Mateus Boldrin

Engenheiro Florestal graduado pela Universidade Federal de Santa Maria campus Frederico Westphalen (UFSM-FW) em 2017. Atuou em 2018 como Engenheiro Florestal na empresa Saltus - Consultoria Ambiental e Florestal, no âmbito do Inventário Florestal Nacional Bioma Cerrado (IFN-Cerrado). Em 2019, trabalhou por dois meses na mesma empresa, contribuindo com o Programa de Cadastramento Ambiental Rural do Estado do Piauí (CAR-PI). De 2019 a 2024, exerceu atividades como barista na Vitrola Cafeteria e Livraria. Desde 2024, atua como Analista Ambiental na empresa Salix Engenharia Natural.

Informações coletadas do Lattes em 24/07/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em Engenharia Florestal

2013 - 2018

Universidade Federal de Santa Maria
Título: ANÁLISE DO BALANÇO HIDRICO EM MICROBACIAS FLORESTADAS POR ESPÉCIES DE EUCALYPTUS SP.: UMA REVISÃO DE LITERATURA.
Orientador: Edner Baumhardt

Ensino Médio (2º grau)

2010 - 2012

Centro Tecnologico Frederico Jorge Logemann

Formação complementar

2025 - 2025

NR 12 - Segurança na Operação de Motosserra. (Carga horária: 16h). , E-Treinare, ETREINARE, Brasil.

2017 - 2017

Introdução ao Sketchup. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.

2017 - 2017

Prevenção e Controle do Fogo na Agricultura. (Carga horária: 20h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.

2017 - 2017

ArcGis 10.2. (Carga horária: 40h). , Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil.

2017 - 2017

PROTEÇÃO DE NASCENTES. (Carga horária: 10h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.

2016 - 2016

Comandos Básicos de Calculadora Científica para a Engenharia Florestal. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen, UFSM-FW, Brasil.

2016 - 2016

Noções básicas de Quantum GIS 2.14. (Carga horária: 4h). , Universidade Federal de Santa Maria Campus Frederico Westphalen, UFSM-FW, Brasil.

2015 - 2015

Segurança do Trabalho. (Carga horária: 14h). , SENAI - Departamento Regional do Espírito Santo, SENAI/DR/ES, Brasil.

2015 - 2015

Produção de Mudas e Manejo Produtivo na Silvicultura. (Carga horária: 30h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.

2015 - 2015

Primeiros Passos no Excel. (Carga horária: 15h). , Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - DF, SENAR - DF, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Organização de eventos

BOLDRIN, M. ; BOITO, E. ; VALCORTE, G. ; CERUTTI, G. C. ; PIVATTO, A. ; JAEGER, C. A. ; KOCHHANN, C. L. ; RIEDER, E. ; REICHERT, F. A. ; BONALDO, G. ; HUMMES, G. ; FARIAS, G. M. ; DUARTE, J. S. ; SOUZA, L. D. ; SCHEUERMANN, M. F. ; MACENA, M. W. ; SANTOS, R. S. ; LIPPI, T. ; ZAMARCHI, V. B. . 7ª Semana Acadêmica a Engenharia Florestal - Formação Profissional: O papel do(a) Engenheiro(a) Florestal no Mercado de Trabalho. 2017. (Outro).

BORBA, W. F. ; BOLDRIN, M. ; BOITO, E. ; CERUTTI, G. C. . Minicurso de ArcGis 10.2. 2017. (Outro).

STORCK, A. ; PIETROBELLI, A. C. ; HABITZREITER, A. C. ; MENDONCA, A. M. ; WASTOWSKI, A. D. ; BAUMHARDT, E. ; OLIVEIRA, E. ; BOITO, E. ; ROSA, G. M. ; DISCONZI, G. S. ; SILVA, J. C. ; STUMM, J. O. ; ROSA, J. S. M. ; SILVA, L. ; OLIVEIRA, L. P. ; BOLDRIN, M. ; MOTA, M. S. ; SPOHR, R. B. ; BARROS, S. . 1º Seminário de Gestão de Recursos Hídricos da Bacia do Rio da Várzea. 2016. (Outro).

