Janine Marques da Silva
Possui graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (2018). Tem experiência na área de Medicina Veterinária, com ênfase em Clínica Médica, Cirúrgica e Emergências. Atuou como Médica Veterinária Plantonista, na Clínica Veterinária Peters Vet, em Santa Maria, RS.
Informações coletadas do Lattes em 26/03/2026
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em Medicina Veterinária
2013 - 2018
Universidade Federal de Santa Maria
Orientador: Saulo Tadeu Lemos Pinto Filho
Ensino Fundamental (1º grau)
1998 - 2006
Escola Estadual de Ensino Fundamental Lucas Araújo de Oliveira
Formação complementar
2020 - 2020
Extensão universitária em Educação Continuada em Cirurgia Veterinária. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2020 - 2020
Extensão universitária em Formação Continuada em Cirurgia Veterinária: Procedimentos Colorretais, etc. (Carga horária: 12h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2020 - 2020
Curso Básico em Oncologia de Pequenos Animais. (Carga horária: 3h). , VeteduKa, VTK, Brasil.
2020 - 2020
Fundamentos Bioquímicos dos Transtornos Metabólicos em Animais. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal do Vale do São Francisco, UNIVASF, Brasil.
2020 - 2020
Vírus respiratórios emergentes, incluindo o COVID-19. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2020 - 2020
Anestesiologia Veterinária. (Carga horária: 14h). , VeteduKa, VTK, Brasil.
2020 - 2020
I Ciclo de Webinários: Atualizações em Anestesiologia Veterinária. (Carga horária: 9h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2020 - 2020
Entendendo a doença periodontal. (Carga horária: 4h). , Virbac do Brasil Indústria e Comércio, VIRBAC, Brasil.
2020 - 2020
Coronavírus. (Carga horária: 3h). , Faculdade de Medicina da USP, USP, Brasil.
2020 - 2020
Leishmaniose Visceral Canina - do diagnóstico até monitoramento. (Carga horária: 4h). , Virbac do Brasil Indústria e Comércio, VIRBAC, Brasil.
2020 - 2020
Urgências e Emergências na Clínica Veterinária. (Carga horária: 60h). , UOL CURSOS TECNOLOGIA EDUCACIONAL LTDA, PORTAL EDUCAÇÃO, Brasil.
2020 - 2020
Odontologia Veterinária. (Carga horária: 60h). , UOL CURSOS TECNOLOGIA EDUCACIONAL LTDA, PORTAL EDUCAÇÃO, Brasil.
2020 - 2020
Capacitação: PROTOCOLOS DE MANEJO CLÍNICO DO CORONAVÍRUS (COVID-19),. , Ministério da Saúde, MS, Brasil.
2020 - 2020
CONTROLE DE INFECÇÕES EM SERVIÇOS DE SAÚDE. (Carga horária: 160h). , INSTITUTO DE PESQUISA E DETERMINAÇÃO SOCIAL DA SAÚDE DE PERNAMBUCO, IPEDSS/PE, Brasil.
2020 - 2020
Ultrassonografia em Pequenos Animais. (Carga horária: 60h). , UOL CURSOS TECNOLOGIA EDUCACIONAL LTDA, PORTAL EDUCAÇÃO, Brasil.
2020 - 2020
HIGIENE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS. (Carga horária: 40h). , Universidade de Brasília, UnB, Brasil.
2019 - 2019
Introdução à Vigilância Sanitária. (Carga horária: 100h). , Escola Nacional de Administração Pública, ENAP, Brasil.
2019 - 2019
Doenças, agravos e eventos de notificação obrigatória. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2019 - 2019
Proced. ambulatoriais e emergenciais no atendimento do animal politraumat.. (Carga horária: 8h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
2019 - 2019
Intensivão de Odontologia Veterinária. (Carga horária: 6h). , Virbac do Brasil Indústria e Comércio, VIRBAC, Brasil.
2019 - 2019
Política Nacional de Humanização. (Carga horária: 15h). , Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, Brasil.
2019 - 2019
Malária na Atenção Básica à Saúde. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Brasil.
2019 - 2019
Gestão Local de Desastres Naturais para a Atenção Básica. (Carga horária: 60h). , Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil.
