Edna Maria Morais Oliveira
Graduação em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1996), mestrado (1998) e doutorado em Bioquímica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002). Desde 2001, atua como Pesquisadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos, atuando em projetos PDI abordando os temas: Detecção e Quantificação de Organismos Geneticamente Modificados, Análise da Expressão Gênica de Proteínas de Interesse da Agroindústria e Desenvolvimento de Métodos Baseados em PCR para Análise da Autenticidade de Alimentos.
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Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Bioquímica
1998 - 2002
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Efeito dos Fatores de Transcrição da Família GATA na Produção de Asparaginase II e de Invertase em Saccharomyces cerevisiae
, Ano de obtenção: 2002. Elba Pinto da Silva Bon. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Saccharomyces cerevisiae; Asparaginase II; Invertase; Regulação por Nitrogênio; GATA - fatores de transcrição.Grande área: Ciências BiológicasGrande Área: Ciências Biológicas / Área: Bioquímica. Setores de atividade: Produtos e Processos Biotecnológicos; Fabricação de Produtos Farmacêuticos.
Mestrado em Bioquímica
1996 - 1998
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Produção de L-asparaginase II de Saccharomyces cerevisiae: Regulação por nitrogênio
, Ano de Obtenção: 1998.Elba Pinto da Silva Bon.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Palavras-chave: Saccharomyces cerevisiae; Asparaginase II; Regulação por Nitrogênio.Grande área: Ciências BiológicasSetores de atividade: Produtos e Processos Biotecnológicos; Fabricação de Produtos Farmacêuticos.
Formação complementar
2019 -
MBA em MBA em Gestão de Projetos EAD - 2º sem/2019. (Carga Horária: 400h). , Escola Superior de Agricultura ?Luiz de Queiroz?, USP, USP-ESALQ, Brasil. , Palavras-chave: PMI; Inovação.
2019 - 2019
Gerenciamento de Projetos de Pesquisa. (Carga horária: 60h). , Fundação Dom Cabral, FDC, Brasil.
2007 - 2007
Formação de Auditores em Biossegurança de OGMs. (Carga horária: 8h). , Associação Nacional de Biossegurança, ANBIO, Brasil.
2006 - 2006
Boas Práticas de Laboratório Normas Dicla 28 e 34. (Carga horária: 24h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2005 - 2005
Qualidade Iso 17025. (Carga horária: 24h). , Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA, Brasil.
2003 - 2003
9o Curso de Sensibilização e Informação Em Biosseg. (Carga horária: 40h). , Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, Brasil.
2002 - 2002
Métodos Para Detecção de OGM na Cadeia Alimentar. (Carga horária: 24h). , International Life Science Institute, ILSI, Estados Unidos.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Microbiologia / Subárea: Biossegurança.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Ciência e Tecnologia de Alimentos / Subárea: Segurança Alimentar/Especialidade: Detecção de Organismos Geneticamente Modificados.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Bioquímica / Subárea: Biologia Molecular.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Bioquímica / Subárea: Bioquímica dos Microorganismos.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Ciência e Tecnologia de Alimentos / Subárea: Segurança Alimentar/Especialidade: Detecção de Patógenos.
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Bioquímica / Subárea: Biologia Molecular/Especialidade: Análise da Expressão Gênica Em Leveduras.
Organização de eventos
BON, E. P. S. ; FERRARA, Maria Antonieta ; FERREIRA-LEITAO, V. S. ; OLIVEIRA, E. M. M. . ENZITEC 2010. 2010. (Congresso).
OLIVEIRA, E. M. M. ; PEREIRA, Marcos Dias ; BON, Elba Pinto da Silva . Curso Tópicos Especiais em Bioquímica - PCR em Tempo Real. 2006. (Outro).
OLIVEIRA, E. M. M. ; BON, Elba Pinto da Silva ; PEREIRA, Marcos Dias . Curso Tópicos Especiais em Bioquímica - PCR em Tempo Real. 2005. (Outro).
OLIVEIRA, E. M. M. ; BON, Elba Pinto da Silva ; MANSURE, José João . Curso Análise da Expressão Gênica. 2004. (Outro).
OLIVEIRA, E. M. M. ; LOPES, D. ; MARIN, V. A. ; NUTTI, M. R. . Curso Métodos de Detecção de Organismos Geneticamente Modificados na Cadeia Alimentar. 2002. (Outro).
OLIVEIRA, E. M. M. . Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática. 1999. (Congresso).
OLIVEIRA, E. M. M. . Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática. 1997. (Congresso).
Participação em eventos
XXV Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos. DESENVOLVIMENTO DE MÉTODO BIOMOLECULAR PARA DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DE ARROZ EM AMOSTRAS DE CAFÉ ATRAVÉS DO SISTEMA TAQMAN.. 2016. (Congresso).
II Seminario Internacional de Sanidad AgropecuariaSISA 2015.Ready-to-use System for Multi-detection of Genetically Modified Organisms: Support Post Market Monitoring Program. 2015. (Seminário).
12th International Symposium on Biosafety of Genetically Modified Organisms.Event-specific detection system for the Brazilian GM common beans Embrapa 5.1 resistant to a geminivirus. 2012. (Simpósio).
Tópicos de Biologia Molecular Aplicada a Pesquisa AMbiental e ao Diagnóstico Clínico.Segurança de Alimentos Geneticamente Modificados. 2012. (Outra).
UNIVPM - UNIDO E-Biosafety Master ?Summer ON CAMPUS? - FROM GLOBAL TO LOCAL AGROBIOTECH.Impact of biotech on agroindustry sector in Brasil. 2012. (Oficina).
1st CICR Workshop on Food Safety: Advances and Trends.Salmonella at early stage of the feed chain. 2011. (Encontro).
Ciclo de Palestras em Biossegurança e Ética com Animais.Avaliação da Segurança de Plantas Geneticamente Modificadas. 2011. (Outra).
Tópicos de Biologia Molecular Aplicada a Pesquisa Ambiental e ao Diagnóstico Clínico - ENSP/Fiocruz.Avaliação da Segurança de Organismos Geneticamente Modificados. 2011. (Outra).
Biosseguridad de OGM en Sector Salud Nivel 1.Curso. 2005. (Outra).
Eleventh International Congress on Yeasts. 2004. (Congresso).
VI Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática - ENZITEC 2004. 2004. (Seminário).
Fórum Ciência e Sociedade.Fórum Ciência e Sociedade. 2003. (Encontro).
Semana do Meio Ambiente.Semana do Meio Ambiente do Instituto Nacional de Tecnologia. 2003. (Seminário).
Alimento do Presente ou do Futuro. 2002. (Seminário).
I Encontro Nacional de Comissões Internas de Biossegurança. 2002. (Encontro).
Primeiro Simpósio Brasileiro sobre Avaliação da Segurança de Alimentos Derivados de Plantas Geneticamente Modificadas. 2002. (Simpósio).
VII Semana de Microbiologia e Imunologia. 2001. (Encontro).
