobiológicos Especiais (CRIE), do Hospital Ophir Loyola; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Instituto Evandro Chagas, FUNDAÇÃO DE AMPARO DE ESTUDOS À PESQUISA; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação da adesão da vacina contra influenza entre os profissionais de saúde matriculados em programas de residência em hospitais de ensino de Belém; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Universidade Federal do Pará, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
Avaliação do esquema de vacinação contra hepatite B, entre os profissionais de saúde matriculados nos programas de residência em hospitais de ensino; 2018; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
CO-INFECÇÃO MALÁRIA/ DENGUE NO INSTITUTO EVANDRO CHAGAS - UMA SÉRIE DE CASOS; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Medicina) - Instituto Evandro Chagas; Orientador: Tania do Socorro Souza Chaves;
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CHAVES, T. S. S. ; PARENTE, M. . dOENÇAS QUE OCORREM DURANTE O INVERNO AMAZONICO. 2022. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
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OLIVEIRA, L. ; Tania S S Chaves . Saiba a importância e os efeitos da vacina na série Especial Covid-19. 2021. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
CHAVES, T. S. S. . Entenda: quais os riscos de reinfecção mesmo para quem já se vacinou contra a covid-19?. 2021. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tania S S Chaves ; Rocha, J LL ; RUPRECHT, T. ; TOVO, D. . Grandes eventos e viagen após a pandemia de coronavírus. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tania S S Chaves ; TOVO, D. ; CAMPOS, P. . Reabertura de serviços e viagens durante a pandemia. Protocolos de segurança.. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tania S S Chaves ; COSTA, E. ; BASTOS, F. A. S. . Medicina de viagem e imunidade de rebanho em tempos de Pandemia pela COVID-19. 2020.
Tania S S Chaves ; MAGNO, C. ; BASTOS, F. A. S. . Vacina é esperança contra a COVID-19. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
TAKAHASHI, R. ; TOVO, D. ; MAZZEI, A. ; Tania S S Chaves . Com 10 óbitos e 181 casos confirmados, Ubatuba reabre hospedagens, mas mantém restrições às praias. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tania S S Chaves ; GRION, B. ; SAMPAIO, T. . Viagens e contato social: o que proibir durante esta pandemia do Coronavirus?. 2020.
Tania S S Chaves ; CARDIM, M. E. ; LIMA, B. ; TOVO, D. . Covid-19: Brasil tem 2 milhões de infectados e nenhum sinal de alívio. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
MARQUES, F. ; CARAVIERI, S. ; TOVO, D. ; Tania S S Chaves . PESQUISA FAPESP. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
ZAPAROLLI, D. ; TOVO, D. ; Tania S S Chaves . PESQUISA FAPESP. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
TIEGHI, A. L. ; Tania S S Chaves ; TOVO, D. . O que você precisa saber antes de voar durante a pandemia. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
TIEGHI, A. L. ; WEISSMANN, L. ; TOVO, D. ; Tania S S Chaves . Parques temáticos reabrem pelo mundo e viram alvo de críticas. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tania S S Chaves ; SILVA, A. R. ; QUEIROZ, F. ; CORDEIRO, A. ; TOVO, D. . Ponto de vista: já é hora de relaxar medidas contra o coronavirus?. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
CAMPOS, P. ; TOVO, D. ; PENAFORTE, R. ; Tania S S Chaves ; AREDES, K. . Viagens durante a pandemia. 2020.
CAMPOS, P. ; TOVO, D. ; Tania S S Chaves . As festas de fim de ano, viagens e a Pandemi de COVID19. 2020.
TOVO, D. ; BIERNATH, A. ; Tania S S Chaves . Sarampo: Pará vira o epicentro da doença no Brasil em 2020; entenda por quê. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
MAGNO, C. ; Tania S S Chaves . Vacina é esperança contra a Covid-19; veja a história do remédio!. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
HELANA, L. ; Tania S S Chaves . Viajar em tempos de covid-19: como dar uma escapada com mais segurança ... - Veja mais em https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/lucia-helena/2020/10/15/viajar-em-tempos-de-covid-19-como-dar-uma-escapada-com-mais-de-seguranca.htm?cmpid=copiaecola. 2020. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
WEISSMANN, L. ; Tania S S Chaves . Malária nas Américas: qual é a situação atual?. 2019. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
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SORANZ, D. ; Tania S S Chaves . Diálogos: Saúde e Migrações no Brasil/Universidade de Brasilia. 2019.
Tania S S Chaves . Aumento do número de casos de malária na Amazõnia brasileira. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tania S S Chaves ; QUADROS, D. ; SIQUEIRA, A. . Sarampo em Roraima: Vacinação para os refugiados é crucial, alerta Dra. Tânia Chaves. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tania S S Chaves ; TOVO, D. ; WEISSMANN, L. . Com crescimento da malária no Norte, ações de prevenção são intensificadas. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tania S S Chaves ; SOUZA, K. S. . Por que os casos de malária cresceram 50% no Brasil após 6 anos de queda. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tania S S Chaves ; TOVO, D. ; WEISSMANN, L. . OMS alerta para avanço da malária. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tania S S Chaves ; SOUZA, K. S. . Malária ainda assusta no Pará. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
CHAVES, TANIA DO SOCORRO SOUZA ; TROPICAL, S. B. M. . Desconhecimento dos viajantes sobre a exigência da vacinação contra febre amarela é uma realidade. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tania S S Chaves . Febre amarela volta a preocupar. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tania S S Chaves ; ALVES, J. R. . Vacinação do viajante: os desafios e as recomendações de um especialista no tema - Mescaape - 8 de novembro de 2017. 2017. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tânia do Socorro Chaves ; LLOVERAS, SUSANA . Medicina de viagem: uma especialidade em movimento. 2016. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
CHAVES, T. S. ; CARDOSO, B. ; DO SOCORRO SOUZA CHAVES, TANIA . Capacitação atualiza profissionais para o manejo clínico da dengue e da febre chikungunya. 2015. (Programa de rádio ou TV/Comentário).
Tania S S Chaves . Malária tem cura - Educação em Saúde. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
CHAVES, T. S. S. . Produção do viver é melhor!. 2009. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
CHAVES, T. S. S. . Vacina contra febre amarela é obrigatória para quem vai a Pequim. 2008. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).
Tania S S Chaves ; GRAGNANI, J. . BBC. 2020; Tema: Cientistas buscam respostas para suspeitas de reinfecção em recuperados de COVID19. (Rede social).
Tania S S Chaves ; SOUZA, J. . Attalizações sobre a Pandemia de COVID19 no Pará - a visão de uma especialista. 2020; Tema: COVID19 NO PARÁ - ATUALIZAÇÕES. (Rede social).
FLORES, L. ; SILVA, V. ; Tania S S Chaves . CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO DO MANEJO CLÍNICO DE CHIKUNGUNYA. 2017. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
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BESSA, S. R. P. ; CHAVES, T. S. S. . Curso de Capacitação em Doença de Chagas e Malária. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
BESSA, S. R. P. ; Chaves, Tânia S. S. . Curso de Capacitação em Doença de Chagas e Malária. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
Chaves, Tânia do Socorro Souza ; CARDOSO, B. S. ; SILVA, A. P. C. . Capacitação em Manejo Clínico de dengue e febre de Chikungunya, para profissionais de saúde, Projeto QUALISUS. 2015. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
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Chaves, Tânia do Socorro Souza ; WOISKI, M. M. ; SANTOS, J. L. . Oficina sobre Saúde do Viajante pelo Dpto de Vigilância e Controle de Agravos Estratégicos. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
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CHAVES, T. S. S. . Malária. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
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Mascheretti M. ; CHAVES, T. S. S. . Guia para profissionais de saúde sobre prevenção da malária em viajantes. 2008. (Normas e Manuais Técnicos).
Projetos de pesquisa
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2023 - Atual
Avaliaçao clinico epidemiologica da infecçao do VRS em adultos, Descrição: O vírus sincicial respiratório (VSR) é um vírus de RNA de cadeia simples de sentido negativo, pertencente à família Pneumoviridae. O VSR se replica eficientemente nos pulmões, resultando em uma infecção aguda infecção do trato respiratório caracterizada por sintomas leves que variam desde rinorreia, tosse e chiado1. Caracteristicamente a infecção pelo VRS ocorre sob a forma de epidemias anuais em regiões de climas temperados, sendo mais observado aumento de casos nos meses mais frios do ano.Até a década de 1970, o RSV não era reconhecido como um problema potencialmente grave em maiores de 65 anos, quando surtos do vírus passaram a ser mais frequentemente relatados em instituições de cuidados de longa permanência. Desde então, estudos adicionais em adultos hospitalizados têm sugerido que o VSR pode ser importante causa de infecção em pessoas acima de 65 anos procedente da comunidade.Em pessoas #8805;65 anos e portadoras de comorbidades a infecção respiratória aguda está associada ao vírus sincicial respiratório (RSV-ARI), e constitui importante carga da doença nessas populações. Nesta faixa etária a apresentação clínica do VSR varia desde resfriado até quadro respiratório grave com complicações comparáveis aos causados pela influenza, e outros vírus respiratórios que necessitam de hospitalização.Linha de pesquisa: Epidemiologia das doenças infecciosas e parasitárias.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Nancy Bellei - Coordenador / Ana Helena Perosa - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Auxílio financeiro.
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2022 - Atual
Estudo de Fase 4, simples-cego, randomizado, controlado para avaliar a imunogenicidade, segurança e reatogenicidade de uma terceira dose de reforço heteróloga completa ou fracionada da vacina contra Covid-19 em adultos previamente vacinados, Descrição: Estudo multicêntrico para avaliação de uma terceira dose completa ou fracionada de vacinas contra COVID-19 em adultos previamente vacinados, desenvolvido em Belém e em Natal. Investigadora Principal da pesquisa em Belém, desenvolvida no Núcleo de Pesquisa Clínica da Seção de Virologia do Instituto Evandro Chagas, SVS, MS. Coordenação nacional pela pesquisadora Sue Ann Costa Clemens.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Maria Cleonice Aguiar Justino - Coordenador / Fernando Tavares Neto - Integrante / Sue Ann Clemens - Integrante / Igor Brasil - Integrante., Financiador(es): Fundação Bill & Melinda Gates - Auxílio financeiro.
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2022 - Atual
Elucidando a Contribuição dos Componentes das Recidivas de Malaria para Atingir a Cura Radical - ABRACAMAL, Descrição: The study proposes to follow patients with malaria in locations with different transmission scenarios to determine the factors related to infection recurrence. For that, clinical follow-up protocols will be applied, as well as molecular biology techniques, medicine quality assessment, treatment adherence, adverse effect frequency and molecular and pharmacogenetics aspects. The project will improve the knowledge about factors associated with recurrence and classify those episodes, making possible to adjust the recommendation on case management. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Cladio Tadeu Daniel-Ribeiro - Integrante / Patricia Brasil - Coordenador / André Siqueira - Integrante / anielle de Pina Costa - Integrante / Giselle Maria Rachid Viana - Integrante / Graziela Maria Zanini - Integrante / Joseli-Oliveira Ferreira - Integrante / Tais Nóbrega Sousa - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro / Fundação Bill & Mellinda Gates - Auxílio financeiro.