Participação em eventos

1º Seminário de Gestão de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Da Várzea. 2016. (Seminário).

4ª MOSTRA CIENTÍFICA DO GRUPO DE PESQUISAS EM GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS: Ferramentas de gestão ambiental e territorial.. 2016. (Outra).

Diversificação Rural: a ciência na prática. 2016. (Outra).

I Seminário de Hidrodinâmica Ambiental. 2016. (Seminário).

12º Congresso Florestal Estadual do Rio Grande do Sul. 2015. (Congresso).

1º FÓRUM SULBRASILEIRO DA ENGENHARIA FLORESTAL. 2015. (Outra).

Recursos Hídricos no Nordeste e Alternativas de Convivência com a Seca. 2015. (Outra).

III MOSTRA CIENTÍFICA DO GRUPO DE PESQUISA EM GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS - GERHI, "ANÁLISE DE FRAGILIDADES AMBIENTAIS, MONITORAMENTO E GESTÃO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS". 2014. (Seminário).

1º Cine Floresta. 2013. (Outra).

Produções bibliográficas

  • VALCORTE, G. ; BOITO, E. ; MANTOVANI, N. C. ; LUNKES, A. M. Z. ; BOLDRIN, M. . Situação da arborização na Rua do Comércio - Município de Frederico Westphalen. In: XIII Congresso Florestal Estadual do Rio Grande do Sul, 2018, Nova Prata. Anais do XIII Congresso Florestal Estadual do Rio Grande do Sul, 2018.

  • BOITO, E. ; BAUMHARDT, E. ; BORBA, W. F. ; WEILER, E. B. ; BOLDRIN, M. ; TERRA, L. G. ; VALCORTE, G. ; HORN, J. F. C. . MAPEAMENTO DE USO E COBERTURA DO SOLO DE UMA PEQUENA BACIA HIDROGRÁFICA NO NOROESTE DO RIO GRANDE DO SUL. In: XXII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2017, Florianópolis. ANAIS DO XXII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 2017.

  • MULLER, M. T. O. ; BOITO, E. ; BOLDRIN, M. ; OLIVEIRA, E. ; CUCHI, T. . O uso de poleiros artificiais como ferramenta de análise quali-quantitativa da dispersão de sementes pela avifauna. In: XII Simpósio Florestal Catarinense, 2016, Lages-SC. Anais do XII Simpósio Florestal Catarinense, 2016. p. 135-140.

  • BATTISTI, A. ; BOITO, E. ; BOLDRIN, M. ; BAUMHARDT, E. ; HORN, J. F. C. . VERIFICAÇÃO DE PICOS DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DA ÁGUA EM PEQUENA BACIA HIDROGRÁFICA. In: XIII SIMPÓSIO DE RECURSOS HÍDRICOS DO NORDESTE, 2016, Aracaju-SE. ANAIS DO XIII SIMPÓSIO DE RECURSOS HÍDRICOS DO NORDESTE, 2016.

  • BOITO, E. ; VALCORTE, G. ; BOLDRIN, M. ; SILVA, F. A. ; SOUZA, H. C. ; FRIEDRICH, T. I. ; CANTARELLI, E. B. ; FORTES, F. O. . Desenvolvimento de Psidium cattleyanum Sabine (Araçá) após o transplante para recipientes de três litros com diferentes substratos.. In: 12º Congresso Florestal Estadual do Rio Grande do Sul, 2015, Nova Prata. Anais do 12º Congresso Florestal Estadual do Rio Grande do Sul. Nova Prata: Congresso Florestal, 2015. v. I. p. 278-283.

  • SILVA, F. A. ; BOITO, E. ; BOLDRIN, M. ; SCHORR, L. P. B. ; NOGUEIRA, L. F. D. . DIVERSIDADE DE ESPÉCIES ARBÓREAS DE UMA FLORESTA ESTACIONAL DECIDUAL LOCALIZADA NO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. In: I Simpósio de Diversidade e Conservação da Natureza (I SIDICON), 2015, Francisco Beltrão. Anais I Simpósio de Diversidade e Conservação da Natureza, 2015. p. 65-66.

