Viviane Batista Pires Santos
Viviane Batista Pires Santos possui graduação em Fonoaudiologia pela Universidade Federal da Bahia. Atualmente é Especialista em Saúde da Família pela Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, onde também exerceu atividades de docência e pesquisa, mais precisamente nas áreas de Gestão, Educação em Saúde, Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora e Formação em Saúde. É, ainda, doula pela Coaracy e perita pela Academia Brasileira de Fonoaudiologia Forense.
Informações coletadas do Lattes em 28/08/2025
Acadêmico
Formação acadêmica
Especialização em andamento em Residência Multiprofissional em Saúde da Família
2017 - Atual
Universidade Estadual de Ciencias da Saúde de Alagoas
Bolsista do(a): Ministério da Saúde, MS, Brasil.
Formação complementar
2014 -
Francês. (Carga horária: 765h). , PROFICI UFBA, PU, Brasil.
2012 -
Inglês. (Carga horária: 351h). , ÁGORA CURSOS, AC, Brasil.
2018 - 2018
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
2018 - 2018
Análise de Situação de Saúde: Conceitos, interpretação e uso dos indicadore. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil.
2017 - 2018
Atenção à Saúde do Trabalhador na Atenção Primária à Saúde. (Carga horária: 30h). , Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Brasil.
2017 - 2017
Metodologias participativas para elaboração de projetos comunitários. (Carga horária: 18h). , Núcleo Integrado de Saúde e Existência, NISE, Brasil.
2017 - 2017
Curso Introdutório: Estratégia na Saúde da Família. (Carga horária: 48h). , Universidade Federal da Bahia, UFBA, Brasil.
2017 - 2017
Curso de Formação de Doulas. (Carga horária: 32h). , Coaracy, COARACY, Brasil.
2015 - 2015
Curso de Photoshop Forense. (Carga horária: 24h). , Academia Brasileira de Fonoaudiologia Forense, ACADEFFOR, Brasil.
2015 - 2015
Curso de Fonoaudiologia Forense. (Carga horária: 144h). , Academia Brasileira de Fonoaudiologia Forense, ACADEFFOR, Brasil.
2013 - 2014
Estágio Extracurricular. (Carga horária: 380h). , Instituto de Otorrinolaringologia - Otorrinos Associados, INOOA, Brasil.
2013 - 2013
Minicurso: Terapia Vocal em Enfoque nas Patologias. (Carga horária: 5h). , Centro Universitário Jorge Amado, UNIJORGE, Brasil.
2013 - 2013
Relações interpessoais nas instituições. (Carga horária: 2h). , Faculdade Maurício de Nassau - Salvador, FMN/Salvador, Brasil.
Idiomas
Inglês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente.
Espanhol
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.
Português
Compreende Bem, Fala Bem, Lê Bem, Escreve Bem.
Francês
Compreende Razoavelmente, Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente, Escreve Razoavelmente.
Libras
Compreende Razoavelmente, Fala Pouco.
Áreas de atuação
Grande área: Ciências da Saúde / Área: Fonoaudiologia / Subárea: Fonoaudiologia.
Organização de eventos
PIRES, V. . Encontro Municipal de Enfrentamento da Sífilis. 2018. (Outro).
PIRES, V. . IV Seminário Alagoano de Atenção Básica. 2017. (Outro).
PIRES, V. . XXIII Encontro Nacional de Estudantes de Fonoaudiologia. 2016. (Outro).
PIRES, V. . XXII Encontro Nacional de Estudantes de Fonoaudiologia. 2015. (Outro).
PIRES, V. . Seminário Interdisciplinar sobre Saúde da População Negra. 2015. (Outro).
PIRES, V. . IV Semana de Vivências no SUS. 2015. (Outro).
PIRES, V. . Comemoração ao "Dia do Fonoaudiólogo". 2013. (Outro).
Participação em eventos
12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. A representação sócio-racial da Fonoaudiologia brasileira: uma análise das campanhas oficiais entre 2011 e 2016. 2018. (Congresso).
