Mara Regina de Oliveira

Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo , possui mestrado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e doutorado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atualmente é Professora Doutora da Universidade de São Paulo e professora Assistente Doutora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Tem experiência na área de Ciências Sociais Aplicadas, com ênfase em Teoria do Direito, atuando, principalmente, nos seguintes temas: Filosofia do Direito, Literatura, Teatro, Cinema e Artes em geral. Trata-se de um trabalho pioneiro no campo da interdisciplinaridade jurídica. Ministra três disciplinas inovadoras no curso de pós-graduação da Faculdade de Direito da USP, em Filosofia do Direito, onde estudos interdisciplinares envolvem a análise de filmes de qualidade artística e peças de William Shakespeare. Na Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, ministra disciplina optativa no quinto ano, de forma pioneira, onde relaciona temas de Filosofia do Direito com a linguagem imagética do cinema.

Informações coletadas do Lattes em 02/11/2023

Acadêmico

Formação acadêmica

Doutorado em Direito

1994 - 1999

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Título: 1999 Doutorado em Direito. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil. O desafio a autoridade da lei na perspectiva do discurso jurídico: uma interação comunicativa que envolve um conflito entre luta e submissão.
Orientador: Tércio Sampaio Ferraz Jr.
Palavras-chave: Direito e Filosofia.Grande área: Ciências Sociais AplicadasGrande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Teoria do Direito. Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Teoria do Direito / Especialidade: Filosofia do Direito. Setores de atividade: Educação Superior.

Mestrado em Direito

1987 - 1992

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Título: 1992-Mestrado em Direito. Direito e Liberdade: uma tentativa de especificação dos sentidos da liberdade jurídica expostos por Hans Kelsen em sua Teoria Pura do Direito, Ano de Obtenção: 1992
Orientador: Tércio Sampaio Ferraz Jr.
Palavras-chave: Direito e Filosofia.Grande área: Ciências Sociais AplicadasGrande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Teoria do Direito. Grande Área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Filosofia do Direito.

Formação complementar

1983 - 1986

Grupo PET-CAPES. (Carga horária: 250h). , Universidade de São Paulo, USP, Brasil.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Química / Subárea: Direito.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Teoria do Direito.

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Direito / Subárea: Filosofia do Direito.

Participação em eventos

45 Mostra Internacional de Cinema. 2022. (Outra).

Curso de extensão Direito e Teatro - Faculdade de Direito a UFBA.O Mercador de Veneza. 2022. (Outra).

Curso de pós-graduação da professora Silmara Juny de Abreu Chinellato.Direito e Cinema. 2022. (Outra).

Direito e Arte.Cinema e Direitos Sociais. 2022. (Encontro).

Direito e Cinema - Grupo de Estudo - Mackenzie.Direito e Cinema. 2022. (Outra).

Curso - Direito e Cinema - Escola Superior da Advocacia da OAB.Direito e Cinema: um diálogo interdisciplinar. 2021. (Outra).

Webinar: Lançamento do grupo de estudos: Introdução ao Direito das Artes.O Direito e a Literatura. 2021. (Outra).

WEBINAR OAB - O Direito e a Literatura.Direito e Literatura. 2021. (Encontro).

44 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2020. (Outra).

Cinema e Jurisdição.Análise do filme Audazes e Malditos. 2020. (Outra).

Encontro Nacional do Conpedi.Direito, violência e justiça: amor e ódio nos filmes Abril Despedaçado e Bacural. 2020. (Encontro).

I Encontro Virtual do Conpedi.Direito, justiça e poder: Amor e vingança nos filmes Abril Despedaçado de Bacural. 2020. (Encontro).

Live - Instagram.Direito, violência e justiça: amor e vingança em Abril Despedaçado e Bacural. 2020. (Outra).

Live - Instagram.Shakespeare e o Direito. 2020. (Outra).

Live - Instagram.Direito e Cinema. 2020. (Outra).

XI Congresso Internacional da ABraSD. Macbeth: A incapacidade da violência legitimar o poder. 2020. (Congresso).

43 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2019. (Outra).

Corrupção: desafios e diálogos interdisciplinares no cenário brasileiro. Colaboração premiada e devido processo.Direito e corrupção: uma abordagem crítica. 2019. (Seminário).

Encontro Direito e Arte.O humanismo no trabalho fílmico de Walter Salles. 2019. (Encontro).

OAB Jabaquara.Direito e Cinema: um diálogo interdisciplinar. 2019. (Encontro).

Seminário Genocidio, História, Justiça e Memória.Memória e o papel da arte na reconstrução da narrativa. 2019. (Seminário).

X Congresso Internacional da ABraSD. A reconstrução da memória narrativa do abuso de poder através do cinema: o testemunho do filme O filho de Saul. 2019. (Congresso).

X Encontro Internacional do Conpedi em Valência.Direito e Moral na pós-modernidade; Diálogos filosóficos com o filme Ladõres de Bicicleta. 2019. (Encontro).

42 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2018. (Outra).

Encontro Direito e Arte.Direito e Verdade: o problema da justiça. 2018. (Encontro).

IX CONGRESSO INTERNACIONAL DA ABraSD. A construção narrativa da verdade moral em Otelo. 2018. (Congresso).

VIII ENCONTRO INTERNACIONAL DO CONPEDI.Abuso de poder e subversão na linguagem imagética do filme Joaquim. 2018. (Encontro).

41 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2017. (Outra).

Encontro Direito e Arte.O olhar feminino no cinema de Pedro Almodovar. 2017. (Encontro).

40 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2016. (Outra).

Coloquio de Filosofia - PUC-SP.Tempos Modernos e o Poder (In)disciplinar. 2016. (Outra).

Encontro Direito e Arte.Tempos Modernos e o Poder (In)disciplinar. 2016. (Encontro).

39 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2015. (Outra).

Cinema na Universidade.Direito e moral no filme Ladrões de Bicicleta (Vittorio de Sica, 1948). 2015. (Encontro).

38 Mostra INternacional de Cinema de São Paulo. 2014. (Outra).

Encontro Direito e Arte.Cinema e Direito. 2014. (Seminário).

1 Seminário de Sociologia do Direito dos Gedais.Direito, poder e violência em Coriolano. 2013. (Seminário).

37 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2013. (Outra).

Seminário de Filosofia do Direito da Feiticeira.Direito e Arte. 2013. (Seminário).

36ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2012. (Outra).

Diálogos interdisciplinares sobre a universidade e o ensino jurídico.Cinema e Filosofia do Direito: um novo diálogo. 2012. (Seminário).

Grupo GEPI - PUC-SP.A interação entre Cinema e Direito na relação ensino aprendizagem: um ponto de mutação metodológica. 2012. (Encontro).

