Rafael Mires Araujo

Graduado em bacharelado interdisciplinar em artes pela Universidade Federal da Bahia, e graduando em licenciatura em Letras Vernáculas com Língua estrangeira moderna (espanhol), pesquisador do grupo Cartografias da infância e da adolescência: lugares e não lugares da literatura infantil e juvenil nos estudos literários, pesquisador dos movimentos e estudos feministas (especialmente feminismo negro) e dos estudos dos gêneros.

Informações coletadas do Lattes em 23/07/2025

Acadêmico

Formação acadêmica

Graduação em andamento em Abi - Letras Vernáculas e Língua Estrangeira Moderna

2017 - Atual

Universidade Federal da Bahia

Graduação em Interdisciplinar em Artes

2012 - 2017

Universidade Federal da Bahia
Título: Mafalda e sua Mãe: Representatividade e Conflito Entre Duas Gerações Femininas
Orientador: Mônica de Menezes Santos

Formação complementar

2015 -

Extensão universitária em NUPEL ITALIANO. (Carga horária: 400h). , Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.

2015 -

Extensão universitária em PROFICI FRANCÊS. (Carga horária: 360h). , Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.

2012 - 2014

Extensão universitária em PROFICI Espanhol. (Carga horária: 360h). , Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.

2010 - 2010

Curso de Formação e Qualificação Reflexiva em Artes Visuais. , Fundação Cultural do Estado da Bahia, FUNCEB, Brasil.

Idiomas

Bandeira representando o idioma Inglês

Compreende Pouco, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.

Bandeira representando o idioma Espanhol

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Italiano

Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.

Bandeira representando o idioma Francês

Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.

Áreas de atuação

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes.

Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Lingüística / Subárea: Letras.

Participação em eventos

X Encuentro Universitario de Hispanidad / II Jornada Internacional de Investigación en Lengua, Cultura y Literaturas Hispánicas. 2020. (Outra).

III Jornada Intermitente do PROELE - "El lugar de la literatura brasilea en México". 2019. (Outra).

III SEMINÁRIO DO PROELE Formação de Professores de Espanhol em contexto latinoamericano. 2016. (Seminário).

SEMENTE - Seminário Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão. 2016. (Seminário).

V Seminário Cultura e Subalternidades. 2015. (Seminário).

1 Seminário Internacional de formação e capacitação em cultura. 2012. (Seminário).

1 Simpósio Nacional Repensando os Sertões Semiáridos do Brasil. 2012. (Simpósio).

Oficina Preparatória Corpocidade. 2012. (Oficina).

1 Forum Municipal de Cultura. 2011. (Outra).

3ª Semana da Responsabilidade Social. 2011. (Outra).

Produções bibliográficas

  • ARAUJO, R. M. ; SANTOS, M. M. . NOÇÕES DE INFÂNCIA E GÊNERO NAS TIRAS DA MAFALDA. In: V Congresso Internacional de Literatura Infantil e Juvenil CILJ/2017, 2017, Presidente Prudente. (Trans)formação deleitores: travessias e travessuras, 2017.

  • ARAUJO, R. M. ; SANTOS, M. M. . NOÇÕES DE INFÂNCIA E GÊNERO NAS TIRAS DA MAFALDA. In: V Congresso Internacional de Literatura Infantil e Juvenil CILJ/2017, 2017, Presidente Prudente. (Trans)formação deleitores: travessias e travessuras, 2017.

  • ARAUJO, R. M. . Noções de democracia nos cordéis: A entrada de ACM no Panteão dos Orixás, A Farsa Senadoresca para proteger ACM e A Queda de ACM perante a população, de Jotacê Freitas. 2019. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ARAUJO, R. M. . LEITURAS A CONTRAPELO DA COLEÇÃO ANTIPRINCESAS: CLARICE LISPECTOR, FRIDA KAHLO E VIOLETA PARRA PARA MENINAS E MENINOS. 2018. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ARAUJO, R. M. ; SANTOS, M. M. . NOÇÕES DE INFÂNCIA E GÊNERO NAS TIRAS DA MAFALDA. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ARAUJO, R. M. . Leituras a Contrapelo da Coleção Antiprincesas: Clarice Lispector, Frida Kahlo e Violeta Parra para meninas e meninos. 2017. (Apresentação de Trabalho/Seminário).

  • ARAUJO, R. M. . Mafalda Feminista. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).