Os sentidos do HIV. 2018. (Outra).
XI Fórum de Desenvolvimento Regional do Centro Universitário Tiradentes. 2018. (Outra).
Viviane Pires. 2017. (Seminário).
7º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde. DISCRIMINAÇÃO RACIAL E RESILIÊNCIA JUVENIL: PRÁTICAS CULTURAIS E ABORDAGENS DIALÓGICAS NO TRABALHO COM JOVENS NO BAIRRO DO CALABAR, SALVADOR-BA. 2016. (Congresso).
Encontro de Estudantes e Coletivos Negros. 2016. (Encontro).
I Mostra de Linguagem de Fonoaudiologia - UFBA. Qual dispositivo a universidade tem ou pode desenvolver para acolher o sofrimento?. 2016. (Exposição).
V Seminário de Saúde Coletiva e Fonoaudiologia.O trabalho da fonoaudióloga no NASF: desafios e perspectivas a partir das experiências em municípios da Bahia. 2016. (Seminário).
V Seminário de Saúde Coletiva e Fonoaudiologia.A representação social da Fonoaudiologia brasileiira: um olhar racializado. 2016. (Seminário).
Encontro Nacional de Estudantes de Fonoaudiologia.Pessoas com deficiência no Brasil: o que nos revela o último censo?. 2015. (Encontro).
Encontro Nacional de Estudantes de Fonoaudiologia. 2015. (Encontro).
1º Congresso de Fonoaudiologia da Faculdade de Medicida da UFMG. 2014. (Congresso).
1º Curso de Primeiros Socorros voltado para o Idoso. 2014. (Outra).
II Semana de Vivências no SUS. 2014. (Outra).
Roda de Conversa Deficiência em Foco: Dialogando sobre a Deficiência, Saúde e Direitos Humanos. 2014. (Outra).
Sessão Científica: sexualidade na terceira idade. 2014. (Outra).
XII Fonoaudiologia e Ciência.Pessoas com deficiência no Brasil: o que nos revela o último censo?. 2014. (Simpósio).
21° Congresso Brasileiro e 2° Ibero-Americano de Fonoaudiologia. 2013. (Congresso).
Congresso Baiano Multidisciplinar da Área de Saúde em Alto Mar (OFFSHORE). 2013. (Congresso).
III Seminário de Educação Bilíngue para Surdos: Por Uma Educação Através do Olhar do Surdo. 2013. (Seminário).
IV SEMANA CIENTÍFICA EM SAÚDE E AMBIENTE. 2013. (Outra).
Seminário de Extensão Universitária da Universidade Federal da Bahia - SEMEX 2013 Extensão: indissociabilidade e relevância social. 2013. (Seminário).
SESCFONO 2013 Integração, Ensino e Serviço: Consolidando a Formação em Saúde. 2013. (Seminário).
Tudo que você precisa saber sobre...Zumbido. 2013. (Outra).
X Colóquio Franco Brasileiro de Estética.Auxílio da Arte na Saúde: Signos Corporais do Sujeito em sua Potência. 2013. (Outra).
Estabelecendo um Projeto de Vida. 2012. (Outra).
II Seminário de Educação Bilíngue para Surdos: Por Uma Educação Através do Olhar do Surdo. 2012. (Seminário).
Relações interpessoais nas instituições. 2012. (Outra).
Terapia Vocal em Enfoque nas Patologias Vocais. 2012. (Outra).
Seleção e Adaptação de AASI e Novas Tecnologias. 2011. (Outra).
SEMINÁRIO DE CUIDADOS PALIATIVOS E TANATOLOGIA. 2010. (Seminário).
Participação em bancas
ARAUJO, M. V. R.; DIAS, A. L;PIRES, V.. Tendências da produção científica sobre Saúde da População Negra: uma análise entre os anos 2009-2016. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fonoaudiologia) - Universidade Federal da Bahia.