35 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2011. (Outra).

Grupos de Estudos e Pesquisa em Interdisciplinaridade - GEPI. 2011. (Seminário).

34 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2010. (Outra).

Direito do Estado e Didática.O cinema no ensino do Direito. 2010. (Seminário).

Simpósio Direito & Literatura - Universidade Federal de Santa Catarina.Direito, linguagem e poder em Julio Cesar. 2010. (Simpósio).

33 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2009. (Outra).

Como ver um filme. 2009. (Seminário).

Visões do Documentário. 2009. (Outra).

32ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2008. (Outra).

Democracia e Direitos Fundamentais.A prisão de Guantánamo como uma prática desconfirmadora dos direitos fundamentais. 2008. (Simpósio).

Filme Cidade dos Homens: um debate com o diretor Paulo Morelli e com o montador Daniel Resende. 2008. (Outra).

31ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2007. (Outra).

Shakespeare: Five Great Plays. 2007. (Encontro).

Uma História do Rock. 2007. (Encontro).

Uma História do Rock, Parte II. 2007. (Encontro).

Universidade e Profissões, promovido pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária.O papel das teorias críticas do direito no ensino jurídico. 2007. (Encontro).

30ª Motra Internacional de Cinema de São Paulo. 2006. (Outra).

29ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2005. (Outra).

Festival do Rio. 2005. (Outra).

28ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2004. (Outra).

Cinema e Filosofia do Direito.Análise do filme Doze homens e uma sentença. 2004. (Encontro).

Cinema e Filosofia do Direito e Psicologia.Análise do filme A Guerra dos Rose. 2004. (Encontro).

27ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2003. (Outra).

Cinema e Filosofia do Direito.Análise do filme O julgamento em Nuremberg. 2003. (Encontro).

26 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2002. (Outra).

Cinema e Filosofia do Direito.Análise do filme As Duas Faces de um Crime. 2002. (Encontro).

25ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2001. (Outra).

Cinema e Filosofia do Direito.Análise do filme Abril Despedaçado. 2001. (Encontro).

Cinema e Filosofia do Direito.Análise do filme O Primeiro Dia. 2001. (Encontro).

24ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 2000. (Outra).

Cinema e Filosofia do Direito.Análise do filme chines A Estória de Qiu Ju. 2000. (Encontro).

23ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 1999. (Outra).

Cinema e Filosofia do Direito.Análise do filme Ao mestre com carinho. 1999. (Encontro).

22ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 1998. (Outra).

13 Colóquio Internacional, Direito Oficial, Contracultura e Semiótica do Direito.A desconfirmação da autoridade da lei como uma situação comunicativa normativa que envolve relações de poder: a marcha dos sem-terra em Brasilia. 1997. (Seminário).

21ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 1997. (Outra).

20ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. 1996. (Outra).

Direito e Justiça.Direito e Justiça, uma análise crítica. 1996. (Encontro).

Congresso de Filosofia do Direito. Desobediência Civil: o desafio à autoridade da lei na perspectiva da pragmática da comunicação normativa.. 1995. (Congresso).

Participação em bancas

Aluno: Uatumã Campos Rocha

OLIVEIRA, Mara Regina de; BITTAR, E. C. B.; CANTARINI, P.. Direito e Fotografia: poder e violência simbólica na obra de Sebastião Salgado. 2022. Dissertação (Mestrado em direito) - Faculdade de Direito da USP.

Aluno: Milena Jackeline Reis

LIMA, C. A. S.;OLIVEIRA, Mara Regina de. Efetividade do Direito. 2021. Dissertação (Mestrado em Direito) - Pontifícia Universidade Católica.

Aluno: Juliana Alexandre

OLIVEIRA, Mara Regina de; MAZZARI, M.; OLIVEIRA, C. G. B.; MONTICELLI, P.. A modernidade como revolta gnóstica a partir do Doutor Fausto de Thomas Mann e seus impactos no debate entre direito e moral. 2020. Dissertação (Mestrado em direito) - Faculdade de Direito da USP.

Aluno: Thais Fernanda Maul Bizarria

OLIVEIRA, Mara Regina de; CANTARINI, P.; TOMASEVICIUS FILHO, E.; BARBOSA, J. F.. A poesia e o pensamento jurídico-filosófico: um estudo de um caso. 2020. Dissertação (Mestrado em direito) - Faculdade de Direito da USP.

Aluno: Bruno Lincoln Ramalho Paes

OLIVEIRA, Mara Regina de; ZENON, C. A. M. R.; AZEVEDO, M. S. S.; ALMEIDA, G. A.. O direito divino dos reis em Ricardo II, de William Shakespeare. 2020. Dissertação (Mestrado em direito) - Faculdade de Direito da USP.

Aluno: Lucas Barbosa Folster

OLIVEIRA, Mara Regina de; BITTAR, E. C. B.; MOSCA, L. L. S.; SOUZA, L. S. F.. As interações de poder e o discurso argumentativo no processo judicial: uma análise aplicada e interdisciplinar sob a égide da pragmática jurídica. 2020. Dissertação (Mestrado em direito) - Faculdade de Direito da USP.

Aluno: Silvio Sandro Soares Jr

OLIVEIRA, Mara Regina de; MASCARO, A.. . Vidas Secas: Ideologia e Discurso Juridico. 2018. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Guilherme Grané Diniz

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.; MORAES, E. R.; GHIRARDI, J. G.. Essas doces ações que vóis chamais de crime. 2018. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Giovanna Migliori Semeraro

OLIVEIRA, MARA REGINA DE; ALMEIDA, G. A.; LEISTER, M. A.. Legitimidade no sistema jurídico: um olhar interdisciplinar a partir do cinema. 2017. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Marco Aurelio Panades Aranha

VILLAS-BOAS FILHO, O.;OLIVEIRA, Mara Regina de; ADORNO, S. F.. A representação do patrimonialismo na ordem jurídica brasileira: uma figuração de nossa realidade em "O Bem-Amado". 2017. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: José Rubnes Demoro Almeida

OLIVEIRA, Mara Regina de; BOECHAT, N. C.; CICCO, C.. Direito e Cinema - um diálogo possível pela Filosofia: Contribuição da Retórica do Cinema para a Efetividade do Direito. 2017. Dissertação (Mestrado em Direito) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Aluno: Eduardo Aleixo Monteiro

SOLON, A. M.;OLIVEIRA, Mara Regina de; GHIRARDI, J. G.. Direito e Literatura: a metodologia de pesquisa jurídica literária de François Ost aplicada ao Juiz de Paz na Roça de Martins Pena. 2016. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Fernando Barbin

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.; EVORA, F.. Uma noção de justiça em Andrei Rublev - Direito e ontologia. 2016. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Elise Balmat Gonçalves

SILVA, F. L. E.;OLIVEIRA, Mara Regina de; BARBOSA, S. R.. A crise do dever em crime e castigo de Dostoiévski. 2016. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Pedro Alexandre Matsu Martins da Silva

OLIVEIRA, Mara Regina de; CAMPILONGO, C. F.. As teorias críticas do poder em A Tempestade, de William Shakespeare. 2014.