2013 - 2013
Minicurso Diagnóstico de dermatopatias em cães, gatos e equinos. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Clínica Médica.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Cirurgia Veterinária.
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária / Subárea: Urgência e Emergência.
Organização de eventos
SILVA, J. M. . Campanha de vacinação antirrábica canina e felina. 2017. (Outro).
SILVA, J. M. . Campanha de vacinação antirrábica canina e felina. 2017. (Outro).
Participação em eventos
1 Congresso VetScience Academy. 2020. (Congresso).
Ciclo de Palestras em Nefrologia de Cães e Gatos. 2020. (Outra).
I Ciclo de Palestras em Nefrologia Veterinária - UFPel. 2020. (Outra).
I Ciclo de Palestras Online em Pequenos Animais. 2020. (Outra).
I Simpósio de Neurologia Veterinária - SIMNEUROVET. 2020. (Simpósio).
I SIMPÓSIO ONLINE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA EM PEQUENOS ANIMAIS. 2020. (Simpósio).
l Simpósio Online de Odontologia Veterinária UFRGS. 2020. (Simpósio).
Simpósio VeteduKa de Emergências. 2020. (Simpósio).
1 Ciclo de Palestras do Diário de um Veterinário. 2019. (Outra).
5 Simpósio Sul-Brasileiro de Medicina Veterinária Pet. 2019. (Simpósio).
XXIII Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. 2019. (Outra).
Campanha de vacinação antirrábica.Campanha de vacinação antirrábica canina e felina. 2016. (Outra).
Campanha de vacinação antirrábica.Campanha de vacinação antirrábica canina e felina. 2015. (Outra).
29ª Jornada Acadêmica Integrada.DERMATOFITOSE EM SERPENTE Erythrolamprus poecilogyrus (WIED, 1825) CRIADA EM CATIVEIRO.. 2014. (Outra).
Campanha de vacinação antirrábica.Campanha de vacinação antirrábica canina e felina. 2014. (Outra).
XVIII Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. 2014. (Outra).
Campanha de Vacinação Antirrábica.Campanha de vacinação antirrábica canina e felina. 2013. (Outra).
XVII Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. 2013. (Outra).
Projetos de pesquisa
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2014 - 2019
ASPECTOS FISIOLÓGICOS E IMUNOLÓGICOS DE Pythium insidiosum E ATIVIDADE DE ANTIMICROBIANOS FRENTE À Conidiobolus lamprauges., Descrição: A conidiobolomicose e a pitiose são infecções importantes que acometem ovinos e equinos no Brasil e muitas vezes o diagnóstico diferencial torna-se difícil devido a algumas características clínicas e histopatológicas compartilhadas pelas mesmas. Por esse motivo, o diagnóstico diferencial deve ocorrer o mais rápido possível, pois além dos tratamentos dessas doenças diferirem entre si, o melhor prognóstico (cura clínica) está diretamente associado com o tratamento nos estágios iniciais da doença, o que exige técnicas precisas e rápidas de diagnóstico (GROOTERS, 2003). A conidiobolomicose é causada por Conidiobolus coronatus, C. incongruus e C. lamprauges, afetando ovinos, equinos, caninos e humanos, já a pitiose é causada pelo oomiceto Pythium insidiosum e atinge mamíferos selvagens e domésticos, principalmente equinos, e humanos. Ambas as doenças apresentam dificuldade de tratamento, sendo que não existe uma abordagem farmacológica padrão para o tratamento dos casos de conidiobolomicose e nos casos de pitiose, esses não respondem satisfatoriamente aos fármacos antifúngicos atualmente utilizados devido a particularidades da parede celular de P. insidiosum. Em ambos os casos a rescisão cirúrgica é uma abordagem necessária e na pitiose, particularmente, o uso de imunoterápicos tem demonstrado ser efetivo na cura de equinos e em alguns casos de pitiose em humanos (GAASTRA et al., 2010; KIMURA et al., 2011). O imunoterápico PitiumVac, utilizado para o tratamento da pitiose em equinos, é preparado a partir da massa miceliana do P. insidiosum sendo constituído por diversos componentes celulares. O isolamento de frações antigênicas pode prover um novo alvo para o desenvolvimento de estratégias mais efetivas para tratar ou prevenir a infecção. Nesse sentido, ?