Pery Soares Baccin

Graduado em Medicina Veterinária - Universidade Federal de Santa Maria, 2014 - 2021.

Informações coletadas do Lattes em 14/09/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Especialização em andamento em Anestesiologia em pequenos animais

2023 - Atual

Associação Nacional de Clínico Veterinários de Pequenos Animais - SP

Graduação em Medicina Veterinária

2014 - 2021

Universidade Federal de Santa Maria

Ensino Médio (2º grau)

1998 - 2009

Colégio Bom jesus -são luiz

Formação complementar

2022 - 2022

Cirurgias de Rotina em Pequenos Animais - Tórax e Abdômen. (Carga horária: 20h). , Cursos vet br, VET BR, Brasil.

2018 - 2018

HEMATOLOGIA APLICADA AO DIAGNÓSTICO EM MEDICINA FELINA. (Carga horária: 16h). , scienta, SCIENTA, Brasil.

2017 - 2017

Minicurso de Seleção e Julgamento da Raça Angus. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.

2015 - 2015

Curso Intensivo EF. (Carga horária: 84h). , Education First (New York), EF, Estados Unidos.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Bem, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Organização de eventos

BACCIN, P. S. ; BACCIN, PERY SOARES . Campanha de Vacinação Antirrábica canina e felina.. 2019. (Outro).

BACCIN, P. S. . Campanha de Vacinação Antirrábica canina e felina. 2018. (Outro).

Participação em eventos

Reanimação cérebro- cardiopulmonar em pequenos animais?,. 2019. (Oficina).

Urgências e emergências em grandes animais. 2019. (Outra).

XXIII Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. 2019. (Outra).

33ªJornada Academica Integrada.PESQUISA COM MÉDICOS VETERINÁRIOS SOBRE O USO DE DIPIRONA EM GATOS NA AMÉRICA LATINA. 2018. (Outra).

33ªJornada Academica Integrada.VASCULITE SÉPTICA EM UM FELINO". 2018. (Outra).

33ªJornada Academica Integrada.ANESTESIA EM PHASIANUS COLCHICUS (FAISÃO): RELATO DE CASO. 2018. (Outra).

33ªJornada Academica Integrada.PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DO HOSPITAL VETERINÁRIO UNIVERSITÁRIO DE SANTA MARIA. 2018. (Outra).

33ªJornada Academica Integrada.BLOQUEIO ANESTÉSICO COM BUPIVACAÍNA EM EQUINO COM FRATURA BILATERAL DE MANDÍBULA - RELATO DE CASO. 2018. (Outra).

Cuidados intensivos no paciente crítico. 2018. (Oficina).

I ciclo de palestras em medicina equina. 2018. (Encontro).

III SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE REANIMAÇÃO CARDIORRESPIRATÓRIO EM CÃES E GATOSI. 2018. (Simpósio).

Simpósio de Medicina Felina. 2018. (Simpósio).

Workshop de doenças respiratórias, reprodutivas e entéricas de animais de produção. 2018. (Outra).

XIII Congresso Brasileiro de Anestesiologia Vaterinária. 2018. (Congresso).

32ªJornada Academica Integrada.VARIAÇÃO DO PH EM CADELAS SUBMETIDAS À OVH ELETIVA. 2017. (Outra).

1ª Tarde de Campo Sistemas Sustentáveis em Bovinos e Ovinos de corte: Alternativas de Produção em Pastagem. 2016. (Outra).

Beef Summit Sul. 2014. (Encontro).

Produções bibliográficas

  • SCHIMITES, P.I. ; SEGAT, H.J. ; TEIXEIRA, L.G. ; MARTINS, L.R. ; MANGINI, L.T. ; BACCIN, P.S. ; ROSA, H.Z. ; MILANESI, L.H. ; BURGER, M.E. ; SOARES, A.V. . Gallic acid prevents ketamine-induced oxidative damages in brain regions and liver of rats. NEUROSCIENCE LETTERS , v. 714, p. 134560, 2020.

