André Milhorance de Castro
Engenheiro de Controle e Automação, formado pela Escola Politécnica/UFRJ (2013). Mestre e Doutor em Engenharia Elétrica pela PUC-Rio (2017 e 2021). Atualmente engajado como Professor na PUC-Rio, em Engenharia Elétrica - Sistemas de Energia Elétrica.
Informações coletadas do Lattes em 28/02/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em Engenharia Elétrica
2017 - 2021
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio
Título: Aplicações do Método da Entropia Cruzada em Estimação de Risco e Otimização de Contrato de Montante de Uso do Sistema de Transmissão
, Ano de obtenção: 2021. Armando Martins Leite da Silva. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Mestrado em Engenharia Elétrica
2015 - 2017
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio
Título: Fluxo de Potência Probabilístico via Simulação Monte Carlo e Método da Entropia Cruzada
, Ano de Obtenção: 2017.Armando Martins Leite da Silva.Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil.
Graduação em Engenharia de Controle e Automação
2008 - 2012
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Estudo de Estratégias de Controle de Estoque com Otimização via Algoritmos Genéticos
Orientador: Amit Bhaya e Eugenius Kaszkurewicz
Formação complementar
2013 - 2013
Exploração e Produção de Petróleo no Mar. (Carga horária: 36h). , LABECO/COPPE, LABECO/COPPE, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Elétrica / Subárea: Sistemas Elétricos de Potência.
Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Elétrica / Subárea: Controle e Automação.
Grande área: Engenharias / Área: Engenharia de Energia / Subárea: Impacto Social e Ambiental.
Participação em eventos
XXV Congresso Brasileiro de Automática (CBA 2024). Avaliação Probabilística do Impacto do Acesso de Geradores Renováveis ao Sistema de Transmissão. 2024. (Congresso).
Simpósio Brasileiro de Sistemas Elétricos (SBSE) - 2023.Estimativa de Riscos em Redes Elétricas Considerando Fontes Renováveis e Contingências de Geração e Transmissão via Fluxo de Potência Probabilístico. 2023. (Simpósio).
2020 International Conference on Probabilistic Methods Applied to Power Systems (PMAPS). Risk Assessment for the Amount of Transmission System Usage Penalties via Probabilistic Load Flow. 2020. (Congresso).
XXIII Congresso Brasileiro de Automática (CBA 2020). 2020. (Congresso).
XXII Congresso Brasileiro de Automática - CBA 2018. Contratação Ótima dos Montantes de Uso do Sistema de Transmissão via Equivalentes Estáticos Flexíveis e Fluxo de Potência Estocástico. 2018. (Congresso).
Offshore Technology Conference (OTC) - Brasil. 2013. (Congresso).
Participação em bancas
Leite da Siva, A.M.; NASCIMENTO, L. C.; COSTA, J. G. C.; CASTRO, J. F. C.; ASSIS, F. A.;MILHORANCE, A.. Avaliação da Confiabilidade de Sistemas de Distribuição com Inserção de Geração Distribuída via Técnicas de Simulação Monte Carlo. 2024.
COSTA, J. G. C.; Leite da Siva, A.M.; ROSA, M. A.; ASSIS, F. A.; CASTRO, J. F. C.;MILHORANCE, A.. Otimização de Estoques de Transformadores e Subestações Móveis em Sistemas de Potência via Simulação Monte Carlo e Algoritmo Genético. 2024.
Orientou
Contratação Ótima Estocástica dos Montantes de Uso do Sistema de Transmissão Considerando Sistemas de Armazenamento de Energia por Baterias; ; Início: 2024; Dissertação (Mestrado profissional em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Avaliação de Risco de Inadequação de Tensão em Redes Elétricas de Grande Porte baseada em Fluxo de Potência Probabilístico; Início: 2024; Dissertação (Mestrado profissional em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Otimização de Valor Econômico Agregado da Alocação de Recursos Energéticos Distribuídos em Sistemas de Distribuição via Algoritmos Meta-Heurísticos Construtivos; ; Início: 2024; Dissertação (Mestrado profissional em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Dimensionamento de Reserva Operativa via Simulação Monte Carlo Quase Sequencial Considerando Fontes Renováveis e Sistemas de Armazenamento de Energia Elétrica; ; Início: 2023; Dissertação (Mestrado profissional em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Planejamento da Expansão de Sistemas de Transmissão via Otimização por Técnicas de Simulação Monte Carlo e Método Cross-Entropy; ; Início: 2023; Dissertação (Mestrado profissional em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Aplicação do Método de Fluxo de Potência Probabilístico em Redes Elétricas de Grande Porte com Alta Penetração de Energia Renovável; Início: 2023; Dissertação (Mestrado profissional em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Avaliação da Confiabilidade de Sistemas de Geração e Transmissão por Técnicas de Redução de Variância e Inteligência Computacional; ; Início: 2021; Tese (Doutorado em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Coorientador);
Início: 2024; Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior;
Análise de Dados da Matriz Elétrica Brasileira; Início: 2024; Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; (Orientador);
Avaliação Probabilística de Impacto de Acesso de Geradores Renováveis ao Sistema de Transmissão; 2024; Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, ; Orientador: André Milhorance de Castro;
Avaliação dos Impactos da Sazonalidade na Precisão de Equivalentes Estáticos de Rede via Fluxo de Potência Probabilístico; 2023; Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, ; Orientador: André Milhorance de Castro;
Metodologia para Avaliação da Continuidade do Serviço de Distribuição em Locais com Restrição de Acesso por Registros de Violência; Rio de Janeiro; 2023; Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, ; Coorientador: André Milhorance de Castro;
Estimativa de Riscos em Redes Elétricas Considerando Fontes Renováveis e Contingências de Geração e Transmissão via Fluxo de Potência Probabilístico; 2023; Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, ; Orientador: André Milhorance de Castro;
Avaliação de Confiabilidade de Geração em Sistemas Elétricos via Simulação Monte Carlo; 2023; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Orientador: André Milhorance de Castro;
Sistemas de Armazenamento de Energia por Baterias: Levantamento de Estado da Arte Tecnológico, Aplicações e Desafios; 2023; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Engenharia Elétrica) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Orientador: André Milhorance de Castro;
Produções bibliográficas
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LIMA, DELBERIS A. ; FILHO, ARTHUR M. ; TEIXEIRA, RAFAEL S.D. ; MILHORANCE, ANDRÉ . Transactive energy based on virtual power plant and ancillary services: A real case application in Brazil after the Law 14.300/2022. JOURNAL OF ENERGY STORAGE , v. 90, p. 111761, 2024.