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2020 - 2021
AVALIAÇÃO CLÍNICO EPIDEMIOLÓGICA DOS CASOS DE MALÁRIA FALCIPARUM ATENDIDOS EM UM CENTRO DE PESQUISA NA AMAZÔNIA, Descrição: A malária é uma doença parasitária febril aguda, não contagiosa, que acomete milhões de pessoas nas áreas tropicais e subtropicais do mundo. No Brasil, a doença pode ser causada por três espécies de Plasmodium sp: P. vivax, P. falciparum e P. malariae, sendo 86% dos casos da doença no Brasil determinadas por P. vivax (OLIVEIRA-FERREIRA et al, 2010). A malária apresenta comportamento espectral, dependendo das condições de imunidade do paciente e das espécies parasitárias; é endêmica na região amazônica, devido às condições geográficas favoráveis ? rios caudalosos, temperatura, umidade, chuvas e áreas de floresta ? e aos modelos de atividades econômicas presentes ? aberturas de frentes de trabalho em hidrelétricas, extrativismo mineral e agropecuária. Essas condições favorecem a transmissão da doença na região. Segundo dados do último relatório sobre malária da Organização Mundial de Saúde, em 2018, ocorreram 228 milhões de casos de malária em todo o mundo (95% IC: 206-258 milhões), comparado a 2017 em que ocorreram 231 milhões de casos da doença (IC 95%: 211-259 milhões) (WHO, 2019). Em 2018, a estimativa para a América foi de aproximadamente 929 mil casos, com 577 mortes (redução de 22% em relação ao ano anterior). No Brasil, após aumento no ano de 2017, retornou a situação da década anterior com redução no número de casos, com um total de 194.271 casos da doença (redução de cerca de 1%), sabe-se ainda que a região amazônica brasileira foi responsável pela notificação de 193.534 casos em 2018 (aumento de 11% em relação ao ano anterior). Além disso, o Pará foi o primeiro Estado em número de casos, totalizando 45.705 com incremento de 37% em relação a 2017 (OPS/OMS, 2019).Nesse sentido, o Plasmodium vivax causa a malária de maior prevalência, todavia o Plasmodium falciparum é responsável pelas formas graves da doença, compreendida pelos seus mecanismos de fisiopatogenia representadas pela citoaderência, e importante participação do sistema imune com produção de citocinas. Dessa maneira, é essencial o estudo dos aspectos clínicos e epidemiológicos dos casos de malária para compreender os avanços já existentes no tratamento e na prevenção dessa variante mais grave da doença. Projeto contemplado no Programa de Bolsas de Iniciação Científica do Núcleo de Ensino e Pesquisa do Instituto Evandro Chagas/SVS/MS.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Rogério Brandão - Integrante / Giselle Maria Rachid Vieira - Integrante / MARINA FIGUEIREDO FERRARI - Integrante / Nathalia Chamma - Integrante., Número de produções C, T & A: 1
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2020 - 2021
O IMPACTO DA PANDEMIA PELA COVID-19 EM PROFISSIONAIS DE SAÚDE EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO, Descrição: Em dezembro de 2019, pesquisadores chineses notificaram a Organização Mundial da Saúde (OMS) um surto de pneumonia de causa desconhecida observada em Wuhan, China, inicialmente entre trabalhadores e frequentadores de um mercado, na cidade de Wuhan, China. Novos coronavírus de mamíferos agora são regularmente identificados, e o Comitê Internacional de Taxonomia de Vírus (ICTV), autoridade global na designação e nomeação de vírus, nomeou o novo coronavirus como, coronavirus 2, o SARS-COV-2. A doença causada pelo SARS-COV-2 passa a ser denominada pela Organização Mundial de Saúde, como COVID-19, doença infecciosa pelo coronavirus3. Diretrizes atuais sugerem que devem ser garantidas todas as medidas de proteção para os profissionais de saúde semelhantes aos indicados para infecções do grupo A - uma categoria reservado para pessoas altamente infecciosas patógenos, como cólera e a peste. Os profissionais de saúde são da linha de frente e por correm o risco de não apenas adoecerem pelo novo coronavírus 2019 (covid-19), mas também de evoluírem com quadros psicológicos também. Dados de pandemias anteriores, particularmente após a quarentena, sugerem que os profissionais de saúde pode desenvolver sintomas de transtorno de estresse pós-traumático, depressão e distúrbios do uso de substâncias. Dados preliminares de China e Itália durante a oferta pandêmica da covid-19 evidenciam que profissionais de saúde na China relataram depressão (em 50,3%), ansiedade (44,6%) e insônia (34,0%). Diante do contexto do estado de saúde, o presente trabalho visa analisar o grau de impacto da pandemia, devido às mudanças propostas, especialmente em profissionais de saúde de saúde que representam o principal médicos atuantes em combate à pandemia do coronavírus em um hospital de ensino.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Simone Regina da Silva Conde - Integrante / Giselle Maria Rachid Vieira - Integrante / DAYANNE COUTINHO SARGES - Integrante / FERNANDO MOLENTO - Integrante.
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2020 - 2021
ASPECTOS CLÍNICOS E LABORATORIAIS DOS CASOS DE COVID-19 EM UM HOSPITAL TERCIÁRIO NA AMAZÔNIA., Descrição: Em dezembro de 2019 na cidade de Wuhan, na China, um surto de pneumonia de etiologia desconhecida foi notificado à Organização Mundial de Saúde. A partir dos resultados de investigação laboratorial local dos casos, ainda em janeiro de 2020, foi descoberto que se tratava de um novo coronavírus, semelhante a outros responsáveis pela SARS (Severe Acute Respiratory Syndrome) e MERS (Middle East Respiratory Syndrome), sendo denominado como SARS-CoV-2. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o que antes era apenas um surto, em 11 de março de 2020 a Instituição de autoridade mundial máxima declara pandemia, atingindo até o mês de agosto de 2020, 188 países (John Hopkins University CCSE, 2020). Apenas no Brasil, segundo o Boletim Epidemiológico n 26 do Ministério da Saúde, houve mais de três milhões de casos de pessoas infectadas pelo vírus (3.012.412), sendo que, dentre esses, 100.477 foram a óbito, resultando em uma taxa de mortalidade de 33,35. Ainda de acordo com o mesmo Boletim Epidemiológico, 243.342 desses casos ocorreram em profissionais de saúde e em outros trabalhadores que exercem sua atividade laboral em ambiente hospitalar.Dentro do estado do Pará, a quantidade de casos com diagnóstico confirmados totais, no mesmo período, foi de 167.099 casos, com 5.871 óbitos, assim obtendo uma taxa de mortalidade de aproximadamente 35,1, logo, pouco acima da média nacional. Vale ressaltar que todos esses dados apresentados se tratam apenas de casos notificados, isto é, os números reais de pacientes infectados e óbitos decorrentes de complicações da doença podem ser até seis vezes maiores que os atuais registrados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Giselle Maria Rachid Vieira - Integrante / LUCAS GONÇALVES SILVA SARQUIS - Integrante / MAKSUEL JORGE RIBEIRO COSTA - Integrante / Andreia Beltrão - Integrante.
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2020 - 2021
Projeto de Ampliação do Núcleo de Pesquisa Clínica da Seção de Virologia do Instituto Evandro Chagas., Descrição: Descrição: Projeto com objetivo de ampliação da estrutura física existente, aquisição de equipamentos de laboratório, computadores, impressoras, mobiliário e capacitação de profissionais locais para condução de pesquisas clínicas de grande impacto, especialmente voltadas a ensaios clínicos com vacinas candidatas contra COVID-19. Os recursos foram subsidiados pela Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa da Universidade Federal do Pará, com financiamento oriundo do Instituto D'or de Pesquisa e Ensino (RJ) e Fundação Bill Melinda Gates.... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Chaves, T.S. - Integrante / Maria Cleonice Aguiar Justino - Coordenador / INELUCE NAZARÉ ROCHA RIBEIRO - Integrante / RENATA RODRIGUES DOS REIS - Integrante / Erika Abreu - Integrante / Fernando Neto Tavares - Integrante / LUANA DE JESUS LEMOS - Integrante / Danielle Vieria Pina de Carvalho - Integrante.
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2020 - Atual
Saúde Ambiental e Vigilância Epidemiológica em Áreas Garimpeiras de Cachoeira do Piriá, Estado do Pará, Descrição: Proposta que abrange dois Programas de Pós-Graduação do IEC - Virologia (PPGV) e Epidemiologia e Vigilância em Saúde (PPGEVS) - foi aprovada pela CAPES (Edital 13/2020 - PROCESSO N 23038.006914/2020-12): "CONSOLIDAÇÃO DOS PPG DO INSTITUTO EVANDRO CHAGAS POR MEIO DE ESTUDOS SOBRE SAÚDE AMBIENTAL E VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA EM ÁREAS GARIMPEIRAS E INVESTIGAÇÕES DE VIROSES EMERGENTES E REEMERGENTES NO PARÁ". O Programa PPGEVS tem um plano de trabalho nessa proposta intitulado "SAÚDE AMBIENTAL E VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA EM ÁREAS GARIMPEIRAS DE CACHOEIRA DO PIRIÁ, NO ESTADO DO PARÁ". Este estudo do Programa PPGEVS envolve vários docentes e tem por objetivo avaliar os riscos à saúde da população associados a agravos ambientais em Cachoeira do Piriá para auxiliar na prevenção e mitigação de seus impactos. Para atingir esse objetivo, o projeto aposta em quatro grandes estratégias: 1) Utilizar a infraestrutura já disponível no IEC, 2) Organizar temporalmente e espacialmente a logística de atuação na área, 3) Fomentar a formação altamente qualificada, 4) Proporcionar ações de apoio à vigilância e informação em saúde e meio ambiente para a população local. Assim, a infraestrutura disponível no IEC para este projeto abrange um conjunto de laboratórios, como: 1) Toxicologia, Cultura de Tecidos e Citogenética e Microbiologia Ambiental , 2) Hematologia e Bioquímica , 3) Protozoários Intestinais, Epidemiologia das Leishmanioses, Ensaios Clínicos e Pesquisa Básica de Malária , 4) Infecções Bacterianas , 5) Biologia Molecular , 6) Vírus Gastroentéricos , 7) Setor de Atendimento Médico Unificado , 8) Setores de Transporte e Informática que juntos aportam equipamentos estimados em mais de R$ 5.000.000,00. O IEC apresenta recursos destinados à este projeto para custeio de deslocamentos de equipes e diárias de servidores. A organização temporal e espacial dar-se-á pela divisão do projeto em 2 biênios: o primeiro para realização das atividades em áreas de garimpo próximas à zona urbana e o segundo em áreas próximas à zona rural. A formação de alto nível será atingida por meio da produção acadêmica vinculada aos bolsistas e da equipe do projeto que atuarão sob a égide da colaboração, ética e compromisso social, com foco nos problemas reais presentes na região. As ações transversais desse projeto incluem a elaboração de oficinas educativas sobre saúde e meio ambiente, a ser executada para a população local, assim como a disseminação do conhecimento gerado pela pesquisa por meio da elaboração de materiais educativos. Os resultados esperados repercutem em 54 produtos... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (6) / Doutorado: (5) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Lourdes Maria Garcez dos Santos - Integrante / Ana Yece das Neves Pinto - Integrante / Arnaldo Jorge Martins Filho - Integrante / Giselle Maria Rachid Viana - Integrante / Karla Valéria Batista Lima - Integrante / Joana D´Arc P. Mascarenhas - Integrante / Fernanda do E. S. Sagica - Integrante / Marcelo de Oliveira Lima - Integrante.