ARAÚJO, Marcos;PIRES, V.; FERNANDES, T. S. CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS PARA A FORMAÇÃO NOS TEMAS RAÇA, GÊNERO E SAÚDE NOS CURSOS DE FONOAUDIOLOGIA. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fonoaudiologia) - Universidade Federal da Bahia.
Produções bibliográficas
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PIRES, V. . Saude da População Negra. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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PIRES, V. . A Residência Multiprofissional como Estratégia Fortalecedora da Atenção Básica. 2018. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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PIRES, V. . Epidemiologia e Fonoaudiologia. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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PIRES, V. . Trabalho em equipe e interdisciplinaridade. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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PIRES, V. . A contribuição da Fonoaudiologia na esfera de gestão. 2018. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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PIRES, V. . A ludicidade como estratégia para a educação em saúde. 2017. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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CARVALHO, L. C. ; MOORE, Hannah ; CRUZ, Anna ; PIRES, V. ; PURIFICAÇÃO, Tharcia ; TRAD, L. A. B. . DISCRIMINAÇÃO RACIAL E RESILIÊNCIA JUVENIL: PRÁTICAS CULTURAIS E ABORDAGENS DIALÓGICAS NO TRABALHO COM JOVENS NO BAIRRO DO CALABAR, SALVADOR-BA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PIRES, V. ; ARAÚJO, Marcos . A representação social da Fonoaudiologia brasileira: um olhar racializado. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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CARVALHO, L. C. ; TRAD, L. A. B. ; CRUZ, Anna ; MOORE, Hannah ; PIRES, V. ; PURIFICAÇÃO, Tharcia . DISCRIMINAÇÃO RACIAL E RESILIÊNCIA JUVENIL: PRÁTICAS CULTURAIS E ABORDAGENS DIALÓGICAS NO TRABALHO COM JOVENS NO BAIRRO DO CALABAR, SALVADOR-BA. 2016. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
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PIRES, V. . A representação social da Fonoaudiologia brasileira: um olhar racializado. 2016. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
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PIRES, V. . A pessoa com deficiência na perspectiva do IBGE - Censo 2010. 2015. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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PIRES, V. . Pessoas com deficiência no Brasil: o que nos revela o último censo?. 2014. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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BAZZO, Leda ; PIRES, V. ; FONSECA, Camila ; SALUME, Célia . Auxílio da Arte na Saúde: Signos Corporais do Sujeito em sua Potência. 2013. (Apresentação de Trabalho/Outra).
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BAZZO, Leda ; PIRES, V. ; SALUME, Célia ; SOUZA, C. F. . Aid of art in health: bodily signs of the subjects in his power. 2013. (Apresentação de Trabalho/Seminário).
Outras produções
PIRES, V. . Refletindo a Integralidade: de muitos grãos de areia juntos surge a construção. 2017. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
PIRES, V. . Saúde Integral da População Negra. 2017. (Programa de rádio ou TV/Mesa redonda).