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LIMA, DELBERIS A. ; TEIXEIRA, RAFAEL S. D. ; FILHO, ARTHUR M. ; VALENTE, KARINA M. ; MILHORANCE, ANDRÉ ; TEIXEIRA, WENDELL W. ; GOULART, GUSTAVO M. ; TEIXEIRA, ALEXANDRE M. . Toward a New Transactive Energy System with Distributed Energy Resources in Brazil: A Real Case Application. In: 2023 IEEE PES Innovative Smart Grid Technologies Latin America (ISGTLA), 2023, San Juan. 2023 IEEE PES Innovative Smart Grid Technologies Latin America (ISGT-LA), 2023. p. 235.
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BODIN, G. ; SAAVEDRA, R. ; TELLES, E. ; SILVA, T. ; MILHORANCE, A. ; COELHO, C. A. ; STREET, A. ; SILVA, A. L. . Simulando Cenários de Demanda em Baixa e Alta Frequência em um Framework Unificado - Parte II: Simulação em Alta Frequência. In: 50º SBPO ? Simpósio Brasileiro de Pesquisa Operacional, 2018, Rio de Janeiro. Proceedings of the Brazilian Symposium on Operations Research. Rio de Janeiro: SOBRAPO, 2018.
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MILHORANCE, A. ; SILVA, N. S. M. ; TELLES, E. ; Leite da Siva, A.M. ; STREET, A. . CONTRATAÇÃO ÓTIMA DOS MONTANTES DE USO DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO VIA EQUIVALENTES ESTÁTICOS FLEXÍVEIS E FLUXO DE POTÊNCIA ESTOCÁSTICO. In: XXII Congresso Brasileiro de Automática, 2018, João Pessoa, 2018.
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RIBEIRO, D. ; MILHORANCE, A. . Avaliação Probabilística do Impacto do Acesso de Geradores Renováveis ao Sistema de Transmissão. 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FARIA, P. D. ; MILHORANCE, A. . Avaliação dos Impactos da Sazonalidade na Precisão de Equivalentes Estáticos de Redes via Fluxo de Potência Probabilístico. 2024. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PEREIRA, T. R. B. ; MILHORANCE, A. ; Leite da Siva, A.M. . Estimativa de Riscos em Redes Elétricas Considerando Fontes Renováveis e Contingências de Geração e Transmissão via Fluxo de Potência Probabilístico. 2023. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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MANSO, B. A. S. ; Leite da Siva, A.M. ; MILHORANCE, A. ; ASSIS, F. A. . Confiabilidade de Sistemas Compostos via Simulação Monte Carlo Não Sequencial e Entropia Cruzada: Avaliação por Área e Barramento. 2023. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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MILHORANCE, ANDRE ; Leite da Siva, A.M. ; TELLES, ERICA ; STREET, ALEXANDRE . Risk Assessment for the Amount of Transmission System Usage Penalties via Probabilistic Load Flow. 2020. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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MILHORANCE, A. ; SILVA, N. S. M. ; TELLES, E. ; SILVA, A. L. ; STREET, A. . Contratação Ótima dos Montantes de Uso do Sistema de Transmissão via Equivalentes Estáticos Flexíveis e Fluxo de Potência Estocástico. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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RODRIGUES, A. N. C. ; FERREIRA, T. N. ; QUINTANILHA, R. G. S. ; CASTRO, A. M. . Desenvolvimento de uma nova interface gráfica para o ROV LUMA. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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CASTRO, A. M. ; RODRIGUES, A. N. C. . Projeto e Implementação da Interface Gráfica do ROV LUMA.. 2011. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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DIAS, L. F. V. ; FARIA, R. O. ; BOTELHO, P. C. ; CASTRO, A. M. . Rede de sensores sem fio. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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RODRIGUES, A. N. C. ; CASTRO, A. M. . Nova Arquitetura da Interface Gráfica do ROV LUMA.. 2010. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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CASTRO, A. M. . Introdução ao MATLAB. 2011. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).
