Thais Caroline Alves

Mestra em Linguística Aplicada na área de Linguagem e Sociedade pela Universidade Estadual de Campinas e graduada em Letras pela mesma universidade, estudo o imaginário das pessoas através de uma abordagem discursivo-desconstrutiva, com aporte da psicanálise freudo-lacaniana. O interesse por estudar, sobretudo, a vida-morte vem desde a época da graduação, quando nosso olhar se voltou para representações de vida-morte em pacientes com câncer. A continuidade do estudo, no mestrado, sob outro viés, deveu-se, sobretudo, à constatação de uma necessidade de se construir um novo olhar para essa que é uma realidade imutável da vida.

Informações coletadas do Lattes em 02/08/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Lingüística Aplicada

2016 - 2018

Universidade Estadual de Campinas
Título: A vida por um fio: no limi(t)ar de um acontecimento,Ano de Obtenção: 2018
Maria José Rodrigues Faria Coracini.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: quase-morte; acontecimento; vida-morte; Representação.Grande área: Lingüística, Letras e ArtesGrande Área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicanálise.

Graduação em Letras - Língua Portuguesa

2012 - 2015

Universidade Estadual de Campinas
Título: Representações de vida-morte em Pacientes com Câncer - Uma Análise Discursivo-desconstrutivista
Orientador: Maria José Rodrigues Faria Coracini

Ensino Médio (2º grau)

2008 - 2011

Fundação Bradesco - Campinas

Formação complementar

2019 - 2019

Treinamento para Corretores da Redação do Vestibular Unicamp. (Carga horária: 40h). , Coordenação Acadêmica da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicam, COMVEST, Brasil.

2018 - 2018

Treinamento para Corretores da Redação do Vestibular Unicamp. (Carga horária: 40h). , Coordenação Acadêmica da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicam, COMVEST, Brasil.

2017 - 2017

Treinamento para Corretores da Redação do Vestibular Unicamp. (Carga horária: 40h). , Coordenação Acadêmica da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicam, COMVEST, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Áreas de atuação

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Lingüística / Subárea: Lingüística Aplicada.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Letras / Subárea: Análise do Discurso.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Psicologia / Subárea: Psicanálise.

Organização de eventos

CORACINI, M. J. R. F. ; ALVES, T. C. . VIII Seminário de Pesquisa Identidade e Discurso (SEPIDIS). 2017. (Outro).

CORACINI, M. J. R. F. ; ALVES, T. C. . VII Seminário de Teses em Andamento (SEPIDIS). 2016. (Outro).

CORACINI, M. J. R. F. ; ALVES, T. C. . V SEPIDIS - Seminário de Pesquisa. 2013. (Outro).

ALVES, T. C. . Unicamp de Portas Abertas (UPA). 2013. .

Participação em eventos

Oficina A redação no vestibular da Unicamp. 2019. (Oficina).

Oficina A redação no vestibular da Unicamp. 2017. (Oficina).

Seminário de Teses em Andamento (SETA).A vida por um fio: no limi(t)ar de um acontecimento. 2017. (Seminário).

Seminário dos Alunos de Linguística Aplicada (SALA).A vida por um fio: no limi(t)ar de um acontecimento. 2017. (Seminário).

VII SEPIDIS - Seminário de Pesquisa "Identidade e Discurso".A vida por um fio: no limi(t)ar de um acontecimento. 2017. (Seminário).

I Simpósio Dying: a human thing. 2016. (Simpósio).

Unicamp de Portas Abertas 2016 (UPA). Representações de vida-morte em Pacientes com Câncer - Uma Análise Discursivo-desconstrutivista. 2016. (Feira).

VII Seminário de Pesquisas "Identidade e Discurso" (SEPIDIS).A vida por um fio: uma análise discursivo-desconstrutivista de testemunhos de quase-morte. 2016. (Seminário).

XI Colóquio Internacional do LEPSI. A importância do refletir e do dizer sobre a morte na sala de aula: o que pacientes com câncer têm a nos ensinar?. 2016. (Congresso).

XXII Seminário de Teses em Andamento.A vida por um fio: uma análise discursivo-desconstrutivista de testemunhos de quase-morte. 2016. (Seminário).

12 Seminário de Pesquisas da Graduação (SePeG).Representações de vida-morte em Pacientes com Câncer - Uma Análise Discursivo-desconstrutivista. 2015. (Seminário).

15 Congresso Nacional de Iniciação Científica (Conic-Semesp). Representações de vida-morte em Pacientes com Câncer - Uma Análise Discursivo-psicanalítica. 2015. (Congresso).

VI SEPIDIS - Seminário de Pesquisa.Representações de vida-morte em Pacientes com Câncer - Uma Análise Discursivo-psicanalítica. 2015. (Seminário).