Aluno: Débora Bertolini Ferreira Simonetti

OLIVEIRA, Mara Regina de; BITTAR, E. C. B.; SILVA, M. O. S.. Direito, poder e violência: a crise de legitimidade jurídica no cinema brasileiro. 2014.

Aluno: Luciano Correa Ortega

OLIVEIRA, Mara Regina de; LEISTER, M. A.; BITTAR, E. C. B.. O conceito de pessoa moral como critério para a análise do aborto provocado. 2012. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Vanessa Vilela Berbel

OLIVEIRA, Mara Regina de; CAMPILONGO, C. F.; MINHOTO, L. D.. A legitimação da democracia: observações do cinema na modernidade brasileira. 2012. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Lucas Augusto Pontes Camargo

OLIVEIRA, Mara Regina de; PRADO, L. R. A.; NALINI, J. R.. Advocacia: elementos de uma mitologia da profissão. 2011. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: José Francisco Rosseto

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.; LOPES, J. R. L.. Do ponto de vista da razão prática - A construção de critérios e objetividade no raciocínio jurídico. 2008. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Priscila Santos Artigas

OLIVEIRA, Mara Regina de; Alves, Alaor Caffé. Os limites da democracia participativa na proteção ao meio ambiente. 2008. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Priscila Santos Artigas

OLIVEIRA, Mara Regina de; Alves, Alaor Caffé. Possibilidades da democracia participativa na defesa do meio ambiente. 2007. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Luiz Carlos Montanz

OLIVEIRA, Mara Regina de. Democracia necessária: ontologia, Direito e liberdade em Espinoza.. 2003. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Iara Pereira Ribeiro

OLIVEIRA, Mara Regina de; FERRAZ JR., T. S.. Aspectos da relação de poder no ato processual do interrogatório.. 2000. Dissertação (Mestrado em Direito) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Aluno: Michel Gonçalves Cesarino

OLIVEIRA, Mara Regina de; RIBEIRO, S. M. P.; BARBOSA, S. R.; LEISTER, M. A.; QUEIROZ, R. M. R.; SILVA, R. R.. Lei e literatura: distopias e utopias como uma das possibilidades de compreensão do direito. 2020. Tese (Doutorado em direito) - Faculdade de Direito da USP.

Aluno: Flávio Viana Filho

SOLON, A. M.;OLIVEIRA, Mara Regina de; BARBOSA, S. R.; GONZAGA, A. L. T. A.; LISBOA, R. S.; TUMA, E.. Hermenêutica Jurídica - razão e misticismo na análise histórica a partir do pensamento de Gershon Scholen. 2018. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Roberto Covolo Bortoli

MARTINS, S. P.; MALET, E.; JUCA, F. P.; GARCIA, G. F. B.;OLIVEIRA, Mara Regina de. Uma nova análise da consciência no Direito do Trabalho. 2017. Tese (Doutorado em direito) - Universidade Cidade de São Paulo.

Aluno: Ana Paula Polacchini de Oliveira

OLIVEIRA, Mara Regina de; BITTAR, E. C. B.; ALMEIDA, G. A.; SILVA, M. O. S.; MASSOLA, G. M.. Da ninguendade à humilhação social: (transfiguração) imagética do vazio e sua correlação com os Direitos socioassistenciais à partir da rate na narrativa fílmica de Sergio Bianchi - contribuições para uma reflexão jurídico-crítica. 2016. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Odir Juge Junior

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. Cicloativismo paulistano: uma investigação jurídico-fenomenológica. 2015. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Caio Jesus Granduqye José

OLIVEIRA, Mara Regina de; SILVA, M. O. S.; ALMEIDA, G. A.; SILVA, F. L. E.. Albert Camus e o Direito: ininerário libertário para uma filosofia jurídica. 2015.

Aluno: Cristina Godoy Bernardo de Oliveira

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.; CAGGIANO, M. H. S.; BAGNOLI, V.; MASSO, F. D.. A construção do conceito de direitos humanos em uma perspectiva hegeliana. 2011. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Ariani Bueno Sudatti

OLIVEIRA, Mara Regina de; Alaor Caffé Alves. Dogmática Jurídica e ideologia: o discurso ambiental sob as vozes de Mikhail Bakhtin. 2006. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Lídia Helena Ferreira Costa Passos

OLIVEIRA, Mara Regina de. . Interesse Público-crítica de sua legitimidade. 2006. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Olney Queiroz Assis

OLIVEIRA, Mara Regina de. O estoicismo e o Direito: justiça, liberdade e poder.. 2001 - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Aluno: Mário Chizotti

OLIVEIRA, Mara Regina de; FERRAZ JR., T. S.; BOITEUX, E. P. C.. A capacidade jurídica segundo a teoria psicológica evolutiva de Jean Piaget.. 2000. Tese (Doutorado em Direito) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Aluno: Marcel Brasil de Souza Moura

OLIVEIRA, Mara Regina de; BOITEUX, E. P. C.; CASTRO, J. M.. O teatro de Nelson Rodrigues e a censura: uma análise pragmática. 2022. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Rafael Tubone Magdaleno

OLIVEIRA, Mara Regina de; BARBOSA, S. R.; SOUZA, L. S. F.. O ideário político-jurídico na obra "Les Miserable" de Victor Hugo. 2022. Exame de qualificação (Doutorando em direito) - Faculdade de Direito da USP.

Aluno: [Nome removido após solicitação do usuário]

OLIVEIRA, Mara Regina de; GUERRA FILHO, W. S.; GHIRARDI, J. G.. A crítica estética do Direito: uma nova vertente para o movimento "Direito e Literatura". 2019. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Michel Gonçalves Cesarino

OLIVEIRA, Mara Regina de; MORAES, R. G.; RIBEIRO, S. M. P.. Lei e Literatura: O corpo pessoal e o corpo social através de distopias e utopias como um das possibilidades de uma nova dimensão de estudo e aplicação do direito. 2018. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Ana Paula Polacchini de Oliveira

OLIVEIRA, Mara Regina de. Da ninguendade à humilhação social: transfiguração imagética do vazio e sua correlação com os direitos sócioassistenciais à partir da arte na narrativa fílmca de Sergio Bianchi -contribuições para uma reflesão jurídico-crítica. 2014. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Caio Jesus Granduque José

OLIVEIRA, Mara Regina de. Albert Camus e o direito: itinerário para uma filosofia jurídica libertária. 2013. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Fernando Rister de Souza Lima

OLIVEIRA, Mara Regina de. Qual a semântica jurídica do principio da separação dos poderes em direito à saúde prevalecente no STF: cidadania ou simbolismo liberal?. 2011. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Pontifícia Universidade Católica.

