Maria Bernardete Ramos Flores
Professora Titular Aposentada do Departamento de História da UFSC. Graduada em História pela Universidade do Vale do Itajaí (1973), Mestre em História - UFSC (19790), Doutora em História - PUC/SP (1991), Pós-Doutorado - Universidade Nova de Lisboa/University of Maryland (1999-2000), Pós-Doutorado - IDAES - Universidad de San Martín (2009-2010). Professora visitante na Universidade de Salamanca (2003). Ano Sabático na University of California - Campus Davis (1994). Prêmio Destaque de Pesquisa - Centro de Filosofia e Ciência Humanas (2010). Dedica-se à pesquisa de História e Arte, Modernidade e Estética, Teoria da Imagem e Teoria da História. Atua na Linha de Pesquisa História da Historiografia, Arte, Memória e Patrimônio, do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC. Entre diversos artigos e livros publicados, destacam-se as obras Tecnologia e Estética do Racismo. Ciência e Arte na Política da Beleza (2007), pela Argos Editora, e Xul Solar e Ismael Nery entre outros Místicos Modernos. Sobre o revival espiritual, 2017, pela editora Mercado de Letras
Informações coletadas do Lattes em 25/05/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Doutorado em História
1987 - 1991
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Título: Teatros da vida cenarios da historia - a farra do boi no litoral de Santa Catarina
Orientador: Holien Goncalves Bezerra
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Pós-doutorado
2009 - 2010
Pós-Doutorado. , Universidade de San Martin, UNSM, Argentina. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
1999 - 2000
Pós-Doutorado. , Universidade Nova de Lisboa, UNL, Portugal. , Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Francês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Organização de eventos
FLORES, M. B. R. ; MELO, S. F. . Coordenadora do - GT 06 -Narrativas artísticas não hegemônicas e decoloniais. 2020. (Congresso).
FLORES, M. B. R. . Coordenação Simpósio Temático: Historia de los ámbitos intelectuales. 2016. (Congresso).
FLORES, M. B. R. . Colóquio MODERNIDADE, ARTE, PENSAMENTO. 2015. (Congresso).
FLORES, M. B. R. ; Oliveira, E D G . Simpósio Temático Arte e Patrimônio. 2015. (Outro).
FLORES, M. B. R. . Simpósio Temático História e Arte. 2014. (Congresso).
FLORES, M. B. R. . Comissão Científica de Avaliação de Pôstes. 2014. (Outro).
FLORES, M. B. R. ; LEHMKUHL, L. . . Simpósio Temático: Imagens de arte atuam sobre nós - dialética, anacronismo, montagem, sobrevivência. 2013. (Congresso).
FLORES, M. B. R. . VI Colóquio de História e Arte: Herança, Memória e Patrimônio. 2013. (Congresso).
FLORES, M. B. R. ; NORA, S. A. B. . IV Seminários de Dança de Joinville. 2012. (Congresso).
FLORES, M. B. R. ; PIAZZA, M. F. F. ; NEDEL, L B ; Peterle, Patrícia . V Colóquio de História e Arte: Utopia, Utopias. 2012. (Congresso).
FLORES, M. B. R. . IV Colóquio de História e Arte - Imagem e Memória. 2011. (Congresso).
FLORES, M. B. R. . III Colóquio de História e Arte - Movimentos artísticos e correntes intelectuais. 2010. (Congresso).
FLORES, M. B. R. ; VILELA. Ana Lucia. ; BOPPRÉ. Fernando C. . I Colóqui História e Arte: Trânsitos da Modernidade. 2008. (Congresso).
FLORES, M. B. R. . Interpretações do Brasil e do Estado Novo.. 2007. (Congresso).
FLORES, M. B. R. . Videoconferência - Roger Chartier - "O que é um autor". 2007. (Outro).
FLORES, M. B. R. ; PASAVENTO, S. J. . III Simpósio Nacional de História Cultural. 2006. (Congresso).
Participação em eventos
La modernidad en Cuestión: confluencias y divergencias entre América y Europa, siglos XIX y XX. Xul Solar y el Brasil: La raza y la langue en la utopía del hombre nuevo en América Latina. 2016. (Congresso).
XXVIII Simpósio Nacional de História. Conferência de Encerramento: Laura de Mello e Souza. 2015. (Congresso).
VII Colóquio de História e Arte.O corpo da imagem de Jesus Cristo. 2014. (Simpósio).
XI Seminário Temático : A Constituição dos Saberes Elementares Matemáticos.A POTÊNCIA DO ANACRONISMO: TEMPO E DISTEMPO NA PRÁTICA HISTORIOGRÁFICA. 2014. (Seminário).
Congresso Internacional Coleções Literárias: Textos/Imagens. Estudo de dois casos de acervo: da Biblioteca de Xul Solar e do artista Ismael Nery que não nos deixou uma biblioteca. 2013. (Congresso).
I ENCONTRO PÓS MODERNIDADE EM PERSPECTIVAS.Anacronia como potência no trabalho historiográfico. 2013. (Seminário).
XXXI International Congress of the Latin American Studies Association - LASA. Sobre os místicos modernos, o caso de Ismael Nery no Brasil. 2013. (Congresso).
Café Cult - Secretaria da Cultura da UFSC.Invenção das Tradições. 2012. (Seminário).
Semana Acadêmica de História.O mito da androginia a propósito de Ismael Nery e Frida Kahlo. 2012. (Encontro).
Semana Integrada da UNESC.Arte e Política. 2012. (Encontro).
VI Seminários de Dança de Joinville.Corpo e Imagens Replicantes. 2012. (Seminário).
VI Simpósio GT-História Cultural.A androginia na arte de Ismael Nery. 2012. (Simpósio).
XXVI Simpósio Nacional de História - ANPUH.Quando o Dragão assume o lugar do Cavalo: Xul Solar e seu ciclo Pré-Colombiano. 2011. (Simpósio).
CONGRESO INTERNACIONAL UTOPÍA: ESPACIOS ALTERNATIVOS Y EXPRESIONES CULTURALES EN AMÉRICA LATINA. Una ciudad que vuela contenta por el aire: Sobre la Vuelvilla de Xul Solar: utopía ? eutopía ? heterotopia?. 2010. (Congresso).
III Encontro do GT Nacional de História das Religiões e Religiosidades - ANPUH.Um mistico moderno: Xul Solar e. 2010. (Encontro).
Semana Acadêmica de História: História, Cultura e Arte.Sobre a Vuelvilla de Xul Solar: técnica e liberdade no Reino do Ócio ou a Revolução Caraíba. 2010. (Encontro).
VIII Semana de História / III Colóquio de Pesquisas da História.Encantos da Imagem: a propósito da obra plástica de Xul Solar e sua utopia do novo homem latino-americano. 2010. (Encontro).
V Simpósio Nacional de História Cultural. Brasília 50 Anos.Sobre a Vuelvilla de Xul Solar: técnica e liberdade - e a Revolução Caraíba. 2010. (Simpósio).
53°ICA. Estética, Biopolítica e Modernidade na América Latina. 2009. (Congresso).
II Colóquio de História e Arte: Imagens da América Latina.A angústia de Adão na América. 2009. (Simpósio).
Seminario General - Instituto de Altos Estudios Sociales IDAES."Tecnologia e Estética do Racismo: Ciência e Arte na Política da Beleza.". 2009. (Seminário).
VI Colóquio Internacional Tradição e Modernidade no Mundo Ibero-Americano. Xul Solar e a Utopia do novo homem mestiço para a realização das potencialidades da América Latina. 2009. (Congresso).
XXV ANPUH.Cícero Dias e o Surrealismo. 2009. (Simpósio).
Ciencias, Tecnologías y Cultura - Diálogo entre las disciplinas del conocimiento Mirando al futuro de América Latina y El Caribe. Ciência e Arte e a utopia do futuro do homem. Biopolítica, técnica e estética na formação do Brasil Moderno. 2008. (Congresso).
Colóquio Identidade, Memória e Subjetividade.Corpo e reflexão histórica. 2008. (Encontro).
I Colóquio de estudos "História em reflexão: diálogos em construção".Experiência em orientação na Pós-Graduação. 2008. (Outra).
I Colóquio de História e Arte: Trânsito da Modernidade. Modernidades em Trânsito. 2008. (Congresso).
I Colóquio Michel Foucault: Educação, Filosofia, História - Transversais.Estética da existência e biopolítica. 2008. (Seminário).
I Colóquio Nacional Michel Foucault: Educação, Filosofia, História - Transversais.Estética da existência e biopolítica. 2008. (Outra).
Instituto de Investigaciones de la Universidad Ncional Autónoma de México. Ciencia y arte en la formacion del Brasil moderno. 2008. (Congresso).
XII Encontro Estadual de História: História, Ensino e Pesquisa.Estética e biopolítica. 2008. (Encontro).
IV Colóquio - Tradição e Modernidade no mundo ibero-americano.Nacional versus internacional na obra plástica de Ismael Nery. 2007. (Seminário).
Seminários de Dança.Não tem os dançarinos ouvidos nas pontas dos pés?. 2007. (Seminário).
XXIV Simpósio Nacional de História.Catolicismo versus catolicismo na obra plástica de Ismael Nery. 2007. (Simpósio).
XI Encontro Estadual de História.Ciência e arte na política do belo. 2006. (Simpósio).
Palestra.Corpos recompostos na Morfologia Artística para 'regenerar' a nação. 2005. (Outra).
X Encontro Estadual de História.Lições de Modernidade: americanismo, eugenia e antifeminismo na literatura de Monteiro Lobato. 2004. (Simpósio).
X Encontro Estadual de História.O nu e o vestido, o futuro e o passado, a pedra e a carne. A estética nazi-facista e a política da imagem. 2004. (Simpósio).
X Encontro Estadual de História.História, Arte e Política. 2004. (Simpósio).
I Simpósio Internacional de História.Arte e história na modernidade Brasileira. 2003. (Simpósio).
I Simpósio Internacional de história: cultura e identidades.Corpo e sexualidade no projeto da nação moderna. 2003. (Simpósio).
XXII Simpósio Nacional de História: história, acontecimento e narrativa.Corpos recompostos na morfologia artistica para regenerar a nação. Política e Estética. 2003. (Simpósio).
XXII Simpósio Nacional de História: história, acontecimento e narrativa.História - Cultura - Linguagens. 2003. (Simpósio).
Ciclo Identidad Regional en Brasil.Identidad Regional en Santa Catarina. 2002. (Seminário).
Coloquio Internacional: Retratos de Brasil, Cultura, Historia, Sociedad, Economía y Derecho.Las relaciones Brasil-Espaa, historia y perspectivas. 2002. (Outra).
Encontro Internacional Fazendo Genero V.Histórias do feminismo. 2002. (Encontro).
VI Congresso Internacional da BRASA. Ao Brasil de meus sonhos: a utopia de Adalzira Bittencourt - Feminismo e Modernismo. 2002. (Congresso).
VI Congresso Internacional da BRASA. Ao Brasil dos meus sonhos - A utopia de Adalzira Bittencout: Feminismo e Modernismo. 2002. (Congresso).
XIII Encontro regional de Historia.A Capes e a pos-graduacao em Minas Gerais. 2002. (Encontro).
Aula inaugural.Racialização e Nacionalização: quanto de sangue português corre nas veias do brasileiro?. 2001. (Outra).
Colóquio Internacional - Brasil/Portugal no século XX: sociedade, cultura e ideologia..Homens de pedra e cal do estado novo português - A estatuária e a virilização da raça. 2001. (Outra).
III Congresso Internacional de historiadores latinoamericanistas. O aportuguesamento do Brasil para compor a imagem de Portugal como nação colonizadora. 2001. (Congresso).