-glucanas, que são polissacarídeos bem caracterizados produzidos por fungos e que apresentam diversas atividades imunológicas além de serem essenciais para os mecanismos de patogenicidade dos microrganismos e também para a resposta imune do hospedeiro durante uma infecção fúngica (ROMANI, 2011), representam um importante alvo de estudo. Nesse contexto, o presente estudo justifica-se pela necessidade do conhecimento da atividade dos fármacos antibacterianos sobre C. lamprauges propiciando uma melhor abordagem de tratamento, ainda, o desenvolvimento de um teste de diagnóstico rápido que permita a diferenciação segura entre conidiobolomicose e pitiose é de grande valia para a instauração rápida de um regime de tratamento adequado. Além disso, o conhecimento profundo dos mecanismos que regulam a magnitude, a qualidade e a persistência das imunidades humoral e dependente de células T induzidas por imunógenos levará a um projeto mais racional de vacinas potencialmente úteis.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Janine Marques da Silva - Integrante / CARMEM ARIADNY EMILIANO REIS - Integrante / MAIARA BEN PILOTTO - Integrante / Janio Morais Santurio - Coordenador / Aline Ludwig - Integrante / bruna weber casado - Integrante / JULIA BIRNIE FARIAS - Integrante / THAISA SIQUEIRA DA LUZ - Integrante.
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2014 - 2018
RESPOSTA INFLAMATÓRIA in vitro, INTERMEDIADA POR CÉLULAS DENDRÍTICAS E FIBROBLASTOS, A ZOÓSPOROS DE Pythium insidiosum., Descrição: A pitiose é uma doença granulomatosa emergente de regiões tropicais, subtropicais e zonas temperadas (MENDOZA et al., 2004), onde a alta temperatura aliada à ambientes alagados favorecem o desenvolvimento do Pythium insidiosum, agente causador da doença (De COCK et al., 1987). A Pitiose atinge principalmente equinos, mas atinge também outros mamíferos, como bovinos, ovelhas, cães, gatos e inclusive em humanos. As lesões cutâneas são a principal forma de manifestação da doença em equinos, atingindo principalmente as extremidades distais dos membros e porção ventral do animal, devido ao maior contato dessas regiões com água contaminada com zoósporos. Uma das principais características da pitiose cutânea em equinos é a presença de massas ulcerativas granulomatosas, com bordas irregulares e hifas recobertas por células necróticas, os chamados kunkers. Eles são formados através de sucessivas degranulações eosinofílicas sobre as hifas do Pythium insidiosum, aumentando e moldando sua estrutura (LEAL et al., 2001). Além das lesões cutâneas, as lesões intestinais são a segunda forma mais frequente da infecção em equinos, com presença de massas teciduais que levam a redução e até mesmo obstrução do lúmen intestinal. Outros tecidos também podem ser atingidos secundariamente às lesões cutâneas, incluindo lesões ósseas adjacentes à lesão primária. Também já foram relatados casos de metástase via linfática para os pulmões e linfonodos regionais (EATON, 1993). Embora a espécie mais atingida pela pitiose seja a dos equinos, os cães tem a segunda maior incidência de casos da doença, também nas formas cutânea e gastrointestinal, porém a forma gastrointestinal é mais comum, com formação de grandes massas nodulares nas paredes do estômago e intestino, compostas por inflamação granulomatosa e piogranulomatosa com áreas de necrose, intenso infiltrado eosinofílico e presença de hifas, podendo atingir também o trato digestivo superior (SMITH et al., 1989). Já as lesões cutâneas apresentam-se como dermatite piogranulomatosa ulcerativa, contendo áreas de necrose infiltrada por neutrófilos e macrófagos e granulomas eosinofílicos (HOWERTH et al., 1989). Já em humanos a maior incidência de casos de pitiose é registrada na Tailândia. As principais formas de manifestação da doença são a pitiose cutânea e subcutânea, vascular, ocular e sistêmica. Nos casos de pitiose cutânea, vascular e sistêmica, há uma forte associação desta patologia com doenças hemolíticas, principalmente a talassemia. Já nos casos de pitiose ocular, não existe essa associação. Devido ao difícil tratamento da pitiose em humanos, normalmente se faz necessária a amputação dos membros acometidos pela doença, que muitas vezes causa a morte do indivíduo (KRAJAEJUN et al., 2008). O agente etiológico da pitiose, o Pythium insidiosum, pertence ao reino Stramenopila, filo Oomycota, família Pythiaceae (ALEXOPOULOS et al., 1996), um grupo de microrganismos aquáticos semelhante a um fungo que desenvolve estruturas semelhantes a hifas hialinas e zoósporos biflagelados em ambientes alagados. O gênero Pythium compreende 127 espécies, dentre as quais se encontram alguns dos mais destrutivos patógenos de plantas, sendo o P. insidiosum a única espécie conhecida deste gênero a atingir animais (MENDOZA, 2004). Dentre as características diferenciais do gênero Pythium estão a reprodução assexuada por meio da produção de zoósporos biflagelados e reprodução sexuada oogâmica, parede celular composta de ?