  • ARAUJO, R. M. . MAFALDA E SUA MÃE. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • ARAUJO, R. M. . Degradação e Ruína: O espaço urbano e a ditadura em Onde Andará Dulce Veiga?. 2016. (Apresentação de Trabalho/Comunicação).

  • ARAUJO, R. M. . Monica vs Mafalda. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).

Outras produções

ARAUJO, R. M. . Lampião e Lancelote: a noção de entrelugar no tempo e no espaço. 2017. (Blog).

ARAUJO, R. M. . COMO O MACHISMO E O PATRIARCADO AFETAM AS CRIANÇAS?. 2016. (Blog).

ARAUJO, R. M. . Pode uma criança falar? Ironias de Mafalda e Quino. 2016. (Blog).

Projetos de pesquisa

  • 2020 - Atual

    O discurso estético de Rebeca Lane no Feminismo 4.0 (Guatemala), Descrição: A pesquisa consiste no conhecimento da produção estética de Rebeca Lane, rap anarquista e feminista, que fala a partir da Guatemala, país quase sempre ausente das discussões e dos materiais apropriados à formação de professores de Espanhol no Brasil. Dessa forma, o foco da pesquisa estará numa produção estética não hegemônica, assim como colocará sua atenção em um país, cuja produção cultural e estética tem baixa visibilidade em nosso país. Considerando que o(a) bolsista é um(a) estudante do Curso de Licenciatura em Espanhol, entende-se que a pesquisa criará a possibilidade de submersão em três importantes áreas de interesse: (1) ter acesso à produção cultural e estética de um país hispânico não hegemônico (Guatemala); (2) conhecer a produção poética (rap e hip hop) de Rebeca Lane, cujos estudos (formada em sociologia pela Universidade de San Carlos) e ascendência indígena marcaram sua carreira musical; (3) refletir sobre o Feminismo 4.0 da maneira como o estamos vivendo na América Latina. Como produto final, será produzida uma Unidade Didática que esteja adequada à aprendizagem de Espanhol no Ensino Médio, vinculando-se pesquisa, formação de professores e aprendizagem de língua.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Rafael Mires Araujo - Integrante / MARCIA PARAQUETT FERNANDES - Coordenador.

  • 2019 - 2020

    As esposas de nossa História: o caso de Evita Perón (Argentina), Descrição: A pesquisa se realizou a partir da revisão bibliográfica, análise de discursos e produções artísticas sobre uma importante personagem feminina da História da Argentina e América Latina, Eva Duarte Perón, conhecida como Evita, que foi esposa de Juan Domingo Perón, ex presidente da Argentina. O objetivo da pesquisa foi identificar como a personagem estaria representada nos discursos historiográficos, midiáticos ou estéticos, tendo em vista se nessas produções a figura de Evita é construída independente de seu marido ou se ocuparia um espaço de ?esposa?, ou seja, aquela que não responderia por ações que pudessem interferir na História da Argentina e consequentemente do nosso Continente. Portanto, a pesquisa abarcou três áreas de interesse: conhecer o contexto histórico da Argentina durante o peronismo, especialmente no que diz respeito às figuras centrais, Evita e Perón; identificar a representação dada a Eva Perón em discursos historiográficos, midiáticos e estéticos; tensionar as relações homem x mulher no passado e no presente.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Rafael Mires Araujo - Coordenador / MARCIA PARAQUETT FERNANDES - Integrante.