Aluno: Josué Mastrodi Neto

OLIVEIRA, Mara Regina de; Alves, Alaor Caffé. Crítica dialético-realista ao conceito de autopoiese. 2007 - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Fernando Batlouni Mendroni

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. A questão da verdade no direito em face da filosofia pós-moderna. 2006. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Cassio Modenesi Barbosa

OLIVEIRA, Mara Regina de. . A vontade na decisão judicial-crítica à ideologia do formalismo jurídico.. 2006. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Ariani Bueno Sudatti

OLIVEIRA, Mara Regina de. Discurso Jurídico e ideologia.. 2005. Exame de qualificação (Doutorando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Gabriel Silva Moreira

OLIVEIRA, Mara Regina de; CANTARINI, P.; LEISTER, M. A.. Habitus e a eficácia da norma jurídica: A interlocução entre regulação jurídica, cinema e as migrações Sul-Sul no Estado de São Paulo. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em direito) - Faculdade de Direito da USP.

Aluno: Gabriel Ozanique Borges

OLIVEIRA, Mara Regina de; STEVENSON, R. A. M. C.; PORTO, D. N.. Decisão judicial e cinema. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em direito) - Faculdade de Direito da USP.

Aluno: Luis Fernando Bassi

OLIVEIRA, Mara Regina de; PORTO, D. N.; LEISTER, M. A.. O cinema e o retrato das relações de poder e dominação: Uma análise interdisciplinar dos filmes Vidas Secas, São Bernardo e Memórias do Cárcere. 2022. Exame de qualificação (Mestrando em direito) - Faculdade de Direito da USP.

Aluno: Thulio Michelini Muniz de Carvalho

GUERRA FILHO, W. S.; ALVIM, M.;OLIVEIRA, Mara Regina de. Direito, poder, tradição e resistência. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Pontifícia Universidade Católica.

Aluno: Milena Jackeline Reis

OLIVEIRA, Mara Regina de; LIMA, C. A. S.. Efetividade do Direito. 2021. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Pontifícia Universidade Católica.

Aluno: Bruno Menoncello Cedano

OLIVEIRA, Mara Regina de; ALMEIDA, G. A.; BITTAR, E. C. B.. Direito e Moral: O Rule of Law e os Aspectos Formais do Direito. 2019. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Juliana Alexandre

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. A modernidade como revolta gnóstica a partir de Doutor Fausto de Thomas Mann e seus impactos no debate entre direito e moral. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Lucas Barbosa Folster

OLIVEIRA, Mara Regina de; BOITEUX, E. P. C.. As interações de poder e o discurso argumentativo no processo judicial. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Thais Fernanda Maul Bizarria

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. A poesia como fluição natural do pensamento jurídico-filosofico. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Bruno Lincoln Ramalho Paes

OLIVEIRA, Mara Regina de; ZENON, C. A. M. R.; AZEVEDO, M. S. S.. O Direito Divino dos Reis em Ricardo II, de Willian Shakespeare. 2018. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Guilherme Grané Diniz

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.; MORAES, E. R.. Essas doces ações que vos chamais de crimes: crítica à modernidade e crítica do Direito em Sade. 2017. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Silvio Sandro Soares Junior

SOLON, A. M.;OLIVEIRA, Mara Regina de. Vidas Secas: Ideologia e Discurso Jurídico. 2016 - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Giovanna Migliori Semeraro

OLIVEIRA, Mara Regina de; CAMPILONGO, C. F.; LEISTER, M. A.. Desencantamento e legitimação racional do direito: um olhar interdisicplinar sobre o sistema jurídico. 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Marco Aurelio Panades Aranha

OLIVEIRA, Mara Regina de; LEISTER, M. A.; VILLAS-BOAS FILHO, O.. A herança patrimonialista na ordem jurídica brasileira: a realidade descortinada em "O Bem Amado". 2015. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Eduardo Aleixo Monteiro

OLIVEIRA, Mara Regina de. O direito na literatura a metodologia da pesquisa jurídico-literária. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Elise Balmat Gonçalves

OLIVEIRA, Mara Regina de. Crise do dever em Crime e Castigo de Dostoivski. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Instituto de Estudos Avançados - USP.

Aluno: Fernando Barbin

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. Uma noção de justo em Andrei Rublev: Direito e ontologia. 2014. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Luiz Felipe Rosa Ramos

OLIVEIRA, Mara Regina de; CAMPILONGO, C. F.. Por trás dos casos difíceis - a dogmática jurídica e o paradoxo da decisão indecidível. 2013. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Sandra Nascimento

PRADO, L. R. A.;OLIVEIRA, Mara Regina de. O humanismo e o problema da dignidade humana. 2012. Exame de qualificação (Mestrando em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Isabelle Braga Araújo

ALMEIDA, G. A.;OLIVEIRA, Mara Regina de. A violência estatal em A Morte Acidental de um Anarquista. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Arthur Ciol Calixto Cid

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. Os valores simbolicos dos super-herois e sua conexão com a Filosofia do Direito. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Raquel Aguiar Dias Barcelos Coutinho

OLIVEIRA, Mara Regina de; BOITEUX, E. P. C.. O inquérito dos crimes do ABC: Uma análise foucaultiana de Agatha Christie. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Design) - Universidade de São Paulo.