Participação em bancas
Farah, A.; Soares, A.G.;FREITAS-SILVA, O.OLIVEIRA, E. M. M.. Determinação de teores de flavonas e flavanonas em cascas de frutas cítricas cultivadas no Brasil para posterior isolamento e aplicação nas indústrias de alimentos e farmacêutica. 2013. Dissertação (Mestrado em Ciência de Alimentos-Universidade Federal do Rio de Janeiro) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
OLIVEIRA, E. M. M.. Desenvolvimento de um método de detecção de ácido benzóico em alimentos. 2012. Dissertação (Mestrado em ENGENHARIA de Processos Quimicos e Bioquimicos) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
OLIVEIRA, E. M. M.; Wanke, B.; CARDOSO, T. A. O.; NAVARRO, M. B. M. A.. Critérios para a avaliação do risco do feijão transgênico (Phaseolus vulgaris L.)resistente ao vírus do Mosaico Dourado.. 2011. Dissertação (Mestrado em Pesquisa Clinica em Doenças Infecciosas) - Fundação Oswaldo Cruz.
OLIVEIRA, E. M. M.. Detecção de Transgênicos em Alimentos Utilizando a Técnica Multiplex-PCR. 2008 - Instituto Nacional de Controle e Qualidade em Saúde.
OLIVEIRA, E. M. M.. Efeito do genótipo Pro12Pro no gene PPARgama2 e dos ácidos graxos polinsaturados na resistência à insulina, no perfil lipídico e na perda de peso de mulheres obesas de grau 3.. 2008. Dissertação (Mestrado em Nutrição) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
OLIVEIRA, E. M. M.. Detecção qulitativa e quantitativa de soja RR em alimentos processados. 2006. Dissertação (Mestrado em Vigilância Sanitária) - Fundação Oswaldo Cruz.
CARDARELLI, P.; BRANQUINHO, M. R.;OLIVEIRA, E. M. M.. Método molecular para detecção de T.cruzzi em polpa de açaí. 2016. Tese (Doutorado em Vigilância Sanitária) - Fundação Oswaldo Cruz.
FERREIRA-LEITAO, V. S.; PINHEIRO, A. S.; NOGUEIRA, F. C. S.; GOTTSCHALK, L. M. F.;OLIVEIRA, E. M. M.. Síntese enzimática de dissacarídeos utilizando as β-glicosidases de Aspergillus awamori, Aspergillus niger e Prunus dulcis, e sua aplicação como indutores de celulases no fungo Trichoderma reesei RUT C-30. 2016. Tese (Doutorado em Pós-graduação em Bioquímica) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Farah, A.; SILVA, Joab Trajano da; Leão, M.H.M.R.;OLIVEIRA, E. M. M.; Silva, I.B.. Avaliação do envolvimento de monooxigenases hepáticas do citocromo P450 e da cafeína no metabolismo dos ácidos clorogênicos do café.. 2013. Tese (Doutorado em Ciência de Alimentos) - Universidade Federal do Rio de Janeiro.
OLIVEIRA, E. Desenvolvimento de iniciadores e sondas para detecção de cry1A.105 e cry2Ab2 e aplicação de PCR em tempo real para detecção de OGM em alimentos. 2011. Tese (Doutorado em Ciências dos Alimentos) - Universidade Federal de Santa Catarina.
OLIVEIRA, E. M. M.. Mycotoxins and mycobiota in Brazil nuts and strategies for their control. 2011. Tese (Doutorado em Engenharia Química e Biológica) - Universidade do Minho.
OLIVEIRA, E. M. M.. Análise da Expressão Gênica de ASP3 em Saccharomyces cerevisiae. 2006. Tese (Doutorado em Biologia (Biociências Nucleares)) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
OLIVEIRA, E. M. M.; CARDARELLI, P.; BRANQUINHO, M. R.. Detecção de Trypanosoma cruzi em açaí: contribuição para o estudo da transmissão oral da doença de Chagas. 2015. Exame de qualificação (Doutorando em Vigilância Sanitária) - Instituto Nacional de Controle e Qualidade em Saúde.
GODOY, R.L.O.;OLIVEIRA, E. M. M.. Desenvolvimento de método analítico por CLUE-EMAR para detecção de adulterantes em amostras de café. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
OLIVEIRA, E. M. M.; BORRALHO, Maria Do Céu. Auditoria no laboratório TECAM para acreditação segundo à Norma ISO 17025 para detecção e quantificação de OGMs. 2005. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Orientou
Obtenção de material de referência para a determinação do teor de grãos da espécie Coffee arabica e C; canephora (robusta) em blends de café torrado e moído; Início: 2015; Dissertação (Mestrado em ALIMENTOS E NUTRIÇÃO) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Coorientador);
Desenvolvimento de método Biomolecular para a detecção de adulterantes, indicadores de qualidade e composição de arabica e robusta em café torrado e moído; Início: 2014; Tese (Doutorado em Nutrição) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; (Coorientador);
Início: 2014; Universidad Agraria de la Habana, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior;
Detecção de adulterantes em café torrado e moído; Início: 2014; Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Centro Universitário da Zona Oeste, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Sistema ready-to-use para detecção de OGM; Início: 2013; Iniciação científica (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
Detecção de adulterantes em café torrado e moído; Início: 2013; Iniciação científica (Graduando em Farmácia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; (Orientador);
OBTENÇÃO DE MATERIAL DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO DE CAFÉS ARABICA E ROBUSTA EM BLENDS DE CAFÉ; 2017; Dissertação (Mestrado em ALIMENTOS E NUTRIÇÃO) - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Edna Maria Morais Oliveira;
IDENTIFICAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DE COMPOSTOS BIOATIVOS EM FRUTOS DE GRUMIXAMA ( Eugenia brasiliensis, LAM; ); 2015; Dissertação (Mestrado em Programa de Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, ; Coorientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Avaliação da qualidade do extrato hidrossolúvel de soja: rastreabilidade ao evento RR, microbiológica e análise sensorial; 2014; Dissertação (Mestrado em Ciência de Alimentos) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, ; Coorientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Detecção de Adulterantes em Cafés Comerciais Brasileiros por PCR em Tempo Real; ; 2013; Dissertação (Mestrado em Ciência de Alimentos-Universidade Federal do Rio de Janeiro) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Produção de massa alimentícia a base de farinhas de trigo, arroz polido e feijão carioca com casca, biofortificadas; ; 2013; Dissertação (Mestrado em Programa de Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, ; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Desenvolvimento de método baseado em PCR em tempo real apra a detecção de adulterantes em café solúvel e torrado e moído; ; 2011; Dissertação (Mestrado em Ciência de Alimentos) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, ; Coorientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Obtenção de massa alimentícia à base de arroz e feijão; 2011; Dissertação (Mestrado em Programa de Ciência e Tecnologia de Alimentos) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, ; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Análise do polimorfismo do gene PPAR gama 2 em indivíduos portadores de Síndrome Metabólica; 2008; Dissertação (Mestrado em Nutrição) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, ; Coorientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Influência do genótipo Pro12Pro no gene PPARgama2 e dos ácidos graxos polinsaturados na resistência à insulina, insulinemia e glicemia em mulheres obesas de grau 3, e análise da expressão do gene em sangue; ; 2008; Dissertação (Mestrado em Nutrição) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Edna Maria Morais Oliveira;