  • TEIXEIRA, LUCIANA GONÇALVES ; MANGINI, LUIZA TONIETTO ; BACCIN, PERY SOARES ; SCHIMITES, PAULA IVANIR ; MARTINS, LETÍCIA REGINATO ; BECERRA, JOSÉ RICARDO HERRERA ; SOARES, ANDRÉ VASCONCELOS . Uso de dipirona em gatos na América do Sul. PUBVET (LONDRINA) , v. 12, p. 1-4, 2018.

  • ZALUSKI, F. C. ; BACCIN, P. S. . TENDÊNCIAS DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA SOBRE INOVAÇÃO: UM MAPEAMENTO BIBLIOMÉTRICO DO FÓRUM INTERNACIONAL ECOINOVAR (2012-2019). Administração de empresa em revista.

  • BACCIN, P. S. ; SOARES, A. V. ; TEIXEIRA, L. G. ; MANGINI, L. T. ; MARTINS, L. R. ; SCHIMITES, P. I. ; TOMIO, J. . PESQUISA COM MÉDICOS VETERINÁRIOS SOBRE O USO DE DIPIRONA EM GATOS NA AMÉRICA LATINA. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - 2021

    DIFERENTES LOCAIS DE APLICAÇÃO DE AZUL DE METILENO NA MARCAÇÃO DO LINFONODO ILÍACO MEDIAL EM CÃES, Descrição: O sistema linfático serve de importante rota de transporte para células tumorais, sendo os linfonodos sentinelas, os quais drenam as regiões afetadas, uma espécie de ?incubadora? para as células metastáticas. A biópsia de tais linfonodos para avaliação histopatológica ou citológica, serve como fator prognóstico e auxiliar, na decisão da adoção de terapias adjuvantes, em oncologia. Por sua vez, o linfonodo ilíaco medial (Medial Iliac lymph Node- MILN), por drenar vários tecidos do trem posterior em cães, serve como um importante linfonodo sentinela. Dos métodos de mapeamento linfático em cães, destacam-se a injeção de corante azul de metileno na camada intradérmica, subcutânea, intranodal ou peritumoral. No entanto, existem ainda locais de drenagem a serem estudados e comparados, quanto a sua eficiência de drenagem. No presente estudo participarão 30 cadelas separadas aleatoriamente em três grupos de 10 animais cada. Os grupos serão compostos de animais provenientes da rotina do HVU da UFSM, os quais tenham sido encaminhados para ovariohisterectomia (OVH) ou ovariectomia (OVE) eletivas. Todas as pacientes participarão simultaneamente de projeto registrado e aprovado pela CEUA da UFSM sob o número 2827081018. O procedimento de esterilização será realizado através da técnica videoassistida com três portais, logo após o estudo de marcação do MILN, pela aplicação do corante azul de metileno 1%. O primeiro grupo os animais receberão a aplicação do corante intradérmico na região posterior dorsal esquerda do torso (GTO), o segundo grupo será formado de animais que receberão a aplicação do corante no parênquima do linfonodo poplíteo esquerdo (GLP) e, o terceiro grupo, será formado de animais que receberão a aplicação do corante intradérmico ao redor da mama inguinal esquerda (GM5). A avaliação da qualidade da marcação do MILN em todos os animais será realizada por meio de inspeção laparoscópica. Conjuntamente, será avaliado o tempo mínimo necessário para a marcação do MILN dentre os seguintes intervalos: I1- 0 até 1 min.; I2- >1 até 3min.; I3 - >3 até 5 min.; I4 >5 até 10 min.; I5- > 10min até 15 min.; I6- acima de 15 min. ou não marcado. Na sequência, será feita a linfadenectomia e a secção ao meio do MILN, afim de permitir uma avaliação cromatográfica do parênquima linfático corado, através de uma imagem digital fotografada a uma distância fixa. A avaliação de drenagem do MILN, ainda é pouco estudada e não existem comparações similares às da presente proposta. Dessa forma se busca definir o intervalo de tempo e a qualidade da impregnação do MILN pelo corante em cada grupo estudado. Objetivos GERAL Avaliar, em cadelas hígidas, qual dos locais de aplicação testados é o mais adequado para marcação do MILN com azul de metileno 1%. ESPECÍFICOS Avaliar a eficiência de impregnação do MILN pelo azul de metileno aplicado intradérmico ao redor da mama inguinal, intradérmico na região posterior dorsal do torso e intranodal no linfonodo poplíteo. Correlacionar os resultados das avaliações trans operatórias com as avaliações pós operatórias de imagem, quanto ao tempo e qualidade da marcação linfática. Justificativa Não existem definições quanto ao tempo e a qualidade de marcação do MILN, quando aplicado corante nas diferentes regiões de drenagem linfática propostas, não havendo assim uma comparação da eficiência de drenagem entre as mesmas. Ao mesmo tempo, há uma escassez de estudos utilizando o acesso laparoscópico para a avaliação da qualidade da marcação linfática com azul de metileno em cães. Além disso as técnicas laparoscópicas de linfadenectomia do MILN não estão muito bem estabelecidas nessa espécie. Sendo assim, o conhecimento que o presente projeto propõem, será contributivo na definição da conduta a ser tomada diante de quadros clínicos oncológicos, envolvendo as diferentes regiões de drenagem associada ao linfocentro iliosacral. A pesqu. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Pery Soares Baccin - Coordenador / LETICIA REGINATO MARTINS - Integrante / ALINE DA SILVA FARIA - Integrante / BERNARDO NASCIMENTO ANTUNES - Integrante / CINTHIA MELAZZO DE ANDRADE - Integrante / Clarissa Torres de Melo Oliveira - Integrante / DANIEL DOURADO GUERRA SEGUNDO - Integrante / MAURICIO VELOSO BRUN - Integrante / NADINE TRINKS FISCHBORN - Integrante / JOÃO PEDRO SCUSSEL FERANTI - Integrante / MICHELLI WESTPHAL DE ATAIDE - Integrante / VANESSA MILECH - Integrante.

