João Victor de Souza Chaves

Graduado em Geografia pela UFRJ e mestrando pela UFBA - Membro do GEOCLIMA - Grupo de Pesquisa em Geografia do Clima, e do COLAPSO - Grupo de Pesquisa da Relação Sociedade e Natureza. Bolsista de Iniciação Tecnológica pela FAPERJ (Ago 2020 - Mar 2021). Atua nas áreas de Climatologia Geográfica e Geografia do Clima. Dedica-se atualmente aos estudos dos seguintes temas: sistemas atmosféricos, gênese das chuvas, excepcionalidades, risco, classificação climática e climatologia regional.

Informações coletadas do Lattes em 11/11/2023

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em andamento em Geografia

2021 - Atual

Universidade Federal da Bahia
Orientador: Paulo César Zangalli Júnior;

Graduação em Geografia

2017 - 2021

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: DINAMICA CLIMÁTICA NO CENTRO SUL BRASILEIRO (2004-2019): UMA ANÁLISE A PARTIR DAS LINHAS FRONTAIS
Orientador: Núbia Beray Armond

Ensino Médio (2º grau)

2014 - 2016

Centro Educacional Novo Mundo

Formação complementar

2020 - 2020

Curso de Iniciação em Futebol de Base. (Carga horária: 50h). , Futebol Interativo, FI, Brasil.

2020 - 2020

Metodologia em Análise do Desempenho no Futebol. (Carga horária: 120h). , Ricardo Pombo Sales Negócios Digitais, EIRELI, Brasil.

2020 - 2020

Hidrologia Geral. (Carga horária: 40h). , Agência Nacional de Águas, ANA, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Humanas / Área: Geografia / Subárea: Geografia Regional/Especialidade: Análise Regional.

Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Geociências / Subárea: Geografia Física/Especialidade: Climatologia Geográfica.

Participação em eventos

I Seminário do Grupo de Estudos e Pesquisas em Geografia do Clima.ANÁLISE ESPAÇO TEMPORAL DA DINAMICA CLIMÁTICA NO CENTRO SUL BRASILEIRO A PARTIR DOS SISTEMAS FRONTAIS. 2020. (Seminário).

21 Encontro Regional de Estudantes de Geografia. 2019. (Encontro).

Semana de Integração Acadêmica.A INFLUÊNCIA DOS ELEMENTOS ESPACIAIS NA GÊNESE E DEFLAGRAÇÃO DE EVENTOS EXTREMOS NAS REGIÕES SUL/SUDESTE. 2019. (Seminário).

Projetos de pesquisa

  • 2020 - Atual

    ANÁLISE ESPAÇO TEMPORAL DA DINAMICA CLIMÁTICA NO CENTRO SUL BRASILEIRO A PARTIR DOS SISTEMAS FRONTAIS, Descrição: Em um contexto de escalada contínua da transformação do uso do solo por conta da expansão da urbanização e do agronegócio no Centro-Sul brasileiro, bem como dos desdobramentos dessas práticas na vegetação, na topografia, no clima, e, principalmente, na produção pluviométrica resultante da interação entre eles, o estudo dos sistemas provedores de chuvas emerge cada vez mais como um tema indispensável na Geografia do Clima. Nesse sentido, como o recorte espacial deste trabalho é a macrorregião do Centro-Sul, ao se atentar sobre o regime de chuvas, é possível depreender as frentes frias como o fenômeno do qual deriva a maior parte da precipitação na região em questão. Dito isso, sua dinâmica e trajetória são fundamentais para o abastecimento hídrico, assim como para a regulação da circulação dos demais centros de ação atuantes em tal recorte. Logo, o estudo dos sistemas frontais, no qual se originam as frentes, faz-se necessário como uma perspectiva de investigação acerca dos seus padrões, sobretudo para identificação de possíveis alterações na sua dinâmica. Por conseguinte, este trabalho propõe uma análise espaço-temporal dos sistemas frontais no contexto da dinâmica climática do Centro-Sul do Brasil, com o objetivo de investigar sua variabilidade e esmiuçar seus aspectos de influência nos demais sistemas produtores de chuvas por meio de um levantamento de suas incursões no recorte espacial estudado no período histórico de 15 anos (2004-2019). Para isso, será realizado o georreferenciamento das cartas sinóticas disponibilizadas pela Marinha no ARCGIS, e após isto, uma delimitação dos sistemas frontais nessas mesmas cartas sinóticas durante a série histórica anteriormente mencionada. A análise subsequente de tais cartas poderá elucidar os pormenores de sua variabilidade e atuação no Centro-Sul diante dessa conjuntura de transformação. Palavras-chave: Sistemas frontais, Centro-Sul, Cartas sinóticas, Frentes Frias, Dinâmica climática.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) . , Integrantes: João Victor De Souza Chaves - Integrante / Nubia Beray Armond - Coordenador.