  • 2018 - 2019

    Mulher, oralidade, gêneros populares e gêneros híbridos na literatura brasileira, Descrição: O trabalho consiste na leitura crítica e comparativa dos cordéis: A entrada de ACM no Panteão dos Orixás, A Farsa Senadoresca para proteger ACM e A Queda de ACM perante a população, todos de autoria de Jotacê Freitas, de modo a colocar em discussão questões como as noções de política e democracia podem ser flagradas nessas produções. Para isso foi tomado como base teórica os conceitos trabalhados por Marilena Chauí, Norberto Bobbio, Espinosa e Schumpeter. O autor das três obras aqui analisadas, Jotacê Freitas, é poeta, natural de Senhor do Bonfim - Bahia, graduado em pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia ? UNEB, arte-educador na rede Municipal de Educação de Salvador-Ba, realiza oficinas, recitais e palestras em escolas particulares, faculdades e instituições públicas e não governamentais. Genero literario utilizado nessa pesquisa foi a literatura de cordel, compreendida como elemento histórico, com raiz na antiga prática européia de contar histórias, que ao atravessar o oceano sofreu um processo de mutação que culminou nesse produto como conhecemos hoje, extremamente ligado à cultura nordestina. E a personagem central dessas obras é Antonio Carlos Margalhães, foi um político baiano, poderoso e famoso, na Bahia e no Brasil, tendo excercido diversos cargos de importância. ACM (ou Cabeça Branca), como também era conhecido, se tornou um mito por sua personalidade implacável que enfrentava a todos que se opunham a ele, e pela máxima ?rouba mas faz?. Dessa forma esse estudo analisa as obras, traçando um paralelo com a vida pública de Antonio Carlos Margalhães, travando uma discussão sobre como o autoritarismo do coronelista que viveu o período ditatorial, se expandiu ao período democrático e como o cenário atual em que nossa democracia está mais que fragilizada dialoga com o período em que ACM exerceu seu poder.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (1) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Rafael Mires Araujo - Coordenador / Alvanita Almeida Santos - Integrante.

  • 2017 - 2018

    Leituras a contrapelo da Coleção Antiprincesas: Clarice Lispector, Frida Kahlo e Violeta Parra para meninas e meninos, Descrição: O trabalho, orientado pela Profa. Dra. Mônica de Menezes Santos (Letras/UFBA), no âmbito do projeto Cartografias da Infância: leituras a contrapelo da literatura infantil e juvenil, consistiu na leitura crítica e comparativa das obras da Coleção Antiprincesas, publicadas no Brasil pela editora Chirimbote: Frida Kahlo: para meninas e meninos, Clarice Lispector: para meninas e meninos e Violeta Parra: para meninas e meninos, todas de autoria de Nádia Fink (texto) e Pitu Saá (ilustração). Tal leitura procurou colocar em discussão questões emergentes no Brasil na contemporaneidade (desigualdades de gênero, padrões de comportamento e padrões estéticos impostos às mulheres, heteronormatividade, machismo etc ), a partir do modo como tais questões são flagradas nas obras infantis e juvenis acima citadas. Nesse sentido, para que a discussão proposta fosse realizada da maneira mais ampla e consistente, observou-se também em que medida os livros infantis e juvenis que trazem como temática questões de gênero, editados no país em grande número nos últimos anos, ultrapassam as perspectivas comercial e didático-pedagógica e se configuram como obras instigantes, inventivas, tanto verbal quanto visualmente; obras que não pressupõem leitores incapazes. Dessa forma, embasado por estudos teóricos e críticos acerca do texto literários infantil e juvenil, por tensionamentos erigidos pela crítica feminista e por discussões em torno do mercado editorial, o que se pretendeu com esse trabalho foi identificar se as obras analisadas atendem à necessidade de ampliar os debates sobre os temas que abordam, acompanhando as transformações da sociedade, ou se as mesmas estão mais inclinadas a atender as exigências do mercado que sempre visa o lucro e, muitas vezes, se valendo de algumas lutas, termina por prejudicá-las, reforçando preconceitos e/ou estereótipos.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Rafael Mires Araujo - Integrante / Mônica de Menezes Santos - Coordenador.

