Maria Bernardete Ramos Flores

Professora Titular Aposentada do Departamento de História da UFSC. Graduada em História pela Universidade do Vale do Itajaí (1973), Mestre em História - UFSC (19790), Doutora em História - PUC/SP (1991), Pós-Doutorado - Universidade Nova de Lisboa/University of Maryland (1999-2000), Pós-Doutorado - IDAES - Universidad de San Martín (2009-2010). Professora visitante na Universidade de Salamanca (2003). Ano Sabático na University of California - Campus Davis (1994). Prêmio Destaque de Pesquisa - Centro de Filosofia e Ciência Humanas (2010). Dedica-se à pesquisa de História e Arte, Modernidade e Estética, Teoria da Imagem e Teoria da História. Atua na Linha de Pesquisa História da Historiografia, Arte, Memória e Patrimônio, do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC. Entre diversos artigos e livros publicados, destacam-se as obras Tecnologia e Estética do Racismo. Ciência e Arte na Política da Beleza (2007), pela Argos Editora, e Xul Solar e Ismael Nery entre outros Místicos Modernos. Sobre o revival espiritual, 2017, pela editora Mercado de Letras

Informações coletadas do Lattes em 23/06/2020

Acadêmico

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Formação acadêmica

Doutorado em História

1987 - 1991

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Título: Teatros da vida cenarios da historia - a farra do boi no litoral de Santa Catarina
Orientador: Holien Goncalves Bezerra
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Graduação em História

1970 - 1973

Universidade do Vale do Itajaí

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Pós-doutorado

2009 - 2010

Pós-Doutorado. , Universidade de San Martin, UNSM, Argentina. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

1999 - 2000

Pós-Doutorado. , Universidade Nova de Lisboa, UNL, Portugal. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

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Formação complementar

1982 - 1984

História Moderna e Comtemporânea. (Carga horária: 360h). , Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas, Brasil.

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Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

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Organização de eventos

FLORES, M. B. R. . Coordenação Simpósio Temático: Historia de los ámbitos intelectuales. 2016. (Congresso).

FLORES, M. B. R. ; Oliveira, E D G . Simpósio Temático Arte e Patrimônio. 2015. (Outro).

FLORES, M. B. R. . Colóquio MODERNIDADE, ARTE, PENSAMENTO. 2015. (Congresso).

FLORES, M. B. R. . Simpósio Temático História e Arte. 2014. (Congresso).

FLORES, M. B. R. . Comissão Científica de Avaliação de Pôstes. 2014. (Outro).

FLORES, M. B. R. ; LEHMKUHL, L. . . Simpósio Temático: Imagens de arte atuam sobre nós - dialética, anacronismo, montagem, sobrevivência. 2013. (Congresso).

FLORES, M. B. R. . VI Colóquio de História e Arte: Herança, Memória e Patrimônio. 2013. (Congresso).

FLORES, M. B. R. ; NORA, S. A. B. . IV Seminários de Dança de Joinville. 2012. (Congresso).

FLORES, M. B. R. ; PIAZZA, M. F. F. ; NEDEL, L B ; Peterle, Patrícia . V Colóquio de História e Arte: Utopia, Utopias. 2012. (Congresso).

FLORES, M. B. R. . IV Colóquio de História e Arte - Imagem e Memória. 2011. (Congresso).

FLORES, M. B. R. . III Colóquio de História e Arte - Movimentos artísticos e correntes intelectuais. 2010. (Congresso).

FLORES, M. B. R. ; VILELA. Ana Lucia. ; BOPPRÉ. Fernando C. . I Colóqui História e Arte: Trânsitos da Modernidade. 2008. (Congresso).

FLORES, M. B. R. . Interpretações do Brasil e do Estado Novo.. 2007. (Congresso).

FLORES, M. B. R. . Videoconferência - Roger Chartier - "O que é um autor". 2007. (Outro).

FLORES, M. B. R. ; PASAVENTO, S. J. . III Simpósio Nacional de História Cultural. 2006. (Congresso).

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Participação em eventos

La modernidad en Cuestión: confluencias y divergencias entre América y Europa, siglos XIX y XX. Xul Solar y el Brasil: La raza y la langue en la utopía del hombre nuevo en América Latina. 2016. (Congresso).

XXVIII Simpósio Nacional de História. Conferência de Encerramento: Laura de Mello e Souza. 2015. (Congresso).

VII Colóquio de História e Arte.O corpo da imagem de Jesus Cristo. 2014. (Simpósio).

XI Seminário Temático : A Constituição dos Saberes Elementares Matemáticos.A POTÊNCIA DO ANACRONISMO: TEMPO E DISTEMPO NA PRÁTICA HISTORIOGRÁFICA. 2014. (Seminário).

Congresso Internacional Coleções Literárias: Textos/Imagens. Estudo de dois casos de acervo: da Biblioteca de Xul Solar e do artista Ismael Nery que não nos deixou uma biblioteca. 2013. (Congresso).

I ENCONTRO PÓS MODERNIDADE EM PERSPECTIVAS.Anacronia como potência no trabalho historiográfico. 2013. (Seminário).

XXXI International Congress of the Latin American Studies Association - LASA. Sobre os místicos modernos, o caso de Ismael Nery no Brasil. 2013. (Congresso).

Café Cult - Secretaria da Cultura da UFSC.Invenção das Tradições. 2012. (Seminário).

Semana Acadêmica de História.O mito da androginia a propósito de Ismael Nery e Frida Kahlo. 2012. (Encontro).

Semana Integrada da UNESC.Arte e Política. 2012. (Encontro).

VI Seminários de Dança de Joinville.Corpo e Imagens Replicantes. 2012. (Seminário).

VI Simpósio GT-História Cultural.A androginia na arte de Ismael Nery. 2012. (Simpósio).

XXVI Simpósio Nacional de História - ANPUH.Quando o Dragão assume o lugar do Cavalo: Xul Solar e seu ciclo Pré-Colombiano. 2011. (Simpósio).

CONGRESO INTERNACIONAL UTOPÍA: ESPACIOS ALTERNATIVOS Y EXPRESIONES CULTURALES EN AMÉRICA LATINA. Una ciudad que vuela contenta por el aire: Sobre la Vuelvilla de Xul Solar: utopía ? eutopía ? heterotopia?. 2010. (Congresso).

III Encontro do GT Nacional de História das Religiões e Religiosidades - ANPUH.Um mistico moderno: Xul Solar e. 2010. (Encontro).

Semana Acadêmica de História: História, Cultura e Arte.Sobre a Vuelvilla de Xul Solar: técnica e liberdade no Reino do Ócio ou a Revolução Caraíba. 2010. (Encontro).

VIII Semana de História / III Colóquio de Pesquisas da História.Encantos da Imagem: a propósito da obra plástica de Xul Solar e sua utopia do novo homem latino-americano. 2010. (Encontro).

V Simpósio Nacional de História Cultural. Brasília 50 Anos.Sobre a Vuelvilla de Xul Solar: técnica e liberdade - e a Revolução Caraíba. 2010. (Simpósio).

53°ICA. Estética, Biopolítica e Modernidade na América Latina. 2009. (Congresso).

II Colóquio de História e Arte: Imagens da América Latina.A angústia de Adão na América. 2009. (Simpósio).

Seminario General - Instituto de Altos Estudios Sociales IDAES."Tecnologia e Estética do Racismo: Ciência e Arte na Política da Beleza.". 2009. (Seminário).

VI Colóquio Internacional Tradição e Modernidade no Mundo Ibero-Americano. Xul Solar e a Utopia do novo homem mestiço para a realização das potencialidades da América Latina. 2009. (Congresso).

XXV ANPUH.Cícero Dias e o Surrealismo. 2009. (Simpósio).

Ciencias, Tecnologías y Cultura - Diálogo entre las disciplinas del conocimiento Mirando al futuro de América Latina y El Caribe. Ciência e Arte e a utopia do futuro do homem. Biopolítica, técnica e estética na formação do Brasil Moderno. 2008. (Congresso).

Colóquio Identidade, Memória e Subjetividade.Corpo e reflexão histórica. 2008. (Encontro).

I Colóquio de estudos "História em reflexão: diálogos em construção".Experiência em orientação na Pós-Graduação. 2008. (Outra).

I Colóquio de História e Arte: Trânsito da Modernidade. Modernidades em Trânsito. 2008. (Congresso).

I Colóquio Michel Foucault: Educação, Filosofia, História - Transversais.Estética da existência e biopolítica. 2008. (Seminário).

I Colóquio Nacional Michel Foucault: Educação, Filosofia, História - Transversais.Estética da existência e biopolítica. 2008. (Outra).

Instituto de Investigaciones de la Universidad Ncional Autónoma de México. Ciencia y arte en la formacion del Brasil moderno. 2008. (Congresso).

XII Encontro Estadual de História: História, Ensino e Pesquisa.Estética e biopolítica. 2008. (Encontro).

IV Colóquio - Tradição e Modernidade no mundo ibero-americano.Nacional versus internacional na obra plástica de Ismael Nery. 2007. (Seminário).

Seminários de Dança.Não tem os dançarinos ouvidos nas pontas dos pés?. 2007. (Seminário).

XXIV Simpósio Nacional de História.Catolicismo versus catolicismo na obra plástica de Ismael Nery. 2007. (Simpósio).

XI Encontro Estadual de História.Ciência e arte na política do belo. 2006. (Simpósio).

Palestra.Corpos recompostos na Morfologia Artística para 'regenerar' a nação. 2005. (Outra).

X Encontro Estadual de História.Lições de Modernidade: americanismo, eugenia e antifeminismo na literatura de Monteiro Lobato. 2004. (Simpósio).

X Encontro Estadual de História.História, Arte e Política. 2004. (Simpósio).

X Encontro Estadual de História.O nu e o vestido, o futuro e o passado, a pedra e a carne. A estética nazi-facista e a política da imagem. 2004. (Simpósio).

I Simpósio Internacional de História.Arte e história na modernidade Brasileira. 2003. (Simpósio).

I Simpósio Internacional de história: cultura e identidades.Corpo e sexualidade no projeto da nação moderna. 2003. (Simpósio).

XXII Simpósio Nacional de História: história, acontecimento e narrativa.História - Cultura - Linguagens. 2003. (Simpósio).

XXII Simpósio Nacional de História: história, acontecimento e narrativa.Corpos recompostos na morfologia artistica para regenerar a nação. Política e Estética. 2003. (Simpósio).

Ciclo Identidad Regional en Brasil.Identidad Regional en Santa Catarina. 2002. (Seminário).

Coloquio Internacional: Retratos de Brasil, Cultura, Historia, Sociedad, Economía y Derecho.Las relaciones Brasil-Espaa, historia y perspectivas. 2002. (Outra).

Encontro Internacional Fazendo Genero V.Histórias do feminismo. 2002. (Encontro).

VI Congresso Internacional da BRASA. Ao Brasil dos meus sonhos - A utopia de Adalzira Bittencout: Feminismo e Modernismo. 2002. (Congresso).

VI Congresso Internacional da BRASA. Ao Brasil de meus sonhos: a utopia de Adalzira Bittencourt - Feminismo e Modernismo. 2002. (Congresso).

XIII Encontro regional de Historia.A Capes e a pos-graduacao em Minas Gerais. 2002. (Encontro).

Aula inaugural.Racialização e Nacionalização: quanto de sangue português corre nas veias do brasileiro?. 2001. (Outra).

Colóquio Internacional - Brasil/Portugal no século XX: sociedade, cultura e ideologia..Homens de pedra e cal do estado novo português - A estatuária e a virilização da raça. 2001. (Outra).

III Congresso Internacional de historiadores latinoamericanistas. O aportuguesamento do Brasil para compor a imagem de Portugal como nação colonizadora. 2001. (Congresso).

III Encontro enfoques feministas e as tradições disciplinares nas ciências e na academia.Nacionalismo e virilização da raça. 2001. (Encontro).

Palestra.A fealdade tem cura ou a política da beleza no projeto de patronização brasílica: nacionalismo, corpo e sexualidade. 2001. (Outra).

Palestra.Virilização da Raça - Nação, corpo e etnia. 2001. (Outra).

Palestra.A lusitanização do atlântico Sul e o aportuguesamento do Brasil. 2001. (Outra).

XXI Simpósio Nacional ANPUH - História do novo milênio - individual e coletivo.Nação, etnia e virilidade. 2001. (Simpósio).

XXI Simpósio Nacional ANPUH - História do novo milênio - individual e coletivo.Racialização e nacionalismo (Mesa Redonda). O beijo através do Atlântico - o lugar do Brasil na Panlusitanismo. 2001. (Simpósio).

A intimidade Luso-Brasileira e a Lusitanização do Atlântico Sul..A intimidade Luso-Brasileira e a Lusitanização do Atlântico Sul. (Conferência). 2000. (Outra).

Ciclo de conferências aos alunos do Mestrado em História das Populações.Imigração açoriana em Santa Catarina/Imigração alemã e italiana em Santa Catarina/Imigração Portuguesa e a construção da Brasilidade (Ciclo de Conferências). 2000. (Outra).

I Fórum de pesquisa. Programa associado de pós-graduação UEM/UEL - Mestrado em História Social.Metodologia da história das fronteiras: o termo das experiências. Mesa redonda: Tendências da historiografia comtemporânea. 2000. (Outra).

I Fórum de pesquisa. Programa associado de pós-gradução UEM/UEL Mestrado em História..Fronteiras deslizantes - lugares de cultura, raça, gênero e individuo. Painel: Fronteiras e populações. 2000. (Outra).

