Lucas Donato Toso
Engenheiro Florestal formado na Universidade Federal de Santa Maria-UFSM, Mestre em Engenharia Agrícola pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola da UFSM e Técnico em Agropecuária pelo Instituto Municipal de Ensino Assis Brasil-IMEAB, Ijui - RS. É vinculado à pesquisas e projetos do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas-NEPRADE que é ligado ao Departamento de Ciências Florestais da UFSM.
Informações coletadas do Lattes em 24/08/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em Engenharia Agrícola
2016 - 2018
Universidade Federal de Santa Maria
Título: Nucleação como gatilho ecológico em restauração de áreas mineradas no Rio Grande do Sul,Ano de Obtenção: 2018
Ana Paula Moreira Rovedder.
Graduação em Engenharia Florestal
2009 - 2014
Universidade Federal de Santa Maria
Título: RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA EM MACIÇO FLORESTAL NO MUNICÍPIO DE SEGREDO, RS: ANÁLISE DO DESENVOLVIMENTO INICIAL E DA PERCEPÇÃO DOS PRODUTORES ENVOLVIDOS
Orientador: Ana Paula Moreira Rovedder
Formação complementar
2017 - 2017
Curso de Perícia Ambiental. (Carga horária: 60h). , Universidade do Oeste de Santa Catarina, UNOESC, Brasil.
2016 - 2016
I Curso de Análise de Redes Ecológicas. (Carga horária: 20h). , Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas, NEPRADE, Brasil.
2014 - 2014
Curso de Capacitação Cadastro Ambiental Rural. (Carga horária: 78h). , Universidade Federal de Lavras, UFLA, Brasil.
2014 - 2014
Curso NR10 Básico. (Carga horária: 40h). , EngeHall Cursos NR10, ENGEHALL, Brasil.
2013 - 2013
Licenciamento Ambiental. (Carga horária: 3h). , Floresta Jr - Empresa Júnior de Engenharia Florestal (UFSM), FLORESTA JR, Brasil.
2013 - 2013
Língua Inglesa nível Welcome. (Carga horária: 37h). , Yes Curso de Idiomas, YES!, Brasil.
2012 - 2012
Curso de Excel Básico Aplicado. (Carga horária: 6h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2010 - 2010
Avaliações de impactos ambientais.. (Carga horária: 20h). , CENTRO INTERNACIONAL DE PROJETOS AMBIENTAIS, CIPAM, Brasil.
2010 - 2010
Oficina de Recuperação de Áreas Degradadas. (Carga horária: 16h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2010 - 2010
Oficina de Estradas Florestais. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal / Subárea: Conservação da Natureza/Especialidade: Recuperação de Areas Degradadas.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Recursos Florestais e Engenharia Florestal.
Organização de eventos
TOSO, L. D. . XVI Semana Acadêmica da Engenharia Florestal. 2012. (Outro).
Participação em eventos
IV Inter Floresta. 2014. (Encontro).
II REFOREST: Simpósio Nacional sobre Restauração Florestal.Caracterização dos grupos ecológicos e síndromes de dispersão em fragmento de floresta estacional decidual em estágio inicial de restauração. 2013. (Simpósio).
26ª Jornada Acadêmica Integrada da Universidade Federal de Santa Maria.RIQUEZA DE ESPÉCIES NA ARBORIZAÇÃO DE DUAS PRAÇAS NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA DO SUL, RS. 2012. (Outra).
4ª Feira da Floresta. 2012. (Outra).
VII Simpósio de Pós-Graduação em Ciências Florestais. 2012. (Simpósio).
XVI SEPE - Simpósio de Ensino, Pesquisa e Extensão.ANÁLISE DA CHUVA DE SEMENTES DE EUGENIA VERTICILATTA (VELL.) ANGELY EM FLORESTA ESTACIONAL DECIDUAL, FREDERICO WSTPHALEN, RS. 2012. (Simpósio).
XV Semana Acadêmica da Engenharia Florestal. 2011. (Outra).