ASSOCIAÇÃO DO POLIMORFISMO DO PPAR GAMA 2 COM ESTRESSE OXIDATIVO E ESTADO NUTRICIONAL DE VITAMINA E EM INDIVÍDUOS COM SÍNDROME METABÓLICA; 2007; Dissertação (Mestrado em Nutrição) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, ; Coorientador: Edna Maria Morais Oliveira;
EFEITOS DA EXPRESSÃO GÊNICA E DA ATIVIDADE ENZIMÁTICA DA AMILASE ENDÓGENA SOBRE AS CARACTERÍSTICAS TECNOLÓGICAS DA MANDIOCA; 2007; 0 f; Tese (Doutorado em Ciências dos Alimentos) - Universidade de São Paulo, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Coorientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Identificação e quantificação de soja transgênica em alimentos orgânicos; 2006; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização em Segurança Alimentar e Qualidade) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
SELEÇÃO DE MARCADOR MOLECULAR PARA DETECÇÃO DE AÇAÍ EM CAFÉ TORRADO E MOÍDO; 2017; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Centro Universitário da Zona Oeste; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Aplicação de método baseado em PCR em tempo real para detecção de glúten em alimentos destinados a portadores de doença celíaca; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Química) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Desenvolvimento de método molecular para certificação de origem de farinha de trigo; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Nutrição) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Detecção de OGM em produtos cárneos; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Nutrição) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Análise de diversidade genética de variedades de mandioca; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Nutrição) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Detecção de soja Roundup-Ready TM em alimentos processados; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Nutrição) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Ferramentas Moleculares para Garantia da Qualidade de Alimentos Processados à Base de Mamão (Caarica papaya); 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Ciências Biológicas) - Universidade Federal do Espírito Santo; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Detecção de Soja Geneticamente Modificada em Alimentos Utilizando a Técnica Multiplex-PCR e Sistema TaqMan; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Química) - Universidade Federal do Paraná; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Adulterantes em café torrado e moído; 2014; Iniciação Científica; (Graduando em Engenharia Florestal) - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Avaliação da autenticidade de produtos processados à base de romã; 2012; Iniciação Científica; (Graduando em Técnico em Química Industrial) - Colégio de Aplicação Emmanuel Leontisinis, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Obtenção de hidrolisado de biomassa amilácea: resíduos da indústria da mandioca; 2010; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Iguaçu, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Detecção em alimentos processados de eventos transgênicos não autorizados no Brasil; 2010; Iniciação Científica; (Graduando em Química) - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Marcadores moleculares para detecção de fraudes em café; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em Ciências Biológicas) - Universidade Iguaçu, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Aproveitamento de Resíduos Agroindustriais para Geração de Energia (Produção de Etanol ? Hidrogênio); 2009; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
OTIMIZAÇÃO DA EXTRAÇÃO DE DNA GENÔMICO DE FUNGOS FILAMENTOSOS PRODUTORES DE AFLATOXINAS; 2007; Iniciação Científica; (Graduando em Agronomia) - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO INTERLABORATORIAL DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO EVENTO-ESPECÍFICOS DE OGMS NO BRASIL; 2010; Orientação de outra natureza; (Nutrição) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Edna Maria Morais Oliveira;
Produções bibliográficas
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OLIVEIRA, E. M. M. . Análise da expressão de genes para enzimas industriais. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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OLIVEIRA, E. M. M. . Biossegurança de OGM. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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OLIVEIRA, E. M. M. ; SOUZA, A. M. . Métodos Moleculares Aplicados à Microbiologia. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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OLIVEIRA, E. M. M. ; Ferreira, T. ; Oliveira, T.C. ; LIMA, I.S. ; VITÓRIO, F. ; Farah, A. . Detection of corn and barley as adulterants in roasted coffee using real-time PCR. 2012. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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OLIVEIRA, E. M. M. ; Ferreira, T. ; Oliveira, T.C. ; LIMA, I.S. ; VITÓRIO, F. ; Farah, A. . Definição de um Marcador Molecular para a Detecção de Milho em Café Comercial Usando PCR em Tempo Real. Brasília: Embrapa, 2013 (Comunicado Técnico da Embrapa).
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OLIVEIRA, E. M. M. ; Oliveira, T.C. ; LIMA, I.S. ; FERREIRA, T. . Utilização de Ferramentas de Bioinformática na Construção de Primers para Detecção de Sequências Específicas de DNA. Embrapa, 2012 (Embrapa Série Documentos 57).
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OLIVEIRA, E. M. M. ; FREITAS-SILVA, O. . Detecção de fungos filamentosos produtores de aflatoxina utilizando a reação em cadeia da DNA polimerase 2005 (Embrapa Série Documentos 68).
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FREITAS-SILVA, O. ; OLIVEIRA, E. M. M. ; FARIAS, Antonio Xavier de ; SOUZA, M. L. M. . Alternaria spp: Detecção e Avaliação de Potencial Toxigênico em Tomate Pós-colheita 2005 (Embrapa Série Documentos 69).
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OLIVEIRA, E. M. M. ; COURI, S. ; FELBERG, I. ; PENHA, E. M. ; SIQUEIRA, R. S. ; GONÇALVES, Neide Botrel ; CARVALHO, José Luiz Viana de ; FARIAS, Antonio Xavier de . Manual de Biossegurança da Embrapa Agroindústria de Alimentos: Laboratórios e Plantas-Piloto 2004 (Embrapa Série Documentos 57).
Outras produções
MInguita, A.P.S. ; CARVALHO, J. L. V. ; OLIVEIRA, E. M. M. . Massa Alimentícia Biofortificada. 2013.
SIANI, Antonio Carlos ; BON, Elba Pinto da Silva ; TORRES, Fernando Araripe Gonçalves ; MARTINS, Adriana Sotero ; OLIVEIRA, E. M. M. ; PEREIRA JUNIOR, Nei ; CAVALCANTI, Neuza Maria Bonomo Severino . Processo para produção da enzima antileucêmica asparaginase a partir da clonagem do gene ASP3 de Saccharomyces cerevisiae em uma levedura metilotrófica. 2005.
OLIVEIRA, E. M. M. ; MATOS, A. . Produção de etanol para célula a combustível utilizando resíduos da indústria da mandioca. 2007.
TORREZAN, R. ; MATOS, A. ; OLIVEIRA, E. M. M. . Desenvolvimento de métodos e tecnologias para a redução de riscos de contaminação química e biológica em alimentos ao longo da cadeia produtiva da soja. 2007.
OLIVEIRA, E. M. M. ; MATOS, A. . Padronização da Metodologia para a Quantificação de Soja Geneticamente Modificada. 2006.