Aluno: André Sebastian de Marco Balbo

SOLON, A. M.;OLIVEIRA, MARA REGINA DE. Shakespeare e o solipsismo judicial: a crítica hermenêutica do direito na literatura. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Marc Bujnicki Zablith

SOLON, A. M.;OLIVEIRA, MARA REGINA DE. Breve ensaio sobre a evolução da noção de interesse público. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Clezio Alves de Oliveira Junior

SOLON, A. M.;OLIVEIRA, MARA REGINA DE. Breve comentário à transformação da violência na sociedade moderna segundo Aldous Huxley. 2016. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Tomás Henrique Siqueira Buratti

SOLON, A. M.;OLIVEIRA, Mara Regina de. A ordem em síncope: o direito no estatuto do samba. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Ana Cládia Brito Pinto

OLIVEIRA, Mara Regina de. Direito, Arte e Cinema: um diálogo transdisciplinar a partir da complexidade. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Aluno: Natalie Primon Molina

OLIVEIRA, Mara Regina de; BOITEUX, E. P. C.. O Direito de resistência dos refugiados. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Ricardo Cesar Duarte

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. Relendo o arbítrio e a discricionariedade. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: João Yuji de Moraes e Silva

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. O Direito como um sintoma de incompreensão. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Rafael Prince Carneiro

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. A César o que é de Deus: magia, mito e sacralidade do direito. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Paulo Eduardo Rodrigues Neto

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. A nova ciência da politica e o gnosticiismo: um estudo. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Murillu Marcellus Moura Gomes

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. O teatral lúdico no Direito: considerações acerca do imaginário opressivo e do lúdico para a construção da figura da autoridade e comportamentos de poder no universo jurídico. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Laura Alves Suguri

OLIVEIRA, Mara Regina de; BOITEUX, E. P. C.. A descriminização do Aborto no Brasil: uma perspectiva favorável. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: André Marcondes Pontes

OLIVEIRA, Mara Regina de; Alves, Alaor Caffé. O movimento. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia do Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Luciano Correa Ortega

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. O aborto do feto anencefálico: entre o ser e o dever ser. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia do Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Rafael Santos Gorla

OLIVEIRA, Mara Regina de; FERRAZ JR., T. S.. Contratos relacionais e a teoria dos sistemas de Luhmann: uma abordagem sistêmica do precesso evolutivo do Direito contratual. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Filosofia do Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito.

Aluno: Renata Mazzaro Leite da Silva

OLIVEIRA, Mara Regina de. Aspectos da união civil homosexual no direito brasileiro. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Cristina Godoy Bernardo de Oliveira

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. Aspectos fundamentais da soberania para o exterior na filosofia de Hegel.. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Lucas Augusto Ponte Campos

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. A noção de Direito e justiça na tragédia grega. O significado de Hécuba.. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: André Espósito Roston

OLIVEIRA, Mara Regina de; Alaor Caffé Alves. Pasukanis. Contraponto dialético ao normativismo de Kelsen. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Tiago Ramos

OLIVEIRA, Mara Regina de. A relação entre moral e direito na teoria do direito de Ronald Dworkin. 2006. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Rhys Bezerra Cass

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. Justiça e natureza de seu conceito e de suas idéias tangentes.. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

Aluno: Jefferson Siqueira de Brito Álvares

OLIVEIRA, Mara Regina de; SOLON, A. M.. Breve ensaio sobre a liberdade contemporânea. 2005. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Universidade de São Paulo.

OLIVEIRA, Mara Regina de. Concurso para ingresso na carreira acadêmica como professor Assistente Mestre.. 2003. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Orientou

Gabriel Ozanique Borges

Direito e Arte; Início: 2020; Dissertação (Mestrado em direito) - Faculdade de Direito da USP; (Orientador);

Luis Fernando Bassi

Direito e Cinema; Início: 2020; Dissertação (Mestrado em direito) - Faculdade de Direito da USP; (Orientador);

Gabriel Silva Moreira

Direito e Arte; Início: 2020; Dissertação (Mestrado em direito) - Faculdade de Direito da USP; (Orientador);

Uatumã Campos Rocha

Direito e Arte; Início: 2019; Dissertação (Mestrado em direito) - Faculdade de Direito da USP; (Orientador);

Stephanie Lucke Dell' Aquilla

Direito e Arte; Início: 2019; Dissertação (Mestrado em direito) - Faculdade de Direito da USP; (Orientador);

Rafael Tubone Magdaleno

Direito e Arte; Início: 2020; Tese (Doutorado em direito) - Faculdade de Direito da USP; (Orientador);

Marcel S

de B; Moura; Direito e Arte; Início: 2020; Tese (Doutorado em direito) - Faculdade de Direito da USP; (Orientador);

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Direito e Arte; Início: 2018; Tese (Doutorado em direito) - Faculdade de Direito da USP; (Orientador);

Bruno Menoncello Cedano

Direito & Arte; 2018; Dissertação (Mestrado em direito) - Faculdade de Direito da USP,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Thais Fernanda Bizarria

Direito & Arte; 2017; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Lucas Barbosa Folster

Direito & Arte; 2017; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Juliana Alexandre

Direito & Arte; 2017; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Guilherme Grané Diniz

Direito & Arte; 2017; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Bruno Lincoln R

Paes; Direito & Arte; 2017; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Guilherme Grané Diniz

Direito e Literatura; 2016; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Daniela Câmara Ferreira

Direito e Hermenêutica; 2016; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Silvio Sandro S

Junior; Direito e Literatura; 2015; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Marco Aurelio Panades Aranha

O herança patrimonialista na ordem jurídica brasileira; 2014; Dissertação (Mestrado em Filosofia Teoria Geral Direito) - Universidade de São Paulo,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Giovanna Migliori Semeraro

Desencantamento e legitimação racional do direito; 2014; Dissertação (Mestrado em Filosofia Teoria Geral Direito) - Universidade de São Paulo,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Luiz Gustavo de Castro Oliveira

A relação entre direito e poder: uma reflexão a partir da filosofia de Miguel Reale; 2013; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Marcelo Karam Delbin

Movimentos sociais por moradia na cidade de São Paulo: uma reflexão sobre o poder através das artes; 2013; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Fernando Barbin

Direito e Cinema; 2013; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Elise Balmat Gonçalves

Direito e Hermenêutica; 2013; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Eduardo Aleixo Monteiro

Direito e Literatura; 2013; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Vanessa Vilela Berbel

A legitimação da democracia: observações da modernidade brasileira; 2012; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Luciano Correa Ortega

O conceito de pessoa moral como critério para análise do aborto provocado; 2012; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Débora Ferreira Simonetti

O monopólio legítimo da força e seus reflexos no fundamento de validade e na justiça do Direito; 2011; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Pedro Alexandre Matsu Martins da Silva

A Linguagem na arte e no direito: as concepções de justiça e poder na obra de Dante Alighieri; 2011; Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Michel Gonçalves Cesarino

Direito & Arte; 2017; Tese (Doutorado em Direito) - Universidade de São Paulo,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Ana Paula P

de Oliveira; Direito e Hermenêutica; 2013; Tese (Doutorado em Direito) - Universidade de São Paulo,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Caio Jesus Granduque José

Direito e Literatura; 2011; Tese (Doutorado em Direito) - Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito,; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Luciana Claudia Franco de Toledo

Direito e Cinema; 2020; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em direito) - Faculdade de Direito da USP; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Isabelle Braga Araújo

