ANA LUIZA FERNANDES DA SILVA

Mestre em Planejamento Urbano e Regional pelo PPGPUR /IPPUR - UFRJ. Graduada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pesquisadora no Núcleo de Estudos sobre Geografia, Relações Raciais e Movimentos Sociais (NEGRAM/IPPUR - UFRJ). Área de atuação: História Urbana, Território, Raça e Cidade.

Informações coletadas do Lattes em 22/07/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Mestrado em Planejamento Urbano e Regional

2022 - 2025

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: Largo São Domingos: urbanidades negras, racialização e a imprensa carioca (1902-1928), Ano de Obtenção: 2025
Renato Emerson dos Santos.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.

Graduação em Abi - História

2016 - 2022

Universidade Federal do Rio de Janeiro
Título: O antigo Largo de São Domingos: intervenção, demolição e apagamento no território da Pequena África (1941 -1944)
Orientador: Monica Lima e Souza

Ensino Médio (2º grau)

2011 - 2013

CIEP 321 DOUTOR ULISSES GUIMARAES

Formação complementar

2023 - 2023

Formação sócio espacial da Zona Portuária do Rio de Janeiro (Prof. Alberto. (Carga horária: 2h). , Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, IPN, Brasil.

2023 - 2023

Escravidão urbana de africanos no Rio do século XVIII e XIX. (Carga horária: 2h). , Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, IPN, Brasil.

2022 - 2022

Curso de Audiovisual - Formação em Cinema Documental. (Carga horária: 176h). , Cinema Nosso, CINEMA NOSSO, Brasil.

2021 - 2021

História da Zona portuária na perspectiva da afroculturalidade. (Carga horária: 2h). , Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, IPN, Brasil.

2021 - 2021

Do mercado de escravos do Valongo às Docas Pedro II: uma análise da Arqueol. (Carga horária: 2h). , Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, IPN, Brasil.

2020 - 2020

Extensão universitária em PRIMEIRA JORNADA NACIONAL VIRTUAL DE EDUCAÇÃO QUILOMBOLA. (Carga horária: 16h). , Universidade de Brasília, UnB, Brasil.

2018 - 2018

Extensão universitária em DIREITOS DOS POVOS INDÍGENAS E DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.

2016 - 2016

Ensino de História da África nas escolas. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Pouco, Lê Bem, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Planejamento Urbano e Regional / Subárea: Fundamentos do Planejamento Urbano e Regional/Especialidade: História Urbana.

Organização de eventos

SILVA, Ana Luiza Fernandes . Seminário Geografias Negras Globais: Capitalismo Racial e experiências Negras Urbanas. 2022. (Outro).

SILVA, Ana Luiza Fernandes . Seminário Territórios Negros Patrimônio e Educação na Pequena África. 2021. (Outro).

SILVA, Ana Luiza Fernandes . XVIII Encontro Regional Sudeste de História Oral. 2019. (Congresso).

SILVA, Ana Luiza Fernandes . 50 anos de Stonewall e os Direitos da População LGBTQI+ no Brasil. 2019. (Exposição).

Participação em eventos

4º Encontro Internacional História & Parcerias (ANPUH - RJ).O ANTIGO LARGO DE SÃO DOMINGOS: INTERVENÇÃO, DEMOLIÇÃO E APAGAMENTO NO TERRITÓRIO DA PEQUENA ÁFRICA (1941 -1944). 2023. (Encontro).

Jornada de Estudos Históricos Professor Manoel Salgado.Irmandade de São Domingos: Dimensões territoriais, cartografia e sociabilidades negras no Rio de Janeiro setecentista. 2023. (Simpósio).

Semana IPPUR.O PUR e a racialidade: relatos a partir da experiência do NEGRAM. 2023. (Seminário).

V ENCONTRO INTERNACIONAL DE EXPERIÊNCIAS DE PLANEJAMENTO EM CONTEXTO DE CONFLITO SOCIAL,. 2023. (Encontro).

XV ENCONTRO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM GEOGRAFIA.MEMÓRIA DE UM TERRITÓRIO NEGRO NA PEQUENA ÁFRICA. 2023. (Encontro).

Seminário Internacional ?Geografias Negras Globais: Capitalismo Racial e Experiências Negras Urbanas??,. 2022. (Seminário).

Seminário Memória, Documentação e Pesquisa: o legado da UFRJ. 2019. (Outra).

Produções bibliográficas

  • SANTOS, R. E. ; SILVA, Ana Luiza Fernandes ; GOMES, J. C. B. ; SOUZA, A. M. . Sobre cultura e cidade: lutas por memória e as gramáticas espaciais urbanas. Versus : Revista de Ciências Sociais Aplicadas do CCJE/UFRJ (Impresso) , v. v.12, p. 104-109, 2024.

  • SILVA, Ana Luiza Fernandes ; ALVES, Thompson Clímaco . Reformas Urbanas: um projeto político racializado. Revista CFCH, Rio de Janeiro, p. 1 - 4, 22 dez. 2020.

  • SILVA, Ana Luiza Fernandes . MEMÓRIA DE UM TERRITÓRIO NEGRO NA PEQUENA ÁFRICA. In: XV, 2023. Anais do XV ENANPEGE. Campina Grande: Realize Editora. p. 1-10.