Projetos de pesquisa
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2015 - 2016
Juventude Negra no Nordeste do Brasil: Violência, Racismo Institucional e Proteção Social, Descrição: Embora se evidencie avanços no enfrentamento da inequidade racial no Brasil, com destaque para a implantação de políticas afirmativas em diferentes setores, é preciso reconhecer que a intensidade das mudanças é insuficiente para considerar que as desigualdades entre a população branca e o contingente de pretos & pardos tenham sido superadas. Detendo-se, especificamente, aos indicadores relacionados com a vulnerabilidade da juventude negra, o Mapa da Violência 2013 (Waiselfisz, 2013) descreve números e proporções alarmantes de mortes violentas intencionais entre jovens pretos e pardos. Registrou-se um total de 660 mil jovens mortos em duas décadas, um aumento de 207% no período de 1980 até 2011. A cada três assassinatos cometidos no Brasil, dois são de jovens negros de 15 a 24 anos de idade. Considerando o período entre 2001 a 2010, enquanto a morte de jovens brancos no país caia 27,1%, a de negros crescia 35,9%. Cabe interrogar, certamente, onde viviam e como viviam estes jovens que figuram nas estatísticas da mortalidade por violência no Brasil. O Mapa da violência (Waiselfisz, 2013) evidencia que estamos falando de jovens do sexo masculino, com baixa escolaridade e renda, negros e moradores de favelas e periferias dos centros urbanos. Ressalta-se que neste caso, a desigualdade de gênero não favorece o universo masculino. Encontra-se assim uma combinação perversa entre segregação espacial, pobreza e dificuldades de acesso ao sistema escolar, ao mercado de trabalho, ao sistema de saúde, etc. São observadas, sobretudo, lacunas e deficiências consideráveis na rede de proteção social, destacando aqui as esferas da Saúde, Educação e Segurança Pública. Dentre os fatores que podem contribuir para este quadro, podem ser destacados: cultura institucional; fragilidades na formação dos profissionais; insuficiência ou descontinuidade dos investimentos em tecnologias específicas de manejo da temática étnico-racial, notadamente, da violência de cunho racial. Revelam-se ademais fragilidades nas ações de detecção e prevenção da violência doméstica, bem como, de modalidades da violência urbana (seja perpetrada por grupos criminosos, seja pela polícia) que afetam adolescentes e jovens, particularmente, os negros (as). Com base nos argumentos apresentados, propõe-se o desenvolvimento de propõe-se o desenvolvimento de um Projeto Integrado de Pesquisa em Rede, de natureza qualiquanti, focado na temática Juventude Negra, Violência, Racismo Institucional e Rede de Proteção Social no Nordeste Brasileiro. O objetivo geral é tipificar a violência e outros indicadores de vulnerabilização social que acomete a juventude negra (13 a 26 anos) na região e desenvolver estratégias/ações que torne mais efetiva a atuação da rede de proteção social e o enfrentamento do racismo institucional. Ao privilegiar o universo da juventude negra, foram considerados os riscos e a vulnerabilidade social inerentes a este segmento populacional, expressos nos altos indicadores de morbimortalidade e da presença de evidência de violação dos seus direitos. Espera-se produzir evidências relacionadas com os seguintes fenômenos na região contemplada no estudo: vulnerabilidade social e exposição a diferentes formas de violência e de discriminação racial envolvendo a juventude negra, incluindo aquela perpetrada pela polícia; perfil da rede de proteção social nos territórios contemplados. O projeto contempla um componente de extensão, centrado em ações de Sensibilização e Ativação de Redes. Em parceria com atores sociais locais pretende-se subsidiar a proposição de ações comprometidas com a prevenção/redução da violência dirigida à juventude, com a superação do racismo institucional e promoção da equidade racial. Palavras-chave: Juventude Negra, Vulnerabilidade social,Violência, Racismo Institucional, Proteção Social, Pesquisa em Rede. , Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Especialização: (2) / Mestrado acadêmico: (2) / Mestrado profissional: (0) / Doutorado: (3) . , Integrantes: Viviane Batista Pires Santos - Integrante / Leny Alvez Bonfim Trad - Coordenador.
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2014 - Atual
Onde está você agora?, Descrição: Projeto de pesquisa que busca mapear egressos de Fonoaudiologia da Universidade Federal da Bahia.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Alunos envolvidos: Graduação: (7) / Mestrado acadêmico: (1) . , Integrantes: Viviane Batista Pires Santos - Coordenador / ANA LUCIA VIEIRA DE FREITAS BORJA - Integrante.