A violência estatal em A Morte Acidental de um Anarquista; 2019; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em Direito) - Universidade de São Paulo; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Ana Claudia Brito Pinto

Direito, arte e cinema: um diálogo trnasdisicplinar a partir da complexidade; 2015; Monografia; (Aperfeiçoamento/Especialização em direito) - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Thúlio José Michilini Muniz de Carvalho

A guerra fiscal como um problema de legitimidade jurídica; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Wesley Ulisses Souza

O processo de formação da consciência da classe operária: a abordagem dos ideais revolucionários marxistas por meio da dialética cinematografica de Segei Eisenstein; 2013; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Jorge Roberto Jarouche Aun

A crítica à democracia na obra Manderlay de Lars von Trier e sua legitimação; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Luiz Henrique da Cunha Minato

A Dialética Social do Direito proposta por Roberto Lyra Filho; 2009; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Dimas Fonseca Espirito Santo

Sobre a Justiça de Deus e a Justiça dos Homens; 2007; Trabalho de Conclusão de Curso; (Graduação em Direito) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Keile Alves dos Santos

Globalização e as Teorias Jurídicas Contemporâneas: uma análise critica aplicada à realidade brasileira; 2007; Iniciação Científica; (Graduando em Direito) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Pontifícia Universidade Católica; Orientador: Mara Regina de Oliveira;

Produções bibliográficas

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  • OLIVEIRA, Mara Regina de . Tempos Modernos e o Poder (In)disciplinar. Prática Jurídica , v. XV, p. 47-54, 2016.

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  • OLIVEIRA, Mara Regina de . Aborto legal e aborto clandestino: análise do documentário O Aborto dos Outros. Prática Jurídica , v. 120, p. 44, 2012.

  • OLIVEIRA, Mara Regina de . Abuso de poder estatal, violência e esvaziamento dos Direitos Fundamentais no Brasil: um diálogo possível entre o cinema e as teorias críticas do direito. Revista Mestrado em Direito (Online) , v. 10, p. 161-191, 2010.

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  • OLIVEIRA, Mara Regina de . O Desafio à Autoridade da Lei: a relação existente entre obediência, poder e subversão.. 1. ed. Rio de Janeiro: Corifeu, 2006. 210p .

  • OLIVEIRA, Mara Regina de . Cinema e Filosofia do Direito: um estudo sobre a crise de legitimidade jurídica brasileira. 1. ed. Rio de Janeiro: Corifeu, 2006. 136p .

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  • OLIVEIRA, Mara Regina de . Por uma aproximação entre o Direito e o Cinema. Gazeta do Povo, 09 abr. 2018.

  • OLIVEIRA, Mara Regina de ; ORTEGA, L. C. . Regras da vida: um reflexão fílmica sobre o relativismo moral relacionado à prática do aborto. Instituto Brasileiro de Direito de Família.

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  • OLIVEIRA, Mara Regina de . DIREITO, VIOLÊNCIA E JUSTIÇA: AMOR E VINGANÇA NOS FILMES ABRIL DESPEDAÇADO E BACURAU. In: I Encontro Virtual do Conpedi, 2020, São Paulo. I Encontro Virtual do Conpedi. Florianopolis: Conpedi, 2020. v. 1. p. 100-115.

  • OLIVEIRA, Mara Regina de . A RECONSTRUÇÃO DA MEMÓRIA NARRATIVA DO ABUSO DE PODER ATRAVÉS DO CINEMA: O TESTEMUNHO DO FILME O FILHO DE SAUL. In: X Congresso da ABraSD, 2019, Recife. Anais do X Congresso da ABraSD, 2019. p. 1445-1452.

  • OLIVEIRA, Mara Regina de . DIREITO E MORAL NA PÓS-MODERNIDADE: DIÁLOGOS FILOSOFICOS COM O FILME LADRÕES DE BICICLETAS. In: X Encontro Internacional do Conpedi Valência - Espanha, 2019, Valência. FILOSOFIA, ARTE, LITERATURA, HERMENÊUTICA JURÍDICA E TEORIAS DO DIREITO, 2019. p. 202-217.

  • OLIVEIRA, Mara Regina de ; OLIVO, L. C. C. . DIREITO, ARGUMENTAÇÃO E PODER EM JULIO CESAR. In: I Simpósio de Literatura & Direito, 2011, Florianópolis. Coleção Direito e Literatura. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2011. p. 25-66.

  • OLIVEIRA, Mara Regina de . Direito, linguagem e poder em Julio Cesar. 2010. (Apresentação de Trabalho/Simpósio).

Outras produções

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para projeto de iniciação científica. 2022.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para aprovação de projeto de iniciação científica. 2022.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para aprovação de projeto de iniciação científica. 2021.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para aprovação de projeto de iniciação científica. 2020.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para aprovação de Projeto de Iniciação Científica. 2019.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para a aprovação de Projeto de Iniciação Científica. 2018.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para a aprovação de Projeto de Iniciação Científica. 2018.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para a aprovação de Projeto de Iniciação Científica. 2018.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para a aprovação de Projeto de Iniciação Científica. 2017.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para a aprovação de Projeto de Iniciação Científica. 2017.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para a aprovação de Projeto de Iniciação Científica. 2017.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para a aprovação de Projeto de Iniciação Científica. 2016.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para a aprovação de Projeto de Iniciação Científica. 2016.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para a aprovação de Projeto de Iniciação Científica. 2015.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para a aprovação de Projeto de Iniciação Científica. 2015.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Revista Brasileira de Sociologia do Direito. 2014.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para a provação de Projeto de Iniciação Científica PUC-SP. 2014.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Parecer para a aprovação de Projeto de Iniciação Científica. 2014.

OLIVEIRA, Mara Regina de . Revista de Mestrado em Direito - Direitos Humanos Fundamentais UNIFIEO. 2013.

OLIVEIRA, MARA REGINA DE . Direito e Cinema por Mara Regina de Oliveira. 2023. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Direito e Cinema Nacional. 2020. (Programa de rádio ou TV/Outra).