Projetos de desenvolvimento
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2017 - Atual
INCORPORANDO A INCERTEZA DE CONTINGÊNCIAS E DE VARIAÇÕES CLIMÁTICAS NA CONTRATAÇÃO ÓTIMA DO MUST EM REDES COM FORTE INSERÇÃO DE GD COM FORTE INSERÇÃO DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA RENOVÁVEL, Descrição: Todo ano as distribuidoras devem realizar contratos de uso máximo do sistema de transmissão. A ideia geral é que a distribuidora deve prever a demanda que os seus consumidores exigirão ao longo do contrato (4 anos, reajustados anualmente) e pré-contratar o fluxo máximo (pico de consumo contabilizado em intervalos de 15 min) que importarão da rede de transmissão sob incerteza do que de fato vai acontecer. A lógica regulatória é que cada distribuidora sinalize com antecedência, através desses contrato de uso do sistema de transmissão, os reforços que serão necessários na transmissão. O problema é que além de ter que prever a demanda máxima que será importada, que em si já tem uma grande incerteza, algumas distribuidoras possuem geradores dentro das suas redes, a famosa geração distribuída. Esses geradores, no caso da Energisa, são em grande parte pequenas centrais hidrelétricas que, por não possuírem reservatórios com capacidade de armazenamento superior a alguns poucos dias, acabam produzindo exatamente o que chega de água. A incerteza das vazões é então somada à incerteza do consumo, uma vez que ela abate o consumo, e o que de fato é importado da rede de transmissão é o líquido entre a demanda dos consumidores menos a geração total interna. Em alguns casos dentro da empresa, a geração interna é da mesma ordem de grandeza do consumo total. Às vezes a distribuidora até exporta energia. Assim, os efeitos e ciclos climáticos produzem um grande nível de incerteza no cálculo do valor máximo do fluxo que será importado e, portanto, no valor ótimo a ser contratado. Em 2015, por exemplo, o pior El Nino que temos reportado nos históricos, fez com que os níveis de afluência caíssem vertiginosamente e, como efeito, a importação total de algumas empresas colocou muitos contratos em risco de violação. Por isso, temos que confeccionar modelos de simulação que recebam os sinais de tendência de modelos climáticos e que produzam milhares de cenários de possíveis níveis de geração e consumo internos à rede para poder descobrir um valor de contrato que não seja nem muito alto, fazendo com que a distribuidora pague o tempo todo o valor fixo do contrato, onerando o consumidor, e nem muito baixo, fazendo com que a distribuidora incorra em penalidades caríssimas que são arcadas pelo acionista quando o fluxo importado é superior ao contrato. Esse é o principal desafio do projeto: simular a importação total das distribuidoras do grupo Energisa para ajudar a criar uma política de contratação que leve em conta a incerteza da geração interna e a aversão ao risco do investidor. Assim, a ideia é permitir que a sociedade possa se beneficiar, não só na redução do consumo energético, mas também na redução de custo de infraestrutura de transmissão com a expansão da geração distribuída... , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: André Milhorance de Castro - Integrante / Cristiano Augusto Coelho - Integrante / Érica Telles - Integrante / Raphael Saavedra - Integrante / Armando Leite da Silva - Integrante / Thuener Silva - Integrante / Guilherme Bodin - Integrante / Alexandre Street de Aguiar - Coordenador.Financiador(es): Energisa - Outra.
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2017 - Atual
INCORPORANDO A INCERTEZA DE CONTINGÊNCIAS E DE VARIAÇÕES CLIMÁTICAS NA CONTRATAÇÃO ÓTIMA DO MUST EM REDES COM FORTE INSERÇÃO DE GD COM FORTE INSERÇÃO DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA RENOVÁVEL, Descrição: Todo ano as distribuidoras devem realizar contratos de uso máximo do sistema de transmissão. A ideia geral é que a distribuidora deve prever a demanda que os seus consumidores exigirão ao longo do contrato (4 anos, reajustados anualmente) e pré-contratar o fluxo máximo (pico de consumo contabilizado em intervalos de 15 min) que importarão da rede de transmissão sob incerteza do que de fato vai acontecer. A lógica regulatória é que cada distribuidora sinalize com antecedência, através desses contrato de uso do sistema de transmissão, os reforços que serão necessários na transmissão. O problema é que além de ter que prever a demanda máxima que será importada, que em si já tem uma grande incerteza, algumas distribuidoras possuem geradores dentro das suas redes, a famosa geração distribuída. Esses geradores, no caso da Energisa, são em grande parte pequenas centrais hidrelétricas que, por não possuírem reservatórios com capacidade de armazenamento superior a alguns poucos dias, acabam produzindo exatamente o que chega de água. A incerteza das vazões é então somada à incerteza do consumo, uma vez que ela abate o consumo, e o que de fato é importado da rede de transmissão é o líquido entre a demanda dos consumidores menos a geração total interna. Em alguns casos dentro da empresa, a geração interna é da mesma ordem de grandeza do consumo total. Às vezes a distribuidora até exporta energia. Assim, os efeitos e ciclos climáticos produzem um grande nível de incerteza no cálculo do valor máximo do fluxo que será importado e, portanto, no valor ótimo a ser contratado. Em 2015, por exemplo, o pior El Nino que temos reportado nos históricos, fez com que os níveis de afluência caíssem vertiginosamente e, como efeito, a importação total de algumas empresas colocou muitos contratos em risco de violação. Por isso, temos que confeccionar modelos de simulação que recebam os sinais de tendência de modelos climáticos e que produzam milhares de cenários de possíveis níveis de geração e consumo internos à rede para poder descobrir um valor de contrato que não seja nem muito alto, fazendo com que a distribuidora pague o tempo todo o valor fixo do contrato, onerando o consumidor, e nem muito baixo, fazendo com que a distribuidora incorra em penalidades caríssimas que são arcadas pelo acionista quando o fluxo importado é superior ao contrato. Esse é o principal desafio do projeto: simular a importação total das distribuidoras do grupo Energisa para ajudar a criar uma política de contratação que leve em conta a incerteza da geração interna e a aversão ao risco do investidor. Assim, a ideia é permitir que a sociedade possa se beneficiar, não só na redução do consumo energético, mas também na redução de custo de infraestrutura de transmissão com a expansão da geração distribuída... , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: André Milhorance de Castro - Integrante / Cristiano Augusto Coelho - Integrante / Érica Telles - Integrante / Raphael Saavedra - Integrante / Armando Leite da Silva - Integrante / Thuener Silva - Integrante / Guilherme Bodin - Integrante / Alexandre Street de Aguiar - Coordenador., Financiador(es): Energisa - Outra.