III Congresso Luso-Brasileira de históra da educação - escolas, culturas e identidades. Eunice ou a educação das mulheres. Nacionalismo e sexualidade. 2000. (Congresso).

Congresso Luso Brasileiro - Memória e imaginários.. Mundo que o Português criou no Brasil. Sexualidade, raça e miscigenação.. 1999. (Congresso).

Fazendo Gênero 3.A medicalização do sexo ou o amor perfeito (mesa redonda). 1999. (Seminário).

I Jornada do NEPS.A intimidade luso-brasileira e a politica do espirito: a invenção da raça portuguesa no projeto nacional do estado novo. 1999. (Outra).

Nacionalismo, corpo e sexualidade.A fealdade tem cura: a estetização do povo brasileiro (Conferência). 1999. (Outra).

XVII Simpósio Nacional de História.Festas populares e escrita do Brasil (mesa redonda). 1999. (Simpósio).

XVII Simpósio Nacional de História..Fronteiras Celibatárias - nação, corpo e gênero (Conferência). 1999. (Simpósio).

Brazilian Studies Associations, thirt Conference. A Oktoberfest de Blumenau: turismo e etnicidade (grupo de trabalho). 1996. (Congresso).

Fazendo Gênero.Política de guerra, política de sexo - casais açorianos na defesa do sul do Brasil. 1996. (Encontro).

I Congresso Luso Brasileiro de história da educação. Leitura e escrita em Portugal e no Brasil 1500-1970. Imagem e pedagogia: da cruz de cedro renasce uma cidade santa. 1996. (Congresso).

III Reunião especial da SBPC.Política de guerra, política de sexo - Os casai açorianos na defesa do sul do Brasil. 1996. (Outra).

V Congresso da Associação internacional de lusitanistas. Política de guerra, política de sexo - os casais açorianos na defesa do sul do Brasil. 1996. (Congresso).

II Congresso internacional "Os rostos femininos da expansão portuguesa. Memória feminina das festas açorianas no sul do Brasil. 1995. (Congresso).

XVIII Simpósio Nacional de história - História e identidade.Identidade e história - a descoberta da açorianidade. 1995. (Simpósio).

XVIII Simpósio nacional de história - histórias e identidades.Da cruz de Cedro renasce uma Cidade Santa - imagem e pedagogia. 1995. (Simpósio).

Congresso internacional: O rosto feminino da expansão portuguesa. Memória feminina das festas açorianas no sul do Brasil. 1994. (Congresso).

Fazendo Gênero.Imagens que não se apagam. Representações de gênero na Oktoberfest. 1994. (Seminário).

Seminário de estudos sobre a mulher - Fazendo Gênero.Entre a casa e a rua. Memória Feminina das festas açorianas no sul do Brasil. 1994. (Seminário).

XII Encontro regional de história: Cultura, memória e poder.O grande teatro público. Construção da festa municipal. 1994. (Encontro).

Semana de pesquisa.Eles e elas na Oktoberfest. Construção cultural de gênero em uma festa teuto-brasileira. 1993. (Outra).

XIII Reunião anual da SBPH.Os risos de Desterro no século XIX. 1993. (Outra).

XIII Reunião anual da SBPH.Eles e elas na Oktoberfest - construção cultural de gêneros em uma festa teuto-brasileira. 1993. (Outra).

Congresso internacional América 92 - Raízes e trajetórias. A farra do boi no litoral de Santa Catarina e diversidade cultural. 1992. (Congresso).

XLII Reunião anual da SBPH.A farra do boi: o horror do Rogério e a alegria da Elvira - um campo para investigação da história cultural. 1991. (Outra).

XVI Simpósio da ANPUH.Memória e festa. 1991. (Simpósio).

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Participação em bancas

Aluno: MARIA INÉS TRAVIESO RIOS KINCHESCKI

FLORES, M. B. R.; Angeli, M.; Teixeira, L; Moraes, S.. Rastros de uma memória urbana: Casco Fundamental da Colônia do Sacramento. 2019. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Atena Pontes de Miranda

Costa, R.; MELO, S. F.;FLORES, M. B. R.. Imagens da Marie Claire francesa. 2019. Dissertação (Mestrado em Design) - Universidade Federal de Pernambuco.

Aluno: Arielle Rosa Rodrigues

PEDRO, J. M.;FLORES, M. B. R.; LOHN, R. L.. Os alternativos da ditadura: o caso do jornal Afinal (Florianópolis 1980-1981). 2018. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Janaina de Fátima Zdevskyi

Silveira, A. d.;FLORES, M. B. R.; Bonaldo, R. B.. A Prostituição Sagrada e os entrelaçamentos transculturais no Antigo Crescente Fértil. 2018. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Lucienne de Almeida Machado

Veloso, S;FLORES, M. B. R.; Almeida, M. A arte no feminino como performance de si. 2018. Dissertação (Mestrado em PERFORMANCES CULTURAIS) - Universidade Federal de Goiás.

Aluno: Kennya Souza Santos

Correa, Silvio M.S.;FLORES, M. B. R.. Caricaturando a África do Sul: Dilemas e desafios em 20 anos de democracia (1994-2014). 2018. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Vera Beatriz de Jardim Sayão Barros

LIMA, H. E.; Mamigonian, Beatriz G.; Muaze, B.; Sayão, T.;FLORES, M. B. R.. Os álbuns de Violeta: Trajetórias familiarese gostos sociais nos álbuns de fotografias (Rio de Janeiro, 1855-1897). 2017. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Arielle Rosa Rodrigues

PEDRO, J. M.;FLORES, M. B. R.; FALCÃO, L. F.. Nas páginas impressas e nas memórias: a trajetória histórica do Jornal Afinal (Florianópolis, 1980-1981). 2017. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Gabriel Cruz de Souza

SANTANNA, M. R.;FLORES, M. B. R.. As artesãs irmãs Souza: visualidade e arte popular em Santa Catarina (Araranguá, 1980). 2017. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

Aluno: Hellen Martins Rios

NEDEL, L B;FLORES, M. B. R.. Preserva ou deixe ruir? Processo de patrimonialização da Ponte Hercílio Luz. 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Tiago Alexandre Viktor

PIAZZA, M. F. F.;FLORES, M. B. R.; DUARTE, A. L.; SILVA R. V.. Trajetórias de constituição e fundamentos do modernismo de grupo Festa. 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Pamella Amorim Liz

P. Knauss; MARTINS, I. L.;FLORES, M. B. R.. O homem das bruxas: memórias e apropriações de Franklin Cascaes. 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal Fluminense.

Aluno: Cecília de Souza Reibnitz

PIAZZA, M. F. F.;FLORES, M. B. R.; RAMOS, T. R. O.; MATOS, F.. A Literatura Catarinense a partir da Revista Terra: canonização, crítica literária e sociabilidades.. 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Lidiane Alvares Mendes

Morga, A.E.;FLORES, M. B. R.; Queirós, C. A. B.. Na esteira da loucura: Colônia de Alienados Eduardo Ribeiro Práticas e Representações na Ala Feminina Manaus (1894-1930). 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal do Amazonas.

Aluno: Adérito Schneider Alencar e Távora

SERPA, É. C.; VILELA, A. L.;FLORES, M. B. R.; Sandes, N. F.. O Rap do Pequeno Príncipe contra as almas sebosas. 2015. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Goiás.

Aluno: Luciana Fiamoncini

FLORES, M. B. R.; Kraemer, C.; Fritzen, M. B.. Corpo e escola multisseriada: dinâmicas da memória nas narrativas de estudantes da década de 60. 2015. Dissertação (Mestrado em Educacao) - Fundação Universidade Regional de Blumenau.

Aluno: Murilo Sousa Rosa

SANTANNA, M. R.; ASSIS, G. de O.;FLORES, M. B. R.. Arte e política na obra de Willy Zumblick. 2015. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

Aluno: Vera Beatriz Jardim de Sayão Barros

LIMA, H. E.;FLORES, M. B. R.. Representações da Família e da Vida Privada nos Álbuns de Retrato do Século XIX. 2015. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Carina Sartori

VIDAL, L.;FLORES, M. B. R.. Entre France et Brésil : l?itinéraire de Michel-Marie Derrion. 2013. Dissertação (Mestrado em Histoire) - Université de La Rochelle.

Aluno: Fernanda Rodrigues de Assunção

FLORES, M. B. R.; FEDRIGO, F. S.; Rafael Saddi Teixeira. O universo de Frida Kahlo à sombra da experiência revolucionária mexicana: pintura, corpo e identidade, das décadas de 1920 a 1950.. 2013. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Goiás.

Aluno: Everton de Oliveira Mores

COELHO, M.;FLORES, M. B. R.CAMPOS, E. C.. Deslocados, desnecessários: o ódio e a ética nos fanzines punsks (Curitiba, 1900-2000). 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Cleber Alves Pereira Júnior

DIENER, P.;FLORES, M. B. R.. Rastros de um folguedo de roda: práticas e significados do cururu na Cuiabá do século XIX. 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Mato Grosso.

Aluno: Clarice Caldini Lemos

FLORES, M. B. R.; PIAZZA, M. F. F.; BEIRED, J.L.B.. Os Bastiões da nacionalidade: nação e nacionalismo nas obras de Elysio da Carvalho. 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Beatriz D'Agostin Donadel

FLORES, M. B. R.. Hélio Oiticica e o Sentido da Participação do Público na Arte Brasileira dos anos 60: da "Obra Aberta" ao "Exercício Experimental da Liberdade". 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Hellen da Silva Zago

Flores, Cláudia R.;FLORES, M. B. R.. Ensino, Geometria e Arte: um olhar oara as obras de Rodrigo de Haro. 2009. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Carla Fernanda da Silva

BRANCHER, Ana L.; SEVERINO, J. R.;FLORES, M. B. R.. GRAFIAS DA LUZ: A narrativa visual sobre a cidade na Revista Blumenau em Cadernos. 2008. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Felipe Carlos de Oliveira

LIMA, H. E.; CHEREM, R.M.;FLORES, M. B. R.. A aclamação da República: Imagens do ideário político catarinense. 2008. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Anna Maria Dias Vreeswijk

SALOMON, M.;FLORES, M. B. R.; FEDRIGO, F. S.. Subjetivação e disciplinarização dos sem-terra: uso e controle da imagem fotográfica no Jornal do MST. 2008. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Goiás.

Aluno: Marcia Bortoli Uliana

FLORES, M. B. R.; Souza, João C.; LEITE, Eudes. F.. Reler páginas e interpretar falas: Pato Bragado - Cidade, identidade e memória (1985-2005). 2008. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal da Grande Dourados.

Aluno: Celso João de Souza Junior

PIAZZA, M. F. F.;FLORES, M. B. R.. O exilio no Brasil profundo: a colônia Santa Tereza. 2007. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Rosemeri Moreira

STADINISKY. Hilda P.;FLORES, M. B. R.. Entre o escudo de Minerva e o manto de Penélope. 2007. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Carla Cristina Pedrozo da Silva

FLORES, M. B. R.. A cidade está em festa! Festas urbanas e representações do espaço no oeste catarinense (1980-1990). 2005. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

Aluno: Fabio F

BRANCHER, Ana L.;FLORES, M. B. R.. Feltrin de Souza. Canções de um fim de século. História música e comportamento na década encontrada (1978-1991). 2005. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Adriana Larentes da Silva

FLORES, M. B. R.. Fazendo cidade: a construção do urbano e da memória em São Miguel do Oeste - SC. 2004. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Valéria Ochoa Oliveira

FLORES, M. B. R.. Um olhar sobre as Musas de Eliseu Visconti: A pintura do Foyer do teatro Municipal do Rio de Janeiro. 2004. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Uberlândia.