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2020 - Atual
IMPACTO DA PANDEMIA POR COVID-19 NA INCIDÊNCIA DA MALÁRIA NO ESTADO DO PARÁ, Descrição: A malária é uma das doenças infecciosas mais prevalentes e presentes no mundo todo. Em 2019, estimou-se que dos 87 países endêmicos para malária, 229 milhões de pessoas adoeceram em todo mundo, com 409.000 casos fatais. Destes, cerca de 67% eram de crianças menores de cinco anos de idade, totalizando 274.030 mortes nesta faixa etária, se constituindo o grupo de maior vulnerabilidade à malária. Em dezembro de 2019 o mundo foi surpreendido por um agravo emergente de etiologia viral, caracterizada como COVID-19, causada por um novo coronavírus, o SARS-CoV-2. Os primeiros casos foram notificados em Wuhan, província Hubei, na China, com transmissão direta e por contato, apresentando sintomas clínicos que variam da forma leve a grave ou fatal. Esta infecção rapidamente se disseminou pelo mundo através do deslocamento das pessoas, e as viagens assumiram papel preponderante para a propagação da doença no mundo inteiro. Diante deste cenário epidemiológico, no dia 11 de março de 2020, e pelo elevado risco de evolução da Covid-19, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou ao mundo a condição de pandemia global (UMAKANTHAN et al., 2020). Segundo dados da OMS, a COVID-19 é responsável por aproximadamente 5,2 milhões de casos novos e mais de 3 milhões de mortes em todo mundo. Visto que, no Brasil, o vírus atingiu aproximadamente 13. 832.455 pessoas com mais de 368. 749 mortes (WHO, 2021). Globalmente, para mitigar a dispersão do COVID-19 foram adotas medidas não farmacêuticas que tem por objetivo isolar os suspeitos e positivos, quarentena para os expostos, rastreamento dos contatos, restrições de viagens, fechamento de escolas, locais de trabalho e cancelamento de reuniões. Visto que, o enfretamento a pandemia COVID-19 gerou consideráveis interrupções nos programas de saúde e diversos impactos socioeconômicos a nível global, que representa um provável aumento da morbimortalidade da malária em países endêmicos de média e baixa renda.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Giselle Maria Rachid Vieira - Integrante / Carmem Aliandra Freire de Sá - Integrante.
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2020 - Atual
Instrumento Digital para Avaliar a Percepção dos Pacientes quanto à Adesão ao Tratamento da Malária: construção e validação., Descrição: Apesar do tratamento antimalárico adotado pelo Ministério da Saúde (MS) no Brasil assegurar eficácia e segurança na cura e controle da doença, ainda há alguns importantes desafios a serem melhor compreendidos e superados neste componente. A título de exemplo, cita-se as ocorrências de não adesão ao tratamento medicamentoso da malária que, juntamente com fatores como dificuldade de acesso às áreas remotas, ausência de vacina universal e em larga escala, etc., podem contribuir para a manutenção da transmissão, além de acelerar a disseminação da resistência dos parasitos aos antimaláricos e colaborar para o aumento das recaídas ou recrudescências, o que pode comprometer a efetividade das ações de controle desta doença. Diante deste cenário, o conhecimento sobre os aspectos comportamentais, por métodos observacionais ou autorrelato, que estariam contribuindo ou mesmo favorecendo a ocorrência da não adesão em determinado local é uma das estratégias possíveis para fins de medição da adesão ao tratamento antimalárico. Associado ao indicador comportamental e considerando o advento de dispositivos móveis na área da saúde, torna-se importante fomentar o desenvolvimento de tecnologias para agregar mais uma ferramenta para o controle da malária, a título de exemplo da elaboração dos aplicativos da área de saúde para smartphones, que contribuam com os profissionais de saúde e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Ademais, a conexão do segmento saúde com o ramo da tecnologia resultará na modernização e informatização de serviços que, anteriormente, eram executados em formulários de papel preenchidos, manualmente, por agentes de endemias, agentes comunitários de saúde, técnicos de laboratório, dentre outros profissionais, o que tornará mais ágil o envio dos dados coletados e a comunicação entre todos os setores envolvidos com o trabalho de combate à malária, além de reduzir a burocracia e contribuir com as ações de sustentabilidade ambiental no contexto da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) verde. Assim, este projeto propõe construir e validar conteúdo e semântica de formulário digital, que será utilizado como modelo para desenvolvimento do protótipo de aplicativo móvel (App.), com a finalidade de avaliar a percepção dos pacientes quanto à adesão ao tratamento da malária.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / José Luiz Fernades Vieira - Integrante / Karina Mayza Pereira de Souza - Integrante / Giselle Maria Rachid Viana - Coordenador / Nathália Chamma-Siqueira - Integrante / Cássia Maria Carneiro Kahwage - Integrante.
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2020 - Atual
Elaboração e Desenvolvimento de Aplicativo Móvel para Avaliação da Adesão Individual e Coletiva ao Tratamento da Malária, Descrição: Apesar do tratamento antimalárico adotado pelo Ministério da Saúde (MS) no Brasil assegurar eficácia e segurança na cura e controle da doença, ainda há alguns importantes desafios a serem melhor compreendidos e superados neste componente. A título de exemplo, cita-se as ocorrências de não adesão ao tratamento medicamentoso da malária que, juntamente com fatores como dificuldade de acesso às áreas remotas, ausência de vacina universal e em larga escala, etc., podem contribuir para a manutenção da transmissão, além de acelerar a disseminação da resistência dos parasitos aos antimaláricos e colaborar para o aumento das recaídas ou recrudescências, o que pode comprometer a efetividade das ações de controle desta doença. Diante deste cenário, o conhecimento sobre os aspectos comportamentais, por métodos observacionais ou autorrelato, que estariam contribuindo ou mesmo favorecendo a ocorrência da não adesão em determinado local é uma das estratégias possíveis para fins de medição da adesão ao tratamento antimalárico. Associado ao indicador comportamental e considerando o advento de dispositivos móveis na área da saúde, torna-se importante fomentar o desenvolvimento de tecnologias para agregar mais uma ferramenta para o controle da malária, a título de exemplo da elaboração dos aplicativos da área de saúde para smartphones, que contribuam com os profissionais de saúde e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Ademais, a conexão do segmento saúde com o ramo da tecnologia resultará na modernização e informatização de serviços que, anteriormente, eram executados em formulários de papel preenchidos, manualmente, por agentes de endemias, agentes comunitários de saúde, técnicos de laboratório, dentre outros profissionais, o que tornará mais ágil o envio dos dados coletados e a comunicação entre todos os setores envolvidos com o trabalho de combate à malária, além de reduzir a burocracia e contribuir com as ações de sustentabilidade ambiental no contexto da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) verde. Assim, este projeto propõe construir e validar conteúdo e semântica de formulário digital, que será utilizado como modelo para desenvolvimento do protótipo de aplicativo móvel (App.), com a finalidade de avaliar a percepção dos pacientes quanto à adesão ao tratamento da malária. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Karina Mayza Pereira de Souza - Integrante / Giselle Maria Rachid Viana - Coordenador / José Luís Vieira - Integrante / Nathália Chamma-Siqueira - Integrante.
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2020 - Atual
Malária em Oeiras do Pará: Fatores de Risco e Análise Espacial, Descrição: Os municípios paraenses de Cametá e Oeiras do Pará são considerados prioritários quanto às ações de controle e vigilância de malária no Brasil, pois mantêm a transmissão ativa da doença ao longo dos anos sem uma resolução efetiva e sustentável. Em face disso, a análise criteriosa dos fatores intervenientes na transmissão local da malária é fundamental para promover a melhor compreensão da dinâmica epidemiológica do agravo na região e assim viabilizar a adoção de medidas estratégicas resolutivas. Este estudo visa identificar os fatores de risco e analisar a distribuição espacial da dinâmica de transmissão da malária nos municípios de Cametá e Oeiras do Pará, estado do Pará, Amazônia brasileira, no período de 2017 a 2018, bem com analisar a correlação entre o risco de contrair malária e os fatores epidemiológicos, demográficos, socioeconômicos, comportamentais e ambientais identificados, analisar a distribuição espacial dos casos de malária nos municípios investigados e identificar clusters e zonas quentes (hotspots) relacionados à dinâmica de transmissão da malária nas áreas de estudo. Para isto, a limpeza e análise dos dados dos participantes previamente inseridos em banco de dados será realizada através do programa SAS ? versão 9.4. A análise da densidade e da distribuição espacial e temporal da frequência de casos de malária nas áreas estudadas será realizada por meio do programa SaTScan 7.0.3 para verificação de dispersão e randomização dos casos, a fim de permitir a avaliação da significância estatística dos clusters encontrados. O modelo de regressão de Cox (análise multivariada forward) será utilizado para análise de correlação das covariáveis. O valor de p ≤ 0,05 será considerado estatisticamente significativo. Para inclusão das covariáveis na análise multivariada será considerado valor de p ≤ 0,02. A associação da análise espacial e temporal de casos de malária à identificação e análise dos fatores de risco relacionados à aquisição da doença deve aportar o conhecimento científico sobre as causas que promovem e/ou potencializam o risco de contrair a doença na região estudada. Desta forma, as intervenções de controle poderão ser direcionadas conforme a necessidade local, visto que serão adotadas ferramentas de priorização do risco mais sensíveis, que auxiliarão na intensificação das ações estratégicas para as áreas com maior impacto na transmissão da malária, além de também estarem relacionadas à condição de saúde dos indivíduos e da população local. Este produto ainda deve servir de modelo metodológico para o mapeamento espaço-temporal de outras doenças e avaliação de cenários epidemiológicos, com a finalidade de colaborar com o planejamento das ações em saúde pública e na avaliação das redes de atenção primária. Assim, esta entrega deve contribuir para a construção de diretrizes técnicas e políticas de saúde baseadas em evidências, que busquem a sinergia de fatores para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . Integrantes: Giselle Maria Rachid Viana - Coordenador / Ricardo J. de P. Souza e Guimarães - Integrante / Nathália Nogueira Chamma-Siqueira - Integrante / Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Jéssica Cristina da Silva Marvão - Integrante. Número de orientações: 1. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Ricardo Guimarães - Integrante / Giselle Maria Rachid Viana - Coordenador / Nathália Chamma-Siqueira - Integrante / Jessica C S Marvao - Integrante.