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2017 - Atual
INCORPORANDO A INCERTEZA DE CONTINGÊNCIAS E DE VARIAÇÕES CLIMÁTICAS NA CONTRATAÇÃO ÓTIMA DO MUST EM REDES COM FORTE INSERÇÃO DE GD COM FORTE INSERÇÃO DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA RENOVÁVEL, Descrição: Todo ano as distribuidoras devem realizar contratos de uso máximo do sistema de transmissão. A ideia geral é que a distribuidora deve prever a demanda que os seus consumidores exigirão ao longo do contrato (4 anos, reajustados anualmente) e pré-contratar o fluxo máximo (pico de consumo contabilizado em intervalos de 15 min) que importarão da rede de transmissão sob incerteza do que de fato vai acontecer. A lógica regulatória é que cada distribuidora sinalize com antecedência, através desses contrato de uso do sistema de transmissão, os reforços que serão necessários na transmissão. O problema é que além de ter que prever a demanda máxima que será importada, que em si já tem uma grande incerteza, algumas distribuidoras possuem geradores dentro das suas redes, a famosa geração distribuída. Esses geradores, no caso da Energisa, são em grande parte pequenas centrais hidrelétricas que, por não possuírem reservatórios com capacidade de armazenamento superior a alguns poucos dias, acabam produzindo exatamente o que chega de água. A incerteza das vazões é então somada à incerteza do consumo, uma vez que ela abate o consumo, e o que de fato é importado da rede de transmissão é o líquido entre a demanda dos consumidores menos a geração total interna. Em alguns casos dentro da empresa, a geração interna é da mesma ordem de grandeza do consumo total. Às vezes a distribuidora até exporta energia. Assim, os efeitos e ciclos climáticos produzem um grande nível de incerteza no cálculo do valor máximo do fluxo que será importado e, portanto, no valor ótimo a ser contratado. Em 2015, por exemplo, o pior El Nino que temos reportado nos históricos, fez com que os níveis de afluência caíssem vertiginosamente e, como efeito, a importação total de algumas empresas colocou muitos contratos em risco de violação. Por isso, temos que confeccionar modelos de simulação que recebam os sinais de tendência de modelos climáticos e que produzam milhares de cenários de possíveis níveis de geração e consumo internos à rede para poder descobrir um valor de contrato que não seja nem muito alto, fazendo com que a distribuidora pague o tempo todo o valor fixo do contrato, onerando o consumidor, e nem muito baixo, fazendo com que a distribuidora incorra em penalidades caríssimas que são arcadas pelo acionista quando o fluxo importado é superior ao contrato. Esse é o principal desafio do projeto: simular a importação total das distribuidoras do grupo Energisa para ajudar a criar uma política de contratação que leve em conta a incerteza da geração interna e a aversão ao risco do investidor. Assim, a ideia é permitir que a sociedade possa se beneficiar, não só na redução do consumo energético, mas também na redução de custo de infraestrutura de transmissão com a expansão da geração distribuída... , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: André Milhorance de Castro - Integrante / Cristiano Augusto Coelho - Integrante / Érica Telles - Integrante / Raphael Saavedra - Integrante / Armando Leite da Silva - Integrante / Thuener Silva - Integrante / Guilherme Bodin - Integrante / Alexandre Street de Aguiar - Coordenador., Financiador(es): Energisa - Outra.
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2017 - Atual
INCORPORANDO A INCERTEZA DE CONTINGÊNCIAS E DE VARIAÇÕES CLIMÁTICAS NA CONTRATAÇÃO ÓTIMA DO MUST EM REDES COM FORTE INSERÇÃO DE GD COM FORTE INSERÇÃO DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA RENOVÁVEL, Descrição: Todo ano as distribuidoras devem realizar contratos de uso máximo do sistema de transmissão. A ideia geral é que a distribuidora deve prever a demanda que os seus consumidores exigirão ao longo do contrato (4 anos, reajustados anualmente) e pré-contratar o fluxo máximo (pico de consumo contabilizado em intervalos de 15 min) que importarão da rede de transmissão sob incerteza do que de fato vai acontecer. A lógica regulatória é que cada distribuidora sinalize com antecedência, através desses contrato de uso do sistema de transmissão, os reforços que serão necessários na transmissão. O problema é que além de ter que prever a demanda máxima que será importada, que em si já tem uma grande incerteza, algumas distribuidoras possuem geradores dentro das suas redes, a famosa geração distribuída. Esses geradores, no caso da Energisa, são em grande parte pequenas centrais hidrelétricas que, por não possuírem reservatórios com capacidade de armazenamento superior a alguns poucos dias, acabam produzindo exatamente o que chega de água. A incerteza das vazões é então somada à incerteza do consumo, uma vez que ela abate o consumo, e o que de fato é importado da rede de transmissão é o líquido entre a demanda dos consumidores menos a geração total interna. Em alguns casos dentro da empresa, a geração interna é da mesma ordem de grandeza do consumo total. Às vezes a distribuidora até exporta energia. Assim, os efeitos e ciclos climáticos produzem um grande nível de incerteza no cálculo do valor máximo do fluxo que será importado e, portanto, no valor ótimo a ser contratado. Em 2015, por exemplo, o pior El Nino que temos reportado nos históricos, fez com que os níveis de afluência caíssem vertiginosamente e, como efeito, a importação total de algumas empresas colocou muitos contratos em risco de violação. Por isso, temos que confeccionar modelos de simulação que recebam os sinais de tendência de modelos climáticos e que produzam milhares de cenários de possíveis níveis de geração e consumo internos à rede para poder descobrir um valor de contrato que não seja nem muito alto, fazendo com que a distribuidora pague o tempo todo o valor fixo do contrato, onerando o consumidor, e nem muito baixo, fazendo com que a distribuidora incorra em penalidades caríssimas que são arcadas pelo acionista quando o fluxo importado é superior ao contrato. Esse é o principal desafio do projeto: simular a importação total das distribuidoras do grupo Energisa para ajudar a criar uma política de contratação que leve em conta a incerteza da geração interna e a aversão ao risco do investidor. Assim, a ideia é permitir que a sociedade possa se beneficiar, não só na redução do consumo energético, mas também na redução de custo de infraestrutura de transmissão com a expansão da geração distribuída... , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: André Milhorance de Castro - Integrante / Cristiano Augusto Coelho - Integrante / Érica Telles - Integrante / Raphael Saavedra - Integrante / Armando Leite da Silva - Integrante / Thuener Silva - Integrante / Guilherme Bodin - Integrante / Alexandre Street de Aguiar - Coordenador., Financiador(es): Energisa - Outra.