Participação em bancas
ROVEDDER, A. P. M.; MONTEIRO, J. S.;TOSO, L. D.. PLANTIO EM NÚCLEOS NA RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA DE ÁREA MINERADA, ELDORADO DO SUL, RS. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Florestal) - Universidade Federal de Santa Maria.
Produções bibliográficas
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Redin, C. G. ; WEBER, F. S. ; TOSO, L. D. ; ANDRZEJEWSKI, C. ; Longhi, S. J. ; MEZZOMO, J. C. . Alterações estruturais em componente arbóreo e regenerante de savana estépica parque pela retirada da atividade pecuária, RS.. In: II REFOREST: Simpósio Nacional sobre Restauração Florestal, 2013, Viçosa - MG. Anais II REFOREST: Simpósio Nacional sobre Restauração Florestal, 2013.
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TOSO, L. D. ; Redin, C. G. ; PINHEIRO, C. G. ; WEBER, F. S. ; Longhi, S. J. . Diagnóstico da fitossanidade de espécies da família Bignoniaceae pertencentes à arborização urbana de Santa Maria, RS.. In: VII Simpósio de Pós-Graduação em Ciências Florestais, 2012, Viçosa-MG. VII Simpósio de Pós-Graduação em Ciências Florestais, 2012.
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DORNELES, R. V. ; ANTONIO, S. D. ; DINARELLI, F. ; TOSO, L. D. . Programa de apoio à elaboração de Projetos, sistematização e fomento às atividades relativas aos trabalhos de Pesquisa e Extensão desenvolvidos pela comunidade do CCR.. In: 26ª Jornada Acadêmica Integrada - UFSM, 2011, Santa Maria-RS. Anais da 26ª Jornada Acadêmica Integrada, da Universidade Federal de Santa Maria, 2011.
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LANZARIN, K. ; ROVEDDER, A. P. M. ; HUMMEL, R. B. ; FELKER, R. M. ; TOSO, L. D. ; PIAIA, B. B. ; SOMAVILLA, T. M. . DISTRIBUIÇÃO DIAMÉTRICA DE LIGUSTRUM LUCIDUM W.T. AITON EM UNIDADE DE CONSERVAÇÃO. In: 28ª Jornada Acadêmica Integrada - UFSM, 2013, Santa Maria-RS. Anais da 28ª Jornada Acadêmica Integrada, da Universidade Federal de Santa Maria, 2013.
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TOSO, L. D. ; Longhi, S. J. ; BOHNER, T. O. L. ; Redin, C. G. . RIQUEZA DE ESPÉCIES NA ARBORIZAÇÃO DE DUAS PRAÇAS NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA DO SUL, RS.. In: 27ª Jornada Acadêmica Integrada, da Universidade Federal de Santa Maria, 2012, Santa Maria-RS. 27ª Jornada Acadêmica Integrada, da Universidade Federal de Santa Maria, 2012.
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TOSO, L. D. ; ROVEDDER, A. P. M. ; FARIAS, J. A. ; GREFF, H. P. ; SCHULTE, T. F. ; HUMMEL, R. B. . A percepção de produtores rurais envolvidos em estratégia de restauração ecológica no Rio Grande do Sul. 2014. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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TOSO, L. D. ; ROVEDDER, A. P. M. ; LANZARIN, K. ; DICK, G. ; PECCATTI, A. ; FELKER, R. M. . Caracterização dos grupos ecológicos e síndromes de dispersão em fragmento de floresta estacional decidual em estágio inicial de restauração. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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Redin, C. G. ; WEBER, F. S. ; TOSO, L. D. ; ANDRZEJEWSKI, C. ; Longhi, S. J. ; MEZZOMO, J. C. . Alterações estruturais em componente arbóreo e regenerante de savana estépica parque pela retirada da atividade pecuária, RS.. 2013. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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TOSO, L. D. ; Redin, C. G. ; BEULCH, L. S. ; PIOVESAN, G. ; DICK, G. ; SOMAVILLA, T. M. ; FELKER, R. M. ; Longhi, S. J. . Síndrome de dispersão da regeneração natural em fragmento de Floresta Ombrófila Mista ripária, RS.. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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TOSO, L. D. ; DICK, G. ; SOMAVILLA, T. M. ; FELKER, R. M. ; ROVEDDER, A. P. M. ; PIAZZA, E. M. . Análise da chuva de sementes de Eugenia verticilatta (Vell.) Angely em Floresta Estacional Decidual, Frederico Westphalen, RS.. 2012. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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TOSO, L. D. ; Longhi, S. J. ; BOHNER, T. O. L. ; Redin, C. G. . RIQUEZA DE ESPÉCIES NA ARBORIZAÇÃO DE DUAS PRAÇAS NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA DO SUL, RS.. 2012. (Apresentação de Trabalho/Outra).