  • LUNKES, A. M. Z. ; BOITO, E. ; VALCORTE, G. ; BOLDRIN, M. ; MANTOVANI, N. C. . DIAGNÓSTICO DA ARBORIZAÇÃO DA PRINCIPAL RUA DO MUNICÍPIO DE FREDERICO WESTPHALEN RS. In: 32ª Jornada Acadêmica Integrada da Universidade Federal de Santa Maria, 2017, Santa Maria. Anais 32ª Jornada Acadêmica Integrada, 2017.

  • SILVA, L. A. ; BOLDRIN, M. ; BOITO, E. ; BAUMHARDT, E. . ANÁLISE DO POTENCIAL FITORREMEDIADOR DE TRÊS ESPÉCIES EM DEPÓSITO ABANDONADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO NOROESTE DO RIO GRANDE DO SUL. In: 31ª Jornada Acadêmica Integrada da Universidade Federal de Santa Maria, 2016, Santa Maria. Anais 31ª Jornada Acadêmica Integrada, 2016.

  • BOITO, E. ; BOLDRIN, M. ; OLIVEIRA, E. ; HABITZREITER, A. C. ; SILVA, L. A. ; BAUMHARDT, E. . APLICAÇÃO DE DIFERENTES EQUAÇÕES EMPÍRICAS DE TEMPO DE CONCENTRAÇÃO (TC) EM PEQUENA BACIA HIDROGRÁFICA. In: 31ª Jornada Acadêmica Integrada da Universidade Federal de Santa Maria, 2016, Santa Maria. Anais 31ª Jornada Acadêmica Integrada, 2016.

  • OLIVEIRA, E. ; BOITO, E. ; HABITZREITER, A. C. ; BOLDRIN, M. ; BAUMHARDT, E. . USO DA PLANTA VETIVERIA ZIZANIOIDES (VETIVER) NA GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS. In: 31ª Jornada Acadêmica Integrada da Universidade Federal de Santa Maria, 2016, Santa Maria. Anais 31ª Jornada Acadêmica Integrada, 2016.

  • BOITO, E. ; BOLDRIN, M. ; OLIVEIRA, E. ; HABITZREITER, A. C. ; SILVA, L. A. ; BAUMHARDT, E. . APLICAÇÃO DE DIFERENTES EQUAÇÕES EMPÍRICAS DE TEMPO DE CONCENTRAÇÃO (TC) EM PEQUENA BACIA HIDROGRÁFICA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • BOLDRIN, M. ; BOITO, E. ; OLIVEIRA, E. . PICOS DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DA ÁGUA NA MICROBACIA DO LAJEADO DO PARDO COMO INDICADOR DE CONTAMINAÇÃO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • OLIVEIRA, E. ; BOITO, E. ; BOLDRIN, M. . A Vetiveria zizanioides (VETIVER) COMO FITOEXTRATORA DE CROMO (Cr) DE SOLO CONTAMINADO. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • BOITO, E. ; VALCORTE, G. ; BOLDRIN, M. ; SILVA, F. A. ; SOUZA, H. C. ; FRIEDRICH, T. I. ; CANTARELLI, E. B. ; FORTES, F. O. . Desenvolvimento de Psidium cattleyanum Sabine (Araçá) após o transplante para recipientes de três litros com diferentes substratos. 2015. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