  • 2019 - Atual

    Avaliação dos efeitos de diferentes induções de melanoma sobre as enzimas do sistema purinérgico em camundongos, Descrição: O melanoma cutâneo é um câncer muito agressivo que se desenvolve a partir dos melanócitos, cujo prognóstico é bom, quando detectado precocemente. O desenvolvimento de inflamação no microambiente tumoral leva a forte imunossupressão associada à rápida progressão do tumor. Durante o processo inflamatório, o sistema de sinalização purinérgica desempenha um papel importante na modulação das respostas inflamatórias e imunes. As biomoléculas extracelulares, como os nucleotídeos de adenina (ATP, ADP e AMP) e seu derivado nucleosídeo adenosina participam de vários processos fisiológicos e patológicos, incluindo crescimento celular, apoptose, proliferação celular, angiogênese em diferentes tipos de câncer; e, suas concentrações extracelulares são controladas por ação de ectoenzimas, como E-NTPDase, E-5?-nucleotidase e E-ADA. Além disso, há heterogeneidade nesse tipo de tumor devido as diferentes relações no microambiente tumoral e com o sistema imunológico. Devido a isso, diferentes modelos experimentais foram criados para elucidar melhor esses processos. Neste contexto, o presente estudo tem como objetivo avaliar a ação das enzimas do sistema purinérgico frente a diferentes rotas de indução de melanoma. Para a avaliação da proposta, este projeto utilizará 60 camundongos os quais serão divididos em 4 grupos: controle, via subcutânea (SC), via intravenosa (IV) e via intraperitoneal (IP). Após 14 dias da indução, os animais serão eutanasiados e serão realizadas as seguintes análises: atividades das enzimas E-NTPDase, E-5?-nucleotidase e E-ADA em linfócitos periféricos e residentes dos órgãos, plaquetas e membranas celulares; atividades das enzimas NTPDase, 5?-nucleotidase e ADA em soro e frações solúveis; expressão das enzimas e de receptores purinérgicos em linfócitos e plaquetas. Espera-se que através desse estudo, possamos entender melhor como as enzimas agem no desenvolvimento do câncer visando modular o sistema purinérgico e propondo um novo alvo terapêutico para o melanoma.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Pery Soares Baccin - Coordenador / SCHIMITES, PAULA IVANIR - Integrante / DANIELA BITENCOURT ROSA LEAL - Integrante / FERNANDA LICKER CABRAL - Integrante.