OLIVEIRA, E. M. M. ; SOUZA, H. P. ; FREITAS-SILVA, O. ; LIMA, I.S. ; VITÓRIO, F. . Análise do potencial aflatoxigênico de fungos filamentosos. 2012. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, E. M. M. ; PORTO, H.S. ; Oliveira, T.C. . Avaliação do potencial aflatoxígeno de fungos filamentosos usando PCR. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, E. M. M. ; SILVA, J. P. L. ; HAGGBLOM, P. . Salmonella prevention at Feed Chain. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, E. M. M. . Análise da Diversidade Genética. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, E. M. M. ; BARROS, Natalia Eudes Fagundes de . Métodos moleculares para análise de alimentos. 2009. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, E. M. M. . SEGURANÇA ALIMENTAR E ROTULAGEM DE OGM EM ALIMENTOS. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, E. M. M. ; PEREIRA, Marcos Dias . Tópicos Especiais em Bioquímica - PCR. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, E. M. M. . Biotecnologia e Biossegurança. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, E. M. M. . Segurança Alimentar de Organismos Geneticamente Modificados. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, E. M. M. ; BARROS, Natalia Eudes Fagundes de . PCR em Alimentos. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
OLIVEIRA, E. M. M. ; RADSTRÖM, Peter ; PEREIRA, Marcos Dias ; BARROS, Natalia Eudes Fagundes de ; BON, Elba Pinto da Silva . DNA Amplification Technology. 2006. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
OLIVEIRA, E. M. M. ; PEREIRA, Marcos Dias ; RADSTRÖM, Peter ; BON, Elba Pinto da Silva . DNA Amplification Technology. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Especialização).
OLIVEIRA, E. M. M. ; MANSURE, José João ; BON, Elba Pinto da Silva ; RADSTRÖM, Peter . DNA Amplification Technology. 2004. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
OLIVEIRA, E. M. M. . Segurança de Alimentos Derivados de Organismos Geneticamente Modificados. 2010 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Avaliação da Segurança Alimentar de OGMs. 2005 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Estudo de caso: Avaliação da Segurança Alimentar de Organismos Geneticamente Modificados. 2005 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . GMO Detection in the Food Chain. 2005 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Avaliação da Segurança de Alimentos Geneticamente Modificados. 2005 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Segurança alimentar de organismos geneticamente modificados. 2005 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. ; RADSTRÖM, Peter ; BON, Elba Pinto da Silva ; PEREIRA, Marcos Dias . Real-Time PCR. 2005 (Curso oferecido) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Novas ferramentas para detecção de patógenos em cadeias alimentares. 2005 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Segurança Alimentar x Transgênicos. 2005 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Segurança alimentar de organismos geneticamente modificados. 2005 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Evolução da agricultura na busca da qualidade de vida. 2005 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Segurança Alimentar e Saúde: Materiais genéticos, OGMs e legislação. 2005 (Curso oferecido) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Alimentos Transgênicos: Mitos e Realidades. 2005 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Regulação por nitrogênio de enzimas periplásmicas em Saccharomyces cerevisiae. 2004 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Segurança Alimentar de Organismos Geneticamente Modificados. 2004 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Metodologias para a detecção de OGMs em produtos processados.. 2004 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Detecção de OGM em grãos e alimentos processados. 2004 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Segurança Alimentar Relacionada a Organismos Geneticamente Modificados. 2003 (Palestra) .
OLIVEIRA, E. M. M. . Segurança Alimentar de Organismos Geneticamente Modficados. 2003 (Palestra) .
Projetos de pesquisa
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2019 - Atual
Soluções tecnológicas convergentes para a detecção de adulterantes, defeitos e espécies de café no torrado e moído comercializado no Brasil, Descrição: O café é uma das bebidas mais consumidas mundialmente. Como a 2ª commodity mais valiosa, a atividade cafeeira representa divisas primordiais para o Brasil, que figura como 1º produtor/exportador e o 2º maior consumidor. Apesar desta relevância, informações sobre a composição do café torrado e moído consumido no mercado interno ainda são escassas. A falta de conhecimento se deve a complexidade da matriz, composta por carboidratos, proteínas, lipídios, cuja variabilidade depende da espécie de café, das condições edafoclimáticas, e dos processos de fabricação. Adicionalmente, o controle do produto é dificultado pela textura oleosa e aderente, coloração escura e por estar em pó. Estas características favorecem ás frequentes adições de grãos de menor valor nas 2.400 marcas comercializadas, cuja falta de regulamentação técnica, dispondo de um padrão oficial de identidade e qualidade pelo MAPA, tem dificultado a coibição de fraudes. As misturas mais frequentemente são de: adulterantes como o milho, trigo, triguilho, soja, triticale, sementes de açaí e cevada; impurezas como cascas e paus; C. canephora nos blends com arabica; e grãos defeituosos (verdes, pretos, ardidos e brocados) advindos da colheita/resíduos de eletrônica. Atualmente, a qualidade do café torrado e moído é determinada pela bebida através da avaliação sensorial, que exige um painel de especialistas habilidosos e treinados. Já, as adulterações têm sido verificadas por microscopia, método considerado subjetivo e não quantitativo. Assim, não tem sido possível identificar e quantificar a mistura de: espécies, defeitos e adulterantes, sem técnicas precisas, sensíveis e confiáveis (HPLC, RMN, PCR) e rápidas (NIR, FTIR). Nesse sentido, o objetivo do projeto é desenvolver soluções de convergência metodológica e tecnológica inovadoras envolvendo adulterantes, defeitos, espécies de café e bebida, visando auxiliar no estabelecimento do padrão oficial de identidade e qualidade do café torrado e moído brasileiro. A comparação de resultados por várias abordagens e sua correlação com a bebida ficam ainda inviabilizadas sem o desenvolvimento de ferramentas inovadoras, que utilizem quimiometria e visão computacional, na obtenção de soluções tecnológicas convergentes aplicáveis a assegurar qualidade do produto.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Otniel Freitas-Silva - Integrante / Renata Galhardo Borguini - Integrante / Ronoel Luiz de Oliveira Godoy - Integrante / Suzana Lucy Nixdorf - Integrante / Nilson César Castanheira Guimarães - Integrante / GLAUCO ANTONIO TEIXEIRA - Integrante.