Aluno: Velor Pereira Carpes da Silva

FLORES, M. B. R.; AURAS, M.; DALABRIDA, N.; SCHEIBE, L.. Escola de aprendizes marinheiros e as criançasdesvalidas - Desterro/SC 1857-1889. 2002. Dissertação (Mestrado em Pedagogia) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Marilange Nonnenmacter

FLORES, M. B. R.; ISÁIAS, A. C.; CUNHA, M. T. S.; CAMPOS, C. M.. Um lugar de memória. Rua Conselheiro Mafra no século XX. 2002. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Delotide Cristina Flores Soratto

FLORES, M. B. R.; ISAIA, A. C.; KLUG, J.. Poderes locais e a implantação da Diocese de Tubarão (1940-1960). 2002. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Lucésia Pereira

FLORES, M. B. R.; FALCÃO, L. F.; SOUZA, O.; CAMPOS, C. M.. Florianópolis, década de 30: ruas, rimas e desencantos na poesia dissonante de Trajano Margarida. 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Silmara Luciane Miranda

FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; PEIXER, Z. I.; KUPKA, R. N.. Lages 1940 - Discursos e remodelações urbanas. 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Karla Leonora Dahse Nunes

FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; CUNHA, M. T. S.; ISÁIAS, A. C.. Antonieta de Barros: uma história. 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Alexandra Silva de Oliveira

FLORES, M. B. R.; PAULILO, M. I.; NODARI, E. S.; PEDRO, J. M.. As páginas da Beleza. As representações sobre a beleza feminina na imprensa (1960 - 1980). 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Santino de Andrade

FLORES, M. B. R.; SCHMITZ, S.. Os alemães estão chegando: discurso sobre o imigrante alemão em Santa Catarina (1850-1890). 2000. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Aldonei Machado

FLORES, M. B. R.; CUNHA, M. T. S.; BENAKOUCHE, T.; CZESNAT, L. O.. A cidade no Dial: Florianópolis nas ondas médicas e curtas da rádio (década de 40 e 50). 1999. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Claudia Cristina Zanela

FLORES, M. B. R.; SCHMTIZ, S.; WOLLF, C. S.; CZESNAT, L. O.. Atrás da porta - o discurso sobre o turismo na Ilha de Santa Catarina. 1999. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Luciana Rossato

FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; CAMPOS, C. M.; SCHMITZ, S.. Imagens construidas: imaginario politico e discurso federalista no Rio Grande do Sul (1889-1896). 1999. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Cristina Ferreira

FLORES, M. B. R.; KLUG, J.; DICKIE, M. A. S.; MAGALHÃES, M. B.. Cidadania e Identidade na sociedade teuto-brasileira: José Decke e os embates inzerétnicos no Vale do Itajaí. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: LAUCÍ APARECIDA CAVALETT

FLORES, M. B. R.; DIRKSEN, V.; KLUG, J.. O integralismo e o teuto-brasileiro Joinville 1930-1938. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Marise da Silveira Veríssimo

FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; DIAS, M. F. S.; WOLLF, C. S.. Marias do socorro - mulheres presas, mulheres torturadas. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Maria do Carmo dos Santos Bastos

FLORES, M. B. R.; SCHMITZ, S.; ALMEIDA, R. P.; DIRKSEN, V.. Luzes e sombras. A história da empresa Força e Luz Santa Catarina S.A.. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Karen Christine Rechia

FLORES, M. B. R.; WOLLF, C. S.; PEDRO, J. M.; MALUF, S.. Lembranças intimas de minha avó: partos, parteiras e outras histórias em Treze de Maio - Santa Catarina. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Maria do Carmo Santos Freitas

FLORES, M. B. R.. Sombras e luzes - História da Energia Elétrica em Blumenau. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

Aluno: Juçara Nair Wollf

FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; SALGADO, M. L. L.; CUNHA, M. T. S.. Espaços de sobrevivência e sociabilidade: uma análise do cotidiano de São Carlos/Santa Catarina (nas décadas de 1930 a 1945). 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Carlos Renato Carola

FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; FERLINI, V. L. A.; GALLIAN, D. M. C.. Dos subterraneos da história: as trabalhadoras das minas de carvão em Santa Catarina (1937-1964). 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: João Batista Bitencourt

FLORES, M. B. R.; SCHMITZ, S.; PASAVENTO, S. J.; CZESNAT, L. O.. Clio positivada: a artesania da cidade histórica de Laguna. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Patricia de Freitas

FLORES, M. B. R.; MALATIAN, T. M.; DUARTE, A. L.. Margem da palavra, silêncio do número: o negro na historiografia de Santa Catarina. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Paulete Maria Cunha dos Santos

FLORES, M. B. R.; CUNHA, M. T. S.; FIORE, N. A.; SERPA, É. C.. Protocolo do bom cidadão - série fontes: liçõesde moral e civismo na organização da educação em Santa Catarina (1920-1950). 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Roseli Zimmer

FLORES, M. B. R.; DIRKSEN, V.; KLUG, J.; COELHO, H. M. F.; SCHMITZ, S.. Pomerode, a cidade mais alemã do Brasil. As manifestações de germanidade de uma festa teuto-brasileira. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Janine Gomes da Silva

FLORES, M. B. R.; DIRKSEN, V.; PEDRO, J. M.; MENEZES, L. M.; CZESNAT, L. O.. Tensões, trabalho e sociabilidade: história de mulheres em Joinville no século XIX. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Gelta Madalena Jüng

FLORES, M. B. R.. O ensino de história - da teoria à pratica. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Fundação Universidade Regional de Blumenau.

Aluno: Beatriz Anselmo Olinto

FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; RESENDE, A. L. M.; PEDRO, J. M.. Uma cidade em tempo de epidemia - Rio Grande e a gripe espanhola (RS-1918). 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Marlene de Faveri

FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; CAPELATO, M. H. R.; SCHMITZ, S.. Moços e moças para um bom partido (a construção das elites - Itajaí 1929-1960). 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Adriane Schroeder Andermann

FLORES, M. B. R.; PIRES, F. D. Á.; CUNHA, M. T. S.; PEDRO, J. M.. Histórias de engenho: os engenho de farinha de mandioca em Florianópolis, economia, cuidados com a produção, imagens (1917-1920). 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Paulo Rogério Melo de Oliveira

FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; SOIHET, R.; CUNHA, M. T. S.; GESNAT, L. O.. O naturalista e o selvagem: a visão de Saint-Hilaire sobre os indios guaranis do Rio Grande do Sul. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Joseana Zimmermann

FLORES, M. B. R.; CAVALCANTE, B.; RAMOS, T. R. O.; CZERNAT, L. O.; CUNHA, M. T. S.. Ao sul os desejos: a cidade transfigurada na poesia de Eglê Malleiros. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Ivonete Pereira

FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; FELIX, L. O.; ISAIAS, A. C.. As decaidas: mulheres no quotidiano de Florianópolis (1900-1940). 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Tércio Pereira Di Gianni

FLORES, M. B. R.. Etnicidade e fortuna - estratégias dos italianos de boa estrela radicados em Franca a partir da grande imigração. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Elison antonio Paim

FLORES, M. B. R.. Fala professor(a): O ensino de história em Chapecó 1970-1990. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Aluno: Stélio Furlan

FLORES, M. B. R.. Agosto: Os (d)efeitos do real. 1995. Dissertação (Mestrado em Inglês: Estudos Linguísticos e Literários) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Eugenio Pascele Lacerda

FLORES, M. B. R.. As farras de boi no litoral de Santa Catarina. 1995. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Sergio Luiz Ferreira

FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; SIQUEIRA, M. P. S.; SERPA, É. C.. O banho de mar na Ilha de Santa Catarina 1900-1970. 1994. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Aurea Oliveira

FLORES, M. B. R.. A pedagogia do silêncio. 1993. Dissertação (Mestrado em Pedagogia) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Daiana Schvartz

FLORES, M. B. R.; Silva, M; Brides, B; Avancine, J. Arquivo Elke Hering: o indício de uma falha. 2019. Tese (Doutorado em Artes Visuais) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Miguel Angel Schmitt Rodriguez

Reales, L.;FLORES, M. B. R.; Wolff, J; Maiz, C.. La cabeza de Goliat: microscopia de um corpo político. 2018. Tese (Doutorado em Literatura) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Cristina Iuskow

FLORES, M. B. R.; LOHN, R. L.; CUNHA, M. T. S.;BERETA, Cristiani; Voigt, M. R.. O salazarismo atravessa o Atlântico: Brasil e Portugal na Revista Luso-Brasileira (1961-1074). 2018. Tese (Doutorado em História) - Universidade do Estado de Santa Catarina.

Aluno: Ana Rita Vidica Fernandes

BORGES, M. E.;FLORES, M. B. R.; Jesus, S.; Silva, V.. Tempo andante da intervenção urbana: relações temporais nas obras "Imagens posteriores", "Giganto" e "Polaroide". 2017. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Goiás.

Aluno: Fernando Antonio Vitoria

NEDEL, L B; LOHN, R. L.; Paim, E. A.; Machado, P.; WOLFF, C. S.;FLORES, M. B. R.. Uma Nova História para o Velho Oeste. O "Resgate" da Memória e a Reescrita da História do Oeste Catarinense no Projeto do Ceom (1987-2006). 2017. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Clarice Caldini Lemos

FLORES, M. B. R.; PIAZZA, M. F. F.; ISAIA, A. C.; Luca, T. R.; MATOS, F.. O intercâmbio cultural luso-brasileiro através das revistas América Brasileira, Lusitania e Nacão Portuguesa. 2017. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Nisael Costa Correa

KLUG, J.;FLORES, M. B. R.; Segata, J.; FALCÃO, L. F.. As rinhas de galo no Brasil: o caso de uma prática diante das alterações de sensibilidades em relação aos animais. 2017. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Marcela Krüger Corrêa

Campos, N.;FLORES, M. B. R.; Nascimento, L.; Carroso, V. L.. Das ilhas de lá à ilha de cá: construção da identidade açoriana no litoral catarinense. 2017. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Michele Bete Petry

VAZ, A. F.; P. Knauss; V. A. Mello;FLORES, M. B. R.; COELHO, M. C.;CAMPOS, E. C.. Revistas como exposição: arte do espetáculo e arte nova no Rio de Janeiro (1895-1904). 2016. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Túlio Henrique Pereira

LEHMKUHL, L. .;FLORES, M. B. R.; RIBEIRO JUNIOR, F.P.R.; CARMO, M.A.A.; PARANHOS, K.R.. Que coisa é essa, yôYô? Cor e raça na imprensa ilustrada da Bahia. 2016. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Uberlândia.

Aluno: Marta Magda Antunes Machado

M. F. Hartung;FLORES, M. B. R.; F, Torres-Londoo; NUNES, M. J. F. R.; MALUF, S.; DETURCHE, J. P. L.. A arte de ser parente. Negro/as açorianos/as e relações de família no Sul do Brasil. 2016. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Rafael Guarato dos Santos

NEDEL, L B;FLORES, M. B. R.; XAVIER, J. J.; MONTYSUMA, M. F. F.; TORRES, V. L. A.. Em boa companhia: a trajetória do Ballet Stagium na memória da crítica e da historiografia da dança no Brasil. 2016. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Joachin de Melo Azevedo Sobrinho Neto

PIAZZA, M. F. F.; CUNHA, M. T. S.;FLORES, M. B. R.; NEDEL, L B; RAMOS, T. R. O.; Botelho, Denilson. Vida Literária e Desencanto: uma história da formação intelectual de Lima Barreto (1881-1922). 2015. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Marcos Alexandre de Melo Santiago Arraes

Rampinelli, W. J.;FLORES, M. B. R.; Voigt, M. R.; Oliveira, Paulo R.; TEO, M.. Tramas do olhar: americanismo, guerra fria e a emergência de um novo regime visual no Brasil. 2015. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Misael Costa Corrêa

KLUG, J.;FLORES, M. B. R.; FALCÃO, L. F.. As rinhas de galo no Brasil.. 2015. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Joachin de Melo Azevedo Neto

PIAZZA, M. F. F.;FLORES, M. B. R.; Botelho, Denilson. Literatura e desencantos modernos: o mal no pensamento de Lima Barreto. 2013. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Paulo Augusto Tamanine

FLORES, M. B. R.; SOUZA, Rogério L.; ASSIS, G. de O.; FAVERI, M.; CAIRUS, H. F.. A prece ucraniana na pressa da cidade: as renegociações das práticas religiosas ucranianas nos espaços da cidade de Curitiba a partir de 1960.. 2013. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Fábio Francisco Feltrin de Souza

FLORES, M. B. R.; BRANCHER, Ana L.;CAMPOS, E. C. DE. Extremidades da nação: violência, biopolítica e anti-modernidade no discurso fundacional da Argentina. 2011. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Tércio Pereira Di Gianni

LEWKOWICZ. Ida;FLORES, M. B. R.. Negociações e convívio cultura: Museu Histórico da sentinela paulista, 1957-1972. 2008. Tese (Doutorado em História) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Aluno: Maria Rúbia Sant'Anna

FLORES, M. B. R.. Aparência e Poder - Novas sociabilidades urbanas em Florianópolis, de 1950 a 1970. 2005. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Luciana Rossato

FLORES, M. B. R.. A lupa e o diário: história natural, viagens científicas e relatos sobre a Capitania de Santa Catarina (1763-1822). 2005. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Márcia Santos de Souza

FLORES, M. B. R.. Representações sociais e etnia: um retrato interdisciplinar de escola agrícola. 2004. Tese (Doutorado em Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Marlene de Faveri

FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; ARAÚJO, H. R.; DIAS, M. O. L.; WOLFF, C. S.; NODARI, E. S.. Memórias de uma (outra) guerra. Cotidiano e medo durante a II Guerra Mundial em Santa Catarina. 2002. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: José Adilçon Campigoto

FLORES, M. B. R.. Hermenêutica da Fronteira: a fronteira entre o Brasil e o Paraguai. 2002. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Rosangela Miranda Cherem

FLORES, M. B. R.. Os faróis de Tempo Novo - política e cultura no amanhecer republicano da capital catarinense. 1998. Tese (Doutorado em História Social) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Maurides Badista de Macedo F

FLORES, M. B. R.. Oliveira. Mito e sobrevivência no garimpo: a cidade de Baliza - Goiás 1922-1960. 1997. Tese (Doutorado em História) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Aluno: Marcos Ayala

FLORES, M. B. R.. História e cultura: negros do Rosário de Pombal. 1996. Tese (Doutorado em História Social) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Luana Balieiro Cosme

Silva, J.G.; Crescêncio, C.L.;FLORES, M. B. R.. Histórias em quadrinhos produzidas por mulheres: protagonismos na América Latina. 2019. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Fábio Andreas Ritcher

NEDEL, L B; Gonçalves, J.;FLORES, M. B. R.. Em nome de um Estado: a assembléia legislativa e o patrimônio histórico, artístico e cultural. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Rodolpho Alexandre Santos Melo Bastos

Silveira, A. d.; CAMPOS, D. Q.; Veiga, A;FLORES, M. B. R.. Ave Maria Cheia de Filmes! Transtemporalidade do Sagrado e do Feminino através da presença de Maria no filme Io sono con te.. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Daiana Schvartz

Avancine, J;FLORES, M. B. R.; Kern, D.. O arquivo em Elke Hering: o indício de uma falta.. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Artes Visuais) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aluno: Leisi Fernanda Moya

FLORES, M. B. R.; Santos, A C; Neckel, N. Danças circulares sagradas: a contribuição de Bernhard e Maria Gabriele Wosien. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Ciências da Linguagem) - Universidade do Sul de Santa Catarina.