  • 2018 - 2019

    INVESTIGAÇÃO DOS EFEITOS OXIDATIVOS APÓS ADMINISTRAÇÃO DE CETAMINA EM RATOS, Descrição: A CET é um fármaco amplamente utilizado na prática de medicina veterinária, tanto em doses anestésicas como sub-anestésicas para procedimentos cirúrgicos e ambulatoriais, visando desde analgesia, sedação ou mesmo a anestesia dissociativa. Além disso, o uso dessa droga tem se difundido na sociedade humana e ganhado espaço para ser utilizada com finalidade recreacional devido a seus efeitos alucinógenos. No entanto, sabe-se que mesmo doses agudas e sub-anestésicas de CET são capazes de modificar comportamentos (elevando a ansiedade e locomoção), além de atuar como agente pró-oxidante, causando danos em tecidos cerebrais. Neste sentido, estratégias são necessárias para minimizar os prejuízos induzidos pela CET, tanto na clínica médica veterinária, quanto para tratamentos em humanos usuários desta droga. Dessa maneira, o estudo do emprego de moléculas com atividade antioxidante, como o ácido gálico, torna-se de fundamental importância, tanto para melhorar a qualidade de procedimentos anestésicos veterinários, quanto para combater possíveis danos induzidos pela droga em usuários humanos. Para tanto objetiva-se avaliar a influência do tratamento com AG sobre parâmetros comportamentais e oxidativos induzidos pela administração aguda e sub-crônica de CET. Serão realizados protolocos experimentais, sendo eles: Protocolo 1: Efeitos comportamentais e oxidativos do pré-tratamento com ácido gálico em ratos expostos a administração aguda de cetamina.Protocolo 2: Efeitos comportamentais e oxidativos do tratamento com ácido gálico, concomitante à administração subcrônica de cetamina, em ratos. Protocolo 3: Uso do ácido gálico na reversão dos efeitos comportamentais e oxidativos induzidos por administração aguda de cetamina. Protocolo 4: Comparação do efeito da S-cetamina com cetamina sobre parâmetros comportamentais e oxidativos em ratos. Objetivos Objetivo geral Avaliar a influência do tratamento com AG sobre parâmetros comportamentais e oxidativos induzidos pela administração aguda e sub-crônica de CET. Objetivos específicos: Analisar parâmetros comportamentais de ansiedade, memória e locomoção, bem como o perfil oxidativo cerebral, renal e hepático de animais: -Tratados previamente com AG, com posterior administração aguda de CET; - Co-tratados com AG durante exposição sub-crônica à CET; - Tratados com AG após administração aguda de CET; - Tradados com o isômero S-CET e compará-los à CET convencional (racêmica). Justificativa A CET é um fármaco amplamente utilizado na prática de medicina veterinária, tanto em doses anestésicas como sub-anestésicas para procedimentos cirúrgicos e ambulatoriais, visando desde analgesia, sedação ou mesmo a anestesia dissociativa. Além disso, o uso dessa droga tem se difundido na sociedade humana e ganhado espaço para ser utilizada com finalidade recreacional devido a seus efeitos alucinógenos. No entanto, sabe-se que mesmo doses agudas e sub-anestésicas de CET são capazes de modificar comportamentos (elevando a ansiedade e locomoção), além de atuar como agente pró-oxidante, causando danos em tecidos cerebrais. Neste sentido, estratégias são necessárias para minimizar os prejuízos induzidos pela CET, tanto na clínica médica veterinária, quanto para tratamentos em humanos usuários desta droga. Dessa maneira, o estudo do emprego de moléculas com atividade antioxidante, como o ácido gálico, torna-se de fundamental importância, tanto para melhorar a qualidade de procedimentos anestésicos veterinários, quanto para combater possíveis danos induzidos pela droga em usuários humanos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Pery Soares Baccin - Integrante / ANDRE VASCONCELOS SOARES - Coordenador / LUCIANA GONÇALVES TEIXEIRA - Integrante / HECSON JESSER SEGAT - Integrante / LAURA HAUTRIVE MILANESI - Integrante / LUIZA TONIETTO MANGINI - Integrante / MARILISE ESCOBAR BURGER - Integrante.