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2017 - Atual
Ferramenta de detecção de DNA do Feijão RMD para uso no campo, Descrição: A detecção de eventos geneticamente modificados no campo tem sido conduzida pelo uso de ?fitas? imunocromatográficas, que detectam proteínas sintetizadas pelo vegetal geneticamente modificado (VGM). Entretanto, o feijão geneticamente modificado resistente ao mosaico dourado (Feijão RMD), desenvolvido pela Embrapa, não apresenta expressão de proteínas transgênicas. Após a liberação comercial desse evento geneticamente modificado, os órgãos responsáveis pela fiscalização da circulação de organismos geneticamente modificados (OGM) no Brasil terão que usar uma metodologia analítica para a detecção do evento no campo. Diante dessa situação, o objetivo geral do projeto é desenvolver dispositivos biossensores para a detecção no campo de sequência de DNA evento-específica do Feijão RMD da Embrapa. Para tanto, serão testadas diferentes protocolos de extração de DNA do feijoeiro em condições de campo. Em paralelo, algumas moléculas serão avaliadas quanto à capacidade de intercalar em DNA dupla-fita e de se ligar covalentemente a sondas para o evento Feião RMD. O DNA isolado será usado para testar essa moléculas de forma a dar suporte ao desenvolvimento de dispositivos sensores fluorescente (presença de dupla fita do Feijão RMD) e piezoelétrico (diferença de massa entre o Feijão RMD e o convencional). Em seguida esses biossensores serão comparados ao sistema LAMP, em estudo pelo CNPAF. Os parâmetros de desempenhos dos sistemas de detecção usados serão definidos e repassados para o Lanagro-MG/MAPA. Os resultados esperados englobam avanço do conhecimento, metodologia técnico-científica, protótipos e negócio tecnológico. Essas alternativas de métodos analíticos podem dar suporte ao Programa de Fiscalização Pós-Mercado pelo Ministério da Agricultura, em concordância com a Lei de Biossegurança relativa ao monitoramento de plantios comerciais.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Marilia Regini Nutti - Integrante / José Luis Viana de Carvalho - Integrante / Tatiane Correa de Oliveira - Integrante / Andressa Moreira de Souza - Integrante / Andrea Medeiros Salgado - Integrante / THIAGO LIVIO PESSOA OLIV DE SOUZA - Integrante / MARCOS LUIZ LEAL MAIA - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
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2013 - 2016
Sistema, Descrição: O último relatório do International Service for the Acquisi tion of Agri-biotech Applications ? ISAAA mostra que os cultivos com OGM apresentaram um crescimento de 8% em 2011 em relação a 2010. Mais de 190 eventos geneticamente modificados estão circulando no mercado mundial e 29 países são produtores de OGM. O Brasil é apontado neste relatório como o ?força motora? do aumento dos cultivos de OGM, e continua ocupando a segunda colocação em termos de volume de produção, principalmente os cultivos de soja, milho e algodão. O constante aumento de diferentes OGM mostra a necessidade de desenvolver métodos multi-alvos. Essas abordagens analíticas permitem a simultânea detecção de diversos alvos têm sido desenvolvidos recentemente com o objetivo de lidar com os desafios de um aumento no número de autorizações de OGM em todo o mundo. Em muitos casos essas novas abordagens podem ser integradas às análises já existentes sem a necessidade de estabelecer totalmente nova técnicas com instrumentação de alto custo. Atualmente, já estão sendo validados alguns sistemas de detecção multi-eventos GM, como as placas ?Ready-to-Use?, que está em conformidade com o objectivo de fornecer um sistema multi-alvo rápido, permitindo a detecção simultânea de todos os alvos em um único experimento. O sistema ?Ready-to-use? em um formato pronto para uso, permite a redução a um número mínimo de passos de manipulação no laboratório. O Sistema ?Ready-To-Use? Multi- Alvos analíticos para detecção de OGM" foi desenvolvido pelo JRC-EU para ser disponibilizado como placas ?pré-spotted? contendo, todos os reagentes, incluindo primers e sondas, para a detecção individual de todos os 39 eventos GM que circulam no mercado europeu. As perspectivas futuras para a análise multi-detecção de eventos GM envolvem metodologias mais refinadas com alto grau de aprimoramento como os ?chip? de DNA, Microesferas (Luminex), entre outras. Diante deste cenário, o sistema de placas ?ready-to-use? de placas é o mais adequado para a realidade dos laboratórios de detecção de OGM instalados no Brasil, principalmente os laboratórios públicos, fazendo-se necessário a validação, implementação e harmonização de metodologias para a análise de OGM. Assim, será possível contribuir para o aumento de pessoal qualificado, ampliando a competência técnica para posterior suporte às ações de defesa agropecuária no que tange a circulação de OGM no mercado brasileiro, como no monitoramento de eventos não autorizados e do cumprimento da legislação de rotulagem, garantindo ao consumidor o seu direito de escolha.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Paola Cardarelli - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante / Francismar Correa Marcelino - Integrante / Regina Isabel Nogueira - Integrante.
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2013 - Atual
Desenvolvimento de métodos moleculares para detecção de adulterantes, de grãos de baixo valor de mercado e determinação da composição em arábica e robusta em blends de café torrado e moído., Descrição: Atualmente, os métodos existentes para controlar as adulterações com alimentos ou a adição de alto percentual de PVA ou de café robusta não possuem grande eficácia ou dependem de equipamentos de última geração e de alto custo. A técnica empegada pela ABIC para a detecção de adulterantes está prevista na Resolução RDC nº 175, de 08 de julho de 2003; Republicada no D.O.U de 10/07/2003 (ANVISA), que utiliza o método de detecção por microscopia e macroscopia, baseada no reconhecimento de padrões de cores e fotografias por meio de processamento digital de imagens por computador. A inspeção visual também é tradicionalmente usada para detectar a adição de substitutos baratos para o café verde (Blanc et al., 1989;. Davis et al., 1990Berger et al, 1991, Prodolliet et al, 1995 & Bernal et al, 1996). Muitas técnicas têm sido desenvolvidas a fim de determinar parâmetros apropriados e marcadores para diferentes tipos de adulteração em café torrado e moído. Os métodos convencionais de identificação de adulterantes utilizando técnicas de reconhecimento de padrões de cores e imagens características são subjetivas e, consequentemente, dependentes da experiência do analista e sujeito a erro humano. Além dos métodos visuais, há os métodos baseados na determinação de marcadores químicos tais como alguns carboidratos e compostos voláteis, identificados por cromatografia líquida e gasosa. Métodos baseados em técnicas estritamente físicas, também foram propostos para a detecção de adulterantes em café, tais como, espectroscopia fotoacústica, espectroscopia por infra-vermelho, e espectrometria com lente térmica. No entanto, métodos baseados em tais técnicas não permitem a identificação dos adulterantes individuais e sua quantificação, sendo também sujeitos a efeitos de matriz devido ao processamento. Em relação à detecção de adição de altos percentuais de PVA e de café robusta em relação ao café arábica de boa qualidade não são aplicados na análise da qualidade do café, somente métodos sensoriais. Alguns métodos químicos foram desenvolvidos utilizando espectroscopia de infra-vermelho e cromatografia a gás acoplada à espectrometria de massas, sendo que nesse último, alguns marcadores químicos foram identificados para os defeitos preto, verde, ardido e para a broca do café. Em 2010, a Instrução Normativa nº 16, de 24/5/2010, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), visando a garantia da qualidade para o café torrado e moído, e estabeleceu como 1% o percentual máximo permitido em conjunto de impurezas (cascas e paus), sedimento (pedras, torrões e areia) e matérias estranhas (milho, centeio, açúcar, cevada, sementes de açaí, entre outras). Essa Normativa foi revogada no início do corrente ano (2013) e a legislação vigente está sendo discutida, com uma expectativa de ser publicada e normatizada considerando apenas a detecção. Assim, com uma legislação cada vez mais restrita, há uma demanda urgente por métodos com maior sensibilidade na detecção de contaminantes e adulterações. A tecnologia do DNA recombinante tem sido utilizada para a determinação da autenticidade de alimentos processados. A PCR em tempo real vem sendo amplamente utilizada para a análise da presença de sequências específicas de DNA em diferentes matrizes alimentares como: detecção de patógenos, detecção e quantificação de organismos geneticamente modificados (OGM). Adicionalmente, já existem e análises por PCR em tempo real para a detecção de glúten em alimentos destinados a portadores de doença celíaca No entanto, esta abordagem analítica ainda não foi utilizada para detecção de adulterantes em café. Adicionalmente ao método baseado em PCR em tempo real, caso a legislação decida apenas pela detecção de contaminantes para garantir a qualidade do café, um método baseado em LC-MS pode ser uma alternativa bastante eficiente e sensível.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Otniel Freitas-Silva - Integrante / Ivanilda Santos Lima - Integrante / Tatiane Correa de Oliveira - Integrante / Thiago Ferreira dos Santos - Integrante / Adriana Farah - Integrante / Andressa Moreira de Souza - Integrante., Financiador(es): Embrapa Café - Auxílio financeiro.
