Cauê Cardoso Silva
Possui graduação em Biomedicina (2021), Mestrado em Fisiopatologia pela Universidade de São Paulo (2024) trabalhando com Imunoterapia para infecções fúngicas. Foi aluno de iniciação científica da Universidade Federal de São Paulo. Tem experiência na área de Imunologia, com ênfase em Imunologia molecular, vacinação genética, imunoterapia, infecções fúngicas e parasitárias, gestão em saúde e análises clínicas.
Informações coletadas do Lattes em 29/03/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em Farmácia (Fisiopatologia e Toxicologia)
2022 - 2024
Universidade de São Paulo
Título: IDENTIFICAÇÃO DOS MECANISMOS IMUNOLÓGICOS ENVOLVIDOS COM A RESPOSTA PROTETORA DO ANTICORPO MONOCLONAL ANTI-GP70 NA ESPOROTRICOSE MURINA, Ano de Obtenção: 2024
Prof. Dr. Sandro Rogério de Almeida.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Especialização em andamento em Gestão em Saúde Lean Healthcare Qualidade e Acreditação
2024 - Atual
Graduação em Biomedicina
2018 - 2021
Universidade Paulista
Título: NOVAS ABORDAGENS TERAPÊUTICAS E PREVENÇÃO DA DOENÇA DE CHAGAS.
Orientador: Prof. Dra. Adriana Pina
Bolsista do(a): Programa Universidade para todos, PROUNI, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Francês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Biológicas / Área: Imunologia.
Projetos de pesquisa
-
2022 - 2024
IDENTIFICAÇÃO DOS MECANISMOS IMUNOLÓGICOS ENVOLVIDOS COM A RESPOSTA PROTETORA DO ANTICORPO MONOCLONAL ANTI-GP70 NA ESPOROTRICOSE MURINA, Descrição: A esporotricose, causada por fungos do gênero Sporothrix, é uma micose subcutânea, de distribuição mundial, em especial, em países com climas tropicais, subtropicais e temperados, sendo considerada doença endêmica no Brasil. Esta micose tem se tornado um problema de Saúde Pública no Estado do Rio de Janeiro, devido à direção ascendente do número de casos humanos desde o ano de 1998. A infecção ocorre pela inoculação traumática de materiais contaminados com o fungo, como debris vegetais, solo, dentre outros. A transmissão zoonótica pode ocorrer através da arranhadura ou mordedura de animais doentes, exemplos: gatos, cães, tatus, pássaros, insetos e roedores. Os gatos domésticos (Felis catus), são conhecidos por serem os principais transmissores zoonóticos dessa doença, com riqueza de leveduras nas lesões cutâneas e, a presença do fungo em mucosas e nas garras. Nas últimas duas décadas anticorpos monoclonais têm sido amplamente investigados na terapia fúngica, mostrando evidências consistentes que essas moléculas podem modificar o curso da infecção em benefício do hospedeiro. Os anticorpos monoclonais exibem alta especificidade, interagindo somente com seus órgãos-alvos específicos o que, consequentemente, reduz os efeitos colaterais sobre todo o sistema imune. Demonstrou que camundongos infectados com S. schenckii são capazes de produzir anticorpos de isotipos IgG1 e IgG3 específicos contra a glicoproteina de 70 KDa, sugerindo a implicação da Gp70 como molécula alvo para terapias, visto que anticorpos direcionados contra ela estão relacionados à eliminação do fungo durante a infecção. Posteriormente, mostrou-se que a imunização passiva com o anticorpo monoclonal gerado contra a Gp70 derivada de S. schenckii apresentou proteção em modelo murino de esporotricose. Os mecanismos imunológicos envolvidos na prevenção e no controle das infecções por S. schenckii ainda não são bem compreendidos, embora eles incluam tanto a resposta imune celular como humoral, as quais parecem ser desencadeadas por diferentes antígenos. Mecanismos funcionalmente distintos que, em conjunto, são envolvidos na interação fungo-hospedeiro. Esse trabalho propõe a investigação dos mecanismos imunológicos envolvidos no tratamento da esporotricose utilizando o anticorpo monoclonal anti-Gp70. Conhecer estes mecanismos imunológicos é fundamental no estabelecimento de futuras terapias contra o clado patogênico do gênero Sporothrix, assim como no tratamento de pacientes com esporotricose, utilizando anticorpos monoclonais. Esses esclarecimentos representam um grande avanço no entendimento da patogênese da doença e auxilia no processo biotecnológico futuro na produção de fármacos derivados de anticorpos monoclonais.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Cauê Cardoso Silva - Coordenador / Sandro Rogério de Almeida - Integrante.
-
2019 - 2020
Vacinação genética com vírus influenza recombinante contendo epítopo CD8+ de Trypanosoma Cruzi, Descrição: A infecção natural pelo protozoário intracelular Trypanosoma cruzi, agente causador da doença de Chagas, induz no hospedeiro mamífero uma resposta imune que conta com a participação da imunidade inata e adaptativa. Nosso grupo demonstrou que a imunização genética heteróloga com a ASP-2 e/ou trans-sialidase de T. cruzi gera uma resposta protetora contra diferentes modelos de infecção experimental. Esse protocolo induz uma forte imunidade mediada por células (CMI) em que as células T CD4+ e CD8+ específicas têm participação fundamental. Além disso, mostramos que as células T CD8+ têm características fenotípicas e funcionais de células T de memória efetora (TEM) e que precisam recircular para executar resposta imune protetora nos tecidos periféricos não linfóides. Resultados obtidos durante o projeto Jovem Pesquisador fase 1, mostraram que a molécula LFA-1 tem papel crítico na migração de células T CD8+ geradas pela vacinação genética heteróloga (Ferreira et al. 2017) assim como a molécula CXCR3. Além disso, células T CD8+ específicas de camundongos infectados apresentaram alta expressão do receptor de quimiocina CX3CR1. Recentemente foi descrito que essa molécula define três subpopulações de células T CD8+ durante infecções virais e que está relacionada com a diferenciação das células T CD8+ efetoras. Apesar das células T CD4+ exercerem papel fundamental na imunidade protetora, poucos trabalhos mostram estudo detalhado do papel das células T CD4+ específicas geradas pela imunização ou infecção. Em vista disso, o objetivo geral deste projeto será construir vírus influenza recombinantes defectivos para a replicação, carreando um fragmento de 660 nucleotídeos da sequência da ASP-2, avaliar esses vírus recombinantes em protocolos de vacinação associados á adenovírus recombinantes e analisar a resposta imune das células T CD8+ específicas.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Cauê Cardoso Silva - Coordenador / Leonardo Moro Cariste - Integrante / José Ronnie C. de Vasconcelos - Integrante., Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Bolsa.
Histórico profissional
Experiência profissional
2019 - Atual
Universidade Federal de São PauloVínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: Aluno de iniciação científica
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todos os processos de Cauê Cardoso Silva e sempre que o nome aparecer em publicações dos Diários Oficiais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Criando um monitoramento
Nossos robôs irão buscar nos nossos bancos de dados todas as movimentações desse processo e sempre que o processo aparecer em publicações dos Diários Oficiais e nos Tribunais, avisaremos por e-mail e pelo painel do usuário
Confirma a exclusão?