  • SILVA, Ana Luiza Fernandes ; SANTOS, Renato Emerson Nascimento dos . Branqueamento e disputa de narrativas na mídia republicana - O caso das remoções urbanísticas no Rio de Janeiro (1902-1906). 2021. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • SILVA, Ana Luiza Fernandes ; ALVES, Thompson Clímaco . Reformas Urbanas:Um Projeto Político Racializado. 2019. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

Outras produções

SILVA, Ana Luiza Fernandes . Irmandades Negras: Memória e Resistência. 2022. Filme.

Projetos de pesquisa

  • 2024 - Atual

    Padrões de distribuição e segregação racial nas cidades brasileiras, Descrição: O projeto busca comparações da distribuição racial da população em cidades brasileiras (todas as capitais dos estados, as dez maiores regiões metropolitanas e também outras dez grandes cidades médias), através de uma série histórica com dados dos Censos 2000, 2010 e 2022, visando construir um acervo de mapas que permita identificar padrões de segregação racial. A problematização dos padrões a serem identificados nos permitirá a problematização do papel do urbano na reprodução do racismo no Brasil, e do racismo na produção das nossas cidades. Espera-se com isso contribuir para a construção de uma agenda racializada de leitura do espaço urbano, buscando identificar expressões espaciais das relações raciais, buscando desenvolver e construir referências na convergência entre agendas antirracismo e agendas urbanas.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ana Luiza Fernandes da Silva - Integrante / Renato Emerson Nascimento dos Santos - Coordenador / Helissan Cavalcante Vieira - Integrante / Stéfany dos Santos Silva - Integrante / Júlio Cesar de Brito Coelho Gomes - Integrante / Reginaldo Braga Silva Júnior - Integrante.

  • 2020 - Atual

    Pequena África versus Porto Maravilha: disputas de lugar e resistências ao branqueamento do território, Descrição: Lançado em 2009, o Porto Maravilha é uma grande intervenção urbana que promete a revitalização da Zona Portuária da Cidade do Rio de Janeiro. Esta mesma porção da cidade já foi objeto anteriormente de grandes intervenções urbanas como a transformação do Cais do Valongo em Cais da Imperatriz na década de 1840, a Reforma Pereira Passos na déc. 1900 ou abertura da Av. Presidente Vargas na déc. 1940, políticas estas voltadas para o Branqueamento do Território. A implementação do Porto Maravilha foi marcada por fortes resistências de setores populares, que disputam projetos de território e a defesa de seu direito à cidade. Destacamos aqui a dimensão racial destes embates. Do lado dos agentes hegemônicos do projeto, paradoxalmente, pela primeira vez na história das grandes intervenções urbanas no Rio de Janeiro incorpora-se uma menção positiva à presença negra, através do Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana, conjunto de pontos de interesse para valorização de patrimônio, definidos pelo Decreto Municipal 34.803/2011, compostos pelo Centro Cultural José Bonifácio, Cemitério dos Pretos Novos (transformado num Instituto), o Cais do Valongo, o Jardim Suspenso do Valongo, a Praça dos Estivadores e Pedra do Sal. De outro lado os sujeitos subalternizados, que resistem realizando o que estamos chamando de disputa de lugar, repertório espacial de ações que buscam construir e legitimar outras significações aos lugares. Grupos como o Afoxé Filhos de Gandhi, Quilombo e roda de samba da Pedra do Sal, Museu Instituto dos Pretos Novos, entre outros, vem reivindicando memórias do lugar e a valorização da presença e cultura negra do/no presente, inclusive disputando sua nomeação (o que é um ato de poder, como nos mostra Bourdieu) sob a alcunha de Pequena África, termo atribuído a Heitor dos Prazeres. Esta luta ganha ainda mais visibilidade com o reconhecimento do Cais do Valongo como patrimônio da humanidade pela UNESCO em 2017. Pretendemos aqui identificar e analisar os repertórios espaciais de ação que vem sendo mobilizados por sujeitos da luta antirracismo e seus interlocutores aliados... , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Ana Luiza Fernandes da Silva - Integrante / Renato Emerson Nascimento dos Santos - Coordenador / Helissan Cavalcante Vieira - Integrante / Stéfany dos Santos Silva - Integrante / Anthony Matos Severino - Integrante / Thaís de Paula da Silva - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2017 - 2019

Rioprevidência Cultural

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Estágio, Carga horária: 20

2019 - 2020

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista PROFAEX, Carga horária: 20

2020 - 2022

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Iniciação Científica, Carga horária: 20

2024 - 2024

Circo Crescer e Viver

Vínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisadora, Carga horária: 20

Outras informações:
Pesquisa histórica, social e sistematização de informações em banco de dados do projeto Território Inventivo Pequena África promovido pelo Circo Crescer e Viver em parceria Secretaria Municipal da Casa Civil e a Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial. Trabalho de catalogação e pesquisa histórica documental com foco na preservação e ampliação da memória da Pequena África. A pesquisa abrangeu personagens, logradouros, eventos e manifestações culturais relacionados a esses territórios, destacando o protagonismo negro e a importância histórica e cultural dessas áreas.