-glucanas, celulose e hidroxipolina, talo diploide, mitocôndria com crista tubular e características moleculares e bioquímicas próprias (MOORE-LANDECKER, 1996; ALEXOPOULOS et al., 1996). O ciclo biológico do P. insidiosum baseia-se na colonização de plantas aquáticas que servem de substrato para o desenvolvimento e reprodução do organismo, dando origem aos zoosporângios, os quais liberam os zoósporos.... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Janine Marques da Silva - Integrante / MAIARA BEN PILOTTO - Integrante / Janio Morais Santurio - Coordenador / Aline Ludwig - Integrante / bruna weber casado - Integrante / JULIA BIRNIE FARIAS - Integrante / THAISA SIQUEIRA DA LUZ - Integrante.
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2014 - 2017
Combinação de drogas antifúngicas in vitro e in vivo para controle da infecção produzida pelo fungo Malassezia pachydermatis., Descrição: Atualmente, algumas espécies de Malassezia são consideradas patógenos emergentes (BATRA et al., 2005), entre elas, a Malassezia pachydermatis (GUILLOT & BOND, 1999; BATRA et al., 2005). Esta espécie é uma levedura zoofílica encontrada em várias espécies de animais, podendo, entretanto, ser isolada da pele de seres humanos. É um fungo lipofílico, porém não-lipodependente, sendo, assim, capaz de crescer em ágar Sabouraud sem suplementação lipídica, o que a diferencia das outras espécies (ZAITZ et al., 2000). Em cães, a malasseziose está associada principalmente à otite externa, na qual há formação excessiva de cerume e prurido, causando eritema do meato acústico externo. O diagnóstico baseia-se na detecção da levedura, no exame direto (coloração de Gram ou outras) do cerume, e cultura do agente (NASCENTE, 2006). A instalação do quadro clínico indica uma alteração do equilíbrio existente entre o microrganismo comensal e seu hospedeiro, sendo desencadeado pela excessiva multiplicação da M. pachydermatis em função de alterações no mecanismo de defesa do hospedeiro (EICHENBERG, 2000). Após o surgimento dos derivados azólicos esses têm se tornado os principais fármacos utilizados no tratamento da malasseziose (FARIA, 2010). Entretanto, tem sido descrito que o uso indiscriminado dos azóis ocasionou o surgimento de resistência em espécies suscetíveis (BRITO et al., 2009). Além disso, tem se observado o surgimento de resistência cruzada entre os antifúngicos do grupo dos azóis, devido à estrutura similar, por exemplo, com relação ao itraconazol e o posaconazol (GOODMAN & GILMAN, 1996; WILLIAMS et al., 2002; FERREIRA et al., 2005; QIAO et al., 2008). Em resposta às falhas da terapêutica antifúngica, vários autores têm buscado estratégias que garantam o sucesso da atividade antifúngica. Entre essas estratégias a combinação de fármacos tem merecido atenção (MUKHERJEE et al, 2005). Neste contexto, ressalta-se a importância de analisar as interações entre agentes antifúngicos, óleos essenciais e componentes de óleos essenciais timol, carvacrol e cinamaldeído, frente a M. pachydermatis. Nesse contexto, o presente estudo justifica-se pela necessidade do conhecimento da combinação de fármacos antifúngicos com óleos essenciais, bem como, a combinação de componentes destes óleos com antifúngicos em isolados de M. pachydermatis propiciando uma melhor abordagem de tratamento para esta levedura... , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Janine Marques da Silva - Integrante / MAIARA BEN PILOTTO - Integrante / Janio Morais Santurio - Coordenador / Aline Ludwig - Integrante / KARINE BIZZI SCHLEMMER - Integrante / bruna weber casado - Integrante / JULIA BIRNIE FARIAS - Integrante / THAISA SIQUEIRA DA LUZ - Integrante.
