Júlia Maria Gomes Alves

Possui ensino-medio-segundo-grau pelo Colégio Roberto Carneiro Divinópolis(2018).

Informações coletadas do Lattes em 12/02/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em DIREITO INTEGRAL

2019 - Atual

Escola Superior Dom Helder Câmara

Ensino Médio (2º grau)

2016 - 2018

Colégio Roberto Carneiro Divinópolis

Formação complementar

2020 - 2020

SEMINÁRIO TEMÁTICO - A NOVA LEI ANTICRIME. (Carga horária: 18h). , Escola Superior Dom Helder Câmara, ESDHC, Brasil.

2020 - 2020

SEMINÁRIO TEMÁTICO: : CONGRESSO DO CONHECIMENTO: TECNOLOGIA E INOVAÇÃO. (Carga horária: 18h). , Escola Superior Dom Helder Câmara, ESDHC, Brasil.

2019 - 2019

A HISTÓRIA DA DEMOCRACIA. (Carga horária: 8h). , Escola Superior Dom Helder Câmara, ESDHC, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Português

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Participação em eventos

LIVE- SEPARAÇÃO DOS TRÊS PODERES. 2020. (Exposição).

AFRODOM - SEMINÁRIO POLÍTICA E PODER. 2019. (Seminário).

A Importância da Poícia Federal no Estado Democrático de Direito. 2019. (Simpósio).

CURSO DIREITO DA UNIÃO EUROPEIA. 2019. (Outra).

GRUPO DE INICIAÇÃO: TEORIA GERAL DO CRIME. 2019. (Exposição).

Seminário Tecnociência e Ecologia. 2019. (Seminário).

Produções bibliográficas

  • ALVES, J. M. G. . A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA NO SÉCULO DA DESINFORMAÇÃO: ISLAMISMO NO BRASIL. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ALVES, J. M. G. ; SILVA, M. C. S ; GUALBERTO, B. P ; FERREIRA, R. B. F . RESERVAS EM CHAMAS: DESTRUIÇÃO DAS RESERVAS INDÍGENAS NA AMAZONIA. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2019 - 2019

    A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA NO SÉCULO DA DESINFORMAÇÃO: ISLAMISMO NO BRASIL, Descrição: O problema objeto da investigação científica proposta são os fatores responsáveis pela disseminação do preconceito contra a religião islã no Brasil no século XXI e seus reflexos no universo jurídico. Uma pesquisa feita a partir de dados do Ministério dos Direitos Humanos, constatou que de janeiro de 2015 até o primeiro semestre do ano de 2016, foram registradas no Brasil uma denúncia a cada 15 horas contra casos de intolerância religiosa. Dentre os casos registrados pode-se analisar desde agressões verbais à invasão de templos e destruição de imagens sacras. A principal alavanca para a escolha desse tema é a indignação contra os ataques à liberdade de expressão, liberdade de culto e à dignidade dos indivíduos seguidores da religião islâmica, uma vez que, muitos deles ao deixar sua terra de origem e procurar se instalar em outros territórios e em outras sociedades pelos mais diversos motivos, tornam-se vítimas de difamação, agressão física ou psicológica, repressão e até mesmo de exclusão social. A busca desses povos por uma provável condição de vida mais favorável acaba se tornando um desafio quando não conseguem, por exemplo, ser admitidos em algum emprego simplesmente por praticarem um culto diferente daquele que predomina naquele território, ou por usarem vestimentas distintas daquelas que as pessoas daquela sociedade usam. A partir das reflexões preliminares sobre o tema, é possível afirmar inicialmente que o Brasil é um país predominantemente Cristão e conservador quando se diz respeito à religião. A predominância de uma cultura judaico-cristã atrelada ao baixo índice de desenvolvimento educacional do país resulta num quadro de desinformação por parte população quanto às religiões orientais e liga-se à pergunta fundamental da presente pesquisa: o que leva à intolerância religiosa com os praticantes do islamismo? A associação da religião islâmica com o terrorismo faz com que grande parte dos indivíduos repudiem aqueles que são adeptos a ela. O objetivo geral da pesquisa é analisar a incompatibilidade histórica entre o islamismo e o cristianismo e a partir daí constatar quais motivos geram esse preconceito contra os povos islâmicos no Brasil. É importante, ainda, destacar o papel da política quando se fala de liberdade religiosa. No cenário atual, de um mundo polarizado, muitos governos de países democráticos estão cometendo o equívoco de adotar para si um religião base. Quando uma figura de Estado, de grande influência para o povo, afirma em seu discurso político uma determinada religião ou fundamenta suas propostas nela, ele acaba legitimando inconscientemente ou não a possibilidade de repressão às demais religiões. A tentativa de reger um país democrático a partir de fundamentos de uma determinada religião é, no mínimo absurdo, além de ferir os direitos fundamentais da inviolabilidade a liberdade de consciência e crença, garantidas na Constituição da República Federativa do Brasil. A pesquisa que se propõe pertence à vertente metodológica jurídico-sociológica. No tocante ao tipo de investigação, foi escolhido, na classificação de Witker (1985) e Gustin (2010), o tipo histórico-jurídico. O raciocínio desenvolvido na pesquisa será predominantemente dialético. Como conclusão parcial da presente pesquisa, tem-se que a ignorância e a arrogância ocidental são fatores relevantes para a disseminação da intolerância religiosa Islã. O Brasil é a prova de que onde não há Estado, a igreja exerce um papel fundamental. Neste caso, o Cristianismo é a matriz religiosa dominante e que desempenha grande influência sobre a população, é tido como um norte único e ditador de regras no país, tudo isso gera a não aceitação e o não respeito às demais religiões, especialmente o islamismo e as de matriz africana.

Palavras-chave: Islamismo, preconceito, intolerância.

Referências Bibliográficas:

BRASIL. Constituição da República Federativa do Bras. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Júlia Maria Gomes Alves - Coordenador.

Histórico profissional

Experiência profissional

2019 - 2019

Escola Superior Dom Helder Câmara

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