III Encontro enfoques feministas e as tradições disciplinares nas ciências e na academia.Nacionalismo e virilização da raça. 2001. (Encontro).
Palestra.Virilização da Raça - Nação, corpo e etnia. 2001. (Outra).
Palestra.A lusitanização do atlântico Sul e o aportuguesamento do Brasil. 2001. (Outra).
Palestra.A fealdade tem cura ou a política da beleza no projeto de patronização brasílica: nacionalismo, corpo e sexualidade. 2001. (Outra).
XXI Simpósio Nacional ANPUH - História do novo milênio - individual e coletivo.Racialização e nacionalismo (Mesa Redonda). O beijo através do Atlântico - o lugar do Brasil na Panlusitanismo. 2001. (Simpósio).
XXI Simpósio Nacional ANPUH - História do novo milênio - individual e coletivo.Nação, etnia e virilidade. 2001. (Simpósio).
A intimidade Luso-Brasileira e a Lusitanização do Atlântico Sul..A intimidade Luso-Brasileira e a Lusitanização do Atlântico Sul. (Conferência). 2000. (Outra).
Ciclo de conferências aos alunos do Mestrado em História das Populações.Imigração açoriana em Santa Catarina/Imigração alemã e italiana em Santa Catarina/Imigração Portuguesa e a construção da Brasilidade (Ciclo de Conferências). 2000. (Outra).
I Fórum de pesquisa. Programa associado de pós-graduação UEM/UEL - Mestrado em História Social.Metodologia da história das fronteiras: o termo das experiências. Mesa redonda: Tendências da historiografia comtemporânea. 2000. (Outra).
I Fórum de pesquisa. Programa associado de pós-gradução UEM/UEL Mestrado em História..Fronteiras deslizantes - lugares de cultura, raça, gênero e individuo. Painel: Fronteiras e populações. 2000. (Outra).
III Congresso Luso-Brasileira de históra da educação - escolas, culturas e identidades. Eunice ou a educação das mulheres. Nacionalismo e sexualidade. 2000. (Congresso).
Congresso Luso Brasileiro - Memória e imaginários.. Mundo que o Português criou no Brasil. Sexualidade, raça e miscigenação.. 1999. (Congresso).
Fazendo Gênero 3.A medicalização do sexo ou o amor perfeito (mesa redonda). 1999. (Seminário).
I Jornada do NEPS.A intimidade luso-brasileira e a politica do espirito: a invenção da raça portuguesa no projeto nacional do estado novo. 1999. (Outra).
Nacionalismo, corpo e sexualidade.A fealdade tem cura: a estetização do povo brasileiro (Conferência). 1999. (Outra).
XVII Simpósio Nacional de História.Festas populares e escrita do Brasil (mesa redonda). 1999. (Simpósio).
XVII Simpósio Nacional de História..Fronteiras Celibatárias - nação, corpo e gênero (Conferência). 1999. (Simpósio).
Brazilian Studies Associations, thirt Conference. A Oktoberfest de Blumenau: turismo e etnicidade (grupo de trabalho). 1996. (Congresso).
Fazendo Gênero.Política de guerra, política de sexo - casais açorianos na defesa do sul do Brasil. 1996. (Encontro).
I Congresso Luso Brasileiro de história da educação. Leitura e escrita em Portugal e no Brasil 1500-1970. Imagem e pedagogia: da cruz de cedro renasce uma cidade santa. 1996. (Congresso).
III Reunião especial da SBPC.Política de guerra, política de sexo - Os casai açorianos na defesa do sul do Brasil. 1996. (Outra).
V Congresso da Associação internacional de lusitanistas. Política de guerra, política de sexo - os casais açorianos na defesa do sul do Brasil. 1996. (Congresso).
II Congresso internacional "Os rostos femininos da expansão portuguesa. Memória feminina das festas açorianas no sul do Brasil. 1995. (Congresso).
XVIII Simpósio Nacional de história - História e identidade.Identidade e história - a descoberta da açorianidade. 1995. (Simpósio).
XVIII Simpósio nacional de história - histórias e identidades.Da cruz de Cedro renasce uma Cidade Santa - imagem e pedagogia. 1995. (Simpósio).
Congresso internacional: O rosto feminino da expansão portuguesa. Memória feminina das festas açorianas no sul do Brasil. 1994. (Congresso).
Fazendo Gênero.Imagens que não se apagam. Representações de gênero na Oktoberfest. 1994. (Seminário).
Seminário de estudos sobre a mulher - Fazendo Gênero.Entre a casa e a rua. Memória Feminina das festas açorianas no sul do Brasil. 1994. (Seminário).
XII Encontro regional de história: Cultura, memória e poder.O grande teatro público. Construção da festa municipal. 1994. (Encontro).
Semana de pesquisa.Eles e elas na Oktoberfest. Construção cultural de gênero em uma festa teuto-brasileira. 1993. (Outra).
XIII Reunião anual da SBPH.Os risos de Desterro no século XIX. 1993. (Outra).
XIII Reunião anual da SBPH.Eles e elas na Oktoberfest - construção cultural de gêneros em uma festa teuto-brasileira. 1993. (Outra).
Congresso internacional América 92 - Raízes e trajetórias. A farra do boi no litoral de Santa Catarina e diversidade cultural. 1992. (Congresso).
XLII Reunião anual da SBPH.A farra do boi: o horror do Rogério e a alegria da Elvira - um campo para investigação da história cultural. 1991. (Outra).
XVI Simpósio da ANPUH.Memória e festa. 1991. (Simpósio).
Participação em bancas
CAMPOS, D. Q.; Gonçalves, J.;FLORES, M. B. R.. O Acervo ?Caruso? e a Ilha de Santa Catarina: Registros e Memórias de Waldemar Joaquim da Silva Neto (1982-1995). 2022. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
Costa, R.; MELO, S. F.;FLORES, M. B. R.. ?IMAGENS DA MARIE CLAIRE FRANCESA: RESILIÊNCIA FEMININA DURANTE A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL.?. 2021. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) - Universidade Federal da Paraíba.
FLORES, M. B. R.; Angeli, M.; Teixeira, L; Moraes, S.. Rastros de uma memória urbana: Casco Fundamental da Colônia do Sacramento. 2019. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) - Universidade Federal de Santa Catarina.
Costa, R.; MELO, S. F.;FLORES, M. B. R.. Imagens da Marie Claire francesa. 2019. Dissertação (Mestrado em Design) - Universidade Federal de Pernambuco.
PEDRO, J. M.;FLORES, M. B. R.; LOHN, R. L.. Os alternativos da ditadura: o caso do jornal Afinal (Florianópolis 1980-1981). 2018. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
Silveira, A. d.;FLORES, M. B. R.; Bonaldo, R. B.. A Prostituição Sagrada e os entrelaçamentos transculturais no Antigo Crescente Fértil. 2018. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
Veloso, S;FLORES, M. B. R.; Almeida, M. A arte no feminino como performance de si. 2018. Dissertação (Mestrado em PERFORMANCES CULTURAIS) - Universidade Federal de Goiás.
Correa, Silvio M.S.;FLORES, M. B. R.. Caricaturando a África do Sul: Dilemas e desafios em 20 anos de democracia (1994-2014). 2018. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
LIMA, H. E.; Mamigonian, Beatriz G.; Muaze, B.; Sayão, T.;FLORES, M. B. R.. Os álbuns de Violeta: Trajetórias familiarese gostos sociais nos álbuns de fotografias (Rio de Janeiro, 1855-1897). 2017. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
PEDRO, J. M.;FLORES, M. B. R.; FALCÃO, L. F.. Nas páginas impressas e nas memórias: a trajetória histórica do Jornal Afinal (Florianópolis, 1980-1981). 2017. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
SANTANNA, M. R.;FLORES, M. B. R.. As artesãs irmãs Souza: visualidade e arte popular em Santa Catarina (Araranguá, 1980). 2017. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Estado de Santa Catarina.
NEDEL, L B;FLORES, M. B. R.. Preserva ou deixe ruir? Processo de patrimonialização da Ponte Hercílio Luz. 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
PIAZZA, M. F. F.;FLORES, M. B. R.; DUARTE, A. L.; SILVA R. V.. Trajetórias de constituição e fundamentos do modernismo de grupo Festa. 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
P. Knauss; MARTINS, I. L.;FLORES, M. B. R.. O homem das bruxas: memórias e apropriações de Franklin Cascaes. 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal Fluminense.
PIAZZA, M. F. F.;FLORES, M. B. R.; RAMOS, T. R. O.; MATOS, F.. A Literatura Catarinense a partir da Revista Terra: canonização, crítica literária e sociabilidades.. 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
Morga, A.E.;FLORES, M. B. R.; Queirós, C. A. B.. Na esteira da loucura: Colônia de Alienados Eduardo Ribeiro Práticas e Representações na Ala Feminina Manaus (1894-1930). 2016. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal do Amazonas.
SERPA, É. C.; VILELA, A. L.;FLORES, M. B. R.; Sandes, N. F.. O Rap do Pequeno Príncipe contra as almas sebosas. 2015. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Goiás.
FLORES, M. B. R.; Kraemer, C.; Fritzen, M. B.. Corpo e escola multisseriada: dinâmicas da memória nas narrativas de estudantes da década de 60. 2015. Dissertação (Mestrado em Educação) - Fundação Universidade Regional de Blumenau.
SANTANNA, M. R.; ASSIS, G. de O.;FLORES, M. B. R.. Arte e política na obra de Willy Zumblick. 2015. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Estado de Santa Catarina.
LIMA, H. E.;FLORES, M. B. R.. Representações da Família e da Vida Privada nos Álbuns de Retrato do Século XIX. 2015. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
VIDAL, L.;FLORES, M. B. R.. Entre France et Brésil : l?itinéraire de Michel-Marie Derrion. 2013. Dissertação (Mestrado em Histoire) - Université de La Rochelle.
FLORES, M. B. R.; FEDRIGO, F. S.; Rafael Saddi Teixeira. O universo de Frida Kahlo à sombra da experiência revolucionária mexicana: pintura, corpo e identidade, das décadas de 1920 a 1950.. 2013. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Goiás.
COELHO, M.;FLORES, M. B. R.CAMPOS, E. C.. Deslocados, desnecessários: o ódio e a ética nos fanzines punsks (Curitiba, 1900-2000). 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
DIENER, P.;FLORES, M. B. R.. Rastros de um folguedo de roda: práticas e significados do cururu na Cuiabá do século XIX. 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Mato Grosso.
FLORES, M. B. R.. Hélio Oiticica e o Sentido da Participação do Público na Arte Brasileira dos anos 60: da "Obra Aberta" ao "Exercício Experimental da Liberdade". 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; PIAZZA, M. F. F.; BEIRED, J.L.B.. Os Bastiões da nacionalidade: nação e nacionalismo nas obras de Elysio da Carvalho. 2010. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
Flores, Cláudia R.;FLORES, M. B. R.. Ensino, Geometria e Arte: um olhar oara as obras de Rodrigo de Haro. 2009. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Santa Catarina.
BRANCHER, Ana L.; SEVERINO, J. R.;FLORES, M. B. R.. GRAFIAS DA LUZ: A narrativa visual sobre a cidade na Revista Blumenau em Cadernos. 2008. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
LIMA, H. E.; CHEREM, R.M.;FLORES, M. B. R.. A aclamação da República: Imagens do ideário político catarinense. 2008. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
SALOMON, M.;FLORES, M. B. R.; FEDRIGO, F. S.. Subjetivação e disciplinarização dos sem-terra: uso e controle da imagem fotográfica no Jornal do MST. 2008. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Goiás.
FLORES, M. B. R.; Souza, João C.; LEITE, Eudes. F.. Reler páginas e interpretar falas: Pato Bragado - Cidade, identidade e memória (1985-2005). 2008. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal da Grande Dourados.