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2012 - 2016
Determinação de parâmetros para a validação e implantação de sistema, Descrição: A Doença Celíaca (DC), ou enteropatia glúten-sensível, é uma intolerância permanente a uma fração proteica (prolamina) presente no glúten de alguns cereais (trigo, centeio, cevada e aveia). Caracteriza-se pela atrofia total ou subtotal da mucosa do intestino delgado proximal e consequente má absorção dos nutrientes dos alimentos. Sabe-se que a DC é mais comum em mulheres e que a anemia é um de seus sintomas mais frequentes. Entretanto, a prevalência da doença varia muito de país para país, sendo desconhecidos dados estatísticos oficiais no Brasil. Muitos produtos alimentícios, principalmente os de panificação, são formulados com trigo e/ou outros cereais que contêm as proteínas formadoras do glúten, que lhes confere melhores características tecnológicas. A introdução de uma dieta isenta de glúten é a única terapêutica eficaz no tratamento da DC, conduzindo à melhoria sintomática em algumas semanas. No entanto, a restrição absoluta de glúten é difícil ou mesmo impossível de ser mantida, dada a presença de quantidades residuais nos alimentos disponíveis no mercado. Em algumas indústrias produtoras de alimentos destinados a celíacos, é comum que se produzam também outros gêneros alimentícios que contenham glúten, já que os dois tipos de produto são processados nos mesmos locais e equipamentos. Diante do exposto, observa-se a necessidade de certificação da ausência do glúten em alimentos assim identificados por rotulagem. Apesar dos métodos imuno-químicos, como o ELISA (?Enzyme-linked immunosorbent assay?) ou os de fluxo lateral, serem os mais frequentemente utilizados para detectar e quantificar as proteínas do glúten em alimentos, também são utilizados métodos que têm como base a eletroforese, a cromatografia líquida e/ou a espectrometria de massa. Entretanto, a análise do DNA de cereais através da reação em cadeia da DNA polimerase (PCR ? ?Polymerase chain reaction?) supera o método ELISA em sensibilidade e em tempo de reação específica para cada cereal. Este projeto tem como objetivo determinar os parâmetros para a validação e implementação de um método baseado em PCR em tempo real, do tipo ?ready-to-use?, para a detecção de glúten em alimentos produzidos para serem consumidos por portadores da DC. A disponibilização de um método mais rápido e sensível aos órgãos fiscalizadores aumentará a confiabilidade deste público nas informações disponibilizadas nos rótulos dos alimentos a eles destinados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Edson Watanabe - Integrante / Cristina Yoshi Takeiti - Integrante.
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2009 - 2011
Fermentação alcoólica usando Saccharomyces cerevisiae capaz de metabolisar pentoses, Descrição: A produção de etanol vem alcançando outras alternativas, deixando de ser processada única e exclusivamente a partir da fermentação de frações de carboidratos (amido e sacarose), mas também a partir de frações do resistente material lignocelulósico. O alto rendimento bem como as altas taxas de fermentação do hidrolisado de biomassa lignocelulósica são fatores preponderantes para a implantação deste processo nas usineiras de produção de bioetanol. Existe uma demanda por microrganismos que realizem reações mais complexas do aquela que a levedura Saccharomyces cerevisiae realiza quando fermenta hexoses (C6). Uma das reações complexas trata da hidrolise da hemicelulose, que gera alta concentração de pentoses (C5), que não podem ser fermentados por uma célula selvagem de S. cerevisiae. Diante desse cenário, é crescente a necessidade da obtenção de novas linhagens de microrganismos, que sejam capazes de fermentar hidrolisados obtidos a partir de biomassa amilácea e ligno-celulósica, além de tolerar altas concentrações de etanol, permitindo o aumento no rendimento da produção do álcool.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Marcos Dias Pereira - Integrante / Andrea Matos - Integrante / Edmar das Mercês Penha - Integrante / Marilia Penteado Stephan - Integrante / Elis Eleutherio - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro / Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Bolsa.
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2007 - 2010
Produção de etanol para células a combustível utilizando resíduos da indústria da mandioca, Descrição: O setor agroindustrial da mandioca gera resíduos que podem representar um grande nicho para a geração de produtos de maior valor agregado como: etanol e outras fontes de energia. A produção de etanol a partir do farelo da mandioca enfoca a obtenção de álcool fino, o qual pode ser utilizado principalmente nas indústrias de bebidas, perfumaria e farmacêutica. Junto a isto, a utilização da manipuiera, resíduo líquido, ultrapassa a última fronteira para o aproveitamento total da mandioca. Alguns trabalhos relatam o uso da manipueira na obtenção de biossurfactantes, aplicados na indústria de petróleo, além da aplicação como inseticida, nematecida, fungicida, acaricida e bactericida. A produção de etanol a partir da manipueira ainda não foi explorada, apesar deste resíduo apresentar altos níveis de açúcares fermentecíveis. O etanol de mandioca possui características adequadas para sua utlização como substrato na produção de hidrogênio, insumo de células a combustível (CaCs) na geração de energia elétrica,apontado por especialistas como o centro da economia mundial dentro de algumas décadas. O objetivo desta proposta é produzir etanol de alta qualidade a partir de farelo e manipueira oriundas do processamento da mandioca para sua utilização em células a combustível, na geração de energia elétrica. A produção de hidrogênio a partir de etanol de mandioca garante uma valorização desta cultura, além da geração de energia limpa para o meio ambiente. Foi acordado com a empresa Indemil, importante componente do setor produtivo da mandioca, localizada no Paraná, a aquisição de resíduos da fabricação de fécula e/ou polvilho. Os resíduos obtidos serão caracterizados e fermentados na Embrapa Agroindústria de Alimentos/IQ da UFRJ. O etanol produzido será destilado e caracterizado, principalmente quanto à presença de compostos, que agem como contaminantes dos catalisadores das células. Tais procedimentos serão conduzidos no Instituto Nacional de Tecnologia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) . , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Andrea Matos - Integrante / Edmar das Mercês Penha - Integrante / João Oiano Neto - Integrante / Sidinéia C. de Farias - Integrante / Lourdes Maria Correa Cabral - Integrante / Fabio Bellot - Integrante / Viridiana Santana Ferreira-Leitão - Integrante / Ronoel Luiz de O. Godoy - Integrante / Lisiane Veiga Mattos - Integrante / Claudio Cabello - Integrante., Financiador(es): Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro / Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Bolsa.