Outras produções
TOSO, L. D. ; ANDRIOLLO, D. D. . Identificação de espécies florestais nativas do RS. 2014. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
Projetos de pesquisa
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2014 - Atual
ESTUDO DA ECOLOGIA FLORAL DE ESPÉCIES ARBÓREAS DA FLORESTA ESTACIONAL DECIDUAL: UMA ANÁLISE DO POTENCIAL DE UTILIZAÇÃO EM RESTAURAÇÃO DE ECOSSISTEMAS, Descrição: Ninguém pode prescindir dos recursos florestais e bens ambientais fornecidos pelas florestas e demais ecossistemas, tornando-se imprescindível pensar em formas de conservação e restauração destes ambientes para que se possa impedir o avanço da degradação e consequente perda de biodiversidade; processos estes ocasionados principalmente em decorrência da forte pressão antrópica. Desta forma, muitos estudos têm sido realizados neste âmbito, com intuito de determinar as melhores metodologias de restauração quanto às formas, arranjos e composições de espécies utilizadas, não considerando-se porém, em muitos casos, a ecologia (em sua totalidade) destas espécies; baseando-se apenasnos caráteres sucessionais. Diante desta realidade, o presente projeto buscará analisar a ecologia floral de espécies arbóreas nativas da Floresta Estacional Decidual, sendo a pesquisa realizada na porção central do Rio Grande do Sul, conjuntamente ao Rebordo do Planalto Central da Bacia sedimentar do Paraná; região da Quarta Colônia de Imigração Italiana-RS; em áreas adjacentes ao município de Santa Maria. Para tanto, serão demarcadas 10 matrizes por espécie estudada e isoladas 10 amostras compostas por 2 a 4 botões florais cada; isto para as análises de aptidão à autogamia e de duração individual das flores. A análise do néctar, quanto ao volume e quantidade de sólidos totais, será composta por 10 matrizes com 10 repetições por matriz, sendo que cada repetição contará com o número de unidades amostrais (flores) necessárias à sensibilização do refratômetro. Os dados obtidos serão utilizados na determinação da aptidão das espécies de estudo à utilização em restauração de ecossistemas, com base em seus caracteres florais, interação com polinizadores e fenologia, além de disponibilidade e características de seus recursos florais. Como impacto esperado deste projeto espera-se ampliar o conhecimento da ecologia das espécies nativas da Floresta Estacional Decidual através do estudo das características e comportamento de seus caracteres fenológicos, e permitir a criação de base de dados futura para apoio à pesquisadores e cientistas no que tange à elaboração de projetos e experimentos em Restauração Ecológica e Ecossistêmica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucas Donato Toso - Integrante / Ana Paula Moreira Rovedder - Coordenador / Luana C Capitani - Integrante.