  • 2018 - Atual

    TRAMADOL NO PÓS-OPERATÓRIO DE OVARIOHISTERECTOMIA DE GATAS: EFEITOS ANALGÉSICO, RENAL, HEPÁTICO E ESTRESSE OXIDATIVO., Descrição: Diversas classes de fármacos são utilizadas para controle da dor em felinos domésticos, entre eles destacam-se os opioides. Considerando a finalidade analgésica, e por ter uma apresentação comercial que permite aos tutores a administração por via oral, o tramadol é comumente prescrito, porém com doses, frequência de administração e duração de tratamento muito variáveis. Com este estudo, objetiva-se avaliar as consequências da administração de tramadol, em dois diferentes regimes de doses aplicados duas a três vezes ao dia, sobre os principais órgãos responsáveis pela sua metabolização e excreção, fígado e rins, respectivamente. Além disso, visa-se demonstrar o efeito analgésico da administração de tramadol, via subcutânea, no pós-operatório de gatas submetidas à ovariohisterectomia, e os possíveis efeitos adversos dessa medicação nessa espécie. Serão utilizadas 40 gatas (de variadas raças, com idades ente 8 meses a 5 anos, peso corporal entre 1,5 a 5 kg), divididas em 5 grupos ( sendo 8 animais por grupo): GC (solução salina), GT2b (tramadol 2 mg/kg, bid), GT2t (tramadol 2 mg/kg, tid), GT4b (tramadol 4 mg/kg, bid) e GT4t (tramadol 4 mg/kg, tid), de forma aleatória. A dor pós-operatória será avaliada por 2 avaliadores cegos aos tratamentos, através das escalas EVA, EUNESP e CMPS-F nos momentos: 0 (basal), 3, 6, 12, 24, 36 horas após a extubação. Nos momentos 0, 1, 24, e 48 horas após o procedimento, também será coletado amostras de sangue para avaliação de cortisol sérico e glicose. Ainda, no período pós-operatório, serão coletadas amostras de sangue, 1 hora após extubação, e a cada 24 horas durante 4 dias para a realização de hemograma, plaquetas e pesquisa de corpúsculos de Heinz. No terceiro dia após a cirurgia, também será coletado sangue para avaliação da atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD) e catalase (CAT), peroxidação lipídica e mieloperoxidase. Estes testes também serão realizados com sangue coletado no 10º dia após a cirurgia, quando os animais retornarem para a retirada dos pontos, a fim de identificar um possível efeito tardio da administração de cloridrato de tramadol no estresse oxidativo eritrocitário. Albumina, proteínas plasmáticas totais, FA, ureia, ALT, AST, creatinina, GGT e frutosamina serão coletados somente no quarto dia de pós-operatório. A nossa hipótese é de que a dose de 4mg/kg, duas vezes ao dia, estaria associada a mínimos efeitos adversos, porém forneceria efeito analgésico mais eficaz.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (8) / Mestrado profissional: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Pery Soares Baccin - Integrante / ANDRE VASCONCELOS SOARES - Coordenador / LETICIA REGINATO MARTINS - Integrante / LUCIANA GONÇALVES TEIXEIRA - Integrante / PAULA IVANIR SCHIMITES - Integrante / LUIZA TONIETTO MANGINI - Integrante / CLARISSA FARDIN BERTOLIN - Integrante / JESSICA ARBOIT - Integrante / BÁRBARA TAYLOR SOARES BRUM - Integrante / LAURA CAMERINI BENETTI - Integrante / RAQUEL PELISOLI MAIATO - Integrante / SUÉLEN DA SILVA SOARES - Integrante.