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2019 - 2021
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS EM UM HOSPITAL DE ENSINO DA AMAZÔNIA, Descrição: O surgimento da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) na década de 1980 relacionado ao contágio sexual de grupos de risco e uso de drogas ilícitas foi um período marcado por grande sofrimento, pelo fato de ser uma doença grave e fatal, trazendo forte impacto psicológico ao portador. Com o início da terapia antirretroviral (TARV) em 1987, a expectativa de vida para os portadores do vírus da imunodeficiência humana (HIV) até então, de aproximados dois anos após o desenvolvimento da AIDS; com o advento da TARV foi ampliada, e os indivíduos infectados vêm envelhecendo com a doença. Este estudo tem como objetivo avaliar a qualidade de vida (QV) de pessoas vivendo com HIV/AIDS (PVHA) que fazem TARV atendidas no ambulatório de um hospital universitário da região amazônica. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal. O estudo será realizado em um serviço ambulatorial especializado (SAE) em atendimento a PVHA do hospital universitário de ensino João de Barros Barreto (HUJBB) na cidade de Belém. A população do estudo será composta pelas 450 PVHA que são atendidas pelo respectivo ambulatório. Assim, tomando-se um erro tolerável de amostragem de 5% e um nível de confiança de 95%, tem-se uma amostra de 208 pacientes. Para a realização do registro dos dados coletados serão utilizados dois instrumentos. O primeiro instrumento será um questionário com perguntas abertas e fechadas contendo variáveis sociodemográficas e clínicas relativas às PVHA. Para avaliação da QV, será aplicado o instrumento WHOQOL-HIV Bref, elaborado pela OMS em 2003, adaptado culturalmente e validado para o português brasileiro em 2007. O projeto será encaminhado para o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do IEC para apreciação. Após aprovação será encaminhado uma cópia do parecer de aprovação anexado a uma cópia do projeto para a divisão de estudos e pesquisas do HUJBB para emissão de uma carta de anuência para autorização do início da coleta de dados, sendo dispensado a submissão no CEP do HUJBB. Resultados esperados: Identificação das áreas de avaliação de QV que se encontram mais prejudicadas e dos fatores que dificultam a adesão ao tratamento antirretroviral. Desta forma, os resultados poderão ser utilizados para proposição de uma intervenção terapêutica de forma articulada com a instituição coparticipante, que tente melhorar a adesão ao tratamento e QV dos participantes desse estudo, auxiliando-os na compreensão e modificação das áreas afetadas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Samuel Oliveira da Vera - Integrante / Andrea Paes - Integrante.
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2019 - 2020
PERSISTÊNCIA DE GAMETÓCITOS NO CASOS CONFIRMADOS DE MALÁRIA EM UM CENTRO DE PESQUISA, Descrição: Estima-se que em 2016 ocorreram 216 milhões de casos de malária em todo o mundo, comparado com 237 milhões de casos da doença e 211 milhões de casos em 2015 . De acordo com dados oficiais em 2016 foram estimados 445.000 óbitos, semelhante aos dados de 2015 em que ocorreram cerca de 445.000 óbitos. O relatório anual da malária, da Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca as conquistas da saúde pública mundial na luta contra a doença, mas revela que houve relaxamento das ações para o controle da doença em todas as pareas afetadas. Os recentes estudos que envolvem estratégias para eliminação da malária, tem levado o aumento do interesse dos pesquisadores sobre o papel dos estágios sexuais dos parasitos da malária na transmissão da doença. Os gametócitos são as formas evolutivas alvo do ciclo evolutivo, preponderantes para o controle eliminação da doença, pois são as formas infectantes para o Anopheles sp, principal vetor da malária. Assim, a presença/persistência dos gametócitos após a negativação da parasitemia esta condição pode inferir uma falha terapêutica, resistência aos medicamentos, ou que o fármaco não atingiu a concentração sérica esperada no organismo, seja por fatores fisiológicos, genéticos ou externos. A lacuna existente sobre o tema dos gametócitos no nosso meio, motivou os pesquisadores a estudar melhor o seguimento dos pacientes com diagnóstico de malária, no que diz respeito à presença de gametócitos. É sabido que a persistência destas formas sexuadas pode ser um dos eventos sentinela para a emergência de cepas resistentes, ou mesmo para manutenção da transmissão da doença nas áreas endêmicas, que ecoa no controle da eliminação da malária em populações que vivem em áreas de transmissão ativa, como a Amazônia. O principal objetivo do estudo é avaliar a persistência de gametócitos nos casos confirmados de malária por gota espessa, acompanhados no Laboratório de ensaios Clínicos de Malária do Instituto Evandro Chagas. Serão analisadas as fichas de atendimento e acompanhamento de pacientes com o diagnóstico confirmado de malária, utilizadas no LECEM/IEC entre janeiro de 2008 a dezembro de 2018. Os resultados encontrados poderão contribuir com a vigilância no que diz respeito não somente à efetivação de estratégias para controle da doença, como somar para as tomadas de decisões tanto no manejo clínico, como no controle da malária com a interrupção do ciclo de transmissão da doença com alvo na eliminação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Giselle Maria Rachid Vieira - Integrante / Isaque Pires da Silva Bonfim de Araújo - Integrante.
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2019 - 2020
AVALIAÇÃO PRELIMINAR DO AMBULÁTORIO DOS VIAJANTES, Descrição: Segundo dados da Organização Mundial de Turismo, avalia-se o aumento de viagens internacionais de 25 milhões na década de 1950, para 806 milhões, em 2005, com crescimento médio anual de 6,5%. Nesse contexto, em resposta ao constante deslocamento populacional, e à facilidade de acesso aos avanços dos meios de transporte, surge a medicina de viagem (MV) inicialmente nos países europeus e América do Norte . Sua prática fundamenta-se na redução de riscos de adoecimento individual e coletivo, uma vez que a MV tem importante papel nas ações de controle da importação e exportação de doenças. É na consulta de orientação pré-viagem que os fatores relacionados ao binômio viagem-viajante, serão avaliados para se estimar e reduzir os riscos de adoecimento do viajante Uma boa orientação pré-viagem resulta de uma boa avaliação do risco, etapa que exige atualização sobre a epidemiologia das doenças, principalmente as doenças infecciosas que representam a principal causa de morbidade entre os viajantes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Giselle Maria Rachid Vieira - Integrante / Victoria Bouez Santos - Integrante.
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2019 - 2020
Conhecimentos, atitudes e práticas sobre medicina de viagem entre profissionais médicos de tres unidades da atenção primária em Belém, Descrição: A Medicina de viagem (MV) surgiu em resposta ao crescente deslocamento populacional, com o objetivo de reduzir os riscos de agravos à saúde relacionados às viagens. A MV tem importante papel para saúde pública mundial, uma vez que esta área contribui para minimizar disseminação de patógenos e doenças infectocontagiosas pelos viajantes em ambientes vulneráveis, reduzindo as chances de importação e exportação de doenças. Compete a esse novo campo a prevenção de doenças infecciosas, segurança individual e redução de exposição dos viajantes a riscos ambientais. A interdisciplinaridade da MV com outras áreas como doenças infecciosas e parasitárias, medicina interna, medicina tropical, epidemiologia, saúde pública, imigração e outras áreas da saúde caracteriza este novo campo como plural. Apesar de muitos estudos sobre MV estarem descritos ao redor do mundo entre pacientes e viajantes, existem poucos estudos com este tema na América Latina, e não há estudo sobre o conhecimento, atitude e práticas entre os profissionais da atenção primária em saúde sobre MV. Além do pioneirismo desse tipo de estudo na América Latina, especificamente na Amazônia, a exposição do tema entre os agentes da atenção primária ? que muitas vezes pode ser o primeiro contato dos usuários com a rede de atenção à saúde ? poderá somar para a construção de políticas públicas de atenção aos viajantes.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / MATOS, HAROLDO JOSÉ DE - Integrante / Giselle Vianna Rachid - Integrante / RAIMUNDO THIAGO TAVARES MACIEL - Integrante / ARTHUR DE MEDEIROS ALVES - Integrante.
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2019 - Atual
Vigilância da Deleção dos Genes para HRP2 e HRP3 (Proteínas 2 e 3 Ricas em Histidina) de Plasmodium falciparum em Áreas Endêmicas da Amazônia Brasileira., Descrição: Este estudo tem como objetivo principal monitorar a deleção dos genes para HRP2 e HRP3 (Proteínas 2 e 3 Ricas em Histidina) de Plasmodium falciparum em áreas endêmicas da Amazônia brasileira, assim como determinar a frequência de parasitos com ausência de pfhrp2 e de pfhrp3 e/ou para ambas proteínas (HRP2 e HRP3) nos isolados analisados. A partir destes achados, pretende-se contribuir com evidências científicas para fornecer orientações/recomendações ao Programa Nacional de Prevenção e Controle de Malária para aquisição e uso de TDR com base em HRP2 que esteja de acordo com as características epidemiológicas da área e genética dos parasitos do local que será implementado, conforme o caso. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Giselle Maria Rachid Viana - Coordenador / Nathália Chamma-Siqueira - Integrante / Carlos Alberto Marques de Carvalho - Integrante / Leandro Goés Correa - Integrante / José Mario Veloso Peres - Integrante / Séphora Sabrina Silva Bezerra - Integrante / Michel Platini Caldas de Souza - Integrante / Ednei Charles da Cruz Amador - Integrante.
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2019 - Atual
Rede de atenção à saúde do viajante e migrante, Descrição: O objetivo principal do projeto é implantar o Serviço de Atenção à Saúde do Viajante e Migrante no IEC, com estrutura para funcionamento no âmbito da prevenção de riscos e tratamento de doenças relacionadas às viagens e deslocamentos forçados ou não, bem como ofertar protocolos e procedimentos de orientação ao usuário com características de viajante. Ressalta-se que será um serviço com atuação convergente à rede CIEVS (Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde).. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Giselle Maria Rachid Viana - Integrante / Nathália Chamma-Siqueira - Integrante.
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2018 - 2020
Conhecimento, atitudes e práticas sobre o consumo de açaí na transmissão da Doença de Chagas entre usuários em investigaçao de Síndrome febril, Descrição: A transmissão do Trypanosoma cruzi por via oral no homem tem caráter habitual no ciclo endêmico primitivo do parasita, através da ingestão de vetores ou seus dejetos e reservatórios infectados. Na ocorrência da doença de Chagas (ou Tripanossomíase Americana) existe uma fase aguda que pode ser identificada ou não (doença de Chagas aguda ? DCA) com tendência à evolução para as formas crônicas, caso não seja tratada precocemente com medicamento específico, que pode se manifestar de diversas formas (cardíaca, digestiva, cardio-digestiva ou indeterminada). A doença se desenvolve quando há liberação de protozoário T. cruzi na corrente sanguínea do ser humano (BRASIL, 2017 - 3º Guia de Vigilância em Saúde. Publicado no site do Ministério da Saúde, disponível:
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2018 - 2019
AVALIAÇÃO DA DOR NA FEBRE DE CHIKUNGUNYA, Descrição: O vírus de Chikungunya foi isolado pela primeira vez entre 1952 e 1953. A febre de Chikungunya clinicamente se caracteriza pela tríade de febre, exantema e artralgia incapacitante. A dor na febre de Chikunkunya é um dos sintomas mais expressivos no curso clínico, e nem sempre de fácil avaliação e manejo clínico. O projeto visa avaliar a intensidade da dor e descrever quais as articulações mais acometidas dos pacientes com febre de Chikungunya.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Haroldo José de Matos - Integrante / Francisco Luzio de Paula - Integrante / Ana Yece das Neves Pinto - Integrante / BIANCA SOUSA DE ALMEIDA NEVES - Integrante / Jannifer Oliveira Chiang - Integrante.
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2018 - 2019
ASPECTOS CLÍNICOS E EPIDEMIOLOGICOS DA MALÁRIA DE FRONTEIRA, Descrição: Áreas de fronteira internacional são um grande obstáculo na vigilância e controle da malária, em especial na Amazônia, pois são mais vulneráveis para a saúde, em função de o limite internacional criar inúmeras barreiras, sejam elas jurídicas, políticas, técnicas e operacionais para o controle de endemias, para o tratamento de doentes e para a oferta dos serviços de saúde. O projeto visa avaliar e descrever os aspectos clínicos e epidemiológicos dos pacientes atendidos com malária procedentes de regiões de fronteira.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / ANA MARIA REVOREDO DA SILVA VENTURA - Integrante / Giselle Maria Rachid Vieira - Integrante / Sérgio Ferreira Santos da Cruz - Integrante.