PIAZZA, M. F. F.;FLORES, M. B. R.. O exilio no Brasil profundo: a colônia Santa Tereza. 2007. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
STADINISKY. Hilda P.;FLORES, M. B. R.. Entre o escudo de Minerva e o manto de Penélope. 2007. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.. A cidade está em festa! Festas urbanas e representações do espaço no oeste catarinense (1980-1990). 2005. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
BRANCHER, Ana L.;FLORES, M. B. R.. Feltrin de Souza. Canções de um fim de século. História música e comportamento na década encontrada (1978-1991). 2005. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.. Fazendo cidade: a construção do urbano e da memória em São Miguel do Oeste - SC. 2004. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.. Um olhar sobre as Musas de Eliseu Visconti: A pintura do Foyer do teatro Municipal do Rio de Janeiro. 2004. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Uberlândia.
FLORES, M. B. R.; AURAS, M.; DALABRIDA, N.; SCHEIBE, L.. Escola de aprendizes marinheiros e as criançasdesvalidas - Desterro/SC 1857-1889. 2002. Dissertação (Mestrado em Pedagogia) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; ISÁIAS, A. C.; CUNHA, M. T. S.; CAMPOS, C. M.. Um lugar de memória. Rua Conselheiro Mafra no século XX. 2002. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; ISAIA, A. C.; KLUG, J.. Poderes locais e a implantação da Diocese de Tubarão (1940-1960). 2002. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; FALCÃO, L. F.; SOUZA, O.; CAMPOS, C. M.. Florianópolis, década de 30: ruas, rimas e desencantos na poesia dissonante de Trajano Margarida. 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; PEIXER, Z. I.; KUPKA, R. N.. Lages 1940 - Discursos e remodelações urbanas. 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; CUNHA, M. T. S.; ISÁIAS, A. C.. Antonieta de Barros: uma história. 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; PAULILO, M. I.; NODARI, E. S.; PEDRO, J. M.. As páginas da Beleza. As representações sobre a beleza feminina na imprensa (1960 - 1980). 2001. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; SCHMITZ, S.. Os alemães estão chegando: discurso sobre o imigrante alemão em Santa Catarina (1850-1890). 2000. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; CUNHA, M. T. S.; BENAKOUCHE, T.; CZESNAT, L. O.. A cidade no Dial: Florianópolis nas ondas médicas e curtas da rádio (década de 40 e 50). 1999. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; SCHMTIZ, S.; WOLLF, C. S.; CZESNAT, L. O.. Atrás da porta - o discurso sobre o turismo na Ilha de Santa Catarina. 1999. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; CAMPOS, C. M.; SCHMITZ, S.. Imagens construidas: imaginario politico e discurso federalista no Rio Grande do Sul (1889-1896). 1999. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; KLUG, J.; DICKIE, M. A. S.; MAGALHÃES, M. B.. Cidadania e Identidade na sociedade teuto-brasileira: José Decke e os embates inzerétnicos no Vale do Itajaí. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
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FLORES, M. B. R.; SCHMITZ, S.; ALMEIDA, R. P.; DIRKSEN, V.. Luzes e sombras. A história da empresa Força e Luz Santa Catarina S.A.. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; WOLLF, C. S.; PEDRO, J. M.; MALUF, S.. Lembranças intimas de minha avó: partos, parteiras e outras histórias em Treze de Maio - Santa Catarina. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.. Sombras e luzes - História da Energia Elétrica em Blumenau. 1998. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade do Estado de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; SALGADO, M. L. L.; CUNHA, M. T. S.. Espaços de sobrevivência e sociabilidade: uma análise do cotidiano de São Carlos/Santa Catarina (nas décadas de 1930 a 1945). 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; FERLINI, V. L. A.; GALLIAN, D. M. C.. Dos subterraneos da história: as trabalhadoras das minas de carvão em Santa Catarina (1937-1964). 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; SCHMITZ, S.; PASAVENTO, S. J.; CZESNAT, L. O.. Clio positivada: a artesania da cidade histórica de Laguna. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; MALATIAN, T. M.; DUARTE, A. L.. Margem da palavra, silêncio do número: o negro na historiografia de Santa Catarina. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; CUNHA, M. T. S.; FIORE, N. A.; SERPA, É. C.. Protocolo do bom cidadão - série fontes: liçõesde moral e civismo na organização da educação em Santa Catarina (1920-1950). 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; DIRKSEN, V.; KLUG, J.; COELHO, H. M. F.; SCHMITZ, S.. Pomerode, a cidade mais alemã do Brasil. As manifestações de germanidade de uma festa teuto-brasileira. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; DIRKSEN, V.; PEDRO, J. M.; MENEZES, L. M.; CZESNAT, L. O.. Tensões, trabalho e sociabilidade: história de mulheres em Joinville no século XIX. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.. O ensino de história - da teoria à pratica. 1997. Dissertação (Mestrado em História) - Fundação Universidade Regional de Blumenau.
FLORES, M. B. R.; SERPA, É. C.; RESENDE, A. L. M.; PEDRO, J. M.. Uma cidade em tempo de epidemia - Rio Grande e a gripe espanhola (RS-1918). 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; CAPELATO, M. H. R.; SCHMITZ, S.. Moços e moças para um bom partido (a construção das elites - Itajaí 1929-1960). 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; PIRES, F. D. Á.; CUNHA, M. T. S.; PEDRO, J. M.. Histórias de engenho: os engenho de farinha de mandioca em Florianópolis, economia, cuidados com a produção, imagens (1917-1920). 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; SOIHET, R.; CUNHA, M. T. S.; GESNAT, L. O.. O naturalista e o selvagem: a visão de Saint-Hilaire sobre os indios guaranis do Rio Grande do Sul. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; CAVALCANTE, B.; RAMOS, T. R. O.; CZERNAT, L. O.; CUNHA, M. T. S.. Ao sul os desejos: a cidade transfigurada na poesia de Eglê Malleiros. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; FELIX, L. O.; ISAIAS, A. C.. As decaidas: mulheres no quotidiano de Florianópolis (1900-1940). 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.. Etnicidade e fortuna - estratégias dos italianos de boa estrela radicados em Franca a partir da grande imigração. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.
FLORES, M. B. R.. Fala professor(a): O ensino de história em Chapecó 1970-1990. 1996. Dissertação (Mestrado em História) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
FLORES, M. B. R.. Agosto: Os (d)efeitos do real. 1995. Dissertação (Mestrado em Inglês: Estudos Linguísticos e Literários) - Universidade Federal de Santa Catarina.
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FLORES, M. B. R.; PEDRO, J. M.; SIQUEIRA, M. P. S.; SERPA, É. C.. O banho de mar na Ilha de Santa Catarina 1900-1970. 1994. Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
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KLUG, J.;FLORES, M. B. R.; FALCÃO, L. F.. As rinhas de galo no Brasil.. 2015. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; SOUZA, Rogério L.; ASSIS, G. de O.; FAVERI, M.; CAIRUS, H. F.. A prece ucraniana na pressa da cidade: as renegociações das práticas religiosas ucranianas nos espaços da cidade de Curitiba a partir de 1960.. 2013. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
PIAZZA, M. F. F.;FLORES, M. B. R.; Botelho, Denilson. Literatura e desencantos modernos: o mal no pensamento de Lima Barreto. 2013. Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
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Silveira, A. d.; CAMPOS, D. Q.; Veiga, A;FLORES, M. B. R.. Ave Maria Cheia de Filmes! Transtemporalidade do Sagrado e do Feminino através da presença de Maria no filme Io sono con te.. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
Avancine, J;FLORES, M. B. R.; Kern, D.. O arquivo em Elke Hering: o indício de uma falta.. 2017. Exame de qualificação (Doutorando em Artes Visuais) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
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Silveira, A. d.; Bonaldo, R. B.; Gaspari, S;FLORES, M. B. R.. Revelação Figural: alegoria e presença dos seres híbridos na Divina Comédia.. 2016. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
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FLORES, M. B. R.; Assmann, S. J.; Piedade, A. T. de Camargo. Ensaios da Poièsis "Manguebeat": fluxos interdiscursivos, tecnocultural e condição humana na contemporaneidade. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.; BRANCHER, Ana L.. Arte e Coexistência: Vanguarda artística em Santa catarina - sobreposições, choques e assimilações (1960/1980). 2011. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
BRANCHER, Ana L.;FLORES, M. B. R.. xxxxx. 2010. Exame de qualificação (Doutorando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
CAMPOS, D. Q.;FLORES, M. B. R.; Gonçalves, J.. O acervo ?Caruso? e a Ilha de Santa Catarina: Registros e a memória de Waldemar Joaquim da Silva Neto (1982-1995). 2021. Exame de qualificação (Mestrando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
ANGELI, M. N. B.; Teixeira, L; Moraes, S;FLORES, MARIA BERNARDETE RAMOS; Maria Bernardete Ramos Flores. Rastros de uma memória urbana: (re)invenções do Casco Fundacional de Colónia do Sacramento. Uruguai. 2018.
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FLORES, M. B. R.; NODARI, E. S.; NÖTZOLD, A. L. V.. Rendeira: profissão em extinção. 2000. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
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FLORES, M. B. R.; CZESNAT, L. O.. D. João de Jaqueta: um exercicio de historia e literatura. 1994. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.. Imigração e história local: Sírios e Libaneses em Franca. 1998. Outra participação, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.
Luca, T. R.;FLORES, M. B. R.; A. Dimas; J. C. Barreiro; F. Martinho;FLORES, M. B. R.. Tânia Regina de Lucas. 2023. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.
FLORES, M. B. R.; Couto, E. G.; Cattanni, I.; Papavero, N. Maria de Fátima Gomes Costa. 2019. Universidade Federal de Mato Grosso.
FLORES, M. B. R.; PARANHOS, K.R.; Freire, L. A.; Nunes Filho, P.. Luciene Lehmkuhl. 2019. Universidade Federal da ParaÃba.
Gomes, A.; Muylaert, J.;FLORES, M. B. R.; Bresciani, M. S.. Jacy Seixas. 2018. Universidade Federal de Uberlândia.
FLORES, M. B. R.; Menandro, P R; Odwayer, E.; Passos, E.. ANTONELLA tASSINARI. 2016. Universidade Federal de Santa Catarina.
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Cupani, Alberto O.; Botomé, Silvio P.;FLORES, M. B. R.. Banca Examinadora dos Pedidos de Progressão por Departamento. 2010. Universidade Federal de Santa Catarina.
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FLORES, M. B. R.. Coordenadora, pro tempore, do Curso de Pós-Graduação em História do CFH. 2008. Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.. Coordenadora, pro tempore, do Curso de Pós-Graduação em História do CFH (FG-1). 2006. Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.. Coordenadora do Programa de Pós-Graduação Strictu sensu do CFH (Gestão 2006-2008). 2006. Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.. Consultora ad hoc, seleção dos projetos de pesquisa. 2005. Universidade do Estado de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.. Banca examinadora do concurso público de professor titular- RDIDP. 2005. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.
FLORES, M. B. R.. Consultor ad hoc do CNPq e da CAPES. 2004. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
FLORES, M. B. R.. Professora Convidada na Universidade do Ninho - Polo de Azúrem. 2000. Universidade do Ninho.
FLORES, M. B. R.. Coordenadora do Programa de Pós-Graduação strictu sensu do CFH. 1997. Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.. Concurso para professor assistente. 1992. Universidade Federal de Santa Catarina.
FLORES, M. B. R.. Concurso para professor assistente. 1992. Universidade Federal de Santa Catarina.
