Laura Dametto Endele
Graduanda do curso de Medicina Veterinária no Instituto Federal Catarinense - campus Concórdia. Estagiária do Laboratório de Microbiologia do Instituto Federal Catarinense - campus Concórdia.
Informações coletadas do Lattes em 29/01/2024
Acadêmico
Formação acadêmica
Idiomas
Inglês
Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Pouco, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências Agrárias / Área: Medicina Veterinária.
Participação em eventos
CUIDADOS COM A GESTAÇÃO E POSSÍVEIS INTERVENÇÕES NO PARTO EM VACAS LEITEIRAS. 2021. (Seminário).
A IMPORTÂNCIA DA PECUÁRIA DE PRECISÃO PARA O CONTROLE E MELHORIA DA PRODUTIVIDADE. 2020. (Simpósio).
COMO AUMENTAR A PRODUTIVIDADE EM FAZENDAS DE CORTE. 2020. (Seminário).
IMPORTÂNCIA DA EFICIÊNCIA REPRODUTIVA E USO DA IATF EM REBANHOS DE CORTE. 2020. (Simpósio).
TRANSFERÊNCIA INTRAFOLICULAR DE OVÓCITOS IMATUROS (TIFOI). 2020. (Seminário).
Minicurso de Manejo de Feridas e Confecção de Bandagens. 2019. (Outra).
Projetos de pesquisa
-
2020 - 2021
Desenvolvimento de um método rápido e preciso para determinação de imunoglobulinas em colostro suíno, Descrição: O colostro é a secreção produzida pela glândula mamária nas primeiras 24 horas após o parto. Além de ser fonte de energia e fatores de crescimento, o colostro desempenha um papel importante na imunidade do leitão. Ao nascimento, os leitões são agamaglobulinêmicos e, embora imunocompetentes, não conseguem montar respostas imunológicas rápidas. É através da ingestão do colostro que a imunidade materna é transferida para o leitão. Portanto, a sobrevivência destes animais dependente da ingestão de colostro em quantidade e em qualidade. A ingestão de colostro em quantidades suficientes tem sido um desafio em plantéis com fêmeas hiperprolíficas. Estas fêmeas dão origem a leitegadas maiores e com um maior número de leitões com baixo peso. Alguns destes leitões possuem sua viabilidade comprometida devido à incapacidade de ingerirem quantidades adequadas do colostro. Somado a este problema, a produção de colostro da porca não aumenta proporcionalmente com o tamanho da leitegada, resultando em uma menor quantidade de colostro disponível por leitão. Uma possível solução para administrar este problema é a suplementação destes animais utilizando o colostro de outras fêmeas. Entretanto, o colostro é um material heterogêneo, apresentando diferenças significativas em sua composição. No colostro, um dos principais fatores responsáveis por assegurar a imunidade sistêmica nos leitões é a Imunoglobulina G (IgG). Esta imunoglobulina apresenta uma concentração muito variável no colostro das porcas (48,0 a 95,6 g/L) e diminui rapidamente após o parto. Sabe-se que o aumento dos níveis de IgG no colostro melhora os níveis de IgG nos neonatos e potencialmente aumenta a sobrevivência dos leitões. Leitões com menor concentração sérica de IgG (10 mg/ml) apresentam uma probabilidade 3,6 vezes maior de óbito que leitões com maior concentração sérica de IgG (22,5-25 mg/ml). Além disso, o colostro de alta qualidade também tem impacto positivo na produtividade do suíno ao longo da sua vida Como, a concentração de IgG no colostro materno afeta significativamente a aquisição de imunidade passiva, o conhecimento sobre o conteúdo de IgG no colostro pode ser utilizado para determinar ações mais assertivas, a fim de reduzir a mortalidade pré-desmame dos leitões. Contudo, atualmente não há no mercado um kit comercial que permita estimar rapidamente, em nível de campo, a concentração de IgG no colostro. Neste sentido, a solução proposta se baseia na técnica de turvação de sulfato de zinco (TSZ) para estimar os níveis de imunoglobulinas (Igs) nas amostras de colostro de suíno.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Laura Dametto Endele - Integrante / DIOGENES DEZEN - Coordenador / KAMILLA BLEIL DO CARMO - Integrante / WANDERSON ADRIANO BISCOLA PEREIRA - Integrante / ANA PAULA ALMEIDA BASTOS - Integrante.
Histórico profissional
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