Aluno: Rodrigo de Souza Mota

Silva, J.G.; Oliveira, M. R.; Fiaminghy, L.;FLORES, M. B. R.. Construções identitárias na música de Florianópolis (1994-2014).. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Daniel Lula Costa

Silveira, A. d.; Bonaldo, R. B.; Gaspari, S;FLORES, M. B. R.. Revelação Figural: alegoria e presença dos seres híbridos na Divina Comédia.. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Marcos Alexandre de Melo Santiago Arraes

Rampinelli, W. J.;FLORES, M. B. R.; Paulo R.. Paradigmas do olhar: cultura visual e americanismo no Brasil nas duas primeiras décadas da Guerra Fria. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Sílvio Sérgio Oliveira Rodrigues

FLORES, M. B. R.; Assmann, S. J.; Piedade, A. T. de Camargo. Ensaios da Poièsis "Manguebeat": fluxos interdiscursivos, tecnocultural e condição humana na contemporaneidade. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Lucésia Pereira

FLORES, M. B. R.; BRANCHER, Ana L.. Arte e Coexistência: Vanguarda artística em Santa catarina - sobreposições, choques e assimilações (1960/1980). 2011. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Fábio Francisco Feltrin de Souza

BRANCHER, Ana L.;FLORES, M. B. R.. xxxxx. 2010. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Maria Inés Traviesco Rios Kincheschi

ANGELI, M. N. B.; Teixeira, L; Moraes, S;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS; Maria Bernardete Ramos Flores. Rastros de uma memória urbana: (re)invenções do Casco Fundacional de Colónia do Sacramento. Uruguai. 2018.

Aluno: Lucienne de Almeida Machado

Veloso, S;FLORES, M. B. R.; Almeida, M; Reinato, E. Pagu: A arte no feminino como performance de si. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em PERFORMANCES CULTURAIS) - Universidade Federal de Goiás.

Aluno: Natália Marques Cavalcante de Oliveira

FLORES, M. B. R.; Idargo, A. B.; Luyten. S. B.. Nós somos Loli Lovers. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em Sociologia Política) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Leonardo Ibiapina Beviláqua

LIMA, H. E.; NEDEL, L B;FLORES, M. B. R.. Automóveis pela cidade: automobilidade e crimes de trânsito em Fortaleza na década de 1920. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Natan Schmitz Kremer

VAZ, A. F.; Oliveira, A.;FLORES, M. B. R.; Idargo, A. B.. Caixa Postal 384: a Revista Sul em diálogo com o Brasil (1948-1957). 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Sociais) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Rita de Cassia Lopas Haas

FLORES, M. B. R.; NONNENMACHER, M.. As tramas, as significações e as transformações urbanas de Florianópolis através da História da Ponta do Coral. 2004. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Laércio Luiz Vieira

FLORES, M. B. R.; NODARI, E. S.; NÖTZOLD, A. L. V.. Rendeira: profissão em extinção. 2000. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Sando da Silveira Costa

FLORES, M. B. R.; FARIAS, V. F.; COELHO, G. J.. Os engenhos de farinha de mandioca na Ilha de Santa Catarina: uma perspectiva atual.. 1995. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: José Carlos dos Santos Debus

FLORES, M. B. R.; CZESNAT, L. O.. D. João de Jaqueta: um exercicio de historia e literatura. 1994. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.

Aluno: Hercídia Maara Facuri Coelho

FLORES, M. B. R.. Imigração e história local: Sírios e Libaneses em Franca. 1998. Outra participação, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

FLORES, M. B. R.; Couto, E. G.; Cattanni, I.; Papavero, N. Maria de Fátima Gomes Costa. 2019. Universidade Federal de Mato Grosso.

FLORES, M. B. R.; PARANHOS, K.R.; Freire, L. A.; Nunes Filho, P.. Luciene Lehmkuhl. 2019. Universidade Federal da ParaÃba.

Gomes, A.; Muylaert, J.;FLORES, M. B. R.; Bresciani, M. S.. Jacy Seixas. 2018. Universidade Federal de Uberlândia.

FLORES, M. B. R.; Menandro, P R; Odwayer, E.; Passos, E.. ANTONELLA tASSINARI. 2016. Universidade Federal de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.; Menandro, P R; Odwayer, E.; Passos, E.. Sônia Weidner Maluf. 2016. Universidade Federal de Santa Catarina.

Burnester, A. M; Queluz. M. L.; Queluz, G. L.;FLORES, M. B. R.. Magnus Roberto de Mello Pereira. 2016. Universidade Federal do Paraná.

FLORES, M. B. R.; Chalhoub, S. História da Amazônia. 2015. Universidade Federal do Pará.

FLORES, M. B. R.; CHAUL, N. F.; Martins, E.; Fróes, V.. Noé Freire Sandes. 2015. Universidade Federal de Goiás.

FLORES, M. B. R.; Martins, E.; CHAUL, N. F.; Fróes, V.. Leandro Mendes Rocha. 2015. Universidade Federal de Goiás.

FLORES, M. B. R.; CHAUL, N. F.; Martins, E.; Fróes, V.. Dulce Oliveira Amarante. 2015. Universidade Federal de Goiás.

FLORES, M. B. R.; Lisboa, F.S.G.; Nagel, L.M.. Concurso para Professor Substituto do Departamento de História. 2008. Universidade Federal de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.; Manuelina Duarte; Gilson Nunes. Concurso Público da Magistério Superior/Museologia e Gestão de Arquivos. 2013. Universidade Federal de Santa Catarina.

Karpinky, C;FLORES, M. B. R.; DIENER, P.. História, Cultura, Imagens e Oralidades na América Latina. 2013. Universidade Federal da Integração Latino-Americana.

FLORES, M. B. R.. Banca do Concurso Público 001/2002 para a Área/Disciplina: História Antiga e Medieval. 2002. Universidade do Estado de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; SCAVANE, L.; COSTA, S. G.; BORGES, M. I. M.. Introdução à História da Formação dos Países Latino Americanos. 2014. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

FLORES, M. B. R.. Avaliação Trienal 2010 - CAPES. 2010. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

FLORES, M. B. R.; AREND, S. Avaliadora de Iniciação Científica @SIC UDESC. 2016. Universidade do Estado de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.; Hagemeyer, R. R.; CEZAR, T. A. C.; Gonçalves, J.. Comissão de Credenciamento e Recredenciamento de Docentes. 2015. Universidade do Estado de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.; MEYER NUNES, s.; O'SHEA, José R B. Banca Examinadora dos Pedidos de Progressão por Departamento. 2010. Universidade do Estado de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.. Banca Examinadora dos Pedidos de Progressão por Departamento. 2010. Universidade Federal de Santa Catarina.

Cupani, Alberto O.; MINELLA, Ary C.;FLORES, M. B. R.. Banca Examinadora dos Pedidos de Progressão por Departamento. 2010. Universidade Federal de Santa Catarina.

Cupani, Alberto O.; Botomé, Silvio P.;FLORES, M. B. R.. Banca Examinadora dos Pedidos de Progressão por Departamento. 2010. Universidade Federal de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.; Mamigonian, Beatriz G.; SOUZA, Rogério L.; Correa, Silvio M.S.. Comissão de Seleção de Candidatos de Mestrado e Doutorado - Turma 2011. 2010. Universidade Federal de Santa Catarina.

MINELLA, Ary C.;FLORES, M. B. R.; Guerra, Rogério F.. Banca Examinadora dos Pedidos de Progressão por Departamento. 2010. Universidade Federal de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.; LIMA, H. E.; Correa, Silvio M.S.; ISAIA, A. C.. Comissão de Critérios de Credenciamento e Aplicação. 2010. Universidade Federal de Santa Catarina.

FALEIRO, J. R.;FLORES, M. B. R.; COELHO, M.. Banca Examinadora dos Pedidos de Progressão por Departamento Res. 034/2007. 2008. Universidade do Estado de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.. XXXVI Fórum dos Coordenadores dos Programas de Pós-Graduação em História. 2008. Associação Nacional de História.

NODARI, E. S.;FLORES, M. B. R.. Solicitação de credenciamento ao Colegial de Pós-Graduação em História-UFSC (065/PPGH/2008). 2008. Universidade Federal de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.. Progressão Funcional 048/CFH/2008. 2008. Universidade Federal de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.. Progressão Funcional 033/CFH/2008. 2008. Universidade Federal de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.. Coordenadora, pro tempore, do Curso de Pós-Graduação em História do CFH. 2008. Universidade Federal de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.. Coordenadora do Programa de Pós-Graduação Strictu sensu do CFH (Gestão 2006-2008). 2006. Universidade Federal de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.. Coordenadora, pro tempore, do Curso de Pós-Graduação em História do CFH (FG-1). 2006. Universidade Federal de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.. Consultora ad hoc, seleção dos projetos de pesquisa. 2005. Universidade do Estado de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.. Banca examinadora do concurso público de professor titular- RDIDP. 2005. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

FLORES, M. B. R.. Consultor ad hoc do CNPq e da CAPES. 2004. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

FLORES, M. B. R.. Professora Convidada na Universidade do Ninho - Polo de Azúrem. 2000. Universidade do Ninho.

FLORES, M. B. R.. Coordenadora do Programa de Pós-Graduação strictu sensu do CFH. 1997. Universidade Federal de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.. Concurso para professor assistente. 1992. Universidade Federal de Santa Catarina.

FLORES, M. B. R.. Concurso para professor assistente. 1992. Universidade Federal de Santa Catarina.

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Comissão julgadora das bancas

Maria de Lourdes Mônaco Janotti

JANOTTI, M. L. M.. Teatros da vida, cenários da História. A farra do boi e outras festas na Ilha de Santa Catarina. (Literatura e interpretação). 1991. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

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Orientou

Gabriel Cruz de Souza

"Entrelaçando imagens: a visualidade do PROCARTE e o artesanato na América Latina (1970-1980)"; Início: 2020; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; (Orientador);

Paulo Henrique Tôrres Valgas

ATRAVESSAMENTOS, BIFURCAÇÕES E DESCONTINUIDADES: O URBAN SKETCHERS DIANTE DO TEMPO; Início: 2020; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; (Orientador);

MARIA INÉS TRAVIESO RIOS KINCHESCKI

La ciudad sin nombre: experiências estéticas no espaço urbano moderno; Una visión desde el Sur [Uma visão a partir do Sul]; Início: 2020; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Leticia Portela

A mulher atômica; Medo, ansiedade e os regimes emocionais da Guerra Fria nos egodocumentos de Sylvia Plath; Início: 2019; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Ligia Maria Bremer

Montagem e/ou desmontagem da literatura nas ruínas de Francisco Brenand; Início: 2019; Tese (Doutorado em Doutorado em Letras/Inglês e Literatura Correspondente) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Coorientador);

Jeferson Augusto da Cruz

Aracaju em (Re)vista(s): representações do cotidiano da Belle Époque aracajuana através das imagens nas revistas ilustradas Fon-Fon, O Malho e Careta; (1910-1926); Início: 2019; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; (Orientador);

Stênio Ronald Mattos Rodrigues

"Uma parte de mim é todo mundo: memória, hibridação cultural e identidade no diálogo transcultural entre América Latina e a Península Ibérica na arte musical de Raimundo Fagner (1978-1983)"; Início: 2018; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);

Marisangela Lins de Almeida

Trabalho, terra e família: relações de gênero na dinâmica social faxinalense; Início: 2018; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Coorientador);

Reverson Nascimento

DAS TERRAS TUPINIQUINS A INSERÇÃO NO REINO DO TIO SAM: ARTE, MEMÓRIA E EXPERIÊNCIA DOS QUADRINISTAS BRASILEIROS NO MERCADO NORTE-AMERICANO (1991-2002); Início: 2017; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; (Orientador);

Jacinta Milanez Gislon

A EXALTAÇÃO DA ETNICIDADE E O CONSUMO CULTURAL NA ARQUITETURA DE CENÁRIO; Início: 2017; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; (Orientador);

Joaquim Paka Massanga

Ponta de Padrão e o Porto Mpinda - Angola: sobre Patrimônio; Início: 2017; Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em História da UFSC) - Universidade Federal de Santa Catarina, PEC-PG-CAPES; (Orientador);

Everson Antunes

O cinema pode matar? Sobre a violência explícita em Laranja Mecânica, Holocausto Canibal e Assassinos por Natureza; 2020; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Alexandra Lis Alvim

Um tardio sonho hippie em Porto Alegre: a cidade de Super-8 em "Deu pra ti, anos 70" (1981) e "Coisa na roda" (1982); 2016; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Thays Tonin

Os fantasmas da modernidade e as imagens distópicas em quadrinhos e outras artes; 2015; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Sabrina Fernandes Melo

Arquitetura e ressonâncias urbanas em Florianópolis na primeira metade do século XX; 2013; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Carina Sartori

Na alvorada de um sport: o Remo na Ilha de Santa Catarina; 2013; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Beatriz D' Agostin Donadel

Hélio Hoiticica e o Sentido da Participação do Público na Arte Brasileira dos anos 60: da Obra Aberta ao Exercício Experimental da Liberdade; 2010; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Cristiane Cecchin

Literatura para uma vida em matrimônio; 2010; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Miguel Ángel Scmitt Rodriguez

Cinema Clássico Americano e Produção de Subjetividades: o cigarro em cena; 2008; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Adriana Angelita da Conceição