  • 2018 - Atual

    INFLUÊNCIA DO GÊNERO DOS AVALIADORES NA PERCEPÇÃO DA DOR PÓS-OPERATÓRIA EM PEQUENOS ANIMAIS, Descrição: A dor pode ser facilmente negligenciada em animais e a eficácia do seu tratamento depende de uma identificação e avaliação confiável e válida. Apesar de existirem estudos correlacionando escores de dor com o gênero do avaliador baseados no preenchimento de questionários, não há estudos que confirmem estas diferenças através da comparação de um grupo de estudo com um grupo placebo, nem que comprovem que a dor está sendo corretamente identificada pelos avaliadores. Este estudo tem por objetivo verificar a variabilidade entre avaliadores do gênero masculino e feminino e de diferentes níveis de experiência profissional, a fim de definir qual o grupo que teria maior sensibilidade e acurácia em detectar a dor em caninas e felinas submetidas à esterilização eletiva. Para isso, serão utilizados 16 avaliadores cegos ao tratamento, divididos aleatoriamente em 4 grupos, sendo estes GMI (grupo masculino inexperiente), GME (grupo masculino experiente), GFI (grupo feminino inexperiente) e GFE (grupo feminino experiente). Serão avaliadas 80 pacientes (40 felinas e 40 caninas), distribuídas aleatoriamente em 4 grupos, GPF (grupo placebo felino), GCF (grupo cirúrgico felino), GPC (grupo placebo canino) e GCC (grupo cirúrgico canino). Os grupos GCF e GCC serão submetidas à esterilização eletiva. As avaliações de dor serão realizadas através das escalas EVA, UMPS, GCMPS e CAPS para cães e EVA, GCMPS, CAPS e EUNESP para gatas, nos tempo 30 minutos, 2 e 4 horas de pós-operatório. A hipótese deste estudo é de que exista diferença significante na avaliação de dor entre avaliadores de diferente gênero e experiência profissional em relação a caninas e felinas submetidas à esterilização eletiva.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Especialização: (2) / Mestrado profissional: (8) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Pery Soares Baccin - Integrante / ANDRE VASCONCELOS SOARES - Coordenador / LETICIA REGINATO MARTINS - Integrante / LUIZA TONIETTO MANGINI - Integrante / ANGEL RIPPLINGER - Integrante / ÁLVARO JOSÉ CHÁVEZ SILVA - Integrante / CLARISSA FARDIN BERTOLIN - Integrante / DÊNIS ANTONIO FERRARIN - Integrante / GABRIELA PESAMOSCA CORADINI - Integrante / HELLEN FIALHO HARTMANN - Integrante / JESSICA ARBOIT - Integrante / JÉSSICA TOMIO - Integrante / LÍCIA FLÁVIA SILVA HERCULANO - Integrante / MARCELO LUÍS SCHWAB - Integrante / OMAR GUTIERREZ VELASQUEZ - Integrante.