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2010 - 2012
Desenvolvimento do Robô Submarino LUMA para Estudos de Biodiversidade e Impacto Ambiental na Antártica (PROANTAR 557113/2009-1), Descrição: O uso de veículos submarinos de operação remota (ROV?s) pode permitir uma grande melhoria na eficiência, assim como na redução de riscos e de custo das missões de exploração dos mares polares, em particular na Antártica. Observa-se da literatura que o uso de robôs submarinos para exploração polar é ainda incipiente. Pouca documentação técnica detalhada foi encontrada sobre o assunto. Fica claro que a tecnologia não é ainda facilmente disponível (of-the-shelf) e merece ser desenvolvida no Brasil para ser aproveitada em diversas aplicações de interesses para o país, em particular, para dar suporte nas missões científicas na Antártica. Este projeto visa a dar continuidade ao desenvolvimento do robô submarino de operação remota (ROV), denominado LUMA (Light Underwater Moblile Asset), objetivando ser um instrumento para os estudos de caracterização da fauna e flora marinhas da Baía do Almirantado, que permitirá realizar levantamentos fotográficos, realizar filmagens por vídeos de alta qualidade, realizar a coletas dados e amostras ambientais (organismos, rochas, sedimentos). Trata-se de um projeto que está sendo executado com o apoio e a colaboração do Instituto de Biologia da UFRJ e do recém criado INCT-APA. Em linhas gerais os objetivos deste projeto são: 1. Adaptar o ROV LUMA para operar em profundidades de até 1000m. 2. Introduzir melhorias que permitam sua operação parcialmente autônoma segundo o conceito de um ARV (Autonomous and Remotely operated Vehicle). 3. Incorporar ou desenvolver novos instrumentos e sensores com tecnologia de ponta. 4. Realizar sistemas de controle avançado para o ROV e sua instrumentação para garantir navegação eficiente, diagnóstico de falhas e operação adequada dos instrumentos, por exemplo, no controle ativo do posicionamento das câmeras para estabilização da imagem. 5. Introduzir dispositivos amostradores de elementos representativos biológicos e ambientais das regiões submarinas exploradas... , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: André Milhorance de Castro - Coordenador / LIU HSU - Integrante / Ramon Romankevicius Costa - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2017 - 2019
INCORPORANDO A INCERTEZA DE CONTINGÊNCIAS E DE VARIAÇÕES CLIMÁTICAS NA CONTRATAÇÃO ÓTIMA DO MUST EM REDES COM FORTE INSERÇÃO DE GD, Descrição: Todo ano as distribuidoras devem realizar contratos de uso máximo do sistema de transmissão. A ideia geral é que a distribuidora deve prever a demanda que os seus consumidores exigirão ao longo do contrato (4 anos, reajustados anualmente) e pré-contratar o fluxo máximo (pico de consumo contabilizado em intervalos de 15 min) que importarão da rede de transmissão sob incerteza do que de fato vai acontecer. A lógica regulatória é que cada distribuidora sinalize com antecedência, através desses contrato de uso do sistema de transmissão, os reforços que serão necessários na transmissão. O problema é que além de ter que prever a demanda máxima que será importada, que em si já tem uma grande incerteza, algumas distribuidoras possuem geradores dentro das suas redes, a famosa geração distribuída. Esses geradores, no caso da Energisa, são em grande parte pequenas centrais hidrelétricas que, por não possuírem reservatórios com capacidade de armazenamento superior a alguns poucos dias, acabam produzindo exatamente o que chega de água. A incerteza das vazões é então somada à incerteza do consumo, uma vez que ela abate o consumo, e o que de fato é importado da rede de transmissão é o líquido entre a demanda dos consumidores menos a geração total interna. Em alguns casos dentro da empresa, a geração interna é da mesma ordem de grandeza do consumo total. Às vezes a distribuidora até exporta energia. Assim, os efeitos e ciclos climáticos produzem um grande nível de incerteza no cálculo do valor máximo do fluxo que será importado e, portanto, no valor ótimo a ser contratado. Em 2015, por exemplo, o pior El Nino que temos reportado nos históricos, fez com que os níveis de afluência caíssem vertiginosamente e, como efeito, a importação total de algumas empresas colocou muitos contratos em risco de violação. Por isso, temos que confeccionar modelos de simulação que recebam os sinais de tendência de modelos climáticos e que produzam milhares de cenários de possíveis níveis de geração e consumo internos à rede para poder descobrir um valor de contrato que não seja nem muito alto, fazendo com que a distribuidora pague o tempo todo o valor fixo do contrato, onerando o consumidor, e nem muito baixo, fazendo com que a distribuidora incorra em penalidades caríssimas que são arcadas pelo acionista quando o fluxo importado é superior ao contrato. Esse é o principal desafio do projeto: simular a importação total das distribuidoras do grupo Energisa para ajudar a criar uma política de contratação que leve em conta a incerteza da geração interna e a aversão ao risco do investidor. Assim, a ideia é permitir que a sociedade possa se beneficiar, não só na redução do consumo energético, mas também na redução de custo de infraestrutura de transmissão com a expansão da geração distribuída... , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: André Milhorance de Castro - Integrante / Cristiano Augusto Coelho - Integrante / Érica Telles - Integrante / Raphael Saavedra - Integrante / Armando Leite da Silva - Integrante / Thuener Silva - Integrante / Guilherme Bodin - Integrante / Alexandre Street de Aguiar - Coordenador., Financiador(es): Energisa - Outra.