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2018 - 2019
Aspectos clínicos e epidemiológicos das recaídas de malária por Plasmodium vivax, Descrição: Umas das particularidades da malária causada por P. vivax ou P. ovale é o ciclo evolutivo dessas espécies, pois alguns esporozoítos originam formas evolutivas do parasito, denominadas hipnozoítos, que podem permanecer em estado de latência no fígado mesmo com tratamento adequado. Essa condição explica a recaída da malária por essas espécies de Plasmodium, podendo ocorrer meses ou anos depois do tratamento da infecção inicial (ASHLEY et al, 2018), em geral originada pela ativação dos hipnozoítos de P. vivax no período entre 28 a 180 dias. A recaída, por critério epidemiológico, é definida pela ocorrência de novo episódio da doença, sendo diagnosticada com a presença de hematozoários no sangue periférico sem que o indivíduo tenha retornado à área endêmica (MARKUS, 2018; PEDRO et al, 2012). O risco de recaídas varia de acordo com a área geográfica. Cepas de P. vivax em regiões tropicais causam recaídas mais rápidas e frequentes que cepas de regiões temperadas, podendo alcançar uma taxa de recaída de 50% dentro de um mês após a infecção primária. Nas regiões temperadas, as taxas variam de 5 a 25% (BAIRD, 2004). O projeto visa descrever as características clínicas e epidemiológicas e identificar possíveis fatores associados à recaída nos indivíduos que recaíram.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Ana Maria Revoredo Ventura - Integrante / Giselle Maria Rachid Vieira - Integrante / MATHEUS COSTA FREITAS - Integrante.
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2018 - 2019
CONHECIMENTOS, ATITUDES E PRÁTICAS SOBRE AS FORMAS DE TRANSMISSÃO DA DOENÇA DE CHAGAS, Descrição: A Tripanossomíase Americana, conhecida como doença de Chagas (CHAGAS, C. 1909), afeta em torno de 18 milhões de pessoas da América Latina ao Sul dos Estados Unidos. Esta doença é classificada como uma antropozoonose causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, gerando inúmeras patologias em pacientes diagnosticados através de xenodiagnósticos e exames laboratoriais de sangue fresco. Considerando a situação epidemiológica do estado do Pará, a Vigilância em Saúde responsável por promover estratégias que buscam prevenção e controle de doenças transmissíveis, e verificação de fatores de risco pôde através das análises realizadas a partir dos dados, organizar estratégias de profilaxia contra Triatoma infestans no estado. O projeto visa investigar e descrever o conhecimento, as atitudes e as práticas efetivas sobre as formas de transmissão da doença de Chagas, entre os participantes da pesquisa.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Haroldo José de Matos - Integrante / Francisco Luzio de Paula - Integrante / Ana Yece das Neves Pinto - Integrante / Danielle Carneiro Farias - Integrante / Leonan Cordeiro de Oliveira - Integrante.
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2018 - 2019
Avaliação do esquema de vacinação contra hepatite B, entre os profissionais de saúde matriculados nos programas de residência em hospitais de ensino na região metropolitana de Belém, Descrição: É definido como profissional da saúde, segundo o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos), todo aquele que exerce atividade que envolve contato com pacientes ou sangue, ou outros fluidos corpóreos de pacientes (1). A Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) define profissional de saúde como: médicos, enfermeiros, técnicos de patologia, dentistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, pessoal de apoio, manutenção e limpeza de ambientes hospitalares, motoristas de ambulância e outros que freqüentam assiduamente serviços de saúde (2). Considera-se que profissionais de saúde estão sob risco significativo de contrair ou transmitir doenças como hepatite B, influenza, sarampo, caxumba, rubéola, varicela, tuberculose e doenças por Neisseriae meningitidis (neste caso os microbiologistas rotineiramente expostos a isolamento desses germes), todas preveníveis por meio de vacinas (3). O projeto visa avaliar e descrever a vacinação da hepatite B entre médicos residentes e multiprofissionais da saúde matriculados nos programas de residência nos hospitais de ensino da região metropolitana de Belém.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (6) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Renata Ferraz - Integrante / Barbara Gonçalves - Integrante / José Marcelo Pereira Gomes - Integrante / Breno Yanaguibashi Gonçalves - Integrante / Iago Barbosa Guedes - Integrante / CLARA LUIZA DA SILVA E SILVA - Integrante.
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2018 - 2019
Avaliação da adesão da vacina contra influenza entre os profissionais de saúde matriculados em programas de residência em hospitais de ensino de Belém, Descrição: É definido como profissional da saúde, segundo o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos), todo aquele que exerce atividade que envolve contato com pacientes ou sangue, ou outros fluidos corpóreos de pacientes (1). A Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) define profissional de saúde como: médicos, enfermeiros, técnicos de patologia, dentistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, pessoal de apoio, manutenção e limpeza de ambientes hospitalares, motoristas de ambulância e outros que freqüentam assiduamente serviços de saúde (2). Considera-se que profissionais de saúde estão sob risco significativo de contrair ou transmitir doenças como hepatite B, influenza, sarampo, caxumba, rubéola, varicela, tuberculose e doenças por Neisseriae meningitidis (neste caso os microbiologistas rotineiramente expostos a isolamento desses germes), todas preveníveis por meio de vacinas (3). Os profissionais de saúde, além das vacinas preconizadas para adultos, conforme o calendário básico de vacinação do Ministério da Saúde ? PNI ? podem receber nos CRIEs as vacinas influenza inativada (INF), hepatite B recombinante (HB) e varicela (VZ) para os sem historia prévia de doença ou vacinação; duas doses de vacina sarampo, caxumba, rubéola (SCR) e vacina meningocócica C conjugada (MncC) nos casos especificados acima. As vacinas hepatite B recombinante (HB) e influenza inativada (INF) também estão disponíveis na rede pública de saúde, para esses profissionais. Profissionais em situação de risco para raiva devem fazer esquema pré-exposição com vacina raiva inativada de cultivo celular, também disponível nas Unidades Básicas de Saúde. O projeto visa avaliar e descrever a vacinação da vacina inativada influenza entre médicos residentes e multiprofissionais da saúde matriculados nos programas de residência nos hospitais de ensino da região metropolitana de Belém.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Renata Ferraz - Integrante / José Marcelo Pereira Gomes - Integrante / Barbara Gonçalves Rodrigues - Integrante / Breno Yanaguibashi Gonçalves - Integrante / Iago Barbosa Guedes - Integrante.
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2017 - 2019
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA EM INDIVÍDUOS COM FEBRE CHIKUNGUNYA, Descrição: A febre de Chikungunya emergiu como uma ameaça global por sua alta taxa de morbidade, se apresentando como uma doença grave e incapacitante. Sua notificação é compulsória e deve ser registrada no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). O objetivo é agir diretamente com medidas de controle do vetor, impedindo sua propagação. A elevada taxa de morbidade da febre de CHIKV e a artralgia predominante, influenciam diretamente no desempenho profissional, gerando queda de produtividade e prejudicando a qualidade de vida dos indivíduos infectados. Uma variedade de fatores pode influenciar na qualidade de vida, e seu comprometimento afeta diretamente a saúde das pessoas. A qualidade de vida pode ser mensurada a partir de questionários ou instrumentos, como o SF-36, composto de 36 itens que abrangem oito domínios ou componentes em saúde, sendo eles: dor, capacidade funcional, aspecto físico, condição geral de saúde, aspectos sociais, vitalidade, aspectos emocionais e saúde mental. Dada a emergência da febre Chikungunya será realizado um estudo observacional de caso-controle, visando avaliar a qualidade de vida dos indivíduos notificados com febre de CHIKV atendidos no Setor de Atendimento Médico Unificado (SOAMU), no período de setembro de 2016 a dezembro de 2017, utilizando o instrumento SF-36. Para identificar a associação entre a infecção pelo vírus CHIKV e o comprometimento da qualidade de vida, será realizada análise bivariada pareada por meio de regressão logística condicional para cada uma das variáveis analisadas no instrumento SF-36 (ANEXO III). Será estimada a Odds ratio ajustado e intervalos de confiança de 95%. Odds ratio ajustados e intervalos de confiança de 95% serão estimados em análise multivariada de regressão logística condicional, para controlar potenciais fatores de confusão. Acredita-se que os resultados irão favorecer a intervenção de profissionais da reabilitação no processo de acompanhamento desses indivíduos, contribuindo na elaboração de planos de tratamento direcionados em reabilitação que possam minimizar os comprometimentos evidenciados, reduzindo o impacto sobre a qualidade de vida dos mesmos após a febre de Chikungunya.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado profissional: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Haroldo José de Matos - Integrante / Francisco Luzio de Paula - Integrante / Ana Yece das Neves Pinto - Integrante / ANA CARLA LOBATO PARAENSE - Integrante.
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2017 - 2018
Avaliação do perfil clínico epidemiológico dos usuários atendidos no Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais, do Hospital Ophir Loyola, no município de Belém- Pará, no período de 2000 a 2016, Descrição: A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que as vacinas evitam aproximadamente 2 a 3 milhões de óbitos por ano, logo, as vacinas são comprovadamente essenciais no sentido do controle e eliminação de diversas doenças. O Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores sistemas públicos de saúde no mundo, propondo-se a garantir assistência integral à totalidade da população brasileira. Muito embora alguns indivíduos sejam beneficiários de operadoras de saúde (21,65%), utilizam também serviços ofertados pelo SUS, como por exemplo, a imunização. No Brasil a partir do ano de 1973 foi formulado o Programa Nacional de Imunização (PNI), regulamentado pela Lei Federal no 6.259, de 30 de outubro de 1975, e pelo Decreto n° 78.321, de 12 de agosto de 1976, que instituiu o Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SNVE). O PNI é considerado uma das mais relevantes intervenções em saúde pública, pois organiza toda a política nacional de vacinação da população brasileira e tem como missão o controle e a eliminação de doenças imunopreveníveis. O PNI diante da necessidade de proporcionar uma melhor qualidade de vida aos grupos populacionais especiais, em 1993 deu inicio à implantação dos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIEs), com o objetivo de facilitar o acesso de usuários portadores de quadros clínicos especiais à vacinação que não está contemplada na rotina e necessários a este grupo de indivíduos. Assim, os CRIEs se caracterizam por terem um atendimento diferencial em razão de possuírem imunobiológicos de moderna tecnologia e de elevado custo. Segundo o Manual dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (2014) estes centros tem como finalidade o atendimento de pessoas em situações clínicas especiais como, por exemplo, os indivíduos que apresentam suscetibilidade aumentada para doenças infecciosas por causas biológicas (imunosupressão, doenças crônicas de base, asplenia, transplante, aids); as pessoas que convivem com imunodeprimidos (familiares, profissionais de saúde e cuidadores); pessoas que necessitam da substituição de outros imunobiológicos disponíveis normalmente na rotina devido a hipersensibilidade ou eventos adversos pós-vacinal, e profilaxia pré e pós-exposição a agentes infecciosos, em determinadas situações de risco, como por exemplo ao vírus da raiva. Os imunobiológicos e/ou imunoglobulinas indicados e disponibilizados nos CRIEs são: vacina inativada contra a poliomielite (VIP), contra a hepatite A e B, contra a varicela, Haemophilus influenzae do tipo B (Hib), contra o pneumococo (pneumocócica 23 valente e pneumocócica 7 valente), tríplice bacteriana acelular (DTPa), antimeningocócica C conjugada. Assim como são disponibilizadas as imunoglobulinas antitetânica, antirrábica, antivaricela zoster e anti-hepatite B. Tal avanço traz benefícios imensuráveis, porém também evidencia desafios inerentes ao desenvolvimento e sucesso do PNI, como: questões logísticas (rede de frio e produção de imunobiológicos); manutenção de coberturas elevadas de forma homogênea e para todas as vacinas; verificação e monitoramento da percepção do risco da doença e de eventos adversos pós-vacinação (EAPV); identificação de fatores associados à não adesão; e prevenção da reemergência de doenças já controladas assim como a incorporação de novas tecnologias, como por exemplo os sistemas informatizados para o registro de vacinação com dados nominais (LOPES et al., 2013).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / PAULA RACHEL NEVES ESPINDOLA - Integrante / Gabrielly Lisboa da Silva Soares - Integrante / Jaira Ataide dos Santos Brito - Integrante / Elizabeth do Socorro Pantoja Pereira - Integrante.