No vai e vem das cartas; A arte de governar da política colonial setecentista lusa através da epistolografia; 2006; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Ricardo Machado

De colônia à cidade : Blumenau: 1850-1920; 2006; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Ananias Alves Martins

A mobilidade da ordem urbana: a reconstrução dos lugares na São Luís do século XIX; 2005; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Marcos Batista Schuh

Palavras de fé em mãos que trabalham; Caminhos para a organização da paróquia São carlos Borromeu - São Carlos/SC; 2004; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Glaucia Dias da Costa

Vida noturna e cultura urbana em Florianópolis (décadas de 50, 60 e 70 do século XX); 2004; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Joanna Steiner dos Santos

A nomatização dos sepultametos em Nossa Senhora do Desterro; uma história funerária; 2004; 0 f; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Silvia Gomes Bento de Mello

O Gigante e a locomotiva; Projetos de modernidade e estratégias de territorialização no Paraná; (Guarapuva 1919-1945); 2003; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Mirian Adriana Branco

Corpos Nefastos - Cidadania incerta; Em Lages, centro cívico Cruz e Souza e a invenção da nação; 2002; 0 f; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Luciana Rosar Fornazari

Luciana Rosar Fornazari; "Imagens de Homens, Imagens de Mulheres: a constituição da diferença entre os gêneros na publicização dos corpos pela imprensa (1946-1960); ; 2001; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Francisco Alfredo Braun Neto

Artefatos do Corpo; Os desejos de produzir corpos perfeitos em itajaí na década de 20; 2001; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Cristina Iuskow

Brasilidade e embelezamento: o canto orfeônico e a assepsia dos gestos corporais; 2001; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Lourival Andrade jr

; Mascara de Sonhos - as experiências do circo teatri en Santa Catarina O cine-teatro Nha Anna e a atividade mambembe de Getúlio a Juscelino; 2000; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Marli de Oliveira Costa

Artes de viver: recriando e reinventando espaços; Memórias das familias na vila operária mineira Próspera; Criciúma-1945-1961; 1999; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Emerson César de Campos

O catarinense de bombacha: Movimento tradicionalista gaucho em Santa Catarina (1959-1997); 1999; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Miriam Aparecida Tesseroli

Passeio Pela Vida Breve de Sezefredo das Neves - Entretecendo Historia e Literatura; 1998; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

José Roberto Severino

A Maquiagem Possivel - Itajai e A Identidade Acoriana; 1998; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Méri Frotscher

Etnicidade e trabalho alemão: outros usos e outros produtos do labor humano; 1998; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

KATIANE BRUHNS

Espaço de Sociabilidade e O Idioma - A Campanha de Nacionalização Em Joinville; 1997; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

LUCI OSTETO

Vozess Que Recitam, Lembranças Que Se Refazem; 1997; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Mário César Coelho

Moderna Ponte Velha - Arte e Tecnica Na Ponte Hercilio Luz; 1997; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Paulo Cesar dos Santos

Espaco e Memoria - O Aterro da Baia Sul; 1997; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Arsele de Andrade da Fontoura

Por entre luzes e sombras; Hospital Colônia Santana: (re) significando um espaçp de loucura; 1997; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

JOSEANE ZIMMERMANN

Ao Sul Os Desejos - A Cidade Figurada Na Poesia de Eglê Malheiros; 1996; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Mara Rúbia Santanna

O Velho No Espelho - Um Cidadao Que Envelheceu; 1996; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Luciene Lehmkuhl

Imagens Alem do Circulo - O Grupo de Artistas Plasticos de Florianopolis A A Positivacao de Uma Cultura Nos Anos 50; 1996; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Ana Maria Marques

Codidiano e Religiao - A Construcao de Uma Cultura Religiosa Em Nova Trento; 1995; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

DAVI FELIX SCHEURNER

A Formacao de Uma Cultura do Trabalho; 1995; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Thayse Fagundes e Braga

A trajetória do arquiteto alemão Simão Gramlich em campos cruzados no Sul do Brasil: arquitetônico, religioso e político; 2020; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Lucy Cristina Ostetto

Potência negra enunciadora na estética decolonial de Rosana Paulino; 2020; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Talita Sauer Medeiros

Mulheres na produção de histórias em quadrinhos: da invisibilidade à construção de espaços próprios; 2019; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Marcos Sardá Vieira

Cidade do Desapego: o estar-queer na urbanidade contemporânea; 2018; Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Sabrina Fernandes Melo

Robert Chester Smith e o Colonial na Modernidade Brasileira: entre História da Arte e Patrimônio; 2018; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Marcos Luã Freitas

O entre-lugar de um pensamento próprio; Filosofia da história na obra do intelectual índio boliviano Fausto Reinaga (1940-1991); 2018; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Gloria Alejandra Guarnizo Luba

O (não) lixo na era do consumo: Museu, Cidade, Arte; 2018; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Christiane Heloisa Kalb

Do instante esplêndido à decadência: patrimonialização e judicialização do Cine Palácio de Joinville; ; 2017; Tese (Doutorado em Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Arnaldo Haas Junior

História, aprendizagem histórica e o Ensino Médio: Reflexões sobre (im)possibilidades da Educação Escolar no confronto com a cultura escolar; ; 2017; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Luana Loria

Manifestações artísticas como contra-narrativas: estudos de casos das periferias do Rio de Janeiro e Lisboa; 2017; Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Erasmus Mundus; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Ana Bárbara Pedrosa

Escritoras portuguesas e Estado Novo: as obras que a ditadura tentou apagar da vida pública; ; 2017; Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Erasmus Mundus; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Ricardo Machado

O nomadismo de Félix Peyrallo Carbajal; 2016; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Francielly Rocha Dossin

Entre evidências visuais e novas histórias: sobre descolonização estética na arte contemporânea; 2016; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Gregori Michel Czizeweski

É APENAS UM JOGO: PENSAMENTO, CONDIÇÃO HUMANA E PÓS-MODERNIDADE NO FINAL DO SÉCULO XX NA HISTÓRIA EM QUADRINHOS OS INVISÍVEIS, DE GRANT MORRISON; ; 2016; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Thayse Fagundes e Braga

O Neogótico de Simão Gramlich (1887-1968) no Sul do Brasil; ; 2016; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Lucy Cristina Ostetto

A ARTESANIA DE SÔNIA GOMES: MEMÓRIAS, POÉTICAS E RELAÇÕES; 2015; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Daniela Queiroz Campos

Entre o eucronismo e o anacronismo: percepções da imagem na coluna Garotas do Alceu; 2014; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Nailze Pereira de Azevedo Pazin

Esporte para Todos (EPT): a reinvenção da alegria brasileira (1971-1985); 2014; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Sandra Iris Sobrela Abella

Uma análise do afresco "A Árvore de Jessé", de Giuseppe Arcimboldo; Articulações simbólicas; ; 2013; Tese (Doutorado em Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Coorientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Elisiana Trilha Castro

Aqui jaz uma morte: atitudes fúnebres através da trajetória da empresa funerária da família Haas de Blumenau; 2013; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Ana Lúcia Vilela

"Lamber o fio da gilete?: fricções entre Hélio Oiticica e o Dispositivo; 2011; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Fátima Costa de Lima

Alegoria Benjaminiana e alegorias proibidas no sanbódromo carioca: o cristo mendigo e a carnavalíssima trindade; 2011; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Alexandre Sardá Viera

Sessão das Moças: História, Cinema e Educação (Florianópolis 1943-1962); 2010; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Adriano Larentes

Migrações Internacionais e Mundos do Trabalho: brasileiros em Portugal e na Espanha (1986-2008); 2009; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

André Fabiano Voigt

A invenção do teuto-brasileiro; 2008; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Jacqueline Wildi Lins

Para uma históriadas sensibilidades e das percepções: vida e obra em Valda Costa; 2008; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Silvia Gomes Bento de Mello

Esses moços do Paraná; Circulação da escrita nos albores da República; 2008; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Edgard Garcia Junior

Tempo Narrado: Romances e Modernidades em Santa Catarina; 2008; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Marilange Nonnenmacher

Vida e Morte Miramar; Memórias urbanas nos espaços soterrados da cidade; 2007; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Mário César Coelho

Os Panorama perdidos de Victor Meirelles; 2007; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Fátima Costa de Lima

De Ratos, Urubus e um Cristo mendigo - Alegorias do carnaval carioca pós-Sambódromo; 2006; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Vera Regina Martins Colaço

O teatro da união operária: um palco em sintonia com a modernização brasileira; 2004; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Méri Frotscher

Da celebração da etnicidade teuto-brasileira à afirmação da brasilidade: ações e discursos das elites na esfera pública de Blumenau (1929-1950); 2003; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Emerson César de Campos

Territórios deslizantes: recortes, miscelâneas e exibições na cidade contemporânea - Cricuúma (SC) (1980-2002); 2003; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Eloah Rocha Monteiro de Castro

Jogo de formas híbridas; Arquitetura e modernidade em Florianópolis na década de 50; 2002; 0 f; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

MARLON SALOMON

O saber do espaco: ensaio sobre a geografizacao do espaco em Santa Catarina no s'eculo XIX; 2002; 292 f; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Luciene Lehmkuhl

Entre a tradição e a modernidade; O Café e a imagem do Brasil na Exposição do Mundo Português; 2002; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Eduardo Gomes Silva

2018; Universidade Federal de Santa Catarina,; Maria Bernardete Ramos Flores;

Sabrina Fernandes Melo

2018; Universidade Federal de Santa Catarina,; Maria Bernardete Ramos Flores;

Michele Bete Pertry

2018; Universidade Federal de Santa Catarina,; Maria Bernardete Ramos Flores;

Sigrid Nora

2013; Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Maria Bernardete Ramos Flores;

Gloria Alejandra Guarnizo Luna

Museus do Lixo no Brasil: museologia da ação e comunicação em rede; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Daniel Cristian Postal

Miguel Littín e a imaginação da história; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Lara de Oliveira Beck

As vivências do artista catarinense Aldo Beck: um estudo biográfico; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Thays Tonin

Distopia de V DE VINGANÇA e a releitura hollywoodiana pós 11/09; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Caroline de Lima Dassoler

CALENDÁRIO PIRELLI: O EROTISMO E FOTOGRAFIA; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

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Enchentes em Blumenau (1983-1984); 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Gabrielli de Jesus Zanca

Walt Disney no Brasil: A Revista Clima e Fantasia; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Carolina Dominschek

Conversando e lembrando: a casa como objeto de memória; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Robson Luca

FARRA DO BOI, CULTURA CRIMINALIZADA:O Processo de Criminalização e o Confronto de 1988, em Ganchos; ; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Priscila Garcia Prates

A beleza e a fealdade nos filmes de Branca de Neve e os sete anões e Cinderela; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

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Da questão racial à questão da higiene: o caipira brasileiro representado por Monteiro Lobato; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Priscilla Aparecida Goularte

"Sou a broa grosseira e modesta do pequeno sitiante"; Pão de milho: saberes e sabores; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Denise Gonzaga Santos

Museu de Arte de Santa Catarina e Arte e Educação; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Carina Sartori

Do outro lado da baía havia histórias: A presença francesa nas terras do Sahy - O caso Ledoux; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Rejane de Souza Rosa

Erotização em Cena: Imagens de Carmem Miranda e a Política da Boa Vizinhança; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Angela Augusta da Gama

A inserção da educação sexual na escola Coração de Jesus na década de 90; 2006; 87 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Fabrício Brusa Machado

O surgimento do surf em Florianópolis e sua consolidação na década de 80; 2006; 80 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Rose Elki Debiasi

Uma breve discussão sobre a questão racial na formação do pensamento social brasileiro; 2006; 60 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Beatriz D'Agostin Donadel

Imagens Siderópolis: progresso, modernidade, nostalgia e paradoxo; 2006; 57 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Juliana Carlin Bertollo

Palavras quase inúteis: a experiência modernista de Plínio Salgado; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Lizianai Márcia de Souza

Carnaval em Florianópolis 1947-1956; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Celso João de Souza Junior

Os Misantropos - Psiquiatria e eugenia (Santa Catarina - 1942); 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Rita de Cassia Lopes Haas

As tramas, as significações e as transformações urbanas de Florianópolis através da História da Ponta do Coral; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Miguel Angel Rodríguez

Erasmo de Roterdã e Descartes: o nascimento da razão; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Adriana Angelita da Conceição

No vai e vem das cartas: o funcionamento do governo colonial no enredo da Invasão Espanhola na Ilha de santa Catarina, 1777; 2003; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Helena Vieira Silva Heloisa

O passado de uma comunidade na história do Armazém Vieira; 2002; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Edneusa Carme de Souza

Da Invasão Espanhola da Ilha de Santa Catarina: a visão dos historiadores catarinenses; 2002; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Valmir Venicio Inacio

Lembranças de Engenhos da Ffreguesia de Nossa Senhora do Rosário da Enseada de Brito; 2002; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Jucélia Turatti

A criação do Museu Victor Meirelles (1940-1950); 2002; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Nailze Pereira de Azevedo Pazin

Educação dos gestos: a educação física no processo de regeneração da nação (1930-1945); 2001; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Glaucia Dias da Costa

Urbanização e identidade: Florianópolis nas décadas de 60 e 70; ; 2000; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Tathianni Cristini da Silva

Série fontes - atualização das condutas masculinas; 1999; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Rosilene Maria Alves

Ein Proist: na celebração da festa, a construção de uma cultura; 1995; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Giane Beliziária Figueiredo

Fenarreco: a economia da imagem; 1995; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Clarinice Eller