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2007 - 2010
Melhoria da bio-rastreabilidade de microrganismos não-intencionais e suas substâncias nas cadeias de alimentos e rações. (BIOTRACER), Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Ana Lucia Penteado - Integrante / Celina Mara Soares - Integrante.
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2005 - 2007
Avaliação Qualitativa e Quantitativa de soja geneticamente modificada em produtos industrializados, Descrição: Os laboratórios brasileiros capacitados para a realização das análises de detecção e quantificação de OGMs, devem realizar tais análises utilizando metodologias aprovadas e validadas. A validação e "harmonização" de métodos quantitativos é absolutamente necessária para o atendimento às legislações para a rotulagem de produtos que apresentem em sua composição, um percentual de OGM superior ao limite permitido; além da certificação de produtos agrícolas destinados à exportação que devam conter informações sobre possível contaminação por OGMs. Os métodos quantitativos baseados em PCR em tempo real, que utilizam sondas específicas, são os que vêm sendo validados. Esses métodos são altamente seletivos, mas o custo de sua implantação ainda é muito alto. Nesse projeto, pretende-se utilizar outro sistema para a quantificação de OGMs em alimentos processados, o sistema SYBR GREEN, que pode ter a sua seletividade aumentada de acordo com a otimização das condições de reação. Diante deste cenário, a presente proposta tem como objetivo implementar o Sistema SYBR GREEN para a quantificação de OGMs, utilizando amostras de material certificado de soja geneticamente modificada (Roundup ReadyTM). Ao finalizar os trabalhos propostos, espera-se oferecer análises quali/quantitativas para a presença de OGMs em produtos industrializados a base de soja, utilizando uma metodologia de análise validada, sendo conduzida em laboratório acreditado, ressaltando que a Embrapa não irá desempenhar o papel de fiscal, detendo-se a responder ao mercado por tais análises, além de demandas específicas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Natália Eudes Fagundes de Barros - Integrante / Vânia Margareth Flosi Paschoalin - Integrante / Joab Trajano Silva - Integrante / Otniel Freitas-Silva - Integrante., Financiador(es): Universidade Federal do Rio de Janeiro - Cooperação / Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJ - Auxílio financeiro., Número de produções C, T & A: 6
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2002 - 2008
Rede de Biossegurança dos Transgênicos da Embrapa, Descrição: A biotecnologia promoveu uma revolução agrícola, com a possibilidade de produzir cultivares com características específicas ( tolerância a herbicidas, resistência a insetos, aumento da vida de prateleira), através da transferência de genes individuais de uma espécie para outra, resultando no aumento da produção agrícola e na diminuição do tempo necessário para o desenvolvimento de uma nova espécie que seja estável, como ocorre com o melhoramento genético tradicional. Esses produtos transgênicos (ou organismos geneticamente modificados) têm alavancado muitas pesquisas e muita polêmica. Apesar dos inúmeros testes com OGMs, ainda existem lacunas nas informações que precisam ser preenchidas para assegurar a segurança alimentar e ambiental desses organismos. Essa situação direcionou a Embrapa na busca por respostas às questões relativas à segurança dos OGMs. Para tanto, diferentes unidades da Embrapa, Universidades e instituições internacionais se uniram numa Rede de Biossegurança para avaliar a segurança alimentar e ambiental dos OGMs desenvolvidos pela Embrapa ou por seus parceiros comerciais. Os elementos chave desta rede são: o desenvolvimento e implantação de metodologias de biossegurança de OGM através de um processo dinâmico e progressivo de trabalho em rede, facilitando a comunicação constante e rápida entre os cientistas; revisão rápida e freqüente das metodologias e análises dos diferentes produtos em estudo; discussão com as instituições científicas internacionais. Dentre os produtos em desenvolvimento na Embrapa, os eventos elite (produtos) mais próximos da comercialização são: soja (tolerante ao herbicida glifosato), mamão (resistente ao vírus da mancha anelar), feijão (resistente ao vírus do mosaico dourado), batata (resistente ao vírus Y) e o algodão (resistente a insetos). Esses eventos são de grande interesse para a produção agrícola (os mais próximos da fase de comercialização, variedades de sistemas de produção, regionalidade de produção).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Integrante / Deise Maria Fontana Capalbo - Coordenador / Neide Botrel Gonçalves - Integrante / Otniel Freitas Silva - Integrante / José Luiz Viana de Carvalho - Integrante., Financiador(es): Financiadora de Estudos e Projetos - Auxílio financeiro / Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Auxílio financeiro.
Projetos de desenvolvimento
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2009 - 2012
DESENVOLVIMENTO, IMPLANTAÇÃO E HARMONIZAÇÃO DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO EVENTO-ESPECÍFICOS DE OGM NO BRASIL, Descrição: O crescimento global do cultivo e do comércio de variedades geneticamente modificadas (GM) aumentou também a complexidade do gerenciamento e da preservação da identidade de algumas comodities agrícolas na cadeia produtiva. Ocorrências acidentais no mercado de variedades GM não autorizadas têm realçado a necessidade de um sistema rigorosos de controle para detectar a presença de organismos geneticamente modificados (OGM) na cadeia alimentar. Entretanto, alguns aspectos técnicos de implementação de um sistema de controle, ainda encontram-se sob desafios consideráveis para garantir o funcionamento do mercado/comércio global, bem como o direito de escolha do consumidor. Dentre os desafios supracitados estão a implementação de análises de OGM ao longo da cadeia produtiva, onde questões relacionadas à amostragem, escolha dos melhores métodos, impactos econômicos, interpretação de resultados analíticos e medida de incerteza devem ser considerados. Adicionalmente, os aspectos técnicos como preparação de amostra, homogeneidade de amostras, tamanho de partícula, presença de inibidores, comparação entre métodos de extração (DNA e/ou proteína), bem como a harmonização, padronização, validação e acreditação de métodos quali/qiuantitativos, que envolvem a disponibilidade de materiais de referência e a necessidade de adequação de programas de rastreabilidade já existentes (para o cenário atual dos OGM), apresentam-se como gargalos para o gerenciamento e controle de OGM do mercado. No Brasil existem laboratórios públicos e privados que desenvolvem atividades relacionadas à detecção de OGM em alimentos. No entanto, a quase totalidade dos laboratórios credenciados/habilitados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) são do setor privado. Diante deste cenário, faz-se necessário agrupar os laboratórios públicos de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento, bem como Universidades, para a validação, implementação e harmonização de metodologias para a a. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / José Luiz Viana de Carvalho - Integrante / J C Faria - Integrante / Andrea Matos - Integrante / Paola Cardarelli - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante / Francismar Correa Marcelino - Integrante / Marcelo Gravina de Moraes - Integrante / Ana Carolina Maisonnave Arisi - Integrante.