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2017 - 2018
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DOS CASOS NOTIFICADOS DE FEBRE CHIKUNGUNYA, Descrição: A febre chikungunya é uma doença causada pelo vírus chikungunya (CHIKV), pertencente ao gênero Alphavirus e à família Togaviridae. Foi primeiramente identificado em 1952, no sudeste da Tanzânia durante um surto, segundo Thiberville et al (2013). A transmissão ocorre por meio da picada dos mosquitos de gênero Aedes, frequentemente Aedes aegypti e Aedes albopictus, presentes em elevada densidade nas áreas de clima tropical e subtropical. A palavra chikungunya deriva da língua Makonde falada na região onde foi primeiramente identificado e significa ?aquele que se curva?, segundo Deeba et al (2016), e se refere à postura adotada pelos pacientes devido à intensa dor articular que caracteriza a infecção por CHIKV. Os sintomas característicos da doença incluem febre alta, exantema e artralgia. Podem estar presentes náuseas, vômitos, dor abdominal e linfadenomegalia (Chikugunya: Manejo Clínico, 2017). Segundo Couderc e Lecuit (2015), os sintomas da infecção por CHIKV são semelhantes aos da dengue, porém associados à intensa poliartralgia. Além disso, estudos mostram que cerca de 80% dos pacientes progridem com persistência das manifestações clínicas, podendo evoluir para forma crônica em 5 a 8% dos casos, especialmente entre indivíduos acima dos 45 anos. Apesar de ter permanecido restrito a áreas da África e da Ásia por muito tempo, durante a epidemia em regiões do Oceano Índico, em 2005, a análise filogenética do vírus revelou mutação na posição 226 da glicoproteína viral E1 em 90% das cepas isoladas do CHIKV. Acredita-se que esta mutação determinou mudança na virulência do CHIKV e favoreceu sua adaptação e replicação no mosquito Aedes albopictus (Rougeron et al, 2014). Este fato ficou claramente demonstrado, a partir da epidemia na Ilha da Reunião, em que a progressão da epidemia foi observada a partir da mutação do vírus e sua adaptação exclusivamente aos mosquitos do gênero Aedes, principalmente Aedes albopictus e Aedes aegypti. O CHIKV se disseminou progressivamente para a Europa e para as Américas, com importante impacto nos serviços de saúde e grande preocupação das autoridades de saúde pública. No Brasil, a introdução e transmissão sustentada da doença é favorecida pela elevada densidade vetorial dos mosquitos do gênero Aedes e da vulnerabilidade imunológica da população. Além disso, o aumento das viagens internacionais, contribuíram para a disseminação da doença, a partir de viajantes provenientes de áreas com transmissão da doença para regiões livres da circulação do vírus. Nas últimas décadas, a comunidade científica tem acompanhado em tempo real a introdução de novos e antigos patógenos a partir das viagens, o que caracteriza os viajantes como população sentinela para agravos com repercussão em saúde pública, como a febre de chiukungunya, atuando como alerta aos profissionais de saúde e serviços de vigilância epidemiológica.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Haroldo José de Matos - Integrante / Francisco Luzio de Paula - Integrante / Ana Yece das Neves Pinto - Integrante / JOSUÉ DA SILVA NEVES SOBRINHO - Integrante.
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2017 - 2018
ASPECTOS CLINICOS E EPIDEMIOLÓGICOS DA MALÁRIA EM VIAJANTES, Descrição: As chegadas de turistas internacionais aumentaram globalmente, de 25 milhões, em 1950, para 527 milhões em 1995, e 1,133 bilhões em 2014, segundo a Organização Mundial do Turismo. Estima-se ainda, que haverá acréscimo de 3,3% ao ano nas chegadas de turistas internacionais em todo o mundo, com previsão de atingir 1,8 bilhões até 2030. Perante o número expressivo e cada vez maior de deslocamento global, especialmente para regiões consideradas tropicais, surgiu a Medicina de Viagem (MV), uma área de atuação médica emergente, com caraterística interdisciplinar que engloba diversas especialidades, como medicina preventiva, epidemiologia, saúde pública, doenças infeciosas, medicina tropical e medicina interna. Atualmente, mais de 100 países encontram-se sob o risco de transmissão da malária e mais de 125 milhões de viajantes internacionais visitam estas áreas anualmente (WHO, 2017). Este grande fluxo evidencia a importância que a doença tem para essa população e justifica a malária ser uma das principais causas de febre no retorno dos viajantes. Estima-se que 40 a 70% dos casos importados da doença não sejam notificados, mesmo com realização de tratamento ou internação. Aproximadamente 10 a 30 mil casos de malária são notificados todos os anos na Europa, devido ao deslocamento dos viajantes para regiões endêmicas; desses, 1 a 4% podem evoluir a óbito por infecção causada pelo Plasmodium falciparum. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 99,7% dos casos de malária ocorrem na região amazônica. Os 492 casos registrados fora da região, apenas 82 eram autóctones enquanto os demais, importados, possibilitados pela condição da viagem. Esse quadro caracteriza o elevado percentual de atraso no diagnóstico, formas graves e óbitos pela doença na região extra-amazônica. A malária em viajantes pode ser entendida como uma emergência clínica e em saúde pública. São vários fatores que contribuem para esta percepção, entre eles está o atraso diagnóstico em indivíduos que retornam de áreas com risco de transmissão da doença, para locais onde os profissionais de saúde não evocam a hipótese diagnóstica oportunamente o que culmina para evolução de casos graves e óbito em viajantes pela doença. Urge uma política nacional para prevenção da malária em viajantes de forma consonante e racional com a realidade brasileira.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Carina G. Sequeira - Integrante / Rosana Maria F. Libonati - Integrante / ANA MARIA REVOREDO DA SILVA VENTURA - Integrante / Julia Nicolau da Costa Chady - Integrante.
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2017 - 2018
ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO SOBRE O CONTINUUM DE CUIDADOS DE PACIENTES COM EVIDÊNCIA LABORATORIAL DE INFECÇÃO PELO HIV NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM DO PARÁ, Descrição: Segundo Carandina, Ilias e Marin (2011) a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana ? HumanImmunodeficiency Vírus (HIV) ? constitui-se em uma ampla preocupação pela crescente disperção mundial, gravidade e pelas muitas dúvidas e dificuldades que seu controle ocasiona. Diante disso, tem sido alvo de estudos que resultaram em avanços responsáveis pelo progresso da qualidade e da quantidade de anos vividos por seus portadores. Decorridos mais de 30 anos da descoberta do vírus da imunodeficiência humana (HIV) e a respeito da tendência a estabilização da epidemia no Brasil, ainda considera -se a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) como uma pandemia. (SCHUELTER-TREVISOL et.al. 2013). Segundo Brasil (2014) em 2013, o ranking da taxa de detecção de AIDS entre as Unidades da Federação indicou que o estado do Pará apresentava uma taxa com valor de 20,5 casos para cada 100 mil habitantes. Além disso, a capital Belém está entre as cinco posições no ranking das Unidades da Federação segundo o Índice Composto pelos indicadores de taxas detecção e mortalidade e primeira contagem de CD4. Sendo assim, a implementação do tratamento como prevenção tem sido reconhecida como uma das mais importantes medidas de saúde pública para o controle da transmissão do HIV. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2015). Estima-se que, ao fim de 2014, aproximadamente 781 mil pessoas vivendo com HIV/AIDS (PVHA) no Brasil, representando uma taxa de prevalência de HIV de 0,39%. Dessas PVHA, 83% (649 mil) haviam sido diagnosticadas. Aproximadamente 80% destas foram vinculadas ao serviço de saúde em algum momento depois do diagnóstico; no entanto, apenas 66% continuavam retidas nesses serviços. Mais da metade (52%) das PVHA estavam em terapia antirretroviral (TARV) (405 mil), sendo que 46% (356 mil) delas apresentavam supressão viral pelo menos seis meses após o início da instituição da TARV. Considerando-se apenas PVHA em TARV, a proporção de supressão viral atinge aproximadamente 88%%. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2015). De acordo com o último Boletim Epidemiológico (ano base de 2015), foram notificados 798.366 casos de pessoas vivendo com HIV, acumulados de 1980 a junho de 2015, sendo que a região Norte corresponde 5,7 % do total de casos. Além do mais, foram registrados no Brasil, desde 1980 até junho de 2015, 519.183 (65,0%) casos de AIDS em homens e 278.960 (35,0%) em mulheres, sendo que as taxas de detecção de AIDS em homens nos últimos dez anos têm apresentado tendência de crescimento e nas mulheres, observa-se tendência de queda dessa taxa. As fontes utilizadas para a obtenção dos dados são as notificações compulsórias dos casos de HIV/AIDS no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAM), além de dados obtidos no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), no Sistema de Controle de Exames Laboratoriais (SISCEL) e no Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (SICLOM), (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2015). A infecção por HIV continua a ser um problema de saúde pública, apesar de todos os esforços, dos avanços científicos e do investimento feito e, atualmente ainda não se descobriu uma forma de tratamento eficaz na erradicação do vírus. No entanto, há cada vez mais e melhores fármacos que permitem considerar esta pandemia como uma doença crônica, com a qual as pessoas infectadas podem manter uma relativamente ?boa? qualidade de vida. (SANTOS, 2011). Nesse contexto, o monitoramento clínico da sobrevida de pessoas vivendo com HIV/AIDS, incluindo a cascata de cuidado contínuo tornam-se essenciais para apreciar os esforços necessários a maximizar os efeitos das intervenções e nortear as ações para conter o avanço da epidemia de HIV/AIDS.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Haroldo Matos - Coordenador / ELIANE MOURA DA SILVA - Integrante.