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2010 - 2012
Desenvolvimento do Robô Submarino LUMA para Estudos de Biodiversidade e Impacto Ambiental na Antártica (PROANTAR 557113/2009-1), Descrição: O uso de veículos submarinos de operação remota (ROV?s) pode permitir uma grande melhoria na eficiência, assim como na redução de riscos e de custo das missões de exploração dos mares polares, em particular na Antártica. Observa-se da literatura que o uso de robôs submarinos para exploração polar é ainda incipiente. Pouca documentação técnica detalhada foi encontrada sobre o assunto. Fica claro que a tecnologia não é ainda facilmente disponível (of-the-shelf) e merece ser desenvolvida no Brasil para ser aproveitada em diversas aplicações de interesses para o país, em particular, para dar suporte nas missões científicas na Antártica. Este projeto visa a dar continuidade ao desenvolvimento do robô submarino de operação remota (ROV), denominado LUMA (Light Underwater Moblile Asset), objetivando ser um instrumento para os estudos de caracterização da fauna e flora marinhas da Baía do Almirantado, que permitirá realizar levantamentos fotográficos, realizar filmagens por vídeos de alta qualidade, realizar a coletas dados e amostras ambientais (organismos, rochas, sedimentos). Trata-se de um projeto que está sendo executado com o apoio e a colaboração do Instituto de Biologia da UFRJ e do recém criado INCT-APA. Em linhas gerais os objetivos deste projeto são: 1. Adaptar o ROV LUMA para operar em profundidades de até 1000m. 2. Introduzir melhorias que permitam sua operação parcialmente autônoma segundo o conceito de um ARV (Autonomous and Remotely operated Vehicle). 3. Incorporar ou desenvolver novos instrumentos e sensores com tecnologia de ponta. 4. Realizar sistemas de controle avançado para o ROV e sua instrumentação para garantir navegação eficiente, diagnóstico de falhas e operação adequada dos instrumentos, por exemplo, no controle ativo do posicionamento das câmeras para estabilização da imagem. 5. Introduzir dispositivos amostradores de elementos representativos biológicos e ambientais das regiões submarinas exploradas... , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: André Milhorance de Castro - Integrante / LIU HSU - Coordenador / Ramon Romankevicius Costa - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2017 - 2019
INCORPORANDO A INCERTEZA DE CONTINGÊNCIAS E DE VARIAÇÕES CLIMÁTICAS NA CONTRATAÇÃO ÓTIMA DO MUST EM REDES COM FORTE INSERÇÃO DE GD, Descrição: Todo ano as distribuidoras devem realizar contratos de uso máximo do sistema de transmissão. A ideia geral é que a distribuidora deve prever a demanda que os seus consumidores exigirão ao longo do contrato (4 anos, reajustados anualmente) e pré-contratar o fluxo máximo (pico de consumo contabilizado em intervalos de 15 min) que importarão da rede de transmissão sob incerteza do que de fato vai acontecer. A lógica regulatória é que cada distribuidora sinalize com antecedência, através desses contrato de uso do sistema de transmissão, os reforços que serão necessários na transmissão. O problema é que além de ter que prever a demanda máxima que será importada, que em si já tem uma grande incerteza, algumas distribuidoras possuem geradores dentro das suas redes, a famosa geração distribuída. Esses geradores, no caso da Energisa, são em grande parte pequenas centrais hidrelétricas que, por não possuírem reservatórios com capacidade de armazenamento superior a alguns poucos dias, acabam produzindo exatamente o que chega de água. A incerteza das vazões é então somada à incerteza do consumo, uma vez que ela abate o consumo, e o que de fato é importado da rede de transmissão é o líquido entre a demanda dos consumidores menos a geração total interna. Em alguns casos dentro da empresa, a geração interna é da mesma ordem de grandeza do consumo total. Às vezes a distribuidora até exporta energia. Assim, os efeitos e ciclos climáticos produzem um grande nível de incerteza no cálculo do valor máximo do fluxo que será importado e, portanto, no valor ótimo a ser contratado. Em 2015, por exemplo, o pior El Nino que temos reportado nos históricos, fez com que os níveis de afluência caíssem vertiginosamente e, como efeito, a importação total de algumas empresas colocou muitos contratos em risco de violação. Por isso, temos que confeccionar modelos de simulação que recebam os sinais de tendência de modelos climáticos e que produzam milhares de cenários de possíveis níveis de geração e consumo internos à rede para poder descobrir um valor de contrato que não seja nem muito alto, fazendo com que a distribuidora pague o tempo todo o valor fixo do contrato, onerando o consumidor, e nem muito baixo, fazendo com que a distribuidora incorra em penalidades caríssimas que são arcadas pelo acionista quando o fluxo importado é superior ao contrato. Esse é o principal desafio do projeto: simular a importação total das distribuidoras do grupo Energisa para ajudar a criar uma política de contratação que leve em conta a incerteza da geração interna e a aversão ao risco do investidor. Assim, a ideia é permitir que a sociedade possa se beneficiar, não só na redução do consumo energético, mas também na redução de custo de infraestrutura de transmissão com a expansão da geração distribuída... , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: André Milhorance de Castro - Integrante / Cristiano Augusto Coelho - Integrante / Érica Telles - Integrante / Raphael Saavedra - Integrante / Armando Leite da Silva - Integrante / Thuener Silva - Integrante / Guilherme Bodin - Integrante / Alexandre Street de Aguiar - Coordenador., Financiador(es): Energisa - Outra.