Orientou
Celestino a pesar del Hombre Nuevo; Representaciones del poder y resistencia político/estética en la Pentagonía de Reinaldo Arenas; ?; Início: 2022; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);
Imagens recuperadas, realidades perdidas: o pseudodocumentário de terror e a (in)credulidade contemporânea; Início: 2021; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; (Orientador);
ATRAVESSAMENTOS, BIFURCAÇÕES E DESCONTINUIDADES: O URBAN SKETCHERS DIANTE DO TEMPO; Início: 2020; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; (Orientador);
La ciudad sin nombre: experiências estéticas no espaço urbano moderno; Una visión desde el Sur [Uma visão a partir do Sul]; Início: 2020; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Orientador);
Políticas do artesanato nas décadas de 1980 e 1990 na América Latina; Início: 2020; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; (Orientador);
Montagem e/ou desmontagem da literatura nas ruínas de Francisco Brenand; Início: 2019; Tese (Doutorado em Doutorado em Letras/Inglês e Literatura Correspondente) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; (Coorientador);
O cinema pode matar? Sobre a violência explícita em Laranja Mecânica, Holocausto Canibal e Assassinos por Natureza; 2020; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Um tardio sonho hippie em Porto Alegre: a cidade de Super-8 em "Deu pra ti, anos 70" (1981) e "Coisa na roda" (1982); 2016; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Os fantasmas da modernidade e as imagens distópicas em quadrinhos e outras artes; 2015; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Arquitetura e ressonâncias urbanas em Florianópolis na primeira metade do século XX; 2013; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Na alvorada de um sport: o Remo na Ilha de Santa Catarina; 2013; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Hélio Hoiticica e o Sentido da Participação do Público na Arte Brasileira dos anos 60: da Obra Aberta ao Exercício Experimental da Liberdade; 2010; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Literatura para uma vida em matrimônio; 2010; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Cinema Clássico Americano e Produção de Subjetividades: o cigarro em cena; 2008; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
No vai e vem das cartas; A arte de governar da política colonial setecentista lusa através da epistolografia; 2006; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
De colônia à cidade : Blumenau: 1850-1920; 2006; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
A mobilidade da ordem urbana: a reconstrução dos lugares na São Luís do século XIX; 2005; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Palavras de fé em mãos que trabalham; Caminhos para a organização da paróquia São carlos Borromeu - São Carlos/SC; 2004; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Vida noturna e cultura urbana em Florianópolis (décadas de 50, 60 e 70 do século XX); 2004; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
A nomatização dos sepultametos em Nossa Senhora do Desterro; uma história funerária; 2004; 0 f; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
O Gigante e a locomotiva; Projetos de modernidade e estratégias de territorialização no Paraná; (Guarapuva 1919-1945); 2003; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Corpos Nefastos - Cidadania incerta; Em Lages, centro cívico Cruz e Souza e a invenção da nação; 2002; 0 f; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Luciana Rosar Fornazari; "Imagens de Homens, Imagens de Mulheres: a constituição da diferença entre os gêneros na publicização dos corpos pela imprensa (1946-1960); ; 2001; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Artefatos do Corpo; Os desejos de produzir corpos perfeitos em itajaí na década de 20; 2001; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Brasilidade e embelezamento: o canto orfeônico e a assepsia dos gestos corporais; 2001; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
; Mascara de Sonhos - as experiências do circo teatri en Santa Catarina O cine-teatro Nha Anna e a atividade mambembe de Getúlio a Juscelino; 2000; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Urbanização e identidade: Florianópolis nas décadas de 60 e 70; ; 2000; 0 f; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Artes de viver: recriando e reinventando espaços; Memórias das familias na vila operária mineira Próspera; Criciúma-1945-1961; 1999; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
O catarinense de bombacha: Movimento tradicionalista gaucho em Santa Catarina (1959-1997); 1999; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Passeio Pela Vida Breve de Sezefredo das Neves - Entretecendo Historia e Literatura; 1998; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
A Maquiagem Possivel - Itajai e A Identidade Acoriana; 1998; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Etnicidade e trabalho alemão: outros usos e outros produtos do labor humano; 1998; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Espaço de Sociabilidade e O Idioma - A Campanha de Nacionalização Em Joinville; 1997; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Vozess Que Recitam, Lembranças Que Se Refazem; 1997; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Moderna Ponte Velha - Arte e Tecnica Na Ponte Hercilio Luz; 1997; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Espaco e Memoria - O Aterro da Baia Sul; 1997; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Por entre luzes e sombras; Hospital Colônia Santana: (re) significando um espaçp de loucura; 1997; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Ao Sul Os Desejos - A Cidade Figurada Na Poesia de Eglê Malheiros; 1996; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
O Velho No Espelho - Um Cidadao Que Envelheceu; 1996; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Imagens Alem do Circulo - O Grupo de Artistas Plasticos de Florianopolis A A Positivacao de Uma Cultura Nos Anos 50; 1996; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Codidiano e Religiao - A Construcao de Uma Cultura Religiosa Em Nova Trento; 1995; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
A Formacao de Uma Cultura do Trabalho; 1995; Dissertação (Mestrado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Emotivos e regimes emocionais na Guerra Fria; 2024; Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em História da UFSC) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Senhores e senhoras os Beatles; Reinvenção globas da beatlelmania; 2024; Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em História da UFSC) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
?Uma invasão brasileira?: o papel da agência Art&Comics na inserção de quadrinistas brasileiros no mercado mainstream estadunidense durante a década de 1990; ; 2023; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Pode o quintal ser resistência? O trabalho e os saberes das mulheres nos quintais de faxinais do Centro-Sul do Paraná; 2023; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Coorientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Patrimônio cultural, Memórias e Identidades em disputas: A Ponta de Padrão e o Porto do Mpinda (Soyo/Zaire) ? (in)visibilidades, sentidos e significados historiográfico em Angola, 1975-2015; 2022; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Fabricando Cenários: Tempo e espaço em movimento na arquitetura e na cidade contemporânea; 2021; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Os quatro rapazes de Liverpool: os lugares de memória, a presença e o legado dos Beatles na reinvenção identitária da cidade; 2021; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
A trajetória do arquiteto alemão Simão Gramlich em campos cruzados no Sul do Brasil: arquitetônico, religioso e político; 2020; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Potência negra enunciadora na estética decolonial de Rosana Paulino; 2020; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
A mulher atômica; Medo, ansiedade e os regimes emocionais da Guerra Fria nos egodocumentos de Sylvia Plath; 2019; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Mulheres na produção de histórias em quadrinhos: da invisibilidade à construção de espaços próprios; 2019; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
O (não) lixo na era do consumo: Museu, Cidade, Arte; 2018; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Cidade do Desapego: o estar-queer na urbanidade contemporânea; 2018; Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Robert Chester Smith e o Colonial na Modernidade Brasileira: entre História da Arte e Patrimônio; 2018; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
O entre-lugar de um pensamento próprio; Filosofia da história na obra do intelectual índio boliviano Fausto Reinaga (1940-1991); 2018; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Do instante esplêndido à decadência: patrimonialização e judicialização do Cine Palácio de Joinville; ; 2017; Tese (Doutorado em Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
História, aprendizagem histórica e o Ensino Médio: Reflexões sobre (im)possibilidades da Educação Escolar no confronto com a cultura escolar; ; 2017; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Manifestações artísticas como contra-narrativas: estudos de casos das periferias do Rio de Janeiro e Lisboa; 2017; Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Erasmus Mundus; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Escritoras portuguesas e Estado Novo: as obras que a ditadura tentou apagar da vida pública; ; 2017; Tese (Doutorado em Curso de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Erasmus Mundus; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
O nomadismo de Félix Peyrallo Carbajal; 2016; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Entre evidências visuais e novas histórias: sobre descolonização estética na arte contemporânea; 2016; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
É APENAS UM JOGO: PENSAMENTO, CONDIÇÃO HUMANA E PÓS-MODERNIDADE NO FINAL DO SÉCULO XX NA HISTÓRIA EM QUADRINHOS OS INVISÍVEIS, DE GRANT MORRISON; ; 2016; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
O Neogótico de Simão Gramlich (1887-1968) no Sul do Brasil; ; 2016; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Entre o eucronismo e o anacronismo: percepções da imagem na coluna Garotas do Alceu; 2014; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Esporte para Todos (EPT): a reinvenção da alegria brasileira (1971-1985); 2014; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Uma análise do afresco "A Árvore de Jessé", de Giuseppe Arcimboldo; Articulações simbólicas; ; 2013; Tese (Doutorado em Interdisciplinar em Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Coorientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Aqui jaz uma morte: atitudes fúnebres através da trajetória da empresa funerária da família Haas de Blumenau; 2013; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
"Lamber o fio da gilete?: fricções entre Hélio Oiticica e o Dispositivo; 2011; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Alegoria Benjaminiana e alegorias proibidas no sanbódromo carioca: o cristo mendigo e a carnavalíssima trindade; 2011; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Sessão das Moças: História, Cinema e Educação (Florianópolis 1943-1962); 2010; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Migrações Internacionais e Mundos do Trabalho: brasileiros em Portugal e na Espanha (1986-2008); 2009; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
A invenção do teuto-brasileiro; 2008; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Para uma históriadas sensibilidades e das percepções: vida e obra em Valda Costa; 2008; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Esses moços do Paraná; Circulação da escrita nos albores da República; 2008; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Tempo Narrado: Romances e Modernidades em Santa Catarina; 2008; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Vida e Morte Miramar; Memórias urbanas nos espaços soterrados da cidade; 2007; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Os Panorama perdidos de Victor Meirelles; 2007; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
De Ratos, Urubus e um Cristo mendigo - Alegorias do carnaval carioca pós-Sambódromo; 2006; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
O teatro da união operária: um palco em sintonia com a modernização brasileira; 2004; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Da celebração da etnicidade teuto-brasileira à afirmação da brasilidade: ações e discursos das elites na esfera pública de Blumenau (1929-1950); 2003; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Territórios deslizantes: recortes, miscelâneas e exibições na cidade contemporânea - Cricuúma (SC) (1980-2002); 2003; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Jogo de formas híbridas; Arquitetura e modernidade em Florianópolis na década de 50; 2002; 0 f; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
O saber do espaco: ensaio sobre a geografizacao do espaco em Santa Catarina no s'eculo XIX; 2002; 292 f; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Entre a tradição e a modernidade; O Café e a imagem do Brasil na Exposição do Mundo Português; 2002; Tese (Doutorado em História) - Universidade Federal de Santa Catarina,; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
2022; Universidade Federal de Santa Catarina,; Maria Bernardete Ramos Flores;
2019; Universidade Federal de Santa Catarina,; Maria Bernardete Ramos Flores;
2018; Universidade Federal de Santa Catarina,; Maria Bernardete Ramos Flores;
2018; Universidade Federal de Santa Catarina,; Maria Bernardete Ramos Flores;
2013; Universidade Federal de Santa Catarina, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Maria Bernardete Ramos Flores;
Museus do Lixo no Brasil: museologia da ação e comunicação em rede; 2018; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Miguel Littín e a imaginação da história; 2015; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
As vivências do artista catarinense Aldo Beck: um estudo biográfico; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Distopia de V DE VINGANÇA e a releitura hollywoodiana pós 11/09; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
CALENDÁRIO PIRELLI: O EROTISMO E FOTOGRAFIA; 2012; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Enchentes em Blumenau (1983-1984); 2011; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Walt Disney no Brasil: A Revista Clima e Fantasia; 2010; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Conversando e lembrando: a casa como objeto de memória; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
FARRA DO BOI, CULTURA CRIMINALIZADA:O Processo de Criminalização e o Confronto de 1988, em Ganchos; ; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
A beleza e a fealdade nos filmes de Branca de Neve e os sete anões e Cinderela; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Da questão racial à questão da higiene: o caipira brasileiro representado por Monteiro Lobato; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