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2017 - 2018
Avaliação da situação vacinal de médicos e multiprofissionais de saúde matriculados em diferentes programas de residência nos hospitais de ensino da região metropolitana de Belém em 2017, Descrição: É definido como profissional da saúde, segundo o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos), todo aquele que exerce atividade que envolve contato com pacientes ou sangue, ou outros fluidos corpóreos de pacientes (1). A Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm) define profissional de saúde como: médicos, enfermeiros, técnicos de patologia, dentistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, pessoal de apoio, manutenção e limpeza de ambientes hospitalares, motoristas de ambulância e outros que freqüentam assiduamente serviços de saúde (2). Considera-se que profissionais de saúde estão sob risco significativo de contrair ou transmitir doenças como hepatite B, influenza, sarampo, caxumba, rubéola, varicela, tuberculose e doenças por Neisseriae meningitidis (neste caso os microbiologistas rotineiramente expostos a isolamento desses germes), todas preveníveis por meio de vacinas (3). Os profissionais de saúde, além das vacinas preconizadas para adultos, conforme o calendário básico de vacinação do Ministério da Saúde ? PNI ? podem receber nos CRIEs as vacinas influenza inativada (INF), hepatite B recombinante (HB) e varicela (VZ) para os sem historia prévia de doença ou vacinação; duas doses de vacina sarampo, caxumba, rubéola (SCR) e vacina meningocócica C conjugada (MncC) nos casos especificados acima. As vacinas hepatite B recombinante (HB) e influenza inativada (INF) também estão disponíveis na rede pública de saúde, para esses profissionais. Profissionais em situação de risco para raiva devem fazer esquema pré-exposição com vacina raiva inativada de cultivo celular, também disponível nas Unidades Básicas de Saúde.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Tânia S. Chaves - Integrante / Haroldo José de Matos - Integrante / Renata Ferraz - Integrante / Barbara Gonçalves - Integrante / José Marcelo Pereira Gomes - Integrante.
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2016 - 2017
Estudo de abrangência nacional de comportamentos, atitudes, práticas e prevalência de HIV, Sífilis e Hepatites B e C entre Travestis., Descrição: Segundo estimativas recentes do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, em 2014 haviam aproximadamente 734 mil pessoas vivendo com HIV/AIDS no Brasil. A estimativa corresponde, entre a população de 15 a 49 anos, a uma prevalência de 0,6% - 0,7% em homens e 0,4% em mulheres. No entanto, prevalências muito mais altas têm sido identificadas em populações sob risco acrescido. Segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) profissionais do sexo tem 12 vezes mais chances de adquirir o HIV, homens que fazem sexo com homens 19 vezes, usuários de drogas injetáveis 28 vezes e travestis tem até 49 vezes mais chances de adquirir o HIV, quando comparados com população adulta em geral. Apesar da importância destes segmentos na dinâmica de disseminação da epidemia de AIDS, estes têm pequena magnitude em termos populacionais e são considerados como populações de difícil acesso para estudos que utilizam desenhos metodológicos habituais, como inquéritos epidemiológicos domiciliares. Fazse necessário elaborar desenhos amostrais especificamente formulados para acessar essas populações ditas ?de difícil acesso?, nas quais é muito difícil ou impossível obter acesso a uma listagem exaustiva de seus integrantes, os quais geralmente estão envolvidos em atividades, ou possuem hábitos e características estigmatizadas e/ou ilegais (ex: usuários de drogas, trabalhadores do sexo, travestis). Não é possível estabelecer a real dimensão destas populações utilizando desenhos amostrais clássicos, e os estudos que lhes dizem respeito se veem às voltas com complexas questões de privacidade e sensibilidade das eventuais abordagens da população -alvo.Alguns métodos têm sido desenvolvidos e utilizados quando o interesse é conhecer melhor características e comportamentos de populações de difícil acesso. Tais métodos de amostragem se aproximam (ou buscam se aproximar ) da amostragem probabilística. Um destes métodos é a estratégia de amostragem denominada ?Respondent Driven Sampling? (RDS), que será utilizada na presente pesquisa. O método RDS é uma variante da amostragem em cadeia, onde os indivíduos da população sob estudo recrutam seus pares. A coleta de dados é realizada por meio de sucessivos ciclos de recrutamento, ou ondas, até que o tamanho de amostra estipulado seja atingido. O método já foi utilizado com sucesso em estudos anteriores realizadas pelo nosso grupo de pesquisa. É importante ressaltar que inexistem estudos brasileiros acerca da prevalência de HIV/AIDS, Sífilis e Hepatites virais entre travestis no Brasil. O presente projeto tem o objetivo realizar estudo de comportamentos, atitudes, práticas e prevalências de HIV, Sífilis, HCV e HBV entre travestis de 12 municípios, a saber: Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Campo Grande/MS, Curitiba/PR, Fortaleza/CE, Manaus/AM, Porto Alegre/RS, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA e São Paulo/SP. A pesquisa visa a construção de indicadores relacionados à sua vulnerabilidade frente à infecção pelo HIV, Sífilis, Hepatite B e Hepatite C, de modo a estabelecer uma linha de base de monitoramento destas epidemias neste segmento populacional, no Brasil. Pretende-se, igualmente, estabelecer parâmetros consistentes para identificar as diferenças sociais, demográficas e geográficas nos padrões de comportamento relacionados à vulnerabilidade frente ao HIV/AIDS e demais infecções selecionadas, bem como identificar especificidades e necessidades em saúde desta população.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Mônica Malta - Coordenador / Maria Amélia Veras - Integrante / Ana Brito - Integrante / Ximena Pamela - Integrante / Socorro Valente - Integrante.
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2016 - Atual
MALÁRIA POR P. vivax, HELMINTOSES INTESTINAIS E HEPCIDINA: ASPECTOS CLÍNICO-LABORATORIAIS COM ÊNFASE NA ANEMIA EM INDIVÍDUOS DE UMA ÁREA ENDÊMICA DA AMAZÔNIA BRASILEIRA, Descrição: Descrição: O objetivo desta proposta é avaliar epidemiologia da coinfecção malária vivax e helmintoses intestinais em uma área endêmica da Amazônia brasileira. Aspectos clínicos, nutricionais e epidemiológicos da malária com ênfase no determinismo da anemia serão analisados na inter-relação entre helmintos intestinais. Uma possível associação entre o tempo de permanência e maior frequência de gametócitos em indivíduos com malária vivax coinfectados com geohelmintos será avaliada. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. Integrantes: Rosana Maria Feio Libonati - Integrante / Ricardo Luiz Dantas Machado - Integrante / Maria Miriam Mendes - Integrante / Sonia Maria Nogueira Rodrigues - Integrante / Carina Guilhon Sequeira - Integrante / Carlos Rodrigo Souza do Monte - Integrante / Rogério G Brandão - Integrante / Ana Maria Revorêdo da Silva Ventura - Coordenador / Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / SILVA, DARCI RODRIGUES DA - Integrante / Agostinho Santiago Fernandes - Integrante / Martin Johannes Enk - Integrante / Christiane de Oliveira Goveia - Integrante / Ricardo José de Paula Souza e Guimarães - Integrante / Clistenes Pamplona Catete - Integrante / Laryssa de Cássia Tork da Silva - Integrante / Luis Henrique Rocha Guimarães - Integrante / Rafaele Procópio Oliveira - Integrante / Luiz Alberto Gonçalves Lobo - Integrante / Luiz Carlos Alves da Costa Vitorino - Integrante. Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Chaves, T.S. - Integrante / Rosana Maria F Libonati - Integrante / Rogério G Brandão - Integrante / Darci R da Silva - Integrante / Carlo R. Monte - Integrante / Ana Maria R.S. Ventura - Coordenador / Ricardo José de Paula Souza e Guimarães - Integrante / Carina Sequeira Guilhon - Integrante.
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2015 - 2016
COINFECÇÃO MALÁRIA- DENGUE NO INSTITUTO EVANDRO CHAGAS - UMA SÉRIE DE CASOS, Descrição: Malária e dengue são as doenças transmitidas por vetores mais prevalentes em áreas tropicais . A malária é uma das mais importantes doenças parasitárias no mundo. Estima-se que 3,3 bilhões de pessoas em 97 países e territórios vivem sob o risco de serem infectadas com malária ou na condição da doença estar em desenvolvimento. De acordo com as últimas estimativas da Organização Mundial da Saúde ocorreram 198 milhões de casos de malária em 2013 (IC: 124.000.000-283.000.000), com um número estimado de 584 000 mortes (IC: 367.000-755 000). As taxas de mortalidade por malária caíram de 47% a nível mundial desde 2000. (OMS, 2014). No Brasil, a malária ocorre predominantemente na zona rural da região da Amazônia Legal, composta pelos estados do Acre, Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, parte do Maranhão e Tocantins. No período de 2000 a 2011, 99,7% dos casos de malária foram notificados na Região Amazônica, área endêmica no país.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Coordenador / Ana Maria Revoredo Ventura - Integrante / Ricardo Dantas Machado - Integrante / Haroldo José de Matos - Integrante / LETÍCIA ESPÍNDOLA LOBATO - Integrante / Ana Cecilia Ribeiro Cruz - Integrante.
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2015 - Atual
Epidemiologia da malária vivax e helmitoses intestinais em 3D: dinâmica, distribuição e diversidade em uma área endêmica da Amazônia brasileira., Descrição: Epidemiologia da malária vivax e helmitoses intestinais em 3D: dinâmica, distribuição e diversidade em uma área endêmica da Amazônia brasileira. Descrição: Avaliar a influência das helmintoses na clinica e imunologia da malária vivax. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (2) Doutorado: (2) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Ana Maria R.S. Ventura - Coordenador / Carlos Rodrigo S Monte - Integrante / Ricardo Luiz Dantas Machado - Integrante / Carina Sequeira Guilhon - Integrante / ROSANA LINONATTI - Integrante.
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2013 - 2015
FATORES SOCIOAMBIENTAIS E ECONÔMICOS ASSOCIADOS À PREVALÊNCIA DA MALÁRIA NO MUNICÍPIO DE ANANINDEUA-PARÁ, EM 2013, Descrição: Este estudo objetiva avaliar os indicadores de saneamento básico e socioeconômicos, os casos notificados de malária e o grau de risco desse município de contrair malária com base no Índice Parasitário Anual (IPA), relativos aos anos de 2003 a 2013 do município de Ananindeua no Estado do Pará. Os dados das dimensões de saneamento básico e socioeconômico foram retirados do censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O resumo epidemiológico de Malária é proveniente do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológico de Malária (SIVEP/Malária) do Ministério da Saúde e das fichas do SIVEP/Malária da Unidade de Endemias do município dos casos de 2013. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1). , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Ana Maria Revoredo Ventura - Integrante / Ricardo Dantas Machado - Coordenador / Haroldo José de Matos - Integrante / Nelson Fernando de Lisboa Sofffiatti - Integrante / MONTEIRO, THAIS HETIERRE ABREU - Integrante / Ricardo Guimarães - Integrante.
