Felipe Eugênio dos Santos Silva
Mestre em Ciência da Arte pela Universidade Federal Fluminense (2010). Bacharel em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2006). Atua na Fundação Oswaldo Cruz desde 2009 com projetos de pesquisa-ação sobre Promoção da Saúde em território socioambientalmente vulnerabilizados por meio da interface com a arte e cultura, buscando a construção de políticas públicas saudáveis. Tem experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase em Saúde Pública, especialmente na área de participação social, buscando formas de enfrentar as iniquidades presentes nos determinantes sociais da saúde junto às populações empobrecidas e historicamente minorizadas. Desenvolveu em Manguinhos, de 2006 a 2012, na Redeccap, projeto de educação de jovens e adultos (PEJA-Manguinhos) na função de coordenador pedagógico, estabelecendo o conceito de educação territorializada, o que levou à sua materialização como política pública estabelecida no território, com sua absorção ao departamento pedagógico da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio/Fiocruz. Construiu experiências de pesquisa ação como plataformas colaborativas participativas de cultura, arte e saúde em favelas para reforçar o campo da governança territorial democrática, com destaque para a Agenda Cultural Mandela Vive, que durou 4 anos (2015 a 2018) em Manguinhos. Construiu o conceito de "Favelofagia" junto ao Ecomuseu de Manguinhos/Redeccap. Com esse conceito foi editor e coordenador da Residência Literária Favelofágica, que publicou ficção em prosa de mais de 20 autores de origem periférica, com destaque para 4 romances inéditos. Atualmente coordena pela Coordenação de Cooperação Social da Presidência da Fiocruz a rede Periferia Brasileira de Letras, composta por coletivos literários atuantes em territórios periféricos de 8 capitais brasileiras, a rede PBL busca a territorialização de políticas públicas por meio da participação cidadã.
Informações coletadas do Lattes em 07/03/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Mestrado em Ciências da Arte
2007 - 2010
Universidade Federal Fluminense
Título: Inventando Áfricas: por ensaios que redesenhem a música aos sons de Moacir Santos e Duke Ellington
Orientador: Guilherme Werlang da Fonseca Costa do Couto
, Ano de Obtenção: 2010.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Saúde Pública.
Produções bibliográficas
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EUGÊNI0, Felipe ; EUGÊNIO, Felipe S. Silva . TERRITORIALIZAÇÃO DE INTELECTUAIS: A FORMAÇÃO (E A ?COMBUSTÃO?) DE ESCRITORES NAS PERIFERIAS DE CENTROS URBANOS. In: VI Congresso Internacional em Desenvolvimento Social, 2018, Montes Claros. ?Desafios à Democracia, Desenvolvimento e Bens Comuns?, 2018.
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EUGÊNIO, Felipe S. Silva . As finas costuras literárias que saem das calejadas mãos da classe trabalhadora: A ficção pelo filtro da favelofagia.. 2022. (Apresentação de Trabalho/Conferência ou palestra).
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EUGÊNIO, Felipe S. Silva ; ALMEIDA, V. . Favelofagia: a literatura na ponta da língua da classe trabalhadora durante as Sessões Literárias de Manguinhos. 2022. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).
Histórico profissional
Endereço profissional
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Fundação Oswaldo Cruz. , das Laranjeiras, Bonsucesso, 21041210 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil, Telefone: (21) 998237175
Experiência profissional
2009 - Atual
Fundação Oswaldo CruzVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Pesquisador de arte, território e saúde
Outras informações:
Desenvolve metodologias para governança territorial democrática e políticas públicas saudáveis para territórios socio ambientalmente vulnerabilizados (favelas e periferias) por meio de pesquisa-ação com linguagens da arte e produções culturais.
2008 - 2019
RedeccapVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Coordenador de projetos de pesquisa-ação
Outras informações:
Coordenação do Ecomuseu de Manguinhos-REDECCAP, onde era responsável pela elaboração de projetos de pesquisa-ação relacionados à literatura, memória social e artes em territórios de favela.
Construiu com equipe do Museu da Vida, em 2011 a exposição Manguinhos Território em Transe, que circula em territórios periféricos instruindo jovens e adultos sobre o processo de ocupação de uma favela.
Desenvolveu com a equipe de editores do Ecomuseu, a partir de 2015, metodologias de criação literárias (residências literárias favelofágicas) que resultaram em publicações ficcionais de autores de origem periférica, resultando no selo editorial Bando Editorial Favelofágico, com lançamentos tidos em 2015, 2016 e 2022.
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