"Sou a broa grosseira e modesta do pequeno sitiante"; Pão de milho: saberes e sabores; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Museu de Arte de Santa Catarina e Arte e Educação; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Do outro lado da baía havia histórias: A presença francesa nas terras do Sahy - O caso Ledoux; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Erotização em Cena: Imagens de Carmem Miranda e a Política da Boa Vizinhança; 2008; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
A inserção da educação sexual na escola Coração de Jesus na década de 90; 2006; 87 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
O surgimento do surf em Florianópolis e sua consolidação na década de 80; 2006; 80 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Uma breve discussão sobre a questão racial na formação do pensamento social brasileiro; 2006; 60 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Imagens Siderópolis: progresso, modernidade, nostalgia e paradoxo; 2006; 57 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Palavras quase inúteis: a experiência modernista de Plínio Salgado; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Carnaval em Florianópolis 1947-1956; 2006; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Os Misantropos - Psiquiatria e eugenia (Santa Catarina - 1942); 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
As tramas, as significações e as transformações urbanas de Florianópolis através da História da Ponta do Coral; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Erasmo de Roterdã e Descartes: o nascimento da razão; 2004; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
No vai e vem das cartas: o funcionamento do governo colonial no enredo da Invasão Espanhola na Ilha de santa Catarina, 1777; 2003; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
O passado de uma comunidade na história do Armazém Vieira; 2002; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Da Invasão Espanhola da Ilha de Santa Catarina: a visão dos historiadores catarinenses; 2002; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Lembranças de Engenhos da Ffreguesia de Nossa Senhora do Rosário da Enseada de Brito; 2002; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
A criação do Museu Victor Meirelles (1940-1950); 2002; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Educação dos gestos: a educação física no processo de regeneração da nação (1930-1945); 2001; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Série fontes - atualização das condutas masculinas; 1999; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Ein Proist: na celebração da festa, a construção de uma cultura; 1995; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Fenarreco: a economia da imagem; 1995; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
A festa do Divino Espírito Santo em Santo Amaro da Imperatriz - mudanças e permanências; 1993; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Um engenho de farinha; Deve ter três cantado; O trabalho e o lúdico no engenho de farinha de mandioca; ; 1991; 0 f; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Mitos e magia na arte brasileira - Sobrevivências e Antropofagias A propósito da decolonialidade estética; 2023; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Nova Iconografia do Brasil; Presença do primitivo na arte moderna e contemporânea; ; 2022; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Modernidade Arte e Pensamento: a imaginação em curso (Misticismo ? Primitivismo - Androginia - Utopia) Projeto PQ 1B; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Modernidade Arte e Pensamento: a imaginação em curso (Misticismo ? Primitivismo - Androginia - Utopia) Projeto PQ 1B; 2016; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Os loucos anos vinte: imaginação e utopia; 2013; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
OS LOUCOS ANOS VINTE: IMAGINAÇÃO E UTOPIAS; 2011; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, PIBIC- UFSC; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
OS LOUCOS ANOS VINTE: IMAGINAÇÃO E UTOPIAS; 2010; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
De Musas e Apolos: O culto da beleza na formação do Brasil Moderno; Estética, imagem e tradição; 2010; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Loucos anos vinte: imaginação e utopia; 2010; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
De Musas e Apolos; O culto da beleza na formação do Brasil Moderno; Estética, imagem e tradição; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
De Musas e Apolos; O culto da beleza na formação do Brasil Moderno; Estética, imagem e tradição; 2009; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
De Musas e Apolos; Imagem e memória; ; 2008; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
De Musas e Apolo; ; 2008; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
De Musas e Apolos; 2008; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
De Musas e Apolos: O culto da beleza na formação do Barsil Moderno; 2007; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
De Musas e Apolos: O culto da beleza na formação do Brasil Moderno; 2007; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Caliban chega antes de Tio San: americanismo e virilização - corpo e estética; 2006; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Caliban chega antes de Tio San: americanismo e virilização - Corpo e estética; 2005; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Caliban chega antes de Tio: americanismo e virilização - corpo e estética; 2004; Iniciação Científica; (Graduando em História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Os loucos anos vinte: imaginação e utopia (apoio técnico); 2012; Orientação de outra natureza; (Museologia) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Bolsista de Apoio Técnico - Nível Superior; 2011; Orientação de outra natureza; (História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Estágio Não-Obrigatório; 2010; Orientação de outra natureza; (História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Laboratório de História e Arte - Labharte; 2009; Orientação de outra natureza; (História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
Estágio Laboratório de Ensino; 2008; Orientação de outra natureza; (História) - Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina; Orientador: Maria Bernardete Ramos Flores;
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FLORES, M. B. R. . Sobre o mito da androginia a propósito da obra plástica de Ismael Nery e de Frida Kahlo. 2012. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FLORES, M. B. R. . Quando o Dragão assume o lugar do Cavalo: Xul Solar e o seu ciclo Pré-Colombiano. 2011. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FLORES, M. B. R. . V Simpósio Nacional de História Cultural. Brasília 50 Anos. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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FLORES, M. B. R. . Encantos da Imagem: A propósito da Obra Plástica de Xul Solar e sua Utopia do Novo Homem Latino Americano. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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FLORES, M. B. R. . Ensino de História: Desafios atuais. 2010. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FLORES, M. B. R. . Una ciudad que vuela contenta por el aire. Sobre la Vuelvilla de Xul Solar: utopía ? eutopía ? heterotopia?. 2010. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FLORES, M. B. R. . ESTUDOS CULTURAIS NA PESQUISA: OBJETOS E PROBLEMAS. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FLORES, M. B. R. . "Tecnologia e estética do racismo: ciência e arte na política da beleza". 2009. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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FLORES, M. B. R. . Estética, biopolítica e modernidade na América Latina. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FLORES, M. B. R. . Cícero Dias e o Surrealismo. 2009. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).
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FLORES, M. B. R. . A angústia de Adão na América. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FLORES, M. B. R. . Xul Solar e a utopia do novo homem mestiço para as realizações das potencialidades da América Latina. 2009. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FLORES, M. B. R. . Corpo, subjetividade e narrativa. 2008. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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FLORES, M. B. R. ; VILELA. Ana Lucia. ; BOPPRÉ. Fernando C. . Modernidades em Trânsito. 2008. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FLORES, M. B. R. . O corpo nunca está no rascunho (debatedora). 2008. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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FLORES, M. B. R. . Ciência e Arte e a utopia do futuro do homem. Biopolítica, técnica e estética na formação do Brasil Moderno.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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FLORES, M. B. R. . Ciencia y arte en la formacion del Brasil moderno. 2008. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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FLORES, M. B. R. . Experiência em orientação na Pós-Graduação. 2008. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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FLORES, M. B. R. . Estética da existência e biopolítica.. 2008. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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FLORES, M. B. R. . Estética e biopolítica. 2008. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FLORES, M. B. R. . Estética e modernidade: o culto da beleza na formação do Brasil Moderno. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FLORES, M. B. R. . Não têm os dançarinos ouvidos nas pontas dos pés?. 2007. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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FLORES, M. B. R. . Nacional versus Internacional na obra plástica de Ismael Nery. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FLORES, M. B. R. . Pagu/Patrícia Galvão - O exílio para dentro. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FLORES, M. B. R. ; CAMPOS, E. C. ; SARTORI, Carina . Rinas da fala: memória e narrativa nas terras do Saí. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FLORES, M. B. R. . Tecnologia e estética do racismo: Ciência e arte na políica da beleza.. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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FLORES, M. B. R. . Catolicismo versus Catolicismo na obra plástica de Ismael Nery. 2007. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FLORES, M. B. R. . Modernidade e estética: sobre a visualidade do modernismo brasileiro - a propósito da obra plástica de Ismael Nery.. 2007. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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FLORES, M. B. R. . As musas inquietantes - Imagem e memória. 2006. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
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FLORES, M. B. R. . Prefácio. In: A prece ucraniana na pressa da cidade. Curitiba, 2017. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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FLORES, M. B. R. . A vida que se narra ou a poética da lembrança. Florianópolis, 2014. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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FLORES, M. B. R. . Olhar a vida. Itajaí, 2011. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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LEHMKUHL, L. ; FLORES, M. B. R. . De nota dissonante à harmonia estética. Uberlândia, 2011. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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FLORES, M. B. R. ; SALOMON, M. ; H.P.Oliveira . A decadência de Santa Catarina. Florianópolis: EdUFSC, v.01, 2010 (Livro (orelha)).
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FLORES, M. B. R. . Personas e Personagens. Florianópolis, 2010. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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FLORES, M. B. R. . Prefácio: Identidades móveis. Blumenau; Cândido Rondom, 2007. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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FLORES, M. B. R. ; SERPA, É. C. . Não só de colibris e de macacos compõem-se as cartas dos imigrantes no Brasil. Florianópolis, 2002. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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FLORES, M. B. R. . In: Nova Trento in canto de fé. Itajaí, 2000. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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FLORES, M. B. R. . Entre a metáfora e a cidadania, a vida em questão. In:. Florianópolis, 2000. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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FLORES, M. B. R. . A maquiagem possível. Itajaí, 1999. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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FLORES, M. B. R. . Minhas lembranças. Memória e cidadania. Chapecó: Grifos, 1998 (Livro (orelha)).
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FLORES, M. B. R. . A história que fazemos. Pesquisa e ensino de história. Chapecó: Grifos, 1998 (Livro (orelha)).
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FLORES, M. B. R. . Igreja e poder em Santa Catarina. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1997 (Livro (orelha)).
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FLORES, M. B. R. . Cotidiano, trabalho e poder. A formação da cultura do Trabalho no extremo oeste do Paraná. Toledo, 1997. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
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FLORES, M. B. R. . Dos estilhaços da memória à memória registrada. Itajaí, 1997. (Prefácio, Pósfacio/Prefácio)>.
Outras produções
FLORES, M. B. R. . Avaliadora AD HOC dos projetos de pesquisa. 2021.
FLORES, M. B. R. . Avaliação de Projeto de IC UDESC. 2021.
FLORES, M. B. R. . Conselho Editorial da Revista Eletrônica História em Reflexão. 2011.
FLORES, M. B. R. . Conselho Editorial da Revista ArteCultura. 2011.
FLORES, M. B. R. . Conselho Consultivo Revista do Arquivo Histórico de Joinville. 2011.
FLORES, M. B. R. . NTERthesis. 2011.
FLORES, M. B. R. ; SERPA, É. C. . Documentos avulsos manuscritos referentes à Capitania de Santa Catarina - 1717-1827. 2000.
FLORES, M. B. R. . ?Políticas de memória e patrimônio cultural nos municípios catarinenses (1970-2020).?. 2021.
FLORES, M. B. R. . Revista História Hoje. 2021.
FLORES, M. B. R. . Revista ArtCultura. 2021.
FLORES, M. B. R. . Revista Bilros RETRATOS DA MORTE: Uma análise das representações da morte em Andy Warhol e Edvard Much.. 2018.
FLORES, M. B. R. . a Comisión dictaminadora del Premio Internacional de Historia Intelectual en América Latina. 2018.
FLORES, M. B. R. . Revista História em Reflexão. 2012.
FLORES, M. B. R. . Revista Esboços. 2012.
FLORES, M. B. R. . Revista Confluências Culturais - Joinville. 2012.
FLORES, M. B. R. . Parecerista da revista eletrônica História em Reflexão - ISSN 1981-2434. 2011.
FLORES, M. B. R. . Parecerista da revista eletrônica História em Reflexão - ISSN 1981-2434. 2011.
FLORES, M. B. R. . Parecerista da revista ArteCultura - ISSN 15168603 / 21783845. 2011.