A festa do Divino Espírito Santo em Santo Amaro da Imperatriz - mudanças e permanências; 1993; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Adriane Schroeder

Um engenho de farinha; Deve ter três cantado; O trabalho e o lúdico no engenho de farinha de mandioca; ; 1991; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Carolina Bahier

Modernidade Arte e Pensamento: a imaginação em curso (Misticismo ? Primitivismo - Androginia - Utopia) Projeto PQ 1B; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Victor Wolfgang Kegel Amal

Modernidade Arte e Pensamento: a imaginação em curso (Misticismo ? Primitivismo - Androginia - Utopia) Projeto PQ 1B; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Thays Tonin

Os loucos anos vinte: imaginação e utopia; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Paola Rosa

OS LOUCOS ANOS VINTE: IMAGINAÇÃO E UTOPIAS; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, PIBIC- UFSC; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Letícia Gondim

OS LOUCOS ANOS VINTE: IMAGINAÇÃO E UTOPIAS; 2010; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Guilherme Vitoriano Pereira

De Musas e Apolos: O culto da beleza na formação do Brasil Moderno; Estética, imagem e tradição; 2010; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Mariana Carmona Braga

Loucos anos vinte: imaginação e utopia; 2010; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Larissa Chagas Daniel

De Musas e Apolos; O culto da beleza na formação do Brasil Moderno; Estética, imagem e tradição; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Gabrieli de Jesus Zanca

De Musas e Apolos; O culto da beleza na formação do Brasil Moderno; Estética, imagem e tradição; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Carina Sartori

De Musas e Apolos; Imagem e memória; ; 2008; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Guilherme de Almeida Américo

De Musas e Apolo; ; 2008; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Gabrielli Zanca

De Musas e Apolos; 2008; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Priscilla Aparecida Goularte

De Musas e Apolos: O culto da beleza na formação do Barsil Moderno; 2007; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Priscila Garcia Prates

De Musas e Apolos: O culto da beleza na formação do Brasil Moderno; 2007; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Beatriz d´Agostin Donadel

Caliban chega antes de Tio San: americanismo e virilização - corpo e estética; 2006; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Celso João de Souza Junior

Caliban chega antes de Tio San: americanismo e virilização - Corpo e estética; 2005; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Rose Elki Debiasi

Caliban chega antes de Tio: americanismo e virilização - corpo e estética; 2004; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Daniel Dalla Zen

Os loucos anos vinte: imaginação e utopia (apoio técnico); 2012; Orientação de outra natureza; (Museologia) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Carina Sartori

Bolsista de Apoio Técnico - Nível Superior; 2011; Orientação de outra natureza; (História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Paola Rosa

Estágio Não-Obrigatório; 2010; Orientação de outra natureza; (História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Paola Rosa

Laboratório de História e Arte - Labharte; 2009; Orientação de outra natureza; (História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

Larissa Chagas Daniel

Estágio Laboratório de Ensino; 2008; Orientação de outra natureza; (História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;

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Produções bibliográficas

  • FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS ; PETRY, MICHELE BETE . Na caverna de Tarsila: sobrevivências do primitivo como presença do não colonial. MODOS , v. 3, p. 115-132, 2019.

  • FLORES, M. B. R. . Sobre primitivismo moderno: sobrevivências. Escripturas , v. 2, p. 93-116, 2019.

  • CAMPOS, D. Q. ; FLORES, M. B. R. . Vênus Desnuda: a nudez entre o pudor e o horror. REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS DA PRESENÇA [EPERIODICO] , v. v8, p. 248-276, 2018.

  • FLORES, M. B. R. . A voz do silêncio na arte de Edward Hopper. Ou a modernidiade desencantada. MODOS , v. 1, p. 29-46, 2017.

  • FLORES, M. B. R. . Da revolta contra o tempo histórico à potência do anacronismo. REVISTA DE HISTÓRIA BILROS , v. 5, p. 175-193-193, 2017.

  • FLORES, M. B. R. . Olhar para as imagens como arquivos de histórias. Territórios e Fronteiras (Online) , v. 8, p. 239-255, 2015.

  • FLORES, M. B. R. . O elogio do anacronismo para os andróginos de Ismael Nery. Topoi (Rio de Janeiro) , v. 15, p. 414-443, 2014.

  • FLORES, M. B. R. . Corpo e imagens replicantes. Cadernos de Pesquisa do CDHIS (Online) , v. 27, p. 00-00-00, 2014.

  • FLORES, M. B. R. . Xul Solar e sua utopia na América Latina. Intellèctus (UERJ. Online) , v. 1, p. 68-81-81, 2014.

  • FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS . Androginia e surrealismo a propósito de Frida e Ismael - velhos mitos: eterno feminino. Revista Estudos Feministas (UFSC. Impresso) , v. 22, p. 815-837, 2014.

  • FLORES, M. B. R. . Quando o dragão assume o lugar do cavalo. Um caráter pós-colonialista na obra criolla de Xul Solar. Revista Brasileira de História.. Revista Brasileira de História (Online) , v. 32, p. 361-380, 2012.

  • FLORES, M. B. R. . SOBRE OS MÍSTICOS MODERNOS A PROPÓSITO DE XUL SOLAR. Revista Brasileira de História das Religiões , v. II, p. 35-57, 2012.

  • FLORES, M. B. R. . Dizer a infelicidade. Gênero (Niterói) , v. 10, p. 125-150, 2011.

  • FLORES, M. B. R. . Xul Solar e o Brasil - Sobre uma Biblioteca muito particular. Eadem Utraque Europa. Revista del Centro de Estudios en Historia Cultural e Intelectual Edith Stein de la Escuela de Humanidades , v. 9, p. 119-154, 2010.

  • FLORES, M. B. R. ; BERETA, Cristiani . Gênero e Nação: a Série Fontes e a virilização da raça. História da Educação (UFPel). História da Educação (UFPel) , v. 14, p. 77-107, 2010.

  • FLORES, M. B. R. . Sobre a Vuelvilla de Xul Solar: técnica e liberdade no Reino do Ócio ou a Revolução Caraíba. ArtCultura (UFU) , v. 12, p. 54-71, 2010.

  • FLORES, M. B. R. . Nacional versus internacional no modernismo brasileiro: a propósito da obra de Ismael Nery(2008). Textos de Historia (UnB) , v. 1, p. 41-60, 2009.

  • FLORES, M. B. R. . Sobre a visualidade do Brasil Moderno: Causas e combates. Estudos do Século XX , v. 8, p. 41-56, 2008.

  • FLORES, M. B. R. ; CAMPOS, E. C. . Carrosséis urbanos: da racionalidade moderna ao pluralismo temático (ou territorialidades contemporâneas). Revista Brasileira de História , v. 27, p. 267-296, 2007.

  • FLORES, M. B. R. . Estética do corpo e da pedra: ciência e arte na política do belo. ArtCultura (UFU) , v. 8, p. 21-40, 2006.

  • FLORES, M. B. R. . O pensamento antifeminista. A querela dos sexos (republicação). Revista Faces de Eva. Estudos sobre a Mulher , Lisboa, v. 1, n.14, p. 51-74, 2005.

  • FLORES, M. B. R. . O mito de Caliban ma interpretação do Brasil: acerca do americanismo na Republica Velha Brasileira. Diálogos (Maringá) , Aahus, p. 50-71, 2005.

  • FLORES, M. B. R. . Lobato na América - americanismo e tecnologia da seleção. Estudos de História , Franca SP, v. 12, n.2, p. 205-231, 2005.

  • FLORES, M. B. R. . O pensamento antifeminista. História Revista (UFG) , Goiânia, v. 9, p. 227-252, 2004.

  • FLORES, M. B. R. . Perfectíveis Corpos - corpo e nação: territorialidades imponderáveis. Projeto História (PUCSP) , São Paulo, p. 291-312, 2002.

  • FLORES, M. B. R. . "Ao Brasil dos meus sonhos" Feminismo e modernismo na utopia de Adalzira Bittencourt. Revista Estudos Feministas , Florianópolis, v. 1, p. 11-37, 2002.

  • FLORES, M. B. R. . O mito de Adão e Eva revisitado- A cerca do masculino e do feminino na cultura da nação. Revista Faces de Eva. Estudos sobre a Mulher , PORTUGAL, v. 1, n.7, p. 45-67, 2002.

  • FLORES, M. B. R. . A Intimidade Luso-brasileira: Nacionalismo e Racialização. Revista de História das Ideias , Portugal, v. 22, n.1, p. 517-552, 2001.

  • FLORES, M. B. R. ; SERPA, Élio Cantalício . Os açorianos na história e na literatura de Santa Catarina (raça, nacionalismo e poder). Alcance (UNIVALI) , Itajaí, n.6, p. 43-58, 2001.

  • FLORES, M. B. R. . A política da beleza. Nacionalismo, corpo e sexualidade no projeto de padronização brasilica.. Diálogos Latinoamericanos , Aarhus, v. 1, n.1, p. 88-109, 2000.

  • FLORES, M. B. R. ; SERPA, E. C. . A hermenêutica do vazio - A viagem do governador ao Oeste de Santa Catarina. Projeto História, São Paulo, v. 18, p. 205-235, 1999.

  • FLORES, M. B. R. . A Invenção da Açorianidade. CADERNOS DO NOROESTE, BRAGA/PORTUGAL, v. 11, n.1, p. 125-148, 1998.

  • FLORES, M. B. R. . Imagens Que não se apagam - Relações de Gênero Na Oktoberfest. PROJETO HISTORIA - CULTURA E REPRESENTAÇÃO, São Paulo, n.14, p. 161-182, 1997.

  • FLORES, M. B. R. . Dois Pares de Olhos: Uma Introdução A Metodologia da Historia Cultural. ARRABALDES, RIO DE JANEIRO, n.4, p. 36-45, 1996.

  • FLORES, M. B. R. ; SERPA, E. C. ; SOUSA, M. . Imagem e Pedagogia da Cruz de Cedro Renasce A Cidade Santa. REVISTA BRASILEIRA DE HISTORIA, SAO PAULO, n.32, p. 207-224, 1996.

  • PEDRO, J. M. ; FLORES, M. B. R. . História, Experiência, Narrativa. REVISTA CATARINENSE DE HISTORIA, FLORIANOPOLIS, v. 3, n.1, p. 15-27, 1995.

  • FLORES, M. B. R. ; WOLLF, C. ; CZESNAT, L. . O Grande Teatro Publico. REVISTA CATARINENSE DE HISTORIA, FLORIANOPOLIS, v. 3, n.1, p. 15-27, 1995.

  • FLORES, M. B. R. . Entre A Casa e A Rua. CADERNOS PAGU, CAMPINAS, n.4, p. 117-142, 1995.

  • FLORES, M. B. R. . Se me deixam falar - História e Festa Na Ilha de Santa Catarina. REVISTA DO INSTITUTO HISTORICO E GEOGRAFICO DE SANTA CATARINA, n.11, p. 120-137, 1994.

  • FLORES, M. B. R. . A Farra do Boi No Litoral de Santa Catarina. BOLETIM DE PESQUISA DO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS-GRADUADOS DA PUC/SP, n.1, p. 7-11, 1991.

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Outras produções

FLORES, M. B. R. . Conselho Editorial da Revista Eletrônica História em Reflexão. 2011.

FLORES, M. B. R. . Conselho Editorial da Revista ArteCultura. 2011.

FLORES, M. B. R. . Conselho Consultivo Revista do Arquivo Histórico de Joinville. 2011.

FLORES, M. B. R. . NTERthesis. 2011.

FLORES, M. B. R. ; SERPA, É. C. . Documentos avulsos manuscritos referentes à Capitania de Santa Catarina - 1717-1827. 2000.

FLORES, M. B. R. . Revista Bilros RETRATOS DA MORTE: Uma análise das representações da morte em Andy Warhol e Edvard Much.. 2018.

FLORES, M. B. R. . a Comisión dictaminadora del Premio Internacional de Historia Intelectual en América Latina. 2018.

FLORES, M. B. R. . Revista História em Reflexão. 2012.

FLORES, M. B. R. . Revista Esboços. 2012.

FLORES, M. B. R. . Revista Confluências Culturais - Joinville. 2012.

FLORES, M. B. R. . Parecerista da revista eletrônica História em Reflexão - ISSN 1981-2434. 2011.

FLORES, M. B. R. . Parecerista da revista eletrônica História em Reflexão - ISSN 1981-2434. 2011.

FLORES, M. B. R. . Parecerista da revista Ars Histórica - ISNN 2178-244x. 2011.

FLORES, M. B. R. . Parecerista da revista ArteCultura - ISSN 15168603 / 21783845. 2011.

FLORES, M. B. R. . Parecerista da revista Fronteiras: Revista Catarinense de História - ISNN 1415-8701. 2011.

FLORES, M. B. R. . Esboços. 2011.

FLORES, M. B. R. . Esboços. 2011.

FLORES, M. B. R. . Esboços. 2011.

FLORES, M. B. R. . Revista Internacional Interdisciplinar INTERthesis - ISSN: 1807-1384. 2010.

FLORES, M. B. R. . Parecerista da Revista Ars Historica - ISSN: 2178-244X. 2010.

FLORES, M. B. R. . Parecerista da Revista Art&Cultura. 2010.

FLORES, M. B. R. . Parecerista do Cadernos do CEON. 2010.

FLORES, M. B. R. . Em tempo de História. 2009.

FLORES, M. B. R. . Espaço Plural. 2009.

FLORES, M. B. R. . Parecerista da Revista de Estudos Feministas. 2009.