  • 2017 - Atual

    Avaliação dos efeitos hematológicos, bioquímicos e analgésicos do uso de dois diferentes regimes de dose de dipirona sódica em gatas, Descrição: A preocupação e dos médicos veterinários pelo controle da dor em pequenos animais é crescente, acarretando no aumento no número de pesquisas em relação a dor nos animais de companhia. A dipirona é uma medicação analgésica não-opioide, independente dos AINES e com mecanismos de ação não inteiramente elucidados, largamente utilizada na clínica de pequenos animais visando diminuir o uso de opioides no pós-operatório. Apesar de sua ampla utilização tanto em cães quanto em felinos, estudos acerca dos efeitos analgésicos e da toxicidade da dipirona em gatos são escassos e, portanto, sua eficácia e segurança são questionadas nessa espécie, na qual se acredita que o uso do dipirona possa gerar lesões oxidativas nos eritrócitos. O objetivo deste trabalho será demonstrar o efeito analgésico da administração de dipirona via intravenosa no pós-operatório de gatas submetidas à ovariohisterectomia, além de elucidar os possíveis efeitos adversos com a utilização de 2 doses e 3 diferentes intervalos de administração já empiricamente utilizados na clínica e cirurgia de felinos. Serão utilizadas 56 gatas de variadas raças, com idade entre 1 e 5 anos e pesando entre 2 e 5 kg provenientes da rotina hospitalar com o consentimento de seus respectivos proprietários e cuja avaliação clínica e hematológica não apresente alterações. Os animais passarão por 3 dias de adaptação previamente à realização do experimento. Serão divididas em 7 grupos de 8 animais cada que receberão diferentes doses e intervalos de administração de dipirona, diluída em NaCl 0,9% para 1 ml de volume final, durante 5 dias, a saber: Grupo controle (GC) ? receberá 1 ml de NaCl 0,9% via intravenosa (IV) a cada 8 horas; G2 ? receberá 12,5 mg/kg de dipirona IV a cada 24 horas; G3 ? 12,5 mg/kg de dipirona IV a cada 12 horas; G4 ? 12,5 mg/kg de dipirona IV a cada 8 horas; G5 ? 25 mg/kg de dipirona IV a cada 24 horas; G6 ? 25 mg/kg de dipirona IV a cada 12 horas; G7 ? 25 mg/kg de dipirona IV a cada 8 horas. Após 8 e 2 horas de jejum sólido e líquido, respectivamente, no 4º dia as gatas serão submetidas à ovariohisterectomia eletiva. Após a cirurgia, todos os animais receberão tramadol (2 mg/kg) via subcutânea a cada 8 horas durante 5 dias, associado ou não a dipirona, conforme sorteio prévio. Imediatamente antes da aplicação de dipirona ou NaCl 0,9%, uma amostra de sangue venoso será coletada de cada animal para a realização dos testes avaliação da atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD) e catalase (CAT), peroxidação lipídica, mieloperoxidase, cujos resultados serão considerados os basais para a avaliação do estresse oxidativo. No 3º dia de adaptação e 3, 6, 12, 24, 36, 48, 72 e 96 horas após a extubação, será avaliada a dor pós-operatória por 2 colaborados cegos ao tratamento pelas escalas Visual Analógica, Escala multidimensional da UNESP-Botucatu para avaliação de dor aguda pós-operatória em gatos (EUNESP) e Escala Composta de Glasgow adaptada para felinos (CMPS-F). Durante os 5 dias pós-operatório, também será coletado de sangue a cada 24 horas para hemograma e pesquisa de corpúsculos de Heinz. No 3º, 6º e 10º dia após a cirurgia também será coletado sangue para avaliação da atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD) e catalase (CAT), peroxidação lipídica e mieloperoxidase. Albumina, proteínas plasmáticas totais, FA, ureia, ALT, AST, creatinina, GGT e frutosamina serão coletados somente no quinto dia de pós-operatório. Todos esses testes têm como fim avaliar os efeitos da administração da dipirona na função hepática, renal e injúria oxidativa aos eritrócitos. A qualquer tempo em que os exames laboratoriais ou a avaliação clínica mostre alterações compatíveis com reações adversas da medicação de interesse, o animal será reavaliado, removido do estudo e receberá todo o tratamento necessário. Espera-se conseguir demonstrar a segurança da administração da dipirona em gatas. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado profissional: (3) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Pery Soares Baccin - Coordenador / ANDRE VASCONCELOS SOARES - Integrante / DANIEL CURVELLO DE MENDONÇA MÜLLER - Integrante / LETICIA REGINATO MARTINS - Integrante / LUCIANA GONÇALVES TEIXEIRA - Integrante / LUIZA TONIETTO MANGINI - Integrante / PAULA IVANIR SCHIMITES - Integrante.