FLORES, M. B. R. . Parecerista da revista Fronteiras: Revista Catarinense de História - ISNN 1415-8701. 2011.
FLORES, M. B. R. . Esboços. 2011.
FLORES, M. B. R. . Esboços. 2011.
FLORES, M. B. R. . Esboços. 2011.
FLORES, M. B. R. . Parecerista da revista Ars Histórica - ISNN 2178-244x. 2011.
FLORES, M. B. R. . Revista Internacional Interdisciplinar INTERthesis - ISSN: 1807-1384. 2010.
FLORES, M. B. R. . Parecerista da Revista Ars Historica - ISSN: 2178-244X. 2010.
FLORES, M. B. R. . Parecerista da Revista Art&Cultura. 2010.
FLORES, M. B. R. . Parecerista do Cadernos do CEON. 2010.
FLORES, M. B. R. . Revista Estudos de História. 2009.
FLORES, M. B. R. . Em tempo de História. 2009.
FLORES, M. B. R. . Espaço Plural. 2009.
FLORES, M. B. R. . Parecerista da Revista de Estudos Feministas. 2009.
FLORES, M. B. R. . Parecerista do Cadernos do Ceon. 2009.
FLORES, M. B. R. . Parecerista da Revista Art&Cultura. 2009.
FLORES, M. B. R. . Conferência: Arte e Política. 2012. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
FLORES, M. B. R. . Revista Ártemis - Estudo de Gênero, Feminismo e Sexualidade. 2021. (Parecer de artigo).
FLORES, M. B. R. . Revista ArtCultura. 2021. (Parecer de artigo).
FLORES, M. B. R. ; Correa, Silvio M.S. . Ebook Imagens e Arquivo ? Fotografias e Filmes, Coleção de Livros ICNOVA. 2021. (Parecer de artigo).
FLORES, M. B. R. . Revista ArtCultura. 2020. (Parecer de artigo).
FLORES, M. B. R. . Revista Tempo e Argumento. 2020. (Parecer de artigo).
FLORES, M. B. R. . Revista ArsHistórica. 2020. (Parecer de artigo).
FLORES, M. B. R. . Revista Faces de Clio. 2020. (Parecer de artigo).
FLORES, M. B. R. . UNA HISTORIA, VARIAS CUESTIONES: Ficción y realidad en la apropiación capitalista del espacio y del hombre. 2018. (Parecer de artigo).
FLORES, M. B. R. . Pós-doc História. 2018. (Parecer Programa PVE Júnior).
FLORES, M. B. R. . Cores Traços Rastros - Desenhos e Aquarelas de Mário César Coelho. 2012. (Curadoria de Exposição de Arte).
FLORES, M. B. R. . De Musas e Apolos. O culto da beleza na formação do Brasil Moderno. Estética, imagem e tradição. 2010. (Relatório de pesquisa).
FLORES, M. B. R. . Cores Traços Rastros - Desenhos e Aquarelas de Mário César Coelho. 2012 (Curadoria de Exposição de Arte).
Projetos de pesquisa
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2022 - Atual
Mitos e magia na arte brasileira - Sobrevivências e Antropofagias A propósito da decolonialidade estética, Descrição: Projeto PQ. Sob o título Mitos e magia na arte brasileira - Sobrevivências e Antropofagias: a propósito da decolonialidade estética, tem por objetivo geral, identificar e compreender três marcos teóricos que operam em momentos específica da história do pensamento estético no Brasil (modernista, mito-mágico e insurgente), tendo por fios condutores os conceitos de sobrevivência cultural, antropofagia e decolonialidade. O Modernismo, na década de 1920, elabora a metáfora da antropofagia como uma forma ética para pensar a relação com a alteridade, selecionar seus ?outros? em função da potência vital, deixar-se afetar por estes ?outros? desejados, a ponto de absorvê-los. O conceito trouxe para as ciências humanas, bem como para a crítica literária e artística, uma chave fundamental para compreender o modo de produção cultural que se pratica no Brasil desde sua fundação, frequentemente, retomada e reatualizada ao longo do século XX e que permanece até a atualidade. Primeiro movimento de atualização da metáfora teórica da antropofagia deu-se na década de 1970, no contexto da resistência à Ditadura Civil Militar e à hegemonia cultural norte-americana nas artes, por ocasião da I Bienal Latino-americana de São Paulo (1978). A estratégia dos intelectuais foi o de eleger o tema Mitos e Magia presentes nas expressões artísticas de origem indígena, africana, euroasiática e miscigenada, consideradas como manifestações culturais de raças que entraram em nossa formação e que foram, reiteradamente, desqualificadas na história da arte. Na virada do século XX, junto aos estudos pós-coloniais, de onde sai o conceito de decolonialidade estética, a cena artística brasileira viu emergir um fenômeno novo. Se negros e índios sempre foram representados como os ?outros?, o que se vê nesse movimento contemporâneo é que esses são protagonistas de sua auto representação. Num ato de re-antropofagia, as poéticas negras e indígenas trazem memórias e cosmologias próprias para criar obras de arte com linguagens do sistema de arte canônica, ou apropriam-se de ícones da visualidade ?oficial?, e neles produzem intervenções que questionam a passividade dos sujeitos representados, mostrando as marcas e as feridas, psicológicas e emocionais, deixadas pela colonização do Brasil. A problemática do projeto parte do pressuposto de que se uma das funções da arte é influenciar e afetar os sentidos, as emoções e o intelecto, e da filosofia estética entender o sentido da arte, então, uma arte decolonial questiona as marcas da colonialidade, através do jogo da desobediência estética. O objetivo do projeto é o de pôr em evidência práticas que vêm ganhando destaque na criação de uma poética que descoloniza nossos olhares, gostos e sentidos, efeitos que vão além do campo artístico e se fundem com a vida cotidiana. Palavras-chaves: arte, decolonialidade, antropofagia, sobrevivência cultural, mito, magia. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / maria Inés Travieso Rios Kimchescki - Integrante / João Pedro Brunetti dos Santos - Integrante.
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2019 - 2022
Nova iconografia do Brasil Presença do primitivo na arte moderna e contemporânea, Descrição: Contemplado pelo Edital Universal - No Modernismo, a arte contribuiu para reconfigurar uma nova iconografia do Brasil, a nova visualidade brasileira que incorporava saberes e fazeres africanos, ameríndios e populares. Na Arte Contemporânea, insere-se a perspectiva da desobediência estética ou decolonialidade estética, que desconstrói as visualidades hegemônicas, pautadas na cor da raça, na ideia do ?outro? não civilizado, barroco e atrasado, resultantes dos processos de colonização e de modernização. No entrelaçamento dessas duas iconografias, a moderna e a contemporânea, buscamos refletir sobre os modelos eurocêntricos e etnocêntricos de representação visual que incidiram em visões hegemônicas sobre o ?outro?, tais como as de natureza, selvagem, exotismo, primitivismo e raça miscigenada.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (13) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Sabrina Fernandes Melo - Integrante / Gloria Alejandra Luna - Integrante / Lucy Osteto - Integrante / Talita Sauer Medeiros - Integrante / JACINTA MILANEZ GISLON - Integrante / Michele Bete Petry - Integrante / Luiz Eduardo Fontoura Teixeira - Integrante / Eduardo Gomes Silva - Integrante / Everson Antunes - Integrante / maria Inés Travieso Rios Kimchescki - Integrante / Marcos Sardá Vieira - Integrante / Paulo Henrique Torres Valga - Integrante / Lígia Maria Bremer - Integrante / João Pedro Brunetti dos Santos - Integrante.
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2019 - Atual
História, Arte e Imagens ou o Conhecimento por imagens, Descrição: Esse projeto abriga diversos temas de pesquisa e diversos pesquisadores de história que experimentam, em suas abordagens, concatenar ?história, arte e imagem?, numa metodologia que trate na História acontecimentos artísticos na sua dimensão de imagem ? artes plásticas, literatura, poesia, ilustrações, propaganda, cinema, arquitetura, urbanismo, e tantos outros, cujas imagens participam de contextos políticos, de criação de identidades e representações, de culturas visuais ou de visualidades emergentes, formuladoras de imaginários. Partindo-se de W. Benjamin, que reabilitou a potência da imagem, o pensamento por imagem é uma via privilegiada para o conhecimento, pois vincula entre si afinidades que não podem ser captadas pelo pensamento conceitual. Marie-José Mondzain diz que a imagem se inscreve na história da humanidade, tanto pela perspectiva antropológica quanto histórica, e devemos interrogar sobre as operações imaginantes na sua relação com o que constitui o sujeito falante e sociável. Georges Bataille enfatiza a relação entre a primeira imagem desenhada na parede da caverna e nascimento do humano. A obra de arte mostra-nos como humanos, torna-nos humanos, revela nossa humanidade, deixa rastros sobre a história do humano. Warburg tratou destes rastros como ?imagens sobreviventes?, como ?fenômenos antropológicos?. A ?imagem? não é dissociada do agir global dos membros de uma sociedade. Nem do saber próprio de uma época, nem da crença: ela reside em outro elemento essencial da invenção warburguiana, que foi o trabalho de história da arte no continente negro da eficácia mágica ? mas também, litúrgica, jurídica ou política ? das imagens. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (0) / Especialização: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (13) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Reverson Nascimento - Integrante / Everson Antunes - Integrante / Jeferson Augusto da Cruz - Integrante / Letícia Portela - Integrante / maria Inés Travieso Rios Kimchescki - Integrante / Marcos Sardá Vieira - Integrante / Gabriel Cruz de Souza - Integrante / Paulo Henrique Torres Valgas - Integrante / Ana Lilia Félix Pichardo - Integrante.
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2018 - 2022
Iconografia do Brasil Arte primitivista e Modernismo: sobre visualidades emergentes, Descrição: Projeto PQ - Se no século XIX, o interesse pelos povos estranhos aos europeus esteve relacionado às teorias raciais e à classificação hierarquizada da espécie humana, entre civilizados e não civilizados, entre desenvolvidos e primitivos, no começo do século XX, a tese da Decadência Ocidental relativizou a noção de cultura, percebendo outras lógicas de conhecimento e de relação com a existência, fora da lógica racional e utilitarista que provocava a sensação de alienação humana. Uma corrente de pensamento tinha como pressuposto de que nas culturas exógenas poderia estar situada a infância da humanidade, uma linguagem mítica que poderia ajudar aos modernos a se reatarem com suas fontes espirituais. Entre os artistas de vanguarda, as artes da África, da Oceania, da América pré-colombiana foram recebidas com entusiasmo. Nas suas formas, viam-se elementos para a experimentação de novas linguagens estéticas. A esse movimento de interesses pelas culturas não ocidentais, não modernas, designou-se como primitivismo ou arte primitivista. O contato dos brasileiros da primeira fase do modernismo com a arte primitivista praticada na Europa teve consequências. As viagens de ?descoberta? do Brasil arcaico promoveu um impulso para a emancipação de uma série de recalques históricos, sociais e étnicos. Houve uma inversão de valores na história do Brasil. A valorização do negro, elemento que permanecia recalcado em nossa cultura oficial e a recuperação da cultura indígena como oposição e critica a civilização europeia e como reivindicação de independência cultural, passaram a ser tratados de forma renovada nas artes e nas letras. Uma nova visão dos hábitos e tradições populares ultrapassou o mero registro folclórico. Se a denominação de arte primitivista no Brasil, na aproximação com o primitivismo europeu, durou pouco, não indo muito além da ?fase heroica? do modernismo e da defesa da antropofagia, a questão da brasilidade e do nacional carreou significativos desdobramentos: construção de uma iconografia do Brasil antropofágico, miscigenado, barroco, multicolorido, através do movimento de defesa do folclore e da política preservacionista, que desencadeou a pesquisa e o inventário das raízes da nação. Mas, a proposta de projeto que aqui se apresenta não trata tanto de pensar o tema da brasilidade e do ideário nacionalista, questão exaustivamente trabalhada pela literatura. O objetivo é o de pensar sobre as visualidades emergentes, acionadas pelas artes que vão da primeira fase do modernismo ao contexto getulista, que configuram na iconografia dessa brasilidade, os saberes e fazeres africanos e ameríndios, do caboclo, do caipira, do sertanejo, do roceiro, do pescador; os mitos amazônicos; o barroco e a arte sacra, através da literatura, poesia, pintura, escultura, do desenho e da fotografia.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador.