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2013 - Atual
Potencial invasor do L. lucidum em unidade de conservação do Bioma Mata Atlântica no RS., Descrição: A invasão de ecossistemas naturais por espécies exóticas é considerada atualmente a segunda maior ameaça mundial à biodiversidade, antecedida pela fragmentação de habitats (ZILLER & DECHOUM, 2007). Segundo Ziller (2000), espécies invasoras são aquelas que, uma vez introduzidas a partir de outros ambientes, se adaptam e passam a reproduzir-se a ponto de ocupar o espaço de espécies nativas e produzem alterações nos processos ecológicos naturais, tendendo a tornarem-se dominantes. O efeito da presença de árvores exóticas invasoras em Unidades de Conservação requer conhecimento sobre a ecologia e controle dessas espécies, envolvendo aspectos como: características biológicas, meios de entrada/dispersão, técnicas de manejo, relação entre as atividades humanas e sua disseminação, impactos socioeconômicos e aspectos legais (ZILLER, 2001) O controle e manejo de plantas exóticas invasoras em maciços florestais nativos e os fatores que contribuem para seu estabelecimento variam de acordo com a espécie. Em função do efeito deletério que estas plantas causam ao meio ambiente, identificar a forma eficaz de manejo representa um ganho ambiental, favorece a otimização de recursos humanos e financeiros resultando na conservação ambiental (MIELKE, 2012). Para a elaboração de estratégias de conservação de ecossistemas, é de fundamental importância o estudo da fitossociologia (estrutura horizontal e vertical), da dinâmica das florestas (mudanças na estrutura, florística e distribuição espacial), o estudo da regeneração natural e dos fatores ambientais que influenciam no desenvolvimento da vegetação. De origem asiática, o L. lucidum é uma espécie arbórea da família Oleaceae que foi introduzida no Brasil, principalmente para fins de arborização urbana. No entanto quando de sua introdução, não foram considerados aspectos negativos como o seu alto potencial invasor e seu efeito alergênico sobre a população humana. Entre as décadas de 1960 e 1980 a espécie foi abundantemente utilizada na arborização urbana do RS, o que levou à expressão de seu potencial invasor sobre as formações naturais do Estado, reduzindo a capacidade de autoregeneração destas e, consequentemente ameaçando a diversidade local. Entre essas formações, a Floresta Estacional Decidual apresenta-se já bastante impactada pelo processo de fragmentação em seus locais de ocorrência natural. A invasão por espécies exóticas agrava a perda de germoplasma nativo, incluindo espécies de potencial madeireiro, medicinal, além de espécies associadas ao ecossistema florestal. Em unidades de conservação, principalmente naquelas inseridas em comunidades, esta situação se agrava, pela proximidade com ações de plantio indiscriminado de espécies invasoras e por serem, estas áreas, justamente destinadas de forma regulamentada à conservação de diversidade nativa de fauna e flora. Esse é o caso do Parque Estadual da Quarta Colônia, unidade de proteção integral situada na região limítrofe entre os municípios de Agudo, Ibarama e Nova Palma, onde se constata a invasão por L. lucidum (BOENI et al., 2011). Tendo em vista a intensificação dos problemas que levam à perda de biodiversidade, o presente estudo tem por objetivo analisar o potencial invasor do L. lucidum em área de Floresta Estacional Decidual do Parque Estadual da Quarta Colônia, propondo recomendações para seu controle e erradicação.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucas Donato Toso - Integrante / Ana Paula Moreira Rovedder - Coordenador / ROSELENE MAROSTEGA FELKER - Integrante / GRASIELE DICK - Integrante / BRUNA BALESTRIN PIAIA - Integrante / RAFAELA BADINELLI HUMMEL - Integrante / Eliara Marin Piazza - Integrante / Karina Lanzarin - Integrante / Aline Peccatti - Integrante.
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2013 - Atual
POTENCIAL DA Escallonia bifida Link & Otto PARA UTILIZAÇÃO EM AÇÕES DE RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA NO BIOMA MATA ATLÂNTICA, Descrição: O presente trabalho apresenta uma proposta de estudo da espécie nativa Escallonia bifida, com intuito de avaliar seu real potencial e, a partir daí, poder validá-la como espécie indicada para potencializar e efetivar futuras ações de restauração em seu ambiente de origem, mais específicamente, as formações da Floresta Estacional Decidual, em áreas ocupadas pelo Bioma Mata Atlântica no estado do Rio grande do Sul. Pretende-se, portanto aprofundar os conhecimentos sobre a espécie, muito pouco estudada até o momento, definindo características e gerando informações úteis para sua utilização em planos de restauração ecológica para o Bioma Mata Atlântica.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucas Donato Toso - Integrante / Solon Jonas Longhi - Integrante / Ana Paula Moreira Rovedder - Coordenador / ROSELENE MAROSTEGA FELKER - Integrante / GRASIELE DICK - Integrante / BRUNA BALESTRIN PIAIA - Integrante / PEDRO AUGUSTO THOMAS - Integrante / TAMIRES MANFIO SOMAVILLA - Integrante / Eliara Marin Piazza - Integrante / Karina Lanzarin - Integrante / Aline Peccatti - Integrante / Maureen Stefanello - Integrante / Idiane Fátima Giacomini - Integrante / Franciele Coghetto - Integrante.