  • 2019 - 2019

    A INFLUÊNCIA DOS ELEMENTOS ESPACIAIS NA GÊNESE E DEFLAGRAÇÃO DE EVENTOS EXTREMOS NAS REGIÕES SUL/SUDESTE, Descrição: Em face dos conceitos que norteiam o saber geográfico, a região emerge como um caminho preferencial para uma discussão sistemática entre as relações estabelecidas entre ambiente natural e as dinâmicas sociais para a formação de uma unidade superior que, segundo Corrêa (1995), sintetiza a ação transformadora do homem sobre um ambiente. No que concerne a dimensão climática, a abordagem regional tem sua importância traduzida pela indissociação com o componente espacial, a partir do qual se traduzem relações invariavelmente dinâmicas entre a circulação atmosférica e os fatores geográficos, o que define os climas locais e centros de ação. Por extensão, tais fatores são relacionados com a categoria de espaço por meio das definições suscitadas por Harvey (2015), onde as suas três dimensões (espaço absoluto, relativo e relacional) se complementam para uma leitura espacial da realidade. Assim, este trabalho tem como objetivo compreender em que medida os elementos espaciais podem influenciar na formação e a ocorrência de eventos extremos de chuva de modo particular entre as regiões Sul e Sudeste. Como objetivos específicos, pretende-se compreender a dinâmica climática e a forma de deflagração dos eventos extremos em cada região através de uma análise comparativa. Para tal, será realizada uma análise histórica do processo de urbanização e suas particularidades em cada região, associado ao levantamento de dados de eventos extremos ocorridos nessas áreas em uma série histórica determinada (1990 - 2018), bem como o volume pluviométrico de cada estado na estação mais chuvosa. Ainda, será realizada, segundo Monteiro (1971), uma análise rítmica dos elementos do clima em sua sucessão habitual em recorte diário, auxiliado pelo emprego de cartas sinóticas para conceber a dinâmica atmosférica de cada região expressa através da identificação dos sistemas atmosféricos e, assim, conceber a gênese dos tipos de tempo. Espera-se obter resultados que possibilitem o entendimento dos aspectos regionais em comum, e a partir disso, entender as particularidades através das quais há o desencadeamento dos eventos extremos, tomando as áreas como representativas para a proposta de estudo. Portanto, com base no contexto atual de crescimento no número de eventos extremos e de cada vez mais dificuldade em lidar com os impactos, sobretudo nas grandes cidades, faz-se mister que estudos como esse sejam elaborados para que se consiga, não apenas assimilá-los, mas também oferecer alternativas aplicáveis para os locais mais afetados.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: João Victor De Souza Chaves - Coordenador / Nubia Beray Armond - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2018 - 2020

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Pesquisador voluntário, Enquadramento Funcional: Iniciação científica

Outras informações:
Pesquisador voluntário no GEOCLIMA - Grupo de Estudos e Pesquisa em Geografia do Clima, orientado pela Prof.Dr. Núbia Beray Armond

2020 - 2021

FAPERJ

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Iniciação Tecnológica, Regime: Dedicação exclusiva.