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2011 - 2014
A participação de um serviço público na atenção e implementação de ações à saúde do viajante no Brasil, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marta Heloisa Lopes em 02/05/2016., Descrição: Tese de Doutorado: A medicina de viagem (MV) surgiu em resposta ao crescente deslocamento populacional, com o objetivo de prevenir os agravos à saúde relacionados às viagens. No Brasil teve inicio no final da década de 90, momento em que reformas socioeconômicas levaram a melhorias das condições de vida dos brasileiros. O Núcleo de Medicina do Viajante (NMV), do Instituto de Infectologia Emilio Ribas (IIER), foi o primeiro serviço de atenção à saúde do viajante criado na cidade de São Paulo, em maio de 2000. O presente estudo visa: descrever a população de viajantes que procuraram orientação pré-viagem no Núcleo de Medicina do Viajante (NMV) do Instituto de Infectologia Emilio Ribas (IIER) no período de janeiro de 2006 a dezembro de 2010; descrever as medidas de prevenção recomendadas em relação às doenças infecciosas; descrever as atividades de ensino realizadas e a participação do serviço na discussão de diretrizes em políticas públicas em medicina de viagem. No período estudado, 2744 viajantes procuraram orientação pré-viagem no NMV do IIER. Foram realizados 2836 atendimentos de orientação pré-viagem, 92 viajantes procuraram o serviço mais de uma vez. A faixa etária entre 18 e 34 anos (54,2%), o sexo feminino (51,1%) e grau de educação superior (75,5%) foram as principais características demográficas desses viajantes. Os destinos mais procurados foram: África (24,5%), Europa (21,2%), Ásia (16,6%) e Brasil (19,2%). O turismo (35,7%) e o trabalho (35,7%) foram os motivos de viagem mais referidos. O tempo de permanência menor ou igual a 30 dias foi referido pelos viajantes em que o objetivo de viagem foi o turismo, enquanto os viajantes que referiram o trabalho ou estudo apresentaram maior tempo de permanência (p <0,001). O meio de transporte mais referido foi o aéreo (62,8%). Os viajantes relataram durante a consulta pré-viagem dificuldade de acesso ao serviço. As fontes de informação mais referidas foram: informação a partir de amigos, indicação por profissional da saúde e mídia eletrônica. As medidas de prevenção recomendadas variaram conforme o destino. O tratamento autoadministrado para diarreia foi mais recomendado aos viajantes com destino à Ásia. As vacinas de febre amarela, poliomielite e antimeningocócica A e C foram mais recomendadas aos viajantes com destino à África, assim como a quimioprofilaxia para malária, que foi recomendada para 26,4% dos viajantes para esse destino. A quimioprofilaxia (QPX) para malária foi recomendada em 10,3% de todas as orientações. Houve diferença com significância estatística na recomendação segundo a finalidade (p<0,30), o destino (p<0,001) e a duração da viagem (p<0,001). Das 422 orientações realizadas aos viajantes com destino ao Brasil, a QPX foi recomendada somente para 30 (7,1%). Dos 2744 viajantes atendidos, 664 (24,2%) relataram pelo menos uma morbidade prévia; 66 (2,4%) eram menores de 10 anos de idade; e 157 (5,7%) tinham 60 anos ou mais. Em relação às atividades de ensino, no período do estudo, 83 médicos residentes estagiaram no NMV e foram orientadas onze monografias de conclusão de residência médica. O NMV participou de 12 reuniões para discussão de diretrizes sobre a saúde do viajante e de iniciativas como a Carta de São Paulo (documento em defesa da saúde do viajante elaborado por acadêmicos e profissionais de saúde participantes do SUS). Da criação da Sociedade Brasileira de Medicina de Viagem e da criação do Comitê Estadual de Saúde do Viajante, pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Essas atividades foram passos decisivos para corroborar a implementação de políticas públicas em saúde do viajante no Brasil.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Marta Heloisa Lopes - Coordenador / Jessé Alves - Integrante.
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2001 - 2003
Soroprevalência de anticorpos contra o vírus Varicella-zoster e resposta à vacina contra varicela em crianças transplantadas renais do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, Projeto certificado pelo(a) coordenador(a) Marta Heloisa Lopes em 02/05/2016., Descrição: Dissertação de Mestrado: Soroprevalência de anticorpos contra o vírus Varicella-zoster e resposta à vacina contra varicela em crianças transplantadas renais do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Estudo descritivo de avaliação dos registros de vacinação, da soroprevalência de anticorpos contra o vírus Varicella-zoster (VVZ) e da resposta à vacina contra varicela realizado em 50 crianças transplantadas renais da Unidade de Transplante Renal do HCFMUSP, de outubro de 2001 a maio de 2002. Das 46 crianças cujas carteiras de vacinação foram avaliadas só duas (4%) estavam com o esquema vacinal atualizado. A soroprevalência de anticorpos contra o vírus Varicella-zoster foi de 88% (43 entre os 49 que concordaram em colher sangue) e 37 (75,5%) tinham títulos de anticorpos anti-VVZ =500 mUA/ml. A vacina de vírus vivos atenuados contra varicela foi administrada a seis das 12 crianças com títulos de anticorpos <500mUA/mL. Quatro das seis vacinadas (66,6%) responderam com títulos>500mUA/mL. Não foram observados quaisquer eventos adversos pós vacinação.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Tania do Socorro Souza Chaves - Integrante / Marta Heloisa Lopes - Coordenador / Sigrid de Souza Santos - Integrante / Lilian M. P. Araújo - Integrante / Elias David-Neto - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2016 - Atual
Faculdade de Medicina da Universidade Federal do ParáVínculo: PROFESSOR, Enquadramento Funcional: Docente de Magistério Superior, Carga horária: 40
2011 - Atual
Instituto Evandro ChagasVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Pesquisa Clínica em Malária, Carga horária: 40
Atividades
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12/2015
Ensino, Programa de Pós Graduação em epidemiologia e vigilância em Saúde, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Professora e Orientadora do PPGEVS
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03/2015
Outras atividades técnico-científicas , Universidade Aberta do SUS, Universidade Aberta do SUS.,Atividade realizada, Conteúdista do módulo MALÀRIA, do curso em EaD pelo PROVAB/UNASUS.
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12/2011
Pesquisa e desenvolvimento, Seção de Parasitologia.,Linhas de pesquisa
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10/2015 - 10/2015
Ensino, II Curso de Epidemiologia do Instituto evandro Chagas Aplicada a Serviços d, Nível: Aperfeiçoamento,Disciplinas ministradas, Vacinação em Viajante
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06/2015 - 06/2015
Treinamentos ministrados , Secretaria de Saúde do estado do Pará SESPA.,Treinamentos ministrados, Treinamento e Capacitação para:médicos e enfermeiros no Manejo clinico de Malária, como apoio ao processo de Descentralização das Ações de Controle de malária, nos municípios de Marituba e Santa Barbara. 1o. Centro Regional
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04/2015 - 04/2015
Treinamentos ministrados , Secretaria de Saúde do estado do Pará SESPA.,Treinamentos ministrados, Treinamento e Capacitação no Manejo Clínico de Dengue e Chikungunya para Profissionais de saúde
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12/2013 - 12/2013
Ensino, Especialização em medicina do tráfego, Nível: Especialização,Disciplinas ministradas, Medicina de Viagem - Curso de PG Latu Sensu,, Medicina de Viagem,
2005 - 2011
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloVínculo: Médica Comissionada, Enquadramento Funcional: Médica Assistente, Carga horária: 20
Outras informações:
Médica Comissionada pela Prefeitura Municipal de São Paulo para exercer atividades junto ao CRIE - Centro de Imunizações e Ambulatório de viajantes do Hospital das Clinicas da FMUSP. Lotada na Divisão de Clínica de Moléstias Infecciosas e Parasitárias
2006 - 2006
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Médica Assistente
Outras informações:
Coordenadora do Módulo Teórico para médicos residentes: Medicina dos Viajantes - Depto. de Moléstias Infecciosas e Parasitárias
2003 - 2006
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Médica assistente, Carga horária: 20
Outras informações:
Atuou no Serviço de Extensão ao Atendimento de Pacientes HIV/Aids-Casa da Aids - Divisão de Moléstias Infecciosas e Parasitárias do Hospital das Clínicas da FMUSP, como médica assistente e Médica de Referência em Genotipagem no período de maio de 2003 a novembro de 2006.
Atividades
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01/2007
Conselhos, Comissões e Consultoria, Ambulatório de Doenças Endêmicas da Divisão de Moléstias Infecciosas.,Cargo ou função, Médica Assistente.
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04/2008 - 06/2008
Ensino, Residência Médica em Infectologia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Módulo Teórico de Medicina dos Viajantes
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07/2006 - 10/2006
Ensino, Residência Médica em Infectologia, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Módulo Teórico para Residentes: Medicina dos Viajantes
1997 - 2011
INSTITUTO DE INFECTOLOGIA EMILIO RIBASVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Médica infectologista, Carga horária: 20
Atividades
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05/2005
Serviços técnicos especializados , Medicina, Imunizações.,Serviço realizado, Médica assistente e Coordenadora do Núcleo de Medicina do Viajante.
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01/1998
Serviços técnicos especializados , Medicina, Infectologia.,Serviço realizado, Preceptoria.
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02/2010 - 11/2011
Ensino, Programa de residência médica do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Estágio supervisionado no Núcleo de Medicina do Viajante do IIER, Preceptoria
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11/2006 - 11/2011
Serviços técnicos especializados , Centro de Referência em Imunobiológicos Especiais do IIER.,Serviço realizado, Médica responsável pelo Centro de Imunobiológicos.
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06/1999 - 03/2005
Serviços técnicos especializados , Medicina, Infectologia.,Serviço realizado, Médica Assistente do Ambulatório de Pacientes HIV/AIDS.
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02/1997 - 11/1997
Serviços técnicos especializados , Medicina, Infectologia.,Serviço realizado, Atividades no Pronto Socorro, Enfermaria e Ambulatório.
2009 - 2011
Faculdade de Medicina da USPVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Médica Assistente
2010 - 2010
Faculdade de Medicina da USPVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Colaborador, Carga horária: 20
Outras informações:
Ministrou aula teórica aos alunos do curso de Graduação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, na disciplina MIP-0532 - Doenças Endêmicas, sobre os temas:
Medicina dos Viajantes
Imunizações
Malária
E aula prática, no Laboratório da SUCEN, sobre o tema Malária
Atividades
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11/2009
Conselhos, Comissões e Consultoria, GRINT - Grupo de Relações Internacionais do Depto MIP.,Cargo ou função, Médica Assistente.
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08/2010 - 09/2010
Ensino, Medicina, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Doenças endêmicas - Medicina dos Viajantes, Imunizações, Malária
2003 - 2006
Fundação Faculdade de MedicinaVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Médica Assistente, Carga horária: 20
Outras informações:
Médica assistente do Ambulatório da Casa da AIDS - Divisão de Clínica de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP
2003 - 2006
Fundação Faculdade de MedicinaVínculo: Médica infectologista, Enquadramento Funcional: Médica assistente, Carga horária: 20
Outras informações:
Médica Assistente da Casa da AIDS. Acompanhamento de pacientes com HIV/AIDS.
2015 - 2015
Instituto de Tecnologia e Desenvolvimento Econômico e SocialVínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor visitante, Carga horária: 20
Outras informações:
Módulo de Medicina de Viagem: no curso de Pós-Graduação (Lato sensu), em nível de Especialização em Medicina do tráfego.
2013 - 2013
Instituto de Tecnologia e Desenvolvimento Econômico e SocialVínculo: Professor Visitante, Enquadramento Funcional: Professor visitante, Carga horária: 20
Outras informações:
Módulo de Medicina de Viagem: no curso de Pós-Graduação (Lato sensu), em nível de Especialização em Medicina do tráfego.
2015 - 2016
Fundação Oswaldo CruzVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador
Outras informações:
Projeto DIVAS - Sítio Belém
2003 - 2011
Prefeitura do Município de São PauloVínculo: , Enquadramento Funcional: Médica Assistente, Carga horária: 20
Outras informações:
Médica do Núcleo de Infecção Hospitalar da COVISA
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Tânia do Socorro Souza Chaves e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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