  • 2017 - Atual

    INVESTIGAÇÃO DOS EFEITOS OXIDATIVOS APÓS ADMINISTRAÇÃO DE CETAMINA EM RATOS, Descrição: A CET é um fármaco amplamente utilizado na prática de medicina veterinária, tanto em doses anestésicas como sub-anestésicas para procedimentos cirúrgicos e ambulatoriais, visando desde analgesia, sedação ou mesmo a anestesia dissociativa. Além disso, o uso dessa droga tem se difundido na sociedade humana e ganhado espaço para ser utilizada com finalidade recreacional devido a seus efeitos alucinógenos. No entanto, sabe-se que mesmo doses agudas e sub-anestésicas de CET são capazes de modificar comportamentos (elevando a ansiedade e locomoção), além de atuar como agente pró-oxidante, causando danos em tecidos cerebrais. Neste sentido, estratégias são necessárias para minimizar os prejuízos induzidos pela CET, tanto na clínica médica veterinária, quanto para tratamentos em humanos usuários desta droga. Dessa maneira, o estudo do emprego de moléculas com atividade antioxidante, como o ácido gálico, torna-se de fundamental importância, tanto para melhorar a qualidade de procedimentos anestésicos veterinários, quanto para combater possíveis danos induzidos pela droga em usuários humanos. Para tanto objetiva-se avaliar a influência do tratamento com AG sobre parâmetros comportamentais e oxidativos induzidos pela administração aguda e sub-crônica de CET. Serão realizados protolocos experimentais, sendo eles: Protocolo 1: Efeitos comportamentais e oxidativos do pré-tratamento com ácido gálico em ratos expostos a administração aguda de cetamina.Protocolo 2: Efeitos comportamentais e oxidativos do tratamento com ácido gálico, concomitante à administração subcrônica de cetamina, em ratos. Protocolo 3: Uso do ácido gálico na reversão dos efeitos comportamentais e oxidativos induzidos por administração aguda de cetamina. Protocolo 4: Comparação do efeito da S-cetamina com cetamina sobre parâmetros comportamentais e oxidativos em ratos.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado profissional: (3) / Doutorado: (2) . , Integrantes: Pery Soares Baccin - Coordenador / ANDRE VASCONCELOS SOARES - Integrante / HECSON JESSER SEGAT - Integrante / LAURA HAUTRIVE MILANESI - Integrante / LUCIANA GONÇALVES TEIXEIRA - Integrante / LUIZA TONIETTO MANGINI - Integrante / MARILISE ESCOBAR BURGER - Integrante.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Federal de Santa Maria. , Universidade Federal de Santa Maria, Camobi, 97105900 - Santa Maria, RS - Brasil, Telefone: (55) 32208460

Experiência profissional

2018 - 2018

Universidade Federal de Santa Maria

Vínculo: Aluno Monitor, Enquadramento Funcional: Monitoria Voluntária, Carga horária: 8

Outras informações:
Monitor voluntario da Disciplina de Anestesiologia Veterinária. Carga horaria total: 120 h

2018 - 2018

Universidade Federal de Santa Maria

Vínculo: Aluno Monitor, Enquadramento Funcional: Monitoria Voluntária, Carga horária: 8

Outras informações:
Monitor voluntario da Disciplina de Anestesiologia Veterinária. Carga horaria total: 120 h

2017 - 2017

Universidade Federal de Santa Maria

Vínculo: Aluno Monitor, Enquadramento Funcional: Monitoria Voluntária, Carga horária: 8

Outras informações:
Monitor voluntario da Disciplina de Anestesiologia Veterinária. Carga horaria total: 120 h

2021 - 2022

Universidade de Santa Cruz do Sul

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Clinico, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.

2020 - 2021

Petcenter

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Ajudante na internação, Carga horária: 40

2022 - 2023

Pet Support

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: clínico, Carga horária: 40