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2014 - 2018
O Programa Esporte para Todos no Brasil: politização dos corpos, alegria comunitária, fé no progresso da nação., Descrição: O projeto tem como objetivo a produção de uma obra sobre esporte, aproveitando a realização das Olimpíadas de 2016 que, em alguma medida, despertará interesse do público leitor pelo tema, abordado academicamente. Nesse trabalho, trataremos do movimento Esporte para Todos que começou na Europa e que se espraiou por todo o mundo. Depois da Segunda Guerra Mundial e, especialmente, depois dos Jogos Olímpicos de Tóquio em 1964, emergem na Europa diversos movimentos (Federação, Convenção, Manifesto, Conselho, Comitê, Campanhas) que questionam as vantagens do investimento apenas no esporte de rendimento, defendendo a esportivização massificada. O Esporte para Todos traria benefícios para a saúde prejudicada pelas consequências da era tecnológica; preencheria o tempo livre, fora do trabalho, com lazeres úteis; desenvolveria a cooperação entre as nações, pelas competições esportivas. No Brasil, o governo da Ditadura Civil Militar seguiu a tendência mundial, embora com diferenças, tanto no que se refere à metodologia quanto aos objetivos. Se na Europa, as iniciativas partiam mais de grupos da sociedade civil, o Brasil adotou um sistema misto, no qual se imbricavam projetos oficiais do governo com adesão de líderes intelectuais e um sistema de comunidade que participava diretamente das atividades esportivas. A Educação Física do sistema escolar, igualmente, teve tarefas que se integraram ao movimento. Sobre os objetivos, para o Brasil, o problema do uso do tempo livre e das consequências biológicas da vida sedentária e do mundo tecnológico ainda não era o principal motor que impulsionava o discurso da massificação do esporte. O problema dos militares abria-se em duas frentes: por um lado, sua política de desenvolvimento econômico acelerado requeria uma população com aptidão física para atender à economia tecnológica, e, por outro, o autoritarismo, para funcionar com auras de democracia, jogando para os porões do sistema os adversários, requeria a adesão do povo, pacífico, moralmente saudável, feliz, e cheio de fé no governo, no progresso e no futuro da nação. Equipe: Nailze Pereira de Azevedo Pazin CPF: 15486369832 Alexandre Fernandez Vaz CPF: 07879696806. , Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Integrante / Nailze Pereira de Azevedo Pazin - Coordenador / Alexandre Fernandez Vaz - Integrante.
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2013 - 2018
Modernidade Arte e Pensamento: a imaginação em curso (Misticismo ? Primitivismo - Androginia - Utopia) Projeto PQ 1B, Descrição: As primeiras décadas do século XX, na Europa, foram marcadas por um revival espiritual frente à crise do humanismo baseado na ideia de progresso, que via as ciência e a razão como eixos explicativos da vida e da sociedade e como propulsoras da evolução. Desde meados do século XIX, os sinais de uma derrocada da modernidade racional, industrial, utilitarista e imperialista, faziam emergir uma corrente de pensadores que vieram a ser denominados de decadentistas, de fin-de-siècle. Para sair desta crise existencial, a Europa faz um ?retorno?, buscando no passado da humanidade, nos mitos e nas culturas primitivas, um elo que re-ligasse o homem às suas origens espirituais, que lhe ensinasse a criar novos caminhos para a criação de uma nova humanidade. Os problemas dos intelectuais brasileiros, nas primeiras décadas do século XX, não eram propriamente da mesma ordem que os da Europa. O Brasil ainda devia construir a modernidade, o progresso e uma cultura racional e científica. Porém, os intelectuais brasileiros também fizeram um retorno ao passado, ao mundo primitivo indígena, para conhecer a ?essência? da nação, encontrar uma explicação para sua história, buscar elos que pudessem re-ligar passado-presente-futuro. Neste movimento, o Brasil acabou por assimilar muitas das idéias européias; bebeu na literatura e nas artes, as teses místicas e as crenças nos mitos; criou relações de aproximações com organizações místicas internacionais; enfim, participou, de alguma maneira, do movimento espiritual europeu, voltado para seu interior, através de movimentos literários e artísticos, que foram nomeados como, ?primitivistas?, ?espiritualistas? e ?dinamistas?. Projeto CNPq/PQ 1B Bolsa Produtividade. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Doutorado: (9) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Sabrina Fernandes Melo - Integrante / Gloria Alejandra Luna - Integrante / Marcos Luã Freitas - Integrante / Lucy Osteto - Integrante / JACINTA MILANEZ GISLON - Integrante / Reverson Nascimento - Integrante / Joaquim Paka Massanga - Integrante / Michele Bete Petry - Integrante / Thayse Fagundes e Braga - Integrante., Número de produções C, T & A: 5
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2013 - 2016
Modernidade, Arte e Pensamento, Descrição: O projeto levanta hipótese de que os eventos de dimensão estética são fundamentais na Modernidade, no seu sentido amplo, como um modo de vida em que o homem acredita poder desencadear processos históricos, como afirmou Kant. A estética desenvolve-se nos tempos modernos porque seu pressuposto ligado à noção de beleza, de bom e de verdadeiro imiscui-se nas dimensões espaciais e temporais, nas políticas de raça, classe e gênero, nas construções das cidades vinculadas ao urbanismo e à arquitetura, nos projetos de modernização no que tange à técnica, nos meios de comunicação no que tange aos aparatos e aos intelectuais, na criação de imagens e imaginários, identidades e representações, ou seja, nos investimentos na visualidade ou na aparência em todas as esferas e, por fim, em algo que perpassa a todos estes quesitos, as subjetividades ou as sensibilidades. Segundo Rancière, na base da política existe uma estética, que nada tem a ver com a estetização da política, própria da era das massas, ou com a banalização da arte nos dias de hoje. Se, por um lado, a política é estética, por outro, a arte pode ser considerada política, determinando relações espaço-temporais, formas de visibilidade, relações entre as formas sensíveis e seus modos de representação. O acontecimento artístico presta-se à chamada revolução documental, da qual nos fala Jacques Le Goff: o documento não é qualquer coisa que ficou do passado, é um produto da sociedade que fabricou, segundo as relações de força que aí detinham o poder. E ademais, como lembra Jorge Coli, um quadro, uma escultura, uma arquitetura, um ajardinamento, uma peça de teatro, desencadeiam pensamentos sobre o mundo, sobre as coisas, sobre os homens, sobre as sociedades. Neste sentido, queremos com este projeto, desenvolver/aprofundar/consolidar uma maneira metodológica de lidar com os acontecimentos artísticos, especialmente, na sua nova relação com a noção de imagem, nos apropriamos de uma lógica em que a ideia seria criar um campo de pensabilidade fora do que orienta o pensamento entendido como representação. Dentro desta perspectiva, articulam-se algumas contribuições de filósofos como Foucault, Deleuze, Agamben, da psicanálise como a de Guattari, da linguística como de Derrida, da teoria da imagem e da história da arte, como Benjamin, Warburg, Didi-Huberman, entre outras, que buscam, com seus construtos teóricos, atravessar os modelos redutores de apreensão do mundo, oferecendo-nos novos planos para pensarmos a experiência estética, como experiência da Modernidade. Projeto Edital Universal - Processo 472241/2013-3 Recurso liberado 33.000,00 + uma bolsa AT e uma Bolsa IC Bolsistas: Daniel Della Zen (Apoio Técnico) ? 066230749-61 Poliana Santana (Iniciação Científica) ? 314180248-30 Victor Wolfgang Kegel Amal (Iniciação Científica) ? 094004709-83 Carolina Bayer (História) ? 089311559-21 Pesquisadores de outras Universidades Maria de Fátima Fontes Piazza (UFSC) ? 15180719100 Hermetes Reis de Araújo (UFSC) - 34198121915 Patricia Peterle (UFSC) ? 02493576748 Luciene Lehmkuhl (UFF) ? 561307409-72 Ana Lucia Vilela (UFG) ? 015863797-63 Daniela Queiroz ? 055952119-70 Marcelo Téo (UDESC) 02514114942. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (10) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Hermetes Reis de Araújo - Integrante / Luciene Lehmkuhl - Integrante / Ricardo Machado - Integrante / Maria de Fátima Fontes Piazza - Integrante / Daniel Dalla Zen - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Carolina Bayer - Integrante / Grégori Michel Czizeweski - Integrante / Daniela Queiroz Campos - Integrante / Sabrina Fernandes Melo - Integrante / Gloria Alejandra Luna - Integrante / Patricia Peterle - Integrante / Francielly Dossin - Integrante / Alexandra Liz Alvim - Integrante / Marcos Luã Freitas - Integrante / Ana Lucia Vilela - Integrante / Victor Wolfgang Kegel Amal - Integrante / Poliana Santana - Integrante / Christiane Kalb - Integrante / Luana Loiria - Integrante / Lucy Osteto - Integrante / Marcelo Téo - Integrante / Talita Sauer Medeiros - Integrante / Clarice Caldini Lemos - Integrante / Cristiane Garcia Teixeira - Integrante / Cecília Reibnitz - Integrante / Ricardo Machado - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Auxílio financeiro.
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2011 - 2013
História da Dança Cênica em Caxias do Sual, Descrição: Esta pesquisa pretende compreender as implicações da experiência e da tradição que, possivelmente, sustentaram a política que informou a criação em 1997 da única companhia de dança cênica mantida pelo poder público no estado do Rio Grande do Sul, a Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul. Parte-se da suposição de que rastrear o passado da dança cênica na cidade, que teve início na década de 1950, fato inusitado, já que se tratava de um ambiente de interior e agrário, nos atende a dois objetivos. Se por um lado, acompanha-se a formação dessa linguagem artística, de elite, em meio às problemáticas sociais, culturais e políticas, ao ponto de se tornar vigorosa na cidade, por outro, tem-se a oportunidade de registrar através da História Oral as memórias das pessoas que participaram do processo, e ainda preservar seus arquivos pessoais ? fotografias, programas, convites, folhetos, recortes de jornais. Projeto de Pós-Doutoramento de Sigrid Augusta Busellato Nora - CPF 25505440053. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Sigrid Augusta Busellato Nora - Integrante.
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2010 - 2013
Os loucos anos vinte: imagina e utopia - estudos comparativos entre Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o que melhor define uma utopia é sua pretensão de fragmentar a ordem existente. O resultado de ler uma utopia é que ela põe em questão o que existe no presente; a utopia mostra o que há de estranho e de potencialidade no mundo atual; introduz um sentido de dúvida que abala o óbvio. A utopia pode ser uma ferramenta crítica para minar a realidade; pode igualmente ser um refúgio contra a realidade. A utopia trata do fenômeno da imaginação. Os artistas são homens de imaginação, abrem a marcha, proclamam o futuro, desenvolvem a parte poética do novo sistema.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador.