  • 2015 - 2016

    Ilhas-prisão: biopolítica e experiência concentracionária na literatura brasileira, Descrição: Ao longo do século XX, os regimes ditatoriais mantidos no Brasil foram responsáveis pela perseguição e assassinato de inúmeros dissidentes. No contexto de exílio, tortura e aprisionamento instaurados tanto pelo Estado Novo, na Era Vargas, quanto pela Ditadura Civil-Militar dos anos 1960, uma prática específica ? a de isolar indivíduos indesejáveis pelo regime em uma ilha-prisão (no caso, Ilha Grande) merece uma investigação à parte. Essa prática, que remonta ao Império e às experiências prisionais de Fernando de Noronha e da Ilha das Cobras, se torna, no contexto do século XX, exemplo decisivo e confirmação do exercício do poder como biopolítica, fato que se deu com a afirmação escancarada do estado de exceção como forma dominante de governo e autoridade. O presente trabalho se propõe, portanto, a investigar os rastros e vestígios dessa experiência em textos literários brasileiros, buscando, através do confronto desse material com o pensamento político-filosófico do século XX, construir uma reflexão que procure dar conta dessa prática singular que caracterizou o autoritarismo no Brasil. Nosso corpus literário aqui será formado pelos livros Angústia (1936) e Memórias do Cárcere (1953) de Graciliano Ramos. O primeiro, com seu clima de perseguição e paranoia, antecipa a trajetória do próprio Graciliano Ramos que, como todos sabem, foi um dos muitos prisioneiros políticos do regime dirigido Getúlio Vargas. O segundo, como o nome já diz, faz justamente o relato memorialístico da experiência prisional de Ramos que incluiu, por sua vez, um período de internação em Ilha Grande. Nosso objetivo é cotejar esses dois textos com o pensamento de Michel Foucault, Giorgio Agamben e Hannah Arendt, procurando ver na Ilha-Prisão respectivamente um espaço de controle do corpo, um lugar de práticas totalitárias e, em um limite, como já foi anunciado aqui, um exemplo de como o estado de exceção é o devir dos regimes políticos regidos pelo capital. Na medida em que a Ilha-prisão isola, controla e, muitas vezes, o extermina os indivíduos ali alocados, ela é lugar privilegiado para o exercício da biopolítica. Da mesma maneira que os campos de concentração nos regimes totalitários europeus, as Ilhas-prisão brasileiras dão a ver um intrincado sistema de dominação que reduz o prisioneiro a seu corpo e lhe tira toda espontaneidade humana.. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (2) . , Integrantes: Rafael Mires Araujo - Integrante / Lisa Carvalho Vasconcellos - Coordenador.

  • 2014 - Atual

    Cartografias da infância: lugares e não lugares da literatura infantil e juvenil nos estudos literários brasileiros contemporâneos, Descrição: O Projeto pretende investigar os modos de ler a literatura destinada à infância e à juventude nos estudos literários brasileiros contemporâneos, a partir da análise de artigos e ensaios publicados, nos últimos cinco anos, em revistas de Associações de Estudos Literários e de Faculdades de Letras do Brasil, objetivando avaliar quais são os principais objetos estudados nas instituições pesquisadas, bem como que perspectivas teórico-críticas são ativadas para a sua leitura, de modo a delinear que espaços a literatura infantil e juvenil tem ocupado no âmbito dos estudos literários acadêmicos e, ainda, aferir de que maneira a susceptibilidade deste gênero às interferências externas ? sobretudo por conta do seu vínculo estreito com a pedagogia e com o mercado e por ser essa uma literatura destinada a um público específico e considerado menos preparado ? o colocou e tem ainda o colocado em situação de desprestígio nestes ambientes de construção de conhecimento. Como um dos resultados finais do trabalho, pretende-se constituir um banco de dados, em forma de catálogo, que constituirá material de pesquisa sobre o tema, o qual será disponibilizado a outros estudiosos, via rede mundial de computadores, com o propósito de contribuir para o fortalecimento do estudo crítico da literatura infantil e juvenil nos estudos literários brasileiros e também para a construção de uma cartografia sobre os conceitos de infância e adolescência que se elaboram e reelaboram desde a modernidade.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (10) / Mestrado acadêmico: (3) / Doutorado: (1) . , Integrantes: Rafael Mires Araujo - Integrante / Mônica de Menezes Santos - Coordenador / Tainá Amado Basílio dos Santos - Integrante / Leticia Oliveira Zumaêta - Integrante / Yasmin Meneses Silva Lima - Integrante / Rute Martins Fernandes - Integrante / Henrique Magalhães dos Santos - Integrante / Fabrícia Santos - Integrante / Aline Cesar de Carvalho - Integrante / Yasmin Queiróz S. Sanches - Integrante / Arly Cristina Bastos Silva - Integrante / Luíza Carvalho S. Brandão - Integrante / Bruno José Loureiro - Integrante / Igor Queroz - Integrante / Jamilly Starling Santos - Integrante / Lívia Viana - Integrante.

Histórico profissional

Experiência profissional

2015 - 2020

Universidade Federal da Bahia

Vínculo: pesquisador, Enquadramento Funcional: estudante, Carga horária: 2

Outras informações:
aluno do grupo de pesquisa Cartografias da infância e da adolescência: lugares e não lugares da literatura infantil e juvenil nos estudos literários.

2012 - 2020

Produtor Cultural Independente

Vínculo: autônomo, Enquadramento Funcional: autônomo, Carga horária: 80

Outras informações:
Desenvolvo atividade de produtor cultural independente, trabalhando com música, audiovisual e literatura.