FLORES, M. B. R. . Parecerista do Cadernos do Ceon. 2009.

FLORES, M. B. R. . Parecerista da Revista Art&Cultura. 2009.

FLORES, M. B. R. . Revista Estudos de História. 2009.

FLORES, M. B. R. . Conferência: Arte e Política. 2012. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).

FLORES, M. B. R. . Pós-doc História. 2018. (Parecer Programa PVE Júnior).

FLORES, M. B. R. . UNA HISTORIA, VARIAS CUESTIONES: Ficción y realidad en la apropiación capitalista del espacio y del hombre. 2018. (Parecer de artigo).

FLORES, M. B. R. . Cores Traços Rastros - Desenhos e Aquarelas de Mário César Coelho. 2012. (Curadoria de Exposição de Arte).

FLORES, M. B. R. . De Musas e Apolos. O culto da beleza na formação do Brasil Moderno. Estética, imagem e tradição. 2010. (Relatório de pesquisa).

FLORES, M. B. R. . Cores Traços Rastros - Desenhos e Aquarelas de Mário César Coelho. 2012 (Curadoria de Exposição de Arte).

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Projetos de pesquisa

  • 2019 - Atual

    Nova iconografia do Brasil Presença do primitivo na arte moderna e contemporânea, Descrição: Contemplado pelo Edital Universal - No Modernismo, a arte contribuiu para reconfigurar uma nova iconografia do Brasil, a nova visualidade brasileira que incorporava saberes e fazeres africanos, ameríndios e populares. Na Arte Contemporânea, insere-se a perspectiva da desobediência estética ou decolonialidade estética, que desconstrói as visualidades hegemônicas, pautadas na cor da raça, na ideia do ?outro? não civilizado, barroco e atrasado, resultantes dos processos de colonização e de modernização. No entrelaçamento dessas duas iconografias, a moderna e a contemporânea, buscamos refletir sobre os modelos eurocêntricos e etnocêntricos de representação visual que incidiram em visões hegemônicas sobre o ?outro?, tais como as de natureza, selvagem, exotismo, primitivismo e raça miscigenada.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (1) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Sabrina Fernandes Melo - Integrante / Gloria Alejandra Luna - Integrante / Lucy Osteto - Integrante / Talita Sauer Medeiros - Integrante / Michele Bete Petry - Integrante / Eduardo Gomes Silva - Integrante / maria Inés Travieso Rios Kimchescki - Integrante.

  • 2019 - Atual

    História, Arte e Imagens ou o Conhecimento por imagens, Descrição: Esse projeto abriga diversos temas de pesquisa e diversos pesquisadores de história que experimentam, em suas abordagens, concatenar ?história, arte e imagem?, numa metodologia que trate na História acontecimentos artísticos na sua dimensão de imagem ? artes plásticas, literatura, poesia, ilustrações, propaganda, cinema, arquitetura, urbanismo, e tantos outros, cujas imagens participam de contextos políticos, de criação de identidades e representações, de culturas visuais ou de visualidades emergentes, formuladoras de imaginários. Partindo-se de W. Benjamin, que reabilitou a potência da imagem, o pensamento por imagem é uma via privilegiada para o conhecimento, pois vincula entre si afinidades que não podem ser captadas pelo pensamento conceitual. Marie-José Mondzain diz que a imagem se inscreve na história da humanidade, tanto pela perspectiva antropológica quanto histórica, e devemos interrogar sobre as operações imaginantes na sua relação com o que constitui o sujeito falante e sociável. Georges Bataille enfatiza a relação entre a primeira imagem desenhada na parede da caverna e nascimento do humano. A obra de arte mostra-nos como humanos, torna-nos humanos, revela nossa humanidade, deixa rastros sobre a história do humano. Warburg tratou destes rastros como ?imagens sobreviventes?, como ?fenômenos antropológicos?. A ?imagem? não é dissociada do agir global dos membros de uma sociedade. Nem do saber próprio de uma época, nem da crença: ela reside em outro elemento essencial da invenção warburguiana, que foi o trabalho de história da arte no continente negro da eficácia mágica ? mas também, litúrgica, jurídica ou política ? das imagens. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico: (1) Doutorado: (6) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Talita Sauer Medeiros - Integrante / Reverson Nascimento - Integrante / Thayse Fagundes e Braga - Integrante / Everson Antunes - Integrante / Stênio Ronald Mattos - Integrante / Jeferson Augusto da Cruz - Integrante / Letícia Portela - Integrante.

  • 2018 - Atual

    Iconografia do Brasil Arte primitivista e Modernismo: sobre visualidades emergentes, Descrição: Projeto PQ - Se no século XIX, o interesse pelos povos estranhos aos europeus esteve relacionado às teorias raciais e à classificação hierarquizada da espécie humana, entre civilizados e não civilizados, entre desenvolvidos e primitivos, no começo do século XX, a tese da Decadência Ocidental relativizou a noção de cultura, percebendo outras lógicas de conhecimento e de relação com a existência, fora da lógica racional e utilitarista que provocava a sensação de alienação humana. Uma corrente de pensamento tinha como pressuposto de que nas culturas exógenas poderia estar situada a infância da humanidade, uma linguagem mítica que poderia ajudar aos modernos a se reatarem com suas fontes espirituais. Entre os artistas de vanguarda, as artes da África, da Oceania, da América pré-colombiana foram recebidas com entusiasmo. Nas suas formas, viam-se elementos para a experimentação de novas linguagens estéticas. A esse movimento de interesses pelas culturas não ocidentais, não modernas, designou-se como primitivismo ou arte primitivista. O contato dos brasileiros da primeira fase do modernismo com a arte primitivista praticada na Europa teve consequências. As viagens de ?descoberta? do Brasil arcaico promoveu um impulso para a emancipação de uma série de recalques históricos, sociais e étnicos. Houve uma inversão de valores na história do Brasil. A valorização do negro, elemento que permanecia recalcado em nossa cultura oficial e a recuperação da cultura indígena como oposição e critica a civilização europeia e como reivindicação de independência cultural, passaram a ser tratados de forma renovada nas artes e nas letras. Uma nova visão dos hábitos e tradições populares ultrapassou o mero registro folclórico. Se a denominação de arte primitivista no Brasil, na aproximação com o primitivismo europeu, durou pouco, não indo muito além da ?fase heroica? do modernismo e da defesa da antropofagia, a questão da brasilidade e do nacional carreou significativos desdobramentos: construção de uma iconografia do Brasil antropofágico, miscigenado, barroco, multicolorido, através do movimento de defesa do folclore e da política preservacionista, que desencadeou a pesquisa e o inventário das raízes da nação. Mas, a proposta de projeto que aqui se apresenta não trata tanto de pensar o tema da brasilidade e do ideário nacionalista, questão exaustivamente trabalhada pela literatura. O objetivo é o de pensar sobre as visualidades emergentes, acionadas pelas artes que vão da primeira fase do modernismo ao contexto getulista, que configuram na iconografia dessa brasilidade, os saberes e fazeres africanos e ameríndios, do caboclo, do caipira, do sertanejo, do roceiro, do pescador; os mitos amazônicos; o barroco e a arte sacra, através da literatura, poesia, pintura, escultura, do desenho e da fotografia.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador.

  • 2014 - Atual

    O Programa Esporte para Todos no Brasil: politização dos corpos, alegria comunitária, fé no progresso da nação., Descrição: O projeto tem como objetivo a produção de uma obra sobre esporte, aproveitando a realização das Olimpíadas de 2016 que, em alguma medida, despertará interesse do público leitor pelo tema, abordado academicamente. Nesse trabalho, trataremos do movimento Esporte para Todos que começou na Europa e que se espraiou por todo o mundo. Depois da Segunda Guerra Mundial e, especialmente, depois dos Jogos Olímpicos de Tóquio em 1964, emergem na Europa diversos movimentos (Federação, Convenção, Manifesto, Conselho, Comitê, Campanhas) que questionam as vantagens do investimento apenas no esporte de rendimento, defendendo a esportivização massificada. O Esporte para Todos traria benefícios para a saúde prejudicada pelas consequências da era tecnológica; preencheria o tempo livre, fora do trabalho, com lazeres úteis; desenvolveria a cooperação entre as nações, pelas competições esportivas. No Brasil, o governo da Ditadura Civil Militar seguiu a tendência mundial, embora com diferenças, tanto no que se refere à metodologia quanto aos objetivos. Se na Europa, as iniciativas partiam mais de grupos da sociedade civil, o Brasil adotou um sistema misto, no qual se imbricavam projetos oficiais do governo com adesão de líderes intelectuais e um sistema de comunidade que participava diretamente das atividades esportivas. A Educação Física do sistema escolar, igualmente, teve tarefas que se integraram ao movimento. Sobre os objetivos, para o Brasil, o problema do uso do tempo livre e das consequências biológicas da vida sedentária e do mundo tecnológico ainda não era o principal motor que impulsionava o discurso da massificação do esporte. O problema dos militares abria-se em duas frentes: por um lado, sua política de desenvolvimento econômico acelerado requeria uma população com aptidão física para atender à economia tecnológica, e, por outro, o autoritarismo, para funcionar com auras de democracia, jogando para os porões do sistema os adversários, requeria a adesão do povo, pacífico, moralmente saudável, feliz, e cheio de fé no governo, no progresso e no futuro da nação. Equipe: Nailze Pereira de Azevedo Pazin CPF: 15486369832 Alexandre Fernandez Vaz CPF: 07879696806. , Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Integrante / Nailze Pereira de Azevedo Pazin - Coordenador / Alexandre Fernandez Vaz - Integrante.

  • 2013 - 2018

    Modernidade Arte e Pensamento: a imaginação em curso (Misticismo ? Primitivismo - Androginia - Utopia) Projeto PQ 1B, Descrição: As primeiras décadas do século XX, na Europa, foram marcadas por um revival espiritual frente à crise do humanismo baseado na ideia de progresso, que via as ciência e a razão como eixos explicativos da vida e da sociedade e como propulsoras da evolução. Desde meados do século XIX, os sinais de uma derrocada da modernidade racional, industrial, utilitarista e imperialista, faziam emergir uma corrente de pensadores que vieram a ser denominados de decadentistas, de fin-de-siècle. Para sair desta crise existencial, a Europa faz um ?retorno?, buscando no passado da humanidade, nos mitos e nas culturas primitivas, um elo que re-ligasse o homem às suas origens espirituais, que lhe ensinasse a criar novos caminhos para a criação de uma nova humanidade. Os problemas dos intelectuais brasileiros, nas primeiras décadas do século XX, não eram propriamente da mesma ordem que os da Europa. O Brasil ainda devia construir a modernidade, o progresso e uma cultura racional e científica. Porém, os intelectuais brasileiros também fizeram um retorno ao passado, ao mundo primitivo indígena, para conhecer a ?essência? da nação, encontrar uma explicação para sua história, buscar elos que pudessem re-ligar passado-presente-futuro. Neste movimento, o Brasil acabou por assimilar muitas das idéias européias; bebeu na literatura e nas artes, as teses místicas e as crenças nos mitos; criou relações de aproximações com organizações místicas internacionais; enfim, participou, de alguma maneira, do movimento espiritual europeu, voltado para seu interior, através de movimentos literários e artísticos, que foram nomeados como, ?primitivistas?, ?espiritualistas? e ?dinamistas?. Projeto CNPq/PQ 1B Bolsa Produtividade. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (9) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Sabrina Fernandes Melo - Integrante / Gloria Alejandra Luna - Integrante / Marcos Luã Freitas - Integrante / Lucy Osteto - Integrante / JACINTA MILANEZ GISLON - Integrante / Reverson Nascimento - Integrante / Joaquim Paka Massanga - Integrante / Michele Bete Petry - Integrante / Thayse Fagundes e Braga - Integrante., Número de produções C, T & A: 5

