Julia de Carvalho Nunes
Possui ensino-medio-segundo-grau pela Maxx Colégio(2018). Atualmente é da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Informações coletadas do Lattes em 24/09/2023
Acadêmico
Formação acadêmica
Graduação em andamento em Abi - Letras - Português - Ingles
2019 - Atual
Idiomas
Inglês
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Orientou
Frequência e contexto sonoro: dois fatores que não se excluem, mas, juntos, contribuem para a redução fonética da construção ?um monte de?; ; 2019; Iniciação Científica; (Graduando em Abi - Letras - Português - Ingles) - Universidade Federal do Rio de Janeiro; Orientador: Julia de Carvalho Nunes;
Projetos de pesquisa
-
2019 - Atual
Frequência e contexto sonoro: dois fatores que não se excluem, mas, juntos, contribuem para a redução fonética da construção ?um monte de?., Descrição: O presente trabalho tem por objetivo avaliar os fatores que levam à redução sonora em construções binominais do tipo um monte de gente e um monte de coisa. De acordo com Bybee (2006), a crescente frequência de uso de uma estrutura linguística leva à criação de uma rotina neuromotora que se processa como uma unidade única, podendo levar à redução fonética da estrutura. Isto porque a alta frequência de uma forma complexa faz com que essa forma se torne torne previsível, acarretando uma maior rapidez no processamento e, consequentemente, uma sobreposição e diminuição da magnitude dos gestos articulatórios. Desta forma, quanto mais uma construção é previsível, a tendência é que ela seja reduzida, em razão de um afrouxamento articulatório, que tem impacto não só no processo mecânico de produção dos sons, como também nos processos cognitivos de automatização dessa combinação. Além da frequência, outro fator muito importante que também deve ser levado em consideração nos casos de redução fonética é o contexto fonético em que determinada estrutura ocorre. Conforme Bybee (2010), itens de alta frequência e que apresentam contexto fonético apropriado tendem a ser atingidos mais rapidamente em casos de variação e mudança em progresso. Em outras palavras, entende-se que frequência e contexto fonético não se excluem, mas sim interagem nos casos de redução fonética. Partindo dos pressupostos dos Modelos Baseados no Uso (Bybee, 2010) e da Fonologia de Exemplares (Cristófaro Silva e Gomes, 2017), serão aplicados testes da leitura de sentenças que contenham diferentes combinações da construção binomial um monte de + Nome, a fim de analisar o papel da automatização na produção e processamento dessas construções, isto é, se, em razão do nome e da frequência com que ele apareça associado ao quantificador um monte de, existem diferentes graus de redução fonética. Espera-se observar maior ocorrência de redução fonética quando o quantificador junto a nomes com os quais aparece associado com maior frequência, tais como gente e coisas. Por fim, como o contexto fonético observado em um monte de é favorável à redução - duas consoantes africadas seguidas -, será analisado em que medida esse contexto favorável interage tanto com o contexto fonético inicial das palavras que se seguem à construção um monte de, como também com a frequência com que os itens aparecem associados à mesma construção.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Julia de Carvalho Nunes - Coordenador / Karen Sampaio Braga Alonso - Integrante / Marcelo Alexandre Silva Lopes de Melo - Coorientador - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
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