OLIVEIRA, Mara Regina de ; LAFER, C. . O Julgamento de Eichmann. 2020. (Programa de rádio ou TV/Outra).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Lançamento do Grupo de Estudos - Introdução ao Direito das Artes. 2020. (Programa de rádio ou TV/Outra).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Jurisdição e Cinema. 2020. (Programa de rádio ou TV/Outra).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Direito e Cinema: A Fraternidade é Vermelha. 2018. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

OLIVEIRA, Mara Regina de ; PICOLLO, C. . Pensar e Fazer Arte. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Direito e Justiça em Foco. 2015. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

OLIVEIRA, Mara Regina de ; PICOLLO, C. . Pensar e Fazer Arte. 2012. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

OLIVEIRA, Mara Regina de ; PICOLLO, C. . Pensar e Fazer Arte. 2011. (Programa de rádio ou TV/Entrevista).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Canal no Youtube - Mara Regina. 2020; Tema: Video Aulas de Teoria do Direito. (Rede social).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Canal Youtube - Mara Regina de Oliveira. 2020; Tema: Video - aulas de Filosofia do Direito. (Rede social).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Como as artes narram o direito?. 2019; Tema: Direito e Arte. (Rede social).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Artepensamento. 2010; Tema: Blog criado com a participação de meus orientandos, visando estimular o estudo interdisciplinar do direito em relação ao material artístico. (Blog).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Contra a falsa exposição pública da privacidade. 2007; Tema: Blog criado para a expansão das atividades interdisciplinares, expondo ideias sobre filmes, exposições, peça de teatro.. (Blog).

OLIVEIRA, Mara Regina de . DIREITO E MARXISMO. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . O JULGAMENTO DE SOCRATES: A FILOSOSFIA É CONDENADA A MORTE. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . ANTÍGONA E O PROBLEMA DA LEGITIMIDADE JURÍDICO-POLÍTICA. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . A LÓGICA GERAL FORMAL E A LÓGICA JURÍDICA. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . DIREITO E VIOLÊNCIA. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . DIREITO SUBJETIVO. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Herbert Hart - Conceito de Direito. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . DIREITO NATURAL TEOLÓGICO E DIREITO NATURAL RACIONAL. 2021. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . SANÇÃO E DEVER JURÍDICO. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . SANÇÃO DE DEVER JURÍDICO II. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . PRAGMÁTICA JURÍDICA I. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . PRAGMÁTICA JURÍDICA II. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . DOGMÁTICA E ZETÉTICA JURÍDICA. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . DOGMÁTICA E ZETÉTICA JURÍDICA II. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . DOGMÁTICA E TECNOLOGIA. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . TEORIA PURA DO DIREITO - APRESENTAÇÃO GERAL. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . A INTERPRETAÇÃO JURÍDICA NA TEORIA PURA DO DIRIETO. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . PODER E INTERPRETAÇÃO EM OTELO. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . DIREITO E MORAL: KELSEN X KANT. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . A INTERPRETAÇÃO JURÍDICA EM ALF ROSS. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . DIRETO E PODER EM MICHEL FOUCAULT - PARTE I. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . DIREITO E PODER EM MICHEL FOUCAULT - PARTE II. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . SHAKESPEARE E O DIREITO. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . NORMA E ORDENAMENTO JURÍDICO. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . NORMA E ORDENAMENTO JURÍDICO - PARTE II. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . NORMA E ORDENAMENTO JURÍDICO - PARTE III. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . NORMA E ORDENAMENTO JURÍDICO - PARTE IV. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . NORMA E ORDENAMENTO JURÍDICO - PARTE V. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . DIREITO E MORAL NA PÓS-MODERNIDADE: DIÁLOGOS FILOSOFICOS COM O FILME LADRÕES DE BICICLETAS. 2020. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - VIDEOAULA).

OLIVEIRA, Mara Regina de . SHAKESPEARE E O DIREITO. 2016. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - GRUPO VIRTUAL).

OLIVEIRA, Mara Regina de . CINEMA E FILOSOFIA DO DIREITO EM DIÁLOGO. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - GRUPO VIRTUAL).

OLIVEIRA, Mara Regina de . METODOLOGIA E LÓGICA JURÍDICA. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - GRUPO VIRTUAL).

OLIVEIRA, Mara Regina de . INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - GRUPO VIRTUAL).

OLIVEIRA, Mara Regina de . DIREITO E CINEMA - PUC - SP. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - GRUPO VIRTUAL).

OLIVEIRA, Mara Regina de . CINEMA E FILOSOFIA DO DIREITO EM DIÁLOGO - FADUSP. 2015. (Desenvolvimento de material didático ou instrucional - GRUPO VIRTUAL).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Revista Brasileira de Sociologia do Direito. 2014. (Parecer).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Revista Mestrado em Direito - Direitos Humanos Fundamentais UNIFIEO. 2013. (Parecer).

OLIVEIRA, Mara Regina de ; SILVA, P. A. M. M. . Logopatia jurídica: as teorias críticas do poder em A tempestade, de William Shakespeare. 2012. (Qualificação de Mestrado).

OLIVEIRA, Mara Regina de ; SIMONETTI, D. F. . Direito, poder e violência: a crise de legitimidade jurídica no cinema brasileiro. 2012. (Qualificação de Mestrado).

OLIVEIRA, Mara Regina de . A legitimação da democracia:observações da modernidade brasileira. 2011. (Qualificação de Mestrado).

OLIVEIRA, Mara Regina de . O conceito de pessoa moral como critério para análise do aborto provocado: considerações interdisciplinares. 2011. (Qualificação de Mestrado).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Portalis e Kant - uma releitura do positivismo jurídico a patir do processo de codificação do direito civil na França. 2011. (Qualificação de Mestrado).

OLIVEIRA, Mara Regina de . O Princípio Constitutivo do Direito Positivo. 2011. (Qualificação de Mestrado).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Movimentos sociais por moradia na cidade de São Paulo e suas relações extrajurídicas de poder: uma reflexão através das artes. 2011. (Qualificação de Mestrado).

OLIVEIRA, Mara Regina de . Movimentos sociais por moradia na cidade de São Paulo e suas relações extrajurídicas de poder: uma reflexão através das artes. 2011. (Qualificação de Mestrado).

Projetos de pesquisa

  • 2008 - Atual

    As relações existentes entre Direito e Poder e linguagem na obra de W. Shakespeare. Consolidação de um trabalho desenvolvido em sala de aula há mais de dez anos, relacionando Artes e Direito., Descrição: Esta pesquisa objetiva discutir os fundamentos da autoridade da lei e refletir sobre os limites éticos que mantêm a relação de mando/obediência política, em situação de relativa estabilidade, a partir da análise das relações de poder presentes no discurso jurídico. Na perspectiva proposta, poder não é uma substância ética que pertence unicamente ao Estado Soberano, desvinculado das relações de força sociais. Neste sentido, a autoridade não preexiste à própria interação sócio-política. Ao contrário, ela se constitui através dela, no próprio processo interativo social. O poder não está unicamente nas mãos da ?autoridade?, ele depende da permanente colaboração do ?sujeito?. O poder atravessa e, ao mesmo tempo, constitui a própria relação autoridade/sujeito. O nosso propósito é analisar as teorias que relacionam o discurso jurídico com o poder, a fim de verificarmos a sua conexão com a linguagem dramática de Shakespeare.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2006 - Atual