  • 2013 - 2016

    Modernidade, Arte e Pensamento, Descrição: O projeto levanta hipótese de que os eventos de dimensão estética são fundamentais na Modernidade, no seu sentido amplo, como um modo de vida em que o homem acredita poder desencadear processos históricos, como afirmou Kant. A estética desenvolve-se nos tempos modernos porque seu pressuposto ligado à noção de beleza, de bom e de verdadeiro imiscui-se nas dimensões espaciais e temporais, nas políticas de raça, classe e gênero, nas construções das cidades vinculadas ao urbanismo e à arquitetura, nos projetos de modernização no que tange à técnica, nos meios de comunicação no que tange aos aparatos e aos intelectuais, na criação de imagens e imaginários, identidades e representações, ou seja, nos investimentos na visualidade ou na aparência em todas as esferas e, por fim, em algo que perpassa a todos estes quesitos, as subjetividades ou as sensibilidades. Segundo Rancière, na base da política existe uma estética, que nada tem a ver com a estetização da política, própria da era das massas, ou com a banalização da arte nos dias de hoje. Se, por um lado, a política é estética, por outro, a arte pode ser considerada política, determinando relações espaço-temporais, formas de visibilidade, relações entre as formas sensíveis e seus modos de representação. O acontecimento artístico presta-se à chamada revolução documental, da qual nos fala Jacques Le Goff: o documento não é qualquer coisa que ficou do passado, é um produto da sociedade que fabricou, segundo as relações de força que aí detinham o poder. E ademais, como lembra Jorge Coli, um quadro, uma escultura, uma arquitetura, um ajardinamento, uma peça de teatro, desencadeiam pensamentos sobre o mundo, sobre as coisas, sobre os homens, sobre as sociedades. Neste sentido, queremos com este projeto, desenvolver/aprofundar/consolidar uma maneira metodológica de lidar com os acontecimentos artísticos, especialmente, na sua nova relação com a noção de imagem, nos apropriamos de uma lógica em que a ideia seria criar um campo de pensabilidade fora do que orienta o pensamento entendido como representação. Dentro desta perspectiva, articulam-se algumas contribuições de filósofos como Foucault, Deleuze, Agamben, da psicanálise como a de Guattari, da linguística como de Derrida, da teoria da imagem e da história da arte, como Benjamin, Warburg, Didi-Huberman, entre outras, que buscam, com seus construtos teóricos, atravessar os modelos redutores de apreensão do mundo, oferecendo-nos novos planos para pensarmos a experiência estética, como experiência da Modernidade. Projeto Edital Universal - Processo 472241/2013-3 Recurso liberado 33.000,00 + uma bolsa AT e uma Bolsa IC Bolsistas: Daniel Della Zen (Apoio Técnico) ? 066230749-61 Poliana Santana (Iniciação Científica) ? 314180248-30 Victor Wolfgang Kegel Amal (Iniciação Científica) ? 094004709-83 Carolina Bayer (História) ? 089311559-21 Pesquisadores de outras Universidades Maria de Fátima Fontes Piazza (UFSC) ? 15180719100 Hermetes Reis de Araújo (UFSC) - 34198121915 Patricia Peterle (UFSC) ? 02493576748 Luciene Lehmkuhl (UFF) ? 561307409-72 Ana Lucia Vilela (UFG) ? 015863797-63 Daniela Queiroz ? 055952119-70 Marcelo Téo (UDESC) 02514114942. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (10) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Hermetes Reis de Araújo - Integrante / Luciene Lehmkuhl - Integrante / Ricardo Machado - Integrante / Maria de Fátima Fontes Piazza - Integrante / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Carolina Bayer - Integrante / Grégori Michel Czizeweski - Integrante / Daniela Queiroz Campos - Integrante / Sabrina Fernandes Melo - Integrante / Gloria Alejandra Luna - Integrante / Patricia Peterle - Integrante / Francielly Dossin - Integrante / Alexandra Liz Alvim - Integrante / Marcos Luã Freitas - Integrante / Ana Lucia Vilela - Integrante / Victor Wolfgang Kegel Amal - Integrante / Poliana Santana - Integrante / Christiane Kalb - Integrante / Luana Loiria - Integrante / Lucy Osteto - Integrante / Marcelo Téo - Integrante / Talita Sauer Medeiros - Integrante / Clarice Caldini Lemos - Integrante / Cristiane Garcia Teixeira - Integrante / Cecília Reibnitz - Integrante / Ricardo Machado - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.

  • 2011 - 2013

    História da Dança Cênica em Caxias do Sual, Descrição: Esta pesquisa pretende compreender as implicações da experiência e da tradição que, possivelmente, sustentaram a política que informou a criação em 1997 da única companhia de dança cênica mantida pelo poder público no estado do Rio Grande do Sul, a Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul. Parte-se da suposição de que rastrear o passado da dança cênica na cidade, que teve início na década de 1950, fato inusitado, já que se tratava de um ambiente de interior e agrário, nos atende a dois objetivos. Se por um lado, acompanha-se a formação dessa linguagem artística, de elite, em meio às problemáticas sociais, culturais e políticas, ao ponto de se tornar vigorosa na cidade, por outro, tem-se a oportunidade de registrar através da História Oral as memórias das pessoas que participaram do processo, e ainda preservar seus arquivos pessoais ? fotografias, programas, convites, folhetos, recortes de jornais. Projeto de Pós-Doutoramento de Sigrid Augusta Busellato Nora - CPF 25505440053. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Sigrid Augusta Busellato Nora - Integrante.

  • 2010 - 2013

    Os loucos anos vinte: imagina e utopia - estudos comparativos entre Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o que melhor define uma utopia é sua pretensão de fragmentar a ordem existente. O resultado de ler uma utopia é que ela põe em questão o que existe no presente; a utopia mostra o que há de estranho e de potencialidade no mundo atual; introduz um sentido de dúvida que abala o óbvio. A utopia pode ser uma ferramenta crítica para minar a realidade; pode igualmente ser um refúgio contra a realidade. A utopia trata do fenômeno da imaginação. Os artistas são homens de imaginação, abrem a marcha, proclamam o futuro, desenvolvem a parte poética do novo sistema.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador.

  • 2007 - 2009

    De Musas e Apolos. O culto da beleza na formação do Brasil Moderno. Estética, imagem e tradição, Descrição: Resumo: A estética como uma teoria, um discurso, um pensamento ou uma filosofia, surgida no século XVIII, desenvolveu-se pari passu com o processo civilizacional, no ocidente, imbricada às questões raciais enfeixadas na abordagem do corpo, da classe, do sexo e da nação étnica. A obra de arte, como representação do modelo ideal a ser esculpido na carne da população, devia ensinar a beleza ao mundo, que devia se adaptar a ela. Numa concepção clássica de arte, insistia-se sobre certas dominantes, como a harmonia, o equilíbrio, a pureza, a nobreza, a serenidade, a integridade, a elevação dos sentimentos. Dentro desse panorama intelectual, que engendrou o mundo moderno, a pesquisa deve deter-se sobre intelectuais brasileiros, artistas, ensaístas, políticos, literatos de modo geral, para compreender como nossa intelligentsia assimilou as correntes de pensamento européias, no que tange às teorias e concepções estéticas, e tentou usá-las no debate sobre os meios para criar o Brasil moderno. Essa abordagem da estética, como um caminho historiográfico, deve suscitar incursões pela teoria da imagem, num campo da história cultural, que contemple a relação entre discurso e visualidade, entre um texto que ?faz ver? e uma imagem que ?dá a entender? como nexo privilegiado para delinear a querela entre os intelectuais artistas, e outros literatos, que debateram idéias, especialmente na década de 1920, no contexto da formação do Brasil moderno.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador.

  • 2007 - 2008

    A presença francesa no Brasil (século XiX e XX), Descrição: Sob o título ?Em busca da narrativa perdida: rastros da presença francesa nas terras do Saí ? o caso da família Ledoux?, o projeto visa colaborar com um capítulo na abra coletiva, coordenada pelo Prof. Laurent Vidal (Universidade de La Rochelle) e Profª. Tânia Regina de Luca (UNESP/ASSIS), que visa desenvolver um estudo sobre a presença dos franceses no Brasil. O artigo em questão abordará a história de remanescentes do Falanstério do Saí, colônia societária sob as idéias de Furier instalada em São Francisco, Santa Catarina. A família Ledoux será a principal protagonista, uma vez que em 1992 empreendeu uma ?verdadeira ressurreição memorialística?, criando diversos eventos que comemorassem, representassem e escrevessem a história de Leon e Rosa, casal falansteriano que deixou na região numerosa descendência. Equipe: Laurent Vidal (La Rochelle), Tânia Regina de Luca (Unesp/Assis), Maria Bernardete Ramos Flores (UFSC), Émerson César Campos (UDESC), Carina Sartori (UFSC-PIBIC). , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Emerson Cesar de Campos - Integrante / Carina Sartori - Integrante.

  • 2003 - 2007

    Caliban chega antes de Tio: americanismo e virilização. Corpo e estética, Descrição: Dentro da problemática ampla da cultura de raça - acontecimento no qual se articulam nação (com a questão da identidade nacional), corpo (com a questão da identidade étnica) e sexualidade (com a questão da própria geração da raça) - o objetivo desta pesquisa é perceber a adesão do Brasil ao "americanismo", no período da República Velha, como modelo a ser seguido na formação do "novo homem brasileiro", viril, dotado das qualidades requeridas para a construção do Brasil Moderno. As problemáticas discursivas enunciam a querela entre os intelectuais: modelo americano, modelo inglês; americanismo, iberismo; pan-americanismo, latino-americanidade. Na defesa do americanismo, as palavras chaves são: progressismo, racionalismo, culto do indivíduo e do herói, utilitarismo, trabalho, ação, política de população, eugenia e imigração. Na relação da política com a arte, da estética com a ciência, percebe-se que corrente modernista, há uma adesão ao americanismo pelo ideário virilizante, expresso no movimento futurista; no ideário humanista, espiritualizante e católica, a estética do retorno à ordem foi avessa, tanto aos elementos formais da arte das vanguardas artísticas, quanto da modernidade utilitarista, pragmática e racional, de inspiração americanista.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Celso João de Souza Junior - Integrante / Beatriz D'Agostin Donadel - Integrante / Rose Elki Debiasi - Integrante / Priscilla Aparecida Goularte - Integrante / Priscilla Garcia Prates - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 15 / Número de orientações: 5

  • 2001 - 2003

    Acerca do masculino e do feminino na cultura de raça: nação, sexo e beleza, Descrição: Perceber como dentro da política da imagem, pela qual zelaram os governos nacionalistas - num leque grande, do nazismo, fascismos, ditaduras, às democracias - penetrou o corpo dos indivíduos na perspectiva da perfectibilidade racial e invenção e construção das etnias. Isto trouxe profundas conseqüências nas relações de gênero. A virilização da nação significaria centrar as mulheres numa feminilidade bem definida para que os homens pudessem re-definir a masculinidade, em crise desde finais do século XIX. Em síntese, a virilização da raça passou, então, a ser uma estratégia para impulsionar a nação, às vésperas e no contexto das guerras mundiais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 9 / Número de orientações: 3

  • 1999 - 2001

    A estética dos corpos masculinos e femininos no projeto de regeneração nacional: a sexualidade e o esforço para a beleza, Descrição: Este projeto que ora se apresenta dá continuidade às pesquisas realizadas no biênio 97/99. Esta próxima etapa dará uma verticalidade no eixo "gênero, corpo e sexualidade" no contexto do nacionalismo brasileiro, da primeira metade do século XX. As discussões em torno do nacionalismo, etnia e gênero, com intervenções nos corpos de homens e mulheres para moldá-los na perspectiva da construção étnica da nação, com ênfase no ideal de beleza que se propalava. Na chamada "era das etnias", época de criação e afirmação das nações modernas, a nação confundiu-se com a raça e, esta, qualificada pela estética do corpo e do caráter do indivíduo, qualificava o status do progresso e do desenvolvimento nacional. Ou seja, a nação era confundida com a raça, e a beleza da raça, tendo no topo da escala, a branca ariana, distinguia o grau da civilização, da moral, dos bons costumes e dos ideais estéticos de progresso e de história.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (3) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 5 / Número de orientações: 4

  • 1997 - 1999

    No princípio o corpo em obra: re-atualização das fronteiras sexuais na cultura de guerra do século XX, Descrição: Trata de perceber como os termos sexualidade, nacionalismo, racismo, gênero, estética, corpo e beleza encontram-se imbricados nas discussões sobre a interpretação do Brasil por diversos intelectuais, especialmente da área da medicina e da antropologia, com ênfase sobre raça, eugenia e miscigenação. Como vinha acontecendo desde o século XIX entre as nações ocidentais, o sexo e o comportamento sexual passaram para a centralidade das políticas de controle da população, com papéis definidos para homens e para mulheres, com várias pressões e prescrições sobre o uso do corpo e empenho na definição da identidade de gênero. Dado o uso central da sexualidade na interpretação da cultura brasileira, desde a Carta de Caminha, passando por Paulo Prado e Gilberto Freire, os discursos que problematizaram o uso do sexo se fez proliferar intensamente. O sexo inscreveu-se exatamente no entrecruzamento do corpo com a Nação que se queria forjar pela regeneração do brasileiro de forma a embelezar a raça, caminho único, para muitos intelectuais, de se alcançar o Brasil Moderno.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (3) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 12 / Número de orientações: 6

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Projetos de desenvolvimento

  • 2009 - Atual

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela quadra de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando um punhado de obras filosóficas e literárias constituíram a chave da sensibilidade moderna , e que ainda hoje não foram ultrapassadas . O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso demolidor das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de retorno à ordem , a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11 / Número de orientações: 2

  • 2009 - 2013

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela quadra de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando um punhado de obras filosóficas e literárias constituíram a chave da sensibilidade moderna , e que ainda hoje não foram ultrapassadas . O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso demolidor das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de retorno à ordem , a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11 / Número de orientações: 2

  • 2009 - 2013

    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11 / Número de orientações: 2

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    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11

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    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11

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    Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11

Histórico profissional

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Endereço profissional

  • Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. , UFSC, TRINDADE, 88040-900 - Florianopolis, SC - Brasil - Caixa-postal: 476, Telefone: (48) 3319249, URL da Homepage:

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Experiência profissional

1987 - Atual

Universidade Federal de Santa Catarina

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 0, Regime: Dedicação exclusiva.

Atividades

  • 02/2007

    Pesquisa e desenvolvimento , Departamento de História, .,Linhas de pesquisa

  • 02/2006

    Direção e administração, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de História.,Cargo ou função, Coordenador de Programa.

  • 08/2003

    Pesquisa e desenvolvimento , Universidade Federal de Santa Catarina, .,Linhas de pesquisa

  • 08/2003

    Pesquisa e desenvolvimento , Departamento de História, .,Linhas de pesquisa

  • 08/1999

    Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de História.,Linhas de pesquisa

  • 03/1992

    Ensino, História, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, História da Cultura Brasileira, Identidade e Representação, Metodologia da Pesquisa Histórica

  • 03/1987

    Ensino, História, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Metodologia da História

  • 09/1995 - 09/1999

    Direção e administração, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História.,Cargo ou função, Coordenador de Programa.

  • 03/1987 - 07/1999

    Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de História.,Linhas de pesquisa