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2012 - Atual
Efeito da fragmentação florestal sobre a comunidade de artrópodes epigéicos em áreas de Floresta Estacional Decidual, RS., Descrição: A fragmentação do habitat é a mais profunda alteração causada ao meio ambiente pelo homem, ocorre geralmente em uma grande escala de espaço e em um curto espaço de tempo (CERQUEIRA et al., 2005), alterando a dinâmica florestal e das espécies residentes. O crescimento populacional, a implementação e manutenção da infra-estrutura produtiva, com a construção de estradas, a geração de energia, o estabelecimento do sistema de comunicação e fornecimento de energia, tem ocasionado diretamente a perda das florestas (FISZON et al., 2005). A Floresta Estacional Decidual é um dos ecossistemas associados ao bioma Mata Atlântica, sua principal característica é a perda de mais de 50% de suas folhas durante o outono e inverno (BRENA e LONGHI, 2002). Apesar de ainda restarem remanescentes florestais, o crescimento populacional, o manejo intensivo do solo, as extensas áreas com monocultura, o uso de agrotóxicos e fertilizantes tem ocasionado a perda de matéria orgânica e erosão do solo, contaminação das águas superficiais e subterrâneas, além de prejuízos para os organismos do solo e seus processos bioquímicos (ARAÚJO e MONTEIRO, 2007), resultados diretos da degradação do solo. Para Araújo e Monteiro (2007) a qualidade do solo pode ser mensurada com o uso de indicadores químicos, físicos e biológicos, atributos que refletem as condições ambientais e de sustentabilidade do ecossistema. Os atributos comumente avaliados no solo são atributos químicos, como matéria orgânica e disponibilidade de nutrientes, e físicos, como compactação e porosidade, no entanto, as características de diversidade e densidade da fauna do solo também demonstram os níveis de perturbação do solo (BARRETA et al., 2007). O termo fauna edáfica se refere a um grupo de organismos invertebrados que habitam o solo (MORSELLI, 2009), e que atuam como indicadores biológicos da qualidade do solo. O estudo da fauna do solo é importante pelos benefícios prestados ao solo e participa em inúmeras funções no solo como a fragmentação da serapilheira, construção de galerias, controle biológico de pragas, degradação de substâncias tóxicas e distribuição de matéria orgânica da superfície para as camadas mais profundas do solo, melhoram a estrutura do solo e a quantidade de nutrientes (BARETTA et al., 2007; MORSELLI, 2009). Mas, mesmo com todos os serviços prestados pela fauna do solo, esses organismos são desprezados e muitas vezes esquecidos na avaliação da qualidade e produtividade do solo. Por esse motivo, sabe-se muito pouco em relação as funções e importância desses organismos, sendo necessário mais estudo para entender a sua interação com o ecossistema. Nesse contexto, o presente projeto tem por objetivo principal avaliar o efeito da fragmentação florestal sobre a comunidade de artrópodes edáficos epigéicos em um mosaico constituído pelos seguintes usos do solo: (I) fragmento de Floresta Estacional Decidual de cerca de 98 ha; (II) fragmento florestal impactado pelo gado, (III) lavoura e (IV) voçoroca estabilizada, adjacentes entre si. O presente estudo será desenvolvido em uma propriedade rural do município de Santa Maria, pertencente ao distrito de Pains, na região da central do Rio Grande do Sul. A vegetação da região é classificada como Floresta Estacional Decidual que caracteriza-se por possuir duas estações bem definidas, uma chuvosa e uma de seca, que compreende o período de frio, que pode se estender por mais de cinco meses com temperaturas inferiores a 15 ºC, estas condições provocam a perda das folhas de 50% da floresta (CARVALHO, 2006). O clima regional é Cfa, conforme classificação de Köppen, com temperatura média de 18,5 ?C e precipitação média anual entre 1400 e 1760mm (SCCOTI, 2009). Os solos da região são derivados de rochas sedimentares, predominando Argissolos nas elevações do terreno e Planossolos e Gleissolos nas cotas de menor altitude. O relevo da região se caracte. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucas Donato Toso - Integrante / Solon Jonas Longhi - Integrante / Ana Paula Moreira Rovedder - Coordenador / ROSELENE MAROSTEGA FELKER - Integrante / RAFAELA BADINELLI HUMMEL - Integrante / Grasieli Dick - Integrante / Franciele Coghetto - Integrante.