Projetos de pesquisa

  • 2017 - 2018

    Interceptação de chuva em campo nativo no Bioma Pampa na região da Campanha do RS, Descrição: A interceptação de chuva por florestas tem sido quantificada e os resultados divulgados em diversos trabalhos, porém, para campo nativo não se tem dados referentes à pesquisa. O bioma Pampa, caracterizado como campo nativo em sua vasta extensão, é responsável por grande parte de retenção de água das chuvas, onde sua vegetação, de porte herbáceo, composta em grande parte por gramíneas, contribui para que parte da água das chuvas seja retida e evapore antes de chegar ao solo. O trabalho propõe a quantificação de água da chuva que é interceptada por campo nativo no Bioma Pampa, onde será feita a coleta de dados, sendo que para os cálculos será utilizado um simulador de chuva. Posterior aos dados levantados e analisados, será feito uma comparação com os dados de outras literaturas no que se refere à quantificação da interceptação de água da chuva por floresta de eucalipto no Bioma Pampa.. , Situação: Desativado; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Mateus Boldrin - Integrante / Éricklis Edson Boito de Souza - Integrante / Willian Fernando de Borba - Integrante / Edner Baumhardt - Integrante / Jussara Cabral Cruz - Coordenador / Renato Beppler Spohr - Integrante / Marciano Friedrich - Integrante / CALINCA BARÃO DE AVILA - Integrante / CARINE BAGGIOTTO - Integrante / FERNANDA DIAS DOS SANTOS - Integrante.

  • 2017 - 2017

    A Vetiveria zizanioides (Vetiver) como fitorremediadora de solos, Descrição: O Projeto visa avaliar o potencial da planta vetiver na retirada de Cromo (Cr) em solo contaminado com diversas concentrações. Para tanto, utilizou-se lisímetros padronizados com 6 plantas por célula do instrumento, totalizando 144 plantas e 24 lisímetros e 6 tratamentos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mateus Boldrin - Integrante / Éricklis Edson Boito de Souza - Integrante / Edner Baumhardt - Coordenador / Emanoéli de Oliveira - Integrante / Renato Souza Santos - Integrante / Paulo Roberto Bairros da Silva - Integrante.

  • 2016 - Atual

    Delimitação e monitoramento da zona ripária por meio de poços piezométricos na Microbacia do Lajeado Pardinho em Frederico Westphalen, Descrição: Projetos que venham agregar informações a respeito dos aspectos quali-quantitativos dos recursos hídricos são sempre de grande apelo social e ambiental. Este projeto, visa conhecer melhor a relação da vegetação ciliar dos lajeado pardinho com a flutuação freática da área de afluência do córrego. Assim, se conseguirá determinar onde exatamente encontra-se a zona ripária, termo correto que contrapõe o termo político da APP. Serão instalados piezômetros de monitoramento perfurados por equipamento específico, cedido pela UFSM/CT/SEDE. Se fará também o invetário florestal das espécies do trecho incluso no monitoramento hidrológico. Se montará o banco de dados hidrológicos da microbacia, que servirá de apoio futuro a outras pesquisas. Como resultados esperados, tem-se que em função dos produtores da área da microbacia estarem sob Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público, existe uma conjuntura favorável política e social para projetos que tragam resultados e soluções ambientais para melhorar os aspectos quali-quantitativos dos recursos hídricos do lajeado pardinho, que abastece Frederico Westphalen.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (5) / Mestrado acadêmico: (2) . , Integrantes: Mateus Boldrin - Integrante / Éricklis Edson Boito de Souza - Integrante / Willian Fernando de Borba - Integrante / José Luiz Silvério da Silva - Integrante / Edner Baumhardt - Coordenador / Emanoéli de Oliveira - Integrante / Aline Cristina Habitzreiter - Integrante / Angela Maria Mendonça - Integrante / Jussara Cabral Cruz - Integrante / João Francisco Carlexo Horn - Integrante / Josita Soares Monteiro - Integrante / Júlio Roberto Kinn Michelon - Integrante / Graciela Schmidt Disconzi - Integrante / Marciano Friedrich - Integrante.