    A crise de legitimidade político-jurídica retratada no cinema brasileiro. O problema do abuso de poder praticado pelas elites e pelos excluídos sociais. Relação entre a Filosofia do Direito e a produção artística., Descrição: Esta pesquisa objetiva discutir as teorias filosóficas que relacionam o discurso jurídico com o poder e com a violência, em sua relação interdisciplinar com o cinema artístico brasileiro. Trata-se do desenvolver de um novo campo de reflexão no âmbito da zetética jurídica. O cinema, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo filosófico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias filosóficas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosóficos, em torno da relação direito, poder e violência, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão ?logopática?, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

Projetos de desenvolvimento

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados conceitos-imagem , sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados conceitos-imagem viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a primeira pessoa , aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados conceitos-imagem , sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados conceitos-imagem viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a primeira pessoa , aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados conceitos-imagem , sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados conceitos-imagem viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a primeira pessoa , aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

  • 2010 - 2013

    Direito e Cinema, Descrição: . Visa desenvolver a capacidade interpretativa do aluno, no campo da imagem, relacionado a temas jurídicos de relevância, muito útil à futura vida prática do profissional do direito. O cinema, de qualidade artística, na perspectiva do curso, filosofa e trabalha com os chamados ?conceitos-imagem?, sendo assumido como uma forma de pensamento, que ultrapassa a racionalidade puramente lógica, do mundo teórico habitual. Ele permite uma compreensão da realidade em termos afetivos, e experienciais, através de imagens, por isso sua associação com as teorias jurídicas escritas é muito rica, servindo de exemplo e, ao mesmo tempo, como meio de expansão da capacidade crítica. Além da compreensão racional dos problemas filosófico-jurídicos, os chamados ?conceitos-imagem? viabilizam uma compreensão logopática, racional e afetiva, concomitante, com abertura para a busca permanente de verdades universais. A linguagem do cinema espelha a chamada pluriperspectiva, ou seja, pode focar vários pontos de vista, ao mesmo tempo, ou seja, a ?primeira pessoa?, aquela que vê ou sente o personagem, ou mostrar a perspectiva da câmera, ou de outras pessoas secundárias. Ela manipula, com agilidade, espaços e tempos da ação, avança e retrocede no tempo, numa abordagem onírica e permite, através do corte cinematográfico, uma possibilidade infinita de conexões, abertas e problemáticas para as questões filosóficas que propõe. Edgard Morin destaca que a grande relevância da educação seria ir muito além da informação quantitativa, viabilizando a transferência existencial do conhecimento, visto como uma sapiência incorporada à vida, em seu sentido amplo, não meramente acadêmico. Na sua profunda e perspicaz visão, a cultura de humanidades exposta no cinema, e nas outras artes em geral, espelha uma união permanente entre o conhecimento científico, o histórico, o religioso, o ético e o jurídico. Através da leitura de um bom filme, podemos acessar, artificialmente, esferas da complexa subjetividade humana q. , Situação: Em andamento; Natureza: Desenvolvimento. , Integrantes: Mara Regina de Oliveira - Coordenador.

Histórico profissional

Endereço profissional

  • Universidade de São Paulo, Faculdade de Direito, Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito. , Largo São Francisco, 95, Centro, 01005-010 - Sao Paulo, SP - Brasil, Telefone: (011) 31114015, URL da Homepage:

Experiência profissional

2003 - Atual

Universidade de São Paulo

Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professora Assistente-Doutora, Carga horária: 24

Outras informações:
Professora efetiva, por concurso de provas e títulos, da Faculdade de Direito da USP, junto ao Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito, em 2002, ministrando aulas de Lógica Jurídica e Introdução ao Estudo do Direito. Em 2008, cadastrou-se como professora orientadora no curso pós-graduação. No ano de 2009, está ministrando disciplina para mestrandos e doutorandos, onde relaciona temas de filosofia jurídica, com peças teatrais de William Shakespeare. Também ministrou a disciplina de Metodologia da Monografia e do Ensino Jurídico, no Curso de Especialização em Direito do Trabalho, com carga de 24 horas semanais, por turma. Foi representante dos Professores-Doutores junta à Congregação da Faculdade de Direito da USP entre os anos de 2011 e 2012.

Atividades

  • 03/2006

    Conselhos, Comissões e Consultoria, Comissão de Cultura e Extensão Universitária da Faculdade de Direito.,Cargo ou função, Membro.

  • 03/2005

    Extensão universitária , Comissão de Cultura e Extensão Universitária da Faculdade de Direito.,Atividade de extensão realizada, Ministra a disciplina de Metodologia da Monografia e do Ensino Jurídico.

  • 07/2003

    Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução ao Estudo do Direito e Lógica Jurídica.

  • 03/2010 - 06/2010

    Ensino, Direito, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Cinema e Filosofia do Direito: o problema da verdade e da justiça no exercício jurídico do poder.

  • 08/2009 - 11/2009

    Ensino, Direito, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Cinema e Filosofia do Direito: um estudo sobre as relações existentes entre direito, poder e violência no Brasil.

  • 03/2009 - 06/2009

    Ensino, Direito, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, A legitimidade de poder sob a ótica do discurso jurídico e sua relação com o teatro shakespeariano.

  • 03/1994 - 03/2003

    Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução ao Estudo do Direito

1995 - 2004

Universidade Sao Judas Tadeu

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora Titular, Carga horária: 12

Outras informações:
Durante o período especificado, foi responsável pela regência de todas as turmas (cinco) de graduação na disciplina Filosofia Geral e Jurídica, período matutino e noturno.

Atividades

  • 03/1995 - 12/2004

    Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Filosofia Geral e Jurídica

1994 - 2003

Universidade São Francisco

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professora Adjunta, Carga horária: 12

Outras informações:
Durante o período especificado, foi responsável pela regência de três turmas de Introdução ao Estudo do Direito.

Atividades

  • 03/1994 - 12/2004

    Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Introdução ao Estudo do Direito

1989 - Atual

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Professor Assistente Doutor, Carga horária: 35

Atividades

  • 08/1989

    Ensino, Direito, Nível: Graduação,Disciplinas ministradas, Lógica Jurídica e Filosofia do Direito

  • 03/1993 - 12/2003

    Ensino, Direito, Nível: Pós-Graduação,Disciplinas ministradas, Atuei como docente volúntário nos seminários de Filosofia do Direito, nos temas Direito e Poder, Direito e Liberdade, Direito e Justiça e Teoria Geral da Norma Jurídica