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2014 - 2016
Detecção molecular do Pythium insidiosum do meio ambiente de diversas regiões brasileiras e sua sensibilidade a antifúngicos., Descrição: A pitiose é uma doença piogranulomatosa causada pelo oomiceto aquático Pythium insidiosum. O gênero Pythium apresenta mais de 200 espécies, a maioria habitante do solo e patógenos de plantas, sendo P. insidiosum considerado o único do gênero capaz de infectar animais e seres humanos. A doença é mais prevalente em áreas tropicais, subtropicais e temperadas (Alexopoulos, 1996, Gaastra et al, 2010); entretanto, casos de pitiose foram recentemente relatados na Califórnia e no Arizona, ainda que estas cidades não se encaixem nesta descrição climática. Esses relatos podem sugerem que o nicho ambiental de P. insidiosum está em expansão, possivelmente devido às mudanças ambientais que vêm acontecendo nos últimos anos (Berryessa et al., 2008; White et al., 2008). A espécie equina é a mais afetada principalmente nas formas cutâneas e subcutâneas. Nestes animais, a lesão típica é um granuloma subcutâneo semelhante a um tumor com a presença de eosinófilos, massas necróticas denominadas "kunkers" e a presença de hifas de P. insidiosum (Gaastra et al, 2010; Goad, 1984). A maioria dos casos de pitiose humana foi observada na Tailândia e esporadicamente, nos EUA, Austrália, Haiti e Nova Zelândia (Prasertwitayakij, N. et al., 2003; Chaffin, M. K. et al., 1995; Badenoch, P. R. et al, 2009 Nos seres humanos a pitiose afeta os indivíduos aparentemente saudáveis e portadores de B-talassemia (Keoprasom, N., 2012; Sudjaritruk, T., Sirisanthana, V., 2011; Franco, D. M. et al., 2010). Os hospedeiros susceptíveis infectam-se através do contato da pele ferida com a água contaminada com zoósporos do oomiceto. Atividades agrícolas ou de lazer associadas à água são consideradas fatores de risco para a pitiose humana. A doença pode se manifestar na forma cutânea, arterial ou ocular. A forma cutânea se caracteriza pelo desenvolvimento de lesões subcutâneas, com achados patológicos de reação granulomatosa, infiltração difusa e edema da parede dos vasos. Já a forma arterial (sistêmica) é caracterizada pelo desenvolvimento de arterite crônica, trombose arterial e gangrena, atingindo geralmente a extremidade dos membros inferiores. Esta forma é somente encontrada em pacientes talassêmicos e geralmente leva a amputação do membro afetado. A forma ocular, manifesta-se como ceratite, podendo ou não estar associada à talassemia (Keoprasom et al, 2013, Gaastra et al, 2010; Bosco et al, 2005). O tratamento de infecções causadas por P. insidiosum em animais e humanos é complicado pelas características singulares do agente, principalmente pela ausência de ergosterol na membrana plasmática, que é o componente alvo de ação da maioria das drogas antifúngicas. Por isso, as drogas antifúngicas são ineficientes e a maioria dos animais atingidos não sobrevive em decorrência da infecção. Os fitopatógenos do gênero Pythium são sensíveis aos inseticidas normalmente utilizados em plantas, porém esses compostos são tóxicos aos mamíferos, não sendo possível o seu uso para o tratamento da pitiose (Santurio et al, 2006, Azevedo, 2011). O oomiceto P. insidiosum ocorre principalmente em águas superficiais e, ocasionalmente, em solo (Mendoza et al, 1996). Demonstrar a presença deste micro-organismo no solo é de suma importancia para a avaliação da extensão do nicho ambiental ocupado por este oomiceto e dos riscos de exposição para os indivíduos. O uso de métodos tradicionais de cultura não é adequado para este tipo de amostra devido ao rápido crescimento dos micro-organismos naturalmente presentes no solo que confundem a identificação da cultura, bem como pela presença de outros micro-organismos morfologicamente similares a P. insidiosum habitantes do solo (Vanittanakom et al, 2013, Zhang et al, 2005). Diversos estudos já foram realizados buscando o desenvolvimento de técnicas que utilizam a biologia molecular como método de escolha na identificação deste oomiceto, pois apresentam uma alta. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Janine Marques da Silva - Integrante / CARMEM ARIADNY EMILIANO REIS - Integrante / MAIARA BEN PILOTTO - Integrante / Janio Morais Santurio - Coordenador / Aline Ludwig - Integrante / bruna weber casado - Integrante / JULIA BIRNIE FARIAS - Integrante / THAISA SIQUEIRA DA LUZ - Integrante.