  • 2015 - 2017

    Dinâmica da Floresta Estacional Decidual e Floresta Ombrófila Mista na Região do Médio Alto Uruguai, Descrição: região Norte do rio Grande do Sul, mais especificamente a região do Médio Alto Uruguai, carece de dados sobre seus fragmentos florestais principalmente no que diz respeito ao conhecimento sobre produção primária, crescimento e capacidade de regeneração natural. A realização de estudos detalhados sobre a estrutura e dinâmica de florestas naturais é fundamental para assegurar a sua conservação e manejo adequado (SANQUETTA, 2008). Necessariamente essa categoria de estudo deve ser desempenhada através de projetos de longo prazo, em função do grau de complexidade apresentado pelas florestas naturais e pela irregularidade dos processos periódicos. Os processos dinâmicos que ocorrem nas florestas e que se caracterizam pela necessidade de monitoramento a longo prazo, precisam basicamente de um método para serem identificados, descritos e trabalhados com maior consistência e facilidade. Por convenção o método mais utilizado atualmente é o de parcelas permanentes. Parcelas permanentes são áreas permanentemente demarcadas em determinada vegetação e mensuradas periodicamente com vistas à obtenção de estimativas de mudanças em estoque e volume da vegetação (Alder & Synnot, 1992). Além dessas variáveis, pode-se obter estimativas que permitam verificar mudanças na diversidade, estrutura fitossociológica (Felfili & Rezende, 2003), biomassa, taxas de crescimento, recrutamento e mortalidade (FELFILI 1994), seqüestro de carbono ou outras variáveis (ALDER & SYNNOT 1992). Parcelas Permanentes têm sido largamente utilizadas nos estudos do comportamento das florestas manejadas, sendo avaliadas quanto à composição de espécies, crescimento, mortalidade e ingresso de novas plantas (SILVA et al., 1996). Embora sejam caras e demandem muito tempo e esforço das equipes de campo para sua instalação e medição, as parcelas permanentes ainda são a mais importante ferramenta em estudos de manejo florestal e ecologia. Elas são, e por muito tempo continuarão sendo, um dos principais pilares sobre o qual nosso entendimento de florestas tropicais é construído (Sheil et al., 1995).. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Mateus Boldrin - Integrante / Franciele Alba da Silva - Integrante / Fabiano de Oliveira Fortes - Coordenador / Luis Paulo Baldissera Schorr - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2016 - 2017

Universidade Federal de Santa Maria campus Frederico Westphalen

Vínculo: Membro, Enquadramento Funcional: Coordenação Geral, Carga horária: 3

Outras informações:
Membro do Diretório Acadêmico de Engenharia Florestal, da Universidade Federal de Santa Maria campus Frederico Westphalen. Gestão 2016/2017.

2018 - 2018

Saltus - Consultoria Ambiental e Florestal

Vínculo: Engº Florestal Contratado, Enquadramento Funcional: Técnico 2 - Identificador Botânico, Carga horária: 40

Outras informações:
Trabalho de campo para realização do Inventário Florestal Nacional-Bioma Cerrado, responsável pelo controle do balizamento e correção de declividade; Controle da instalação das subunidades e das subparcelas; Medição das alturas e DAP das árvores; Estimativa da altura das árvores; Acompanhamento da coleta dos dados biofísicos; Identificação das espécies em campo, quando possível; Controle da coleta do Material botânico; Identificação da sanidade das árvores; Registros fotográficos nos conglomerados; Representação da equipe, quando não for possível ao líder executar a tarefa.

2017 - 2018

Saltus - Consultoria Ambiental e Florestal

Vínculo: Estágio Extracurricular, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 40

Outras informações:
As atividades realizadas foram referentes a inserção dos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de Imóveis Rurais do Estado da Bahia, no Sistema Estadual de Informações Ambientais e de Recursos Hídricos (SEIA). Perfazendo um total de 160 horas.

2017 - 2017

Saltus - Consultoria Ambiental e Florestal

Vínculo: Estágio Curricular Obrigatório, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 40

Outras informações:
As atividades realizadas foram referentes a inserção dos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de Imóveis Rurais do Estado da Bahia, no Sistema Estadual de Informações Ambientais e de Recursos Hídricos (SEIA). Perfazendo um total de 640 horas.

2024 - Atual

SALIX Engenharia Natural

Vínculo: Celetista, Enquadramento Funcional: Analista Ambiental, Carga horária: 42, Regime: Dedicação exclusiva.