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2011 - 2013
EFEITO DO PASTOREIO NA VEGETAÇÃO NATURAL EM FRAGMENTO DE SAVANA ESTÉPICA PARQUE, BARRA DO QUARAÍ, RS., Descrição: Diante do risco evidente de perda de biodiversidade em nossos ecossistemas, especialmente pela ação antrópica é necessário que existam estudos visando ações para preservação desses hábtats.Para coleta e análise dos dados o processo de amostragem a ser utilizado será Amostragem Sistemática pelo método de Área fixa. Para tanto serão instaladas 2 unidades amostrais (em área com pastoreio e em área abandonada) de 2 ha cada, as quais serão subdivididas em 200 subunidades (100m²). O inventário florístico será feito em 100 subunidades. Serão levantados dados referentes a altura total e diâmetro de todos os indivíduos pertencentes ao estrato arbóreo com circunferência (C) ? 15,7 cm a 30cm do nível do solo, e regeneração de espécies arbóreas, cujo DAP for inferior a 5 cm com o mínimo de 30 cm de altura. A avaliação do estrato herbáceo será feita em 10 pequenas unidades amostrais de 0,25m² em cada área. Seguirá a metodologia de Relevé, utilizando-se para isso a escala de classificação de sociabilidade deBlaunBranquet. Para análise da densidade e teor de umidade do solo, serão coletadas amostras com anéis em 2 profundidades (0-10cm e 10-20cm) em 50 parcelas. A resistência mecânica será medida com penetrômetro de impacto em 3 pontos de cada uma das 50 parcelas. Pretende-se comprovar e quantificar com o presente estudo o impacto que o pastoreio está causando a vegetação local e ao solo.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucas Donato Toso - Integrante / Solon Jonas Longhi - Coordenador / Cristina Gouvêa Redin - Integrante / Rafael Marian Callegaro - Integrante / Kelen Pureza Soares - Integrante / CAMILA ANDRZEJEWSKI - Integrante / FRANCISCO DE SOUZA WEBER - Integrante.