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2013 - 2016
Atividade in vitro de antifúngicos tópicos e das associações com óleos essenciais frente a isolados de Malassezia pachydermatis sensíveis e resistentes ao fluconazol, Descrição: A espécie Malassezia pachydermatis é um fungo leveduriforme encontrado na otite externa como agente perpetuante, facilitada pela utilização excessiva de antibacterianos que eliminam bactérias comensais competidoras. A otite externa é a doença mais comum diagnosticada em cães e, portanto é marcante a sua importância na clínica. O mecanismo de resistência às drogas antifúngicas se deve ao uso indiscriminado destes medicamentos, no entanto, destaca-se a necessidade de estudos sobre a suscetibilidade da Malassezia pachydermatis frente aos agentes antifúngicos existentes no mercado. Este projeto tem por objetivo avaliar a atividade in vitro de antifúngicos tópicos: miconazol, cetoconazol, fluconazol, clotrimazol e nistatina, e das associações dos componentes de óleos essenciais timol, carvacrol e cinamaldeído em isolados de Malassezia pachydermatis sensíveis e resistentes ao fluconazol, pelo estudo da Concentração Inibitória Mínima (CIM), através da técnica de microdiluição em caldo. Neste estudo serão utilizados 20 isolados de Malassezia pachydermatis sensíveis e 20 isolados resistentes ao fluconazol, obtidos pela técnica de indução de resistência in vitro proposta por Fekete-Forgács et al (2000) e Jesus et al (2011).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Janine Marques da Silva - Integrante / Janio Morais Santurio - Coordenador / KARINE BIZZI SCHLEMMER - Integrante / bruna weber casado - Integrante / THAISA SIQUEIRA DA LUZ - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2018 - 2018
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20
Outras informações:
Estagiária voluntária atuando em plantão noturno, sob supervisão dos médicos veterinários residentes, conforme escala. Responsável pela administração de medicamentos, organização do local de trabalho, contenções, dietas, cuidados intensivos a pacientes internados na UTI.
2018 - 2018
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Estagiária, Enquadramento Funcional: Estágio Curricular Supervisionado, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Estágio Curricular Supervisionado com ênfase em Clínica Médica de Pequenos Animais, realizado no Hospital Veterinário Universitário, da Universidade Federal de Santa Maria.
2015 - 2016
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20
Outras informações:
Bolsista FATEC no Hospital Veterinário Universitário (HVU), na Unidade de Internação de Pequenos Animais (UIPA). Responsável pela administração de medicamentos, organização do local de trabalho, contenções, dietas, curativos, acompanhamento em exames de imagem.
2013 - 2014
Universidade Federal de Santa MariaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estagiária, Carga horária: 20
Outras informações:
Bolsista FATEC no Laboratório de Pesquisas Micológicas - LAPEMI. Auxiliar de rotulagem e embalagem do imunoterápico Pitium-Vac; auxiliar de esterilização e preparo de meios de cultura.
2019 - 2020
Peters VetVínculo: Médica Veterinária, Enquadramento Funcional: Plantonista, Carga horária: 24, Regime: Dedicação exclusiva.
Outras informações:
Médica veterinária plantonista, atuando em atendimentos clínicos e emergenciais a pequenos animais.
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