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2010 - 2012
Desenvolvimento do Robô Submarino LUMA para Estudos de Biodiversidade e Impacto Ambiental na Antártica (PROANTAR 557113/2009-1), Descrição: O uso de veículos submarinos de operação remota (ROV?s) pode permitir uma grande melhoria na eficiência, assim como na redução de riscos e de custo das missões de exploração dos mares polares, em particular na Antártica. Observa-se da literatura que o uso de robôs submarinos para exploração polar é ainda incipiente. Pouca documentação técnica detalhada foi encontrada sobre o assunto. Fica claro que a tecnologia não é ainda facilmente disponível (of-the-shelf) e merece ser desenvolvida no Brasil para ser aproveitada em diversas aplicações de interesses para o país, em particular, para dar suporte nas missões científicas na Antártica. Este projeto visa a dar continuidade ao desenvolvimento do robô submarino de operação remota (ROV), denominado LUMA (Light Underwater Moblile Asset), objetivando ser um instrumento para os estudos de caracterização da fauna e flora marinhas da Baía do Almirantado, que permitirá realizar levantamentos fotográficos, realizar filmagens por vídeos de alta qualidade, realizar a coletas dados e amostras ambientais (organismos, rochas, sedimentos). Trata-se de um projeto que está sendo executado com o apoio e a colaboração do Instituto de Biologia da UFRJ e do recém criado INCT-APA. Em linhas gerais os objetivos deste projeto são: 1. Adaptar o ROV LUMA para operar em profundidades de até 1000m. 2. Introduzir melhorias que permitam sua operação parcialmente autônoma segundo o conceito de um ARV (Autonomous and Remotely operated Vehicle). 3. Incorporar ou desenvolver novos instrumentos e sensores com tecnologia de ponta. 4. Realizar sistemas de controle avançado para o ROV e sua instrumentação para garantir navegação eficiente, diagnóstico de falhas e operação adequada dos instrumentos, por exemplo, no controle ativo do posicionamento das câmeras para estabilização da imagem. 5. Introduzir dispositivos amostradores de elementos representativos biológicos e ambientais das regiões submarinas exploradas... , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: André Milhorance de Castro - Integrante / LIU HSU - Coordenador / Ramon Romankevicius Costa - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2022 - Atual
Otimização da Operação de Recursos Energéticos Distribuídos com Arbitragem de Preços de Energia e Redução de Custos de Distribuição, Descrição: Desenvolvimento de um algoritmo de otimização para a operação dos recursos energéticos distribuídos (REDs) em baixa tensão, tendo em conta a arbitragem de preços por meio da tarifa branca e a redução de custos de distribuição de energia elétrica... , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: André Milhorance de Castro - Integrante / Delberis Araujo Lima - Coordenador / Rafael Saadi - Integrante / Arthur Massari Filho - Integrante / Karina Mosqueira Valente - Integrante., Financiador(es): (re) energisa - Outra.
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2017 - 2019
INCORPORANDO A INCERTEZA DE CONTINGÊNCIAS E DE VARIAÇÕES CLIMÁTICAS NA CONTRATAÇÃO ÓTIMA DO MUST EM REDES COM FORTE INSERÇÃO DE GD, Descrição: Todo ano as distribuidoras devem realizar contratos de uso máximo do sistema de transmissão. A ideia geral é que a distribuidora deve prever a demanda que os seus consumidores exigirão ao longo do contrato (4 anos, reajustados anualmente) e pré-contratar o fluxo máximo (pico de consumo contabilizado em intervalos de 15 min) que importarão da rede de transmissão sob incerteza do que de fato vai acontecer. A lógica regulatória é que cada distribuidora sinalize com antecedência, através desses contrato de uso do sistema de transmissão, os reforços que serão necessários na transmissão. O problema é que além de ter que prever a demanda máxima que será importada, que em si já tem uma grande incerteza, algumas distribuidoras possuem geradores dentro das suas redes, a famosa geração distribuída. Esses geradores, no caso da Energisa, são em grande parte pequenas centrais hidrelétricas que, por não possuírem reservatórios com capacidade de armazenamento superior a alguns poucos dias, acabam produzindo exatamente o que chega de água. A incerteza das vazões é então somada à incerteza do consumo, uma vez que ela abate o consumo, e o que de fato é importado da rede de transmissão é o líquido entre a demanda dos consumidores menos a geração total interna. Em alguns casos dentro da empresa, a geração interna é da mesma ordem de grandeza do consumo total. Às vezes a distribuidora até exporta energia. Assim, os efeitos e ciclos climáticos produzem um grande nível de incerteza no cálculo do valor máximo do fluxo que será importado e, portanto, no valor ótimo a ser contratado. Em 2015, por exemplo, o pior El Nino que temos reportado nos históricos, fez com que os níveis de afluência caíssem vertiginosamente e, como efeito, a importação total de algumas empresas colocou muitos contratos em risco de violação. Por isso, temos que confeccionar modelos de simulação que recebam os sinais de tendência de modelos climáticos e que produzam milhares de cenários de possíveis níveis de geração e consumo internos à rede para poder descobrir um valor de contrato que não seja nem muito alto, fazendo com que a distribuidora pague o tempo todo o valor fixo do contrato, onerando o consumidor, e nem muito baixo, fazendo com que a distribuidora incorra em penalidades caríssimas que são arcadas pelo acionista quando o fluxo importado é superior ao contrato. Esse é o principal desafio do projeto: simular a importação total das distribuidoras do grupo Energisa para ajudar a criar uma política de contratação que leve em conta a incerteza da geração interna e a aversão ao risco do investidor. Assim, a ideia é permitir que a sociedade possa se beneficiar, não só na redução do consumo energético, mas também na redução de custo de infraestrutura de transmissão com a expansão da geração distribuída... , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: André Milhorance de Castro - Integrante / Cristiano Augusto Coelho - Integrante / Érica Telles - Integrante / Raphael Saavedra - Integrante / Armando Leite da Silva - Integrante / Thuener Silva - Integrante / Guilherme Bodin - Integrante / Alexandre Street de Aguiar - Coordenador., Financiador(es): Energisa - Outra.