1ª Jornada a Pesquisa em Diálogos: Discurso, Psicanálise, Desconstrução e Interfaces. 2014. (Congresso).

III Ciclo de diálogos em Linguística Aplicada‏. 2014. (Simpósio).

Jornada Imagens do Testemunho. 2014. (Simpósio).

V SEPIDIS - Seminário de Pesquisa. 2014. (Seminário).

1ª Jornada de Editoração. 2013. (Simpósio).

I Jornada Internacional de Análise de Discurso e Psicanálise A-versão do sentidodo". 2013. (Congresso).

Oficina A redação no vestibular da Unicamp. 2012. (Oficina).

Produções bibliográficas

  • ALVES, T. C. . O controle dos corpos e a tentativa de dominar a morte. Revista Arcárdia , v. 4, p. 59-62, 2017.

  • ALVES, T. C. . Representações de vida-morte em pacientes com câncer. 1. ed. Campinas: UNICAMP/IEL/Setor de publicações, 2018. v. 1. 99p .

  • ALVES, T. C. . A importância do refletir e do dizer sobre a morte na sala de aula: o que pacientes com câncer têm a nos ensinar?. In: XI Colóquio Internacional do LEPSI, 2016, Belo Horizonte. Os sintomas na educação de hoje: o que fazemos com "isso"?, 2016. p. 219-220.

  • ALVES, T. C. . A vida por um fio: uma análise discursivo-desconstrutivista de testemunhos de quase-morte. In: Seminário de Teses em Andamento (SETA), 2016, Campinas. Caderno de Resumos XXII Seminário de Teses em Andamento, 2016. v. 1. p. 186-187.

  • ALVES, T. C. . Representações de vida-morte em Pacientes com Câncer - Uma Análise Discursivo-psicanalítica. In: 15 Congresso Nacional de Investigação Científica (CONIC-SEMESP), 2015, Ribeirão Preto. Anais do Conic-Semesp, 2015. v. 3.

  • ALVES, T. C. . A vida por um fio: no limi(t)ar de um acontecimento. In: VIII Seminário de Pesquisa Identidade e Discurso, 2017, Campinas. Caderno de Resumos SEPIDIS 2017, 2017. p. 35.

  • ALVES, T. C. . A vida por um fio: no limi(t)ar de um acontecimento. In: Seminário dos alunos de Linguística Aplicada (SALA), 2017, Campinas. Caderno de Resumos SALA 2017, 2017. p. 31.

  • ALVES, T. C. . A vida por um fio: uma análise discursivo-desconstrutivista de testemunhos de quase-morte. In: VII Seminário de Pesquisas 'Identidade e Discurso', 2016, Campinas. Caderno de Resumos VII Seminário de Pesquisas, 2016. v. 1. p. 58-59.

  • ALVES, T. C. . Representações de vida-morte em Pacientes com Câncer - Uma Análise Discursivo-psicanalítica. In: V SEPIDIS - Seminário de Pesquisa 'Identidade e Discurso, 2015, Campinas. Caderno de Resumos. Campinas: Comissão organizadora SEPIDIS, 2015. v. VI. p. 37.

  • ALVES, T. C. . A vida por um fio: no limi(t)ar de um acontecimento. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ALVES, T. C. . A vida por um fio: no limi(t)ar de um acontecimento. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ALVES, T. C. . A vida por um fio: no limi(t)ar de um acontecimento. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ALVES, T. C. . A importância do refletir e do dizer sobre a morte na sala de aula: o que pacientes com câncer têm a nos ensinar?. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALVES, T. C. . A vida por um fio: uma análise discursivo-desconstrutivista de testemunhos de quase-morte. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ALVES, T. C. . A vida por um fio: uma análise discursivo-desconstrutivista de testemunhos de quase-morte. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ALVES, T. C. . Representações de vida-morte em Pacientes com Câncer - Uma Análise Discursivo-psicanalítica. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALVES, T. C. . Representações de vida-morte em Pacientes com Câncer - Uma Análise Discursivo-psicanalítica. 2015. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ALVES, T. C. . A vida por um fio: no limi(t)ar de um acontecimento 2018 (Dissertação).

  • ALVES, T. C. . Representações de vida-morte em Pacientes com Câncer - Uma Análise Discursivo-desconstrutivista 2015 (Monografia).

Outras produções

ALVES, T. C. . Apostilas 1 a 8 - 9 ano (Sistema Etapa). 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Reformulação das apostilas 1 a 8 do 9 ano - Sistema Etapa).

ALVES, T. C. . Apostilas 1 a 8 - 7 ano (Sistema Etapa). 2019. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - Reformulação das apostilas 1 a 8 do 7 ano - Sistema Etapa).