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2007 - 2009
Padronização da Metodologia para a Quantificação de Soja Geneticamente Modificada, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Andrea Matos - Integrante / Paola Cardarelli - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante.
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2009 - 2012
DESENVOLVIMENTO, IMPLANTAÇÃO E HARMONIZAÇÃO DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO EVENTO-ESPECÍFICOS DE OGM NO BRASIL, Descrição: O crescimento global do cultivo e do comércio de variedades geneticamente modificadas (GM) aumentou também a complexidade do gerenciamento e da preservação da identidade de algumas comodities agrícolas na cadeia produtiva. Ocorrências acidentais no mercado de variedades GM não autorizadas têm realçado a necessidade de um sistema rigorosos de controle para detectar a presença de organismos geneticamente modificados (OGM) na cadeia alimentar. Entretanto, alguns aspectos técnicos de implementação de um sistema de controle, ainda encontram-se sob desafios consideráveis para garantir o funcionamento do mercado/comércio global, bem como o direito de escolha do consumidor. Dentre os desafios supracitados estão a implementação de análises de OGM ao longo da cadeia produtiva, onde questões relacionadas à amostragem, escolha dos melhores métodos, impactos econômicos, interpretação de resultados analíticos e medida de incerteza devem ser considerados. Adicionalmente, os aspectos técnicos como preparação de amostra, homogeneidade de amostras, tamanho de partícula, presença de inibidores, comparação entre métodos de extração (DNA e/ou proteína), bem como a harmonização, padronização, validação e acreditação de métodos quali/qiuantitativos, que envolvem a disponibilidade de materiais de referência e a necessidade de adequação de programas de rastreabilidade já existentes (para o cenário atual dos OGM), apresentam-se como gargalos para o gerenciamento e controle de OGM do mercado. No Brasil existem laboratórios públicos e privados que desenvolvem atividades relacionadas à detecção de OGM em alimentos. No entanto, a quase totalidade dos laboratórios credenciados/habilitados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) são do setor privado. Diante deste cenário, faz-se necessário agrupar os laboratórios públicos de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento, bem como Universidades, para a validação, implementação e harmonização de metodologias para a a. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / José Luiz Viana de Carvalho - Integrante / J C Faria - Integrante / Andrea Matos - Integrante / Paola Cardarelli - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante / Francismar Correa Marcelino - Integrante / Marcelo Gravina de Moraes - Integrante / Ana Carolina Maisonnave Arisi - Integrante.
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Padronização da Metodologia para a Quantificação de Soja Geneticamente Modificada, Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / Andrea Matos - Integrante / Paola Cardarelli - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante.
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DESENVOLVIMENTO, IMPLANTAÇÃO E HARMONIZAÇÃO DE SISTEMAS DE DETECÇÃO E QUANTIFICAÇÃO EVENTO-ESPECÍFICOS DE OGM NO BRASIL, Descrição: O crescimento global do cultivo e do comércio de variedades geneticamente modificadas (GM) aumentou também a complexidade do gerenciamento e da preservação da identidade de algumas comodities agrícolas na cadeia produtiva. Ocorrências acidentais no mercado de variedades GM não autorizadas têm realçado a necessidade de um sistema rigorosos de controle para detectar a presença de organismos geneticamente modificados (OGM) na cadeia alimentar. Entretanto, alguns aspectos técnicos de implementação de um sistema de controle, ainda encontram-se sob desafios consideráveis para garantir o funcionamento do mercado/comércio global, bem como o direito de escolha do consumidor. Dentre os desafios supracitados estão a implementação de análises de OGM ao longo da cadeia produtiva, onde questões relacionadas à amostragem, escolha dos melhores métodos, impactos econômicos, interpretação de resultados analíticos e medida de incerteza devem ser considerados. Adicionalmente, os aspectos técnicos como preparação de amostra, homogeneidade de amostras, tamanho de partícula, presença de inibidores, comparação entre métodos de extração (DNA e/ou proteína), bem como a harmonização, padronização, validação e acreditação de métodos quali/qiuantitativos, que envolvem a disponibilidade de materiais de referência e a necessidade de adequação de programas de rastreabilidade já existentes (para o cenário atual dos OGM), apresentam-se como gargalos para o gerenciamento e controle de OGM do mercado. No Brasil existem laboratórios públicos e privados que desenvolvem atividades relacionadas à detecção de OGM em alimentos. No entanto, a quase totalidade dos laboratórios credenciados/habilitados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) são do setor privado. Diante deste cenário, faz-se necessário agrupar os laboratórios públicos de Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento, bem como Universidades, para a validação, implementação e harmonização de metodologias para a a. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Edna Maria Morais Oliveira - Coordenador / José Luiz Viana de Carvalho - Integrante / J C Faria - Integrante / Andrea Matos - Integrante / Paola Cardarelli - Integrante / Maria Regina Branquinho - Integrante / Francismar Correa Marcelino - Integrante / Marcelo Gravina de Moraes - Integrante / Ana Carolina Maisonnave Arisi - Integrante.
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Prêmios
2011
Bunge de Inovação em Tecnologia de Alimentos, Bunge, durante o IX SLACA.
2008
Prêmio Criatividade em Pesquisa - Projeto"Produção de etanol para célula a combustível a partir de resíduos da indústria de mandioca", Embrapa.
Histórico profissional
Endereço profissional
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Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Centro Nacional de Pesquisa de Tecnologia Agroindustrial de Alimentos, Embrapa Agroindústria de Alimentos. , Av. das Américas, 29501- Laboratório de Detecção de OGM em Alimentos, Guaratiba, 23020470 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 36229644, Fax: (21) 24101090, URL da Homepage:
Experiência profissional
2002 - Atual
Embrapa Agroindustria de AlimentosVínculo: Celetista formal, Enquadramento Funcional: Pesquisador A, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
2001 - Atual
Empresa Brasileira de Pesquisa AgropecuáriaVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Pesquisador III, Carga horária: 40
Atividades
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09/2002
Conselhos, Comissões e Consultoria, Centro Nacional de Pesquisa de Tecnologia Agroindustrial de Alimentos, Embrapa Agroindústria de Alimentos.,Cargo ou função, Presidente da Comissão Interna de Biossegurança.
-
10/2001
Pesquisa e desenvolvimento, Centro Nacional de Pesquisa de Tecnologia Agroindustrial de Alimentos, Embrapa Agroindústria de Alimentos.,Linhas de pesquisa
-
04/1998
Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Química, Departamento de Bioquímica.,Linhas de pesquisa
1998 - 2002
Universidade Federal do Rio de JaneiroVínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Estudante de Doutorado, Carga horária: 0
Outras informações:
A Tese de Doutorado deverá ser defendida em Novembro/2002
Atividades
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04/1998 - 04/2002
Pesquisa e desenvolvimento, Instituto de Química, Departamento de Bioquímica.,Linhas de pesquisa
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Edna Maria Morais Oliveira e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?