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2010 - 2012
Desenvolvimento do Robô Submarino LUMA para Estudos de Biodiversidade e Impacto Ambiental na Antártica (PROANTAR 557113/2009-1), Descrição: O uso de veículos submarinos de operação remota (ROV?s) pode permitir uma grande melhoria na eficiência, assim como na redução de riscos e de custo das missões de exploração dos mares polares, em particular na Antártica. Observa-se da literatura que o uso de robôs submarinos para exploração polar é ainda incipiente. Pouca documentação técnica detalhada foi encontrada sobre o assunto. Fica claro que a tecnologia não é ainda facilmente disponível (of-the-shelf) e merece ser desenvolvida no Brasil para ser aproveitada em diversas aplicações de interesses para o país, em particular, para dar suporte nas missões científicas na Antártica. Este projeto visa a dar continuidade ao desenvolvimento do robô submarino de operação remota (ROV), denominado LUMA (Light Underwater Moblile Asset), objetivando ser um instrumento para os estudos de caracterização da fauna e flora marinhas da Baía do Almirantado, que permitirá realizar levantamentos fotográficos, realizar filmagens por vídeos de alta qualidade, realizar a coletas dados e amostras ambientais (organismos, rochas, sedimentos). Trata-se de um projeto que está sendo executado com o apoio e a colaboração do Instituto de Biologia da UFRJ e do recém criado INCT-APA. Em linhas gerais os objetivos deste projeto são: 1. Adaptar o ROV LUMA para operar em profundidades de até 1000m. 2. Introduzir melhorias que permitam sua operação parcialmente autônoma segundo o conceito de um ARV (Autonomous and Remotely operated Vehicle). 3. Incorporar ou desenvolver novos instrumentos e sensores com tecnologia de ponta. 4. Realizar sistemas de controle avançado para o ROV e sua instrumentação para garantir navegação eficiente, diagnóstico de falhas e operação adequada dos instrumentos, por exemplo, no controle ativo do posicionamento das câmeras para estabilização da imagem. 5. Introduzir dispositivos amostradores de elementos representativos biológicos e ambientais das regiões submarinas exploradas... , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: André Milhorance de Castro - Integrante / LIU HSU - Coordenador / Ramon Romankevicius Costa - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
Prêmios
2024
Paraninfo das Turmas de Engenharia Elétrica e Controle e Automação 2024.1.
2023
Paraninfo das Turmas de Engenharia Elétrica e Controle e Automação 2023.2, PUC-Rio.
2022
Paraninfo das Turmas de Engenharia Elétrica e Controle e Automação 2022.1, PUC-Rio.
2021
Paraninfo das Turmas de Engenharia Elétrica e Controle e Automação 2021.2, PUC-Rio.
Histórico profissional
Endereço profissional
-
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. , Pontifícia Universidade Católica - PUC, Gávea, 22451900 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 35271202
Experiência profissional
2021 - Atual
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-RioVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor Assistente, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Disciplinas de Graduação:
2021 - 2021
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-RioVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Professor Agregado I, Carga horária: 8
Outras informações:
Disciplinas de Graduação:
Análise de Redes Elétricas II
Geração de Energia Elétrica
2017 - 2021
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-RioVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estudante de Doutorado, Regime: Dedicação exclusiva.
2016 - 2021
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-RioVínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: Assistente de Professor, Carga horária: 8
Outras informações:
Auxílio aos professores das disciplinas Análise de Redes Elétricas I e II
2015 - 2017
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-RioVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estudante de Mestrado, Regime: Dedicação exclusiva.
2013 - 2015
Promon EngenhariaVínculo: , Enquadramento Funcional: Engenheiro de Projetos | Instrumentação, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Oportunidade de lidar com projetos de engenharia de grande escala. Trabalhei principalmente com Automação e Instrumentação e desenvolvendo documentos de engenharia dessas áreas. Trabalhei também como profissional de interface entre diversos contratos durante o projeto do FPSOs P-66 e P-69 (Cliente: BasFels).
2012 - 2013
Promon EngenhariaVínculo: Estágiário, Enquadramento Funcional: Estagiário de Engenharia | Instrumentação, Carga horária: 20
Outras informações:
Oportunidade para trabalhar em projetos de diversas indústrias, como Óleo e Gás e Mineração, atuando na assistência à elaboração de documentos de engenharia e administração do banco de dados de Instrumentação
2015 - 2015
Kongsberg MaritimeVínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Engenheiro de Projetos | Automação, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Oportunidade para trabalhar com equipamentos do portfólio Kongsberg e auxiliar no desenvolvimento do projeto de automação para as plataformas de perfuração da Sete Brasil (Cliente: KeppelFels e Jurong)
2016 - 2018
INESC P&D Brasil - Instituto de Engenharia de SistemasVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador
2010 - 2012
Universidade Federal do Rio de JaneiroVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estudante de Iniciação Científica, Carga horária: 20
Outras informações:
Iniciação científica no Laboratório de Controle (LABCON) do Grupo de Simulação e Controle em Automação e Robótica (GSCAR) da COPPE. Trabalhei no desenvolvimento de melhorias a serem implementadas no ROV (Remotely Operated Vehicle) LUMA projetado e construído pela equipe do laboratório.
2010 - 2012
GSCAR/COPPEVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador de Iniciação Científica, Carga horária: 20
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de André Milhorance de Castro e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?