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2007 - 2009
De Musas e Apolos. O culto da beleza na formação do Brasil Moderno. Estética, imagem e tradição, Descrição: Resumo: A estética como uma teoria, um discurso, um pensamento ou uma filosofia, surgida no século XVIII, desenvolveu-se pari passu com o processo civilizacional, no ocidente, imbricada às questões raciais enfeixadas na abordagem do corpo, da classe, do sexo e da nação étnica. A obra de arte, como representação do modelo ideal a ser esculpido na carne da população, devia ensinar a beleza ao mundo, que devia se adaptar a ela. Numa concepção clássica de arte, insistia-se sobre certas dominantes, como a harmonia, o equilíbrio, a pureza, a nobreza, a serenidade, a integridade, a elevação dos sentimentos. Dentro desse panorama intelectual, que engendrou o mundo moderno, a pesquisa deve deter-se sobre intelectuais brasileiros, artistas, ensaístas, políticos, literatos de modo geral, para compreender como nossa intelligentsia assimilou as correntes de pensamento européias, no que tange às teorias e concepções estéticas, e tentou usá-las no debate sobre os meios para criar o Brasil moderno. Essa abordagem da estética, como um caminho historiográfico, deve suscitar incursões pela teoria da imagem, num campo da história cultural, que contemple a relação entre discurso e visualidade, entre um texto que ?faz ver? e uma imagem que ?dá a entender? como nexo privilegiado para delinear a querela entre os intelectuais artistas, e outros literatos, que debateram idéias, especialmente na década de 1920, no contexto da formação do Brasil moderno.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Mestrado acadêmico: (1) / Doutorado: (6) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador.
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2007 - 2008
A presença francesa no Brasil (século XiX e XX), Descrição: Sob o título ?Em busca da narrativa perdida: rastros da presença francesa nas terras do Saí ? o caso da família Ledoux?, o projeto visa colaborar com um capítulo na abra coletiva, coordenada pelo Prof. Laurent Vidal (Universidade de La Rochelle) e Profª. Tânia Regina de Luca (UNESP/ASSIS), que visa desenvolver um estudo sobre a presença dos franceses no Brasil. O artigo em questão abordará a história de remanescentes do Falanstério do Saí, colônia societária sob as idéias de Furier instalada em São Francisco, Santa Catarina. A família Ledoux será a principal protagonista, uma vez que em 1992 empreendeu uma ?verdadeira ressurreição memorialística?, criando diversos eventos que comemorassem, representassem e escrevessem a história de Leon e Rosa, casal falansteriano que deixou na região numerosa descendência. Equipe: Laurent Vidal (La Rochelle), Tânia Regina de Luca (Unesp/Assis), Maria Bernardete Ramos Flores (UFSC), Émerson César Campos (UDESC), Carina Sartori (UFSC-PIBIC). , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Emerson Cesar de Campos - Integrante / Carina Sartori - Integrante.
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2003 - 2007
Caliban chega antes de Tio: americanismo e virilização. Corpo e estética, Descrição: Dentro da problemática ampla da cultura de raça - acontecimento no qual se articulam nação (com a questão da identidade nacional), corpo (com a questão da identidade étnica) e sexualidade (com a questão da própria geração da raça) - o objetivo desta pesquisa é perceber a adesão do Brasil ao "americanismo", no período da República Velha, como modelo a ser seguido na formação do "novo homem brasileiro", viril, dotado das qualidades requeridas para a construção do Brasil Moderno. As problemáticas discursivas enunciam a querela entre os intelectuais: modelo americano, modelo inglês; americanismo, iberismo; pan-americanismo, latino-americanidade. Na defesa do americanismo, as palavras chaves são: progressismo, racionalismo, culto do indivíduo e do herói, utilitarismo, trabalho, ação, política de população, eugenia e imigração. Na relação da política com a arte, da estética com a ciência, percebe-se que corrente modernista, há uma adesão ao americanismo pelo ideário virilizante, expresso no movimento futurista; no ideário humanista, espiritualizante e católica, a estética do retorno à ordem foi avessa, tanto aos elementos formais da arte das vanguardas artísticas, quanto da modernidade utilitarista, pragmática e racional, de inspiração americanista.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (1) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (4) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Celso João de Souza Junior - Integrante / Beatriz D'Agostin Donadel - Integrante / Rose Elki Debiasi - Integrante / Priscilla Aparecida Goularte - Integrante / Priscilla Garcia Prates - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 20
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2001 - 2003
Acerca do masculino e do feminino na cultura de raça: nação, sexo e beleza, Descrição: Perceber como dentro da política da imagem, pela qual zelaram os governos nacionalistas - num leque grande, do nazismo, fascismos, ditaduras, às democracias - penetrou o corpo dos indivíduos na perspectiva da perfectibilidade racial e invenção e construção das etnias. Isto trouxe profundas conseqüências nas relações de gênero. A virilização da nação significaria centrar as mulheres numa feminilidade bem definida para que os homens pudessem re-definir a masculinidade, em crise desde finais do século XIX. Em síntese, a virilização da raça passou, então, a ser uma estratégia para impulsionar a nação, às vésperas e no contexto das guerras mundiais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (0) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 12
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1999 - 2001
A estética dos corpos masculinos e femininos no projeto de regeneração nacional: a sexualidade e o esforço para a beleza, Descrição: Este projeto que ora se apresenta dá continuidade às pesquisas realizadas no biênio 97/99. Esta próxima etapa dará uma verticalidade no eixo "gênero, corpo e sexualidade" no contexto do nacionalismo brasileiro, da primeira metade do século XX. As discussões em torno do nacionalismo, etnia e gênero, com intervenções nos corpos de homens e mulheres para moldá-los na perspectiva da construção étnica da nação, com ênfase no ideal de beleza que se propalava. Na chamada "era das etnias", época de criação e afirmação das nações modernas, a nação confundiu-se com a raça e, esta, qualificada pela estética do corpo e do caráter do indivíduo, qualificava o status do progresso e do desenvolvimento nacional. Ou seja, a nação era confundida com a raça, e a beleza da raça, tendo no topo da escala, a branca ariana, distinguia o grau da civilização, da moral, dos bons costumes e dos ideais estéticos de progresso e de história.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (3) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 9
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1997 - 1999
No princípio o corpo em obra: re-atualização das fronteiras sexuais na cultura de guerra do século XX, Descrição: Trata de perceber como os termos sexualidade, nacionalismo, racismo, gênero, estética, corpo e beleza encontram-se imbricados nas discussões sobre a interpretação do Brasil por diversos intelectuais, especialmente da área da medicina e da antropologia, com ênfase sobre raça, eugenia e miscigenação. Como vinha acontecendo desde o século XIX entre as nações ocidentais, o sexo e o comportamento sexual passaram para a centralidade das políticas de controle da população, com papéis definidos para homens e para mulheres, com várias pressões e prescrições sobre o uso do corpo e empenho na definição da identidade de gênero. Dado o uso central da sexualidade na interpretação da cultura brasileira, desde a Carta de Caminha, passando por Paulo Prado e Gilberto Freire, os discursos que problematizaram o uso do sexo se fez proliferar intensamente. O sexo inscreveu-se exatamente no entrecruzamento do corpo com a Nação que se queria forjar pela regeneração do brasileiro de forma a embelezar a raça, caminho único, para muitos intelectuais, de se alcançar o Brasil Moderno.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) / Especialização: (0) / Mestrado acadêmico: (3) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (0) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 18
Projetos de desenvolvimento
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2009 - Atual
Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela quadra de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando um punhado de obras filosóficas e literárias constituíram a chave da sensibilidade moderna , e que ainda hoje não foram ultrapassadas . O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso demolidor das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de retorno à ordem , a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11 / Número de orientações: 2
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2009 - 2013
Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela quadra de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando um punhado de obras filosóficas e literárias constituíram a chave da sensibilidade moderna , e que ainda hoje não foram ultrapassadas . O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso demolidor das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de retorno à ordem , a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11 / Número de orientações: 2
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2009 - 2013
Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11 / Número de orientações: 2
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2009 - 2013
Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11 / Número de orientações: 2
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2009 - 2013
Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11 / Número de orientações: 1
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2009 - 2013
Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11 / Número de orientações: 1
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Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11 / Número de orientações: 1
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2009 - 2013
Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11
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Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11
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Os loucos anos vinte: imaginação e utopia - Brasil e Argentina, Descrição: Os anos loucos, ou a Belle Époque, não se resumiram às novas experiências corporais, ao glamour da arquitetura, do novo urbanismo, da moda parisiense, do cinema norte-americano. Os anos de 1920 pertencem àquela ?quadra? de arte e pensamento, no dizer de Agamben, quando ?um punhado de obras filosóficas e literárias? constituíram ?a chave da sensibilidade moderna?, e que ainda hoje ?não foram ultrapassadas?. O novo ritmo na vida cotidiana foi compartido com as artes, a literatura, com um mundo de idéias, frente à perda das referências estáveis e que precisava lidar com o novo, o transitório, o futuro incerto. Na Europa, embalada nos anos loucos do pós-guerra e pasmada diante da visão dos mutilados e das ruínas, um espírito de reconstrução enxertou-se nas artes e na literatura, interrompendo aquele curso ?demolidor? das vanguardas das décadas anterior dando início a uma estética que veio a ser denominada de ?retorno à ordem?, a qual veio a predominar como estética do fascismo, na década de 1930. A América Latina, caudatária da Europa, não só como colonizada, mas também como lugar de formação de seus intelectuais, poetas e artistas, os anos de 1920 foram anos de invenção. Do novo homem, o homem mestiço, em primeiro plano como promessa de uma raça cósmica, com as potencialidades de um mundo novo. Ainda, o ciclo econômico na década, advindo da balança comercial favorável, abriu o sonho da modernização com suas possibilidades técnicas e urbanas. A imaginação literária, discursiva, artística, configura, pois, a poética da utopia. A imaginação da cidade moderna, do homem novo (homem-criolo, homem-antropofágico, homem-máquina, homem-estético, homem-espiritual), da sociedade moderna tecnológica racional, da arquitetura art- nouveau, do urbanismo, povoou a ficção literária, a composição artística, os discursos políticos, as páginas das revistas culturais. Há na utopia, como gênero literário, um desejo de que as coisas sejam diferentes do que são. Aliás, afirma Ricouer, o qu. , Situação: Concluído; Natureza: Desenvolvimento. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) . , Integrantes: Maria Bernardete Ramos Flores - Coordenador / Daniel Dalla Zen - Integrante / Poliana Silva Santana - Integrante / Thays Tonin - Integrante / Fernanda Emanuella Macari - Integrante / Carolina Bayer - Integrante., Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa., Número de produções C, T & A: 11
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Histórico profissional
Endereço profissional
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Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. , UFSC, TRINDADE, 88040-900 - Florianopolis, SC - Brasil - Caixa-postal: 476, Telefone: (48) 3319249, URL da Homepage:
Experiência profissional
1987 - Atual
Universidade Federal de Santa CatarinaVínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor titular, Carga horária: 0, Regime: Dedicação exclusiva.
Atividades
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02/2007
Pesquisa e desenvolvimento, Departamento de História.,Linhas de pesquisa
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02/2006
Direção e administração, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de História.,Cargo ou função, Coordenador de Programa.
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08/2003
Pesquisa e desenvolvimento, Departamento de História.,Linhas de pesquisa
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08/2003
Pesquisa e desenvolvimento, Universidade Federal de Santa Catarina.,Linhas de pesquisa
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08/1999
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de História.,Linhas de pesquisa
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03/1992
Ensino, História, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, História da Cultura Brasileira, Identidade e Representação, Metodologia da Pesquisa Histórica
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03/1987
Ensino, História, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Metodologia da História
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09/1995 - 09/1999
Direção e administração, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História.,Cargo ou função, Coordenador de Programa.
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03/1987 - 07/1999
Pesquisa e desenvolvimento, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Departamento de História.,Linhas de pesquisa
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