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2014 - Atual
CONDIÇÕES DE TRABALHO DOCENTE E SAÚDE: INTERVENÇÕES PARA CONSTRUÇÃO DE AMBIENTES DE TRABALHO SAUDÁVEIS, Descrição: As condições de trabalho e de saúde dos professores e funcionários das escolas são elementos relevantes para o bom desenvolvimento e o sucesso das atividades de ensino-aprendizagem. Estudos revelam estreita relação entre a satisfação dos docentes com o próprio trabalho e a qualidade do ensino ofertado. Além disso, contribuem para menores proporções de absenteísmo e abandono da profissão docente. Nessa perspectiva, este projeto tem como objetivo geral estruturar programas de intervenção sobre os três principais problemas de saúde docente (agravos vocais, osteomusculares e de saúde mental) com vistas à construção de ambientes de trabalho saudáveis para os docentes da rede estadual de ensino da Bahia. A proposta aqui apresentada articula-se aos esforços já em curso desenvolvidos no Programa de Atenção à Saúde e Valorização do Professor da SEC-BA , realizado por meio de parcerias entre a Secretaria Estadual de Educação e Instituições de Ensino Superior (IES) da Bahia. Pretende-se construir tecnologias metodológicas e sociais para identificação e intervenção sobre os problemas encontrados a partir de uma base integrada e interdisciplinar de ações envolvendo profissionais de diferentes áreas de conhecimento (Educação, Saúde Pública, Fonoaudiologia, Psicologia, Fisioterapia e Gestão Escolar). O projeto será implantado em três escolas de porte especial da rede estadual de ensino da Bahia na cidade de Salvador e compreenderá: 1. Caracterização do perfil sociodemográfico dos docentes, do processo e das condições de trabalho nas escolas selecionadas; 2. Diagnóstico da situação de saúde docente incluindo os três principais agravos de saúde; 3. Elaboração do programa de intervenção sobre os problemas avaliados; 4. Execução das ações; 5. Avaliação de seus resultados; 6. Ajustes do Programa e confecção de sua proposta final. Com relação aos problemas vocais, a priori, o programa deve incluir ações que permitam instrumentalizar os docentes para a utilização de tecnologias destinadas a redução do grau de disfonia e prevenção dos agravos vocais. Prevê a aplicação de quatro estratégias protetoras: a) amplificação da voz; b) hidratação direta; c) exercícios com trato vocal semiocluído e d) aquecimento vocal. No tocante à saúde mental e do sistema osteomuscular serão criados espaços (oficinas) para a identificação e análise dos pontos positivos (que geram prazer e satisfação no trabalho) e dos pontos de fragilidades (dificuldades, nós críticos, entraves) na realização do trabalho e elaboração de soluções e alternativas para o seu enfrentamento e superação. As estratégias de intervenção serão avaliadas e os resultados disponibilizados aos professores, sendo confeccionado um manual para orientação. Espera-se produzir um programa para ações de saúde na escola, com ênfase, nesse momento, no corpo docente, buscando valorizar e incentivar o/a professor/a nas suas atividades docentes a partir da construção de ambientes saudáveis de trabalho e de ações de cuidado e atenção a todos que dividem o espaço da escola.. , Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. , Integrantes: Viviane Batista Pires Santos - Coordenador / Maria Lúcia Vaz Masson - Integrante.
Histórico profissional
Experiência profissional
2013 - 2014
Gestão Fono na LutaVínculo: Voluntário, Enquadramento Funcional: Coordenadora de Finanças
2012 - 2013
Hospital São RafaelVínculo: Jovem Aprendiz, Enquadramento Funcional: Auxiliar Administrativo, Carga horária: 20
Outras informações:
Atuação como auxiliar administrativo pelo programa Jovem Aprendiz, com enfoque em contato para autorização de planos de saúde.
2014 - Atual
Instituto de Otorrinolaringologia - Otorrinos AssociadosVínculo: Estagiária Voluntária, Enquadramento Funcional: Estagiária de observação, Carga horária: 4
Outras informações:
Observação a atendimento clínico, com enfoque nas áreas de Linguagem, Audiologia, Motricidade Orofacial e Reabilitação Vestibular.
2014 - Atual
Universidade Federal da BahiaVínculo: Bolsista, Enquadramento Funcional: Bolsista de Projeto de Pesquisa e Extensão, Carga horária: 12
2016 - Atual
Gestão KairósVínculo: Voluntária, Enquadramento Funcional: Coordenadora de Saúde de Movimentos Sociais, Carga horária: 30
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