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2011 - Atual
PLANO DE MANEJO E CONSERVAÇÃO DE REMANESCENTE DE FLORESTA NATIVA - SEGREDO, RS., Descrição: A área de estudo compreende um remanescente, com aproximadamente 150 hectares, da floresta estacional semidecidual, localizado no município de Segredo, RS. Esta área foi autuada pelo IBAMA, onde o mesmo identificou focos de desmatamentos irregulares, que visavam à implantação da cultura do tabaco. O SINDITABACO - Sindicato da Indústria do Tabaco, com sede em Santa Cruz do Sul, RS, assinou um Termo de Compromisso com o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais), com o propósito de apresentar um plano de manejo, com vistas à conservação do remanescente florestal, bem como os respectivos planos de recuperação para cada uma das áreas degradadas. Levando em consideração que a Universidade Federal de Santa Maria apresenta um dos mais renomados grupos de pesquisa e extensão na área de manejo florestal, este projeto pretende aliar a necessidade de regularização, da área em questão, com o desenvolvimento de trabalhos que proporcionem ganhos, tanto em conhecimento científico acadêmico, quanto na conscientização da comunidade local sobre a conservação de renascentes florestais. Mais especificamente pretende-se: gerar e aprimorar técnicas de recuperação florestal para áreas degradadas; regularizar a área de estudo; quantificar os serviços ambientais da floresta; desenvolver estratégias de conservação para a região; conscientizar das comunidades regionais através de palestras de educação ambiental em escolas e distritos. Principalmente conciliar, através de metodologia participativa, a preservação e conservação de um maciço de floresta nativa, estabelecendo alternativas de uso sustentável da floresta à comunidade regional.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucas Donato Toso - Integrante / Solon Jonas Longhi - Integrante / Ana Paula Moreira Rovedder - Integrante / PAULO RENATO SCHNEIDER - Integrante / JORGE ANTONIO DE FARIAS - Coordenador / LEONARDO JOB BIALI - Integrante / TIAGO FELIPE SCHULTE - Integrante / LUANA DESSBESELL - Integrante / HENRIQUE PINTON GREFF - Integrante / EVERTON RODOLFO BEHR - Integrante.
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2011 - Atual
Condução de regeneração natural em fragmento florestal da região da Quarta Colônia, Rio Grande do Sul, Descrição: O presente estudo apresenta uma proposta de metodologia para restauração de remanescentes florestais, com foco na condução da regeneração natural da Floresta Estacional Decidual. O objetivo da proposta é testar essa metodologia para restauração da composição florística no Parque Estadual da Quarta Colônia e/ou no seu entorno. Justifica-se o estudo pela necessidade premente de se encontrar alternativas viáveis para restauração florestal que sejam adaptadas à realidade regional da Quarta Colônia. Nesse sentido, espera-se que as informações geradas possam ser utilizadas para recomposição de áreas do Parque Estadual da Quarta Colônia, bem como ser difundidas junto aos produtores rurais do seu entorno e divulgadas como possíveis estratégias a serem discutidas e adaptadas para as diferentes realidades da região.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucas Donato Toso - Integrante / Ana Paula Moreira Rovedder - Coordenador / ROSELENE MAROSTEGA FELKER - Integrante / GRASIELE DICK - Integrante / BRUNA BALESTRIN PIAIA - Integrante / RAFAELA BADINELLI HUMMEL - Integrante / PEDRO AUGUSTO THOMAS - Integrante / TAMIRES MANFIO SOMAVILLA - Integrante / Eliara Marin Piazza - Integrante / Karina Lanzarin - Integrante / Aline Peccatti - Integrante / Maureen Stefanello - Integrante / Idiane Fátima Giacomini - Integrante.
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2010 - Atual
Validação de metodologias de restauração em fragmento florestal para o Parque Estadual da Quarta Colônia e seu entorno. Rio Grande do Sul, Descrição: Um dos principais motivos para o fracasso de técnicas de restauração ambiental é a não observância de características locais. Como restauração, entenda-se aqui a tentativa de se recuperar a função e estrutura ecossistêmica o mais próximo possível da condição natural, sem a pretensão de se alcançar a exata configuração original, o que seria uma meta utópica. Mesmo para as espécies de ocorrência em uma determinada região, variações locais de solo, relevo, exposição à radiação solar, entre outros, influenciam sua distribuição espacial, formando diferentes comunidades vegetais em uma mesma paisagem (Brancalion et al., 2009). Técnicas consagradas como enriquecimento, nucleação e isolamento necessitam ser adaptadas às realidades locais e regionais para que tenham sucesso. Um dos aspectos básicos dessa adaptação é o conhecimento da estrutura florística e das interações entre espécies e comunidades que ocorram em um âmbito local. Pretende-se com isso que a restauração da