Projetos de pesquisa

  • 2016 - 2018

    A vida por um fio: no limi(t)ar de um acontecimento, Descrição: Esta pesquisa estuda as representações de vida-morte no dizer de pessoas que passaram por alguma situação de quase-morte e visa contribuir para a construção de um novo olhar sobre a morte, comumente tão ignorada pela sociedade, ainda que seja uma condição imutável. É nesse sentido que este estudo se situa no grupo de pesquisa Vozes (in)fames: exclusão e resistência, coordenado pela Profa Dra. Maria José Coracini, já que em nossa língua-cultura (CORACINI, 2007) não só o dizer sobre a morte é silenciado, como o ouvir também. Tendo em vista tudo isso e partindo do pressuposto de que não é possível ao sujeito ter controle sobre si e sobre as situações que o cercam, lançamos a hipótese de que uma situação de quase-morte funciona como acontecimento (DERRIDA, [2001] 2004; FOUCAULT, [1966] 2016, [1969] 1986, [1970] 1996, 2009, 2012). Em outras palavras, o susto da proximidade com a morte traria à consciência, mesmo que por alguns minutos, a incompletude da vida e a falta de controle sobre todas as coisas (DERRIDA, 2002) seria o Real (LACAN, [1975] 1985) que se impõe e toda a vida, a partir disso, passaria a ser repensada. Para realizar este estudo, buscamos captar, a partir de testemunhos-ficção (DERRIDA, [1998] 2015), as representações de vida-morte que emergissem dos dizeres de cinco participantes, assim como observar a presença, ou não, de marcas linguísticas que apontassem para a possibilidade de uma situação de quase-morte ser encarada como um acontecimento. Tivemos, como alguns de nossos resultados, a associação da experiência de quase-morte ao susto; a busca por uma explicação palpável para aquilo que, na verdade, não tinha explicação; a tentativa de abrandar o Real da morte por meio de já-ditos de nossa língua-cultura (senso comum, religião, bem-estar...); e o relato de mudanças com relação à percepção da vida-morte que, muitas vezes, por questões de autopreservação, acaba(ra)m caindo no esquecimento. Em suma, essas e outras representações encontradas ao longo de nosso trabalho levaram-nos à conclusão de que nossa hipótese inicial pode, sim, ser confirmada.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Thais Caroline Alves - Coordenador / Maria José Rodrigues Faria Coracini - Integrante.

  • 2013 - 2015

    Representações de vida-morte em Pacientes com Câncer - Uma Análise Discursivo-desconstrutivista, Descrição: A pesquisa em pauta estuda as representações de vida-morte em três pacientes com câncer, através de seus relatos em blogs-diários, que são analisados a partir da perspectiva discursivo-desconstrutivista, com aportes da psicanálise freudo-lacaniana. A partir da análise, foi possível observar que algumas questões e representações se mostraram estáveis no imaginário das pacientes em estudo. O câncer aparece representado como uma guerra e como um professor, bem como expresso, no dizer, como algo que está fora do sujeito. A memória é constante no dizer e funciona como uma forma de apego ao passado e à vida, que, em situações como essa, passa a ser ainda mais valorizada. A fé/religião aparece para resolver o problema do propósito da doença (e da própria vida) e assegurar a salvação. Em geral, o dizer das pacientes remete a um discurso que atrela câncer à morte, o que faz com que grande parte do sofrimento seja psíquico, advindo do imaginário construído ao redor da doença e da morte. A situação possivelmente seria outra se soubéssemos lidar melhor com a nossa própria morte e nos permitíssemos refletir sobre ela, mesmo sem a existência de uma ameaça real à vida.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Thais Caroline Alves - Coordenador / Maria José Rodrigues Faria Coracini - Integrante.

Prêmios

2016

1 Lugar na categoria Linguística Aplicada do I Concurso de Monografia, Instituto dos Estudos da Linguagem (IEL/Unicamp).

2015

4 Lugar na categoria "Melhor Trabalho de Pesquisa em Andamento" - Ciências Humanas e Sociais, Congresso Nacional de Iniciação Científica (CONIC-SEMESP).

Histórico profissional

Experiência profissional

2015 - 2015

Universidade Estadual de Campinas

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Monitor, Carga horária: 8

Outras informações:
Bolsista PAD na disciplina de Leitura e Escrita, ministrada pela profª Maria José R. F. Coracini

2016 - 2018

Colégio da Polícia Militar - Campinas

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor

Outras informações:
Professora de Língua Portuguesa e Produção Textual

2018 - Atual

Colégio Etapa

Vínculo: Professor, Enquadramento Funcional: Professor, Carga horária: 18

Outras informações:
Professora de Língua Portuguesa/Redação.

2018 - Atual

Editora Núcleo

Vínculo: Autora e revisora, Enquadramento Funcional: Autora e revisora

Outras informações:
Serviços de autoria, revisão e adequação do material didático à BNCC.