estrutura e funções de um ecossistema, em um nível o mais próximo possível do original. O Estado do Rio Grande do Sul apresenta uma das maiores reduções na cobertura florestal original, comparativamente a outras unidades da federação brasileira, resultado de um processo histórico de ocupação humana vinculado à intensa conversão para cultivos agrícolas. A atual discussão em torno do novo Código Florestal Brasileiro trouxe à tona a necessidade de recomposição das áreas de preservação permanente e de reserva legal que se encontrem degradadas, tanto em áreas privadas quanto em áreas públicas, como unidades de conservação. Essa necessidade torna-se ainda mais premente quando se considera as adaptações necessárias para o enfrentamento das possíveis modificações que ocorram a partir das mudanças climáticas globais, como prevenção de deslizamentos e soterramentos, controle de incêndios e queimadas, entre outras. Na região central do Rio Grande do Sul, a construção da Hidrelétrica de Dona Francisca, resultou na formação do Parque Estadual da Quarta Colônia, unidade de conservação gerida pela Secretaria do Meio Ambiente. A área do entorno do Parque é ocupada por unidades de produção familiar, configurando-se um mosaico de pequenas propriedades voltadas à produção de tabaco, além da agricultura de subsistência. Estas propriedades inserem-se na paisagem de relevo forte ondulado da região apresentando elevado percentual de áreas de preservação permanente, além de riscos de deslizamentos e forte suscetibilidade à erosão. Tais características conferem à região um considerável grau de fragilidade natural, que se alia à pressão antrópica em áreas com suscetibilidade aos processos erosivos e de desmoronamentos. Sendo assim, a região apresenta vocação para manutenção dos serviços ecológicos da floresta, tais como preservação de nascentes, conservação do solo, estabilização de encostas, manutenção da biodiversidade local. No entanto, há também a necessidade de se equilibrar tais premissas com a necessidade de manutenção do homem rural em seu meio, reduzindo o êxodo para os centros urbanos. Com isso, faz-se urgente, processos de identificação e adaptação das propriedades rurais à legislação brasileira, com recuperação das áreas de preservação permanente e formação ou recuperação da reserva legal, quando a propriedade se inserir nessa necessidade. É nesse cenário que o presente estudo apresenta uma proposta de adaptação e validação de metodologia para restauração de remanescentes florestais, com foco na recuperação de áreas de preservação permanente e reserva legal. O objetivo da proposta é testar metodologias de restauração da composição florística no âmbito do Parque Estadual da Quarta Colônia, Rio Grande do Sul, no intuito de validar e adaptar técnicas para a realidade regional, que possam ser utilizadas para recomposição de áreas do Parque, bem como ser difundidas junto aos produtores.... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Lucas Donato Toso - Integrante / Solon Jonas Longhi - Integrante / Maristela Machado Araujo - Integrante / Ana Paula Moreira Rovedder - Coordenador / Dalvan José Reinert - Integrante / SUZANE BEVILACQUA MARCUZZO - Integrante / ROSELENE MAROSTEGA FELKER - Integrante / GRASIELE DICK - Integrante / BRUNA BALESTRIN PIAIA - Integrante / RAFAELA BADINELLI HUMMEL - Integrante / PEDRO AUGUSTO THOMAS - Integrante / Eliara Marin Piazza - Integrante / Karina Lanzarin - Integrante / Aline Peccatti - Integrante / Idiane Fátima Giacomini - Integrante / Franciele Coghetto - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2012 - 2014
Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas DegradadasVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Integrante do NEPRADE
2011 - 2012
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de iniciação científica - FATEC, Carga horária: 20
2011 - 2012
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista FIEX, Carga horária: 20
Outras informações:
Bolsista no Gabinete de Projetos do Centro de Ciências Rurais da Universidade Federal de Santa Maria
2011 - 2011
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista, Carga horária: 16
2010 - 2010
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista PRAE no Centro de Educação, Carga horária: 20
2014 - 2016
ABG Engenharia e Meio Ambiente Ltda.Vínculo: Engenheiro Florestal, Enquadramento Funcional: Técnico, Carga horária: 45, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Engenheiro Florestal integrando a equipe técnica da empresa, atuando as áreas de projetos ambientais, elaboração e execução de programas e estudos ambientais (inventários florestais e laudos de vegetação), auxilio nos processos de licitação ambiental e vistorias técnicas em empreendimentos.
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Lucas Donato Toso e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
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